O iFood, maior plataforma de delivery da América Latina, é a única empresa do setor no Brasil a cumprir as exigências do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no ambiente digital. Por isso, o Ministério da Justiça reclassificou a plataforma de +18 para +14, reconhecendo oficialmente como eficientes os mecanismos implementados para impedir o acesso de menores a bebidas alcoólicas e outros produtos destinados ao público adulto.
A adequação do iFood vai além do cumprimento formal da lei. Ao tentar adquirir produtos restritos, o usuário menor de idade tem a compra bloqueada automaticamente no ato da transação. A plataforma verifica o CPF e a data de nascimento do comprador e cruza essas informações com um bureau de dados, assegurando a autenticidade da identidade declarada, sem que o pedido avance caso o comprador seja menor de idade. Após a primeira tentativa, mesmo que seja informado o CPF e a data de nascimento de um maior de idade, a conta é automaticamente bloqueada de seguir com a compra.
“A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital é uma responsabilidade que o iFood leva muito a sério. Desenvolvemos uma solução que alia rigor técnico, privacidade e uma experiência fluida para os usuários, garantindo que a verificação de idade seja feita de forma segura, eficiente e em plena conformidade com a legislação brasileira”, afirma Camila Nagano, Head de Jurídico e de Privacidade do iFood.
Além de ser um marco regulatório no setor, a mudança reconhece a segurança que isola o iFood de seus concorrentes. A decisão do Governo Federal de revisão da classificação reitera a validade dos mecanismos de inteligência e segurança desenvolvidos pela marca para a proteção de menores de idade que acessam a plataforma.



