Início Site Página 2

Digitail Conference 2026 reúne líderes do varejo e indústria para discutirem o uso estratégico da IA e o novo papel do varejo digital no Brasil

A transformação digital deixou de ser tendência para se consolidar como motor central dos negócios. É nesse cenário que a Gouvêa Experience promove, no dia 16 de junho, o Digitail Conference 2026 que terá como tema “IA como Ecossistema de Negócios e com Resultados Comprovados”. No encontro, realizado na ESPM, executivos de grandes empresas do país discutirão como a inteligência artificial está redefinindo estratégias, transformando o consumo, mudando as operações, a competitividade e a relação com o consumidor.

Com uma agenda intensa ao longo do dia, o Digitail propõe uma visão prática e aplicada da IA, abordando desde produtividade interna até novas formas de engajamento e conversão no ambiente omnichannel.

Entre os destaques da programação está o painel sobre o omniconsumidor e como a inteligência artificial tem redefinido expectativas e experiências de compra. A discussão, mediada por Marcos Gouvêa, Fundador e Diretor-Geral da Gouvêa Ecosystem, trará reflexões sobre personalização em escala, eficiência operacional e os impactos das mudanças tecnológicas na relação entre empresas, consumidores e colaboradores.

Outro ponto central será o debate sobre dados proprietários como diferencial competitivo, com moderação de Eduardo Yamashita, CEO da Gouvêa Inteligência, e participação de Carolina Lantaller, diretora de trade marketing da Unilever. Já o painel sobre “Agentic Commerce” contará com moderação de Roberto Wajnsztok, Sócio-Diretor da Gouvêa Consulting, e participação de Lívia Masiero, Diretora Executiva de E-commerce do Grupo Boticário e Sérgio Ferraz, Diretor de E-commerce da Leroy Merlin.

Já o painel sobre competitividade reunirá Alan Barsi, Vice-presidente de Excelência Operacional e Customer da MadeiraMadeira, e Eduardo Sá, Diretor de Supply Chain da Natura, para discutir a eficiência operacional e entrega de valor. Na sequência, Graciela Kumruian, CEO da Netshoes, abordará a integração entre o físico e o digital.

O painel sobre marketing omnicanal orientado por inteligência artificial contará com Igor Cardoso, Head de Branding da Keetam e José Caporrino, Head de Criação da Chilli Beans. A discussão sobre o fator humano e liderança será conduzida por Caio Nalini Diretor de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza, que trará uma perspectiva sobre cultura organizacional em tempos de transformação acelerada.

A programação inclui ainda apresentações de cases, momentos de networking e uma palestra de encerramento, reforçando o objetivo do Digitail Conference de conectar teoria e prática, tendências e resultados concretos.

Com uma curadoria voltada à aplicabilidade e à geração de valor, o Digitail 2026 é um dos principais fóruns para discussão do futuro do varejo e dos negócios digitais no Brasil, reunindo decisores que estão na linha de frente da transformação do setor.

Sobre a Gouvêa Experience

A Gouvêa Experience integra a Gouvêa Ecosystem e atua na vertical de experiências de marca, eventos e relacionamento com as principais lideranças do setor varejista no Brasil e no exterior. Suas missões internacionais e eventos proporcionam acesso direto às inovações e tendências que moldam o varejo global.

Sobre a Gouvêa Ecosystem

A Gouvêa Ecosystem é um ecossistema de consultorias, soluções e serviços que atua em todas as frentes do setor de consumo, varejo e distribuição. Fundada em 1988, é referência no Brasil e no mundo por sua visão estratégica, atuação prática e profunda compreensão do setor. É membro do Ebeltoft Group, consórcio global de consultorias especializadas em varejo.

Digitail Conference 2026

Data: 16 de junho de 2026

Horário: das 9h às 18h30

Local: Auditório da ESPM – Rua Doutor Álvaro Alvim, 123 Vila Mariana

São Paulo

Informações e inscrições:

https://www.sympla.com.br/evento/digitail-conference-2026/3302574

Treinamento em içamento offshore: por que é preciso aumentar a segurança

Em operações offshore, a movimentação de cargas está entre as atividades com maior potencial de risco. Dados da International Association of Oil & Gas Producers apontam que incidentes relacionados a operações de içamento permanecem entre as principais causas de acidentes graves na indústria de óleo e gás, frequentemente associados a falhas humanas, comunicação inadequada e leitura incorreta das condições operacionais.  

Análises de organismos internacionais indicam que uma parcela relevante desses eventos ocorre mesmo em ambientes tecnicamente estruturados, o que desloca o foco da discussão para a qualidade da preparação das equipes. 

No Brasil, embora não exista uma estatística consolidada específica para acidentes com cargas em ambientes portuários, os diferentes recortes disponíveis apontam para o mesmo vetor de risco. Dados do Ministério Público do Trabalho, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho, indicam que o setor de transporte, armazenagem e correio registrou mais de 40 mil acidentes de trabalho em 2023, com forte incidência em atividades ligadas à movimentação de cargas.  

Relatórios recentes da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, publicados entre 2022 e 2023, também apontam falhas em operações de içamento, amarração e movimentação como ocorrências recorrentes em auditorias de segurança nos portos organizados. Estudos da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho, como o levantamento técnico de 2021 sobre acidentes em operações logísticas, reforçam que eventos envolvendo queda de carga, esmagamento e falhas em equipamentos de içamento estão entre os mecanismos mais frequentes de acidentes graves.  

Por conta disso, operadores e prestadores de serviço têm feito uma revisão mais profunda dos seus modelos de capacitação. O treinamento deixou de ser um evento pontual, voltado a certificação ou cumprimento de norma, e passou a ser tratado como um processo contínuo, diretamente conectado à realidade da operação.  

Em ambientes offshore, onde variáveis como vento, movimento da unidade, visibilidade e interação entre equipes mudam rapidamente, a capacidade de interpretar contexto e tomar decisão sob pressão tornou-se tão relevante quanto o domínio técnico do equipamento. 

Impacto do comportamento e da comunicação 

Erros cognitivos, como excesso de confiança, viés de confirmação e falhas de comunicação situacional estão presentes em uma parcela relevante dos acidentes com içamento. Por conta disso, os treinamentos passaram a incorporar elementos de comportamento e percepção, além de trazer diferentes funções da organização para o contexto.  

Um comando mal interpretado, um atraso na resposta ou uma leitura equivocada de sinalização podem desencadear uma cadeia de eventos com impacto relevante. Por isso, empresas especialistas têm incorporado a simulação de interações que ocorrem no dia a dia das operações, refletindo a complexidade do ambiente offshore.  

Outro eixo importante é o uso de dados operacionais para retroalimentar a capacitação. Empresas mais estruturadas têm integrado registros de quase acidentes, desvios operacionais e eventos críticos aos programas de treinamento. Em vez de trabalhar com exemplos genéricos, os exercícios passam a refletir situações reais vividas pela própria operação. Essa abordagem aproxima o treinamento da prática e reduz a distância entre o que é ensinado e o que efetivamente acontece no campo. 

Além disso, a análise sistemática desses dados permite identificar padrões que dificilmente seriam percebidos de forma isolada. Frequência de falhas em determinados tipos de operação, recorrência de erros em interfaces específicas entre equipes ou inconsistências em procedimentos tornam-se insumos para revisão contínua do conteúdo de treinamento. O aprendizado deixa de ser reativo e passa a ser estruturado. 

Esse movimento tem um impacto direto na cadeia de comando dentro da operação. Quando a equipe é treinada com base em eventos reais, a percepção de risco se calibra de forma mais precisa. Operadores que já simularam as consequências de uma falha de comunicação durante um içamento em mar agitado reagem de maneira diferente diante da mesma situação no ambiente real. A memória construída no treinamento passa a funcionar como referência de decisão, reduzindo o tempo de resposta nos momentos em que parar a operação é a escolha mais segura. 

Simulação e formação prática: onde o método encontra o ambiente real 

A capacitação em içamento offshore não se esgota na dimensão comportamental. Ela precisa incluir, com igual profundidade, o conhecimento técnico sobre os equipamentos que compõem o sistema de elevação, as normas que regem sua especificação e os critérios que determinam quando um componente deve ser retirado de operação. 

Cabos de aço, lingas, manilhas, cintas e acessórios de içamento funcionam dentro de parâmetros técnicos precisos. A carga de trabalho segura de cada componente é definida a partir da aplicação específica, e ignorar esse dimensionamento, seja por desconhecimento ou por pressão operacional, é um caminho direto para falhas que a inspeção visual não consegue prever. Normas como a ABNT NBR ISO 4309, que estabelece critérios para descarte de cabos de aço em equipamentos de içamento, e as famílias NBR 13541 e NBR 15637 e suas referências, aplicáveis a lingas e cintas de elevação, fornecem o referencial técnico que precisa estar no repertório de qualquer profissional que atua nessa atividade. 

A inspeção periódica dos elementos de içamento é, nesse contexto, uma extensão do treinamento. Profissionais capacitados para identificar sinais de desgaste abrasivo, fadiga por flexão, corrosão localizada e deformações estruturais são capazes de agir antes que o problema se torne um evento. Incidentes com cargas em plataformas offshore geram paralisações, danos a equipamentos, custos de manutenção e, em casos graves, afastamentos e consequências irreversíveis para as equipes. 

Por Fernando Fuertes, Eng.º e Desenvolvedor de Novos Negócios da Acro Cabos.

Por fim, o caminho que as organizações mais maduras do setor vêm percorrendo é o de integrar comportamento, dados operacionais, simulação prática e conhecimento técnico dos equipamentos em um programa coeso e contínuo. Quando esse conjunto funciona de forma articulada, o treinamento deixa de ser um requisito a ser cumprido e passa a ser a base sobre a qual a operação se sustenta, mesmo quando o mar não colabora. 

J&T Express intensifica estratégia de marca no Brasil para ampliar a base de clientes locais

J&T Express – empresa global de logística especializada em entregas expressas para o e-commerce, listada na Bolsa de Valores de Hong Kong – passou a intensificar sua estratégia de comunicação no Brasil para aumentar a visibilidade da marca e ampliar a base de clientes locais.

A iniciativa, que parte de um plano mais abrangente de expansão no País, envolve o aumento da presença em eventos do setor, campanhas com influenciadores, ativações de marca em datas-chave para o varejo, impulsionamento nas redes sociais, bem como reforço em ações de relações públicas e relacionamento com a imprensa.

Dessa maneira, a empresa busca popularizar a marca e alcançar desde o microempreendedor e o pequeno lojista, que vendem online em menor escala, até o médio e o grande varejista, que despacham milhares de encomendas por dia.

“Depois de um hiato, em 2025, focado na expansão e na otimização da rede de entregas, da infraestrutura e da operação, retomamos os investimentos em marketing e comunicação para chegarmos ao público que ainda não nos conhece. Nesse ano, com uma agenda intensa de eventos e ações com influenciadores, imprensa e cliente final, esperamos popularizar a marca e tornar a J&T Express a empresa de logística mais lembrada pelos brasileiros, assim como já acontece no sudeste asiático, onde somos líderes”, afirma Boby Wang, diretor de Gerenciamento de Redes da J&T Express no Brasil.

A empresa já patrocinou em 2026 o VTEX Day e ao longo do ano participará em diversos outros eventos do setor, como a ExpoEcomm, o MAP Experience e o Fórum E-Commerce Brasil. Além disso, a J&T promoverá ativações de marca em datas importantes para o brasileiro, como, por exemplo, ações durante os jogos da Seleção na Copa do Mundo.“Depois de um hiato, em 2025, focado na expansão e na otimização da rede de entregas, da infraestrutura e da operação, retomamos os investimentos em marketing e comunicação para chegarmos ao público que ainda não nos conhece. Nesse ano, com uma agenda intensa de eventos e ações com influenciadores, imprensa e cliente final, esperamos popularizar a marca e tornar a J&T Express a empresa de logística mais lembrada pelos brasileiros, assim como já acontece no sudeste asiático, onde somos líderes”, afirma Boby Wang, diretor de Gerenciamento de Redes da J&T Express no Brasil.

A empresa já patrocinou em 2026 o VTEX Day e ao longo do ano participará em diversos outros eventos do setor, como a ExpoEcomm, o MAP Experience e o Fórum E-Commerce Brasil. Além disso, a J&T promoverá ativações de marca em datas importantes para o brasileiro, como, por exemplo, ações durante os jogos da Seleção na Copa do Mundo.

Samsung e Google revelam primeira prévia de novos óculos inteligentes

A Samsung Electronics e o Google revelam hoje novos óculos inteligentes1, apresentando pela primeira vez, durante o Google I/O 2026, dois modelos premium criados em parceria com as marcas Gentle Monster e Warby Parker. Projetados para funcionar como um dispositivo complementar ao smartphone, os novos óculos possibilitam acessar assistência por comando de voz e se conectar ao smartphone de forma integrada, tudo em um formato já familiar aos usuários.

Desenvolvidos em parceria com as marcas de eyewear, os óculos inteligentes combinam recursos avançados de AI com conforto e estilo, unindo a liderança da Samsung em engenharia de hardware e a tecnologia de AI do Google a um design premium de óculos. Cada marca traz uma abordagem própria ao dispositivo. Reconhecida por sua trajetória na moda eyewear, a Gentle Monster apresenta modelos com estética ousada e sofisticada, enquanto a Warby Parker aposta em designs refinados e atemporais.

Criados para compreender o mundo ao lado dos usuários em tempo real, os novos óculos inteligentes oferecem suporte para o dia a dia enquanto mantêm as mãos livres e cabeça erguida. Os usuários podem receber assistência de navegação ao perguntar, com a voz, para o Gemini, receber sugestões personalizadas, como uma cafeteria próxima no trajeto da caminhada, ou até fazer pedidos para retirada. Também é possível receber resumos de notificações importantes e adicionar compromissos ao calendário. Entre os recursos adicionais estão traduções em tempo real com áudio sincronizado à voz do interlocutor, além da capacidade de traduzir textos em menus ou placas dentro do campo de visão do usuário. Em fluída integração com o ecossistema Galaxy, o dispositivo ajuda a gerenciar tarefas do cotidiano e capturar fotos com praticidade, sem precisar tirar o smartphone do bolso.

Tray amplia oferta de IA para PMEs e automatiza operação de e-commerce em múltiplos canais 

A Tray, plataforma de e-commerce da LWSA, anunciou a ampliação de sua oferta de soluções de Inteligência Artificial voltadas a pequenos e médios lojistas. Integradas de forma nativa ao painelda plataforma, as novas funcionalidades automatizam etapas da operação online – da criação de lojas e anúncios à publicação em marketplaces – e buscam aumentar a eficiência, a escalabilidade e a capacidade de vendas dos empreendedores em diferentes canaisdigitais.

Com a nova oferta, a empresa amplia sua estratégia de acelerar negócios de todos os tamanhos, especialmente de empreendedores em início de operação, que passam a contar com mais autonomia para gerenciar o negócio e ampliar suas chances de crescimento no e-commerce.

De acordo com a empresa, os novos recursos permitem que PMEs ganhem produtividade para operar simultaneamente em lojas próprias, marketplaces e outros canais digitais. O segmento de e-commerce da LWSA reúne mais de 211 mil lojistas, que movimentaram R$ 20,3bilhões em vendas no 1T26, considerando o GMV transitado pelo ecossistema, incluindo lojas próprias, marketplaces, ERP e integradores.

IA nativa e acessível: o avanço na democratização tecnológica

A Tray aposta em uma aplicação mais integrada e simplificada de IA para plataformas de e-commerce. Entre os principais diferenciais está a integração nativa da tecnologia ao painel administrativo da plataforma. Os novos recursos foram desenvolvidos para usodireto pelo lojista, independentemente de experiência prévia, ampliando o acesso à tecnologia no contexto das PMEs.

“Como parceiros da jornada do empreendedor, entendemos que, ao investir em IA, precisávamos trazer soluções que realmente impactassem a operação, como precificação e padronização de anúncios – um desafio para quem vende em múltiplos canais ao mesmo tempo, jáque cada plataforma possui exigências diferentes de imagem e descrição. Ao trazer a IA para o centro do negócio, ajudamos esse empreendedor a ganhar escala e mais resiliência no primeiro ano do e-commerce”, afirma Thiago Mazetto, diretor-geral da Tray.

Entre os destaques está o Wizard com IA, um assistente que permite criar uma loja virtual completa em minutos, configurando automaticamente categorias, SEO, identidade visual e páginas institucionais. Correção inteligente de anúncios – inicialmente para Amazon–, publicação automatizada em marketplaces e criação de landing pages, categorias e conteúdos institucionais via IA são outras funcionalidades. Tudo operado por comandos simples, em linguagem natural.

A principal mudança para os lojistas está no impacto operacional. Enquanto a automação tradicional executa tarefas pré-definidas, os novos recursos baseados em IA passam a analisar dados em tempo real e sugerir ações para otimizar a operação, aproximando oe-commerce de um modelo mais autônomo.

Entre os principais benefícios estão a economia de tempo, o ganho de escalabilidade e o aumento da inteligência de negócio, com acesso facilitado a informações sobre comportamento do consumidor e oportunidades de venda incorporadas à operação.

LWSA tem investimentos de IA em todo ecossistema

As iniciativas da Tray integram a estratégia de adoção de Inteligência Artificial em todo o ecossistema do grupo, que consolidou, no último ano, seu core business na oferta de soluções tecnológicas para o e-commerce. A IA já faz parte das operações de unidadescomo o Bling, voltado à gestão de lojistas. A Octadesk conta com o Woz, solução que automatiza grande parte das interações de atendimento ao cliente.

De acordo com Rafael Chamas, CEO da LWSA, a IA está integrada à infraestrutura da operação. “A LWSA está na infraestrutura operacional do e-commerce brasileiro, com dados estruturados, workflows críticos integrados, domínios operacionais conectados, governançae capacidade de execução. Essa é exatamente a camada sobre a qual agentes de IA precisam operar para funcionar. Não somos apenas uma interface; somos a base que viabiliza uma operação confiável”, destaca.

Pesquisa GPTW Varejo 2025 destaca empresas que superaram crescimento do PIB brasileiro

O Great Place To Work® (GPTW), consultoria global referência em cultura organizacional e ambientes de trabalho saudáveis, acaba de divulgar a 12ª edição do Ranking das Melhores Empresas para Trabalhar™ – Varejo 2025. O estudo contou com a participação de 294 empresas, impactando mais de 555 mil colaboradores em todo o país.

Ao todo, 60 organizações foram reconhecidas por suas práticas consistentes de gestão de pessoas. Entre as premiadas, estão 10 empresas de pequeno porte20 de médio porte20 de grande porte e 10 classificadas como super grandes.

As companhias vencedoras estão distribuídas em 16 estados brasileiros. O estado de São Paulo lidera com 15 empresas premiadas, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul, com sete cadaSanta Catarina aparece com seis organizações reconhecidas, enquanto Ceará e Distrito Federal contam com cinco cada.Mato Grosso e Minas Gerais somam três empresas premiadas cada, e o Rio de Janeiro registra duas. Já Alagoas, Amazonas, Goiás, Maranhão, Pernambuco, Rondônia e Roraima possuem uma empresa premiada cada.

De acordo com o levantamento, as Melhores Empresas para Trabalhar no Varejo apresentaram crescimento de 16% no faturamento em 2025, superando o avanço de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no mesmo período. 

Perfil etário

A análise revelou mudanças pontuais na distribuição etária dos colaboradores em 2025. Os profissionais entre 45 e 54 anos passaram a representar 12% do total, com leve variação de um ponto percentual, enquanto a participação daqueles com 55 anos ou mais cresceu 2% em relação ao ano anterior. A faixa etária de 35 a 44 anos permaneceu estável, concentrando 24% dos colaboradores. Por outro lado, o grupo de 26 a 34 anos, que era majoritário em 2023 com 33%, apresentou retração de quatro pontos percentuais, alcançando 29% em 2025. Já os profissionais com até 25 anos mantiveram-se como o maior grupo entre as empresas premiadas do setor, representando 30% do total, mesmo com uma oscilação de um ponto percentual em relação ao ano anterior.

Tempo de casa

O tempo de permanência nas empresas reforça a alta rotatividade característica do setor varejista, que lidera entre os segmentos com maior concentração de profissionais com pouco tempo de casa. Em 2025, 49% dos colaboradores tinham até dois anos de empresa, um aumento de 5 pontos percentuais em relação a 2024. A participação de profissionais com dois a cinco anos de empresa também cresceu, passando de 22% para 24%. Já o grupo com seis a dez anos registrou leve avanço, atingindo 14%.

Por outro lado, houve redução na parcela de colaboradores com maior tempo de casa: aqueles com 11 a 15 anos apresentaram queda de nove pontos percentuais em relação ao ano anterior. E os profissionais com longas trajetórias seguem como minoria, com apenas 3% concentrando-se nas faixas de 16 a 20 anos ou acima de 20 anos de empresa.

Perfil por gênero 

Neste recorte, a pesquisa mostra que as empresas de varejo reconhecidas no ranking GPTW se destacam pela maior representatividade feminina, com 53% de mulheres em seus quadros. Esse percentual posiciona o varejo entre os três rankings setoriais com maior presença de mulheres. Ainda assim, o índice está dois pontos percentuais abaixo do registrado em 2023. 

Liderança

A análise da relação entre gênero e níveis de gestão revela avanços na participação feminina em 2025. Na alta liderança, as mulheres passaram a ocupar 28% dos cargos, um crescimento de cinco pontos percentuais em relação aos 23% registrados em 2023.

Na média liderança, houve leve aumento de um ponto percentual, retornando ao patamar de 2023, com 43%. Já nas demais posições de liderança, o avanço foi mais significativo, com a participação feminina alcançando 49% em 2025.

Os dados indicam que, embora as empresas premiadas no ranking GPTW Varejo 2025 se destaquem em comparação à maioria das listas setoriais pela maior presença feminina em cargos de liderança, ainda há desafios a serem superados para fortalecer a diversidade degênero em todos os níveis de gestão.

Índice de Inovação (IVR)

Em 2025, 42% das empresas premiadas operam no estágio funcional de inovação, avanço de quatro pontos percentuais em relação ao ranking anterior e 12% com relação a 2023. No entanto, o estudo também identificou uma redução de três pontos percentuais (14%) em relação ao último ranking, de empresas nos estágios acelerado de inovação. A pesquisa reforça que a capacidade de adaptação e inovação vem se fortalecendo entre as empresas premiadas, apesar de as organizações em estágio de atrito ainda representarem a maioria com 44 pontos percentuais. 

Fatores de permanência

A pesquisa identificou que a remuneração apresentou crescimento de cinco pontos percentuais em relação a 2024 e de sete pontos percentuais quando comparada a 2023. A qualidade de vida também registrou avanço, com alta de quatro pontos percentuais de 2024 para 2025, enquanto a estabilidade cresceu dois pontos percentuais no mesmo período.

O alinhamento de valores manteve-se estável, com 10%. Já a oportunidade de crescimento, embora siga sendo o principal motivo de permanência entre os colaboradores das empresas premiadas, citada por 36% dos respondentes, apresentou redução de 11 pontos percentuais em relação a 2024.

Confira o ranking neste link:

https://conteudo.gptw.com.br/estudo-ranking-varejo-2025

Dia das Mães aumenta vendas de luxo e acelera operações premium no e-commerce, aponta Infracommerce

O Dia das Mães de 2026 reafirmou a importância da data para o varejo brasileiro, especialmente no segmento premium e de luxo, em que experiência, conveniência e percepção de valor seguem entre os principais fatores de decisão de compra. Segundo a Infracommerce, líder em soluções de Full commerce na América Latina, as marcas premium e de luxo de seu ecossistema registraram crescimento de aproximadamente 15% no faturamento em relação ao mesmo período de 2025. O avanço veio acompanhado por um aumento de cerca de 48% no volume de pedidos e de 34% na quantidade de itens comercializados. Entre as categorias com maior destaque estiveram beleza, jóias e acessórios de alto padrão, como bolsas, carteiras e sandálias.

No recorte de alto luxo, a receita avançou de R$3,39 milhões para R$4,53 milhões na comparação anual. O ticket médio também apresentou evolução, alcançando R$9,67 mil. Já no segmento de luxo, o valor médio gasto por consumidor subiu de R$924 para R$1,10 mil. O portfólio de beleza e cosméticos premium movimentou R$5,4 milhões no período, frente aos R$4,7 milhões registrados no ano anterior, impulsionado pela expansão no número de transações realizadas durante a data comemorativa.

Para atender ao aumento da demanda, a Infracommerce reforçou as estratégias de logística, atendimento e omnicanalidade em suas operações de e-commerce. Entre as principais iniciativas estiveram a ampliação dos horários de expedição, a operação em regime estendido nos dez dias anteriores ao Dia das Mães, atuação nos dois sábados que antecederam a data e a utilização de veículos dedicados para entregas no mesmo dia na capital paulista e em cidades do interior. A companhia também intensificou as entregas next day em regiões estratégicas, como Minas Gerais, Distrito Federal e estados do Sul do país.

“Em um mercado pautado por exclusividade e alto nível de exigência, fatores como curadoria, personalização e eficiência operacional seguem sendo determinantes para a conversão e fidelização. Mais do que preço, o consumidor busca valor agregado, conexão emocional e confiança em toda a jornada de compra”, afirma Camila Dulman, diretora comercial e executiva de luxo da Infracommerce.

As estratégias comerciais e de experiência também tiveram papel relevante no desempenho da data. Entre os destaques estavam campanhas com brindes exclusivos, lançamentos desenvolvidos especialmente para o período, incentivos promocionais para pagamentos via Pix e iniciativas voltadas à conveniência, como modalidades de entrega rápida e garantida para compras realizadas próximas à celebração.

A integração entre estoques das lojas físicas e canais digitais tornou-se ainda mais importante para evitar rupturas e ampliar a disponibilidade de produtos exclusivos ou com menor volume de circulação. Outros fatores, como navegação intuitiva nos sites, transparência nos prazos de entrega, políticas de troca e devolução, além de personalização de produtos, embalagens especiais para presente e cartões customizados, contribuíram para uma jornada de compra mais eficiente e satisfatória.

Indicadores de desempenho também reforçam a eficiência operacional das operações. Atualmente, o NPS da Infracommerce junto ao consumidor final supera 80%, enquanto o índice de OTD ultrapassa 95%, chegando a mais de 97% nas operações de luxo.

Entre as empresas atendidas pela companhia estão nomes como Dior, Swarovski, Hugo Boss, Armani, Estée Lauder e Mac Cosmetics, reforçando a expertise da empresa na gestão de operações digitais voltadas ao mercado de alto padrão e à construção de experiências alinhadas às expectativas desse consumidor.

“Reforma tributária não matará quem depende de marketplace, mas vai derrubar os amadores”, diz especialista em e-commerce

O varejo digital brasileiro está diante de uma transformação: a Reforma Tributária, com implementação gradual até 2027. A promessa é de simplificação, mas o novo modelo também representa um risco para empresas que vendem em marketplaces sem uma estrutura tributária e operacional preparada. Para Lucas Schwichtemberg, fundador e CEO da HimmelCorp, o diagnóstico é direto. “A reforma não vai matar os pequenos negócios que dependem do e-commerce, mas vai derrubar os amadores”.

A HimmelCorp acompanha ativamente mais de 659 operações em plataformas como Mercado Livre e Amazon. O padrão identificado se repete independentemente do porte: são aqueles vendedores que não distinguem entre faturamento e caixa; que não controlam prazo de pagamento e recebimento, e que operam no improviso.


O coração da mudança está no split payment. Hoje, o vendedor recebe o valor integral da venda, usa o dinheiro no giro do negócio e paga o imposto no mês seguinte. Um ciclo de crédito informal que a maioria das operações usa como oxigênio, ainda que sem perceber. Com o novo método de cobrança de impostos,

o tributo é retido no momento da transação. Assim, o dinheiro entra na conta do vendedor sem o valor destinado ao imposto.

“O impacto será sistêmico”, aponta Schwichtemberg. “Existem levantamentos que apontam que o pagamento dos impostos diretamente no ato da compra, somente das dez maiores varejistas de capital aberto do país equivalerão a R$ 12 bilhões anuais repassados diretamente ao governo — cerca de 40% dos tributos totais dessas empresas, num montante aproximado de R$ 30 bilhões retirados do fluxo de caixa do varejo”.

Há ainda um risco que poucos estão discutindo abertamente: a responsabilidade solidária das plataformas. Com a nova legislação, se o vendedor deve ao fisco, o marketplace responde junto. O efeito prático é imediato — plataformas como Mercado Livre e Shopee passam a ter interesse direto em exigir conformidade fiscal de seus vendedores.

“A carga tributária histórica do Brasil empurrou gerações inteiras para o improviso. Grande parte dos vendedores em risco opera com alguma informalidade — não por desonestidade, mas por sobrevivência. Agora os marketplaces virarão os olhos do governo sobre essas operações.”

Janela aberta | A transição é gradual. E essa gradualidade, para Schwichtemberg, é uma boa notícia, desde que aproveitada. “Quem age em 2026 tem mais saídas do que quem esperar 2027 chegar.”

Para o médio prazo, Schwichtemberg organiza o caminho em três frentes:

  • Simular antes de decidir. A escolha entre Simples, Lucro Presumido e Simples Híbrido depende do perfil de cada operação. Não existe resposta certa no genérico. Tomar essa decisão sem simulação é garantia de pagar mais do que o necessário — ou de perder competitividade no B2B. O prazo para isso é 2026, não 2027.
  • Construir o “open door” agora. O termo da HimmelCorp para a reserva operacional que separa o caixa da empresa do caixa do imposto. A regra prática: não compre estoque que demora 60 dias para vender se precisa pagar o fornecedor em 30. Esse desequilíbrio quebra operações com margem positiva.
  • Gastar menos em publicidade e vender mais. Quem mede sucesso pelo faturamento sem olhar o custo de aquisição e a margem por produto vai ver a reforma corroer o que sobrou. Em um cenário de menor giro de caixa, cada real mal gasto em anúncios é um real que faz falta no próximo pagamento de fornecedor.

Conversão pode crescer até 5x quando operação se conecta e mapa revela complexidade real do e-commerce 

Entre o clique e a entrega, uma cadeia de decisões simultâneas e integradas sustenta cada pedido sem margem para falhas. Um modelo apresentado no estande da Quality Digital durante o VTEX Day 2026 transformou a operação digital em um mapa de estações e evidenciou que a automação tem ampliado a velocidade das operações, ao mesmo tempo em que aumenta a dependência entre sistemas. Aplicações apresentadas no evento indicam que a integração entre diferentes frentes da jornada pode impulsionar resultados, com casos como o da Osklen, que registram crescimento de até cinco vezes na conversão de recuperação de pedidos em canais conversacionais ao conectar dados, atendimento e execução ao longo do processo. Cada pedido percorre uma sequência contínua de decisões executadas simultaneamente para que a jornada funcione de forma consistente. 

Inspirado na lógica de redes de transporte, o modelo organiza o e-commerce como uma estrutura em que diferentes fluxos operam de forma paralela e interdependente. B2C, B2B, D2C, marketplace e omnichannel aparecem como linhas que se cruzam ao longo da jornada e se conectam a pontos críticos que sustentam a execução. Decisões relacionadas à catálogo, preço, disponibilidade, pagamento, gestão de pedidos, logística e entrega deixam de atuar de forma isolada e passam a compor uma rede integrada, na qual o desempenho depende da consistência entre dados e sistemas. 

A proposta apresentada desloca a leitura tradicional do commerce digital, que por muito tempo foi organizada de forma sequencial. Ao posicionar o pedido como elemento central, o modelo mostra que a continuidade da jornada depende da coordenação entre múltiplas camadas que operam ao mesmo tempo. “A venda deixou de ser um evento isolado e passou a ser orientada por dados ao longo de toda a operação. Quando essa base está organizada, é possível medir impacto direto em conversão, ticket médio e recorrência”, afirma Júlio Britto, CEO da Quality Digital.  

A ampliação de canais e integrações tem elevado o nível de complexidade operacional nas empresas. Plataformas de comércio, sistemas de gestão de pedidos, meios de pagamento, soluções de logística e ferramentas de relacionamento com o cliente passaram a atuar de forma simultânea, exigindo sincronização contínua. Com a redução da intervenção manual, o tempo de resposta diminui, enquanto inconsistências tendem a se propagar com maior velocidade ao longo da operação. 

As discussões apresentadas no evento indicam que o desempenho do e-commerce está cada vez mais associado à capacidade de execução. A geração de demanda perde relevância quando a estrutura operacional não sustenta a jornada até a entrega. Informações imprecisas no checkout, divergências de estoque e desalinhamentos logísticos afetam a experiência do consumidor, aumentam custos e impactam a percepção de valor da marca. 

De acordo com Roberto Ave Faria, diretor da Quality Digital, a execução da jornada precisa combinar precisão operacional com capacidade de adaptação à demanda. “O conceito de delivery promise funciona como um contrato de prazo de entrega e é decisivo para a finalização da compra, afinal qualquer desvio impacta diretamente a conversão e a confiança do consumidor”, afirma. O executivo também destaca a necessidade de evolução na forma como o varejo trabalha a hiperpersonalização da experiência. “No conceito de home for you, a vitrine digital passa a ser montada de acordo com perfil, histórico e interesse do cliente. Não adianta oferecer tudo para todo mundo. Quando a oferta não conversa com o comportamento, a jornada perde eficiência e a conversão não se sustenta”, diz. 

A leitura consolidada ao longo do evento indica que o crescimento sustentável do e-commerce depende menos do aumento de volume e mais da capacidade de coordenar decisões de forma integrada. Com a expansão dos canais digitais e o aumento das conexões necessárias para sustentar cada pedido, a eficiência operacional passa a definir o limite entre crescimento com rentabilidade e perda de desempenho. Ao tornar visível essa estrutura, o modelo apresentado contribui para uma compreensão mais precisa dos fatores que determinam o resultado no comércio digital. 

Shopee e Viih Tube mostram força do social commerce com live que movimenta R$ 125 mil em uma hora e ultrapassa 250 mil visualizações

Impulsionada pelo avanço do social commerce, a categoria de beleza na Shopee vem registrando forte expansão e mudança nos hábitos de compra. Um exemplo disso aconteceu na última terça-feira, 12 de maio, em uma live da marca Spoiler, da influenciadora Viih Tube, na Shopee, que em apenas 1 hora de duração registrou mais de 250 mil visualizações, com média de 15 minutos de tempo de exibição por usuário. Durante a live também, foram vendidos mais de 1,3 mil itens, gerando faturamento de R$ 125 mil.

O desempenho da transmissão reforça a consolidação do social commerce como um dos principais motores de crescimento da categoria de beleza na plataforma. Segmento esse que já alcança 35 milhões de pessoas mensalmente e registrou crescimento de 55% em pedidos na comparação entre abril de 2025 e abril de 2026. O destaque também fica para o crescimento acelerado do live commerce, que avançou mais de 300% no número de transmissões realizadas por vendedores e marcas de beleza em um ano.

Em maio, além da live da Spoiler, uma série de conteúdos ao vivo com marcas e criadores reforçou esse movimento, com programações como Aura Beauty com Jade Picon e Salon Line com a embaixadora e cantora Melody. As transmissões conectaram consumidores, marcas e criadores em experiências interativas dentro da plataforma, ampliando o alcance das campanhas e fortalecendo o engajamento em tempo real.

“O universo de beleza na Shopee reflete a força do social commerce no Brasil, onde conteúdo, criadores e compras se conectam em um mesmo ambiente. As transmissões ao vivo ampliam essa experiência ao aproximar marcas e consumidores em tempo real, favorecendo a descoberta e a aquisição de produtos em uma jornada de compra mais interativa e dinâmica”, afirma Felipe Piringer, Diretor de Marketing da Shopee.

Criadores impulsionam a descoberta e o consumo de beleza

social commerce se consolida como tendência na categoria de beleza na Shopee, que tem como essência oferecer uma experiência de compra divertida e personalizada, especialmente dentro do aplicativo. Nesse ambiente, conteúdo, recomendações e interações em tempo real orientam a jornada, com os criadores assumindo papel central na influência desse ecossistema.

Segundo a Pesquisa Creators & Negócios 2025, da YouPix, o segmento de beleza concentra 25,73% dos criadores, sendo a área com maior participação entre esses profissionais. Esse dado demonstra a velocidade com que tendências ganham alcance e influenciam decisões de consumo.

Entre os efeitos desse comportamento, algumas subcategorias também se destacam. Os body splashes, por exemplo — item em ascensão na perfumaria nos últimos anos — registraram crescimento de 4x nas vendas entre 2024 e 2025, segundo dados da Shopee, consolidando-se como produtos de alto giro, fortemente impulsionados por criadores e tendências digitais.

Em um ano, o volume de transmissões realizadas por vendedores e marcas na Shopee do segmento mais do que quadruplicou, passando de aproximadamente 2 mil lives em janeiro de 2025 para mais de 12 mil em janeiro de 2026, representando um crescimento superior a 300%. Desde o lançamento do Shopee Live, em 2022, a funcionalidade já soma mais de 8 bilhões de visualizações e 40 bilhões de curtidas.

“Quando a gente criou a Spoiler, nunca foi só sobre vender, sempre foi sobre conexão, sentir e intuição. O social commerce entra exatamente aí: as pessoas não querem só comprar, querem confiar em gente de verdade. Querem ver alguém usando, testando e indicando. Pra mim, social commerce é uma extensão da nossa comunidade, onde a marca ganha vida nas lives, nos vídeos e nos reviews. É ali que a gente troca, escuta e constrói junto. E o mais incrível é que qualquer pessoa pode fazer parte e crescer com a gente. A Spoiler deixa de ser só nossa e vira de todo mundo”, afirma Viih Tube, influenciadora e empresária à frente da Spoiler.

As lives trazem mais autenticidade e proximidade, permitindo que o consumidor veja o produto em uso real e tire dúvidas com rapidez. “É um formato que torna a decisão mais ágil, informada e consciente demonstrando nosso objetivo como plataforma, de proporcionar as melhores experiências de compra online para os consumidores”, comenta Felipe Piringer.