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Educação tecnológica eleva produtividade em 65,6% das empresas brasileiras, aponta pesquisa

A adoção de tecnologias emergentes e o investimento em educação tecnológica estão redefinindo o cenário da inovação nas empresas brasileiras. É o que aponta a 2ª edição da pesquisa “Educação Tech & Inovação nas Empresas 2025/26”, conduzida pela Alura + FIAP Para Empresas. O estudo ouviu profissionais de Recursos Humanos, Treinamento & Desenvolvimento e Tecnologia, e revelou que mais 65,6% das organizações já percebem aumento na produtividade após investir em capacitação tecnológica.

Além disso, 81% dos respondentes afirmam que a Inteligência Artificial tem impacto direto na performance dos times, atribuindo uma nota média de 9,2 em uma escala de 0 a 10 à contribuição da IA para os resultados corporativos.

“A capacitação e o desenvolvimento de competências tecnológicas são pilares fundamentais para as empresas que desejam responder com agilidade às transformações do mercado e se manter competitivas”, destaca Tavane Gurdos, diretora geral da Alura + FIAP Para Empresas. “É preciso preparar pessoas de todas as áreas para pensar estrategicamente a tecnologia e saber usá-la como um ativo de crescimento e inovação”.

Investimento e prioridades em capacitação

A maioria das organizações direciona seus orçamentos para parcerias educacionais, priorizando plataformas de aprendizado com trilhas estruturadas, além da aquisição de treinamentos pontuais e da coparticipação em cursos de graduação e pós-graduação.

Mesmo com avanços consistentes, 87% das empresas ainda não atingiram maturidade digital plena, e apenas 13% se consideram digitalmente maduras, uma queda de 21% em relação a 2023, o que reforçar a necessidade de olhar para as estratégias de desenvolvimento diante de mudanças tecnológicas aceleradas. O estudo aponta, inclusive, que a capacitação em tecnologia é vista como ferramenta essencial para fomentar culturas voltadas à performance e desenvolver lideranças preparadas para conduzir a transformação digital, com mais de 50% dos respondentes trazendo essas questões como fundamentais.

Liderança e personalização: motores da transformação

Um dos achados mais relevantes da pesquisa é o papel da liderança na efetividade das ações de aprendizado, com 61,83% das empresas já oferecendo programas  voltados ao desenvolvimento de líderes.

Mais de 80% dos respondentes afirmam que a personalização da jornada de aprendizado é essencial para gerar resultados mais consistentes, evidenciando a necessidade de estratégias customizadas, que combinem tecnologia, dados e propósito de negócio. O estudo também evidencia que a educação tecnológica está cada vez mais integrada às estratégias de negócios das organizações. 

As empresas que investem em capacitação relatam maior agilidade para responder às mudanças do mercado e fortalecer sua competitividade, destacando a capacitação como um componente estratégico essencial para a inovação e sustentabilidade dos negócios no ambiente digital atual. A pesquisa apontou que 47% dos respondentes afirmaram que todas as pessoas colaboradoras das empresas são incentivadas a se desenvolverem em tecnologia —  um aumento de 33% em relação à 2023. Isso reforça a ideia de que a tecnologia está presente em todas as áreas, e não mais restrita apenas aos profissionais com uma formação específica. “O líder que aprende e incentiva o aprendizado multiplica a transformação. Quando a liderança entende o poder estratégico da educação tech, ela se torna catalisadora de inovação e performance”, afirma Tavane.

IA e inovação: oportunidades em expansão

Mesmo com o uso ainda incipiente, a Inteligência Artificial já começa a ganhar espaço em diferentes setores. As áreas de Tecnologia (81,7%), Dados (54,1%), Marketing (37,4%) e Recursos Humanos (29,7%) são as que mais utilizam ferramentas de IA no dia a dia.

Entre as prioridades estratégicas apontadas pelas empresas para o aumento da eficiência operacional, destaca-se especialmente a adoção de Inteligência Artificial, o desenvolvimento de lideranças e a implementação de metodologias ágeis.

Apesar de todos os benefícios em produtividade e da relevância desses temas, ainda há desafios importantes para que a aprendizagem tecnológica realmente se consolide no cenário nacional. Entre os obstáculos mais frequentes apontados pelos participantes do estudo estão: a falta de orçamento destinado à formação, o baixo engajamento dos profissionais e a necessidade de maior sensibilização das lideranças sobre a importância do aprendizado contínuo. Vale destacar que o levantamento considerou respostas múltiplas, evidenciando que tais desafios são recorrentes e coexistem na realidade das empresas brasileiras.

“A combinação entre educação e tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial é o novo eixo de competitividade das empresas. Quando os times aprendem a usar a tecnologia de forma estratégica, o impacto vai muito além da produtividade: transforma culturas e acelera resultados”, conclui Tavane.

Comprar agora, pagar depois e perder o controle

O consumo entre jovens da Geração Z está passando por uma transformação marcada pela velocidade, pelo apelo emocional das redes sociais e pela oferta de crédito sem preparo. Nesse cenário, o endividamento cresce e se normaliza. De acordo com o Mapa da Inadimplência, o Brasil registrou 78,8 milhões de pessoas inadimplentes em agosto de 2025, sendo que 11,4% têm entre 18 e 25 anos. A combinação entre baixa educação financeira e exposição constante a estímulos de compra imediata tem colocado essa faixa etária entre as mais vulneráveis ao crédito rotativo.

“O primeiro contato com o cartão de crédito acontece, muitas vezes, antes de qualquer noção de planejamento. O cartão vira extensão de renda e não um instrumento financeiro. É aí que a armadilha se cria”, afirma Rodrigo Mandaliti, presidente do IGEOC e especialista em finanças. Ele destaca que o problema não é apenas individual. O consumo guiado por desejo instantâneo, reforçado por influenciadores, algoritmos e campanhas segmentadas, cria uma cultura de gasto contínuo, sem visão de consequência.

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 49% dos consumidores já realizaram compras diretamente pelas redes sociais. Para os jovens, que passam grande parte do tempo conectados, o estímulo é ininterrupto. “As redes sociais atuam como vitrines permanentes. Quando se junta conveniência, parcelamento e aprovação imediata, a decisão de compra deixa de ser racional e passa a ser emocional”, completa Mandaliti.

Sem noções mínimas de planejamento, reserva financeira e impacto dos juros, os jovens entram em um ciclo que compromete renda futura e limita a autonomia financeira logo no início da vida produtiva. Para o especialista, a solução não é restringir consumo, mas ensinar estratégia. “Educação financeira não é sobre proibir, é sobre contexto. A pergunta não é: ‘eu quero?’,  ‘isso cabe no meu mês, no meu plano e no meu futuro?’. Quando o jovem aprende a fazer essa pausa, o comportamento muda”.

Como Ayrton Senna inspirou ex-Rappi a criar plataforma de IA para oficinas mecânicas

O talento, a determinação e a habilidade de Ayrton Senna em identificar o que havia de errado em um carro, além do universo da Fórmula 1, pautado pela excelência e pela velocidade, inspiraram uma revolução nas oficinas mecânicas mais de 30 anos após a morte do piloto. Foi assistindo a um documentário sobre o brasileiro que Natalia Salcedo, ex-Rappi, teve a ideia de criar a plataforma de software automotivo Pitz.

Lançada no Brasil em outubro, a Pitz tem como objetivo reduzir o tempo de espera e o custo dos reparos, usando inteligência artificial para agilizar tarefas normalmente demoradas, como elaboração de orçamentos, agendamento de atendimentos, manutenção de registros de clientes frequentes, controle de estoque, criação de ordens de serviço e faturamento.

A missão de revolucionar um setor em que 85% das oficinas ainda operam com papel e caneta, segundo dados da própria empresa, surgiu de um “momento de incerteza”, conta Salcedo. “Eu estava fechando uma empresa e me perguntava qual seria meu próximo passo. Assisti ao documentário ‘Senna’ e o que ficou comigo não foram apenas suas vitórias, mas sua filosofia baseada em desempenho, comprometimento, esforço e dedicação. Para ele, não existia meio-termo.”

Foi aí que surgiu a ideia inicial da Pitz. “A capacidade de Senna de conhecer o carro apenas pelo som, seu vínculo com os mecânicos e sua busca incessante pela excelência me lembraram que a verdadeira transformação começa na oficina, nos detalhes que os outros não percebem. Essa foi uma das inspirações para criar a Pitz”, explica a CEO.

A Fórmula 1 também está gravada no DNA da empresa. O nome Pitz faz referência à rapidez dos pit stops nas corridas. “Deixar o carro na oficina deveria ser um processo ágil, de entra e sai”, defende Salcedo. “Hoje conseguimos ajudar qualquer mecânico do Brasil a oferecer essa experiência, apenas com o celular e o comando de voz, como se tivessem uma equipe corporativa por trás, tomando decisões inteligentes, fidelizando clientes e operando de forma automatizada e eficiente.”

Após tanta inspiração, a plataforma de voz com IA hoje conta com pilotos de Fórmula 1 como investidores-anjo. Mas os planos são maiores. A empresa acabou de captar US$ 2,1 milhões, está expandindo para outros países da América Latina e vai lançar no Brasil um módulo de gestão de frotas, com ferramentas de controle de combustível, manutenção e rastreamento.

Salcedo fez carreira na Rappi e na Meru

Salcedo integrou a equipe inicial da Rappi, uma das startups de crescimento mais rápido da América Latina. Mais tarde, co-fundou a Jokr/Daki, que se tornou um unicórnio ao reinventar o delivery de supermercados. Já como fundadora da Meru, criou um marketplace B2B de autopeças na América Latina que alcançou o ponto de equilíbrio e movimentou milhões em transações.

Agora, ao buscar reinventar um setor tradicionalmente dominado por homens, Salcedo considera a Pitz seu empreendimento mais ambicioso até hoje. “Minha missão é construir uma empresa que defina uma nova categoria e inspire a próxima geração de empreendedores na América Latina e além. Especialmente aqueles que atuam em setores esquecidos, que movem o dia a dia das pessoas, mas são ignorados pela tecnologia e pelo capital.”

Oficinas independentes, mecânicos profissionais, frotas corporativas e concessionárias que utilizam a Pitz relatam aumento de até 30% na receita, resultado da maior taxa de conversão de orçamentos e da redução no tempo de inatividade. Isso ajuda mecânicos a recuperar até 500 horas de produtividade por mês. A plataforma está disponível em reais, por assinatura mensal e sem multa de cancelamento.

Black Friday inteligente: tecnologia e dados a serviço da melhor experiência de compra

*Por Jose Neto, Gerente de Vendas Verticais Public & Signature & Brands na Genetec

Conhecido como “varejo inteligente”, esse movimento de adoção de novas tecnologias vem se consolidando nas mais diversas lojas ao redor do mundo, inclusive no Brasil, para oferecer mais conveniência, segurança e agilidade aos consumidores. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a integração entre sensores inteligentes, análise de dados em tempo real e inteligência artificial (IA) está revolucionando a experiência de compra e aprimorando a eficiência operacional das empresas. 

Contudo, pela minha experiência, não basta incorporar tecnologias emergentes apenas para “entrar na brincadeira”, é preciso promover uma verdadeira mudança de mentalidade. As redes varejistas devem enxergar suas operações de forma integrada, conectando dados, processos e comportamento do consumidor. O objetivo é transformar informação em estratégia para melhorar a experiência do cliente, otimizando processos, reduzindo perdas e fortalecendo a segurança em todos os níveis, especialmente em períodos de alto fluxo, como a Black Friday. 

O desafio da integração tecnológica 

Com a Black Friday se aproximando (ou já começando em diversas áreas do varejo), a pressão sobre as operações aumenta. Trata-se de um dos períodos mais movimentados do ano, que exige atenção redobrada à segurança, à eficiência logística e à experiência do consumidor. A meu ver, a tecnologia é uma aliada essencial durante todos esses dias de loucura. 

Soluções baseadas em IA e análise de dados ajudam os varejistas a prever fluxos de clientes, ajustar escalas de equipe, identificar gargalos operacionais e prevenir incidentes antes que eles ocorram. Tudo isso com o suporte de plataformas que integram câmeras, sensores e sistemas de gestão em tempo real. 

Os números reforçam essa tendência. Segundo o Gartner, 91% dos líderes de TI no varejo planejam priorizar a implementação de IA até 2026. A Bare International aponta que 50% dos consumidores pretendem fazer a maior parte das compras online nesta Black Friday, enquanto 32% adotarão o modelo híbrido (loja física + digital). E, de acordo com dados da Reuters, o sistema Pix registrou mais que o dobro de transações na última edição da data, evidenciando o avanço da digitalização do consumo no país. 

Na Genetec, vivenciamos essa transformação todos os dias. Há mais de duas décadas, unimos segurança e inteligência de dados para ajudar empresas a tomar decisões melhores. 

Um bom exemplo é a Havan, que utiliza nossas soluções para monitorar e gerenciar suas lojas de forma centralizada. Com isso, a rede fortaleceu a segurança e ganhou eficiência nas operações, oferecendo uma experiência mais fluida tanto para clientes quanto para colaboradores. 

O futuro do varejo é conectado

Os números e casos de sucesso apontam para uma direção clara: o sucesso no varejo moderno depende da capacidade de integrar mundos. Segurança e operação, dados e decisão, físico e digital. 

Empresas que souberem extrair inteligência das suas informações e agir de forma proativa conquistarão uma vantagem competitiva significativa. Em um cenário cada vez mais dinâmico, evoluir com segurança, eficiência e visão de futuro não é apenas uma meta — é o caminho para permanecer relevante.

Como impulsionar vendas e escalar o negócio com as redes sociais

A venda direta por meio das redes sociais já é uma etapa estratégica da jornada de compra no Brasil. O social commerce, modelo em que a transação acontece dentro do próprio ambiente social, reduz etapas, evita abandono de carrinho e aproxima marcas do consumidor. Segundo dados da Opinion Box, 66% dos consumidores pesquisam produtos nas redes, 69% já compraram após clicar em uma publicação e 74% utilizam plataformas sociais para efetivar compras. Entre os canais mais populares, o Instagram lidera com 65% de preferência, seguido por Google Shopping (56%) e WhatsApp (46%).

Nesse cenário, o Ecommerce na Prática – referência em educação para e-commerce no Brasil – ressalta que vídeos curtos e funil simplificado fazem toda a diferença para escalar as vendas online. O formato padrão, com cerca de 14 segundos, prioriza a demonstração de transformação: em vez de apenas exibir o produto, o conteúdo mostra a dor do consumidor e a solução em uso real. Reels, TikTok e Shorts se tornam, assim, ambientes de atenção qualificada e alta intenção de compra.


“As redes sociais aproximaram pequenas empresas de seus clientes e encurtaram a decisão de compra. O desafio do empreendedor agora é conectar conteúdo, atendimento e pagamento de forma coerente e atrativa”, explica Ana Clara Guimarães, Gerente de Aquisição no Ecommerce na Prática.

A fim de otimizar a conversão e o crescimento orgânico, o Ecommerce na Prática sugere uma série de ações estratégicas organizadas em três pilares essenciais:

1. Otimização do perfil para conversão imediata

O primeiro passo é criar ou migrar para uma conta comercial, além de otimizar a Bio para que ela responda imediatamente: o que a marca vende e como comprar. É crucial que o Link na Bio seja tratado como um campo sagrado, direcionando o tráfego para o catálogo ou para o WhatsApp, e que ferramentas como o Instagram Shopping sejam ativadas para encurtar a jornada de compra dentro da própria rede.

2. Conteúdo focado em valor, autoridade e transformação

Para engajar o consumidor no formato de vídeo curto, o conteúdo deve ir além do produto. A estratégia de vídeos se concentra em:

  • Transformação e prova visual: utilizar formatos como antes e depois, POV (Point of View ou Ponto de Vista), mostrando a visão de quem usa o produto, e tutoriais práticos para demonstrar o valor do produto e o resultado que ele entrega. O conteúdo deve ser dinâmico e mostrar a solução em uso real, ativando gatilhos emocionais;
  • Construção de autoridade: equilibrar os vídeos de entretenimento com conteúdo educacional (como listas rápidas ou comparativos) para demonstrar expertise no nicho e quebrar objeções de compra;
  • Humanização e consistência: publicar o conteúdo de bastidores (como o processo de embalagem e organização) e manter uma rotina consistente de posts, criando laços de confiança e transparência com a comunidade.
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3. Comunidade, prova social e conversão direta

O passo final é a conversão e a fidelização. A venda orgânica só escala quando o cliente se torna um fã que gera conteúdo espontâneo para a marca.

  • O Direct (DM) como máquina de vendas: o Direct e o WhatsApp são considerados “mina de ouro” e devem ser tratados como canais de vendas persuasivas. As respostas não podem ser secas; elas devem conduzir a conversa listando benefícios e incentivando o fechamento da compra.
  • Prova social dinâmica: Utilizar depoimentos de clientes em formato de vídeo (transformando prints ou avaliações) para endossar a qualidade do produto.
  • Criação de Fãs: Investir em uma experiência de compra memorável (embalagens, brindes, cartinhas) que motive o cliente a postar o unboxing. Estratégias como a lista de melhores amigos no Instagram podem ser usadas para criar um canal VIP de pré-vendas e descontos exclusivos, garantindo a recorrência e a fidelização.

WK lança IA especialista para empoderar as pessoas no uso do seu ERP

A WK, empresa brasileira especializada em soluções para gestão empresarial, acaba de lançar a Mik, sua nova inteligência artificial, que empodera os usuários na jornada de uso do ERP da companhia. Em linguagem natural, ela indica as melhores funcionalidades e soluções do sistema para cada cenário, encurta a curva de aprendizado e orienta a execução de processos com passo a passo claro, e até mesmo orienta sobre soluções para situações complexas de negócios, inclusive envolvendo legislação, tudo dentro do próprio ERP.

A IA possui base de conhecimento desenvolvida a partir da documentação completa do sistema da WK e dados anonimizados de chamados atendidos pelo suporte, atuando com um histórico de casos reais para garantir assertividade e agilidade de resolução. Além disso, ela foi treinada com conhecimento sobre obrigações legais, fator essencial para ajudar as pessoas no entendimento sobre os desafios em entregas ao fisco.

A solução de IA generativa atua de maneira transversal, conhecendo detalhes dos mais de 30 módulos do ERP WK, e cria uma possibilidade de conversação com os usuários de todas as áreas. “A Mik vem para ser mais do que uma aliada para esclarecer dúvidas de uso do ERP ou indicar soluções para bugs. Seu profundo conhecimento sobre o ERP e sobre casos de uso reais de milhares de clientes a torna uma especialista no nosso sistema, de forma que entenda as necessidades de negócio e as converta em soluções com o ERP WK Radar. Ela está preparada para apoiar novos usuários desde o início de sua jornada de uso, como também explicar funcionalidades e elaborar roteiros de parametrização ou cadastros para resolver problemas complexos dos clientes”, explica o diretor de produto e mercado da WK, Márcio Tomelin.

A Mik também tem alta capacidade de aprendizagem e linguagem natural, o que a torna mais amigável e interativa. “Ela interpreta texto, áudio e imagem, alternando entre o Chat GPT e o Gemini, garantindo continuidade mesmo em picos de uso ou eventuais instabilidades de fornecedor. A Mik traz em cada resposta sugestões inteligentes de uso do sistema com link, para que os profissionais possam usufruir de forma estratégica das funcionalidades do ERP. A qualidade da Mik superou e muito nossas expectativas e ainda temos um roadmap estratégico robusto que vai surpreender ainda mais nossos clientes nos próximos meses”,  detalha Marlo Torres Marques, Head de IA e gestor de tecnologia da WK. Mais de 30 mil usuários de 4 mil empresas terão acesso à inovação.

Antes do lançamento, testes realizados pela WK avaliaram mais de 12 mil casos de uso com a Mik. “Com o aperfeiçoamento tecnológico e treinamento avançado da IA, conseguimos aprovação superior a 90%, sobre respostas e orientações da Mik. A nossa expectativa é de que a Mik transforme de maneira sem precedentes a relação de valor com clientes e parceiros, abrindo caminho para uma atuação humanizada completamente diferenciada junto aos clientes por parte de nossos times na WK e na nossa rede de canais”, finaliza Marlo.

Versão especialista em finanças já disponível

A Mik especialista em WK Radar é uma expansão do projeto da WK para levar inteligência artificial aos clientes como apoio consultivo e estratégico com ênfase em eficiência e performance empresarial. A companhia já havia lançado em 2024 a Mik Especialista em Finanças. Com ela, os usuários do ERP da WK podem obter insights financeiros através de conversação de voz direto no WhatsApp ou Telegram, ou direto dentro do sistema. O usuário pode obter informações e análises complexas sobre as operações financeiras de seu negócio em tempo real.

A Mik Especialista em Finanças também responde em linguagem natural e sem depender de relatórios, acessando diretamente  os dados do cliente. Dúvidas como valores diários a pagar ou a receber, visão e análises de fluxo de caixa, saldo em conta bancária e outros detalhes podem ser consultados de forma precisa de maneira direta e muito simplificada. A WK foi a primeira empresa de ERP do país a integrar dados empresariais com inteligência artificial e aplicativos de mensagens instantâneas.

Fin lança nova etapa do Selo de Prevenção a Fraudes e amplia iniciativa para novos segmentos

Na próxima terça-feira (18), 22 instituições financeiras receberão da Fin (Confederação Nacional das Instituições Financeiras) a certificação do Selo de Prevenção a Fraudes 2025, iniciativa que reúne bancos, fintechs e instituições de pagamento para reforçar a integridade e a segurança das operações financeiras no país. Participam desta nova etapa representantes de associadas da Fin: Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Zetta, associação que representa instituições financeiras e de pagamento brasileiras.

Diante do aumento e da sofisticação dos golpes digitais, o selo consolida a ação coordenada do setor financeiro para fortalecer a segurança do sistema e reconhecer instituições que adotam padrões avançados de prevenção, controle e conscientização contra crimes dessa natureza. 

“Não esperem dos bancos brasileiros e do sistema financeiro que fiquemos de braços cruzados. Usaremos todos os meios para enfrentar essa realidade. Não nos faltarão criatividade, resiliência, investimentos vultosos e ações concretas para coibir golpes financeiros e fraudes. Não iremos sucumbir às investidas dos criminosos cibernéticos. Haverá recursos e firme disposição para esse enfrentamento”, afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban. 

A edição de 2025 amplia o alcance da iniciativa — lançada em 2024 — ao incluir fintechs e instituições de pagamento entre as certificadas, reforçando o papel transversal da Fin na coordenação da governança do selo.

“É fundamental garantir que os usuários realizem suas transações de forma conveniente, mas também segura. Nosso objetivo é eliminar vulnerabilidades que possam servir de porta de entrada a práticas criminosas. As fraudes e golpes não afetam apenas o setor, mas constituem um problema social que exige atuação conjunta”, destaca Eduardo Lopes, presidente da Zetta. 

“O Selo de Prevenção a Fraudes consolida um padrão de referência para o setor e contribui de forma decisiva para elevar o nível de confiança em todo o sistema financeiro. Essa iniciativa é especialmente relevante para as instituições de médio porte, que desempenham um papel fundamental na expansão da inclusão financeira e no processo de bancarização de novos públicos. Ao aderirem ao selo, essas instituições demonstram maturidade, compromisso e alinhamento às melhores práticas de segurança e integridade”, complementa o presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Leandro Vilain. 

Para Cássia Botelho, diretora-superintendente da Fin e responsável pela coordenação do selo, a expansão da iniciativa reforça o esforço conjunto do setor no combate a golpes e fraudes digitais. 

“Expandir o selo para outros segmentos mostra que o setor financeiro está atuando de forma coordenada. A colaboração entre bancos, fintechs e instituições de pagamento é essencial para elevar o nível de segurança e proteger o cliente. Uma falha isolada pode comprometer a confiança de todo o sistema”, afirma. 

O presidente da Acrefi, Tadeu Silva, ressalta a importância de antecipar riscos e fortalecer controles:

“O selo reforça que o setor está agindo de forma integrada, técnica e responsável para antecipar riscos, fortalecer controles e promover educação contínua. Ao reconhecer as instituições que adotam padrões avançados de prevenção e governança, reafirmamos nosso compromisso com um ambiente financeiro mais seguro, transparente e preparado para o futuro. Somente com integridade e segurança podemos sustentar a inovação e garantir um mercado cada vez mais forte e confiável para o país”, afirma. 

Histórico

O primeiro ciclo do selo foi realizado em 2024, sob coordenação da Febraban, resultando na certificação de instituições bancárias que cumpriram requisitos de segurança e conformidade. A governança passou à Fin com o objetivo de ampliar o alcance da iniciativa para outros segmentos, incluindo instituições de pagamento e fintechs.

Benefícios do Selo de Prevenção a Fraudes

O selo atesta que a instituição financeira possui processos eficientes de prevenção, detecção e conscientização sobre fraudes. Ele demonstra alinhamento com as melhores práticas de mercado, atendendo às exigências legais e aos padrões de autorregulação em áreas como:

• Prevenção e mitigação de fraudes e golpes;

• Cooperação e parcerias externas no combate a fraudes;

• Gestão de risco transacional e governança de segurança;

• Conscientização e educação sobre prevenção de fraudes;

• Procedimentos rigorosos para abertura de contas.

Para obter o selo, as instituições interessadas devem formalizar o pedido junto à Fin. A certificação tem validade de 12 meses, com possibilidade de renovação após nova avaliação.

Serviço:

Entrega do Selo de Prevenção a Fraudes

Data: 18 de novembro de 2025 (terça-feira)

Horário: 15h

Local: Auditório FL Corporate – Térreo

Av. Brig. Faria Lima, 4300 – Itaim Bibi, São Paulo – SP, 04545-042

Transmissão ao vivo online neste link

Pesquisa aponta tendências e oportunidades logísticas para a Black Friday de 2025

Como tendência para a Black Friday de 2025, as regiões Sudeste e Sul são apontadas como os principais pólos logísticos esse ano, tanto na origem quanto no destino dos pacotes no país. Os dados são do levantamento do Mapa da Logística, realizado pela Loggi, com base em análises preditivas e inteligência de dados considerando as perspectivas de movimentações de pacotes do último ano. A pesquisa apresenta, pela primeira vez, uma seção dedicada à data, destacando tendências e previsões para um dos períodos mais importantes do varejo digital. O estudo ainda prevê aumento expressivo na movimentação de mercadorias nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, refletindo a expansão geográfica do consumo online no Brasil.

Entre as categorias com maior potencial de crescimento para a data estão cosméticos e perfumaria; seguido de vestuário e moda; calçados, eletrônicos e informática; artigos esportivos e alimentos. Também podem ganhar destaque os segmentos de jóias e bijuterias; jogos e brinquedos; além de papelaria, livraria e impressão gráfica — evidenciando a diversificação no perfil de compras e nas oportunidades para negócios de diferentes nichos.

Em relação ao valor médio por pedido, o estudo revela expectativas distintas conforme o porte do negócio. Para grandes marcas, o possível ticket médio é de R$ 197, enquanto os pequenos podem registrar média de R$ 184, reforçando a relevância das PMEs e marcas independentes em categorias e produtos com boas perspectivas de ganhos. 

Interior do Brasil movimenta o e-commerce de PMEs

Ainda de acordo com o Mapa da Logística, o e-commerce brasileiro tem se expandido para regiões que antes registravam menor presença nesse setor. O estudo revela que as pequenas e médias empresas (PMEs) – localizadas em capitais como São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Brasília (DF) – apresentaram crescimento expressivo de 194% no envio de pacotes para consumidores de cidades do interior, como Niterói (RJ), Ribeirão Preto (SP), Sorocaba (SP), São José dos Campos (SP) e Vila Velha (ES). Esse movimento evidencia o avanço da digitalização do consumo fora dos grandes centros urbanos e reforça a importância da logística na conexão entre diferentes regiões do país.

Além disso, há outro dado que confirma a dinamização das vendas online: o aumento de 80% no volume de pacotes enviados por empresas situadas em cidades do interior, como São José dos Pinhais (PR), Brusque (SC), Joinville (SC), Serra (ES) e Londrina (PR), com destino a outras cidades interioranas como Santos (SP), Jundiaí (SP), Uberlândia (MG), Maringá (PR) e São José do Rio Preto (SP). Esse dado mostra que o interior também se consolida como polo emissor e receptor de compras online, ampliando a circulação de produtos fora dos grandes centros metropolitanos.

PMEs optam por pontos de recebimento

Um modelo que vem ganhando a atenção e a preferência dos empreendedores, especialmente devido ao maior acesso e à redução nos custos de envio, é o uso de pontos de recebimento para envio de pacotes — conhecidos como PUDOs (Pick up and Drop off points). O uso destes aumentou em 22% no terceiro trimestre do ano, em comparação com o segundo trimestre. 

Regiões e categorias de destaque no e-commerce brasileiro

No terceiro trimestre de 2025, novos estados ganharam destaque no Mapa da Logística em termos de movimentação de pacotes no país, acompanhando a evolução e diversificação do e-commerce entre pequenos, médios e grandes negócios em diferentes regiões do Brasil.

No período, o Centro-Oeste se consolida como uma região estratégica, com Goiás liderando o ranking de crescimento (+202%) – enquanto o Paraná estreou entre os cinco estados com maior movimentação (+15%). O Nordeste e Norte também avançam: Bahia, Ceará, Pernambuco e Rondônia se consolidam como pólos logísticos estratégicos. As regiões Sudeste e Sul se destacaram pela maior presença de PMEs, com 13% e 22%, respectivamente, superando as grandes marcas, que registraram 11% e 12% nessas mesmas regiões. Em termos de categorias, artigos esportivos registraram a maior taxa de crescimento do trimestre (150%), enquanto óticas cresceram 310% no 1º semestre.

Airbnb em condomínios: decisão judicial reacende debate sobre função social da propriedade e novas regras 

No último mês, a Justiça de Goiânia proibiu um morador de alugar seu apartamento por meio do Airbnb em um condomínio residencial. A decisão trouxe novamente à tona a discussão sobre a função social da propriedade e os limites do direito individual frente ao interesse coletivo. O magistrado considerou que a prática configurava hospedagem comercial, vedada pela convenção condominial, documento principal que rege a vida em um condomínio, e determinou a suspensão imediata das locações, reforçando o papel desse instrumento como regulador da convivência. O debate ganha relevância diante da expansão do Airbnb no Brasil: em 2024, a plataforma registrou hóspedes em 2.500 cidades, correspondendo a quase 45% do total de municípios brasileiros, segundo dados da própria empresa. 

O entendimento do juiz indica que a convenção condominial tem papel central na vida comunitária, funcionando como uma espécie de “constituição” interna ao estabelecer regras de convivência entre os moradores. Embora não possa se sobrepor à lei, esse documento possui força normativa para disciplinar práticas que impactam a coletividade, incluindo atividades comerciais ou hospedagens que possam comprometer a segurança, o sossego e a salubridade. O Código Civil, em seu artigo 1.336, já impõe limites claros ao uso da propriedade, garantindo ao condômino liberdade sobre sua unidade, desde que não cause prejuízo aos demais. 

Segundo Rafael Verdant, sócio do Contencioso Cível do Albuquerque Melo Advogados, a decisão reforça justamente esse equilíbrio entre direitos individuais e coletivos. “A convenção é o instrumento mais importante para os condôminos se autogovernarem. Ela disciplina o uso das áreas comuns e protege a comunidade de práticas que possam gerar insegurança, excesso de barulho ou desgaste na convivência. É nesse sentido que o interesse coletivo muitas vezes se sobrepõe ao individual”, afirma. 

O especialista lembra que o direito de propriedade não é absoluto. “O Código Civil estabelece que cada condômino pode usar sua unidade livremente, desde que não prejudique os demais. Ou seja, a convivência em condomínio impõe uma condição natural: o interesse coletivo tende a prevalecer sobre o individual em caso de conflito”, acrescenta Verdant. Para ele, esse é o ponto central da decisão de Goiânia, que reforça a prevalência da coletividade sobre a exploração econômica do imóvel em determinados contextos. 

Além da interpretação jurídica, a discussão envolve aspectos práticos do cotidiano do condomínio. Entre os principais riscos apontados pelos moradores em relação às locações de curta temporada estão a entrada frequente de pessoas desconhecidas, a possibilidade de festas e barulho, o desgaste acelerado das áreas comuns e a quebra do senso de comunidade. Esses fatores ajudam a explicar por que, em muitos casos, o coletivo busca impor limites à exploração econômica individual do imóvel. 

O debate ultrapassa os limites de cada prédio. Projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional, como o PL 2030/2025 e o PLP 78/2025, discutem se esse tipo de locação deve ser tratado como aluguel ou como hospedagem, com propostas que exigem autorização expressa dos condomínios e regras mais próximas às aplicadas a hotéis e pousadas. Para Verdant, uma regulamentação equilibrada é necessária. “Não se trata de proibir indiscriminadamente. É preciso reconhecer que essa modalidade é uma realidade econômica e social, mas ela precisa de parâmetros claros. A solução passa por regras internas que exijam, por exemplo, cadastro prévio de hóspedes, limitação de tempo ou frequência das locações e penalidades em caso de descumprimento.” 

A própria plataforma disponibiliza recursos para proteger anfitriões, hóspedes e comunidades, incluindo políticas de verificação de identidade, seguro contra danos e canais de denúncia de comportamentos inadequados. A experiência internacional mostra que a regulação é essencial: na Espanha, o governo intensificou recentemente a fiscalização e aplicou restrições ao aluguel de curta temporada em meio à crise habitacional, evidenciando como políticas públicas podem equilibrar o uso econômico de imóveis com a preservação do direito à moradia e à segurança coletiva. Essa perspectiva reforça a necessidade de regras claras e adaptadas à realidade local, garantindo que os condomínios possam proteger a coletividade sem ignorar a viabilidade econômica do Airbnb. 

O advogado conclui que o grande desafio é harmonizar direitos. “Uma regulamentação eficiente deve garantir o direito de propriedade e de exploração econômica do imóvel, mas também preservar o interesse coletivo, permitindo que os condomínios deliberem sobre restrições e condições. Não existe um modelo único: o que funciona em um prédio de perfil familiar pode não ser aplicável a um condomínio com perfil mais turístico ou comercial”, afirma.  

Cartão de Crédito lidera e Pix avança no e-commerce, aponta Octadesk

Segundo a pesquisa Ecommerce Trends 2026 da Octadesk, pltaforma de atendimento da LWSA, o PIX já é usado por 22% dos consumidores durante as compras online,  enquanto o cartão de crédito parcelado ainda lidera com 53%. O Pix tende a aumentar sua penetração no País ao passo que surgem novas oportunidades de utilização como a Pix Programado.  Confira a pesquisa aqui. 

Outras formas, como cartão de débito (3%), QR Code (2%), carteiras digitais (2%), boleto bancário (1%) e pagamento por reconhecimento facial (1%) ainda enfrentam baixa adesão. O WhatsApp Pay, por exemplo, é usado por menos de 1% dos entrevistados. “Apesar da curiosidade por novidades, a decisão final ainda é guiada por confiança, familiaridade e praticidade. Para as marcas, o recado é direto: oferecer variedade importa, mas garantir as opções preferidas pelo cliente é o que realmente fecha a venda”, conclui Mahara Scholz, Head de Revenue da Octadesk.

* O E-commerce Trends 2026 ouviu mais de 2000 consumidores, com idade acima de 18 anos, sendo de diferentes regiões, classes sociais e faixas etárias. Todos os entrevistados realizaram pelo menos uma compra nos últimos 6 meses. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.