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O CEO e o Tiktoker usam as mesmas ferramentas: como a IA no celular está redefinindo o trabalho e o conteúdo

Imagine criar um vídeo completo, com narração profissional e transições, usando apenas comandos de voz no seu celular. Ou gerar uma apresentação empresarial com gráficos personalizados em menos de 5 minutos. Isso não é mais ficção científica nem Black Mirror. 

Uma pesquisa recente da agência Hedgehog Digital revelou que 75% dos brasileiros que utilizam IA fazem isso através do smartphone, mostrando que a revolução da inteligência artificial está literalmente na palma da nossa mão. O fenômeno ganhou força depois que o Google democratizou ferramentas como Gemini Live, Imagine 4 e Veo 3, transformando qualquer celular Android ou iPhone em um estúdio de criação completo.

“As mesmas ferramentas que um tiktoker usa para criar conteúdo viral às 2h da madrugada estão sendo usadas por executivos para fechar negócios bilionários”, explica o especialista em vendas, especialista em tecnologia, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e CEO da Receita Previsível, Thiago Muniz.

Quando a geração Z e os C-levels usam as mesmas ferramentas

A convergência mais interessante não está na tecnologia, mas no comportamento. Pela primeira vez na história, um influenciador da geração Z e um CEO estão usando as mesmas ferramentas para criar conteúdo e muitas vezes com objetivos diferentes, mas efeitos semelhantes: engajamento, clareza e velocidade. A diferença não está mais no acesso à tecnologia, mas na estratégia de aplicação.

Segundo o estudoTikTok no Brasil 2025, realizado pela Opinion Box, 39% dos usuários brasileiros do TikTok utilizam a redes social para acompanhar conteúdos de marcas e empresas.  

Essa convergência cultural entre o criador e o executivo está redefinindo o que chamamos de conteúdo profissional. O que antes era separado por linguagens (institucional vs. informal), hoje se encontra na estética, no formato e até no humor.

“Plataformas como LinkedIn já estão repletas de vídeos que poderiam estar no TikTok, e estão. Só que agora eles falam sobre modelos de negócio, métricas de desempenho ou diferenciais competitivos”, ressalta Thiago Muniz.  

Um exemplo prático dessa convergência é a Kwara, plataforma que realiza a venda de bens, produtos e ativos de qualquer natureza para todo o Brasil, como explica o cofundador e CTO da empresa, Raimundo Onetto. “Queremos que a experiência de compra na Kwara seja tão fluida quanto rolar o feed de uma rede social. A inteligência artificial que estamos desenvolvendo é capaz de entender o comportamento do usuário e antecipar seus interesses, como faz o TikTok. Nosso objetivo é que o cliente não precise mais procurar um produto — ele será encontrado por aquilo que deseja, mesmo sem saber exatamente o que está buscando”. 

Conforme Onetto destaca, o segredo do TikTok é sua curadoria que consegue “adivinhar” o gosto dos usuários que, mesmo sem perceberem ativamente, contam com todo esse conteúdo desejado passando diretamente na tela do seu celular. É essa mesma capacidade alcançada pela inteligência artificial da rede social que a Kwara está desenvolvendo para o seu site de leilões.

Com números impressionantes – 250.000 usuários ativos e mais de 5 milhões de visualizações por mês – a empresa descobriu que aplicar a linguagem visual das redes sociais funciona perfeitamente para explicar processos complexos de leilão. O resultado tem sido milhões de visualizações e um engajamento que muitas empresas tradicionais gostariam de ter.

Como funciona na prática?

O especialista Thiago Muniz listou 4 ferramentas de IA que podem ser utilizadas no ambiente corporativo e entre os creators, veja a seguir:  

  1. Para criação de imagens (Imagine 4): Comando por voz: “Crie uma imagem de uma executiva em São Paulo, analisando gráficos de crescimento, com texto ‘Sua equipe está pronta para o próximo salto’ no canto inferior.” Em segundos, você tem uma imagem profissional, editável, pronta para LinkedIn, apresentação ou campanha — sem designer, sem software complexo, sem briefing endless.
  2. Para produção de vídeo (Veo): Comando: “Mostre uma fábrica em funcionamento, destaque tecnologia, adicione narração explicando nossos diferenciais competitivos.” Resultado: vídeo institucional completo, com transições, áudio sincronizado e qualidade broadcast, tudo gerado por IA a partir de uma conversa casual.
  3. Para estratégia e conteúdo (Gemini Live): Você mostra um PDF, fala sobre seus objetivos, e recebe de volta campanhas completas, apresentações estruturadas e conteúdos adaptados para diferentes plataformas, tudo integrado ao seu Google Drive.
     
  4. Para criar apresentações (Gamma): Para quem tem dificuldade em criar apresentações em Power Point, por exemplo, essa  plataforma de criação de apresentações interativas usa inteligência artificial para transformar ideias, textos ou documentos em slides visualmente profissionais sem precisar de design, ou PowerPoint. Ideal para quem busca agilidade, clareza e impacto visual em propostas, pitches ou treinamentos. 

Democratização X especialização: o novo mercado de trabalho

“Mas isso vai acabar com designers e cinegrafistas?” A resposta é mais sutil. O que vai acabar é a criação braçal e repetitiva. O que está emergindo é a demanda por profissionais que sabem direcionar, validar e amplificar o que a IA produz.

O valor agora está em quem sabe fazer os comandos certos, entende estratégia de conteúdo, consegue adaptar rapidamente para diferentes contextos e domina a linguagem visual que engaja.  “Costumo dizer para os meus alunos ‘Você não precisa ser designer, nem videomaker. Você precisa saber pensar com estratégia, ser aquele que consegue direcionar o que deseja e saber direcionar o resto para IA'”, afirma Muniz.

Para as PME’s ou consultores, a disrupção é ainda maior. Porque com o celular e essas ferramentas:

  • Você economiza semanas entre ideias e execuções.
  • Você se posiciona com visual profissional sem equipe cara.

O Google, entre outras empresas de inteligência artificial, não mostrou ferramentas para o futuro. Mostrou ferramentas para tirar o atraso de quem ainda depende de planilha, briefing manual e retrabalho visual. Se você está com o aplicativo do Gemini, por exemplo, no seu celular, já pode: 

  • Gerar imagens com texto para campanhas
  • Criar vídeos com narração para vendas
  • Produzir conteúdos explicativos para clientes
  • Transformar PDFs em apresentações multimídia

E o melhor: sem sair do WhatsApp, do e-mail ou da tela do celular. 

O futuro do trabalho é uma parceria, não uma competição

A revolução da IA móvel não está aqui para substituir profissionais — está aqui para potencializá-los. A diferença entre quem vai prosperar e quem vai ficar para trás não está em resistir à tecnologia, mas em abraçá-la como parceira de trabalho.

“O medo da IA geralmente vem do desconhecido. Quando você começa a usar essas ferramentas no dia a dia, percebe que elas não fazem o trabalho por você — elas fazem o trabalho com você, de forma muito mais inteligente”, explica Thiago Muniz.

Na prática, isso significa menos tempo perdido com tarefas repetitivas e mais energia para estratégia, relacionamento e criatividade. Um designer pode focar no conceito enquanto a IA resolve a execução. Um executivo pode dedicar mais tempo à análise enquanto a IA organiza os dados. Um empreendedor pode se concentrar nos negócios enquanto a IA cuida da comunicação visual.

A pergunta não é mais “a IA vai tomar meu emprego?”, mas sim “como posso usar a IA para fazer meu trabalho ficar mais interessante, mais estratégico e mais eficiente?”.

“Seu celular já tem as ferramentas. A tecnologia já está disponível. O que falta é apenas começar a experimentar e descobrir como essa parceria pode transformar sua rotina de trabalho”, finaliza Thiago. 

Aftershoot lança Retoque com IA, nova ferramenta para ajustes de imagens

A Aftershoot lança antecipadamente a nova ferramenta de edição de retratos com inteligência artificial, o Retoque com IA, que ajuda fotógrafos a aplicar ajustes realistas e de alta qualidade nas imagens. Com recursos ilimitados de seleção e edição disponíveis na plataforma, a nova funcionalidade – até então restrita para um grupo de usuários – agora fica disponível de forma gratuita para todos os profissionais até setembro de 2025. 

A ferramenta com IA foi desenvolvida para simplificar uma das etapas mais demoradas da pós-produção: o retoque de retratos. Esse recurso é responsável por tarefas como a correção de textura da pele, a remoção de imperfeições, reflexos em óculos e a remoção de objetos indesejados. Com a redução significativa do tempo gasto no retoque, os fotógrafos podem entregar trabalhos de qualidade com mais rapidez e usar o tempo offline para focar na criatividade, vida pessoal, relacionamento com clientes e crescimento do negócio. 

Segundo pesquisa realizada pela própria Aftershoot em 2025, cerca de 63% dos fotógrafos brasileiros já utilizam ferramentas de inteligência artificial no ambiente de trabalho. Entre os profissionais entrevistados, 85% dizem que a edição de imagens é a principal etapa em que a IA consegue acelerar o processo e economizar o tempo, e 77% afirmam que prefeririam usar esse tempo extra para se dedicar à família, aos amigos e aos próprios hobbies. 

Em um momento em que a inteligência artificial transforma o mercado criativo, ferramentas como o Retoque com IA apontam para um futuro que busca aliar eficiência tecnológica à qualidade de vida para os profissionais.

“Com o recurso de Retoque com IA, seguimos em nossa missão de recuperar o tempo dos fotógrafos, enquanto possibilitamos que retratos profissionais de qualidade sejam entregues mais rápido e com resultados consistentes. Tradicionalmente, a etapa de edição sempre foi lenta e trabalhosa no fluxo de trabalho dos fotógrafos. Agora, os profissionais podem focar no que realmente importa, em vez de passar horas diante de uma tela”, afirma Justin Benson, cofundador da Aftershoot.

Seja em retratos individuais ou fotos em grupo, os ajustes de edição são aplicados com precisão detalhada, ao nível de pixel, preservando a textura natural da pele e um visual autêntico. Entre os principais recursos da ferramenta de retoque estão:

  • Suavização da Pele (Rosto e Corpo): melhora a textura e uniformiza o tom da pele, mantendo detalhes naturais — inclusive em fotos com várias pessoas.
  • Remoção de Imperfeições: corrige áreas afetadas por acne e manchas, criando um visual uniforme e natural.
  • Redução de Rugas: suaviza rugas e linhas de expressão na testa, olheiras e marcas de sorriso, preservando a naturalidade do rosto e deixando a pele revitalizada.
  • Realce Facial: identifica e realça áreas específicas do rosto, reduz o brilho excessivo e aumenta a nitidez dos olhos.
  • Remoção de Reflexos em Óculos: elimina reflexos enquanto reconstrói com precisão detalhes dos olhos e do rosto.
  • Remoção de Fios Soltos: elimina fios de cabelo fora do lugar sem alterar o volume ou o formato do penteado.
  • Clareamento e Branqueamento de Dentes: aumenta o brilho natural dos dentes, com aparência realista e sem exageros.
  • Remoção de Objetos: ao usar a Patch tool, ferramenta de correção, profissionais removem de forma imperceptível objetos indesejados sem comprometer os detalhes da imagem.
  • Retoque Seletivo por Pessoa: permite aplicar ajustes a indivíduos específicos em uma foto, garantindo edições personalizadas e adaptadas a cada pessoa.
  • Presets Personalizáveis: usuários podem salvar preferências de edição ou utilizar presets prontos da Aftershoot para manter a consistência do estilo do profissional.
  • Retoque em Escala: retocar uma imagem e sincronizar os ajustes em todas as fotos para obter resultados rápidos e consistentes. 
  • Ferramenta de Correção: permite remover a máscara de edição em áreas específicas, preservando detalhes originais conforme necessário.

“Os fotógrafos nos disseram duas coisas: o retoque de retratos leva tempo demais e muitas vezes fica artificial. Criamos essa funcionalidade para resolver esses dois problemas: retoques rápidos, ilimitados e com aparência autêntica. Nossos modelos foram treinados para lidar com situações reais, como reflexos, textura de pele e cabelos fora do lugar, sempre oferecendo aos fotógrafos o controle total sobre os resultados. Nosso objetivo é proporcionar um fluxo de trabalho mais rápido e consistente para entregarem trabalhos de que se orgulham”, comenta Harshit Dwivedi, fundador e CEO da Aftershoot.

Preço e disponibilidade

O Retoque com IA se integra perfeitamente ao fluxo de trabalho da Aftershoot, que permite a seleção, edição e o aperfeiçoamento de imagens de forma eficiente. A nova funcionalidade estará disponível de forma ilimitada e gratuita para todos os usuários até setembro de 2025. Após esse período, será incluída em planos selecionados da plataforma — mais informações serão divulgadas em breve.

Para obter o melhor desempenho, basta exportar as imagens já editadas (no Aftershoot, Lightroom ou Capture One) e reimportá-las na plataforma para aplicar os ajustes. A ferramenta é compatível com arquivos JPEG e TIFF, tanto na importação quanto na exportação.

A nova funcionalidade está disponível para teste no site oficial da Aftershoot: aftershoot.com/downloads 

Brasil registra recorde no número de empresas abertas no primeiro semestre de 2025

O Brasil registrou 2,6 milhões de novas empresas abertas nos primeiros seis meses de 2025, o maior número já contabilizado para um primeiro semestre desde o início da série histórica da Receita Federal. Entre os principais segmentos, destacam-se transporte rodoviário de carga (147 mil registros), atividades de entrega (136 mil), publicidade (132 mil), cabeleireiros e salões de beleza (126 mil) e ensino (110 mil). O crescimento de 7% em relação ao mesmo período do ano passado confirma o avanço da cultura empreendedora no país. Por trás dos números, no entanto, permanece um desafio estrutural: cerca de metade dessas empresas fecha antes de completar cinco anos, segundo o Sebrae.

Segundo especialista, a tendência de formalização reflete tanto o desejo de independência profissional quanto a necessidade de geração de renda diante de um mercado de trabalho instável. Para o empresário Reginaldo Boeira, grande nome do empreendedorismo brasileiro  e frequentemente convidado por grandes corporações para palestras sobre vendas e sucesso, o entusiasmo inicial costuma esbarrar em obstáculos comuns como a falta de preparo técnico, falhas de gestão e despreparo emocional para lidar com os altos e baixos de um negócio próprio. 

Boeira, além de acompanhar constantemente cenários nacionais e internacionais, traz em suas palestras a própria história de superação: infância humilde, grandes quedas, desafios pessoais como enfrentar um câncer e a “volta por cima”. Ele também é fundador da KNN Idiomas e presidente do KNN Group, holding que reúne 12 empresas nos setores de educação, construção civil e comércio exterior. 

“É muito positivo ver o brasileiro buscando autonomia por meio do empreendedorismo, mas é preciso lembrar que abrir empresa não é sinônimo de sucesso garantido”, afirma Boeira. Segundo ele, o caminho mais seguro para quem está começando  e não tem experiência em gestão ou no ramo que quer empreender, ainda é o modelo de franquias. “Quando o empreendedor escolhe um modelo validado, com suporte, método e uma marca já consolidada, as chances de acerto aumentam significativamente. Porém, a escolha de uma franquia para investir tem que ser baseada na paixão pelo segmento e pela trajetória e casos comprovados da companhia”, diz.

Para o empresário, o dado de que o setor de educação está entre os que mais registraram novas empresas em 2025 é mais um sinal de que o mercado está atento a oportunidades de longo prazo. “Concordo que franquias de educação, como a própria KNN, é um investimento promissor já que trazemos diferenciais como metodologia exclusiva para brasileiros já atestada por milhares de alunos. Esse tipo de modelo impacta na renda, na empregabilidade e na transformação de comunidades”, conclui.

Havan anuncia investimento de mais de R$ 250 milhões no Centro de Distribuição em Barra Velha (SC)

O empresário Luciano Hang esteve em Barra Velha (SC) nesta semana para anunciar um novo investimento da Havan na cidade, onde está localizado o Centro de Distribuição da varejista (CDH). Ao lado do prefeito Daniel Zimmermann, Hang visitou o terreno adquirido recentemente pela empresa, que fica ao lado do CDH e será incorporado à estrutura atual. Com isso, a área total passará de 200 mil m² para 250 mil m².

O investimento total será superior a R$ 250 milhões, incluindo a aquisição de um moderno transelevador de R$ 150 milhões e mais de R$ 100 milhões destinados à ampliação do complexo logístico.

“Esse investimento vai permitir ainda mais agilidade e eficiência na nossa logística. Nosso Centro de Distribuição é o coração da Havan, de onde saem os produtos que abastecem todas as nossas lojas pelo país. Ampliar essa estrutura é fundamental para acompanhar o ritmo de crescimento da empresa e seguir oferecendo excelência no atendimento aos nossos clientes”, afirmou Luciano Hang.

O empresário agradeceu ainda o apoio da prefeitura de Barra Velha, que tem sido uma grande parceira da Havan nos projetos de expansão na cidade. Além do impacto econômico para o município, o investimento deve gerar novas oportunidades de emprego e renda, tanto durante a execução das obras quanto na operação da área ampliada.

“Nós sempre acreditamos em Barra Velha. Tenho muito orgulho de ver como essa cidade se desenvolveu nos últimos anos e o quanto a Havan contribuiu com esse crescimento. Hoje temos mais de 2,5 mil colaboradores diretos no CDH e vamos precisar de ainda mais pessoas com essa nova fase do projeto”, completou Hang.

China avança com IA generativa e desafia liderança do Ocidente na criação de imagens

A startup chinesa DeepSeek anunciou, em junho, o lançamento do Janus-Pro-7B, um modelo de geração de imagens por inteligência artificial que, segundo benchmarks internos, superou concorrentes como o DALL-E 3, da OpenAI, e o Stable Diffusion, da Stability AI. Com 84,2% de precisão no teste DPG-Bench, um dos principais benchmarks de qualidade visual,  o Janus-Pro-7B representa um salto na capacidade da China de competir com o Vale do Silício no segmento de IA generativa.

O modelo foi treinado com mais de 90 milhões de amostras, combinando dados reais e sintéticos, e está disponível em versões com 1 bilhão e 7 bilhões de parâmetros, o que permite maior flexibilidade para empresas e desenvolvedores. O lançamento coincide com o crescimento dos investimentos em IA por gigantes como Baidu, Tencent e Alibaba, que têm impulsionado soluções open source e ampliado a competitividade global do país no setor.

Para Rafael Franco, CEO da Alphacode, empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos com sede em São Paulo, Curitiba e Orlando (EUA), o avanço chinês na IA é um sinal claro de mudança na dinâmica global de inovação. “A inteligência artificial generativa tem se tornado um dos pilares da inovação tecnológica, e o crescimento da China nesse setor sinaliza um futuro onde a diversidade de soluções será ainda maior. Isso significa que as empresas precisam se adaptar rapidamente para integrar essas novas ferramentas de forma eficiente e estratégica”, analisa Franco.

O impacto não se restringe à Ásia. Nos Estados Unidos, o assistente DeepSeek-V3 tornou-se o aplicativo gratuito mais baixado da App Store, ultrapassando o próprio ChatGPT. Esse movimento evidencia o apelo global das soluções chinesas e amplia sua presença em mercados dominados até então por empresas ocidentais.

A chegada de modelos como o Janus-Pro-7B ao mercado internacional pode gerar impactos relevantes em setores como design gráfico, publicidade e produção de conteúdo digital. “Modelos mais eficientes e acessíveis abrem novas possibilidades, mas exigem que as empresas saibam como utilizar essas tecnologias para gerar valor real aos usuários e negócios”, observa Franco.

O crescimento da IA generativa chinesa levanta também debates sobre regulação, soberania tecnológica e segurança cibernética, especialmente diante da abertura dos modelos para desenvolvedores de diferentes países. Ao tornar tecnologias de ponta mais acessíveis, a DeepSeek e outras startups chinesas promovem uma descentralização da inovação que pode alterar as estratégias de empresas criativas e agências publicitárias, inclusive no Brasil.

De acordo com Franco, o desafio das companhias brasileiras será encontrar formas de integrar essas tecnologias de forma estratégica, sem perder o controle sobre segurança, originalidade e relevância local. “A vantagem competitiva estará na capacidade de adaptação. As ferramentas estão disponíveis, mas o diferencial será como cada empresa irá aplicá-las ao seu ecossistema”, conclui Rafael.

Nova fase do WhatsApp reforça a necessidade de profissionalizar o atendimento pelo canal, alerta CM Mobile

Com 147 milhões de usuários ativos no Brasil, o WhatsApp dá mais um passo em sua consolidação como um dos principais canais de vendas e relacionamento do varejo nacional. Recentemente, a Meta anunciou que o aplicativo passará a contar com novos recursos de promoção, como anúncios nos Status, destaque de canais no diretório e a oferta de conteúdos pagos por assinatura. A novidade amplia o potencial comercial da plataforma, especialmente para pequenos e médios negócios, que hoje representam 95% dos perfis comerciais no país.

Para a CM Mobile, uma das principais empresas da América Latina no desenvolvimento de soluções de mensageria entre marcas e consumidores, esse movimento reforça o que o mercado já vem percebendo: vender pelo WhatsApp é fácil, mas fazer isso com eficiência, segurança e escala exige estrutura. Qualquer empresa pode usar os novos recursos de loja e anúncios, mas apenas aquelas que contam com um parceiro profissional conseguem transformar o aplicativo em um verdadeiro canal de negócios — com automação, integração, rastreabilidade, conformidade com a LGPD e gestão de múltiplos atendentes.

“Com este movimento da Meta, o WhatsApp reforça seu papel de ser o ‘balcão de loja’ do pequeno varejista, mas isso não significa improviso. Pelo contrário: quanto mais natural for a conversa da loja com um possível cliente, mais estratégica precisa ser a estrutura por trás dela”, afirma Pólen Kuhnen, country manager da CM Mobile. “É preciso garantir que cada interação com um comprador seja eficiente, segura e integrada aos fluxos do negócio. Essa é a diferença entre usar o WhatsApp para vender e tirar proveito real dele para uma loja.”

A empresa destaca que muitas PMEs já utilizam o aplicativo para conversar com clientes, tirar dúvidas, enviar links de pagamento e até concluir vendas. Com a chegada dos anúncios, esse fluxo tende a crescer ainda mais — o que exige controle, governança e visão estratégica no uso da ferramenta. “Atender os clientes pelo celular pessoal do dono da loja, sem histórico e sem integração, compromete a experiência do cliente e limita o crescimento do negócio”, conclui, Kuhnen.

Com uma tecnologia robusta, segura e fácil de usar, as soluções da CM Mobile permitem que as empresas profissionalizem totalmente sua operação no WhatsApp. Isso inclui a gestão de múltiplos atendentes em um único número, o registro completo das conversas com os clientes, a automação de mensagens e fluxos de atendimento, integração com sistemas de pagamento e ERPs, além do controle de acessos e conformidade com a LGPD. Na prática, isso significa mais produtividade para as equipes, redução de custos operacionais e uma experiência de atendimento muito mais eficiente, estratégica e escalável — transformando o WhatsApp em um verdadeiro canal de vendas e relacionamento.

iFood abre inscrições para investir R$10 milhões em melhorias para entregadores

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do iFood Chega Junto, programa que incentiva iniciativas direcionadas à promoção de melhorias nas condições de vida e trabalho das pessoas entregadoras e de suas comunidades. Com aporte de R$10 milhões – valor dez vezes maior que o investido na edição anterior – a iniciativa vai destinar recursos a propostas alinhadas a seis pilares estratégicos: segurança viária, segurança alimentar, educação, saúde, fortalecimento de renda e circularidade.

O programa busca apoiar cerca de 100 projetos ao longo dos próximos dois anos, com o objetivo de fortalecer o trabalho dos mais de 400 mil entregadores ativos mensalmente na plataforma. Poderão participar pessoas entregadoras, coletivos da categoria, negócios sociais e organizações da sociedade civil com propostas que promovam melhorias concretas e estruturantes, com potencial de gerar impacto duradouro para os entregadores e suas comunidades

“Nosso objetivo é ampliar o alcance do impacto gerado pelos entregadores e pelas organizações que caminham junto com eles. Esta edição foi desenhada para apoiar projetos com potencial de transformação real, seja no acesso à educação, na segurança no trânsito, no fortalecimento da renda, na promoção da saúde ou em outras frentes alinhadas aos pilares do programa. Queremos investir em iniciativas que deixem um legado positivo e duradouro para quem vive do delivery, suas famílias e para as comunidades ao seu redor”, afirma Luana Ozemela, vice-presidente de Impacto e Sustentabilidade do iFood.

O iFood Chega Junto foi lançado em 2023 como parte do compromisso da empresa com soluções sociais e o fortalecimento da comunidade de entregadores. Na primeira edição, foram investidos R$ 1 milhão em 25 projetos selecionados entre mais de 500 propostas, impactando diretamente mais de 11 mil pessoas. A primeira edição contribuiu para o redesenho deste segundo edital, com mais recursos, escopo ampliado e foco em iniciativas estruturantes.

A seleção dos projetos desta segunda edição do Chega Junto será conduzida por um comitê externo de especialistas de diferentes instituições e áreas de impacto social, com o apoio da consultoria Semente Negócios, responsável por todo o processo de inscrição, seleção e acompanhamento das iniciativas. Entre os formatos possíveis estão workshops, eventos, plataformas tecnológicas, aplicativos, webinars, entre outros, sempre com foco no bem-estar dos entregadores e de suas comunidades.

O edital completo e o formulário de inscrição estão disponíveis neste LINK.

E-commerce: desafios logísticos nas entregas de produtos volumosos

O comércio eletrônico brasileiro continua em expansão. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a previsão é que o setor alcance um faturamento de R$ 234,9 bilhões em 2025, representando um aumento de 10% em relação ao ano anterior. Esse crescimento é impulsionado por diversos fatores, incluindo a digitalização acelerada e mudanças no comportamento do consumidor.

Com o aumento das vendas online, a logística de entrega torna-se um ponto crítico, especialmente para produtos de grande porte, como móveis, eletrodomésticos e equipamentos industriais. A complexidade na movimentação e entrega desses itens exige soluções logísticas específicas e eficientes.

Desafios na entrega de produtos volumosos

A entrega de produtos de grande porte apresenta desafios distintos em comparação com itens menores. Um dos principais entraves é a infraestrutura inadequada em muitas regiões do país, o que torna o transporte mais lento, arriscado e caro. 

Outro ponto de atenção são os altos custos envolvidos, já que transportar itens grandes geralmente requer veículos especializados, rotas personalizadas e mão de obra treinada.

Além disso, produtos pesados e volumosos estão mais suscetíveis a danos durante o transporte. Isso exige atenção redobrada à embalagem e ao manuseio. A gestão de trocas ou devoluções também é mais complexa nesse tipo de operação e pode afetar diretamente a satisfação do consumidor.

Estratégias para superar os desafios logísticos

Para lidar com essas dificuldades, muitas empresas de e-commerce estão firmando parcerias com transportadoras especializadas. Ter parceiros que conhecem os cuidados exigidos por esse tipo de mercadoria aumenta as chances de sucesso nas entregas. 

O investimento em sistemas de gerenciamento de transporte (TMS) também vem crescendo, pois permite rastrear entregas em tempo real, identificar gargalos e propor melhorias operacionais.

Outra medida adotada por empresas é o treinamento específico de equipes de manuseio e transporte. Com isso, reduzem-se os riscos de avarias, atrasos e perdas. Segundo Márcio Schapke, Gerente Nacional de Logística da Frigelar, a importância das parcerias é o que dita o sucesso das entregas: “a seleção minuciosa da transportadora e a compreensão do conhecimento que ela possui é o que deve ser levado em conta na contratação. A Frigelar, em seu Sistema de Gerenciamento de Transporte, possui um direcionamento para cada linha de produto, seja geladeira, frigobar ou adega climatizada. Realizamos encontros semestrais com as transportadoras para treinamento em manuseio, armazenagem e movimentação, visando a redução de avarias e defeitos.”

Importância da gestão eficiente nas entregas

A gestão de entregas, especialmente para itens volumosos, requer atenção constante. Monitorar indicadores como prazo, índice de avarias e satisfação do consumidor é essencial para identificar pontos de melhoria. Ter controle sobre cada etapa da entrega evita prejuízos e mantém a reputação da empresa.

“Todo processo de entrega deve ser acompanhado de perto, independente se é feito pela própria empresa ou com transportadoras parceiras. Por isso, a rotina de gestão para avaliar prazo prometido ao cliente, índice de avarias e extravios são feitos com frequência. Dentro do ambiente concorrido que é o e-commerce, manter um desenvolvimento contínuo nas entregas gera valor para a marca.” menciona Márcio Schapke. 

Empresas que monitoram sua operação logística com regularidade conseguem se adaptar mais rapidamente e oferecer uma experiência mais satisfatória para o consumidor final.

Oportunidades no e-commerce

A entrega de produtos volumosos no e-commerce brasileiro é desafiadora, mas não impossível. Com planejamento, uso de tecnologia e parcerias estratégicas, é possível superar os obstáculos logísticos e garantir que o cliente receba o produto no prazo, em perfeitas condições.

Produtos volumosos exigem cuidados específicos na embalagem, transporte e entrega final. Adaptar-se às particularidades de cada tipo de mercadoria é indispensável para garantir o sucesso do negócio e a fidelidade do consumidor.

Proteção sob medida para pequenos empreendedores

Com o avanço da formalização dos modelos de negócio, cresce entre os pequenos e médios empreendedores a percepção de que proteger o patrimônio vai além de manter produtos ou equipamentos seguros: passa também por blindar a reputação e as finanças contra possíveis falhas profissionais. Nesse cenário, o seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RC Profissional) ganha espaço como uma solução estratégica.

Criado para resguardar empresas e profissionais de prejuízos decorrentes de falhas no exercício da atividade, esse tipo de seguro cobre prejuízos bem como despesas em gerais. Antes restrito a grandes corporações, atualmente vem ganhando espaço entre negócios de menor porte.

“O pequeno empresário entende hoje que um simples erro pode gerar prejuízos significativos, tanto financeiros quanto de imagem. A busca por seguros como o RC Profissional mostra um amadurecimento do empreendedor brasileiro”, afirma Reinaldo Zanon, CEO da Seguralta Franchising, maior rede de franquias de seguros do país.

Segundo ele, a procura por esse tipo de cobertura entre os clientes da rede cresceu mais de 30% nos últimos dois anos, puxada principalmente por profissionais liberais e microempresas de serviços. “A judicialização das relações de consumo, o crescimento da prestação de serviços digitais e o aumento da exigência por parte dos clientes impulsionam essa mudança de comportamento”, explica.

Além de proteger financeiramente o negócio, o RC Profissional também reforça a credibilidade junto aos clientes, demonstrando responsabilidade e preparo em caso de imprevistos. Em segmentos como contabilidade, TI, marketing, saúde e arquitetura, ele já é considerado um diferencial competitivo.

Para os especialistas do setor, o movimento ainda deve se intensificar nos próximos anos, impulsionado pela digitalização dos serviços, pela ampliação do acesso ao seguro e pela conscientização dos empreendedores sobre gestão de riscos. “A mentalidade de que seguro é custo está sendo substituída pela noção de que é um investimento necessário para a longevidade e a solidez do negócio”, conclui Zanon.

PMEs descentralizam o e-commerce no Brasil, aponta Mapa da Logística

O comércio eletrônico brasileiro tem crescido nacionalmente e está se tornando cada vez mais descentralizado, alavancado pelas vendas e entregas de pacotes de pequenas e médias empresas (PMEs). Segundo o novo levantamento do Mapa da Logística, realizado pela Loggi com dados do segundo trimestre deste ano, os empreendedores de PMEs estão presentes em diferentes regiões e fazem seus envios de forma mais pulverizada em todo o país, refletindo uma maior diversificação de origem de pacotes, por exemplo, com apenas 40% do volume vindo de São Paulo, já 65% do volume das grandes empresas são originadas do estado paulista.

Entre as regiões de maior destaque no envio de pacotes por PMEs estão estados como Santa Catarina, sendo que 16% dos pacotes deste segmento partem da região, número maior comparado a de grandes empresas (6,5%). Na sequência, está Minas Gerais, com 10% das remessas de pequenos e médios negócios, frente a 5% dos grandes e-commerces, e no Paraná, 9% dos pacotes das PMEs partindo do estado, enquanto grandes empresas possuem apenas 3% do volume.

A pesquisa revela ainda que existe um movimento e tendência de vendas e envios de mercadorias das PMEs para a região Sul do Brasil, com 18% do volume para esta região, quando comparado a grandes empresas (14%), indicando um perfil de consumo e oportunidades para empreendedores digitais em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Além disso, os pequenos negócios se destacaram neste período por comercializarem produtos com maior valor médio por pedido, atingindo R$ 217,00 por transação — 21% acima do registrado por grandes marcas, 51% maior do que os grandes marketplaces. Esse comportamento evidencia um posicionamento diferenciado desses empreendedores, com foco em itens de maior valor agregado e potencial de margem.

Modelos de envios de PMEs

Em busca de mais praticidade e economia, o Mapa da Logística aponta que as PMEs têm adotado um modelo mais flexível para envios nacionais, e costumam optar por diferentes soluções logísticas, levando em consideração a necessidade e a demanda. Atualmente, 30% dos envios são feitos por grade fixa, ou seja, com periodicidade definida para coleta de pacotes, enquanto 40% utilizam coleta pulverizada com variação de dia e hora, enquanto 30% operam via pontos de recebimento de pacotes (do conceito de Pick up and Drop off points — PUDOs), onde é possível levar até um lugar credenciado, ter mais autonomia e obter preços reduzidos.

Principais regiões do e-commerce no Brasil

O levantamento do Mapa da Logística traz também um amplo balanço de envios nacionais, considerando pequenos, médios e grandes negócios. Neste segundo trimestre do ano, há um destaque para o eixo Sul-Sudeste e o Nordeste como as regiões que mais enviaram e receberam pacotes, além da forte presença no Centro-Oeste, principalmente em Goiás. Vale destacar os estados que tiveram maior crescimento no envio de pacotes durante o período: Santa Catarina (275%), Rio Grande do Sul (175%), Goiás (167%), Espírito Santo (124%) e Minas Gerais (45%).

Para entregas nacionais, aproximadamente metade de todo o volume transportado no Brasil chega ao destino em até 2 dias — índice fundamental para sustentar a competitividade do e-commerce nacional — e 60% em 3 dias, mostrando avanço constante de eficiência do setor de logística no país.

Categorias mais consumidas pelos brasileiros

De modo geral, em todos os segmentos de negócios (pequenos, médios e grandes empresas) a categoria de maior destaque foi a de vestuário e moda, que liderou o consumo em três regiões (Centro-Oeste, Sudeste e Sul). Esse resultado teve forte impacto pelas datas comemorativas que impulsionam o varejo entre maio e junho deste ano — entre elas Dia das Mães e Dia dos Namorados. Outro segmento que cresceu neste período foi o de serviços financeiros (exemplos: cartões, máquinas de pagamento etc), que liderou nas regiões Nordeste e Norte, que podem estar atrelados ao crescimento de bancos digitais e microempreendedorismo.

Também tiveram outros tipos de produtos que demonstram o comportamento e os hábitos de consumo dos brasileiros que mais cresceram no 2°trimestre do ano, comparado com o mesmo período do ano passado, como óticas (302%), farmácias (204%), artigos esportivos (196%), jóias e bijuterias (144%), jogos e brinquedos (126%), entre outros.

Datas comemorativas

As datas comemorativas foram importantes períodos que impulsionaram o e-commerce no país. Durante a Semana do Dia das Mães, em maio, os envios nacionais cresceram em comparação ao mesmo período de 2024, para pequenos negócios (143%). Entre os produtos comercializados estão vestuário e moda, com crescimento expressivo de 214% comparado ao ano anterior, seguido por jóias e bijuterias com 198%, e depois cosméticos e perfumaria com 103%.

Já na Semana do Dia dos Namorados, também se manteve a tendência de crescimento, em relação ao mesmo momento do ano anterior, para os pequenos negócios (121%). Sendo um resultado bastante positivo, inclusive quando comparado com as grandes marcas (6%).

Sobre o Mapa da Logística

O Mapa da Logística é um levantamento da Loggi lançado em 2025 que apresenta a cada trimestre os dados locais e nacionais de envios e entregas, destaca categorias de produtos em expansão, além de trazer insights e ser referência para empresas de todos os tamanhos, em especial pequenos e médios empreendedores que vendem online para se conectarem com novos mercados em expansão e ampliarem suas vendas. Os dados são coletados com base em envios realizados — entre pequenos, médios e grandes negócios, desde quem envia dezenas de pacotes até milhares diariamente — em todas as regiões do Brasil.

Nesta segunda edição, foi analisado o movimento logístico do Brasil no 2º trimestre deste ano, considerando mais de 16 milhões de pacotes enviados em mais de 5 mil municípios conectados nas cinco regiões do país, por uma base de 21 mil empresas de diferentes segmentos e regiões.

Para acessar o material completo, acesse a página oficial da Loggi no link para baixar o PDF de cada trimestre