O varejo digital brasileiro atravessa uma transformação em 2026, impulsionada pela automação inteligente e pela exigência de agilidade. Segundo o estudo “Comércio social: definição, estatísticas e tendências”, publicado pela Hostinger, 35% dos consumidores relataram utilizar suporte via chatbot em jornadas de compra recentes. O levantamento confirma que a assistência automatizada nos sitesdeixou de ser promessa para se consolidar como uma das ferramentas de maior preferência do público. A ferramenta vem se aperfeiçoando ao longo dos anos, e ainda segundo os dados, as inovações baseadas em Inteligência Artificial dominam a trajetória de escolha, com 26% dos usuários engajando ativamente em recomendações personalizadas por algoritmos, superando recursos emergentes como assistentes de voz (15%) e realidade aumentada (14%).
Para Tiago Vailati, CEO e cofundador da Loopia, plataforma especializada em agentes de IA, o sucesso do varejista moderno está na capacidade de alinhar a operação à demanda por interações imediatas. “Aquele que não oferece atendimento instantâneo e unificado no lugar onde o cliente já está, acaba perdendo a venda para a concorrência em questão de segundos. O consumidor atual não aceita mais esperar por uma resposta; ele busca resolutividade em tempo real”, explica o executivo. É justamente para sanar esse gargalo que a Loopia desenvolveu a plataforma de chat commerce 360º capaz de integrar atendimentos em marketplaces, e-commerces e redes sociais em um único ambiente.
A tecnologia é movida por agentes de IA que centralizam todas as interações em uma só tela, automatizando tarefas e monitorando a operação durante 24 horas por dia. Essa combinação de automação e inteligência aplicada gera resultados concretos para o mercado, proporcionando aumento de até 50% na taxa de conversão dos lojistas, com a marca de 92% dos atendimentos resolvidos de forma autônoma pela IA e um tempo médio de resposta de apenas 30 segundos. O sistema permite que o público-alvo tenha escala sem perder a personalização, atacando diretamente a principal dor do varejo multicanal: a fragmentação das mensagens.
Essa eficiência operacional marca o que Tiago define como novo estágio de maturidade tecnológica. “Entramos na Era do Comércio Agêntico, onde a IA deixa de atuar apenas por meio de interações passivas, como os chatbots tradicionais, e passa a operar com agentes inteligentes capazes de guiar o consumidor e tomar decisões ao longo da jornada. O ano de 2026 exigirá um crescimento focado em eficiência e nossa missão é transformar dados em inteligência aplicada, unificando a operação de múltiplos canais para impulsionar os resultados de forma escalável”, conclui o CEO.


