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Rio Grande do Sul irá sediar Workshop ACI de Luciano Bravo

No próximo dia 25 de setembro, às 19h00, o Hotel Swan Novo Hamburgo sediará o “Workshop ACI”, com Luciano Bravo, o maior especialista em crédito internacional do Brasil e CEO da Inteligência Comercial (IC).

“Capacitar os empresários brasileiros com conhecimento sobre crédito internacional é essencial para impulsionar o crescimento econômico e abrir novas fronteiras para os negócios,” afirma Luciano Bravo.

Além da apresentação de Luciano, o workshop proporcionará um espaço para networking, onde os participantes poderão trocar experiências e discutir possíveis parcerias. O Hotel Swan Novo Hamburgo reafirma seu compromisso em promover eventos que agreguem valor aos empresários, oferecendo conhecimento de ponta e oportunidades de crescimento.

Informações sobre o evento:

  • Data: 25 de setembro de 2024
  • Hora: 19h30
  • Local: Hotel Swan Novo Hamburgo, Av. Dr. Maurício Cardoso, 303, Hamburgo Velho, Novo Hamburgo, RS
  • Inscriçãohttps://inteligenciacomercial.com/

Denodo apresenta Plataforma Denodo 9.0 durante a Conferência Gartner® CIO & IT Executive 2024, em São Paulo

Empresa especializada em gerenciamento de dados, a Denodo apresenta os benefícios de sua nova plataforma durante a Conferência Gartner® CIO & IT Executive 2024 – evento focado nas necessidades estratégicas de CIOs e outros líderes empresariais de TI –, que ocorre entre os dias 23 e 25 de setembro, em São Paulo. As soluções do portfólio da empresa, que possibilitam que todos os tipos de organizações tomem decisões mais inteligentes por meio do gerenciamento de dados com suporte de IA generativa, podem ser conferidas no estande nº 119.

De acordo com Marco Cavallo, Public Sector & Channel Sales Director da Denodo, as estratégias de negócios estão sendo redefinidas pelas tecnologias digitais e emergentes, especialmente aquelas em torno da Inteligência Artificial e da IA Generativa. “Em um mundo orientado pela tecnologia, os dados devem estar no centro de todas as organizações que desejam liderar na era da transformação digital. Por isto, é necessário que as companhias tomem decisões estratégicas com segurança, agilidade, baseadas em dados. A combinação de IA generativa com a Plataforma Denodo permite democratizar o acesso a dados, capacitando qualquer empresa a transformar a forma como inovam e operam seus negócios. Unificar ativos de dados em tempo real, tornando-os onipresentes e seguros para todos os usuários e aplicativos de negócios, é fundamental para a transformação digital nas empresas”, pontua Marco.

Plataforma Denodo 9.0

A última versão da Plataforma Denodo oferece a entrega inteligente de dados por meio do suporte orientado por IA para consultas em linguagem natural, eliminando a necessidade de conhecer a linguagem SQL. Também tem a capacidade de fornecer grandes modelos de linguagem (LLMs) com fornecimento de dados em tempo real para toda a empresa, alimentando a geração aumentada de recuperação (RAG) para resultados de aplicativos de IA generativos, bem como um conjunto de novos recursos robustos para aprimorar ainda mais o gerenciamento de dados. “Ao trazer este nível de inteligência para a entrega de dados, a Plataforma Denodo 9.0 aprimora a gestão de dados para um nível mais avançado de IA e de análise”, afirma Marco.

Com as novas funcionalidades da Plataforma Denodo 9.0, o sistema aprenderá junto com a interação dos usuários e fornecerá recomendações automáticas sobre os melhores dados a serem utilizados, com base nas necessidades de cada um. “Isto aumentará a produtividade dos usuários, uma vez que não terão de parar e tentar descobrir quais dados devem ser utilizados ou onde encontrá-los”, aponta o executivo. 

Consultas por linguagem natural

As consultas poderão ser realizadas por meio da linguagem natural e entregarão, além de resultados imediatos, uma análise detalhada sobre como foram geradas no sistema. Dessa forma, o fornecimento de dados será gerado por meio de múltiplos canais, uma vez que o sistema conhecerá os métodos mais rápidos e trabalhará de forma automática, reduzindo custos e poupando tempo. Isso reforçará ainda mais as medidas sofisticadas de segurança da plataforma, que estão incorporadas ao sistema desde suas primeiras versões.

Ao criar uma camada semântica unificada, a Plataforma Denodo garante que os usuários corporativos possam acessar e interpretar os dados sem barreiras técnicas, promovendo um ambiente no qual os dados são um ativo poderoso e prontamente acessível. “Essa abordagem simplifica o acesso a informações, possibilitando que as organizações se adaptem rapidamente às mudanças na dinâmica do mercado e aproveitem as oportunidades de negócio”, destaca Marco. 

O executivo ressalta ainda que a simplificação de dados complexos em um formato fácil de usar por meio de uma camada semântica universal permite que os usuários acessem, consultem e analisem dados sem a necessidade de conhecimento técnico ou intervenção de TI. “Certamente, isto promoverá uma cultura orientada por dados e acelerará as decisões informadas na companhia”, conclui.

Com investimento de R$300 milhões, nasce a Rock Encantech, a mais completa plataforma para engajamento de clientes da América Latina

Com investimento de R$ 300 milhões do Fundo Hindiana e a aquisição da Bnex, a ROCK chega ao mercado como a mais completa solução para engajamento de clientes da América Latina. Formado também pelas recém-adquiridas empresas Directo.ai, Izio&Co, LL Loyalty e Propz, o grupo nasce cobrindo diversos segmentos do mercado brasileiro com as suas soluções baseadas em inteligência de dados e fidelidade, atendendo empresas como Arezzo, JHSF, Itaú Shop, Assaí, Supermercados BH, Plurix, Roldão, Martminas/Dom, Savegnago, Ultrabox/Bigbox, Novo Atacarejo, Jaú Serve, Pague Menos, Farmais, Farmácias São João, Nissei, entre outros.

Com mais de 320 clientes ativos, a Rock projeta receita de R$ 100 milhões em 2024 e o dobro disso em 2025, sempre buscando encantar cada cliente com jornadas de compra personalizadas. Somente com as soluções SaaS em CRM, já são mais de 130 milhões de usuários cadastrados nos programas de fidelidade e benefícios administrados para os varejistas clientes, totalizando mais de R$ 310 bilhões de GMV (Volume Bruto de Mercadorias) e de 1,3 bilhão de transações por ano.

Capitaneado por Carlos Formigari, fundador da Netpoints Fidelidade e ex-CEO da Itaucard, e por Jorge Ramalho, ex-CTO do Itaú e CIO da Alpargatas, a ROCK Encantech surge com o compromisso de redefinir os padrões de Customer Knowledge no Brasil, integrando tecnologia e humanidade. A marca ROCK, inclusive, é um acrônimo de “Return On Customer Knowledge”, ou Retorno Sobre o Conhecimento do Cliente, posicionando assim os recursos destinados para as plataformas de CRM, Loyalty e IA, como investimentos com retornos mensuráveis. 

De acordo com Formigari, CEO da ROCK, os números ressaltam que a empresa está preparada para inaugurar o segmento de encantechs no país, com o propósito de transformar a experiência de compra, engajando clientes para alcançar retornos excepcionais. “A aquisição da Bnex foi estratégica porque a ROCK não apenas ganha em número de clientes e cadastros, como passa a ter a plataforma de engajamento mais completa do mercado ao incorporar a Ciência do Consumo, já que a BNEX desenvolveu suas soluções de CRM olhando não apenas o shopper ou consumidor, integrando em toda sua análise a dimensão domiciliar e geodemográfica. Com isso, queremos continuar a colaborar e inovar com o setor varejista, garantindo o cliente no centro de suas estratégias, dialogando com os seus comportamentos, interesses e preferências por meio dos dados e da inovação tecnológica”, explica.

Do dado ao engajamento: uma estratégia integrada 

Segundo a Opinion Box e a Octadesk, 87% dos consumidores preferem marcas que oferecem uma boa experiência. Prova disso, analisando o comportamento de milhões de clientes engajados nos programas de fidelidade durante 12 meses, enquanto consumidores têm frequência média de 4,0 compras por mês, aqueles que adotam soluções de engajamento das empresas do grupo mais do que dobram sua frequência média de compras, chegando até 9,0 compras por mês para o segmento supermercadista. Com a personalização de campanhas com o uso de algoritmos de inteligência artificial, a ROCK registra ROAS (retorno sobre o gasto com a comunicação) acima de 400%, garantindo assim que o investimento no conhecimento de cliente seja rentabilizado, compromisso que dá nome à empresa. 

Hoje, os produtos da ROCK são voltados, principalmente, para varejos de grande e médio porte, que atuam em segmentos de alta competitividade. Dentre eles, estão: CRM, plataforma completa de fidelidade e marketplace, soluções de cashback omnichannel, inteligência de mercado e geográfica, shopper analytics, algoritmos de personalização de ofertas, automação promocional, pesquisa e laboratório de clientes, aplicativos white label para clubes de benefícios, aplicações em retail media e IA para engajamento de consumidores com ofertas realizadas pela indústria. 

Jorge Ramalho, CIO da ROCK, ressalta que o grande diferencial do portfólio em relação a outros encontrados no mercado é ser 100% integrado e com alto nível de governança de dados. “Atualmente, existem inúmeras soluções de inteligência sendo ofertadas para o setor varejista, mas devido à complexidade do segmento, estas soluções acabam sendo implementadas de forma fragmentada e sem uma gestão adequada dos dados, colocando muitas vezes em risco os próprios varejistas e seus clientes” e enfatiza “as empresas da ROCK continuarão a atender os clientes com a mesma dedicação, compromisso e qualidade, mantendo sua cultura de excelência performance. Além disso, receberão a estrutura robusta que a ROCK passa a disponibilizar, fortalecendo ainda mais suas operações e capacidade de gerar resultados.”. 

“Estamos abraçando a missão de catalisar a mudança, estabelecendo novos paradigmas para a indústria de inteligência de varejo e consumo”, reforça o CEO sobre o papel da ROCK no mercado atual. “O varejo é inovador por necessidade, visto que depende do olhar atento para as evoluções do consumidor. Por isso, estruturamos uma plataforma que analisa as compras, personaliza ofertas e promove mudanças de comportamento mensuráveis”, complementa Formigari. 

Sobre os produtos e serviços ofertados atualmente pelas empresas do grupo, Formigari reforça “num primeiro momento, os produtos e serviços oferecidos pelas empresas da ROCK aos seus atuais clientes manterão o mesmo padrão de qualidade e com os investimentos adicionais que a ROCK está fazendo, muito em breve nossos clientes terão ganhos significativos de qualidade, com inovação e segurança”. 

Possibilidades de novas aquisições 

Para o futuro, a ROCK deve manter uma postura ativa no mercado, identificando e mapeando oportunidades de aquisição de novas empresas que complementem sua estratégia de negócios. Formigari enfatiza que cada movimento nessa direção deve focar em empresas comprometidas com a promoção e o encantamento dos clientes, bem como na excelência na era digital. 

“O nome da nossa empresa é um acrônimo que nos remete a um dos movimentos mais disruptivos da humanidade, o rock, então precisamos fazer jus a essa definição”, pontua o CEO. “Cada pessoa e parceiro envolvido nessa jornada precisa valorizar a autenticidade, afinal, só a celebração da individualidade pode tornar os clientes únicos em meio a um cenário dinâmico e desafiador como o atual. Então, vamos continuar sempre em busca daquilo que nos torna excepcionais”, conclui. 

Construindo relacionamentos com o cliente antes da Black Friday: como engajar e fidelizar consumidores de eletrônicos

A Black Friday é um dos momentos mais aguardados pelos consumidores ao longo do ano, especialmente para aqueles que buscam adquirir produtos tecnológicos com descontos. Em 2024, a expectativa não é diferente. De acordo com uma pesquisa da Nodus, encomendada pela Meta, 75% dos consumidores brasileiros pretendem usar os descontos desse evento, que ocorre em 29 de novembro, para antecipar suas compras de Natal, com eletrônicos liderando a lista dos itens mais desejados. Esses dados reforçam a importância de um planejamento estratégico para as marcas que buscam engajar e fidelizar os clientes antes da data. 

Os consumidores de eletrônicos são, em sua maioria, informados e exigentes, e buscam o melhor custo-benefício. Para eles, a Black Friday representa uma oportunidade de adquirir produtos de alto valor com preços mais acessíveis. No entanto, conquistar esse público vai além de oferecer descontos atraentes. Em um mercado onde 81% dos consumidores consideram a pesquisa de preços fundamental, segundo dados deste ano da Globo, se destacar entre os concorrentes exige uma estratégia que agregue valor real à experiência de compra. 

Por isso, o engajamento pré-Black Friday deve começar cedo. As redes sociais, por exemplo, são ferramentas poderosas nesse contexto. Por meio de campanhas criativas e conteúdo relevante, como guias de compra e tutoriais, é possível educar e preparar os consumidores para as melhores ofertas. Incentivar a participação ativa dos clientes nas redes, por meio de enquetes, compartilhamento de expectativas e interações diretas, pode fortalecer a conexão emocional com a marca e gerar confiança. 

Além disso, um bom atendimento ao cliente é essencial e deve ser uma constante. Se um cliente não tem uma boa experiência antes da Black Friday, é improvável que ele compre ou indique a marca durante o evento. Também é preciso ficar atento ao feedback prévio dos clientes. Incorporar essas sugestões e mostrar que as opiniões dos consumidores foram levadas em consideração pode gerar publicidade positiva e reforçar a confiança na marca. 

Oferecer descontos antecipados para clientes recorrentes é outra estratégia eficaz. Quando uma marca fornece cupons para recompensar a lealdade dos clientes, os consumidores sabem que vale a pena comprar os produtos daquela empresa e que os descontos são reais. Assim, quando o evento chegar, esses clientes estão mais propensos a buscar as ofertas. 

A personalização também é uma das maneiras mais eficazes de alcançar esse objetivo. Dados de 2024 do relatório da Kinsta mostram que campanhas segmentadas têm uma taxa de cliques 100,95% maior que campanhas não segmentadas. Isso indica que os consumidores respondem positivamente a ofertas que atendem às suas necessidades e preferências específicas. Portanto, investir em uma boa plataforma de CRM pode ser um diferencial para entender melhor os clientes, personalizar ofertas e, consequentemente, aumentar a taxa de conversão quando a Black Friday finalmente chegar. 

A criação de campanhas de e-mail marketing personalizadas também traz benefícios. Enviar ofertas e conteúdos relevantes com base no histórico de compras e nas preferências do consumidor não só melhora a experiência, mas aumenta as chances de conversão. Essa comunicação personalizada, quando bem-feita, pode transformar um comprador ocasional em um cliente fiel. 

Com a data prometendo um crescimento de até 10% no e-commerce, ainda de acordo com a Globo, os consumidores estão cada vez mais conectados, comparando preços e procurando promoções que realmente façam a diferença. Esse cenário exige que as marcas adotem uma abordagem omnichannel, garantindo uma experiência de compra fluida e consistente, seja on-line ou offline. A integração de canais é importante para atender às expectativas dos consumidores, permitindo que eles transitem facilmente entre diferentes plataformas e pontos de contato. 

O sucesso durante a Black Friday não depende apenas de descontos agressivos, mas de como as marcas constroem e mantêm um relacionamento sólido com seus consumidores ao longo do tempo. Ao focar em bom atendimento, personalização, omnicanalidade e engajamento contínuo, as marcas, não apenas de eletrônicos, podem aumentar suas vendas durante o evento e garantir a fidelidade dos clientes. E posso atestar, esse é o maior sucesso para qualquer marca. 

Com roubo de cargas em alta, startup de serviços tecnológicos espera fechar 2024 com faturamento de R$ 84 milhões

Segundo dados da Overhaul, o roubo de carga continua sendo um dos principais problemas do setor de transportes no Brasil. Nesse sentido, de janeiro a março de 2024 foram registradas 3.639 ocorrências no País. Ou seja, em média, foram 1.213 por mês. Dessas, em 94% há relatos de violência.

O aumento desse tipo de crime no Brasil fez com que marcas que oferecem soluções tecnológicas contra roubos de cargas registrassem crescimento, como é o caso da T4S Tecnologia. A startup de São Paulo, que iniciou suas operações em 2017, surgiu após os idealizadores da empresa, os empresários Enrico Rebuzzi e Luiz Henrique Nascimento, sentirem na pele o que era sofrer com os prejuízos de roubo de cargas.

Antes de fundar a T4S, eles tinham uma empresa de logística em 2003, a Direct Express/Directlog, maior operador logístico de e-commerce no Brasil, e passavam por essa situação direto.

Atuando nessa área de transporte, eles constataram como é difícil ter de enfrentar os danos em decorrência do roubo de cargas, então decidiram que o próximo projeto seria algo relacionado ao setor de segurança de transporte.

Com a experiência adquirida nos tempos em que ambos trabalhavam com logística, eles desenvolveram um sistema batizado de Bloqueador Independente.

“Como o fator tempo é a chave do sucesso para as quadrilhas, uma vez que precisam sair do local do crime em poucos minutos e em poder do veículo, O Bloqueador T4S dificulta essa rapidez ao criar uma série de dificuldades a quem tentar desativá-lo.” – explica Luiz Henrique Nascimento, diretor da T4S Tecnologia.

O risco para o bandido assim aumenta e, junto com ele, a tendência de abandono do veículo e motorista com a carga intacta. O bloqueador imobiliza o veículo na hora quando o ladrão tenta efetuar o roubo com um “jammer”, conhecido popularmente como “chupa-cabra.

A T4S também oferece serviços inusitados para evitar o roubo de cargas nas estradas, como é o caso do Choque Elétrico Anti-Invasão, que no caso de tentativa de roubo da carga com rompimento ou perfuração do baú, o criminoso recebe um choque de alto impacto de 20 mil volts, porém não letal.

Por meio de sensores espalhados nos painéis que revestem todas as faces do baú dos caminhões, qualquer tentativa de perfuração ou corte dispara um alerta para uma central de atendimento, além de uma sirene e um choque elétrico. 

Não oferece nenhum risco aos motoristas. É como uma cerca elétrica em um condomínio ou casa: o risco é zero de choque caso não tente invadir o espaço. A tecnologia do imobilizador já foi patenteada em outros países, como Estados Unidos, México e Rússia. 

O faturamento da empresa no ano passado foi de R$59 milhões, e a expectativa é encerrar 2024 com faturamento de R$84 milhões.

Além do Choque Elétrico Anti-Invasão, a empresa ainda oferece outras soluções, como é o caso do Anjos da Carga, uma solução que conta com câmeras com inteligência artificial de 360 graus que ficam no topo do caminhão e conseguem detectar armas, pessoas através do reconhecimento facial e movimentos suspeitos. Atualmente a empresa possui em sua lista de clientes diversas empresas como a FedEx, DHL, Amazon, JSL e a P&G.

SafeMídias cresce sua margem líquida em mais de 30% com solução da principal fintech de crédito no Brasil

A SafeMídias, especializado em personalização de mídias para certificações digitais, conseguiu aumentar sua margem de lucro em mais de 30% sem elevar o faturamento. Com mais de cinco anos de experiência no mercado, a empresa desenvolveu um profundo entendimento para mensurar sua demanda e, consequentemente, os custos operacionais com fornecedores.

A empresa identificou que, ao dispor de maior capital para pagamentos à vista, poderia reduzir significativamente os custos, impactando positivamente seus resultados financeiros. Para isso, buscava um parceiro que compreendesse os fluxos de caixa e as necessidades de uma empresa de tecnologia em rápido crescimento.

Em uma parceria com a Scalable, principal fintech de crédito no Brasil para empresas de tecnologia, a SafeMídias conseguiu uma linha de capital de giro de R$ 700 mil em poucos dias após o primeiro contato, tudo isso graças a uma análise de crédito automatizada por meio da conexão com os principais sistemas de billing.

A corporação precisava de uma parceira que fornecesse capital e que também conseguisse acompanhá-los de forma eficiente na jornada, destaca Fernando Cardoso, CEO da SafeMídias: “Somos uma empresa de tecnologia que está em fase de escala, por isso precisávamos mais do que somente capital, e sim de um parceiro que conseguisse nos atender ao longo de toda a jornada e de forma extremamente ágil, senão perderíamos o prazo. Com o capital da Scalable possibilitando a redução dos custos com nossos principais fornecedores, tivemos um impacto de margem na veia”.

Soluções de revenue-based financing – ou, em portugês, financiamento baseado em receitas – como a da Scalable são modelos consolidados no exterior, e estão ganhando cada vez mais espaço no mercado nacional: “Nossa proposta é bem simples, ser para as empresas de tecnologia no Brasil o que o petróleo é para o mundo: combustível. Empreendedores muitas vezes se concentram tanto em expandir sua base de clientes que esquecem que problemas complexos podem ser resolvidos de forma simples e direta”, comenta Marcelo Bragaglia, CEO da Scalable.

Número de restaurantes com oferta de serviço delivery cresce quatro pontos percentuais em 2024, mostra a Ticket

De acordo com a pesquisa + Valor, realizada pela Ticket, marca da Edenred Brasil de Benefícios e Engajamento, a oferta do serviço delivery por parte dos mais de 4,5 mil restaurantes entrevistados nas cinco regiões do País cresceu quatro pontos percentuais, de 44% em 2023 para 48% este ano. A retomada aconteceu após uma queda de 16 p.p. entre 2022 e 2023 (de 60% para 44%).

A média nacional foi impulsionada pelas regiões que se destacaram no levantamento. No Norte, a fatia de restaurantes que oferecem o serviço de entrega saltou de 28% para 64%. Na sequência, aparece o Centro-Oeste, que foi de 43% para 59% no mesmo período. Já o Sul cresceu de 42% para 50%. Com um incremento mais estável, de 47% para 48%, a Região Sudeste ficou em quarto lugar. Já o Nordeste foi o único que apresentou recuo, de 37% para 36%.

O levantamento também mostrou que 56% dos restaurantes utilizam canais próprios para receber pedidos. “Os dados contribuem para que os estabelecimentos e empresas relacionadas ao setor de delivery tenham uma melhor compreensão das tendências do mercado e possam tomar decisões mais embasadas em relação aos seus negócios”, comenta Nathália Ghiotto, diretora de produtos da Ticket.

Quatro em cada dez pessoas pedem comida via delivery 

Outro levantamento feito pela Ticket, com quase dez mil pessoas, revelou que 40% dos brasileiros têm o hábito de pedir comida via delivery e que 11% fazem de um a dois pedidos por semana. Quando analisados apenas os consumidores da geração Z, com idades entre 15 e 28 anos, esse percentual sobe para 51%.

De acordo com a marca, o “fast food” é a categoria mais pedida na modalidade de entrega, seguida por “comida brasileira”, “lanchonete”, “pizzaria” e “carnes”. 

Pontaltech cria área de inovação

Não faltam oportunidades a serem exploradas no ecossistema de tecnologia e inovação. Porém, se torna complexo, em muitas empresas, ter times voltados, exclusivamente, a explorar esses caminhos, assim como tempo de qualidade para se dedicar a esta tarefa. Pensando nisso, a Pontaltech, empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel, inaugurou uma área de inovação internamente visando adotar uma postura mais proativa e dinâmica sobre este tema. O departamento ficará sob responsabilidade de Carlos Feist, novo head de inovação da empresa.

Diante de um mercado em constante evolução e atualização, novas tecnologias e tendências despontam a todo o momento, o que torna difícil estabelecer estratégias de operação corporativa pautadas em uma certa previsibilidade e controle. Hoje, vivemos no mundo VUCA, pautado pela incerteza, imprevisibilidade, volátil e ambíguo, o que exige das empresas que saiam de um comportamento mais receptivo, para decisões mais proativas, de protagonismo e ambidestria nesse sentido.

Em dados da Deloitte, como prova dessa importância, a proporção de empresas que investiram em atividades de PD&I em TIC passou de 45%, em 2019, para 69% em 2022 – em um esforço crescente que vem sendo fortemente observado nos últimos anos. “A falta de uma estruturação interna para a inovação é extremamente prejudicial para qualquer negócio, elevando as chances de perderem competitividade para seus concorrentes. Precisamos construir o amanhã hoje, e essa será uma das minhas maiores missões na Pontaltech”, compartilha Feist.

Segundo o head, a ideia é que o time composto, atualmente, por seis profissionais, mantenha o foco e atenção às novas tecnologias que estão surgindo para que, na identificação de possíveis oportunidades a serem exploradas, consigam estabelecer planos estratégicos de forma ágil e veloz, a fim de validar e produtizar as ideias em tempo hábil. “Queremos nos antecipar ao que pode se tornar tendência no mercado, ‘rackeando’ o futuro do nosso segmento e buscando as melhores formas de maximizar nossa oferta de valor aos nossos clientes”, ressalta Carlos Secron, fundador da Pontaltech.

Desde a chegada do head, foi aplicado um processo profundo de Discovery com os clientes da empresa, na missão de compreender suas dores e desafios a fim de construir um radar de inovação internamente. “Os resultados nos ajudaram a enxergar o que estava certo e onde ainda poderíamos melhorar, incorporando essas expectativas em novos produtos ou serviços que atendessem essas necessidades e futuras demandas”, complementa Feist.

Neste mapeamento, os próprios times da empresa não poderiam ficar de fora. Afinal, são eles que também estão diretamente em contato com os processos internos e, dessa forma, possuem uma visão mais nítida do que pode ser aperfeiçoado. Com estas informações em mãos, agora, a nova equipe de inovação já está na etapa de validação destas ideias, estudando o mercado e buscando soluções que sanem essas metas de forma pragmática e com alto valor agregado.

Para assegurar essa missão, os planos incluem a aplicação do radar de inovação internamente a cada três meses, reports mensais de estudos de projetos, além de reuniões mensais com os membros do comitê de inovação a fim de analisarem tudo o que está sendo feito e trocarem ideias do que podem explorar perante a conquista de resultados cada vez melhores.

Vivemos em um mercado fervorosamente competitivo, onde a inovação é a peça-chave rumo ao destaque corporativo. E, nesse cenário, aquelas que souberem se antecipar às tendências do setor, certamente, se posicionarão como verdadeiras referências. “A inquietude é o que faz grandes ideias saírem do papel. Não mediremos esforços para que a Pontaltech se mantenha em constante movimento em relação a produtos e tecnologias, trazendo o que há de mais inovador para dentro e identificando, sempre, as melhores trilhas a serem seguidas”, finaliza o head.

Consultoria financeira é o diferencial para startups que buscam captar investimentos

O Brasil tem se destacado como um dos principais ecossistemas de startups na América Latina, com mais de 13 mil negócios registrados em 2021, segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups). As fintechs, healthtechs e retailtechs ganharam muita popularidade no país. Em 2020 e 2021, elas impulsionaram a liderança da nação no recebimento de venture capital, com bilhões de dólares investidos, de acordo com a Associação Latino-Americana de Private Equity & Venture Capital.

Com os investimentos a todo o vapor, não demorou muito para que o mercado de fusões e aquisições (M&A) se tornasse ativo no Brasil, com um número crescente de operações envolvendo startups. Segundo a PwC Brasil, esse setor aumentou significativamente o número de transações nos últimos anos, especialmente no setor de tecnologia. Grandes operações de M&A, como a aquisição da Linx pela StoneCo por cerca de R$ 6 bilhões em 2020, ilustram o potencial de saída para fundadores no Brasil. Conforme a presença de stakeholders estrangeiros no país o aproxima da internacionalização desse ecossistema, é preciso compreender a urgência de práticas de gestão financeira alinhadas aos padrões de investimentos.

De acordo com Natalia Baranov, especialista em M&A, Controladoria e Gestão Tributária, Planejamento e Análise Financeira, a consultoria financeira pode atuar como um divisor de águas para o sucesso de uma startup, especialmente em fases iniciais. “Muitos negócios inéditos costumam enfrentar desafios comuns, que envolvem equilibrar operações de vendas, tomar decisões sobre novos aportes e lidar com o fluxo de entradas e saídas de clientes e colaboradores. Porém, o papel do consultor é justamente ajudá-los a definir metas a longo prazo, estabelecendo um caminho claro para alcançá-las com eficiência e, sobretudo, realismo”, explica.

Além de auxiliar as corporações a sobreviverem, outra missão desse tipo de serviço é incentivá-las a prosperar de maneira sustentável. Quando um founder busca solidificar a posição da marca e atrair um capital mais significativo, o primeiro passo é encontrar o parceiro ideal para o planejamento estratégico, a gestão de recursos e o preparo para captação de recursos, com o objetivo de garantir que nada afete a saúde monetária do empreendimento.

Sem o apoio necessário, os C-Levels podem facilmente perder o valor e o controle de expectativas e limitações da startup. Com a gestão financeira, por outro lado, os consultores podem utilizar métodos para estabelecer uma base de negociação justa com investidores, além de adequar às conformidades legais exigidas para cada negócio. Por fim, orientados sobre as melhores práticas, os líderes conseguem evitar penalidades e assegurar uma operação transparente dos investimentos, com as ferramentas necessárias para que as expectativas de ambas as partes sejam atendidas.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado, Natalia já participou de aquisições de empresas que sofreram mais de R$ 1 milhão de prejuízo pela falta de gestão, sob a liderança do antigo CEO. Portanto, ela observa que muitas startups, focadas apenas no crescimento, negligenciam a importância deste controle e descobrem pontos críticos somente após as negociações, comprometendo os resultados que poderiam ser cumpridos com a visão ampliada da consultoria e relatórios especializados, como o Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE), o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa.

“Startups frequentemente operam com recursos limitados. Então, uma gestão financeira eficaz assegura que cada real seja investido de maneira a maximizar o capital, priorizando gastos que realmente agregam à empresa. Outra função também envolve preparar os C-Levels para processos de due diligence, ajudando-os a apresentar as finanças de forma transparente e atraente para os stakeholders, com a avaliação de valoração da marca e a preparação de pitch decks convincentes. São esses detalhes que garantem o crescimento de uma startup que busca não só o retorno lucrativo, mas principalmente uma responsabilidade com recursos, clientes e investidores”, acrescenta Baranov.

Black Friday 2024: confira 6 boas práticas em logística reversa para o sucesso da data

A Black Friday 2024, marcada para o dia 29 de novembro, promete ser uma das maiores da história. Em 2023, a data movimentou R$ 5,2 bilhões em vendas no Brasil, com 68% dos consumidores participando das promoções, de acordo com uma pesquisa da Opinion Box. Dentre esses, 43% realizaram suas compras exclusivamente online, consolidando o e-commerce como peça central para os negócios. A expectativa para 2024 é que esse número cresça ainda mais, com consumidores planejando gastar entre R$ 600 e R$ 800, em média, de acordo com o relatório da Neotrust.

Esse aumento nas vendas traz consigo um desafio ainda maior: a logística reversa, processo de devolução e troca de mercadorias, é um ponto crítico para a satisfação do cliente no pós-venda. Em 2023, aproximadamente 7% das compras online foram devolvidas ou trocadas, segundo dados do relatório E-Shopper Barometer 2023, Jadlog. Apesar de parecer similar à logística convencional, a reversa opera com diferentes níveis de urgência, profissionais e equipamentos.

“A logística reversa não pode ser tratada como mais do mesmo”, afirma Leandro Santoro, sócio-fundador da Conecta Cargo. “Uma analogia simples é quando comparamos médicos e tratamentos. Imagine que você tenha uma dor de cabeça — precisará de um tipo de médico, um conjunto de exames e uma urgência específica. Mas, se você estiver enfrentando um ataque cardíaco, o nível de urgência, os equipamentos e os profissionais necessários serão completamente diferentes. Não se pode simplesmente chamar tudo de “médico”, embora ambos estejam na mesma categoria”, explica o especialista.

Na reversa, as diferenças são igualmente cruciais. Ela exige profissionais especializados, equipamentos diferenciados e muitas vezes níveis de urgência que a logística normal não tem. Por exemplo, quando se trata da devolução de grandes equipamentos — um foco da Conecta Cargo — é comum que seja necessário agendar a coleta, e atrasos podem gerar uma experiência ainda mais frustrante para o cliente, que já está decepcionado no momento em que pede devolução ou troca. “Além disso, o manuseio desses itens requer cuidados extras, como subir escadas e desmontar produtos. Esses desafios tornam a logística reversa um processo muito mais complexo e específico, demandando antecipação e planejamento”, completa Santoro.

Justamente pela complexidade, e quantidade, de fatores que envolvem o processo, o planejamento antecipado para uma data de grande fluxo de vendas, e consequentemente grande fluxo inverso, é imprescindível. “Deve ser levado em conta o volume de devoluções, planejamento de recursos, integração dos sistemas e processos, treinamento e capacitação das equipes, parcerias, testes, ajustes e planejamento de contingência”, detalha Leandro. 

Preparar a logística reversa com antecedência ajuda a garantir que seja possível lidar com o aumento do volume de devoluções de forma eficiente e sem comprometer a experiência do cliente, ao mesmo tempo que as oportunidades de vendas da Black Friday sejam aproveitadas ao máximo. “Uma estratégia bem planejada não só reduz custos como também fortalece a confiança do consumidor na marca”, ressalta o sócio-fundador da Conecta Cargo, que compartilha algumas boas práticas que devem ser seguidas para atingir esse objetivo:

  1. Desenvolver políticas de devolução claras e transparentes: cerca de 70% dos consumidores verificam essa política antes de concluir suas compras, segundo Pesquisa da Ebit|Nielsen. Implantar uma política de devolução que detalhe o processo, prazos e condições para os clientes. A clareza ajuda a reduzir a confusão, minimizando a frustração e melhorando a experiência do cliente, além de reduzir a probabilidade de devoluções indevidas. “Uma dica é comunicar essas políticas de forma transparente no e-commerce e também durante o processo de checkout”, exemplifica Santoro. “Oferecer várias opções de devolução, tanto online como nas lojas físicas também gera maior conveniência para os clientes”, completa.
  2. Utilizar e integrar tecnologias de rastreamento e automação: adotar sistemas automatizados que gerenciem as devoluções e estejam integrados com sistemas de ERP e CRM é muito importante, pois ajuda a rastrear e processar produtos devolvidos eficientemente, reduzindo erros e agilizando o processo. Segundo o especialista da Conecta Cargo, utilizar ferramentas de análise de dados para monitorar padrões de devolução e prever tendências “permite ajustar políticas e processos para atender melhor às necessidades dos clientes e otimizar a gestão de estoque”. 
  3. Aplicar processos de reintegração e revenda: outro passo importante é a implementação de um processo eficiente para reintegrar produtos devolvidos ao estoque. “Certifique-se de que esses produtos sejam inspecionados e reembalados rapidamente para minimizar o tempo de inatividade”, ressalta Santoro. Considerar canais secundários de venda, como lojas de outlet ou plataformas de e-commerce para produtos recondicionados, também pode gerar receita adicional e reduzir o impacto financeiro das devoluções. “Novamente enfatizo o papel das ferramentas automatizadas nessa etapa, já que agilizam o processo de reabastecimento e reintegração do produto ao estoque”, completa o especialista.
  4. Realizar monitoramento e melhoria contínua: acompanhar indicadores-chave de desempenho, chamados também de KPIs, como tempo de processamento de devoluções, custo por devolução e taxa de reintegração, fazem parte de boas práticas da logística reversa. Segundo Santoro, coletar é indicado coletar o feedback dos clientes sobre o processo de devolução e ajustar as práticas conforme necessário, assim é possível analisar os motivos das devoluções para identificar padrões e corrigi-los. Isso pode incluir desde problemas com a qualidade dos produtos até falhas no transporte ou entrega. “Com essas informações, é possível reduzir a taxa de devoluções futuras, além de aprimorar a qualidade geral dos produtos e serviços”, afirma Santoro.
  5. Implementar soluções automatizadas para o agendamento de coletas domiciliares: para evitar frustrações e aumentar a eficiência da logística reversa, o agendamento prévio das coletas domiciliares é essencial. “Isso garante que o cliente esteja preparado no momento da coleta, reduzindo a taxa de insucesso e aumentando a satisfação. Com a trimBOT, chat desenvolvido pela Conecta Cargo, conseguimos resolver divergências rapidamente e transformar visitas improdutivas em coletas efetivas”, explica o sócio-fundador da empresa. A ferramenta, integrada ao WhatsApp, permite que os clientes agendem suas coletas de forma prática e automatizada, além de oferecer atendimento direto e suporte para motoristas, minimizando falhas no processo. 
  6. Parcerias estratégicas com operadores logísticos: trabalhar com transportadoras e operadores logísticos especializados em devoluções pode acelerar o processo e garantir que o cliente tenha uma boa experiência, mesmo em caso de troca ou devolução de produto. “A prática pode transformar a experiência de devolução para o cliente. Esses parceiros possuem expertise e recursos para gerenciar devoluções de forma mais eficiente, garantindo uma experiência mais fluida e satisfatória”, conclui o especialista.