Başlatmahaber2026'da perakende pazarlamasındaki trendler

2026'da perakende pazarlamasındaki trendler

O varejo está entrando em uma nova fase, na qual, além de adotar tecnologia, ele está reorganizando seu modelo de crescimento, colocando mídia, dados e experiência no centro da estratégia. Isso acontece em meio a um cenário em que a inteligência artificial e outras tecnologias se tornam parte do coração das operações dos varejistas, como apontam dados do estudo State of AI in Retail and Consumer Package Goods: 2026 Trends, da NVIDIA, que mostram que 58% das empresas já utilizam IA de forma ativa, enquanto outras 33% estão em fase de avaliação. Ao todo, 91% das companhias do setor já estão engajadas com IA, seja em uso ou análise, e 89% afirmam que a tecnologia contribui para o aumento da receita.

A discussão agora é muito mais sobre como escalar esse uso de forma integrada ao negócio e, em 2026, a competitividade estará diretamente ligada à capacidade dos varejistas de transformar dados em decisões, tecnologia em eficiência operacional e experiência em diferencial de marca.

Pensando nisso, o Felipe Malheiros, Gerente de Agências da Unlimitail, plataforma de Retail Media do Grupo Carrefour, listou cinco tendências que se destacam como estruturais para o presente e futuro do setor. Confira:

1. Aramanın Sonu ve Aracılı Ticaretin Başlangıcı

O varejo começa a migrar da lógica da busca por palavras-chave para um modelo baseado em agentes de inteligência artificial, capazes de entender intenção, contexto e momento. Iniciativas anunciadas recentemente por Walmart e Google, por exemplo, apontam para um novo comportamento do consumidor: ao invés de procurar produtos, ele conversa com um assistente que planeja, cria o carrinho e executa a compra.

"Bu senaryoda, arama çubuğu önemini kaybediyor ve karar zekâ tarafından yönlendiriliyor. Markalar ve perakendeciler için etki doğrudan: Temsilciyi etkileyen kişi, sonuçta satışı da etkiliyor," diye analiz ediyor yönetici.

2. Consolidação do Retail Media

Depois de anos de testes e pilotos, 2026 marca a virada definitiva do Retail Media como linha relevante de receita. O que antes era tratado como complementar passa a ser estruturado como unidade de negócio, com metas claras, integração com trade, mídia e CRM, e impacto direto na margem do varejo.

O discurso agora é mais consistente: Retail Media deixa de ser uma estratégia incremental e se torna essencial para financiar preço, experiência, inovação e rentabilidade. Para as marcas, é o canal mais próximo da decisão de compra, enquanto para o varejo é o elo entre audiência, dados e monetização em escala.

3. A loja como palco: o ponto físico vira meio de comunicação

A loja física não é mais somente um espaço de exposição de produtos e está se transformando em um ambiente de mídia totalmente expressivo, onde prateleiras, geladeiras, corredores e fachadas passam a funcionar como ativos de comunicação endereçáveis e mensuráveis.

“Diversos estudos mostram que telas digitais no ponto de venda geram incrementos reais de vendas, ao mesmo tempo em que criam margens significativamente superiores às do varejo tradicional. Para a Unlimitail, o Retail Media in-store representa uma evolução natural da loja física, combinando performance para marcas, aumento de margem para o varejo e mais beleza e fluidez para a experiência do consumidor”, comenta Malheiros.

4. Daha az konuşma, daha çok eylemle geniş ölçekte istihbarat.

A inteligência artificial saiu de um lugar de experimentação e passou a ser infraestrutura. O foco agora, portanto, está na implementação em larga escala para previsão de demanda, gestão de estoque, precificação dinâmica e personalização real.

O objetivo é reduzir a fricção entre o que o consumidor quer e o que o varejo consegue entregar, no momento certo e no canal certo. Aqui, dados deixam de ser relatório e viram motores de decisão, eficiência operacional e rentabilidade.


5. Müşteriden üyeye: Değer ekosistemi olarak perakende

Tamamen ticari ilişki anlayışı geçerliliğini yitiriyor. En gelişmiş perakendecilik, ürünlerin, hizmetlerin, verilerin ve medyanın entegre bir şekilde çalıştığı, üyelik, tekrarlayan gelir ve ömür boyu değer temelli modellere doğru ilerliyor.

“Um exemplo dessa lógica é o Sam’s Club, rede que já nasce com mentalidade de membro e vem evoluindo para um modelo de cadeia de valor completa. A proposta vai além da compra pontual e envolve curadoria, benefícios exclusivos, serviços e uma experiência de loja pensada para quem faz parte do ecossistema”, conta Felipe.

Nesse contexto, o Retail Media, além de um canal de monetização, passa a integrar a própria experiência do membro, conectando marcas a audiências qualificadas em momentos reais de decisão, sem romper a jornada. O foco deixa de ser vender mais vezes e passa a ser gerar mais valor ao longo do tempo.


Bu durum perakende sektörü için ne anlama geliyor?


Há uma mudança estrutural, na qual o varejo se torna menos linear, menos transacional e muito mais inteligente, midiático e conectado ao momento. O Retail Media, especialmente dentro da loja física, se consolida como um dos principais pilares de crescimento do setor, tanto como fonte de receita adicional quanto como ferramenta para ampliar a margem do varejo, entregar performance real para marcas, financiar melhores experiências e transformar a loja em um espaço mais vivo, relevante e atrativo.

“O futuro do varejo não é somente sobre vender mais. É sobre conectar melhor, monetizar melhor e criar experiências mais relevantes”, finaliza Felipe Malheiros.

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