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Marketing e eSports: como as marcas estão aproveitando o mercado gamer

A indústria de jogos eletrônicos está cada vez mais competitiva, visto que houve um crescimento exponencial, nos últimos anos, de pessoas ativas nas plataformas online de games. Os eSports, como são conhecidos, tiveram sua popularidade aumentada devido aos eventos transmitidos ao vivo e simultaneamente para diversos países, com milhares de competidores em todo o mundo. 

Esse público é conhecido por ser tech-savvy – termo em inglês que se refere às pessoas que possuem alto conhecimento e são habilidosas no uso de tecnologia e dispositivos digitais –, por isso, é engajado e leal às suas marcas favoritas de jogos e equipes. A diversidade de interesses, e de jogadores internacionais, torna o público dos eSports um mercado atraente e dinâmico. 

De acordo com a Pesquisa Game Brasil (PGB), 81,2% dos entrevistados revelaram que costumam jogar no universo de eSports, e 88,3% das pessoas assistem a partidas e campeonatos de jogos eletrônicos. O tempo investido na atividade dura entre 1 e 3 horas para 50,8% dos gamers que responderam à pesquisa. 

Com tamanha expressividade no mercado, as empresas perceberam o potencial que o setor traz para as marcas e estão começando a utilizar estratégias de marketing para aumentar a visibilidade, engajar novos públicos e explorar novas oportunidades de negócios. 

Ainda segundo o estudo da PGB, 55,5% dos entrevistados afirmam utilizar notebooks e computadores para jogar games eletrônicos. Por isso, a comercialização de hardwares que melhoram o desempenho dos jogos, além de equipamentos e acessórios tecnológicos para PC, tende a ter muitos adeptos no mercado gamer. 

Dispositivos de armazenamento e memórias para PC de alta qualidade, como HDs e SSDs internos e externos, por exemplo, influenciam diretamente na execução dos jogos eletrônicos, trazendo mais dinamismo, velocidade, processamento de dados e alto desempenho durante as partidas e torneios. Gabinetes e teclados de design inovador também podem ser atrativos para o público gamer, que deseja itens mais personalizados para a atividade. 

Não podemos esquecer da importância de ter uma fonte de alimentação confiável, como as da XPG, por exemplo, que garantem um fluxo de energia contínuo e otimizado, maior economia de energia e a segurança de jogar por horas ininterruptas, sem surpresas. 

Além de estratégias de vendas de hardware, campanhas publicitárias nas plataformas de jogos, conteúdo de influenciadores e patrocínios estão entre as possibilidades de marketing que as empresas podem investir dentro deste cenário. 

As marcas podem aproveitar a popularidade dos eSports patrocinando eventos, equipes ou streamers. Anúncios em transmissões ao vivo, banners digitais e campanhas direcionadas dentro dos jogos também são formas eficazes de alcançar o público dos jogos eletrônicos. Além disso, os influenciadores têm uma relação íntima com suas audiências e podem promover produtos e serviços de maneira autêntica e convincente. 

Uma dica importante para quem está planejando fazer ações de marketing nesta área é procurar as organizações, equipes ou jogadores que estão preparados para produzir conteúdo de qualidade e ter entregas profissionais e satisfatórias para o cliente. Dessa forma, é possível conquistar o retorno sobre o investimento tão almejado no mundo do marketing e estabelecer uma parceria duradoura e benéfica para ambos os lados. 

Portanto, entrar no mercado de eSports pode ser desafiador devido à necessidade de entender a cultura e as dinâmicas da comunidade. As empresas precisam investir tempo em pesquisa e estabelecer conexões autênticas com o público, seja para estratégias de comercialização de peças para PC ou para visibilidade de marca. 

*Thiago Tieri é Gerente de Marketing da ADATA/XPG no Brasil.

Com o aumento constante de ciberataques em 2024, entenda os principais desafios e soluções para as empresas

A cibersegurança tem se tornado um dos pilares fundamentais para a sobrevivência e crescimento das empresas no cenário digital atual. Em 2024, as ameaças cibernéticas continuam a evoluir em complexidade e sofisticação, colocando em risco não apenas informações confidenciais, mas também a reputação e a continuidade dos negócios. 

Entre as ameaças mais prevalentes, destacam-se os ataques de ransomware, que têm sido uma dor de cabeça constante para empresas de todos os tamanhos. Esses ataques bloqueiam o acesso aos dados da empresa, exigindo um resgate para a liberação. A sofisticação desses ataques aumentou, com criminosos cibernéticos utilizando técnicas avançadas de criptografia e ameaçando divulgar informações confidenciais caso o resgate não seja pago. 

Outra ameaça significativa são os ataques de phishing, onde hackers enganam os funcionários para que divulguem informações sensíveis ou instalem malware. Estes ataques são cada vez mais direcionados e personalizados, tornando-os difíceis de detectar. Além disso, as ameaças internas representam um grande desafio. Funcionários insatisfeitos ou negligentes podem causar danos significativos, seja de forma intencional ou acidental. 

A falta de treinamento adequado e de políticas de segurança robustas contribui para o aumento desse risco. A Internet das Coisas (IoT) também introduz novas vulnerabilidades, com dispositivos conectados muitas vezes sendo alvo de ataques devido a configurações de segurança inadequadas.

Para combater essas ameaças, as empresas precisam adotar uma abordagem multifacetada de cibersegurança. A implementação de uma infraestrutura de segurança robusta é crucial. Isso inclui firewalls avançados, sistemas de detecção e prevenção de intrusões, e soluções de segurança baseadas em inteligência artificial que podem identificar e responder a ameaças em tempo real. A criptografia de dados, tanto em repouso quanto em trânsito, é fundamental para proteger informações sensíveis

O treinamento contínuo de funcionários é outra peça chave na defesa contra ciberataques. Os colaboradores devem ser educados sobre as melhores práticas de cibersegurança, como reconhecer e evitar e-mails de phishing e utilizar senhas fortes e únicas. Programas de conscientização e simulações de ataques podem ajudar a manter a equipe alerta e preparada.

A gestão de vulnerabilidades é igualmente importante. Realizar auditorias de segurança regulares e testes de penetração pode identificar e corrigir fraquezas antes que sejam exploradas por criminosos. Além disso, a implementação de uma política de atualizações e patches para todos os sistemas e dispositivos garante que as últimas proteções contra ameaças conhecidas estejam em vigor.

Em 2024, a cibersegurança enfrenta desafios críticos e emergentes, evidenciados por dados recentes que destacam a gravidade da situação. Segundo relatório da Check Point Software, o aumento de ataques de ransomware, contou com um crescimento de 57% no número de incidentes direcionados a empresas em 2023 e um custo global previsto de US$ 26 bilhões para 2024, aponta a Cybersecurity Ventures,  reflete a crescente sofisticação e impacto desses ataques. Dispositivos IoT também estão no centro das preocupações, o relatório da Gartner com uma previsão de que até 2025, 75% dos ataques a esses dispositivos serão direcionados a empresas, e um custo anual relacionado a violações de dados da ordem de US$ 14 trilhões em 2023, segundo a Forrester Research. 

À medida que as ameaças cibernéticas continuam a evoluir, as empresas devem estar preparadas para adaptar e fortalecer suas estratégias de segurança. Investir em tecnologia avançada, treinamento de funcionários e uma gestão proativa de vulnerabilidades são passos essenciais para proteger os ativos digitais e garantir a continuidade dos negócios. A cibersegurança é um processo contínuo e dinâmico, que exige vigilância constante e adaptação às novas ameaças que surgem no horizonte. Em 2024, as empresas que estiverem mais bem preparadas serão aquelas que não apenas adotarem as melhores práticas de segurança, mas também cultivarem uma cultura organizacional voltada para a proteção de seus dados e operações.

IA em fintechs: desvendando mitos e abraçando a inovação responsável

No último dia 14, o Rio Innovation Week, maior evento global de tecnologia e inovação, foi ocupado por mais de 185 mil pessoas e utilizado para discutir um dos temas com maior repercussão no momento: a Inteligência Artificial (IA) nas fintechs. A interação de especialistas renomados possibilitou a desmistificação de conceitos populares, além de destacar a importância da transparência nos algoritmos e da qualidade dos dados. 

Mito 1: Dados não mentem


Um dos mitos mais difundidos sobre a IA é que “dados não mentem”. Embora os dados sejam fundamentais para treinar algoritmos e tomar decisões baseadas em informações, é crucial compreender que a qualidade dos dados e o contexto em que são coletados desempenham um papel fundamental. A realidade é que eles podem refletir vieses existentes na sociedade, reproduzindo preconceitos e desigualdades. Se não houver um cuidado rigoroso na seleção e no tratamento dos dados, a IA pode perpetuar e até amplificar esses vieses, resultando em decisões discriminatórias e injustas.

Para as fintechs, que lidam com informações financeiras sensíveis, a questão da qualidade e imparcialidade dos dados é ainda mais crítica. A confiança dos clientes é um ativo valioso, e qualquer sinal de injustiça ou discriminação pode minar a credibilidade da empresa. Portanto, é essencial implementar práticas de governança de dados que promovam a transparência, a imparcialidade e a privacidade, garantindo que a IA seja usada para capacitar e proteger os consumidores, em vez de prejudicá-los.

Mito 2: IA aprende como um humano

Outro mito comum sobre a IA é que ela aprende e toma decisões da mesma forma que um ser humano. Embora essa ferramenta possa simular certos aspectos do pensamento humano, é fundamental compreender que ela opera com base em padrões estatísticos e probabilísticos, sem a capacidade de compreender o contexto ou exercer julgamento ético. Os algoritmos de IA são treinados para identificar correlações nos dados e otimizar uma determinada métrica, como a precisão de uma previsão ou a eficiência de um sistema automatizado.

No contexto das fintechs, essa distinção é crucial para garantir que a tecnologia seja usada de maneira ética e responsável. Embora a automação de processos e a análise de dados em larga escala possam trazer benefícios significativos, é essencial manter a supervisão humana em áreas críticas, como a tomada de decisões financeiras complexas ou o atendimento ao cliente em situações delicadas. Além disso, as empresas devem adotar abordagens transparentes para explicar as decisões da IA, fornecendo aos usuários insights sobre o processo de raciocínio e a origem das recomendações.

O caminho para a inovação responsável

À medida que a IA continua a transformar o cenário das fintechs, é fundamental que as empresas adotem uma abordagem de inovação responsável, priorizando a ética, a transparência e a equidade. Há algumas diretrizes que podem orientar esse processo:

1. Governança de Dados: estabelecer políticas e procedimentos para garantir a qualidade, a imparcialidade e a privacidade dos dados, incluindo a identificação e mitigação de vieses algorítmicos.

2. Explicabilidade da IA: desenvolver sistemas que possam explicar de forma clara e acessível as decisões e previsões da IA, permitindo que os usuários compreendam o raciocínio por trás das recomendações.

3. Supervisão Humana: integrar a expertise humana em processos críticos, como a revisão de decisões complexas, o gerenciamento de riscos e o atendimento ao cliente, garantindo a responsabilidade e a empatia.

4. Engajamento dos Stakeholders: envolver clientes, reguladores, especialistas em ética e outros stakeholders no desenvolvimento e na avaliação de soluções de IA, incorporando diferentes perspectivas e preocupações.

5. Educação e Conscientização: promover a alfabetização digital e a compreensão da IA entre os colaboradores, os clientes e a sociedade em geral, capacitando as pessoas a fazer perguntas críticas e tomar decisões informadas.

A Inteligência Artificial tem o potencial de impulsionar a inovação, a eficiência e a inclusão no setor financeiro, mas seu uso deve ser pautado pela responsabilidade. Ao desvendar mitos e reconhecer as limitações do recurso, as fintechs podem estabelecer um novo padrão de excelência, construindo soluções que inspiram confiança, promovem a equidade e capacitam os consumidores. 

Evento exclusivo da TMB vai revelar estratégias para quem quer escalar no mercado digital

Nos dias 2 e 3 de outubro, das 9h até as 20h, a TMBfintech especialista em pagamento através de boleto parcelado, vai promover, em São José dos Campos (SP), o evento Tem Mais nos Bastidores, voltado exclusivamente a infoprodutores parceiros que desejam escalar o faturamento do seu negócio digital. São apenas 250 convites

Segundo Reinaldo Boesso, especialista financeiro e CEO da TMB, o mercado digital oferece cada vez mais oportunidades, e também a concorrência, por isso, conhecer estratégias e ferramentas relacionadas a esse setor se torna uma necessidade. “Pensamos nesse evento como uma forma de compartilhar conhecimento e oferecer networking de qualidade aos participantes. Acreditamos que conhecimento é uma ferramenta poderosa, que pode transformar vidas e abrir portas para novas oportunidades”, afirma.

De acordo com o empresário, a participação no evento deve ser considerada uma oportunidade valiosa, uma vez que possibilitará conhecer estratégias para escalar as vendas e acesso a um network qualificado. “ A ideia principal é ajudar o nosso cliente a performar melhor em todos os aspectos, afinal se ele ganha mais, o nosso faturamento também acompanha esse mesmo movimento”, destaca Boeso.

Serão mais de doze horas de conteúdo de alto valor e palestras com especialistas do mercado, uma oportunidade única para nossos parceiros terem acesso aos bastidores, estratégias e números de grandes lançamentos. 

No evento Tem Mais nos Bastidores estarão presentes infoprodutores cujo faturamento já ultrapassa R$ 1 bilhão. Além de Reinaldo Boesso, os participantes poderão aprender com Elton Euler, empresário idealizador do método O corpo explica; Renato Torres, fundador do  corpo Explica; e Filippe Holzer, um dos responsáveis pela estratégia dos maiores players do mercado digital. 

“Neste evento, também liberamos o aprendizado para mais um parceiro de negócios à escolha do participante. Quem for, poderá levar um acompanhante, seja um sócio ou membro da equipe, para acompanhar o conteúdo e aproveitar o máximo de insights para a sua operação”, finaliza o CEO da empresa. 

SERVIÇO:

Evento:  Tem Mais nos Bastidores

Dias 2 e 3 de outubro

Das 9h às 20 horas

Rua Salviano José da Silva, 210 – Eldorado, São José dos Campos (SP)

Mais informações: TMB (tmb-oficial.com.br)

Black November 2024: pesquisa realizada pela Rcell revela as expectativas do mercado varejista, planejamento antecipado e investimento em tecnologias

Ao longo dos anos, a Black Friday deixou de ser limitada a uma única sexta-feira de descontos, estendendo-se por todo o mês e sendo agora chamada Black November. Com a proximidade desse evento tão importante para o varejo, a Rcell, uma das maiores distribuidoras de tecnologia do país, realizou uma pesquisa proprietária com os principais varejistas regionais de 13 estados do Brasil. Os resultados indicam uma expectativa generalizada de aumento no ticket médio e no volume total de vendas para este ano.

O levantamento constata que cerca de 70% dos varejistas entrevistados esperam um crescimento no faturamento em comparação a 2023, que teve a maior venda histórica em unidades. Além disso, estratégias como o uso intensivo de e-mail marketing, WhatsApp para comunicação e promoções, e telemarketing ativo, foram destacadas como as principais ferramentas para engajar os clientes e impulsionar vendas.

“A Black November deste ano é a grande oportunidade para os varejistas brasileiros, tanto para aumentar suas receitas, quanto para reforçar suas marcas no mercado. As expectativas positivas predominam, e os dados que coletamos mostram que, com planejamento estratégico e uso eficiente das ferramentas de marketing, o varejo pode alcançar resultados expressivos nesta data tão aguardada”, afirma Alexandre Della Volpe Elias, CMO do Grupo Rcell.

A pesquisa também revelou que para 75% dos varejistas o planejamento das promoções de Black November começa dois meses antes do evento. A principal estratégia adotada para se preparar para o aumento da demanda é a antecipação das negociações com os fornecedores, garantindo assim um estoque adequado para atender ao fluxo de vendas.

Outro ponto destacado no estudo é a atenção voltada para a experiência do cliente, onde 73% dos varejistas adotam melhorias com base no feedback dos clientes e têm priorizado a comunicação das ofertas, a logística, sortimento de produtos em oferta, condições de pagamento, informações sobre o produto, além do investimento em tecnologia, melhorando a navegação e usabilidade de sites e aplicativos.

“O foco dos varejistas está em assegurar que cada contato seja uma oportunidade para surpreender positivamente o consumidor, reforçando a confiança na marca. Essa preocupação em ouvir os clientes e levar em consideração os feedbacks recebidos mostra o esforço constante em criar uma experiência de compra cada vez mais alinhada às necessidades e desejos do público”, explica Elias.

O estudo também mostrou que 50% do público decisor de compra é feminino e a faixa etária predominante varia de 35 a 50 anos. Além disso, 80% dos entrevistados afirmaram que o ticket médio das compras varia de R$ 500 a R$ 1.500,00. Para alcançar esse público, os varejistas apostam em canais como redes sociais e WhatsApp para aumentar a eficácia das ofertas e em promoções focadas em smartphones, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática.

Avaliando pelo lado do consumidor, de acordo com pesquisa divulgada pela NielsenIQ GfK Brasil, o ano de 2024 apresenta uma boa performance nas principais sazonalidades do ano. Em comparação a 2023, o Saldão Janeiro teve um crescimento de 5% em faturamento, a Consumer Week aumentou 23% em vendas de unidades e 10% em faturamento, e Dia das Mães teve um crescimento de 14% em unidades e 5% em fatiramento, e a Black November tende a seguir esse movimento.

A tendência é que em 2024, por conta do evento climático La Niña durante o período, produtos como cafeteira, lava e seca, secador de cabelo e produtos relacionados ao maior conforto e praticidade em dias frios. No geral, segundo o estudo, a categoria que também tende a manter o bom resultado é a de refrigeradores, com aumento de 15% na procura.

A pesquisa destaca, também, que comportamento do consumidor tende a mudar com relação a 2023, ou seja, eles estarão mais confortáveis em investir neste ano e um dos principais motivos de investimento é a troca de produtos quebrados ou antigos e compra de produtos por recomendação.

O perfil do consumidor é outro dado que chama a atenção na pesquisa: 57% são mulheres de até 44 anos, consolidando o público feminino como decisor de compra. A escolha do tipo de varejo é outro ponto considerável durante a Black November, com 64% optando por varejos que oferecem os melhores preços, 28% pelos que contam com entrega grátis, 25% optam pela disponibilidade, 17% pelo parcelamento e 16% pela facilidade de comparar os produtos. Esse último destaca um dos motivos dos varejistas investirem em tecnologias e melhor navegabilidade dos seus sites.

Outro dado importante é que o canal online apresenta estabilização nos últimos anos, mas ainda continua como protagonista da sazonalidade: ao longo do ano em torno de 25% das jornadas são puramente físicas, na Black November elas representam 22%, refletindo a importância do digital durante o mês de promoções.

Embora o investimento em estratégias de marketing digital, juntamente com a atenção à experiência do cliente destaca-se como um diferencial para os varejistas que buscam diferencial nesse período competitivo, ajustar as ofertas para o novo cenário de novas demandas dos consumidores se mostra ainda mais vantajoso para a maximização de vendas, tornando a Black November não apenas um evento lucrativo, mas alinhado às tendências emergentes. “A combinação entre as estratégias e a antecipação dos novos comportamentos de consumo pode garantir resultados muito mais expressivos”, conclui Elias.

Empresas terão mais prazo para realizar suas compensações tributárias

É inegável que a recuperação de créditos tributários é um importante instrumento para as empresas brasileiras de todos os portes. Porém, a Instrução Normativa RFB nº 2.055/2021,  da Receita Federal do Brasil, gera o entendimento para o órgão federal  que a compensação dos créditos deveria ser finalizada dentro do prazo de cinco anos do trânsito em julgado da ação judicial que reconheceu o direito do contribuinte. 

Tal entendimento, além de contrariar o teor do artigo 168 do Código Tributário Nacional (CTN), impacta significativamente os contribuintes que possuem créditos tributários volumosos. A depender da estrutura operacional da empresa, não é possível utilizar a totalidade destes créditos em um curto espaço tempo.

Decisões dos Tribunais Regionais Federais (TRFs), no entanto,  vêm reconhecendo que este prazo não deve ser aplicado para a  utilização dos créditos, mas como limite para que se inicie o procedimento de compensação.

Uma decisão bastante significativa foi a da 13ª Turma do TRF da 1ª Região. O Desembargador-Relator do caso, Jamil Rosa de Jesus Oliveira, proferiu voto sustentando que “(…) o prazo de cinco anos é apenas para o início do procedimento compensatório e, considerando que já foi iniciada a compensação, é cabível o aproveitamento do montante total dos créditos reconhecidos judicialmente, até o seu esgotamento”.

Outra decisão, agora da 12ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte/MG, em um mandado de segurança impetrado pelo Marcos Martins Advogados para um cliente do ramo metalúrgico, afastou o prazo de cinco anos imposto pela RFB, reconhecendo que não há qualquer limite temporal para que a empresa realize a compensação tributária de seus créditos. A decisão garante maior estabilidade ao fluxo de caixa da empresa, que não será impedida de “surpresa” de compensar seus créditos.

Em sua sentença, o Juiz Federal Daniel Carneiro Machado afirmou “que não se afigura razoável impor às empresas a exigência de consumir/compensar seus créditos tributários em determinado período de tempo, se a existência de débitos vincendos a compensar depende de seu porte e atividade. Tal exigência constituiria manifesta arbitrariedade sem nenhum fundamento legal, criando clara restrição à compensação do crédito pago indevidamente em afronta ao título executivo judicial.

O entendimento que se consolida representa expressiva vitória para os contribuintes na interpretação da legislação de compensação tributária e demonstra a essencialidade do apoio de uma equipe jurídica para o assessoramento das empresas.

Com a nova interpretação, as empresas agora têm a oportunidade de planejar melhor como e quando usar seus créditos tributários, o que pode ajudar a aliviar a pressão financeira, permitindo uma atuação mais estratégica e mais adequada às suas circunstâncias. 

ESPM e Instituto Caldeira promovem “O Poder Do Branding Em Tempos De Incerteza”

A ESPM, escola de referência em Marketing e Inovação voltada para negócios, e o Instituto Caldeira, hub que conecta pessoas e iniciativas por meio de inovação, promovem em 25 de setembro a aula O Poder do Branding em Tempos de Incerteza, com o professor da ESPM Gustavo Ermel. 

O encontro gratuito faz parte da Semana Caldeira e debate como os princípios do marketing eficaz podem proporcionar segurança e clareza no cenário atual. “Em tempos de incerteza, seguir um plano sólido é essencial para reduzir a ansiedade e alcançar resultados consistentes” diz Ermel. 

Serviço 

Aula ESPM – O Poder do Branding em Tempos de Incerteza

Data: 25 de setembro

Horário: 9h às 11h

Espaço: Sala aula 1 – Campus

Localização: Instituto Caldeira – R. Frederico Mentz, 1606 – Navegantes, Porto Alegre

Inscrição: aqui

Marketing de influência no WhatsApp e Instagram também é para empresas menores; especialista explica e dá dicas

O marketing de influência – ou seja, estratégias que utilizam influenciadores digitais para conectar uma marca com o público – é eficiente e acessível para empresas menores também. É o que explica a consultora Paula Tebett, especialista em marketing digital com 15 anos de experiência e professora de cursos de MBA.

Paula Tebett oferece dicas e orientações no episódio 8 da série Conexão Poli Digital – um conjunto de videocasts ao vivo promovido pela Poli Digital, plataforma que automatiza e unifica canais de comunicação entre empresas e clientes. O episódio e toda a série estão disponíveis gratuitamente no YouTube, no endereço https://www.youtube.com/@poli.digital.

A especialista ressalta que o primeiro passo para uma empresa que deseja adotar o marketing de influência é identificar influenciadores cujo perfil se alinha às características do público com o qual se pretende comunicar. Por influenciadores, não se deve entender apenas celebridades, mas também pessoas formadoras de opinião em determinados nichos ou locais.

Dessa forma, a estratégia é aplicável não só para grandes empresas, pois é possível contratar formadores de opinião em escalas menores. O que é fundamental, reitera Paula Tebett, é que o influenciador ou a influenciadora “tenha a ver com a marca”, ou seja, o público-alvo deve ser observado ao selecionar um influencer. “É preciso localizar os influenciadores certos, de nichos específicos.”

Assim, o quesito primordial não é o número de seguidores em redes sociais. O primeiro ponto a ser analisado é se o que o influenciador ou influenciadora comunica, como se posiciona, como age, está em convergência com os propósitos da marca.

Para as práticas de marketing de influência, um equívoco recorrente, observa a consultora, está nos conteúdos designados ao influenciador ou influenciadora, bem como nas formas de veiculação. “Não adianta, por exemplo, pedir para o influenciador ficar fazendo ‘stories’ [recurso do Instagram] por fazer. É importante que seja um conteúdo que gere identificação entre os seguidores e o influenciador”, sublinha.

Paula Tebett chama a atenção para uma ferramenta com grande potencial, mas geralmente pouco explorada: o ‘status’ do WhatsApp. “Quase ninguém vê que pode ser uma estratégia”, afirma, mencionando suas próprias experiências bem-sucedidas com o uso desse recurso. “Quando utilizo, recebo muitas mensagens de retorno.”

A especialista também considera indispensável que uma empresa disponha de canais de comunicação automatizados e centralizados para o relacionamento com consumidores e clientes. Ela exemplifica, citando como é comum empresas receberem pelo Instagram um comentário ou mensagem de um consumidor e responderem pedindo para que ele entre em contato pelo WhatsApp.

“A pessoa [na maioria dos casos] não vai fazer isso. Esse é um dos erros mais comuns que as empresas não podem cometer. É preciso haver essa centralização automatizada por parte da empresa e não ficar levando o cliente de um lugar [canal de comunicação] para outro”, alerta.

Nesse sentido, Paula Tebett destaca a importância de plataformas como a Poli Digital, cuja solução tecnológica integra as comunicações de WhatsApp, Instagram e Facebook, viabiliza o uso de um mesmo número por vários atendentes e permite a criação de fluxogramas e automações para o atendimento ao cliente, entre outras funcionalidades. A Poli Digital é parceira oficial da Meta, grupo detentor do WhatsApp, Instagram e Facebook.

Free Flow: a revolução do transporte rodoviário no Brasil

A tecnologia do free flow, ou fluxo livre, recentemente autorizada em território nacional pela Lei nº 14.157/2021, está revolucionando o transporte rodoviário de cargas e frotas no Brasil. Embora seja uma novidade por aqui, o free flow já é amplamente utilizado em outros países como China, Estados Unidos, Portugal e nosso vizinho Chile.

O free flow é um sistema de pedágio sem cancelas, que permite que os veículos sejam identificados e tarifados por meio de pórticos instalados ao longo das rodovias. Esses pórticos fazem a leitura da placa ou do chip instalado nos veículos por meio de tags. Na prática, o motorista não precisa parar nem reduzir a velocidade ao passar pelo pedágio, o que resulta em economia, e traz diversos benefícios.

O pagamento pode ser feito de forma automática, por meio da tag instalada no para-brisa do veículo, que se comunica com os pórticos localizados no trajeto. Neste caso, o motorista recebe a cobrança do pedágio na própria fatura da tag. Já o usuário que não tem a tecnologia, precisa fazer o pagamento de forma manual, por meio do aplicativo ou site da concessionária da rodovia.

Além da facilidade de utilização e comodidade do pagamento na fatura, o uso da tag como meio de pagamento do free flow tem vantagens exclusivas, como o desconto de 5% sobre o valor do pedágio praticado, o Desconto Básico de Tarifa (DBT), destinado exclusivamente aos usuários da solução de pagamento automático.

O projeto, que iniciou sua implantação no Brasil em janeiro de 2023, está sendo instituído de forma gradual, tendo sua primeira instalação no estado de São Paulo iniciada na última quarta-feira (04.09). Implantada no município de Itápolis, o pórtico está localizado no km 179 da Rodovia SP-333. De acordo com a EcoNoroeste, concessionária responsável pela rodovia, o valor de cobrança se mantém o mesmo do pedágio anterior, de R$ 8,90. Enquanto usuários de tag pagam R$ 8,45 – com o 5% de desconto do DBT.

Além de São Paulo, ainda há em funcionamento quatro pórticos de free flow equipados com câmeras e sensores a laser, sendo um no Rio de Janeiro (Rio-Santos) e três no Rio Grande do Sul (ERS-122, ERS-240 e ERS-446), um marco importante dessa transformação. Segundo a Abepam (Associação Brasileira das Empresas de Pagamento Automático para Mobilidade), já há pórticos instalados ou em processo de instalação em 27 rodovias federais e 58 estaduais.

A principal promessa do free flow é promover uma cobrança mais justa, uma vez que os pórticos serão implantados em mais pontos, acarretando a cobrança de tarifas proporcionais ao trajeto percorrido. Para os motoristas, é um alívio significativo. O fim das filas nos pedágios traz um ganho de produtividade e diminui o estresse, com uma fluidez maior no tráfego, que também contribui para reduzir o consumo de combustível – o que impacta diretamente o bolso do motorista e ainda ajuda o meio ambiente.

Já para os embarcadores, responsáveis pelo envio de mercadorias, o free flow contribui para uma melhor previsibilidade do tempo de trânsito, o que facilita o planejamento logístico. A redução de atrasos e a maior eficiência no transporte resultam em uma cadeia de suprimentos mais confiável e ágil, proporcionando uma resposta mais rápida das empresas às demandas do mercado.

Na prática, a comparação entre as tradicionais cabines de pedágio e o sistema free flow é reveladora. Um caminhão pode reduzir os gastos de combustível em até R$ 5 por praça de pedágio, simplesmente por não precisar desacelerar, parar e reacelerar. Essa economia, que equivale a cerca de 800 mililitros de diesel por pedágio, representa uma redução considerável nos custos operacionais. Além disso, com menos frenagens frequentes há uma diminuição das emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, beneficiando o meio ambiente.

À medida que o sistema se expande pelo Brasil, seus benefícios se tornam cada vez mais evidentes, consolidando-se como uma peça-chave na modernização do transporte rodoviário. Cabe agora às empresas e gestores abraçarem essa inovação, otimizando suas operações e contribuindo para um trânsito mais fluido e menos poluente, e tornarem o setor logístico mais eficiente e sustentável.

VMpay completa 10 anos e registra 1 bilhão em transações no último ano

Facilitar o acesso à tecnologia de alta complexidade e dar mais segurança a transações operacionais de pequenos e médios varejistas foram os principais ingredientes para a receita de sucesso do VMpay, plataforma de gestão para pagamentos em pontos de vendas autônomas, da VMtecnologia, que completa 10 anos neste ano.

Como saldo desta receita inovadora para o mercado brasileiro, a plataforma soma atualmente aproximadamente três mil empresas em sua base de dados e mais de 21 mil pontos de vendas espalhados por todo o País utilizando o seu sistema. Somente no último ano, mais de R$1 bilhão foi transacionado pela plataforma. O montante foi impulsionado pela consolidação de segmentos de micromercados autônomos, instalados em condomínios, e lavanderias de autosserviço, além das vending machines, especialmente de snacks e bebidas, que caíram no gosto do público brasileiro.

“A VMtecnologia, que recentemente foi adquirida pela Nayax Ltd. (Nasdaq: NYAX; TASE: A NYAX), plataforma líder global de pagamentos e fidelidade, aposta na diversificação dos seus produtos e na criação de novas demandas de mercado. Com uma cultura de inovação contínua, desenvolvemos soluções e novas tecnologias cada vez mais avançadas e, graças a isso, fomentamos milhares de empresas com soluções end-to-end a um custo acessível, incluindo hardware, firmware, software, mobile, payments e connectivity”, afirma Luiz Alberto Schwab Jr., CTO da VMtecnologia.

Em um olhar cuidadoso sobre os 10 anos de operação da plataforma, Schwab Jr. afirma que o VMpay contribuiu para melhorar a robustez e a eficiência operacional dos seus clientes, além da experiência de uso de milhares de usuários. O produto conta com diversas funcionalidades que visam reduzir custos operacionais e otimizar a eficiência da jornada de operadores e de clientes em suas compras, seja em estabelecimentos de autoatendimento ou em vending machines que utilizam a plataforma. “Como exemplo, podemos destacar nossa ferramenta para o agendamento de visitas das verticais de vending machine e micromarket, que automatizam toda a distribuição de produtos nas lojas e máquinas de autoatendimento de forma eficiente. Outro exemplo, são os relatórios analíticos e sintéticos relacionados à operação, como rupturas e quebras”, destaca.

A marca de uma década também resgata desafios que foram superados para a consolidação da plataforma como uma ferramenta inesgotável no setor de autoatendimento no Brasil. “Fidelizar os nossos clientes com um atendimento cada vez mais eficiente foi um dos nossos principais desafios a partir de 2014. E conquistar esse resultado, olhando para uma década de trabalho e de inovação, é um atestado sobre a qualidade dos nossos serviços, a agilidade da nossa equipe e a eficiência das nossas tecnologias. A inovação e a implementação de melhorias contínuas andaram lado a lado conosco, ajudando a superar desafios e a melhorar o ambiente de negócios dos nossos clientes”, acrescenta.