البدايةགསར་དཔོནEvolução do Pix com o MED 2.0 exige nova postura de segurança...

Evolução do Pix com o MED 2.0 exige nova postura de segurança e gestão de riscos do e-commerce

O Pix alcançou uma escala que transformou a forma como empresas e consumidores movimentam dinheiro no Brasil. Segundo dados divulgados pelo Banco Central em 2026, mais de 170 milhões de pessoas físicas já utilizam o sistema, que registrou bilhões de transações e movimentou trilhões de reais em um único mês. Ao mesmo tempo em que o meio de pagamento se consolida como peça central do comércio digital, o aprimoramento do Mecanismo Especial de Devolução, conhecido como MED 2.0, amplia a necessidade de atenção das empresas para riscos relacionados a fraude, rastreabilidade e gestão financeira.

Para Nassor de Oliveira Ramos, membro da equipe de Risco/Compliance da UNICOPAG, a evolução do mecanismo muda a percepção de segurança que acompanhou a expansão do Pix e exige uma nova postura das empresas que recebem pagamentos digitais. “Durante muito tempo, o Pix foi tratado pelas operações como um meio de pagamento em que a liquidação imediata representava também uma espécie de encerramento definitivo da transação. Com o avanço dos mecanismos de devolução e de rastreamento, essa percepção precisa ser revista. O negócio passa a precisar de processos capazes de acompanhar a transação para além do momento em que o dinheiro entra em conta, com mais controle, rastreabilidade e capacidade de resposta diante de situações de fraude ou contestação.”

Banner promocional da Forhold para gestão de varejo com convite para teste gratuito de 30 dias

O movimento ocorre justamente quando o Banco Central amplia as ferramentas de segurança do sistema. O MED 2.0 foi desenvolvido para permitir o rastreamento de recursos transferidos em fraudes para além da primeira conta que recebeu o dinheiro, enquanto o autoatendimento do MED passou a facilitar a contestação de transações fraudulentas diretamente pelos aplicativos das instituições financeiras. Para o e-commerce, a evolução reforça a importância de estruturas de monitoramento e gestão de risco, principalmente em operações de alto volume e margens reduzidas, nas quais ocorrências isoladas podem gerar impactos financeiros relevantes.

Nesse contexto, a discussão deixa de estar restrita à segurança bancária e passa a alcançar a própria sustentabilidade das operações digitais, que precisam equilibrar velocidade de recebimento com capacidade de controle e resposta. Na avaliação de Nassor, a mudança representa um amadurecimento do ecossistema de pagamentos e exige que lojistas, plataformas e intermediadores repensem seus processos. “O avanço do MED não deve ser interpretado apenas como um aumento de risco para quem vende, mas como um sinal de amadurecimento do mercado. A velocidade do Pix continua sendo uma vantagem competitiva, mas ela precisa estar acompanhada de inteligência transacional, monitoramento e parceiros preparados para atuar diante de eventos que podem impactar diretamente o caixa e a continuidade da operação.

E-Commerce Update
E-Commerce Updatehttps://www.ecommerceupdate.com.br/
A E-Commerce Update هي شركة مرجعية في السوق البرازيلي، متخصصة في إنتاج ونشر محتوى عالي الجودة حول قطاع التجارة الإلكترونية.
MATÉRIAS RELACIONADAS

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

RECENTES

MAIS POPULARES

RECENTES

MAIS POPULARES

RECENTES

MAIS POPULARES