O C6 Bank ampliou as funcionalidades de segurança para os clientes pessoa jurídica. A ferramenta Locais Seguros, que permite definir endereços confiáveis para acessar investimentos e realizar transações de maior valor, já está disponível para todos os clientes com contas empresariais, incluindo MEIs. Com o recurso, é possível cadastrar locais como o escritório ou outros pontos estratégicos para a empresa.
A funcionalidade segue o mesmo modelo já oferecido para pessoas físicas, mas com uma camada adicional de gestão: nas contas empresariais, o administrador pode definir os locais seguros que serão válidos para os demais usuários e funcionários.
“A proposta é entregar aos clientes mais um recurso de proteção, sem complicar a experiência no aplicativo. O empresário pode escolher quais locais são confiáveis para acessar investimentos e autorizar transações de maior valor, reduzindo os riscos em casos de roubo, perda ou uso indevido da conta”, afirma José Luiz Santana, head de segurança do C6 Bank. “Mesmo que um funcionário utilize o aplicativo do banco em seu próprio celular, por exemplo, a conta permanece protegida quando acessada fora dos endereços cadastrados.”
Para configurar os endereços, basta acessar a seção Segurança no app, cadastrar os locais desejados e permitir o uso da geolocalização. É possível ajustar com precisão a área considerada segura, definindo o perímetro de um local específico para garantir que o acesso às funcionalidades protegidas aconteça apenas dentro desse limite. O banco realiza a validação do local cadastrado antes da liberação. Não há limite de locais cadastrados e é possível incluir também endereços no exterior.
Fora desses locais, os investimentos aparecem zerados no aplicativo e as transferências passam a ter limites reduzidos. Na prática, isso cria uma barreira extra em situações como roubo ou uso indevido do celular, dificultando o acesso a valores mais altos e ajudando a prevenir fraudes.
Outras camadas de proteção
O C6 Bank também tem ferramentas adicionais de segurança para reforçar a proteção das contas. Entre elas está a exigência de biometria facial para autorizar transações consideradas de maior risco. A transferência só é efetivada se a imagem capturada corresponder ao registro armazenado no banco de dados do próprio C6 Bank. Caso um rosto diferente do titular da conta seja exibido na biometria ou haja suspeita de manipulação na imagem, o aplicativo é permanentemente desativado naquele aparelho.
Além disso, o banco permite cadastrar contatos seguros, criando exceções para o limite de transações noturnas com pessoas ou empresas para as quais o cliente costuma fazer transferências ou pagamentos com frequência.
Como a ferramenta utiliza um banco de dados próprio, isso impede a alteração da biometria associada à conta, mesmo em situações de furto ou roubo de um celular desbloqueado. A verificação pode ser solicitada em operações como TEDs, TEFs, Pix ou pagamentos de valores.
Desde que entrou em operação, o C6 Bank adota medidas robustas de cibersegurança para reforçar a proteção dos clientes. Para o cliente PJ que prefere acessar o banco pelo computador, o banco desenvolveu um web app que, além de exigir que o cliente tenha a aplicação instalada na máquina, requer validação do acesso via aplicativo do banco, processo conhecido como autenticação cruzada.



