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O futuro do varejo é inteligente: IA, análise em tempo real e experiência personalizada

Por Mariana Ramírez, líder de marketing para a América Latina na Axis Communications

O varejo está passando por uma nova era impulsionada pela inteligência artificial (IA) e visão computacional. O que antes eram simples câmeras de segurança, hoje se tornam poderosos geradores de dados capazes de antecipar a demanda, otimizar as operações e melhorar a experiência de compra. Em um mercado onde cada interação conta, a tecnologia se posiciona como a melhor aliada para entender e atender os consumidores.

À medida que as compras online continuam a crescer, com projeções de ultrapassar US$ 11 trilhões até 2028 – as lojas físicas enfrentam o desafio de oferecer experiências igualmente personalizadas e eficientes. Graças à análise baseada em IA, os varejistas agora podem obter informações valiosas sobre o comportamento do cliente no ponto de venda, desde como eles se movem pela loja até quais produtos despertam seu interesse. Isso permite decisões mais rápidas e baseadas em dados.

A inovação começa desde a chegada do cliente. Em estacionamentos, por exemplo, câmeras inteligentes podem detectar veículos, notificar funcionários e acionar mensagens automáticas para melhorar os tempos de atendimento. Dentro da loja, os sistemas de análise registram o tráfego em tempo real, ajudam a planejar os turnos dos funcionários e possibilitam avaliar o impacto de campanhas publicitárias ou mudanças no layout do produto. Cada canto da loja torna-se uma fonte de conhecimento útil para otimizar a operação.

O gerenciamento de estoque também se beneficia dessa tecnologia. Os algoritmos de aprendizado de máquina analisam imagens de prateleira e alertam instantaneamente quando um produto está prestes a acabar. Isso evita a perda de vendas e melhora a satisfação do cliente. Além disso, os mapas de calor e a detecção de objetos permitem entender quais áreas ou produtos geram mais interesse, ajudando a projetar estratégias de exibição e preços mais eficazes. Em outras palavras, a IA não apenas observa: ela aprende e age.

O futuro do varejo será mais preditivo, automatizado e sustentável. Grandes marcas, como a Lowe’s nos Estados Unidos, já utilizam sistemas inteligentes de videomonitoramento para analisar o fluxo de pessoas, medir o desempenho dos espaços e detectar oportunidades de melhoria. No entanto, o sucesso dessa transformação também depende da transparência e da confiança. Garantir a privacidade dos dados e comunicar claramente como eles são usados é essencial para fortalecer o relacionamento com os consumidores.

A inteligência artificial não é mais uma promessa, mas uma ferramenta fundamental para o sucesso no varejo. Transformar câmeras em assistentes inteligentes não apenas melhora a segurança, mas também impulsiona as vendas, otimiza recursos e redefine a experiência do cliente. Em um ambiente competitivo, a questão não é mais se os varejistas devem adotar a IA, mas quando o farão. O futuro do varejo está aqui e tem um olhar mais aguçado do que nunca.

IA se consolida como motor da nova economia do varejo

Nos últimos anos, o uso de inteligência artificial (IA) no varejo brasileiro avançou de forma expressiva, refletindo uma transformação cada vez mais presente nas operações do setor. Segundo a pesquisa Inteligência Artificial no Varejo, realizada pela Central do Varejo em 2024, 47% dos varejistas já adotam soluções baseadas em IA. Entre aqueles que ainda não utilizam a tecnologia, 46% planejam implementá-la em breve. Este cenário indica que a transformação digital é hoje uma realidade praticamente inevitável no varejo.

O movimento, antes restrito a grandes redes, começa a se consolidar também entre pequenos e médios lojistas, impulsionado pela democratização de ferramentas de análise de dados, automação e atendimento digital.

Em um cenário de margens apertadas e consumidores cada vez mais exigentes, a tecnologia deixou de ser um luxo para se tornar estratégia de sobrevivência e crescimento.

Para Renato Rodrigues, CEO da Softcom, empresa referência em soluções de gestão e inteligência artificial voltadas ao varejo, o segredo está em entender que a aplicação da IA pode e deve acontecer de forma prática e gradual. “O pequeno lojista não precisa começar com grandes investimentos. Há soluções acessíveis que já trazem resultados em semanas”, afirma.

A adoção da IA no varejo passa por diferentes etapas. No início, ela ajuda a automatizar tarefas repetitivas, como o controle de estoque, reposição de produtos e atualização de preços, liberando o empreendedor para se concentrar em decisões estratégicas. Depois, torna-se uma aliada no relacionamento com o cliente, por meio de chatbots inteligentes e sistemas de recomendação capazes de personalizar ofertas e aumentar as chances de recompra.

Outro avanço importante está na análise de dados. Com apoio da IA, os lojistas podem prever demandas, entender padrões de consumo e ajustar campanhas de marketing em tempo real, algo que antes exigia equipes especializadas. A tecnologia também permite integrar canais físicos e digitais, unificando informações de lojas, e-commerces e marketplaces para construir uma visão completa do comportamento do consumidor.

Segundo Renato, a principal barreira ainda é o desconhecimento sobre por onde começar. “A IA deixou de ser tendência e se tornou parte do dia a dia do negócio. O desafio agora é capacitar o empresário para usar essas ferramentas de forma inteligente e sustentável. Pequenos avanços, quando bem planejados, podem gerar ganhos significativos de competitividade”, reforça.

No Brasil, onde o varejo responde por cerca de 20% do PIB, segundo o IBGE, a incorporação de tecnologias como IA e automação pode representar um salto de produtividade sem precedentes. E, na ponta, o consumidor também sai ganhando, com preços mais competitivos, melhor atendimento e experiências de compra personalizadas.

A revolução já começou. O futuro do varejo brasileiro será híbrido, conectado e, acima de tudo, inteligente.

Privalia projeta nova alta para a Black Friday após crescer 35% em 2024

Após um crescimento de 35% na principal data do varejo em 2024, a Privalia deu início a mais uma Pri Friday com expectativa de novos recordes. A plataforma, referência em curadoria de lifestyle, aposta em descontos de até 90% e cupons exclusivos em uma estratégia que une oportunidade de entretenimento, conveniência, propósito e personalização — pilares que vêm sustentando o engajamento e a taxa de conversão acima da média na plataforma.

As categorias de moda e calçados seguem como carro-chefe do negócio, representando 45% da receita total durante a Pri Friday 2024. Aindano mesmo período do último ano, a Privalia registrou um aumento de 20% no tráfego do site e um tempo médio de 80 minutos de navegação no aplicativo, por mês e por usuário, impulsionado por uma experiência digital aprimorada e campanhas que impulsionam o conceito shoppertainment, estratégia de marketing e vendas que combina a experiência de compra com conteúdo envolvente e interativo. 

Campanha Pri Friday 2025

A jornada da Black Friday na plataforma começou antes mesmo de novembro, com a ação “Desapega”, em parceria com o Instituto Dona de Si. A iniciativa convidou os clientes a doarem peças em bom estado, destinadas a projetos sociais voltados à capacitação e geração de renda de mulheres que fazem parte da organização, em troca de um voucher no valor de R$ 100 para compras na Privalia. A campanha reflete o compromisso da marca com um consumo circular, conectando propósito e comportamento de compra. Na sequência, a Privalia começou novembro com um período de descontos e cupons exclusivos, com curadoria das marcas mais desejadas do portfólio por até 90% off em moda, beleza, casa e lifestyle. 

A Black Friday é um momento importantíssimo para o nosso negócio mas, acima disso, uma oportunidade de reforçar o que nos diferencia: propósito e entretenimento na jornada de compra. Apostamos em uma experiência de shoppertainment para conectar o nosso consumidor à de forma leve, intencional, interativa e relevante, gerando valor real a cada interação“, afirma Fernando Boscolo, CEO da Privalia Brasil. “Para garantir uma experiência de compra personalizada e multicanal, todo o nosso ecossistema é guiado por tecnologia de recomendação e segmentação inteligente, garantindo que cada usuário tenha acesso a uma jornada de descoberta altamente relevante ao seu perfil“, finaliza. 

Mais do que um pico de vendas, o período consolida o papel da Privalia como um destino de lifestyle digital que compreende e antecipa o desejo de cada consumidor, transformando o momento de vendas em uma experiência de marca duradoura.

Mecânica

Para garantir os cupons exclusivos, os consumidores devem acompanhar as redes sociais da Privalia. Diariamente, nos stories do Instagram, a marca anunciará um novo cupom, liberado exclusivamente para os seguidores que interagirem por mensagem direta (direct). Além disso, as compras realizadas via PIX terão um desconto adicional de 10%, além de até 40% off no PIX nas marcas do Brandsplace, modelo marketplace da Privalia, ampliando as oportunidades durante o período promocional.

Além disso, dia 11 de novembro, das 11h11 às 12h12, todo o app da Privalia contará com frete grátis para todo o Brasil. E, às 11h11 da noite, a plataforma preparou uma surpresa especial: uma viagem para Salvador (para duas pessoas) durante o Carnaval de 2026, escondida no app com 90% de desconto — um achado imperdível para os mais atentos.

Resiliência e segurança digital como pilares diferenciais na Black Friday

A Black Friday 2025, que acontece em 28 de novembro, já está provocando uma verdadeira corrida tecnológica no setor varejista nacional. O evento, que deixou de ser uma data promocional para se consolidar como toda uma temporada estratégica, exige que o mercado antecipe estudos, planos de ação e melhorias visando garantir não apenas o sucesso do período de compras, mas também uma significativa injeção de recursos na economia brasileira. Para este ano, por exemplo, a expectativa é de que o faturamento supere a marca de R$ 13 bilhões somente no ambiente online – uma alta de cerca de 15% em relação ao último período, conforme previsão da ABComm Forecast. 

Para alcançar essa meta, no entanto, é importante posicionar no centro das estratégias o consumidor final, que está cada vez mais exigente e com baixa tolerância ao atrito. Hoje, qualquer milissegundo de atraso pode resultar no esgotamento de um produto ou no cancelamento da transação em decorrência de uma dessincronização entre estoque e vitrine – ambas experiências que geram frustração e colocam um ponto final na experiência da compra, tendo ainda o efeito colateral de manchar a imagem da marca. 

É nesse contexto que a resiliência digital se faz indispensável. Mais do que velocidade, é ela quem capacita a infraestrutura a absorver picos extremos de tráfego, adaptar-se a demandas voláteis e assegurar 100% de disponibilidade. O custo do downtime na Black Friday não se restringe à venda perdida naquele minuto: se estende até a não captação de um cliente que perde a confiança. O debate não é mais sobre manter o site no ar, e sim a respeito da capacidade de entregar uma experiência instantânea e consistente para milhões de usuários simultaneamente.

Em paralelo ao desafio de suportar o estresse das redes, a Black Friday levanta outra preocupação para os times de TI: a segurança. O volume massivo de transações e o senso de urgência dos consumidores criam um ambiente suscetível às ações de cibercriminosos. As ameaças vão desde tentativas de fraude no pagamento até ataques volumétricos de Negação de Serviço (DDoS), projetados especificamente para derrubar a operação e causar prejuízo. A proteção de dados é, portanto, crucial e deve ser vista como uma garantia fundamental para que os processos ocorram de forma segura e a confiança do cliente seja preservada.

Nesse cenário de alta pressão, a infraestrutura digital precisa ser inteligente. Tecnologias como a edge computing funcionam como aliadas estratégicas nessa blindagem. Ao processar dados mais perto do usuário, a arquitetura acelera o carregamento de páginas e a validação de estoque, além de adicionar uma camada vital de resiliência. Ela distribui a carga de acesso, evitando que o data center central seja sobrecarregado, e permite que barreiras de segurança atuem na borda, filtrando o tráfego malicioso antes que ele chegue à aplicação principal.

O sucesso da Black Friday não se mede só pelo faturamento, mas pela proteção ao cliente e a manutenção das operações sob pressão. O rendimento, por sua vez, é resultado de uma boa estratégia. Organizações que priorizam resiliência digital e segurança se preparam para picos de vendas, ao mesmo tempo em que constroem uma vantagem competitiva duradoura.

*Rodrigo Rangel Lobo é COO da Edge UOL

AliExpress une Popó e Wanderlei Silva no 11.11 para transformar rivalidade em descontos

 O AliExpress, plataforma global de compras do Alibaba International Digital Commerce Group, anuncia o início da sua maior campanha do ano, o 11.11, que em 2025 traz o conceito “Aliados por Desconto”. Criado pela agência BETC HAVAS, o filme une dois ícones do esporte brasileiro, Popó e Wanderlei Silva, e dessa vez, trazendo suas equipes para fazer as pazes e materializar, com humor, a mecânica da compra coletiva na plataforma.

Especialmente para o 11.11, os antigos rivais vão voltar ao ringue, mas com uma missão inusitada: derrubar preços, não adversários, e convidar o público a formar grupos de compra para destravar as melhores ofertas do ano entre 11 e 19 de novembro. Durante o período, a plataforma oferecerá até 90% OFF, 20% de cashback em compras realizadas em plataformas parceiras, além de ações interativas e ofertas exclusivas, incentivando os brasileiros a se unirem para desbloquear descontos coletivos.

A campanha “Aliados por Desconto” será desdobrada em todo o ecossistema digital do AliExpress incluindo suas redes sociais, mídia com creators e plataformas de vídeo do app e do YouTube, com conteúdos complementares, cortes do filme, chamadas para as lives e peças explicativas sobre a mecânica de compras em grupo. O “11.11 já é sinônimo de preço bom no Brasil. Em 2025, com uma nova forma de comprar que não existe em nenhum outro marketplace no Brasil, inovamos e adicionamos um ingrediente que é a cara do país, a força da união. ‘Aliados por Desconto’ mostra que, quando as pessoas se juntam o benefício é pra todos”, afirma Briza Bueno, diretora do AliExpress no Brasil.
 

Assista o vídeo completo no Instagram
 

Insights e Elenco

Concebida pela BETC HAVAS, a campanha parte de um insight: rivalidades podem ficar de lado quando existe um objetivo comum e por isso é possivel selar a paz até entre esses dois grandes rivais. A narrativa convida o público a transformar competição em colaboração por meio das compras coletivas do AliExpress.


Além de Popó e Wanderlei, participam membros de suas equipes e do universo das lutas como Werdum, Iago Freitas, Thor D. Silva e Dida e criadores de conteúdo que conectam a plataforma a comunidades de esportes, games, tecnologia, beleza e lifestyle. A presença desse casting amplia o alcance cultural da mensagem e reforça o papel dos creators como ponte entre marcas e públicos de nicho.

3 em cada 10 influenciadores ainda não ganham nada com criação de conteúdo, aponta pesquisa

O mercado de creators segue em expansão, mas nem todos estão colhendo os frutos financeiros dessa nova economia digital. Segundo o estudo “Creators e Negócios 2025”, da YouPix, 28,17% dos influenciadores ainda não conseguiram monetizar o conteúdo que produzem, o equivalente a três em cada dez criadores no país.

Os dados também mostram um cenário de maior polarização na renda: enquanto cresce a base de quem ganha menos de R$ 2 mil por mês, o topo (formado por quem fatura acima de R$ 50 mil) também se fortalece. Já o chamado “meio do caminho”, com rendimentos entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, perdeu representatividade.

De acordo com a pesquisa, 22,53% dos criadores ganham até R$ 2 mil mensais e 23,61% estão na faixa entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Isso significa que quase metade dos influenciadores no Brasil recebe menos de R$ 5 mil por mês com a criação de conteúdo.

Para Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da Viral Nation e especialista em marketing de influência há mais de dez anos, o levantamento reflete um momento de amadurecimento e também de saturação no mercado: “O número de criadores cresce em ritmo acelerado, mas a monetização ainda depende de estratégia, posicionamento e entendimento do que as marcas buscam hoje. Muita gente entra na profissão com foco apenas na criatividade, mas esquece que o conteúdo também precisa ser encarado como um negócio”.

Segundo o especialista, o aumento da base de criadores que ainda não monetizaram pode ser explicado por fatores como a alta competitividade e a entrada de novos perfis que tratam a criação de conteúdo como hobby, e não como negócio.

“A profissionalização é o divisor de águas. Criadores que entendem seu nicho, investem em uma identidade própria e mantêm constância nas publicações tendem a atrair mais oportunidades. É preciso pensar o conteúdo com visão empreendedora, e não apenas criativa”, complementa.

O estudo também mostra que 17% dos criadores que faturam entre R$ 5 mil e R$ 20 mil ainda fazem jornada dupla, o que indica que, para muitos, a carreira de influenciador ainda não é financeiramente sustentável. Segundo Fabio, o cenário revela uma divisão cada vez mais clara entre uma elite que se consolidou e um grupo que ainda tenta encontrar espaço.

“Há uma parcela de criadores que conseguiu escalar ganhos, diversificar receitas e se estruturar como empresa. Mas, por outro lado, muitos ainda não conseguiram se sustentar e acabam voltando para faixas de renda mais baixas. É uma curva natural de amadurecimento do mercado, mas também um alerta para quem quer se destacar”, observa.

Para os novos criadores que buscam se destacar, Fabio recomenda apostar na autenticidade e na consistência, além de compreender bem o público: “Mais do que seguidores, o que as marcas procuram é engajamento real. Influenciadores que constroem uma comunidade e mantêm uma comunicação transparente têm mais chances de converter visibilidade em negócios. Também é importante se atualizar sobre tendências e formatos, como o crescimento de vídeos curtos e o uso de IA na produção de conteúdo”, orienta.

Ele acrescenta que, ao alcançar esse nível de profissionalização, contar com o suporte de um agente e de uma agência especializada faz toda a diferença. “Quando o creator tem uma equipe por trás, pode se concentrar em produzir o melhor conteúdo possível, enquanto nós cuidamos da parte estratégica, fechando campanhas, analisando oportunidades e garantindo que ele cresça de forma estruturada e sustentável.”

De olho nesse novo momento, Fabio explica que agências especializadas também têm adaptado sua atuação. “Na Viral Nation, por exemplo, nosso papel vai além da negociação de campanhas. Acompanhamos a evolução dos talentos, oferecemos suporte estratégico e ajudamos a construir carreiras sustentáveis. Essa nova realidade exige que tanto agências quanto criadores estejam preparados para um mercado mais exigente, mas também cheio de oportunidades”, conclui o especialista.

METODOLOGIA

A sexta edição do estudo Creators & Negócios 2025 da Youpix foi realizada do dia 15 de Julho até 15 de Setembro de 2025, através de uma pesquisa na plataforma Google Forms e aquisição de painel. Foram coletadas 490 respostas válidas, de uma base de 527 respondentes. A pesquisa completa pode ser acessada em: https://members.youpix.com.br/pesquisa-creators-negocios-2025?utm_medium=email&utm_campaign=creators__negocios_5_dados&utm_source=RD+Station.

Consumidores antecipam compras com apps de cashback e cupons na Black Friday

Com a Black Friday se aproximando, muita gente começa a buscar maneiras de gastar menos e aproveitar as ofertas de forma mais inteligente. Nesse cenário, aplicativos que reúnem cupons e cashback vêm ganhando espaço como aliados do consumidor. O Cuponomia, por exemplo, iniciou o “Esquenta Black Friday” com aumentos nos percentuais de cashback em grandes marcas: Adidas passou de 4% para 8%, O Boticário de 3,1% para 11,5% e Vivara de 2% para 8%. Na plataforma, as condições são limitadas e valem apenas para quem faz a compra pelo site ou aplicativo da plataforma, por isso é importante conferir as regras antes de fechar o pedido.

No caso do Cuponomia o uso é simples e gratuito. O usuário cria uma conta, acessa a loja parceira pelo aplicativo ou pela extensão do navegador, ativa o cashback ou aplica o cupom e conclui a compra normalmente. Depois, parte do valor gasto volta em forma de saldo, que pode ser resgatado em dinheiro a partir de R$ 20 acumulados.
Durante a Black Friday, o recurso funciona como um filtro a mais para quem quer garantir que o desconto é real. Além de comparar preços, o consumidor consegue somar o retorno em cashback, que pode chegar a percentuais mais altos em períodos de “esquenta”, quando as marcas antecipam suas ofertas.

Segundo Ivan Zeredo, diretor de marketing do Cuponomia, o objetivo é aproximar o público das promoções de forma planejada. “O esquenta antecipa a jornada de compra e reforça o papel do cashback como vantagem concreta, não apenas como promessa de desconto”, explica o executivo. Com mais de duas mil lojas parceiras, o Cuponomia concentra cupons e ofertas em diferentes categorias e ainda oferece uma extensão que avisa automaticamente quando há cashback disponível enquanto o usuário navega.

Dicas para aproveitar com segurança e garantir a economia:

  1. Verifique as regras de cada oferta: leia as condições do cupom ou do cashback, como categoria de produto, valor mínimo e prazo para aprovação.
  2. Ative o benefício antes da compra: entrar direto na loja sem passar pela plataforma pode impedir o registro do cashback.
  3. Use sempre o link ou a extensão da plataforma: isso garante que a compra seja rastreada corretamente e o retorno contabilizado.
  4. Aproveite o “esquenta”: as semanas que antecedem a Black Friday costumam ter percentuais mais altos de cashback.
  5. Acompanhe seu saldo: no Cuponomia, o valor pode ser resgatado em dinheiro a partir de R$ 20 acumulados.

5 erros que impedem as PMEs de lucrar na Black Friday

Com a Black Friday chegando, as PMEs se preparam para o período mais intenso de vendas do ano. Mas, mesmo com o aumento de 24,4% na abertura de novos negócios no 1º quadrimestre de 2025, segundo o boletim Mapa de Empresas do Governo Federal, o faturamento das PMEs apresentou queda de 1,2% no 1º trimestre, de acordo com o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs). 

Esses números reforçam que o crescimento no número de empresas não garante sucesso financeiro, especialmente quando falhas de gestão transformam desconto em prejuízo. Para Reginaldo Stocco, CEO da vhsys, a falta de integração entre estoque, nota fiscal, vendas e marketplaces é um dos fatores que mais prejudica os pequenos negócios na Black Friday. 

“Quem vende em múltiplos canais, mas controla tudo de forma separada, corre mais risco de errar preço, vender produtos que não têm em estoque ou atrasar entrega. A tecnologia hoje permite integrar tudo isso e vender mais com segurança”, explica.

Segundo o CEO, esses são os principais erros das PMEs na Black Friday e como evitá-los:

1. Não planejar o fluxo de caixa para o pós-Black Friday

Muitos negócios concentram esforços em promoções agressivas sem avaliar o impacto no fluxo de caixa. Isso pode gerar dificuldades para pagar fornecedores e manter operações. A solução é simular cenários de vendas, antecipar recebíveis quando necessário e reservar capital de giro para lidar com o aumento da demanda.

2. Falta de integração entre vendas, estoque, nota fiscal e marketplaces

Sem integração, o risco é alto: estoque que não bate, pedido emitido com NF atrasada, produtos vendidos em duplicidade e clientes reclamando no pós-venda. Um sistema que centraliza todos os canais físicos, online e marketplaces dá mais visibilidade à operação, reduz erros operacionais, evita prejuízos e melhora a velocidade de atendimento.

3. Descontos sem estratégia e margem mal calculada

Promoções mal planejadas podem reduzir a lucratividade a ponto de comprometer o faturamento anual. Definir margens mínimas e revisar o histórico de vendas ajuda a equilibrar a atração de clientes com sustentabilidade financeira.

4. Falta de análise de dados e histórico de campanhas

Empresas que não analisam os resultados das Black Fridays anteriores tendem a repetir erros. Registrar dados de vendas, produtos mais vendidos e perfil de clientes possibilita ajustes estratégicos nos anos seguintes e maximiza o retorno sobre investimento.

5. Prometer e não entregar: logística e atendimento

Atrasos em entregas ou problemas no atendimento geram insatisfação e prejudicam a reputação da marca. Planejar logística, revisar prazos de fornecedores e treinar equipe de atendimento garante que a experiência do cliente seja positiva, aumentando as chances de fidelização.

“Com atenção aos detalhes e preparo antecipado, as PMEs podem transformar a Black Friday em um período de crescimento real, e não em um risco desnecessário”, conclui o CEO.

Moda é o segmento mais visado pelos consumidores na Black Friday, revela pesquisa

A aproximação da Black Friday, que acontece oficialmente no dia 28 de novembro, já movimenta o mercado brasileiro e o interesse dos consumidores. Uma pesquisa realizada entre os dias 1º de outubro e 3 de novembro, para observar a expectativa para o período de promoções nas redes sociais, revelou que os produtos de moda e vestuário lideram o interesse entre a maioria das pessoas que pretendem gastar neste ano, com 28% do volume de menções. “Este resultado alinha-se com tendências históricas do varejo brasileiro, onde vestuário representa proporção significativa do consumo, especialmente no último bimestre. Ainda assim, observamos preferências diversificadas entre os consumidores”, afirma Lilian Carvalho, coordenadora do Centro de Estudos em Marketing Digital da FGV/EAESP e responsável pela pesquisa, feita em parceria com a Polis Consulting. 

Foram analisadas 124 mil menções ao tema e 182 milhões de impressões, revelando padrões importantes para estratégias de marketing digital e gestão de experiência do cliente no varejo brasileiro. Celulares e smartphones aparecem em segundo lugar, representando 22% do interesse total. A relevância elevada da categoria de tecnologia, segundo Lilian Carvalho, se justifica pois, durante eventos promocionais, os diferenciais de preço para esse tipo de produto são, de fato, mais atraentes.

“Não é incomum, durante a Black Friday, observarmos relatos que indicam fraude nas promoções, como o famoso ‘tudo pela metade do dobro’. No caso dos produtos tecnológicos, especialmente smartphones, os consumidores já sabem do padrão de altos preços dessa categoria e monitoram frequentemente as promoções, o que diminui a chance de serem enganados agora. E as grandes marcas, sabendo dos efeitos negativos que uma divergência entre o que é divulgado e a realidade das ofertas disponibilizadas podem causar à sua credibilidade, evitam essa prática”, explica. 

Ainda de acordo com o levantamento, produtos de beleza, incluindo perfumes e cosméticos, alcançam 19% das menções. Livros representam 17% do interesse, enquanto viagens correspondem a 15% das menções. Para a pesquisadora em Marketing, esta última categoria indica diversificação nas intenções de compra, transcendendo produtos físicos e incluindo serviços, fenômeno relevante para compreender a evolução do consumo na economia digital.

HexaDigital firma parceria com a Sophos para fortalecer a segurança cibernética no Brasil

HexaDigital, empresa especializada em soluções de tecnologia e segurança da informação, anuncia uma parceria estratégica com a Sophos, uma das principais referências globais em cibersegurança. A aliança promete fortalecer a segurança cibernética no Brasil e marca um avanço significativo na oferta de serviços da HexaDigital, que passa a integrar à sua estrutura de SOC (Centro de Operações de Segurança) tecnologias de ponta reconhecidas internacionalmente.

Com a parceria, a HexaDigital reforça seu compromisso em proteger empresas brasileiras contra ameaças cada vez mais sofisticadas, combinando a experiência local com a inovação tecnológica global da Sophos. A união permitirá à companhia oferecer monitoramento inteligente e contínuo de ameaças, resposta automatizada a incidentes, proteção avançada de endpoints, redes e aplicações e maior visibilidade sobre ambientes digitais complexos.

Entre os diferenciais que motivaram a escolha da Sophos estão sua forte atuação em ambientes híbridos e multicloud, a plataforma unificada de gestão de ameaças, a automação baseada em inteligência artificial e o suporte técnico escalável, fatores que garantem alta confiabilidade e desempenho.

A parceria com a Sophos é um passo estratégico que fortalece nossa capacidade de entregar segurança de forma proativa, inteligente e personalizada. Combinamos nossa presença próxima ao cliente e conhecimento do mercado brasileiro com tecnologias que estão na fronteira da inovação global”, afirma Daniel Tieppo, Diretor Executivo da HexaDigital.

A inteligência artificial desenvolvida pela Sophos será um dos pilares dessa colaboração. Ela analisa grandes volumes de dados em tempo real, identifica comportamentos anômalos e aciona respostas automatizadas antes que um incidente se torne crítico. “Essa agilidade é fundamental para reduzir riscos e garantir a continuidade dos negócios, especialmente em um cenário em que o tempo de reação define o impacto de um ataque”, complementa Tieppo.

Com foco em empresas de médio e grande portes e em setores sensíveis como financeiro, saúde, varejo, indústria, educação e governo, a HexaDigital se posiciona como uma referência em segurança cibernética moderna, escalável e adaptada à realidade brasileira. A parceria com a Sophos reforça sua missão de oferecer soluções robustas, integradas e em constante evolução para um mercado que exige cada vez mais confiança, resiliência e velocidade de resposta.