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Abordagem em 4 passos pode melhorar defesa digital das empresas em 2025

Em um cenário onde as ameaças digitais evoluem constantemente, as medidas tradicionais de cibersegurança já não oferecem a proteção necessária para as empresas. É o que aponta o mais recente estudo da Akamai, empresa especializada em soluções de segurança e desempenho na nuvem, que compilou anos de pesquisas em um guia prático denominado “Defender’s Guide 2025”.

O relatório surge em um momento crítico: o Brasil ocupa a 4ª posição entre os países com mais servidores SSH vulneráveis na internet, com 1,2 milhão de sistemas expostos que podem servir como porta de entrada para ataques. No total, a Akamai identificou mais de 22 milhões de infraestruturas em risco globalmente.

“Ao aplicar análises técnicas e pesquisas à sua estratégia de cibersegurança, as organizações podem mitigar riscos de forma mais efetiva, em um ambiente digital cada vez mais complexo”, explica Claudio Baumann, diretor geral da Akamai Technologies.

O desafio de proteger ambientes complexos

O estudo destaca falhas comuns que exigirão atenção redobrada em 2025, incluindo brechas na autenticação e segmentação de redes, segredos expostos em repositórios de código e VPNs mal configuradas. Outro ponto de preocupação é a evolução dos malwares, que agora operam sem arquivos (fileless) ou adotam arquiteturas descentralizadas, tornando-os mais difíceis de combater.

Paralelamente, persistem vulnerabilidades tradicionais como equipamentos desatualizados, falhas Zero-Day e tentativas de roubo de identidade. A desfiguração de sites e o abuso de Kubernetes também são mencionados como riscos significativos.

“Os ciberataques podem ser lançados até mesmo por criminosos amadores, enquanto os grupos especializados estão se tornando cada vez mais habilidosos. E ainda temos a inteligência artificial, tornando os riscos ainda mais profundos”, alerta Baumann.

A estratégia em quatro etapas

Para fortalecer a defesa digital em 2025, a Akamai recomenda uma abordagem estruturada em quatro passos:

  1. Implementação de medidas de higiene digital: Atualizações constantes de software, controle rigoroso de acesso e capacitação contínua de colaboradores e executivos para combater ameaças comuns.
  2. Uso de plataformas de segurança e segmentação: Implementação de firewalls, sistemas de proteção de APIs e arquitetura distribuída, criando camadas de defesa contra ataques de negação de serviço.
  3. Proteção prioritária para serviços críticos: Identificação e proteção reforçada dos sistemas essenciais ao negócio, evitando comprometimento das operações, receita e reputação.
  4. Equipes especializadas em resposta a incidentes: Preparação para mitigar danos e restabelecer operações rapidamente quando ataques ocorrerem, reconhecendo que invasões são praticamente inevitáveis.

O relatório ressalta que métricas de quantificação de risco, embora amplamente aplicadas, são desafiadoras na execução prática. “É impossível generalizar, enquanto a replicação de um modelo existente é extremamente difícil, pois depende do tamanho, sofisticação e criticidade de cada operação, dentro de estruturas corporativas individuais”, conclui Baumann.

A mensagem principal é clara: para enfrentar o cenário de ameaças de 2025, as empresas precisarão ir além das estratégias convencionais, adotando uma abordagem personalizada e proativa, alinhada às especificidades do seu setor e às tendências emergentes de ataques cibernéticos.

Como potencializar o uso do WhatsApp Business no varejo

Um estudo revelou que 95% das empresas brasileiras utilizam o WhatsApp, consolidando-o como o chat mais popular do país. Essa estatística reflete a eficiência e praticidade da ferramenta, que facilita uma comunicação direta e ágil entre marcas e clientes, fortalecendo relacionamentos e ampliando possibilidades de interação. O levantamento foi realizado pela Yalo.

A versão Business do aplicativo oferece funcionalidades que superam o básico, mas é a API Oficial do WhatsApp que oferece uma solução mais prática e profissional. Com ela, as empresas conseguem não apenas atender seus clientes de forma rápida, mas também incorporar funcionalidades essenciais, como pagamento integrado, suporte automatizado e gerenciamento do pós-venda. Essas ferramentas tornam a API Oficial do WhatsApp um recurso estratégico para empresas que buscam otimizar processos e melhorar a experiência do cliente.

São as chamadas soluções de automação inteligente, personalização avançada e integração multicanal, avanços que trazem novas possibilidades para os negócios.

“Existem tecnologias como os chatbots que integram canais como site e redes sociais — Facebook Messenger e Instagram Direct — ao atendimento via WhatsApp, tornando tudo mais prático e rápido, por exemplo. E ainda realizam o atendimento automaticamente”, conta Alberto Filho, CEO da Poli Digital.

No Brasil, cerca de 164 mil chatbots estão em operação, segundo o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots. Esses sistemas vão além do básico: utilizam inteligência artificial para simular interações quase humanas, solucionando dúvidas, realizando agendamentos e até concretizando vendas.

Integração

Alberto Filho conta que hoje é possível integrar chatbots avançados com sistemas como CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente), ERP e plataformas de e-commerce. Com essas integrações, tarefas rotineiras, como a atualização de boletos, confirmações de pedidos ou mudanças no status de entregas, podem ser automatizadas, permitindo que as equipes humanas foquem em atividades mais estratégicas.

“Essa estratégia oferece aos consumidores a possibilidade de iniciar uma conversa em um canal e continuar em outro, sem perder o histórico de interações. Essa continuidade é importante para marcas que lidam com altos volumes de interação, permitindo uma visão centralizada de todos os pontos de contato com o consumidor”, comenta o CEO da Poli Digital.

Pagamento 

Além do atendimento, utilizar uma plataforma que integra à API Oficial do WhatsApp também oferece a possibilidade de pagamentos automatizados diretamente pela plataforma. Um exemplo dessa funcionalidade é o Poli Pay, uma solução desenvolvida pela Poli Digital. Com ela, os consumidores podem realizar pagamentos diretamente no chat enquanto estão sendo atendidos, tornando o processo de compra mais prático e integrado.

Essa funcionalidade tem ganhado espaço no mercado e está em plena expansão. Os valores movimentados pelo Poli Pay já ultrapassaram 6 milhões de reais, o que demonstra sua eficácia em simplificar transações e aumentar a conveniência para empresas e clientes. 

Alberto conta que a Poli Pay possibilita a criação de catálogos de produtos e serviços ilustrados com fotos, e a criação e envio de “carrinhos de compras” com a opção de link de pagamento. Tudo integrado ao Mercado Pago e PagSeguro.

“O objetivo é proporcionar uma experiência de compra fluida, eliminando barreiras e ampliando as chances de conversão”, explica Alberto Filho. Essa abordagem é respaldada por dados: um estudo da Poli Digital revela que a taxa de conversão utilizando a solução Poli Pay pode ser até quase 3 vezes superior ao comércio eletrônico tradicional.

Segurança

Para empresas que ainda não fazem parte dessa tendência e desejam começar, Alberto destaca a importância de escolher um chatbot que seja fornecido por uma empresa parceira oficial do Grupo Meta, que oferece uma série de benefícios importantes e acima de tudo: segurança.

A integração oficial garante que todas as interações realizadas por meio do WhatsApp sejam feitas de maneira segura, protegendo os dados do usuário e evitando práticas que violem as diretrizes da plataforma. Isso reduz significativamente o risco de suspensão ou cancelamento dos meios de contato, um problema comum para empresas que utilizam soluções não homologadas.

“Com o avanço da API Oficial do WhatsApp como plataforma central para vendas, atendimento e marketing, as marcas que aderirem a essas tendências estarão alinhadas às práticas globais de comunicação e inovação em 2025. Isso permitirá a oferta de experiências diferenciadas e a conquista de uma fatia maior em um mercado cada vez mais competitivo”, conclui o CEO da Poli Digital.

Dia Internacional da Mulher gerou mais de 37 mil conversas sobre o tema nas redes sociais

Assuntos relacionados ao Dia Internacional da Mulher, comemorado dia 8 de março, ganharam destaque nas redes sociais entre 01 de janeiro a 10 de março deste ano. De acordo com a STILINGUE by Blip, plataforma multicanal voltada para criar melhores experiências digitais entre marcas e consumidores, através do social listening e do potencial da inteligência artificial, a data rendeu 37.360 publicações sobre o tema com um alcance potencial de mais de 169 milhões de usuários nos canais digitais.  

A análise indica que a partir de 25 de fevereiro foram mais de 170 postagens por dia e até 8 de março, se somaram 22.846 publicações relacionadas à data. Em 7 e 9, respectivamente, a volumetria de comentários foi de 3.494. “Dia de Luta/8 de março”, “Violência de gênero”, “Presentes” e “Flores” surgiram como os termos mais postados, além de Igualdade salarial, Amizade feminina, Mulheres na tecnologia, Mulheres na educação e Maternidade.

Conforme o estudo, 46% das conversas sobre estes temas relacionados ao Dia Internacional da Mulher aconteceram no X (antigo Twitter), 21% no Facebook, 19% no Instagram e 13% em portais de notícias. Mais de 1.500 publicações falaram da luta diária por respeito às mulheres e nas redes sociais os internautas lembraram a história do 8 de março que envolve reivindicações por melhores condições de trabalho, direito ao voto e igualdade.  

Um dos destaques que o levantamento da STILINGUE By Blip aponta é que os comentários com mais interações foram relacionados ao futebol. Os times Vasco e São Paulo fizeram homenagens no Instagram e enfatizaram a importância de se falar sobre respeito. Algumas postagens usaram a data para lembrar a história de mulheres que marcaram a sociedade, como a artista Frida Kahlo. O monitoramento também destacou a violência física, psicológica e patrimonial como temáticas recorrentes, com mais de 1.500 menções. 

Outro tópico discutido foi a relação entre os presentes dados às mulheres na data comemorativa, com mais de 1.400 conversas. Os posts sobre o assunto apareceram junto com mensagens de reconhecimento, ressaltando que a troca de presentes seria uma forma de celebrar a força e importância das mulheres. No período, diversas marcas mostraram nas redes sociais como seus produtos poderiam ser dedicados às mulheres. Os setores da moda, maquiagem e bijuterias/joias, além de lojas de doces foram os que mais postaram. 

“Para as empresas, o social listening é uma ferramenta poderosa para gerar insights a partir das conversas nos canais digitais e transformá-los em ações alinhadas com as tendências e comportamentos do público”, destaca Menedjan Morgado, Gerente de Insights da Blip. “Esses insights também são relevantes no contexto do Dia da Mulher, permitindo que as empresas compreendam melhor as necessidades e expectativas das mulheres, adaptando suas estratégias de forma mais inclusiva e impactante”, conclui.

Metodologia STILINGUE by Blip

O monitorando levou em consideração canais como X (antigo Twitter), Facebook, Instagram, blogs, portais, BlueSky, Fóruns, Reclame Aqui e YouTube. Os dados apresentados refletem o volume de menções associadas ao Dia Internacional da Mulher. Para a captação das informações, foram mapeadas as palavras-chave dia da mulher, dia das mulheres, women’s day e women day.  

Páscoa sem perdas: estratégias para manter a qualidade do chocolate da indústria ao consumidor 

Os preparativos para a Páscoa começaram, as produções estão a todo vapor e o cenário para 2025 é promissor. Em 2024, a produção de chocolate foi de 805 mil toneladas, representando um crescimento de 6% comparado a 2023. Essa expansão pode ser percebida na indústria de ovos: foram 58 milhões de unidades no mercado. Para 2025, projeta-se um crescimento ainda maior, na casa de 7%, informa a pesquisa da Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas). 

Quando se trata de chocolate, a principal preocupação dos fabricantes durante o armazenamento é a temperatura. “Para que o doce fique com um bom brilho e textura, deve-se utilizar a temperagem, que trata-se de uma técnica de aquecimento e resfriamento”, revela Giordania Tavares, CEO da Rayflex, referência nacional na fabricação de portas rápidas no Brasil e América Latina.

Para os fabricantes manterem a temperatura ideal dos produtos, a executiva preparou duas dicas fundamentais para a armazenagem dos insumos da Páscoa, confira: 

  • Sistema “no touch” 

O sistema ‘no touch’ ou sem contato, como também é conhecida a tecnologia, tem como objetivo proporcionar uma verdadeira barreira sanitária, dividindo ambientes limpos dos contaminados. 

“O toque das mãos para abertura e fechamento das portas podem levar muita contaminação para dentro dos espaços de produção e armazenagem, esse tipo de sistema inteligente não necessita de contato físico. Algumas possibilidades são os sensores de pisos (laço de indução) e radar de movimento, que permitem a entrada de carrinhos, e também as botoeiras “no touch”, que exigem apenas o movimento do braço ou mãos para acionamento do sistema e liberação da passagem, sem necessitar de toque”, comenta a CEO. 

  • Porta para a área externa

A área externa como as docas e a expedição da operação dos fabricantes de chocolate também precisam de cuidados, pois o ambiente sofre uma maior variação de temperatura. 

“O investimento em equipamentos que controlem o isolamento térmico interno evitando transferência de calor para dentro do galpão é imprescindível. Normalmente, são itens construídos por painéis com isolante, evitando assim a troca térmica”, orienta Giordania. 

Fintech Summit 2025 apresenta oportunidades em inovações, uso de agentes inteligentes e tendências tecnológicas para o setor financeiro

No dia 20 de março, o Distrito, plataforma especializada em IA e inovação na América Latina, em parceria com o Santander, realiza o Fintech Summit 2025. O evento, voltado para executivos C-level, discutirá as transformações do setor financeiro diante de todas as mudanças e avanços tecnológicos que atingiram o ecossistema de inovação nos últimos anos. 

“Os agentes inteligentes, conhecidos como ‘AI Agents’, estão redefinindo o setor financeiro, indo além da automação para aprender, prever e agir estrategicamente. Do atendimento ao cliente à análise de riscos, essas tecnologias estão transformando o mercado. O Fintech Summit 2025 será essencial para debater essa evolução e seu potencial”, afirma Gustavo Gierun, cofundador e CEO do Distrito. 

Com painéis abordando desde a ascensão dos AI Agents até a consolidação do Embedded Finance e o avanço das criptomoedas no mercado institucional, o evento contará com a presença de especialistas renomados. Entre os destaques estão Leo Amaral, Co-CEO da FCamara, Rafael Scaccabarozzi, Sales Director de Fintechs na Amazon; e Pedro Mac Dowell, CEO da QI Tech (unicórnio em 2024), que irão debater sobre a integração de serviços financeiros. O executivo Fabricio Tota, VP de Novos Negócios do Mercado Bitcoin, trará insights sobre a crescente adoção institucional das criptomoedas. 

O Brasil se destaca como líder no ecossistema de fintechs na América Latina, impulsionado por um ambiente regulatório inovador, a digitalização dos serviços financeiros e a busca por soluções acessíveis e eficientes. “Nosso objetivo é reforçar o protagonismo do país na revolução financeira global, reunindo as principais mentes do setor para discutir as tendências que moldam o futuro. O evento não será apenas um espaço para debates, mas um catalisador de ideias e parcerias estratégicas para impulsionar a inovação”, acrescenta Gierun. 

O evento contará com painéis distribuídos entre temas estratégicos do setor financeiro. O painel “Dinheiro com Mente Própria” terá a participação de Márcio Giannico, líder do Santander para Governos, Instituições e Universidades, e Fernando Katsonis, founder e CEO da Lifetime Investimentos. 

O painel “Fintechs Nunca Saem de Moda – Atraindo Investimentos de VCs”, contará com a participação de Fred Amaral, CEO da Lerian; Piero Contezini, presidente e fundador da Asaas; Azor Barros, sócio da Parallax Ventures; e Camila Vieira, sócia e Head do Brasil na QED Investors, compartilhando o que os investidores buscam no setor e como captar recursos de forma estratégica. 

Com um time de especialistas, o Fintech Summit 2025 promete ser um marco na evolução do setor financeiro ao conectar inovação, tecnologia e negócios que estão ajudando a transformar esse mercado. 

Dia do Consumidor: adoção de chatbots de atendimento cresce 14% no Brasil, com média de 705 milhões de sessões mensais

Em comemoração ao Dia dos Direitos do Consumidor, a Sinch, líder global em comunicação em nuvem, alerta as marcas sobre um desafio crucial: a digitalização do atendimento ao cliente já não é uma opção, mais uma necessidade. Em um mundo onde os consumidores exigem respostas imediatas e personalizadas, as empresas que não adotarem chatbots com Inteligência Artificial correm o risco de perder clientes e ficar para trás em um mercado altamente competitivo. 

“Os consumidores de hoje esperam respostas imediatas e personalizadas. A tecnologia dos chatbots não apenas melhora a experiência do cliente, proporcionando imediatismo e atendimento a qualquer hora do dia, 365 dias por ano, mas também otimiza os recursos das empresas”, explica Mario Marchetti, head da Sinch na América Latina. 

Marcas sem chatbots estão em risco: a nova realidade do atendimento ao cliente 

O Dia do Consumidor não é apenas uma oportunidade para refletir sobre seus direitos e necessidades, mas também para analisar as novas expectativas do mercado brasileiro. De acordo com o mais recente Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots, produzido pela Mobile Time, o Brasil possui atualmente 164 mil chatbots em operação, um crescimento de 14% em relação a 2023. Esses chatbots realizam uma média de 705 milhões de sessões por mês, o que representa uma média de 4.300 atendimentos mensais por bot. 

De acordo com um estudo da Sinch, 65% dos consumidores preferem interagir com empresas por meio de canais automatizados, como chatbots, devido à rapidez e precisão nas respostas. Além disso, as empresas que implementaram essas soluções relataram um aumento de 50% na satisfação do cliente e uma maior fidelização. 

Quando perguntamos aos consumidores o que eles mais valorizavam em sua relação com uma nova empresa no relatório Connections da Sinch, 32% dos entrevistados responderam que era a possibilidade de acompanhar o status de seus pedidos. Os clientes exigem informações frequentes, e as empresas que as oferecem estão estabelecendo bases adequadas para relações mais duradouras com seu público. 

Nesse cenário, o WhatsApp se destaca como o canal preferido para a operação de bots, com 77% dos desenvolvedores afirmando que é onde possuem mais bots em funcionamento. O aplicativo de mensagens está instalado em 98% dos smartphones brasileiros e presente na tela inicial de mais de 50% desses dispositivos, segundo pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. É também o canal onde a maioria dos desenvolvedores já tentou criar bots: 94% dos entrevistados já criaram pelo menos um bot para WhatsApp no Brasil. 

Importância da transparência e do consentimento: Opt-in e A2P 

No contexto da digitalização do atendimento ao cliente, as marcas devem respeitar os direitos fundamentais dos consumidores, assegurando a proteção de dados e a transparência no uso de suas informações pessoais. Um aspecto crucial é o processo de opt-in, que garante que os consumidores forneçam consentimento explícito antes de receber mensagens de marketing ou atendimento automatizado. As marcas devem evitar ser invasivas, assegurando que as mensagens sejam enviadas apenas aos consumidores que tenham dado sua autorização de forma clara e simples. 

Além disso, é fundamental o cumprimento das normativas A2P (Aplication-to-person). As empresas devem garantir que suas comunicações sejam legítimas e estejam em conformidade com as regulamentações locais e internacionais para evitar problemas legais. A Sinch garante que suas soluções de comunicação cumpram todos os requisitos de A2P, assegurando que as mensagens sejam enviadas de forma segura e respeitem a privacidade do consumidor. 

Segurança na comunicação digital: como a Sinch protege os consumidores 

Na Sinch, a segurança dos dados dos consumidores é uma prioridade. A plataforma de comunicação na nuvem cumpre os mais altos padrões de segurança, incluindo a conformidade com normativas internacionais como o GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados, em inglês). A Sinch utiliza criptografia avançada de ponta a ponta para garantir que todas as informações transmitidas por meio de nossos canais, como WhatsApp, SMS e e-mail, sejam mantidas seguras e privadas. 

Por que os chatbots são essenciais para as empresas em 2025? 

  • Imediatismo e disponibilidade 24 horas por dia: os consumidores não estão mais dispostos a esperar. Um chatbot pode atender a milhares de consultas simultaneamente, melhorando a eficiência do atendimento. 
  • Personalização em grande escala: a inteligência artificial permite que os chatbots analisem interações passadas e ofereçam respostas adaptadas às necessidades do cliente. 
  • Redução de custos operacionais: a implementação de chatbots reduz a carga dos centros de atendimento tradicionais, resolvendo questões automáticas, como status de pedidos ou dúvidas frequentes, permitindo que os agentes humanos se concentrem em consultas mais complexas. 
  • Integração multicanal: com a Sinch, as empresas podem gerenciar o atendimento ao cliente por meio de WhatsApp, SMS, e-mail e outros canais em uma única plataforma. 

“As marcas que não adotarem soluções de comunicação automatizada correm o risco de perder clientes para concorrentes que o fizerem. Em 2025, a digitalização do atendimento ao cliente é um fator decisivo para a fidelização. Na Sinch, temos clientes que simplificaram o processo a ponto de realizar pagamentos por meio de canais como o WhatsApp, simplificando para os consumidores concluírem operações transacionais do início ao fim dentro de um mesmo canal”, acrescenta Marchetti. 

O futuro do atendimento ao cliente é agora 

A crescente adoção de chatbots no Brasil demonstra a importância da digitalização do atendimento ao cliente. As empresas que ainda não deram o salto para a digitalização correm o risco de perder relevância em um mercado no qual o imediatismo e a personalização são essenciais. Com as soluções de comunicação em nuvem da Sinch, as marcas podem se adaptar rapidamente a esta nova era e oferecer experiências de atendimento ao cliente que não apenas satisfazem, mas superam as expectativas do consumidor moderno.

Zuk e Itaú Unibanco promovem leilões com mais de 185 imóveis em março

A Zuk, referência no mercado brasileiro de leilão de imóveis, promove em março, em parceria com o Itaú Unibanco, uma série de leilões especiais. Serão mais de 185 oportunidades nos dias 6, 7, 10, 13, 14, 17, 20, 21, 24 e 27, com imóveis para diferentes perfis de compradores, desde residenciais até terrenos, além de lotes abertos a propostas.

As condições de pagamento variam: alguns imóveis exigem pagamento à vista, outros oferecem até 10% de desconto na compra. Além disso, há opções com descontos que chegam a 50%, sendo uma excelente chance para quem busca a casa própria ou pretende fazer um bom investimento ainda no primeiro trimestre de 2025. As vendas ocorrem de maneira totalmente online, na plataforma intuitiva da companhia nas datas destacadas.

As oportunidades abrangem os seguintes estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Os valores variam de R$ 72 mil para um apartamento na Vila Samaritá, em São Vicente (SP), com 59 metros quadrados até R$ 5 milhões para uma casa na Barra, em Balneário Camboriú (SC), com 522 metros quadrados.  O imóvel com o maior desconto (50% off) é um apartamento no valor de R$ 745 mil,  no bairro Campo Comprido, em Curitiba (PR), com 188 metros quadrados.

Para participar, basta se cadastrar no Portal Zuk, consultar o edital do lote e fazer a oferta pelo imóvel desejado.

Referência no ramo há 40 anos, com seu portal já consolidado na área de leilão judicial e extrajudicial, o Portal Zuk tem os imóveis como carros-chefe da casa. A empresa tem reconhecimento nacional e preços acessíveis, ajudando milhares de pessoas a realizar o desejo da casa própria ou do negócio dos sonhos.

O que ninguém te contou sobre o caminho da sua compra online até sua casa

O e-commerce nunca esteve tão forte, mas há um detalhe que poucos consumidores percebem ao finalizar uma compra online: o caminho que os produtos percorrem até chegar em suas mãos. Nem sempre a transportadora que aparece no rastreamento é a mesma que faz a entrega final. No Brasil, onde a logística enfrenta desafios de distâncias continentais e infraestrutura complexa, o redespacho de cargas tornou-se peça-chave para manter as entregas ágeis e acessíveis.

A prática do redespacho ocorre quando uma transportadora repassa a carga para outra empresa especializada em determinado trecho da entrega. Esse sistema permite que produtos de grandes centros cheguem a cidades menores de maneira mais eficiente e econômica. E quando falamos de e-commerce, tudo que não pode ser enviado pelos Correios — como móveis, eletrodomésticos, bicicletas e até sofás — depende desse processo para ser entregue.

“Muita gente não sabe, mas se você comprou um guarda-roupa de uma empresa de São Paulo e mora no interior do Mato Grosso, por exemplo, é bem provável que sua mercadoria tenha passado por duas ou três transportadoras até chegar à sua casa”, explica Célio Martins, gerente de novos projetos da Transvias, o maior guia de transportes do Brasil.

Cargas fracionadas: o segredo por trás da eficiência logística

Além do redespacho, um dos grandes aliados do comércio eletrônico é o transporte de cargas fracionadas. Esse modelo permite que várias empresas compartilhem o mesmo espaço em um caminhão, otimizando rotas e custos. Para os varejistas, significa que vender um único sofá para um cliente em Manaus pode ser viável, sem precisar frear a operação por questões logísticas.

“A carga fracionada é um divisor de águas para pequenas e médias empresas que vendem online. Se antes era inviável enviar apenas um produto para outro estado, hoje isso é possível porque as transportadoras conseguem consolidar remessas e otimizar os trajetos”, acrescenta Martins.

Transvias: a bússola do transporte rodoviário no Brasil

Se para os consumidores o redespacho e a carga fracionada são invisíveis, para as empresas do setor essa engrenagem precisa funcionar com precisão. É aí que entra o papel da Transvias, plataforma referência na conexão entre transportadoras e embarcadores em todo o Brasil.

Por meio do guia impresso e digital da Transvias, empresas podem encontrar parceiros logísticos confiáveis, reduzindo custos e garantindo entregas mais rápidas. Com mais de 8.000 transportadoras cadastradas, o serviço facilita desde a cotação de frete até a escolha da melhor estratégia de distribuição.

“As empresas precisam pensar estrategicamente para reduzir custos e melhorar os prazos de entrega. Conectar embarcadores com transportadoras especializadas no trajeto certo pode fazer toda a diferença. O redespacho e a carga fracionada são soluções fundamentais para manter o e-commerce girando no Brasil”, finaliza Martins.

Com o crescimento das compras online e a exigência cada vez maior por entregas rápidas, compreender o caminho dos produtos até os consumidores finais deixou de ser apenas um detalhe operacional — e passou a ser uma vantagem competitiva para as empresas que souberem usar a logística a seu favor.

Kumulus anuncia holding global e projeta faturamento de R$ 70 milhões

A Kumulus anunciou, nesta semana, uma nova fase de expansão global que vai unificar as operações internacionais. Batizada como “One Kumulus”, a reestruturação pretende consolidar a atuação da companhia nos mercados de países como Estados Unidos, Inglaterra, Irlanda e Portugal, onde já possui clientes ativos desde 2023. Com essa nova estratégia unificada, a empresa projeta dobrar o faturamento nos próximos três anos, chegando à marca de R$ 70 milhões.

Para comandar essa nova fase, Thiago Iacopini, que foi responsável pela expansão da Kumulus no mercado internacional, volta à cadeira de CEO, agora com a responsabilidade de liderar a operação global, que terá como holding a unidade inglesa; ele passará a controlar todas as unidades de negócios de todos os países de forma unificada. “Esse último ano foi de grande aprendizado, especialmente sobre a cultura de exigência dos mercados americano e britânico. Nossa estratégia agora é trazer essa experiência para fortalecer ainda mais nossa presença global e consolidar a Kumulus como uma parceira estratégica na transformação digital dos clientes”, destaca Iacopini.

Nos últimos dois anos, a expansão internacional foi responsável por uma parte importante do crescimento da empresa e hoje representa 30% do faturamento total. O objetivo com essa unificação global será dobrar esse faturamento, com metade do crescimento vindo do mercado internacional. Atrelada a nova estratégia de negócios da Kulumus está o fortalecimento da sua atuação como Trusted Advisor em transformação digital, ampliando o portfólio de serviços e se posicionando como uma parceira de negócios de longo prazo para os clientes.

Para isso, a empresa deve mirar em soluções de ponta a ponta em computação em nuvem, modernização de aplicações e inteligência artificial, já tendo uma chancela da Microsoft como AI Design Capable Partner, anunciada recentemente.

Uma característica que está no DNA da empresa é o uso da inteligência artificial de forma estratégica para proporcionar uma transformação digital eficiente aos clientes. “O mercado está inundado pela IA, então o segredo está em como usá-la. Aqui na Kumulus, entendemos que saímos na frente, porque começamos muito cedo a trabalhar e investir nesse tipo de tecnologia. A Kumulus, desde o início, trabalhou com o que deu origem a IA que conhecemos, com Large Language Models (LLMs). Por meio da nossa parceria com a Microsoft, fomos uma das primeiras empresas na América Latina a receber uma Advanced Specialization em Analytics do Microsoft Azure, sendo que hoje somos Azure MSP Expert”, comenta Iacopini. 

Com o objetivo de fortalecer a estrutura comercial internacional, nessa nova fase a Kumulus contará também com o retorno de Flavio Costa, desta vez como Diretor Comercial. Ele será responsável por unificar as operações de vendas nos diferentes países e fortalecer a sinergia entre as unidades. “A unificação das nossas operações de vendas internacionais é um marco estratégico para a empresa, o que nos habilita a oferecer uma experiência mais integrada e eficiente aos nossos clientes globais. Com essa nova estratégia, conseguimos alinhar culturas, processos e modelos de negócio distintos, fortalecendo nossa posição como parceira de transformação digital de grandes organizações. Nossa trajetória de sucesso em projetos de alto impacto e alianças estratégicas nos capacita a impulsionar a inovação e a competitividade, ajudando essas organizações a avançarem em seus negócios”, afirma Costa.

A parceria estratégica com a Logicalis, grupo ao qual a Kumulus está integrada, também desempenha um papel fundamental nesse novo momento da empresa. Segundo Iacopini, a Logicalis tem sido um canal estratégico para a distribuição dos serviços no exterior, facilitando sua entrada e consolidação em novos mercados.

“Com histórico de inovação e liderança no segmento de cloud computing e IA, a Kumulus reforça o compromisso de continuar entregando soluções de alto impacto para seus clientes e parceiros”, reforça o CEO. Entre as recentes conquistas da empresa está o reconhecimento como Microsoft Partner of the Year em 2022 e 2023, além de novas certificações que atestam a excelência na entrega de projetos de inteligência artificial e análise de dados.

Escalar audiência sem estratégia pode custar caro: especialista aponta 5 dicas de como transformar seguidores em clientes reais

Muitas empresas alocam investimentos substanciais na aquisição de seguidores, apostando na conversão dessa audiência em receita. No entanto, negligenciar a qualidade desse público e seu engajamento pode comprometer a eficácia da estratégia. Segundo a pesquisa Maturidade do Marketing Digital e Vendas no Brasil, realizada por Resultados Digitais, Mundo do Marketing e Rock Content, 94% das instituições brasileiras utilizam o marketing digital como principal ferramenta de crescimento, mas apenas uma fração consegue transformar seguidores em consumidores efetivos.

De acordo com Samuel Pereira, especialista em posicionamento, audiência digital e fundador da SDA holding, a atenção se tornou o maior ativo do mundo digital. “Apenas acumular seguidores, sem um posicionamento claro e um funil de vendas bem estruturado, desperdiça tempo e dinheiro”, afirma. Dados da consultoria Gartner indicam que os investimentos globais em marketing aumentaram de 6,4% em 2021 para 9,5% em 2022, demonstrando que gestores estão ampliando esforços para captar público, mas ainda enfrentam desafios na conversão.

Entretanto, para garantir retorno sobre esses investimentos, é preciso contar com um planejamento estratégico que inclua segmentação precisa, produção de conteúdo relevante e uso de automação para guiar os visitantes ao longo da sua jornada de compra. “Ter um milhão de seguidores sem engajamento é como ter um outdoor no meio do deserto. O que realmente importa é construir uma base de pessoas interessadas e prontas para comprar”, reforça Samuel.

A escalabilidade digital não se limita ao crescimento do número de seguidores. Envolve, sobretudo, atrair um público qualificado que se engaje com a marca e avance na jornada de compra. “Apenas presença online não garante conversão, por esse motivo, tal abordagem tem se tornado essencial diante da competitividade nas redes sociais”, revela.

Como obter a tão sonhada conversão? 

Samuel destaca que o sucesso nesse processo depende de três fatores-chave, sendo que um deles é o posicionamento. “Trata-se de criar uma identidade clara e consistente nas redes sociais. O conteúdo estratégico também oferece valor real para a audiência, despertando interesse e confiança. Já a conversão eficiente ocorre também por meio do uso de ferramentas como landing pages, automação de e-mails e anúncios segmentados para guiar os seguidores até a compra”, aponta o especialista.

Empresas que desejam transformar atenção em faturamento devem seguir um roteiro bem definido. Um dos modelos desenvolvidos pelo especialista em posicionamento é o “Padrão de Escala”, que consiste em cinco estágios do crescimento digital:

1.Atração: Criar conteúdos virais e estratégicos para ampliar o alcance.

2.Engajamento: Estabelecer relacionamento com a audiência, incentivando a interação.

3.Autoridade: Posicionar-se como referência no nicho de atuação.

4.Conversão: Implementar estratégias diretas de venda, como lançamentos e campanhas segmentadas.

5.Fidelização: Transformar compradores em clientes recorrentes, garantindo longevidade no mercado.

Para Samuel, empresas que não seguem um funil estruturado perdem oportunidades valiosas. “No ambiente digital, a conversão não acontece por acaso. É preciso criar um sistema que guie o público até a compra de forma natural e previsível”, explica.

Um exemplo claro desse impacto vem de cases como o de Natalia Beauty, que, ao investir em posicionamento e produção de conteúdo de alta frequência, conseguiu crescer sua audiência digital de maneira acelerada e sustentável. “Não se trata apenas de números, mas de engajamento e conversão. O segredo para vender mais é construir uma audiência qualificada, posicionar-se estrategicamente e implementar um funil de vendas eficiente”, aponta.

Empresas que dominam esse processo ampliam sua presença digital e transformam seguidores em clientes, garantindo um crescimento sustentável e escalável no mercado online.