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Frete Rápido registra aumento de 29% de entregas com Same Day Delivery

A transformação digital da logística ganhou novo impulso com a integração entre o TMS da Frete Rápido e a plataforma Harmony, da Jitterbit, que tem gerado ganhos expressivos em eficiência, rastreabilidade e experiência do cliente. A parceria, consolidada em 2024, já mostra resultados concretos: a companhia registrou aumento de 29% no volume de entregas Same Day Delivery, ultrapassando 500 mil remessas mensais e crescimento de 17% no faturamento total da operação. 

A pressão por entregas rápidas transformou o rastreamento de pedidos de diferencial em requisito básico. De acordo com o DHL E-Commerce Trends Report 2025, 81% dos consumidores abandonam o carrinho se a opção de entrega preferida não estiver disponível. No mesmo sentido, dados internos da Frete Rápido mostram o nível de expectativa: um único CPF chega a acessar mais de 60 vezes por dia a página de rastreamento para acompanhar a entrega.  

Para lidar com essa demanda, a Frete Rápido apostou em uma integração que conecta embarcadores, transportadoras e hubs logísticos em tempo real. “A adoção da Harmony, da Jitterbit, permitiu que diferentes aplicações troquem informações de forma fluida, sem customizações complexas e de alto custo”, explica Danielle Santini, Partner Development Manager da Jitterbit.  

Essa conectividade sistêmica tornou-se essencial para manter o ritmo das operações e a confiança dos embarcadores. “Se o fluxo de integração para por algum problema, toda a operação é afetada: o embarcador perde o cliente, o transportador perde o contrato e a experiência do consumidor é comprometida”, afirma Anderson Ramos, CTO da Frete Rápido.  

A automação proporcionada pela plataforma iPaaS transformou os bastidores da logística. Hoje, cada etapa, da coleta à entrega, é notificada automaticamente, reduzindo o volume de chamados no SAC e aumentando a satisfação do cliente. O resultado é uma taxa de conversão de 3,8%, mais que o dobro da média de mercado, estimada entre 1,6% e 1,8%, segundo a empresa.  

Além de reduzir custos operacionais, a integração trouxe previsibilidade e segurança. Antes da parceria, a empresa enfrentava falhas recorrentes de comunicação entre sistemas e cobranças por volumetria que elevaram custos de forma imprevisível. Com a nova estrutura, a Frete Rápido conseguiu diminuir o tempo médio de integração de sistemas de duas semanas para dois dias, o que acelerou o onboarding de novos clientes e ampliou o volume de entregas em escala. 

Com a proximidade da Black Friday e a intensificação das operações de e-commerce, essa agilidade se torna ainda mais estratégica. A data, que evoluiu para o conceito de Black November, exige que as empresas operem sob regime de alta disponibilidade. A Frete Rápido reforça sua infraestrutura com suporte 24/7 e acompanhamento em tempo real de desempenho, o que inclui um plantão técnico que monitora o aumento de tráfego, conversão e estabilidade dos sistemas durante todo o mês. “A Jitterbit nos ajudou a aumentar a taxa de conversão de vendas. Quando o cliente compra e recebe no mesmo dia, ele confia mais e volta a comprar. É assim que a tecnologia gera valor direto para o negócio”, complementa Ramos.  

O case da Frete Rápido exemplifica o movimento de logística 4.0, onde plataformas de gestão, e-commerce e transportadoras operam em sinergia. O modelo de integração desenvolvido com a Jitterbit não apenas reduziu o tempo de resposta e ampliou o faturamento, como também posicionou a empresa entre as pioneiras em rastreabilidade inteligente no Brasil. 

A próxima etapa, prevista para 2026, é a incorporação de inteligência artificial à plataforma, automatizando a análise de dados e ampliando a previsibilidade de prazos e comportamento de entrega. “O futuro da logística depende da capacidade de sistemas atuarem como um organismo vivo, capaz de aprender e se adaptar em tempo real. Essa é a base da eficiência e da fidelização do cliente digital”, conclui Danielle.

ChatGPT vira loja online e muda a forma de comprar na internet

A OpenAI deu um passo decisivo para transformar a maneira como consumidores interagem com marcas e produtos no ambiente digital. A empresa anunciou o lançamento do Instant Checkout (“Pagamento Instantâneo”) no ChatGPT, recurso que permite a compra de produtos diretamente dentro da conversa com a inteligência artificial, sem necessidade de acessar sites ou plataformas externas.

O movimento marca o início do que a companhia chama de “Comércio Agêntico” (Agentic Commerce), uma nova etapa em que assistentes de IA assumem o papel de mediadores ativos nas decisões de consumo. Desenvolvido em parceria com a Stripe, o recurso introduz o Agentic Commerce Protocol, um padrão aberto que busca definir como as transações poderão ocorrer de forma segura, automatizada e integrada entre pessoas e sistemas de inteligência artificial.

Segundo a OpenAI, mais de 700 milhões de pessoas utilizam o ChatGPT semanalmente para atividades cotidianas, incluindo a busca e comparação de produtos. Com o novo sistema, quando um usuário perguntar sobre um item, o chatbot exibirá resultados orgânicos e relevantes e, caso o produto seja elegível para o Instant Checkout, bastará um toque em “Comprar” para concluir a transação, com confirmação de pagamento e envio dentro da própria interface.

A funcionalidade já está disponível para usuários nos Estados Unidos, inicialmente com vendedores da Etsy. A empresa prevê que mais de um milhão de lojistas da Shopify passem a integrar o sistema nos próximos meses, incluindo marcas como Glossier, SKIMS, Spanx e Vuori. Por enquanto, o recurso suporta apenas compras unitárias, mas a OpenAI planeja expandir para carrinhos com múltiplos itens e novos mercados, ainda sem previsão para o Brasil.

Mais do que uma simples adição comercial, a novidade reforça a ambição da OpenAI de posicionar a inteligência artificial como a principal interface entre consumidores e o comércio digital. Em comunicado, a empresa afirmou que “à medida que a IA se torna uma interface-chave para como as pessoas descobrem, decidem e compram, o Protocolo de Comércio Agêntico fornece uma base que conecta pessoas e empresas para a próxima era do comércio”.

Analistas veem o movimento como um divisor de águas no e-commerce global, ao unir recomendação inteligente, personalização e pagamento instantâneo em um único fluxo conversacional, um passo que pode redefinir o próprio conceito de loja virtual. “O futuro do comércio está cada vez mais integrado à tecnologia e à inteligência artificial. No entanto, ainda vale a pena investir em um e-commerce próprio, principalmente para marcas que buscam controle sobre dados do cliente, experiência de compra personalizada e fidelização. Plataformas como o ChatGPT e marketplaces facilitam a venda, mas não substituem o valor estratégico de ter um canal próprio de vendas”, explica Rebecca Fischerco-fundadora e Chief Strategy Officer (CSO) da Divibank.

Caso tenha interesse na pauta, é só me avisar que faço a ponte com a executiva.

Novo decreto de logística reversa pressiona empresas e redefine o futuro do plástico no Brasil

A nova regulamentação sobre logística reversa do plástico, publicada em 21 de outubro,  inaugura um ciclo de transformação para a indústria brasileira. O decreto, que estabelece metas crescentes de coleta e reciclagem até 2040, muda o papel das empresas na gestão de resíduos e aponta para uma economia cada vez mais circular.

Para Eduardo Nascimento, CEO da Minha Coleta, o avanço representa mais do que uma adequação legal: trata-se de um divisor de águas na relação entre sustentabilidade e competitividade. “O Brasil começa a alinhar suas práticas ao que já é tendência mundial: integrar o plástico reciclado na cadeia produtiva e comprovar o destino correto dos resíduos. Não é apenas uma questão ambiental, mas de modelo de negócio”, afirma o executivo.

A nova norma define que, até 2026, as empresas deverão recuperar ao menos 32% das embalagens plásticas colocadas no mercado, com metas regionais e rastreamento obrigatório pelo Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR). O percentual sobe para 37% em 2030 e chega a 50% em 2040, com possibilidade de abatimentos para embalagens retornáveis.

Eduardo explica que o decreto traz também um ponto inédito: a obrigatoriedade do uso de plástico reciclado pós-consumo (PCR) nas embalagens. A exigência começa em janeiro de 2026 para grandes empresas e em julho do mesmo ano para micro, pequenas e médias. O índice mínimo será de 22% em 2026, crescendo gradualmente até 30% em 2030. “Essa é uma mudança estrutural porque força a indústria a enxergar valor no resíduo. O plástico reciclado deixa de ser um subproduto e passa a ser insumo”, observa o CEO.

Na avaliação do especialista, a medida deve impulsionar cadeias produtivas inteiras, gerando novas oportunidades de inovação. Ele destaca que a obrigatoriedade de comprovação por meio de notas fiscais e Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) traz um ganho de rastreabilidade e transparência que o setor aguardava há anos. “A formalização dos créditos de logística reversa e o controle pelo SINIR devem reduzir a informalidade e ampliar a confiança do mercado”, acrescenta.

O texto do decreto também reforça o papel das cooperativas e catadores, além de exigir planos de comunicação e educação ambiental. Para Nascimento, esse ponto é crucial. Parafraseando o executivo, a transformação só será efetiva quando empresas e consumidores atuarem juntos o engajamento social é tão importante quanto o cumprimento das metas. “As empresas precisam ir além do recolhimento. É preciso investir em educação ambiental, em campanhas e no fortalecimento das cooperativas, que são a base dessa cadeia”, diz.

Embora o decreto estabeleça prazos e obrigações, Eduardo considera que ele abre uma janela de oportunidades para quem souber se antecipar. Segundo ele, companhias que estruturarem seus programas de logística reversa e criarem parcerias locais terão ganhos em reputação, eficiência e posicionamento de marca. “A sustentabilidade está deixando de ser discurso para se tornar critério de valor. Quem entender isso primeiro, vai liderar a nova economia do plástico”, resume.

A partir de agora, todas as empresas, incluindo microempreendedores individuais, deverão comprovar até 30 de julho de cada ano o cumprimento das metas referentes ao período anterior. O desafio, segundo o CEO, não será apenas atingir os números, mas construir uma cultura empresarial voltada à circularidade. “Esse é o momento de transformar obrigação em estratégia. O decreto é o começo de uma mudança profunda, e não o fim dela.”

O e-commerce amadureceu: Está na hora de encarar as vendas complexas no digital

Durante muito tempo,  foi sinônimo de praticidade e rapidez, um canal para compras simples e impulsivas. Mas o digital amadureceu, e o consumidor também. Hoje, o ambiente online começa a dominar um novo território: o das vendas complexas, aquelas que exigem diálogo técnico, confiança e decisão compartilhada.

Chamamos de vendas complexas aquelas em que a decisão de compra envolve múltiplos influenciadores, alto grau de customização, análise técnica e um ciclo de negociação mais longo. São transações que vão muito além do clique no carrinho: demandam informações detalhadas, personalização da oferta e um suporte consultivo que ajude o cliente a escolher a melhor solução.  No passado, esse tipo de relação parecia incompatível com o digital. Hoje, porém, o consumidor já se sente confortável para conduzir a maior parte dessa jornada online, e esse é o ponto de virada. 

Segundo a McKinsey, mais de 70% do processo de decisão em categorias complexas já ocorre em ambiente digital, mesmo quando a finalização acontece de forma física ou híbrida. Em outras palavras, o cliente moderno não inicia mais a compra com o vendedor, mas chega até ele depois de ter feito sua própria pesquisa, simulado possibilidades e formado opinião.

Esse novo comportamento é resultado direto da maturidade digital conquistada nos últimos anos. Em 2024, o e-commerce brasileiro movimentou mais de R$ 200 bilhões, segundo a ABComm, e atraiu mais de 90 milhões de consumidores ativos, número que se mantém em crescimento mesmo em períodos de retração econômica. Isso mostra que o consumidor brasileiro aprendeu a confiar nas experiências digitais e espera que elas sejam completas, transparentes e integradas. Ele quer ter autonomia, mas também quer clareza; quer velocidade, mas não abre mão de segurança. E é nessa convergência que as vendas complexas encontram espaço para se desenvolver.

Digitalizar esse tipo de venda não é apenas uma questão de conveniência — é uma necessidade estratégica. Quando uma empresa transforma processos analógicos e dependentes de pessoas em fluxos digitais, ela ganha escala, consistência e previsibilidade. O que antes exigia dezenas de trocas de e-mails, visitas presenciais e aprovações manuais passa a ocorrer de forma organizada e auditável, com apoio de sistemas integrados e inteligência de dados. Esse movimento libera o vendedor para atuar como consultor e se dedicar a momentos de maior valor agregado.

Ao mesmo tempo, a digitalização de vendas complexas amplia o potencial de personalização. Com o uso de algoritmos de recomendação, machine learning e analytics preditivo, é possível mapear padrões de decisão, prever necessidades e oferecer soluções sob medida em tempo real. No setor automotivo, por exemplo, fabricantes como Tesla e BMW já permitem configurar e adquirir veículos online, com suporte híbrido de consultores especializados. O que fecha essa equação é justamente a tecnologia junto da inteligência de dados, que gera a confiança e conveniência.

Ainda assim, o desafio de digitalizar estas vendas passa também por cultura, estrutura e governança, já que muitos times comerciais resistem a ceder parte do controle do processo de negociação, acreditando que a presença física é insubstituível. Mas o que o mercado mostra é justamente o contrário: o toque humano continua essencial, só que em outro momento. É o modelo híbrido — ou phygital — que vem se consolidando: o cliente navega digitalmente e, quando chega a uma dúvida crítica, encontra um especialista pronto para ajudá-lo, seja por chat, vídeo ou chamada integrada à plataforma.

Com isso, jornadas antes fragmentadas e lentas tornam-se mais curtas e transparentes, onde o cliente tem acesso a informações detalhadas, consegue comparar opções, simular cenários e interagir quando quiser — e não quando o vendedor o procura. Isso reduz a ansiedade, acelera a decisão e, paradoxalmente, aumenta a confiança do comprador. A fidelização também ganha novo sentido: cada interação digital gera dados que permitem personalizar comunicações futuras, criar programas de fidelidade sob medida e identificar oportunidades de upgrade ou cross-sell com muito mais precisão.

A tendência para os próximos anos é de consolidação desse modelo. A combinação entre realidade aumentada, IA generativa e plataformas de guided selling deve permitir experiências imersivas em que o consumidor consegue visualizar projetos, testar configurações e receber recomendações inteligentes de forma autônoma.

Em resumo, migrar vendas complexas para o digital não é apenas uma questão de conveniência, mas uma necessidade para atender consumidores mais informados e exigentes,enquanto as empresas ganham eficiência e previsibilidade. As marcas que entenderem que a confiança se constrói também com dados, e não apenas com aperto de mãos, estarão na dianteira do novo varejo digital.

*Rodrigo Brandão é Gerente de Marketing da Espaço Smart, primeira loja de casas do Brasil

AliExpress inaugura o mês de descontos com Choice Day e aquece o caminho para o 11.11

O AliExpress, plataforma de e-commerce do Alibaba International Digital Commerce Group, inicia o mês com o Choice Day, campanha que vai de 1 a 7 de novembro e marca o aquecimento oficial para o 11.11, considerado o maior festival global de compras online. Realizado sempre nos primeiros dias de cada mês, o Choice Day antecipa promoções e abre a temporada de descontos com cupons exclusivos.

A campanha reúne ofertas exclusivas em produtos com selo Choice, categoria que destaca itens selecionados pela plataforma mais rapidez no envio, logística otimizada e garantia de qualidade. Entre os destaques de produtos desta edição estão smartphones e acessórios de marcas como Xiaomi, OPPO e Samsung, além de itens de informática.

Referente aos produtos que mais são buscados pelo consumidor brasileiro, Briza Bueno, diretora do AliExpress no Brasil, cita “tecnologia segue entre as categorias mais desejadas, e o Choice Day traz smartphones e acessórios de marcas queridas do público com muitos benefícios, preço competitivo, envio rápido e descontos que escalam conforme o carrinho cresce.”.

Além de preços competitivos, o Choice Day oferece cupons progressivos para os consumidores brasileiros durante o período da campanha. Os descontos começam em R$ 12 para compras a partir de R$ 85 e chegam a R$ 430 em pedidos acima de R$ 4.000.

Ministério do Empreendedorismo e Shopee firmam parceria para impulsionar a digitalização de pequenos negócios no Brasil

O Ministério do Empreendedorismo (MEMP) e a Shopee assinaram um protocolo de intenções para fortalecer e digitalizar o empreendedorismo brasileiro. A parceria marca um novo passo na integração entre o setor público e o ecossistema digital privado, com foco em ampliar o acesso de micro e pequenas empresas ao comércio digital, impulsionando a geração de renda, inovação e competitividade no país. A assinatura ocorreu nesta terça, 4, no novo Centro de Distribuição da Shopee em São Bernardo do Campo (SP) — um dos maiores da empresa no Brasil, com capacidade de processamento de até 3,8 milhões de pacotes por dia.

Por meio do acordo, MEMP e Shopee vão atuar em conjunto para acelerar o desenvolvimento e digitalização de polos econômicos regionais, com projetos de capacitação, inclusão produtiva e apoio à indústria local. A iniciativa pretende expandir as oportunidades de mercado para empreendedores de todas as regiões do Brasil, conectando pequenos negócios ao ambiente digital e promovendo o uso de ferramentas tecnológicas para ampliar vendas e fortalecer marcas locais.

Como parte da colaboração, também está prevista a amplificação da visibilidade de programas governamentais do Ministério, como o Acredita e o MEI Conta com a Gente, entre os empreendedores da plataforma, expandindo o alcance das políticas públicas.

A parceria reforça o compromisso do MEMP com o crescimento sustentável e inclusivo dos pequenos negócios e da Shopee como aliada do empreendedor brasileiro e do desenvolvimento econômico local. Atualmente, o marketplace oferece oportunidade de renda a mais de 8 milhões de brasileiros, entre vendedores, afiliados, motoristas parceiros e Agências Shopee. Os lojistas nacionais são responsáveis por mais de 90% das vendas na plataforma. Além disso, mais de 650 mil empreendedores já foram capacitados por suas iniciativas educacionais. Para muitos deles, a Shopee foi a porta de entrada no comércio digital: 30% venderam online pela primeira vez e mais de 50% têm hoje na plataforma sua principal fonte de faturamento.

“Digitalizar os pequenos negócios é abrir novas portas para o desenvolvimento regional, para o emprego e para o futuro da economia brasileira. Parcerias como essa aproximam o governo de quem empreende e transformam tecnologia em oportunidade”, destacou o ministro Márcio França.

“O compromisso da Shopee é com o ecossistema local. A parceria com o MEMP reforça o que já vemos todos os dias na prática: a imensa força do empreendedor brasileiro. Juntos, vamos acelerar a digitalização de pequenas e médias empresas, usando nossa plataforma para democratizar o acesso ao mercado, e fazer com que mais pessoas possam prosperar na economia digital”, afirmou Luciana Hachmann, Head de Relações Governamentais da Shopee.

Treeal passa a operar com Pix direto e se conecta ao Banco Central sem intermediários

Treeal – fintech especializada em soluções de meios de pagamento – acaba de dar mais um passo em sua evolução tecnológica. Autorizada pelo Banco Central a atuar como Instituição de Pagamento (IP) e Iniciadora de Transação de Pagamento (ITP), a empresa passa a operar com Pix direto, modelo em que se conecta diretamente ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) do Banco Central, sem necessidade de um banco intermediário para liquidar as operações.

A novidade integra a estratégia da Treeal de fortalecer seu ecossistema digital e otimizar a experiência de pagamentos para empresas e consumidores. A conexão direta traz ganhos de agilidade, previsibilidade e redução de custos, além de liquidação em tempo real.

De acordo com o CEO, João Santos, apenas 59 instituições de pagamentos reguladas no país possuem autorização para operar nesse formato. “O Pix direto exige infraestrutura própria, liquidez regulatória e homologação do Banco Central. A maioria ainda depende de bancos liquidantes para processar as transações”, explica.

Com mais de R$ 12 bilhões processados e cerca de 200 milhões de Pix por mês, a Treeal amplia sua autonomia para inovar e aprimorar seus serviços. O novo modelo abre caminho para funcionalidades como Pix parcelado, Pix agendado e soluções customizadas de liquidação instantânea.

“Nosso propósito é democratizar o acesso a tecnologias de pagamento, com segurança, rapidez e transparência”, destaca Santos.

Desde seu lançamento, em 2020, o Pix se tornou o principal meio de pagamento do país, usado por 93% dos brasileiros e responsável por 47% das transações financeiras, segundo dados do Google.

“Estar conectado diretamente ao SPI é operar no coração do sistema financeiro nacional, com a mesma infraestrutura dos bancos tradicionais. Isso eleva a Treeal a um novo patamar tecnológico e operacional, pronto para escalar volume e criar produtos com mais velocidade e segurança”, conclui o executivo.

O novo modelo já está disponível para toda a base de clientes.

Bemobi lança Orquestrador de Pix e inaugura nova era nos pagamentos de serviços recorrentes

Depois de mais de um ano de desenvolvimento, a Bemobi (BMOB3), líder em soluções de pagamentos para serviços essenciais recorrentes, anuncia o lançamento do Orquestrador de Pix. A nova funcionalidade da plataforma Bemobi Pay, que integra e automatiza todas as modalidades do Pix, oferece mais resiliência, eficiência e controle para empresas de serviços recorrentes como utilities, telecomunicações, provedores de internet e instituições de ensino.

Desde o seu lançamento em 2020, o Pix teve uma adoção meteórica e se consolidou como um meio de pagamento essencial para empresas e consumidores. Mas, à medida que novas modalidades surgiram – como Pix Automático, Pix por biometria, por aproximação, integração com carteiras digitais e, em breve, o Pix parcelado – a operação se tornou mais sofisticada, porém também mais complexa.

A integração com múltiplos bancos, checkouts e sistemas legados tornou o ambiente de pagamentos mais difícil de gerenciar e menos previsível. O Orquestrador de Pix surge para resolver esse cenário, unificando fluxos e automatizando processos – sem a necessidade de projetos longos ou integrações complexas.

“O Pix transformou a forma de pagar, mas ainda faltava transformar a forma de gerir esses pagamentos. O Orquestrador nasce para simplificar esse processo e garantir que o Pix atue de forma estratégica, estável e inteligente dentro das empresas”, afirma Pedro Ripper, CEO da Bemobi. “Muitas empresas ainda operam em um ecossistema fragmentado, dependendo de um único provedor e sem conseguir explorar todo o potencial do sistema. O resultado é uma baixa adesão a modalidades mais eficientes, como o Pix Automático, e uma falta de preparo para lidar com instabilidades, impactando diretamente o faturamento. Para nós, não basta oferecer pagamento via Pix, é preciso orquestrá-lo, eliminando todas essas barreiras”.

A nova solução da Bemobi atua como um motor de decisão inteligente, capaz de identificar a rota mais eficiente e segura para cada transação, adaptando-se ao contexto de cada cliente e canal (web, app, WhatsApp, POS). Caso uma instituição esteja fora do ar, o sistema redireciona automaticamente o pagamento para outro banco parceiro, sem impacto para o consumidor final.

A funcionalidade Smart Retry reprocessa automaticamente pagamentos com falha e aciona métodos alternativos – como cartão de crédito ou link de pagamento – garantindo a continuidade do faturamento e reduzindo perdas. Além disso, o Bemobi Pay adota o modelo BYOP (“Bring Your Own Pix”), permitindo que cada empresa conecte o Pix dos seus próprios bancos dentro da plataforma, ganhando autonomia e reduzindo a dependência de um único provedor.

Para tornar a implantação de novas funcionalidades do Pix mais ágil e simples para os clientes finais, o Bemobi Pay abstrai uma camada de complexidade para as empresas. Por exemplo, no Pix Automático, a plataforma foi desenvolvida para operar em ambientes híbridos, conectando-se a sistemas modernos via APIs e a legados via arquivos CNAB. Essa flexibilidade permite que grandes empresas do setor de serviços recorrentes modernizem suas operações de pagamento sem a necessidade de projetos complexos e demorados.

“A verdadeira evolução do Pix para as empresas está na inteligência que o cerca — na capacidade de garantir receita, prever falhas e se adaptar rapidamente às novas modalidades. Em pouco tempo, será impensável para uma grande corporação operar sem uma orquestração de Pix”, conclui Ripper.

Na Black Friday, cada segundo vale milhões: como a IA transforma tráfego em vendas

A Black Friday deve movimentar mais de R$13 bilhões no e-commerce brasileiro este ano, segundo a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom). Mas, para além dos números, uma pergunta paira no ar: sua empresa está preparada para lidar com milhões de cliques, pedidos e principalmente, tentativas de fraude em poucas horas?

Na visão de Carlos Eduardo Maia, diretor de Cloud Solutions da TIVIT, a preparação deixou de ser apenas sobre infraestrutura robusta. “A Black Friday é um teste de fogo para o e-commerce. Não basta escalar servidores, é preciso orquestrar uma operação inteligente, apoiada em IA para garantir experiência impecável e máxima rentabilidade. Quem não fizer isso vai perder vendas ou pior, perder clientes.”

A empresa reuniu as principais estratégias de nuvem para ajudar as empresas a se prepararem para a Black Friday:

Prever demanda com alta precisão: usar algoritmos de Machine Learning que cruzam dados históricos e tendências em tempo real, evitando desperdício ou falhas de capacidade.

Personalizar o carrinho de compras: ajustar recomendações de produtos em tempo real para aumentar a conversão e reduzir o abandono.

Combater fraudes com inteligência: usar análise comportamental e biometria digital para identificar transações suspeitas em segundos, sem interromper a jornada de compra.

Atender com chatbots generativos: atuar como vendedores digitais, que recomendam e finalizam pedidos sem fila ou perda de oportunidade.

Além da inteligência, a infraestrutura precisa estar preparada para o imprevisível. Soluções em multi-cloud e redundância geográfica garantem a continuidade do negócio em caso de falhas. O edge computing reduz a latência em regiões de maior consumo, acelerando o processo de checkout, enquanto a observabilidade em tempo real permite detectar gargalos antes que eles se tornem manchetes negativas.

“Na Black Friday, segundos equivalem a milhões. O cliente não espera: se o site cai, ele compra do concorrente. A TIVIT combina nuvem e Inteligência Artificial para garantir que cada clique se transforme em uma venda segura e rentável”, conclui Maia.

Magalu lança sua tecnologia de AI commerce: o WhatsApp da Lu

O Magalu acaba de se tornar a primeira grande empresa de varejo do mundo a oferecer uma funcionalidade que permite que os clientes realizem todo o processo de compra por WhatsApp – da recomendação de produtos, baseada nos desejos e necessidades individuais, ao pagamento e pós-venda. A utilização do WhatsApp da Lu – funcionalidade baseada em inteligência artificial – foi liberada, em uma primeira fase, para 1 milhão de clientes recorrentes do Magalu, com um histórico de compra mínimo de 10 produtos por ano. Até o final de 2025, toda a base de mais de 30 milhões de consumidores ativos da empresa poderá buscar, se informar, escolher, pagar e acompanhar o processo de entrega de produtos sem sair do WhatsApp da Lu, do Magalu. 

“Após uma combinação de muita pesquisa e um intenso ciclo de desenvolvimento ao longo do último ano, conseguimos oferecer uma solução inédita, de ponta a ponta, diz André Fatala, vice-presidente de plataformas digitais do Magalu. “Na prática, graças ao avanço da inteligência artificial, cada cliente será atendido como se fosse único. A Lu entende suas necessidades, seus gostos pessoais, o quanto e como ele quer pagar e oferece o produto mais adequado, de forma rápida e intuitiva.”

Para isso, a Lu, em sua versão AI commerce, acessará todo o catálogo de produtos do Magalu (1P) e dos 300 000 sellers do marketplace (3P). São mais de 37 milhões de anúncios publicados. A interação do cliente poderá ser feita por texto, voz ou mesmo com o envio de imagens – exatamente como acontece na comunicação por WhatsApp feita por seres humanos. O pagamento, por Pix ou cartão de crédito, é feito dentro da conversa, sem que o cliente seja transferido para um site ou app, o que acelera o processo de compra e reduz a fricção. 

“Nosso time, juntamente com nossos parceiros, trabalhou para chegar a uma funcionalidade de AI commerce que fosse além de um apoio para a compra num canal convencional”, afirma Caio Gomes, diretor de dados e inteligência artificial do Magalu. “Desde o início, queríamos criar uma vendedora excepcional, que conhece profundamente cada cliente e cada produto e que consegue fazer a ligação perfeita entre eles, com o calor humano que caracteriza a nossa cultura corporativa.”

O desenvolvimento do WhatsApp da Lu foi feito pelo time do Luizalabs, vertical de tecnologia do Magalu, em parceria com a Meta, dona do WhatsApp, e o Google. O sistema foi construído totalmente de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados: nenhuma informação sensível é guardada e os dados armazenados seguem o padrão de segurança de privacidade já estabelecido pelo Magalu.

Um dia de compras animadas e cheias de conversa.

O WhatsApp foi escolhido como plataforma conversacional da primeira experiência de IA Commerce do Magalu por sua gigantesca aceitação e utilização entre os brasileiros. O app da Meta, atualmente, está instalado em 98% dos celulares em funcionamento e é o mais usado no país, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, divulgada em março de 2024. 

“O lançamento do WhatsApp da Lu representa um avanço significativo na aplicação de inteligência artificial ao varejo digital brasileiro. A parceria entre Magalu e Meta demonstra como a colaboração tecnológica pode criar soluções inovadoras, capazes de transformar a jornada de compra e aproximar ainda mais empresas e consumidores”, afirma Conrado Leister, vice-presidente e diretor-geral da Meta no Brasil. “Estamos orgulhosos de contribuir para esse projeto pioneiro, que reforça o potencial do WhatsApp como plataforma estratégica para negócios.” 

A conta da Lu no WhatsApp, lançada em 2018, já é usada recorrentemente por uma base de 15 milhões de clientes, que – até agora – podiam acompanhar suas compras feitas em outros canais do Magalu. 

Para iniciar o processo de compra conversacional, nesta primeira fase do lançamento, o cliente precisa receber um convite diretamente na conta da Lu no WhatsApp. Apenas usuários com conta já criada no site ou app do Magalu conseguem interagir com a inteligência artificial. No início da conversa no WhatsApp, a Lu solicita o e-mail ou CPF do cliente para identificação. Na sequência, ele recebe um código para validação. A partir daí, basta solicitar a ajuda da Lu para fazer a compra.

Em interações por áudio, a Lu é capaz de compreender gírias, regionalismos, pausas e explicações casuais das necessidades do cliente. Independentemente do tipo de contato e de acordo com a intenção e especificidade do produto solicitado, ela devolve perguntas ao usuário para entregar a melhor recomendação.  

Também é possível interagir com a Lu em relação a outros assuntos, como perguntar sobre o clima ou até mesmo bater um papo sobre temas do dia a dia, mas sua função principal é de assistente de vendas e, por isso, ela irá direcionar os temas para essa atribuição. Como forma de segurança, a Lu interrompe a conversa em caso de conteúdos ofensivos e de cunho sexual, e que envolvam xingamentos, assédio ou violência.

Multiagente de IA

O projeto do WhatsApp da Lu – que levou pouco mais de um ano de desenvolvimento –  usa modelos LLMs, de inteligência artificial, proprietários do Google, e um mix de outros modelos open-source (que têm o código-fonte público), hospedados na Magalu Cloud. Isso garante acesso a recursos como capacidade avançada de raciocínio, planejamento e pensamento multimodal, além de flexibilidade, customização e baixa latência dos modelos hospedados na nuvem da empresa – requisitos fundamentais para o funcionamento de um projeto desse porte. 

A arquitetura de construção usa centenas de multiagentes, o que dá a liberdade de interagir com os diversos sistemas, como busca, recomendação, transcrição de áudio, entre outros, permitindo que os usuários possam se comunicar da maneira como preferirem, por meio de voz, texto ou imagens.