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Negócios digitais seguem como aposta certeira para empreender ainda em 2025

Com o avanço das plataformas de automação e a consolidação do consumo digital no Brasil, empreender online segue como uma das opções para quem deseja iniciar um negócio ainda em 2025. De acordo com a  projeção da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor deve movimentar R$ 224,7 bilhões em 2025. O crescimento das vendas por meio de canais  como WhatsApp e marketplaces vem ampliando o acesso de novos empreendedores ao mercado, oferecendo modelos mais enxutos, de rápida implantação e retorno. Nesse sentido, soluções digitais se destacam por permitirem operação quase que imediata, sem necessidade de ponto físico ou grandes estruturas, o que gera redução de custos e acelera o início das atividades operacionais. 

De acordo com Marcos Schütz, CEO da VendaComChat, licenciadora especializada em automação de vendas via WhatsApp,  o mercado digital vive uma nova fase. “As pessoas entenderam que a tecnologia não é mais uma alternativa, e sim o próprio centro da operação. A automação se tornou uma ponte direta entre marcas e clientes, com resultados visíveis e custos muito menores do que os canais tradicionais”, afirma.

Com o crescimento de investidores nesse segmento e das novas demandas por conveniência e personalização, o executivo afirma que a  expectativa é que o mercado de automação de vendas e atendimento digital siga acelerando em 2026, impulsionado também pelo comportamento do consumidor que hoje prioriza praticidade, rapidez e experiências simplificadas. “Esse movimento deve continuar gerando oportunidades para empreendedores de diferentes perfis e regiões, especialmente em modelos de operação digital, escaláveis e de baixo custo. Isso cria um ecossistema favorável para quem deseja empreender com soluções digitais acessíveis, rentáveis e de impacto direto na rotina das empresas”, ressalta Schütz.

Para o especialista, esse investimento deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica para quem busca eficiência e escalabilidade. “Investir em automação é  recompensar  tempo, produtividade e previsibilidade. Quando processos repetitivos são automatizados, o empreendedor ganha liberdade para focar em estratégia e crescimento, enquanto a tecnologia trabalha 24 horas por ele”, complementa o especialista.

Black Friday acelera decisão de compra de veículos para maioria dos consumidores, revela pesquisa da Webmotors

A Black Friday tem potencial de impulsionar as vendas do setor automotivo em 2025 no Brasil. Segundo levantamento realizado pelo Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, a data tende a influenciar diretamente a decisão de compra de veículos para a maioria dos consumidores. 

A pesquisa, realizada nos dias 22 e 24 de outubro com mais de 4 mil participantes usuários da plataforma, revelou que 38,27% dos respondentes consideram a Black Friday “muito importante” para antecipar ou adiar a aquisição de um carro ou moto. Outros 16% classificam a data como “importante”, enquanto 13,39% consideram “pouco importante” e 32,35% como “nada importante”.

O estudo também identificou quais são os perfis de consumidores que tendem a considerar o período promocional mais relevante para adiar ou antecipar a compra do seu veículo. Entre os que consideram a data como “muito importante”, destacam-se os jovens de 18 a 24 anos (54,10%), seguidos por solteiros (51,40%), mulheres (50,90%) e homens (42,10%). Já os casados (39,60%) e o público maduro, com 55 anos ou mais (33,50%), aparecem em menor proporção. 

Por outro lado, entre os que consideram a data como “nada importante” na decisão de antecipar ou adiar a compra de um veículo, o destaque vai para o público maduro, com 55 anos ou mais (34,80%), seguido por casados (30,80%), homens (28,70%), solteiros (18,80%), jovens de 18 a 24 anos (17,70%) e mulheres (12,20%).

“Muitos consumidores, especialmente os mais conectados e atentos às oportunidades especiais, têm organizado suas finanças para aproveitar a Black Friday para concretizar o desejo de adquirir um bem de maior valor, impulsionados também pela proximidade do 13º salário. Essa propensão, somada às ações promocionais que a indústria oferece, tem grande potencial de acelerar as vendas do setor automotivo no período”, afirma Natalia Spigai, CMO da Webmotors.

7 tendências de marketing para 2026

O marketing vive em constante transformação — e o que funcionava ontem pode não gerar resultados amanhã. Com a aceleração da inteligência artificial, a valorização da autenticidade e a busca por experiências mais humanas, 2026 promete consolidar um novo jeito de se comunicar.

Segundo a especialista em marketing Kelfany Budel, CEO da Agência Majesto, as empresas que se adaptarem mais rápido às mudanças tecnológicas e comportamentais terão vantagem competitiva. “O consumidor de 2026 será mais exigente, mais informado e mais sensível a causas reais. Ele quer marcas que se posicionem com propósito e entreguem valor de forma inteligente”, destaca.

Pensando nisso, ela destacou as 7 principais tendências que vão dominar o marketing nos próximos anos. Confira:

1. Inteligência artificial com propósito humano

A inteligência artificial continuará sendo uma grande aliada do marketing, mas seu papel será mais estratégico e emocional. As marcas devem usar a IA para compreender melhor o comportamento do público, otimizar campanhas e oferecer experiências personalizadas — sem perder a empatia e o toque humano na comunicação.

2. Conteúdos hipersegmentados

Em vez de falar para todos, as marcas precisarão falar com grupos específicos. O marketing será cada vez mais direcionado, com campanhas pensadas para microaudiências. Essa segmentação permite que o conteúdo tenha mais relevância e gere conexões autênticas, aumentando o engajamento e a fidelidade dos consumidores.

3. Crescimento do marketing de comunidade

O engajamento deixará de ser apenas uma métrica e passará a ser uma estratégia de pertencimento. Em 2026, as empresas que conseguirem criar comunidades em torno de causas, valores e estilos de vida terão maior poder de influência. A construção de uma base de seguidores fiéis será mais valiosa do que grandes números de alcance.

4. Voz e vídeo curto como protagonistas

Os conteúdos em vídeo curto e os formatos de áudio seguirão como protagonistas nas estratégias digitais. Plataformas como TikTok, YouTube Shorts e podcasts continuarão em alta, exigindo das marcas uma comunicação mais dinâmica, objetiva e adaptada ao consumo rápido de informação.

5. Sustentabilidade e propósito como eixo central

Empresas que não integrarem práticas sustentáveis e coerentes às suas rotinas perderão espaço. A transparência, a ética e o compromisso social serão exigências básicas dos consumidores, que tendem a valorizar marcas genuínas e responsáveis em todas as etapas da cadeia produtiva.

6. Dados e privacidade no centro das estratégias

Com leis de proteção de dados mais rígidas e um público mais atento à segurança digital, a coleta e o uso de informações precisarão ser transparentes e éticos. As empresas que souberem equilibrar personalização com respeito à privacidade ganharão credibilidade e preferência.

7. Marcas como criadoras de experiências

O marketing do futuro será guiado por experiências. As marcas precisarão criar momentos memoráveis — seja em eventos físicos, ações híbridas ou campanhas digitais — que despertem emoções e deixem uma lembrança duradoura. A personalização será essencial para gerar envolvimento real com o público.

Conclusão

Para Kelfany, o futuro do marketing será definido pela combinação entre tecnologia e humanidade. “As marcas que souberem equilibrar eficiência digital e conexão emocional vão liderar o mercado. O consumidor quer ser ouvido, não apenas impactado.”

Consultoria lança guia prático de segurança para blindar empresas antes da Black Friday

Com o avanço do e-commerce e o aumento das campanhas promocionais, a Black Friday se consolidou como um dos períodos mais visados por cibercriminosos. A LC SEC, consultoria especializada em cibersegurança corporativa com atuação no Brasil e na Europa, identificou um crescimento expressivo nas tentativas de phishing, fraudes em anúncios e invasões a sistemas de pagamento nas semanas que antecedem o evento. Para apoiar empresas na prevenção de incidentes, a companhia lança o Guia de Segurança Corporativa para a Black Friday, material gratuito que reúne orientações práticas para reduzir vulnerabilidades e proteger dados sensíveis.

O guia, disponível em formato PDF no site da LC SEC, apresenta 10 práticas fundamentais de segurança corporativa, com linguagem acessível e aplicável a empresas de qualquer porte. O conteúdo aborda temas como conscientização e treinamento de funcionários, autenticação multifator, políticas de senha seguras, backups, monitoramento e resposta a incidentes, além de recomendações alinhadas a normas internacionais como ISO 27001, SOC 2 e LGPD.

Segundo Luiz Cláudio, CEO e fundador da LC SEC, a pressa por aproveitar oportunidades comerciais também impacta as equipes internas. “Durante a Black Friday, é comum que colaboradores e gestores relaxem controles básicos de segurança em nome da agilidade. Nosso objetivo com o guia é ajudar empresas a manterem a performance operacional sem abrir brechas para ataques”, explica o executivo, especialista em compliance e normas internacionais de cibersegurança como ISO 27001, PCI DSS e NIST.

O alerta é justificado. Segundo dados da Visa, o número de transações suspeitas de fraude bloqueadas no Brasil durante a Black Friday de 2024 aumentou 270% em relação ao ano anterior, evidenciando a escalada dos ataques digitais. No mesmo período, a consultoria Redbelt Security detectou 1.296 sites falsos com ofertas da Black Friday criados em apenas três semanas antes do evento, sendo 533 surgidos nos últimos cinco dias da pesquisa. Já o Mapa da Fraude da ClearSale registrou, apenas no primeiro semestre de 2024, mais de 1 milhão de tentativas de golpes em operações online, totalizando R$ 1,2 bilhão em valores potencialmente perdidos.

Além das perdas financeiras, o impacto reputacional é outro risco para as marcas. Um estudo da PwC revelou que 47% dos consumidores deixariam de comprar de uma empresa após uma experiência negativa, e pesquisas de mercado indicam que o percentual pode subir para 48% após um incidente de segurança. “A confiança é um ativo valioso. Um único ataque pode comprometer anos de construção de marca e relacionamento com o cliente”, destaca Luiz Cláudio.

Com mais de uma década de atuação em cibersegurança, a LC SEC vem ampliando seus programas de educação digital, que incluem guias temáticos e treinamentos corporativos voltados à criação de uma cultura sólida de proteção de dados. O Guia de Segurança Corporativa para a Black Friday já foi adotado por fintechs e varejistas parceiros, e integra um plano contínuo de conscientização que também contempla novas edições para o Natal e o início do ano fiscal.

Pesquisa revela nova jornada de compra no Brasil: como cada geração se relaciona com múltiplas mídias no digital

A mLabs, plataforma líder em gestão inteligente de mídias sociais na América Latina, em parceria com a Conversion, agência número um em performance digital e SEO no Brasil, lançam a pesquisa “A Nova Jornada de Compra”. O estudo revela como diferentes faixas etárias se comportam nos diversos canais digitais — incluindo IAs, redes sociais e mecanismos de busca — e como se relacionam com marcas, conteúdo e produtos. A pesquisa, realizada com 800 entrevistados de todo o Brasil, traça um retrato detalhado das gerações Baby Boomer, X, Millennial e Z, e aponta as tendências que devem guiar o consumo em 2026.

“Criamos este estudo para mapear como as quatro gerações coexistem no mercado brasileiro, cada uma dominando ferramentas diferentes para consumir. Os dados revelam não apenas uma mudança comportamental, mas a necessidade de repensar estratégias de marketing”, explica Diego Ivo, fundador e CEO da Conversion.

“Mais do que acompanhar tendências, é preciso entender a nova lógica da influência — construída por meio de dados, relevância e credibilidade. O comportamento online de cada geração revela que a relação entre marcas e pessoas está cada vez mais guiada por propósito e contexto, e não apenas por visibilidade online”, completa. 

Diferenças entre gerações: o que move cada público

O estudo revela um Brasil digitalmente diverso e gerações que, embora convivam nas mesmas plataformas, têm motivações e critérios distintos.

  • Geração Z (18 a 26 anos): é a mais conectada e socialmente ativa. 87% descobrem produtos, serviços ou marcas no Instagram e 80% no TikTok, plataformas usadas não só para lazer, mas também como fonte de informação, aprendizado e consumo. É o grupo que mais valoriza autenticidade e posicionamento de marca, e 67,2% deles já afirmam utilizar IA (como ChatGPT) para perguntar sobre vantagens e desvantagens de produtos. É a geração que usa a inteligência artificial como uma espécie de “consultor digital” para validar e tomar decisões.
  • Millennials (27 a 42 anos): são a geração mais híbrida e estratégica. 83,5% descobrem produtos no Instagram, 73,5% no YouTube e 72% no Google. Também estão entre os que mais utilizam IA (56%) como ferramenta de pesquisa e decisão. Preferem marcas que ensinam, inspiram e entregam utilidade: 58% dizem confiar mais nas IAs do que em pessoas próximas para obter informações atualizadas.
  • Geração X (43 a 58 anos): busca equilíbrio entre canais. O Google lidera com 84,5% das pesquisas, seguido por YouTube (60%) e Instagram (45,5%). Essa geração valoriza credibilidade, experiência e comparação, com 47,5% já utilizando IA em suas buscas. Embora demonstrem abertura à tecnologia, mantêm cautela e priorizam a validação em fontes oficiais e lojas físicas.
  • Baby Boomers (59+): têm presença digital crescente. 77,5% utilizam o Google e 58,5% o YouTube como principais canais de descoberta de produtos, serviços ou marcas. O Instagram (50,5%) e o Facebook (37,5%) aparecem como redes de uso mais frequente. Ainda que o uso de IA seja menor (31%) para pesquisar marcas ou produtos, quase 48% dessa geração afirmam usá-la para encontrar o menor preço ou melhor oferta, demonstrando um perfil prático e orientado à eficiência.

As plataformas que dominam o país

O estudo aborda o tema sob duas perspectivas complementares. Quando o assunto é descobrir novos produtos ou marcas, destacam-se como principais fontes o Google (76%), seguido por Instagram (73,3%), YouTube (69%), TikTok (55,4%) e televisão (49,9%).

Já quando o foco é buscar informações sobre produtos, serviços ou marcas já conhecidas, os canais mais utilizados são o Google (78,8%), YouTube (59,5%), Instagram (51,13%), inteligências artificiais (48,5%) e TikTok (38,75%).

Fatores que mais influenciam na decisão de compra final 

  • Preço (80,6%)
  • Qualidade do produto (77,4%)
  • Frete grátis (77,3%)
  • Reputação/confiabilidade da marca (45,8%)
  • Avaliações de outros compradores (45,4%)

A IA como divisor geracional e o futuro do consumo no Brasil

O destaque da pesquisa, além da presença das redes sociais em toda a jornada de compra, para todas as gerações, é a presença relevante da inteligência artificial nas jornadas, ainda que em diferentes medidas.

A IA surge como um dos principais divisores geracionais do consumo brasileiro. A Geração Z (59,5%) e os Millennials (56%) já transformaram os algoritmos em verdadeiros consultores digitais de compra, estabelecendo uma relação de confiança que supera muitas fontes tradicionais. Para eles, consultar a IA é tão natural quanto usar o Google.

Por outro lado, a Geração X (47,5%) demonstra uma adoção mais cautelosa, porém crescente, enquanto os Baby Boomers (31%) seguem um ritmo mais gradual e ainda enfrentam barreiras de entrada. Essa diferença de quase 30 pontos percentuais entre os extremos evidencia como a IA se tornou um marco entre as gerações nativas digitais e aquelas em processo de adaptação ao ambiente online.

“O crescimento da IA e das redes sociais entre os mais jovens não representa uma substituição do Google, mas a expansão das buscas. Os usuários jovens descobrem produtos e serviços através das redes sociais de forma fluida, utilizam o Google para buscar informações factuais de forma ativa e vão para a IA fazer análises contextuais, comparativas. Isso cria uma experiência de pesquisa híbrida mais rica e personalizada do que qualquer geração anterior teve acesso”, afirma Rafael Kiso.

Os dados reforçam que essa transformação já antecipa o futuro do consumo no Brasil. 41,5% da Geração Z e 37% dos Millennials acreditam que a IA vai revolucionar completamente a forma como compramos, percepção que reflete o quanto essas gerações já a incorporaram ao dia a dia. Entre os mais maduros, 35% da Geração X e 35,5% dos Baby Boomers veem a IA como muito importante, mas não acreditam que ela substituirá totalmente as formas tradicionais de consumo.

“Cada geração se relaciona com as IAs do seu jeito, mas nenhuma delas deixa de se relacionar. Não é mais possível pensar no futuro do consumo sem pensar nas IAs”, conclui Kiso.

Correios democratiza o e-commerce com o marketplace Mais Correios

O Mais Correios, marketplace oficial dos Correios em parceria com a Infracommerce, está ampliando a presença da estatal no comércio eletrônico brasileiro e reforçando sua missão de democratizar o acesso de lojistas ao ambiente digital. 

Com um modelo de operação estruturado em três frentes – hunting (prospecção ativa de novos sellers), onboarding (integração eficiente) e farming (gestão de relacionamento e suporte contínuo) — o Mais Correios combina escala e inovação para criar um espaço competitivo e acessível a pequenos, médios e grandes varejistas.

Diferenciais do marketplace 

O Mais Correios tem se destacado por oferecer condições que promovem a inclusão e o crescimento sustentável dos lojistas. Entre os diferenciais, estão o Correios Mais Entregas, que garante frete até 30% mais barato aproveitando a capilaridade logística da estatal; o atendimento 100% humanizado, com suporte próximo e resolutivo em todas as etapas da jornada; além de condições financeiras simplificadas, com parcelamento em até 10 vezes sem juros e cobrança apenas de comissão sobre vendas, sem taxas adicionais. 

O programa também presta apoio contínuo aos empreendedores, disponibilizando materiais de capacitação, guias e treinamentos em vídeo, elaborados com a expertise da Infracommerce. 

As vendas já demonstram força em segmentos estratégicos, como eletrônicos (45%) e eletrodomésticos (34%), mas o marketplace também vem registrando crescimento relevante em uma ampla variedade de outras categorias e produtos. A ampliação do portfólio reflete o compromisso da plataforma com a inclusão e o fortalecimento de diferentes perfis de negócios — de pequenos empreendedores locais a grandes varejistas —, impulsionados por uma estrutura de suporte contínuo. 

Esse apoio é garantido pela parceria com a Infracommerce, que disponibiliza materiais de capacitação, guias e treinamentos em vídeo para auxiliar os sellers em todas as etapas da jornada digital, estimulando o crescimento sustentável dentro do ecossistema do marketplace. 

“O Mais Correios nasceu para ser um espaço democrático, que une a confiança e a capilaridade logística dos Correios com a inovação digital da Infracommerce. Nosso objetivo é oferecer condições justas para que pequenos, médios e grandes vendedores cresçam lado a lado”, afirma Carol Sampaio, Diretora Executiva Mais Correios. “Mais do que uma plataforma, o que oferecemos é parceria e confiança, apoiando os sellers em sua jornada digital e construindo relações duradouras.”, acrescenta Sampaio. 

Integração entre o físico e o digital amplia o alcance do marketplace 

As agências físicas dos Correios também estão sendo integradas à estratégia do Mais Correios, reforçando o conceito de omnicanalidade e proximidade com o público. A estatal iniciou a divulgação do marketplace nas unidades de atendimento em todo o país, com comunicações em vídeo nas TVs internas, adesivos nas vitrines e bottons identificando os atendentes. A iniciativa aproxima ainda mais a experiência física da digital, apresentando o marketplace aos consumidores que frequentam as agências e fortalecendo a presença da marca no dia a dia dos brasileiros.

Com essas iniciativas, os Correios e a Infracommerce reforçam seu papel como protagonistas no fortalecimento do comércio eletrônico no Brasil. A proposta é oferecer soluções acessíveis, inovadoras e competitivas, ampliando as oportunidades para lojistas e acelerando a digitalização do varejo brasileiro.

Em parceria com a AWS, Allp Fit apoia programa que vai capacitar 1 milhão de brasileiros em tecnologia até 2028

Com o objetivo de preparar talentos para acelerar a transformação digital em empresas, organizações do setor público e do terceiro setor, a Allp Fit, rede de academias comandada pelo empreendedor Anderson Franco, se uniu à Amazon Web Series (AWS), através da criação do AWS Treina Brasil, um programa de treinamento massivo em habilidades de inteligência artificial (IA) e tecnologia de nuvem, voltado para estudantes, pequenas e médias empresas (PMEs) e empreendedores. O programa prevê a capacitação de forma gratuita de aproximadamente 1 milhão de pessoas em todo o país até o final de 2028.

De acordo com a IDC, cerca de 65% das empresas latino-americanas lutam para recrutar, reter talentos e desenvolver as habilidades digitais necessárias para adotar uma cultura digital e atender às demandas de negócios presentes e futuras. O mercado de trabalho está sendo remodelado pelo avanço tecnológico, pela transição verde e pelas mudanças econômicas e demográficas, de acordo com o Relatório sobre o Futuro dos Empregos de 2025, do Fórum Econômico Mundial, exigindo esforços para a qualificação e requalificação dos trabalhadores. Espera-se que as competências tecnológicas ganhem importância mais rapidamente do que outras nos próximos cinco anos, com IA e big data no topo da lista, e que novas profissões sejam criadas.

Os interessados em participar do programa poderão se inscrever no portal https://awstreinabrasil.ontidwit.com/#/landingpage/allp-fit e acessar, sobre demanda, conteúdos digitais básicos e avançados sobre inteligência artificial generativa, aprendizado de máquina, conceitos fundamentais de nuvem, inovação e transformação digital, casos de sucesso, entre outros. Além disso, os alunos receberão um certificado de participação ao completarem as sessões de treinamento e são direcionados tanto para quem deseja iniciar a carreira em tecnologia, quanto para profissionais já estabelecidos que buscam atualização de conhecimentos ou uma transição de carreira.

Para celebrar a parceria, no dia 10 de novembro, às 19h, será realizada uma live de abertura com participação de Anderson Franco, CEO da Allp Fit, e Dan Sabbagh, CTO do Cartão de Todos. O evento online contará ainda com a palestra “Introdução à IA Generativa – A Arte do Possível”, sobre os benefícios, riscos e exemplos práticos do uso da tecnologia, um breve debate sobre os benefícios da capacitação e por fim, a apresentação do curso “Conheça as novas possibilidades de carreira, o poder dos Micro credenciamentos”.

Nosso intuito é formar uma ecossistema completo, não só pensado para a saúde e o bem-estar por meio da Allp Fit, mas querendo que nossos alunos e parceiros também possam ter acesso à inovação e a educação de forma justa e acessível. Estar neste projeto com a AWS vai de encontro com essa premissa e estamos muito felizes em levar isso adiante”, comenta Anderson Franco, CEO da Allp Fit.

Além disso, integram ainda a iniciativa outras empresas, como o Senai SC, Refuturiza, Cartão de Todos, IBMEC, Alterdata, ETICE CE, Rede Federal de Educação Profissional, Cientifíca e Tecnológica, Santander e Santander X.

RD Summit 2025: Como a IA forçou o marketing digital a focar em leads reais

O RD Summit 2025, que será nesta semana, de 5 a 7 de novembro em São Paulo, reunirá mais de 20 mil profissionais para discutir tendências no marketing digital. Por trás da programação, uma mudança silenciosa vem transformando o cenário. 

Segundo análise do Ahrefs, a taxa média de cliques (CTR) em resultados orgânicos caiu 34,5% desde a adoção das respostas de IA. Métricas tradicionais, como impressões e tráfego de topo de funil, já não refletem o desempenho real das campanhas. Com isso, o mercado passou a focar em performance mensurável e conversões efetivas.

Durante a última década, gestores de marketing mediam o sucesso pelo volume de visitas e cliques em conteúdos de topo de funil. Hoje, a equação mudou, já que as respostas automáticas de IA entregam informações diretamente aos usuários, tornando desnecessário clicar em links.

Nesse novo cenário, embora os sites mantenham visibilidade, a conversão em leads diminuiu, exigindo das empresas novas estratégias para aumentar o potencial de conversão.

Agência apresenta case como alternativa aos impactos

Com a ascensão da IA do Google, a Search One Digital, agência especializada em marketing digital, vai apresentar um case no RD Summit mostrando como manteve a relevância online mesmo diante desse novo panorama.

O destaque será o Dr. Paulo, urologista especializado que atende pacientes no Brasil, na América Latina e em Portugal. Seu site vinha perdendo cliques e impressões devido a problemas técnicos e estruturais, agravados por mudanças no algoritmo do Google.

Para resolver o problema, a Search One criou um plano emergencial, identificando erros técnicos, conteúdo fora do escopo e outras falhas. Em seguida, montou um plano trimestral para corrigir os pontos mais críticos e melhorar a estrutura do site.

Os resultados vieram rápido. Em três meses, os cliques cresceram 57,5% e as impressões 74,7%, segundo o Google Search Console. O engajamento também subiu, incluindo conversas no WhatsApp e agendamentos de consultas.

O trabalho devolveu tráfego e visibilidade ao Dr. Paulo. Dessa forma, a ação mostrou que, mesmo no contexto atual, ajustes estratégicos e foco em conversão podem gerar resultados concretos em pouco tempo.

RD Summit será palco de soluções práticas

Com 300 palestrantes, 180 horas de conteúdo exclusivo e mais de R$ 200 milhões em negócios gerados, o RD Summit promete ser um espaço de conexões e soluções práticas para os desafios atuais do marketing.

Além de tendências e técnicas, os participantes terão acesso a plenárias com nomes internacionais e diversas oportunidades de networking. Entre os palestrantes confirmados estão Fábio Porchat, apresentador da Globo, e Walter Longo, sócio da Unimark.

Por que as empresas precisam focar em leads reais

A chegada das AIOs transformou o marketing digital. Cliques deixaram de ser sinônimo de sucesso, e as chamadas métricas de vaidade já não traduzem o desempenho real das campanhas.

O foco agora está em resultados concretos, conversão e geração de leads qualificados. Diante disso, as empresas precisam de indicadores claros que comprovem o retorno efetivo dos investimentos em marketing.

O RD Summit 2025 se consolida como um espaço estratégico para explorar essas mudanças. Com inscrições ainda abertas, o evento reforça que é possível gerar resultados mesmo diante da queda de cliques e que o futuro do marketing digital será guiado por decisões baseadas em dados reais.

Startups de IA enfrentam terreno minado e especialista aponta sete tópicos de como transformar inovação em receita até 2026 

Apesar do aumento nas soluções baseadas em inteligência artificial (IA), muitas startups ainda falham em transformar inovação em receita. Dados recentes do Massachusetts Institute of Technology (MIT) indicam que cerca de 95% dos projetos corporativos de IA generativa não geraram retorno financeiro mensurável. Já a S&P Global Market Intelligence aponta que 42% das empresas abandonaram parte de suas iniciativas de IA em 2025, frente a 17% no ano anterior, revelando que a euforia inicial com a tecnologia não tem se traduzido em sustentabilidade financeira.

Para Marilucia Silva Pertile, cofundadora da Start Growth e mentora de startups, o principal erro é acreditar que a tecnologia, sozinha, é capaz de sustentar um negócio. “Muitas empresas investem em modelos sofisticados, mas ignoram o fato de que o cliente precisa entender o valor, e o mercado precisa estar disposto a pagar. Sem clareza sobre monetização, qualquer inovação se torna um custo a mais”, afirma.

Entre as principais razões para o insucesso das startups de IA está a falta de foco em casos de uso concretos. Segundo Marilucia, há uma tendência de desenvolver produtos apenas porque a inteligência artificial está em alta, sem que exista uma dor real a ser resolvida. Outro obstáculo recorrente é a baixa qualidade dos dados e a ausência de governança. “Sem dados adequados, o modelo de IA não entrega resultados consistentes, e isso mina a confiança dos investidores e clientes”, explica.

Além disso, muitos negócios fracassam por não definirem um modelo de receita claro. Custos elevados com infraestrutura, licenças e manutenção de algoritmos acabam superando o retorno esperado. “O custo de inferência é altíssimo, e sem um plano de monetização, o investimento vira despesa fixa”, analisa Marilucia. A especialista acrescenta que infraestrutura e talentos qualificados também são gargalos importantes: “As startups subestimam o investimento contínuo necessário para treinar e manter times especializados. Isso as torna vulneráveis à medida que o produto cresce e o caixa diminui.”

Outro ponto sensível é a escalabilidade. Muitos projetos bem-sucedidos em fase de testes não conseguem ser implementados em larga escala por falta de padronização, capacidade operacional ou ajustes ao mercado. “A transição do piloto para a operação comercial é o divisor de águas. É onde a maioria quebra porque não planejou estrutura, suporte e canais de venda”, observa Marilucia.

Com o avanço da regulação global da IA e o amadurecimento dos fundos de investimento, o ano de 2026 deve marcar um novo ciclo de consolidação do setor. Startups que não comprovarem rentabilidade e geração de valor dificilmente atrairão capital. Marilucia alerta que “quem não definir claramente como vai gerar receita até 2026 ficará fora do jogo”.

Para as empresas que buscam se preparar para esse novo cenário, a especialista elenca sete caminhos fundamentais para transformar inovação em resultado concreto:

  1. Definir desde o início o problema que será resolvido e para quem.
  2. Planejar o modelo de monetização antes de escalar a tecnologia.
  3. Garantir dados limpos e governança sólida.
  4. Começar pequeno, provar resultados reais e escalar gradualmente.
  5. Mensurar valor tangível e comunicá-lo ao cliente.
  6. Manter o foco na manutenção e evolução do produto.
  7. Alinhar investimento, equipe e expectativas de mercado.

“Não basta ser inovador; é preciso ser sustentável. Em 2026, a IA deixará de ser diferencial e passará a ser critério básico de competitividade. Só vai sobreviver quem transformar tecnologia em valor real”, conclui Marilucia Silva Pertile, cofundadora da Start Growth e mentora de startups.

Black Friday Americanas promete até 80% de desconto e pontos com o novo Programa de Fidelidade

A Americanas está pronta para entregar uma Black Friday 2025 histórica — e multiplicada por quatro. A campanha será realizada de 3 de novembro a 4 de dezembro, com ações que mantêm o ritmo do evento por todo o período: “Black Cestas” todos os dias com descontos especiais e quatro sextas-feiras de preços de Black Friday, com até 80% de desconto em uma seleção especial de produtos.

A estratégia comercial para o evento antecipa a alta demanda esperada para o período. “Este é o nosso primeiro grande evento dentro da nova fase de crescimento, com uma estratégia centrada no consumidor, que vai encontrar uma jornada de compra mais fluida, completa e descomplicada”, afirma Luiz Tavares, Vice-presidente de Operações da Americanas.

Para a maior temporada de compras do ano, a companhia reforçou os estoques e a equipe, com cerca de 5 mil temporários atuando nos oito centros de distribuição e nas 1.500 lojas físicas espalhadas por todos os estados brasileiros. Também ampliou o parcelamento para até 24 vezes sem juros com o cartão Cliente a e expandiu o serviço de entregas de pedidos online, aumentando o raio de 7 km para 10 km, a partir das unidades físicas da marca, além da possibilidade de retirada nas lojas.

A experiência também será mais ágil e autônoma com os caixas de autoatendimento, que já representam 40% das finalizações nas lojas onde estão disponíveis, contribuindo para a redução de filas e o aumento da satisfação do consumidor.

Mais de 30 milhões de caixas com mercadorias estão sendo enviadas às lojas, abastecendo com milhões de produtos as mais de 40 categorias, de bomboniere, higiene pessoal, itens para o lar, brinquedos, vestuário e papelaria, até produtos de maior valor agregado, como eletroportáteis e tecnologia”, explica Tavares.

A empresa chega ao principal evento do ano com duas importantes alavancas de vendas e engajamento: o cartão de crédito Cliente a., com benefícios exclusivos em compras e parcelamento de até 24x sem juros durante as Black Cestas; e o lançamento do Programa de Fidelidade Cliente a.

“A gente ama resolver a vida das pessoas e oferecer tudo que o brasileiro mais ama, mas queremos ir além. Com o programa de fidelidade Cliente a., transformamos cada compra em uma oportunidade de recompensa, criando uma experiência mais vantajosa, divertida e personalizada”, reforça Tavares.

Novo Programa de Fidelidade Cliente a

Cliente a. é o novo programa de fidelidade da Americanas que transforma cada item da cesta em pontos e conta com a parceria da Dotz. Desenvolvido para fortalecer o relacionamento com o cliente Americanas e impulsionar a rentabilidade da operação, o Cliente a oferece quatro caminhos para acumular pontos:

· Missões personalizadas com vantagens exclusivas baseadas no perfil do cliente, acessadas via aplicativo do programa;

· Pontuação por produto, acumulando 1 ponto a cada item da cesta, em compras a partir de R$25, limitada a 20 pontos;

· Na segunda compra do mês, clientes que retornarem à loja e realizarem uma compra a partir de R$50 receberão 100 pontos extras, durante o período de lançamento do programa, podendo ser estendido por prazo indeterminado.

· Oferta de pontos em produtos selecionados (ex.: “Compre Escova Secadora e ganhe 10 pontos”), que será implementado ao programa posteriormente.

Para participar, basta se cadastrar no aplicativo Cliente a exclusivo e já disponível, para Android e iOS, e identificar-se com o CPF no momento da compra. O cadastro garante 20 pontos de boas-vindas e permite o acompanhamento do saldo, extrato de compras e missões disponíveis. O programa de fidelidade Cliente a já estará em funcionamento em todas as lojas físicas da Americanas no país, a partir do dia 31 de outubro, a tempo de os clientes conseguirem acumular pontos nas compras de Black Friday.

Abastecimento com IA e aumento da frota logística

Para ampliar a disponibilidade de produtos nas lojas, a Americanas vem intensificando a transformação digital de sua cadeia de suprimentos com a adoção da plataforma Relex, baseada em inteligência artificial. A ferramenta já reduziu em 50% a taxa de ruptura de estoque em itens prioritários e está sendo integrada a fornecedores estratégicos. Com decisões mais precisas sobre o que, quando e quanto comprar, a tecnologia substitui processos manuais e traz mais agilidade e assertividade ao abastecimento, conectando com eficiência os elos da operação.

Na frente logística, a companhia ampliou sua frota em 115% e aumentou em 60% a frequência de expedições, garantindo um fluxo contínuo de abastecimento com centros de distribuição operando de forma ininterrupta. Investimentos em soluções de roteirização inteligente, que utilizam dados em tempo real como trânsito e capacidade dos veículos, também aumentam a previsibilidade e a eficiência operacional, especialmente nos períodos de pico.

Com o crescimento das ofertas relâmpago com frete grátis e o anúncio de ações promocionais com entrega rápida no mesmo dia, como o “Comprou, chegou”, a companhia ampliou a nuvem de entregadores e prevê aumento de até 200% no fluxo de comunicação por mensagens entre entregadores e as lojas no período de compras.