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Expansão internacional de apps exige estratégia: veja 7 dicas para crescer fora do Brasil

A expansão internacional tem se consolidado como um dos principais caminhos de crescimento para empresas de aplicativos e plataformas digitais. Com o avanço do consumo mobile e a maturidade do mercado brasileiro, marcas de diferentes segmentos passaram a olhar para novos territórios como forma de ampliar receita, fortalecer presença global e alcançar novos públicos.

O movimento, porém, vai muito além de traduzir um aplicativo ou aumentar investimentos em mídia. Diferenças culturais, comportamento do consumidor, competitividade e custos de aquisição tornam a entrada em novos mercados um processo que exige planejamento, leitura de dados e adaptação constante.

“A expansão internacional deixou de ser apenas uma questão de escala e passou a depender da capacidade das empresas de entender o comportamento local e tomar decisões com base em dados. Sem isso, o risco de investir em mercados pouco eficientes aumenta significativamente”, afirma Fernando Cabral, diretor de Growth LATAM da Adjust.

Para apoiar as empresas que desejam expandir aplicativos para outros mercados, a Adjust, empresa líder em mensuração e analytics, separou estes sete conselhos:

1. Escolha mercados com maior aderência ao produto

Antes de iniciar a expansão, é importante identificar quais mercados possuem maior afinidade com o serviço ou problema que o aplicativo resolve. Aspectos como comportamento do usuário, maturidade digital, concorrência e potencial de monetização ajudam a definir prioridades e reduzir riscos.

2. Use dados e feedbacks para identificar oportunidades

Avaliações em lojas de aplicativos e comentários de usuários ajudam a entender expectativas, dificuldades e lacunas deixadas pelos concorrentes. Esses insights podem orientar melhorias no produto e ajustes de posicionamento para cada região.

3. Faça testes antes de investir em escala

Entrar em um novo país exige validação. Realizar lançamentos controlados em mercados específicos ajuda a medir demanda, testar campanhas e entender o comportamento do usuário antes de ampliar investimentos.

4. Defina métricas claras para acompanhar resultados

Indicadores como retenção, custo de aquisição, conversão e lifetime value ajudam a entender se a operação está evoluindo de forma saudável. O acompanhamento constante dos dados permite ajustes mais rápidos e decisões mais eficientes.

5. Adapte a experiência para a realidade local

Localização vai além da tradução. Métodos de pagamento, linguagem, comunicação, preços e até a navegação do aplicativo precisam refletir hábitos culturais e expectativas dos usuários de cada região.

6. Ajuste campanhas e presença nas lojas de aplicativos

Estratégias de aquisição de usuários precisam considerar diferenças culturais e canais mais relevantes em cada mercado. O mesmo vale para App Store Optimization (ASO), com descrições, palavras-chave e criativos adaptados ao contexto local.

7. Estruture a operação para sustentar o crescimento

Expansão também exige preparo técnico. Garantir boa performance do aplicativo, estabilidade da infraestrutura e capacidade de acompanhar o aumento de usuários é fundamental para evitar impactos negativos na experiência.

Segundo Fernando Cabral, empresas que conseguem equilibrar dados, adaptação cultural e velocidade de resposta tendem a construir operações mais sustentáveis fora de seus mercados de origem. “O crescimento internacional exige acompanhamento constante de performance e capacidade de adaptação rápida. Mercados mudam, comportamento de usuário se transforma e as estratégias precisam acompanhar esse movimento”, afirma.

Com o crescimento contínuo do consumo digital em diferentes regiões do mundo, a tendência é que mais empresas brasileiras passem a acelerar seus planos de internacionalização nos próximos anos.

Wevy expande atuação no mercado de ecommerce e IA com a parceria da ABIACOM

A Wevy, primeira multinacional latino-americana de cloud computing, passa a integrar a ABIACOM, associação sem fins lucrativos fundada em 2012 que atua no fortalecimento do e-commerce e da inovação digital no Brasil. A entidade reúne alguns dos principais players do mercado, como Shopee, Rakuten e Allu, e promove discussões estratégicas voltadas ao desenvolvimento do setor.

“Como associada mantenedora da ABIACOM, a Wevy reforça seu papel estratégico no mercado com soluções de nuvem pública e GPU brasileira desenhadas sob medida para a sazonalidade de setores como logística e e-commerce. A infraestrutura altamente escalável da companhia permite que as empresas suportem picos massivos de demanda — como na Black Friday — com máxima eficiência, previsibilidade de custos em moeda local e baixa latência, transformando a tecnologia em uma alavanca direta para a otimização de suas margens operacionais”, explica Raphael Claro, Vice President of Strategic Growth and Partnerships da Wevy.

Com sede em Campinas (SP), a Wevy possui infraestrutura própria e escalável, oferecendo soluções integradas em Nuvem, Dados e Inteligência Artificial para organizações em toda a América Latina. Atualmente, atende mais de 100 mil usuários em mais de 30 países e movimenta cerca de 2% do PIB brasileiro por meio de suas plataformas em nuvem. Seu foco está em apoiar empresas em processos de transformação digital com tecnologia, segurança e alta capacidade de operação

A entrada da Wevy na ABIACOM amplia a participação da empresa nas discussões estratégicas do setor digital, além de fortalecer oportunidades de networking, colaboração e visibilidade junto aos principais nomes do mercado de tecnologia, inteligência artificial e comércio eletrônico no país.

A parceria também abre espaço para o desenvolvimento de conteúdos colaborativos, participação em eventos e iniciativas voltadas ao fortalecimento do ecossistema digital brasileiro.

Com soluções em Nuvem, Dados e Inteligência Artificial, e uma abordagem integrada que apoia a transformação digital de empresas, a Wevy foca seus esforços em escalabilidade, soberania de dados e inovação, ampliando sua atuação no mercado latino-americano e fortalecendo conexões estratégicas dentro do ecossistema de tecnologia.

“Entrar para a ABIACOM representa um movimento importante para a Wevy porque acreditamos na construção conjunta do futuro digital do país. Estar próximo de empresas e lideranças que atuam diretamente no avanço do e-commerce, da inteligência artificial e da inovação fortalece nossa capacidade de contribuir de forma ainda mais ativa para o desenvolvimento do setor”, afirma Tiago Garbim, CEO da Wevy.

Mastercard lança Agent Pay for Machines para oferecer pagamentos em alta velocidade e disponíveis 24 horas por dia

O surgimento da IA criou novas maneiras de comprar e vender bens e serviços. Agora, está exigindo uma nova classe de pagamentos. A Mastercard vislumbra um futuro onde as empresas criem serviços para que agentes de IA possam realizar compras. Operando na velocidade das máquinas, esses agentes poderiam transacionar entre si continuamente em alta velocidade, executando cadeias de transações, incluindo microtransações. Essa mudança poderia liberar uma nova e massiva onda de inovação, modelos de negócios e atividade econômica, onde qualquer empresa, desde empreendedores individuais até as maiores corporações, pode se tornar uma potência virtual.

Para viabilizar essa nova forma de comércio, a Mastercard desenvolveu uma nova maneira de pagar por esses serviços: pagamentos, mesmo que sejam apenas centavos, a serem concluídos de forma rápida, programática e segura. A empresa apresenta o Agent Pay for Machines (AP4M), um novo serviço que permitirá que essas transações sejam autorizadas, orquestradas e liquidadas na velocidade das máquinas em sua rede global de pagamentos.

“O ‘Agent Pay for Machines’ criará as condições para uma explosão de modelos de negócios de IA”, afirmou Jorn Lambert, Chief Product Officer da Mastercard. “Os pagamentos entre máquinas podem possibilitar a compra e venda de serviços entre agentes em escalas fundamentalmente diferentes das dos pagamentos atuais — volumes muito altos, valores muito baixos, com grande rapidez e latência extremamente baixa.”

Ao contrário dos pagamentos tradicionais em pontos de venda ou entre pessoas e comerciantes, que são pontuais e iniciados pelo usuário, essas transações são programáticas, estão sempre ativas e são executadas entre sistemas nos bastidores do comércio digital. O Agent Pay for Machines permite que os participantes da rede Mastercard levem a confiança e os controles da rede global da empresa para o comércio orientado por máquinas, ajudando os inovadores em IA a viabilizar pagamentos seguros e confiáveis à medida que o software poderá realizar transações de forma autônoma.

Construindo uma nova classe de pagamentos

Os agentes de IA não estão mais apenas auxiliando em decisões. Eles são capazes de agir de acordo com a intenção humana, coordenar serviços e concluir transações customizadas para seus usuários. Um empreendedor abrindo uma floricultura poderia instruir um agente de IA a construir e lançar a presença na web da loja, comprando um nome de domínio, um serviço de hospedagem, imagens e páginas de checkout dentro de um orçamento definido, transformando uma única solicitação iniciada por um humano em uma cadeia de transações executadas automaticamente entre provedores.

Em outro exemplo, um agente de logística gerenciando uma rota de entrega poderia pagar pelo frete, reservar o acesso à plataforma de carregamento, comprar dados temporários de monitoramento da cadeia e liquidar as taxas de manuseio do armazém automaticamente, à medida que uma remessa se move desde a origem ao destino.

Os pagamentos não apenas aumentam. Eles mudam de forma. Eles se tornam contínuos, incorporados, autorizados e executados na velocidade das máquinas. Isso cria um novo requisito: uma infraestrutura capaz de acompanhar esse movimento.

Neste novo ambiente, as empresas buscam a tranquilidade da garantia de que receberão o pagamento. Os agentes precisam que as transações se movam instantaneamente, com cada transação concluída de forma segura e conforme o esperado. O Mastercard Agent Pay for Machines foi projetado para atender a essas necessidades.

O serviço baseia-se no programa Agent Pay da Mastercard, introduzido em 2025, fornecendo um sistema para dimensionar pagamentos de alta frequência, baixa latência e baixo valor executados por agentes e máquinas. Enquanto o Agent Pay define como agentes de IA confiáveis participam dos pagamentos, o Agent Pay for Machines é projetado para uma oportunidade complementar: transações automatizadas, micro e impulsionadas por máquinas que acontecem continuamente em segundo plano no comércio digital.

É aqui que a rede global da Mastercard desempenha um papel crítico. O Mastercard Agent Pay for Machines suporta credenciamento, controles e liquidação garantida em múltiplos tipos de pagamento, de cartões a stablecoins, permitindo que as organizações implantem pagamentos automatizados com a interoperabilidade, confiabilidade e governança que a economia digital exige.

Como funciona

O Mastercard Agent Pay for Machines estabelece um sistema confiável para transações impulsionadas por máquinas por meio de um conjunto de capacidades fundamentais:

· Credenciamento: Cada agente é credenciado e, com a Intenção Verificável (Verifiable Intent), pode ser reconhecido e transacionar com confiança entre ecossistemas.

· Autorização: As organizações podem definir regras de autorização e limites de gastos que são aplicados programaticamente, garantindo que as transações permaneçam dentro dos parâmetros definidos.

· Transação: Participantes verificados podem se conectar e transacionar entre provedores e sistemas, permitindo um comércio automatizado contínuo e de alta frequência.

· Liquidação: Suporta liquidação multitrilhos confiável e garantida entre cartões, contas e stablecoins.

As transações acontecem de forma previsível, melhorando a transparência e a consistência.

Parceria para dimensionar um ecossistema aberto

A Mastercard está colaborando com muitos parceiros para validar casos de uso prioritários, estabelecer regras comuns e acelerar a adoção em todos os setores. Os participantes e apoiadores iniciais incluem: Aave Labs, Adyen, Alchemy, Anchorage Digital, Ant International, Basis Theory, BVNK, Catena, Checkout.com, Cloudflare, Coinbase, Coinflow, Crossmint, Getnet do Santander, Global Payments, Lovable, Mastercard Merchant Cloud, MoonPay, Nevermined, OKX, PayOS, Polygon, Rain, Ripple, Sapiom, Skyfire, Solana Foundation, Stripe, t54 Labs, Tempo, Turnkey e Utila.

Apoiando a próxima fase do comércio digital

O Mastercard Agent Pay for Machines expande os esforços da Mastercard para viabilizar interações digitais confiáveis, desde identidade e autenticação até a troca de dados confiável, para que as empresas possam adotar novas tecnologias sem comprometer a segurança, a confiabilidade e o alcance que esperam da rede global da Mastercard. Juntamente com o Agent Pay e a Intenção Verificável (Verifiable Intent), o Mastercard Agent Pay for Machines reflete o investimento contínuo da Mastercard na construção de uma infraestrutura aberta e confiável para pagamentos autônomos, impulsionados por agentes e impulsionados por máquinas.

Brasil traz inovação com parceiros locais no Agent Pay

No Brasil, a Mastercard vem fortalecendo parcerias estratégicas para impulsionar o comércio agêntico com o Agent Pay, contando com a participação de emissores e processadores locais como Itaú e Santander. Essas instituições já realizaram transações ao vivo utilizando a infraestrutura da Mastercard, demonstrando a viabilidade de pagamentos iniciados por agentes de IA em escala e com total segurança. As operações envolveram compras reais em diferentes segmentos, reforçando o papel do mercado brasileiro como protagonista na adoção de soluções inovadoras de pagamentos e consolidando a região como terreno fértil para o avanço do comércio impulsionado por inteligência artificial.

Para saber mais sobre o Mastercard Agent Pay for Machines, visite Link.

Mercado Livre mapeia comportamento de consumo do torcedor brasileiro

O Mercado Livre divulga nesta quinta-feira uma edição especial do MELI Trends, seleção de dados de busca na plataforma que indicam tendências de consumo no Brasil. O relatório analisou o comportamento de buscas dos usuários do Mercado Livre de 1 a 27 de maio de 2026, em comparação com o mês de novembro de 2022.

Em quatro anos, o jeito de o brasileiro se preparar para torcer mudou de forma visível, e os dados de busca do Mercado Livre ajudam a dimensionar essa transformação. As pesquisas por cerveja zero saltaram 985%, o streetwear com as cores do Brasil cresceu 640% e a procura por tintas para pintar ruas e fachadas avançou 642%. É o retrato de um torcedor mais jovem, atento à moda, à estética e ao estilo de vida saudável, que reinventou rituais antigos e adotou outros que praticamente não existiam em 2022.

O movimento ganhou força a partir de 18 de maio, dia da convocação oficial da seleção brasileira. No dia seguinte, as buscas por itens de torcida dispararam em diferentes categorias. A camisa oficial da seleção, símbolo mais tradicional do período, registrou alta de 500% sobre maio de 2022. Logo atrás vieram os produtos que completam o ritual: a camisa de jogador Neymar Jr. foi a mais buscada no período; as bandeiras do Brasil tiveram 73,6 mil buscas; e a bola oficial da Adidas passou de 163 mil pesquisas, alta de 65% no mesmo comparativo.

Um novo torcedor

A maior mudança, porém, está no perfil de quem torce. A categoria de cerveja zero, que quase não aparecia nas buscas em 2022, cresceu 985% e sinaliza um brinde mais alinhado a hábitos saudáveis. No mesmo sentido, o esmalte e a nail art com as cores da seleção subiram 360%, e o crochê verde e amarelo surgiu como tendência inédita, puxado por influenciadores e pelo movimento do faça você mesmo. Na moda, o streetwear nas cores do Brasil avançou 640%, impulsionado por coleções de Nike, Jordan e Adidas.

O colecionismo é outro termômetro dessa nova relação com o futebol. O álbum de figurinhas oficial manteve ritmo intenso, com 3,3 buscas por minuto nos primeiros 28 dias de venda, marca 18 vezes superior à do álbum de 2022 no mesmo intervalo. Com mais gente colecionando, cresceu também a procura por acessórios para organizar e guardar as figurinhas, como pastas, capas e porta-figurinhas, que somaram mais de 27 mil buscas. Capítulo à parte foi o adesivo dourado do Neymar Jr., lançado pelo Mercado Livre, que esgotou em menos de duas horas no dia 21 de maio e ganhou uma segunda tiragem quatro dias depois, com novo sucesso de vendas.

Diferentes maneiras de torcer

Os dados também mostram que não existe um único jeito de viver esse momento. De um lado, a tradição de levar o verde e amarelo para fora de casa: mais de 95 mil buscas por tintas e materiais de decoração, alta de 642% sobre 2022, com a tinta spray verde como produto mais procurado e São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná liderando o interesse. De outro, o movimento de transformar a sala em arquibancada, que aqueceu categorias como Smart TVs (2,2 milhões de buscas)air fryers (2,5 milhões)projetores (739 mil) e sistemas de som (600 mil). As buscas por decoração de LED e bandeirinhas cresceram 170% no comparativo com 2022.

“Quando o Brasil entra em campo, o torcedor não muda só de camiseta: ele muda a casa, a rua e até os hábitos de consumo. O Meli Trends nos ajuda a enxergar esses rituais com antecedência e a conectar as pessoas ao que precisam para viver a torcida do jeito delas, do preparativo ao apito final”, afirma Roberta Donato, vice-presidente de marketplace do Mercado Livre.

O recorte regional reforça a pluralidade. No Nordeste, no Norte e no Centro-Oeste, a camisa da seleção lidera as buscas. No Sudeste e no Sul, a dianteira fica com o álbum de figurinhas oficial. As figurinhas da seleção aparecem entre os três itens mais procurados em todas as regiões do país.

Mercado Livre na CazéTV: patrocínio, ativações e cupons ao vivo

Como patrocinador oficial da CazéTV e da Casa CazéTV, o Mercado Livre garante presença em um dos principais canais de transmissão e entretenimento esportivo do Brasil durante junho e julho. A parceria coloca a marca ao lado da torcida em tempo real, partida a partida, de forma integrada à experiência de quem assiste. Durante as transmissões, o Mercado Livre lança os Cupons em Jogo, mecânica que libera cupons de desconto ao vivo durante todos os 104 jogos do torneio para os espectadores da CazéTV. Em São Paulo, a marca leva à Casa CazéTV a ativação Mercado Livre Entrega Tudo, uma arena de experiências imersivas que reúne marcas oficiais da plataforma com degustações, tecnologia, brindes e dinâmicas conectadas ao universo do aplicativo.

Bolão 2026: 2 milhões de participantes no Brasil

O Bolão 2026, dinâmica gratuita do Mercado Livre e Mercado Pago para acompanhar o torneio, já conta com 2 milhões de participantes no Brasil. Entre os usuários que registraram palpites, 73% acreditam nas três vitórias da seleção na primeira fase. Já foram criados mais de 84 mil mini bolões personalizados entre amigos no país. A dinâmica está disponível nas plataformas do Mercado Livre do Mercado Pago para maiores de 18 anos.

Varejo: Eletrônicos são destaques em roubos no 1TRI de 2026

No primeiro trimestre de 2026, o cenário de roubo de cargas no Brasil confirmou uma transformação profunda que já estava sendo vista nos últimos meses: o risco deixou de ser apenas concentrado e previsível para se tornar dinâmico, seletivo e focado no valor e na liquidez da carga. O Sudeste voltou a intensificar sua concentração histórica de roubos, saltando de 61%, no primeiro trimestre de 2025, para 78,2% dos prejuízos nacionais no mesmo período de 2026.

O grande responsável por essa alta foi o estado do Rio de Janeiro, que ampliou sua liderança e atingiu 44% dos prejuízos, contra 16,4% no 1°tri de 2025 e 17,5% no de 2024. Em contrapartida, a região Norte, que havia chegado a 20,2% no mesmo período de 2025, zerou suas ocorrências em 2026, enquanto o Nordeste cresceu para 20,2%, com destaque para a Bahia (que explodiu de 0,7% para 9,2%).

Os números são do relatório “Report nstech de Roubo de Cargas”, elaborado pela nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e uma das 5 maiores SaaS do Brasil. O estudo é baseado nas informações apuradas pelas gerenciadoras de risco BRK, Buonny e Opentech, que integram o ecossistema da companhia.

Perfil dos roubos e a transição para cargas de alto valor

A principal mudança estrutural evidenciada foi o salto expressivo dos prejuízos envolvendo medicamentos, que saíram de 1,7% no 1T25 para 22,3% no 1T26. O levantamento ainda mostra que o crime passou a operar com uma lógica de portfólio focada em valor: 40,4% dos prejuízos do trimestre envolveram cargas avaliadas em mais de R$ 1 milhão, sendo quase metade dessas perdas (44,4%) do setor farmacêutico.

As cargas fracionadas seguem como a base do risco e lideram o ranking geral com 36,6%, crescendo 8,2% comparado com o 1T25. Por outro lado, houve uma inversão notável no roubo de cigarros, que despencou de 34,1% para apenas 3,7%, quando comparado o primeiro trimestre de 2025 e 2026.

O Rio de Janeiro, epicentro do risco, concentrou 51,9% de todo o prejuízo do estado, sendo 60,7% dos roubos fluminenses em trechos urbanos. Em nível nacional, a incidência nessas áreas saltou de 18,9% para 38,5%, indicando que o crime está migrando dos corredores logísticos para a “última milha” de distribuição.

“Diante dos dados, fica claro que o foco dos criminosos não é mais o volume e sim o valor da carga e sua liquidez. Essa migração tem implicações diretas para a segurança logística no Brasil. O risco se aproxima da última milha, se infiltra em operações urbanas e exige uma resposta cada vez mais baseada em inteligência, integração de dados, colaboração logística e capacidade de adaptação”, analisa Cristiano Tanganelli, VP de Inteligência de Mercado da nstech.

Estudo também detalha o novo calendário do crime e rotas críticas

O calendário da criminalidade mudou de forma relevante. A quinta-feira disparou e assumiu a liderança, concentrando 30% dos prejuízos, seguida pelas segundas (20,7%) e terças-feiras (16,5%). O domingo, que representava mais de 10% nos anos anteriores, caiu drasticamente para 1,4%.

Na análise de horários, a manhã (28,6%) e a madrugada (28%) foram os períodos mais críticos, com o segundo apresentando uma alta em relação ao primeiro trimestre de 2025 (quando tinha apenas 12,4%), sugerindo uma tática de exploração de janelas de menor fiscalização. Entre as rodovias, a BR-101 (21,6%) e a BR-116 (13%) voltaram ao radar com força e lideraram os prejuízos nacionais rodoviários.

Tecnologia como chave para mitigação de prejuízos

Apesar do ambiente de risco mais dinâmico e inteligente, os investimentos em tecnologia preditiva e rastreamento avançado demonstraram resultados expressivos. Entre janeiro e março de 2026, as gerenciadoras do ecossistema nstech evitaram mais de R$ 72 milhões em prejuízos. 

Mesmo com um aumento de 13% no volume de mercadorias gerenciadas — ultrapassando R$ 550 bilhões no período —, a sinistralidade foi reduzida e o volume de cargas recuperadas cresceu 9%.

“A antecipação e a prevenção exigem inteligência aplicada, integração e uso intensivo de dados para identificar padrões e agir antes que o risco se concretize. O objetivo fica claro: transformar informação em estratégia e, depois, em ação é chave para a maior segurança nas estradas”, aponta o especialista.

Às vésperas da estreia do Brasil, vendas de produtos da seleção crescem mais de 20 vezes no e-commerce

Com a principal competição internacional de futebol em andamento e a estreia da seleção brasileira marcada para este sábado, a torcida já está movimentando o comércio eletrônico. Levantamento da Nuvemshop, maior plataforma de e-commerce do Brasil e da América Latina, mostra que as vendas de produtos relacionados ao torneio cresceram mais de 20 vezes em maio de 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado, sinalizando uma forte corrida dos consumidores para se preparar para os jogos do Brasil.
 

O avanço acontece justamente no período que antecede o primeiro compromisso da seleção e revela um movimento de antecipação das compras por parte dos torcedores. Camisas oficiais, itens temáticos, produtos personalizados e artigos para acompanhar as partidas já impulsionam as vendas de milhares de lojistas que apostam no aumento da demanda conforme a competição avança.

Os dados também mostram que mais empresas entraram na disputa pela atenção dos torcedores. O número de lojistas que registraram vendas de produtos ligados ao torneio cresceu quase seis vezes em relação a maio de 2025, evidenciando que marcas e empreendedores de todos os portes estão aproveitando a proximidade da estreia brasileira para ampliar suas ofertas e capturar uma das datas mais relevantes do calendário esportivo.

Além de comprar mais, os consumidores também gastaram mais. O ticket médio dos pedidos relacionados ao torneio alcançou R$ 189 em maio deste ano, alta de aproximadamente 12% sobre os R$ 169 registrados no mesmo mês de 2025.

As camisas seguem como principal motor das vendas. A categoria de vestuário — que inclui modelos da seleção para a temporada 2026/27, versões torcedor e jogador e camisas retrô — respondeu por 73,8% do faturamento gerado pelos produtos ligados ao torneio. Na sequência aparecem outros itens temáticos da competição (13,8%), álbuns e figurinhas (6,8%), insumos e produtos para impressão 3D (3,4%), artigos de decoração e torcida (2,1%) e bolas (0,2%).

O levantamento também aponta uma diversificação do consumo associado ao evento. Além das tradicionais camisas, consumidores buscaram itens personalizados e de nicho, como kits de filamento para impressão 3D temáticos e produtos voltados ao público infantil, incluindo bodies comemorativos para bebês.

“Com a estreia do Brasil se aproximando, vemos a mobilização dos torcedores se refletir diretamente nas vendas online. Eventos como este concentram um pico de consumo em poucas semanas e quem tem loja própria consegue responder rapidamente à demanda. Os dados mostram marcas e negócios de todos os tamanhos preparados para transformar o interesse gerado pela competição em vendas”, afirma Alejandro Vázquez, presidente da Nuvemshop.

Mais de 60% dos usuários de Pix Automático são novos assinantes de serviços digitais, mostram dados do EBANX

Prestes a completar um ano, em 16 de junho, o Pix Automático tornou-se um importante motor de aquisição de novos clientes para empresas globais de assinatura que atuam no Brasil. Novos dados operacionais do EBANX, companhia global de tecnologia especializada em soluções de pagamento para mercados emergentes, mostram que 64% das pessoas que pagam com Pix Automático são novos assinantes de serviços digitais. Para os 60 milhões de brasileiros sem acesso a cartão de crédito, segundo o Banco Central, a funcionalidade está abrindo as portas da economia digital global.

EBANX dá suporte ao Pix Automático desde o lançamento do recurso. A Amazon Prime, com mais de 200 milhões de assinantes em todo o mundo, é uma das empresas que oferecem a solução no Brasil por meio do EBANX. Os membros Prime no país podem desfrutar de frete rápido e gratuito, ofertas exclusivas, Prime Video, Amazon Music e outros serviços, além de poderem assinar o serviço utilizando uma variedade de métodos, incluindo o Pix Automático e cartões de crédito e débito, garantindo acesso independentemente da sua opção de pagamento preferida.

CanvaHotmart e Nord Security também estão entre as empresas que disponibilizam o Pix Automático através do EBANX. A lista inclui ainda provedores de infraestrutura de pagamento como Stripe, Spreedly e Zuora, que se uniram ao EBANX para permitir que mais companhias internacionais acessassem o mercado brasileiro de cobrança recorrente por meio da funcionalidade do Pix.

Os números do EBANX no primeiro ano de operação do recurso confirmam o ritmo acelerado de crescimento do Pix Automático. As adesões a serviços digitais por meio da funcionalidade avançaram a uma média mensal de 177% desde junho de 2025. O valor total transacionado aumentou 53% por mês e o número de transações, 161%. Hoje, o EBANX processa 38% de todas as transações de Pix Automático no Brasil.

“Em apenas um ano, o Pix Automático já cumpriu uma de suas promessas mais importantes: trazer novos consumidores para a economia digital de assinaturas”, afirma Eduardo de Abreu, CPO do EBANX e CEO do EBANX Singapura. “Esse índice de 64% de novos usuários é reflexo de uma população que sempre quis assinar serviços digitais, mas não tinha acesso a um método de pagamento que permitisse isso”, completa.

A chegada dessa nova base de consumidores também traz hábitos de pagamento inéditos para negócios baseados em assinatura. “São novos usuários, que podem trazer novos comportamentos de consumo e demandar novas abordagens. Essas diferenças vêm junto com uma oportunidade que simplesmente não existia. Se cartão de crédito fosse o único meio de pagamento oferecido, boa parte desses consumidores jamais teria assinado esses serviços digitais no último ano”, diz Abreu.

O potencial dos métodos de pagamento alternativos (APMs, na sigla em inglês) recorrentes vai muito além do Brasil. Nos mercados emergentes da Ásia, da África e da América Latina, mais de 1,3 bilhão de adultos não têm cartão de crédito ou débito e contam com APMs locais para acessar streaming, SaaS, jogos e outras plataformas de assinatura.

O EBANX já levou sua oferta de APMs recorrentes a 12 mercados emergentes, destravando uma base potencial de mais de 1 bilhão de usuários para companhias globais. Na América Latina, o Pix Automático está à frente dessa onda e é um exemplo prático de como pagamentos recorrentes construídos sobre infraestruturas locais podem escalar.

Quem usa o Pix Automático

Dados do Banco Central analisados pelo EBANX mostram que quase 4 em cada 5 transações de Pix Automático são feitas por usuários com 30 anos ou mais. A faixa etária de 40 a 49 anos lidera a adoção, com 24%. “O Pix Automático está caindo no gosto de consumidores com poder de compra consolidado e assinaturas mais duradouras, um perfil de enorme potencial para as empresas globais”, afirma Abreu.

Outro destaque desse primeiro ano de operação está na adoção pelas empresas. As transações entre empresas (B2B) representaram menos de 5% de todos os pagamentos com Pix Automático, mas concentraram quase 90% do volume financeiro que passou pelo sistema. O tíquete médio dessas operações B2B ficou em torno de USD 3.200, o que reforça o peso crescente da funcionalidade nos pagamentos recorrentes de alto valor.

A adoção também varia bastante entre as regiões do país. O Sudeste concentra 51% de todas as transações de Pix Automático e é o maior mercado regional do Brasil. O Sul aparece com 15%, seguido por Nordeste, Centro-Oeste e Norte, com 19%, 8% e 7% das transações, respectivamente.

Dia dos Namorados exige inteligência de margem e eficiência no e-commerce

O Dia dos Namorados, uma das principais datas do varejo no primeiro semestre, coloca o comércio eletrônico em um período de forte movimentação. Diante de consumidores exigentes por prazos e experiências impecáveis, o desafio das empresas vai além de inflar o volume de vendas: exige precisão logística, controle rigoroso de margens e estratégias de retenção para transformar o pico de demanda em lucratividade real.

Com a pressão por rentabilidade mais evidente, a eficiência passa a ocupar o centro da estratégia. Segundo a McKinsey & Company, iniciativas focadas em eficiência no setor podem elevar a margem operacional em até 3 pontos percentuais ao longo do ano, um ganho relevante em um cenário de custo de aquisição de clientes (CAC) alto e consumidores mais racionais.

Na prática, a priorização de canais próprios, como o e-commerce direto ao consumidor, contribui para a redução de comissões e maior controle da rentabilidade, enquanto o fulfillment regionalizado ajuda a conter o frete, um dos principais custos operacionais. A reorganização logística e a gestão mais precisa de estoques tornam o negócio mais enxuto, liberando capital de giro para o restante do ano.

Para Cristiane Olivieri, COO da Lope Digital Commerce, o Dia dos Namorados representa uma oportunidade estratégica para fortalecer a rentabilidade e o relacionamento com os consumidores. “Muitas empresas concentram seus esforços apenas em impulsionar as vendas durante a data. No entanto, o verdadeiro diferencial está em garantir uma operação eficiente, com estoques bem planejados, logística preparada e uma experiência de compra sem atritos. Quem consegue executar bem esses pilares aumenta as chances de converter compradores ocasionais em clientes recorrentes”, afirma. 

Essa busca por eficiência também impacta a experiência do consumidor. Um estudo da PwC mostra que 29% dos clientes abandonam uma marca após uma única experiência negativa, mesmo que o preço seja competitivo. Isso torna essencial a revisão de prazos de entrega, políticas de troca e atendimento ao cliente ao longo do ano.

“Este ano, a sobrevivência no varejo digital virá do volume de vendas e, principalmente, da inteligência sobre a margem. Um negócio bem ajustado, além de cortar gastos, garante que cada pedido entregue seja rentável e que o cliente tenha motivos para voltar sem que a empresa precise investir em um novo anúncio para isso”, finaliza Olivieri.

Altenburg integra toda a rede de lojas ao e-commerce e as transforma em “hubs logísticos”

A Altenburg, uma das maiores marcas brasileiras do segmento de cama, banho e decoração para o lar, ampliou a conexão entre o varejo físico e o digital ao transformar suas lojas em estruturas logísticas conectadas ao e-commerce da marca. A iniciativa faz parte da estratégia omnichannel da empresa e permite que consumidores realizem compras online com retirada em até duas horas nas lojas, além de contar com envios expressos diretamente a partir das unidades físicas.

Com a conclusão da implementação da estratégia, todas as lojas da rede passaram a operar conectadas ao e-commerce da companhia. Atualmente, 27 operações atuam dentro desse modelo, distribuídas em seis estados brasileiros: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia. A estrutura permite que os clientes escolham entre diferentes modalidades de entrega e retirada com mais agilidade, conveniência e flexibilidade. As próximas unidades inauguradas pela marca também já serão incorporadas a esse ecossistema desde o início das operações.

A expansão acompanha um momento de forte crescimento digital da companhia. No primeiro quadrimestre de 2026, a Altenburg registrou aumento superior a 50% nas vendas via e-commerce, além de crescimento de mais de 25% no ticket médio do canal no mesmo período.

O avanço ocorre após a empresa registrar, em 2025, um recorde histórico na comercialização de edredons, com quase 400 mil peças vendidas. A expectativa é que a conexão entre os canais contribua para impulsionar resultados ainda mais expressivos nos próximos ciclos.

A estratégia acompanha uma transformação no comportamento do consumidor brasileiro. Segundo pesquisa da CNDL e do SPC Brasil, 95% dos consumidores utilizam canais digitais para realizar compras, mas 82% ainda consideram as lojas físicas fundamentais na experiência de consumo.

Segundo o CEO da Altenburg, Tiago Altenburg, a iniciativa reflete justamente esse novo perfil de cliente, cada vez mais conectado e em busca de jornadas de compra mais rápidas e fluidas. “Estamos investindo continuamente para entregar uma experiência totalmente fluida e que contemple as diferentes necessidades dos clientes. Essa conexão entre os ambientes físico e digital fortalece nossa presença no mercado e nos torna ainda mais competitivos”, afirma.

Lojas físicas ganham papel estratégico

Além de fortalecer o e-commerce, a estratégia amplia a função das lojas dentro da jornada de compra. As unidades passam a atuar também como pontos de retirada, relacionamento e apoio logístico para atendimento dos pedidos realizados online.

“As lojas assumem um papel ainda mais estratégico, não apenas como ponto de venda, mas como espaços de conveniência, atendimento e relacionamento com os clientes. Esse avanço amplia a capacidade da rede de atender o consumidor com mais eficiência e proximidade”, destaca Fabricio Juvêncio, gerente de varejo.

Segundo ele, o novo modelo também contribui para sustentar o crescimento da empresa nos próximos anos. “Além de melhorar a experiência do cliente, essa estrutura amplia nossa capacidade de atender a demanda com mais eficiência e velocidade. Tivemos um desempenho histórico em 2025 e entendemos que essa operação cria uma base ainda mais robusta para sustentar o crescimento da marca nos próximos anos”, complementa.

Estrutura conectada e ganhos operacionais

De acordo com Leandro Harnisch, gerente de e-commerce, a implementação da operação exigiu integração tecnológica, operacional e cultural entre diferentes áreas da companhia. Entre 2024 e 2025, a empresa estruturou um estoque universal para o e-commerce, conectando toda a rede física à operação digital e ampliando a eficiência logística.

A estratégia de ship from store — modalidade em que os pedidos online são enviados diretamente pelas lojas — também trouxe impactos relevantes para a operação, com redução de até 70% no custo médio de frete, além de melhora significativa na taxa de conversão das vendas online. “Mais do que integrar sistemas, estamos conectando canais, pessoas e processos. Nosso foco é garantir uma experiência simples, rápida e consistente para o cliente, independentemente de onde ele escolher comprar”, afirma.

Perspectivas de crescimento

A implementação da estratégia teve início em 2025 e agora alcança toda a rede de lojas da companhia. Com a estrutura consolidada, a expectativa da Altenburg é ampliar gradualmente a participação do digital nos resultados do negócio.

A projeção é encerrar 2026 com o e-commerce representando cerca de 10% das vendas da marca. “Existe uma tendência de avançarmos bastante à medida que conquistamos mais maturidade na operação em toda a rede e ampliamos nossa presença em mercados estratégicos, especialmente em São Paulo. Nossa expectativa é alcançar uma participação próxima de 20% dos resultados por meio do digital em um horizonte de três anos”, reforça Fabricio.

Segundo Leandro, o modelo também contribui para reduzir prazos de entrega e aumentar a eficiência logística em diferentes regiões do país. “O consumidor não enxerga mais barreiras entre o online e o físico. Ele quer rapidez e liberdade para escolher como comprar e receber seus produtos. Nosso desafio é tornar essa jornada cada vez mais simples e conectada”, afirma.

A iniciativa acompanha uma transformação crescente no varejo brasileiro, em que as lojas físicas deixam de atuar apenas como pontos de venda para assumir também funções logísticas e de relacionamento dentro de uma experiência de compra unificada. “Seguiremos acompanhando as novas demandas de consumo para oferecer aos nossos clientes cada vez mais conveniência”, finaliza Leandro.

Com IA, VTEX quer acelerar a evolução do Retail Media e ampliar receitas no e-commerce

A evolução do retail media entra em uma nova fase com o uso de Inteligência Artificial para integrar, de forma mais estratégica, marcas e varejistas. Durante o VTEX Day, a VTEX, empresa global líder em soluções de comércio digital, apresentou os avanços da VTEX Ads Platform, com recursos de “Insights para Marcas”, um conjunto de ferramentas que utiliza IA generativa para destravar eficiência, precisão e novas oportunidades de crescimento dentro dos ecossistemas de varejo.

A proposta parte de um ponto crítico do mercado: a fragmentação de dados, mídia e execução entre marcas e varejistas. Com os lançamentos, a plataforma passa a oferecer uma leitura mais profunda e acionável do negócio, permitindo que anunciantes compreendam sua real participação de mercado, identifiquem oportunidades de crescimento e atuem de forma mais estratégica na alocação de investimentos.

“Nosso objetivo é ir além da mídia como execução e posicionar o e-commerce como um verdadeiro ativo de monetização”, diz João Werner, CEO da VTEX Ads Platform. “Ao incorporar IA em toda a jornada, do planejamento à otimização, estamos criando um novo padrão de eficiência e colaboração no mercado, onde cada interação é uma oportunidade de gerar valor para marcas, varejistas e consumidores”, completa.

No eixo de Dados & Analytics, a IA generativa permite analisar cenários competitivos, identificar oportunidades e orientar decisões de mídia com base em inteligência avançada, ampliando o alcance e a eficiência dentro dos canais de retail media. Já em Dynamic Pricing & Promo Insights, a solução passa a prever a resposta dos consumidores a diferentes estratégias de preço e promoção, permitindo ajustes mais precisos no investimento e garantindo campanhas mais eficazes, com impacto direto em vendas e construção de marca.

Complementando essa visão, a frente de Estratégia de Shopper entrega uma análise 360º do consumidor, revelando perfis detalhados, comportamento de compra e consumo de mídia. Com isso, marcas conseguem desenvolver campanhas altamente segmentadas, mais relevantes e com maior potencial de conversão, otimizando cada real investido.

Além dos insights, a VTEX também reforça sua visão de transformar o e-commerce em um canal direto de monetização. A VTEX Ads Platform amplia o papel dos varejistas, permitindo que seus ambientes digitais se tornem ativos de mídia, gerando novas fontes de receita e incremento de margens.

“Acreditamos que o futuro do retail media passa por uma integração muito mais inteligente entre marcas e varejistas. Com o uso de IA na VTEX Ads Platform, estamos eliminando a complexidade operacional e permitindo que nossos clientes tomem decisões mais rápidas, precisas e orientadas a resultados, transformando dados em crescimento real”, complementa João.

Além do recurso de Insights para Marcas, durante o VTEX DAY, a empresa anunciou outras ferramentas para uma experiência de gestão de campanhas totalmente orientada por IA. Em vez de processos manuais e fragmentados, a plataforma passa a contar com um agente inteligente capaz de interpretar briefings, estruturar campanhas, apoiar a criação e ajuste de criativos, além de realizar validações e otimizações contínuas de performance. O resultado é um fluxo de ponta a ponta mais simples, ágil e eficiente, que reduz a complexidade operacional e eleva o nível estratégico das decisões de mídia dentro do retail media.

Com isso, a VTEX posiciona o Ads Platform não apenas como uma ferramenta de execução, mas como uma camada inteligente de orquestração entre dados, mídia e performance, fortalecendo a colaboração entre marcas e varejistas em um cenário cada vez mais orientado por dados e automação.