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TikTok Shop no Brasil: média de venda diária cresce 26x em quatro meses

O TikTok Shop, solução de e-commerce integrada à plataforma de entretenimento, consolida seu sucesso no Brasil com um crescimento exponencial em seus primeiros meses de operação. Os números revelam um impacto significativo no varejo digital brasileiro, validando o modelo de “compra por descoberta” que a plataforma oferece.

Comparando o desempenho de setembro com o de maio, mês em que a plataforma foi lançada no Brasil, a receita diária média* (GMV – Gross Merchandise Value) cresceu 26 vezes. “As pessoas já tinham o hábito de descobrir e explorar produtos no TikTok, exemplo disso é que três em cada quatro usuários afirmaram que já haviam comprado um produto após vê-lo no TikTok. Agora, o TikTok Shop oferece uma nova forma de comprar, muito mais personalizada. E inaugura a era da Compra por Descoberta, que une entretenimento com descoberta”, explica Gustavo Mondo, líder de Casa e Decoração do TikTok Shop no Brasil.

A plataforma viu uma rápida adoção por parte de marcas e dos criadores de conteúdo. Nos primeiros quatro meses, o engajamento com o TikTok Shop cresceu exponencialmente, com um aumento de 12 vezes no número de criadores que realizam vendas mensais, reforçando o papel da plataforma como um novo canal de monetização. A base de lojistas e marcas que vendem ativamente no TikTok Shop também expandiu significativamente, com um aumento de 11 vezes no número de vendedores com vendas mensais no mesmo período, consolidando a plataforma como um parceiro estratégico para o varejo, para empresas de todos os tamanhos — seja grandes marcas, pequenos e médios negócios ou microempreendedores.

*(O cálculo foi realizado da seguinte maneira: valor total do mês de maio dividido pelo número de dias, sendo comparado com o valor total de setembro, dividido pelo número de dias)

Descontos de Black Friday

Para celebrar a primeira Black Friday do TikTok Shop no Brasil, a plataforma irá oferecer, durante todo o mês, descontos de até 30% em produtos selecionados. Além disso, os próprios lojistas vão poder oferecer descontos que serão acumulativos.

Histórias de sucesso no TikTok Shop

Durante os primeiros meses de operação da plataforma no país, marcas, empreendedores e criadores já conquistaram resultados expressivos.

Um exemplo é a Granado, que se tornou a primeira marca no Brasil a firmar parceria com a equipe do TikTok Shop para um Super Brand Day (SBD), uma ativação de múltiplos dias criada para impulsionar visibilidade, engajamento e vendas. A ação gerou uma audiência de 16 milhões de impressões e quase 300 mil telespectadores, resultando em mais de 18 mil produtos vendidos.

Outro case de sucesso é Diogo Bottino, um criador de conteúdo focado em Lives no TikTok Shop, que está entre os TOP 50 creators da plataforma, tendo vendido mais de 100 mil produtos em uma única live e alcançado quase R$500 mil em vendas em um mês. Suas conquistas no TikTok Shop incluem um GMV total de R$ 1,08 milhão, sendo R$753 mil gerados apenas em lives, totalizando 148 transmissões.

Vittare Home, PME da categoria Casa e Decoração de Ibitinga-MG, é outro modelo bem-sucedido de quem atua como criadora da própria marca no TikTok Shop. A empresa alcança um faturamento de R$200 mil por mês apenas com sua loja na plataforma, sendo que 75% do seu faturamento total vem do TikTok Shop. Desde que entrou na plataforma, a Vittare Home registrou um crescimento de 50%.

Marketplace conecta personal trainers a alunos em meio à expansão do mercado de fitness digital que deve atingir US$ 98,7 bilhões

O treinamento online e os modelos híbridos já são realidade consolidada no mundo. Segundo a consultoria Mordor Intelligence, o mercado de online fitness deve atingir US$ 98,7 bilhões até 2030, refletindo uma mudança estrutural na forma como pessoas treinam e profissionais de educação física atuam. Nesse cenário, a PersonalGO, startup que conecta treinadores e alunos, surge como uma plataforma estratégica, oferecendo recursos gratuitos e alcance global para potencializar o desempenho de personal trainers no ambiente digital.

Combinando tecnologia e personalização, a plataforma oferece um sistema de busca inteligente que conecta alunos aos profissionais ideais de acordo com objetivos, preferências e orçamento. O recurso é complementado por uma biblioteca com milhares de exercícios, ferramentas de prescrição adaptadas a diferentes perfis, incluindo treinos em casa sem equipamentos, e ferramentas avançadas de acompanhamento, como escaneamento corporal que permite monitorar a evolução à distância.

O comportamento das novas gerações tem impulsionado o crescimento do setor. Um relatório da Les Mills mostra que 72% dos praticantes regulares da Geração Z já adotam o formato híbrido, combinando treinos em academias com plataformas digitais. “Esse comportamento mostra que os personal trainers precisam se adaptar rapidamente às novas formas de consumo de atividade física. A presença digital não é mais um diferencial, é uma exigência do mercado e uma oportunidade de crescimento para quem sabe aproveitar a tecnologia a seu favor”, afirma Ana Endlich, CMO e cofundadora da PersonalGO.

Tecnologia e comportamento caminham juntos nessa transformação. Segundo o relatório Top Fitness Trends 2025, da American College of Sports Medicine (ACSM), as principais tendências são Wearable Technology e Mobile Exercise Apps, reforçando o movimento mobile-first do setor. No Brasil, o Sebrae também incentiva os profissionais de educação física a ampliarem sua presença digital, destacando que consultoria online, aplicativos e vídeos são componentes essenciais do negócio moderno.

Com a digitalização acelerando e a demanda em alta, surgem novas perspectivas de carreira. O U.S. Bureau of Labor Statistics projeta crescimento de 12% no emprego de treinadores e instrutores de fitness entre 2024 e 2034, ritmo muito acima da média de outras profissões. Essa convergência entre tecnologia, comportamento e oportunidade cria um cenário fértil para que educadores físicos expandam sua atuação e escalem seus atendimentos.

Diferente da maioria das soluções disponíveis, a PersonalGO é totalmente gratuita para personal trainers, sem limite de alunos ou prescrição de treinos, permitindo atuação ilimitada, inclusive com alunos estrangeiros. Desde o lançamento da versão global, a plataforma já conecta usuários em mais de 15 países. “O futuro do treinamento está na conexão entre tecnologia, personalização e liberdade geográfica. O online coaching é uma evolução natural da profissão, e queremos dar aos treinadores as ferramentas para prosperar nesse novo cenário”, afirma Ana Endlich.

Black Friday 2025 projeta faturamento recorde de R$ 13,6 bilhões no e-commerce, impulsionada pela alta expectativa de vendas de eletrônicos, moda e eletrodomésticos

A Black Friday — ou, como o varejo brasileiro tem preferido chamar, o Black November — é mais do que uma data de descontos: é o termômetro do consumo, das tendências e do otimismo no mercado. Em 2025, as expectativas estão nas alturas. Segundo projeções da ABIACOM e estudos da Gauge/W3haus, o e-commerce deve faturar entre R$ 13,3 e R$ 13,6 bilhões, um crescimento de 14,7% a 16,5% em relação a 2024, impulsionado por um consumidor cada vez mais digital e mobile-first. 

Os números do comércio exterior reforçam essa confiança. De acordo com uma análise da Logcomex, empresa líder em tecnologia para o comércio internacional, entre janeiro e agosto de 2025 o volume total importado cresceu 6%, enquanto o valor FOB das mercadorias aumentou 10% em comparação com o mesmo período do ano anterior — um sinal claro de que o varejo está se antecipando à alta demanda do fim de ano. 

Essa antecipação do varejo é estratégica, pois o consumidor da Black Friday 2025 está mais planejado. Estudos de intenção de compra revelam que mais de 70% dos brasileiros começam a monitorar preços com mais de 30 dias de antecedência, buscando descontos reais para produtos de maior valor. 

Neste ano, as principais apostas estão concentradas em moda, beleza e eletrônicos, categorias que apresentaram os maiores crescimentos tanto em volume quanto em valor de importações. Em Moda e Beleza, as importações de perfumes cresceram 70% em volume e 43% em valor, alcançando US$ 91,8 milhões; calçados avançaram 52% em volume e 36% em valor FOB (US$ 147 milhões); e as camisetas subiram 44% em volume e 34% em valor (US$ 88 milhões). 

Nos eletrônicos, categoria historicamente dominante na data, o movimento segue firme. As importações de smartphones cresceram 8% em valor FOB, totalizando US$ 196 milhões e mantendo a liderança entre os itens mais importados. Os videogames, outro símbolo do consumo de fim de ano, registraram alta de 20% e atingiram US$ 135 milhões em valor FOB. 

No segmento de eletrodomésticos, o mix de produtos evidencia novas preferências de consumo: airfryers (+23% em volume; +13% em valor; US$ 7,2 milhões) e geladeiras (+11% em volume; valor estável; US$ 109 milhões) ganham destaque, enquanto fornos recuam (–23% em volume; –27% em valor; US$ 127 milhões). 

Infraestrutura logística e a corrida contra o tempo 

A infraestrutura logística segue como um dos pilares para o sucesso das operações da Black Friday. O aumento da confiança do varejo está diretamente ligado à profissionalização das operações de comércio exterior e à adoção de soluções tecnológicas que reduzem riscos, custos e prazos logísticos.

Nos bastidores da data, o que se vê é uma verdadeira corrida contra o tempo. Cada etapa da cadeia de suprimentos deve estar altamente sincronizada e orientada por dados. Ferramentas que oferecem visibilidade dos embarques em tempo real e que automatizam processos críticos, como o desembaraço aduaneiro, permitem que importadores e operadores logísticos antecipem gargalos, otimizem estoques e assegurem que o produto esteja disponível na hora da compra. 

Para Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex, a digitalização da cadeia de suprimentos e o uso crescente de inteligência de mercado estão redefinindo a competitividade no setor:

“Durante a Black Friday, cada minuto faz diferença. Nossa tecnologia permite que o importador saiba exatamente onde está sua carga, quando ela deve chegar e quais ações podem antecipar o processo”, afirma Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex. “Essa precisão não só acelera, como protege o caixa do varejista: segundo dados internos, o uso de inteligência de dados pode reduzir erros de documentação e multas por atraso, gerando economias operacionais que chegam a 15% em alguns casos.” 

Segundo ele, a integração de dados aduaneiros, logísticos e comerciais tem sido decisiva para o setor. “Empresas que conseguem identificar tendências de importação e antecipar variações de demanda ganham vantagem competitiva real. Nesta Black Friday, o diferencial está em conectar a ponta do comércio exterior ao clique final do consumidor”, conclui.

IAB Brasil mapeia impacto da inteligência artificial em retail media

O IAB Brasil acaba de mapear o impacto da Inteligência Artificial na retail media no Brasil. Produzido pelos grupos de trabalho de IA e de retail media, a publicação analisa como a Inteligência Artificial está transformando o ecossistema de retail media, conectando dados, intenção e confiança para criar novas formas de interação entre marcas e consumidores. 

Baseado em entrevistas com líderes de mercado, o material traz uma visão prática e estratégica sobre o uso da IA como infraestrutura central para personalização, mensuração, otimização criativa e governança de dados.

Além disso, o documento apresenta tendências e recomendações de implementação de uso da IA na retail media até 2030, posicionando a tecnologia como motor de crescimento e inovação no varejo. 

“A Inteligência Artificial está redefinindo a Retail Media, transformando-a de um mero espaço publicitário em um ambiente dinâmico de decisão. Este estudo do IAB Brasil não apenas mapeia essa evolução, mas também nos convida a construir, de forma colaborativa e ética, os padrões que garantirão que a IA traga transparência, interoperabilidade e valor sustentável para todo o ecossistema de mídia e comércio no Brasil”, afirma Denise Porto Hruby, CEO do IAB Brasil.

De acordo com o material, o impacto da Inteligência Artificial se manifesta em todas as pontas do ecossistema. Para varejistas e retail media networks (RMNs), o desafio é acelerar o investimento em infraestrutura de dados interoperáveis, baseadas em padrões abertos como o ACP (Agentic Commerce Protocol), garantindo datasets limpos, unificados e capazes de suportar jornadas de compra instantâneas dentro de agentes de IA. 

Já marcas e anunciantes são chamadas a evoluir suas estratégias para o GEO (Generative Engine Optimization), substituindo a lógica do SEO tradicional por uma otimização voltada às respostas geradas por modelos conversacionais. Isso exige que as marcas estruturem seu conteúdo com branding semântico, de modo que seus valores, atributos e mensagens sejam compreendidos e reproduzidos de forma precisa por sistemas generativos — fortalecendo sua presença nas interações entre consumidores e IA.

Para agências e adtechs, o foco está na integração técnica e ética da IA. O paper recomenda a automação de tarefas operacionais repetitivas, como ajustes de bids e análise de dados, para liberar equipes criativas e estratégicas. 

O paper “Como a inteligência artificial está impactando a retail media no Brasil” está disponível para download gratuito no site do IAB Brasil e pode ser acessado aqui.

Cresce número de incidentes reportados à ANPD e reforça urgência de políticas contínuas de proteção de dados

O número de notificações de incidentes de segurança à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) aumentou 54% entre 2021 e 2022, segundo dados oficiais. O crescimento revela um cenário de alerta para empresas de todos os portes e reforça a necessidade de políticas efetivas de proteção de dados e resposta a incidentes.

Edgard Dolata, advogado e especialista em privacidade de dados, professor convidado em programas de educação executiva, destaca que a vulnerabilidade digital não se limita a grandes corporações. “A LGPD trouxe um novo paradigma para a gestão empresarial. Segurança não é projeto com prazo final: é processo contínuo”, afirma.

Segundo o especialista, a maioria dos incidentes notificados decorre de falhas humanas e ausência de processos internos bem definidos.“Acreditar que apenas um antivírus é suficiente para a proteção é uma percepção comum em pequenas empresas. Na prática, o problema começa na falta de políticas claras, controle de acessos e capacitação da equipe”, explica Dolata.

Para evitar sanções e prejuízos reputacionais, ele recomenda três pilares fundamentais: políticas, treinamento e resposta. O primeiro envolve a criação de diretrizes objetivas sobre como coletar, armazenar e compartilhar informações, inclusive com fornecedores. O segundo, a realização de treinamentos periódicos sobre práticas seguras de navegação e detecção de golpes digitais. O terceiro, um plano de resposta a incidentes, com responsáveis designados e prazos definidos para comunicação à ANPD e aos titulares dos dados afetados.

Um levantamento recente da Serasa Experian mostra que 60% das médias e grandes empresas brasileiras ainda não mapeiam o ciclo completo de vida dos dados que tratam, do recebimento à exclusão. “O mapeamento é a base da governança. Sem saber onde os dados estão, não há como protegê-los nem responder a um vazamento”, observa o advogado.

Dolata reforça que pequenas e médias empresas podem começar com medidas simples e de baixo custo, como autenticação em dois fatores, revisão de permissões e políticas internas de uso de e-mails e senhas. “Segurança da informação é investimento em continuidade do negócio. A prevenção custa menos do que a reparação”, pontua.

Ele lembra ainda que a conformidade à LGPD é também um fator competitivo. “Empresas que demonstram responsabilidade no tratamento de dados conquistam mais confiança e se destacam em processos de contratação pública e privada. A proteção de dados deixou de ser uma exigência legal para se tornar uma vantagem estratégica”, conclui.

Netshoes traz conceito “de outro mundo” para a sua campanha com ETs de Black November

A Netshoes, maior e-commerce de artigos esportivos e lifestyle do país, apresenta sua campanha de Black November com o conceito “Ofertas de outro mundo”. Com estética futurista, a ação combina elementos atuais com referências nostálgicas para unir diferentes gerações e conduzir o público a uma ambientação espacial que percorre as principais categorias da marca.

No centro da campanha está um squad de “ETs”, os spacenets, que representam as principais categorias da Netshoes. O S-Pace, o mais rápido da galáxia e que indica os tênis de corrida, o WheyTevaldo, expert em suplementos e bem-estar, a Stylien, que adora a tendência sportstyle e encontra melhores achadinhos, e o Alguma Coisa Jr, o representante do futebol.

“Em um mês em que todas as marcas falam sobre promoções, buscamos uma narrativa com um gatilho de atenção forte, capaz de transportar o público para fora do cotidiano. Apostamos em algo diferente como forma de nos diferenciar e conquistar um consumidor cada vez mais exigente”, afirma Graciela Kumruian, CEO da empresa. “Essa foi a nossa estratégia para renovar a conversa sobre a Black November e reforçar a essência leve e inovadora da Netshoes.”

O filme publicitário, criado pela agência in-house da Netshoes e produzido pelo estúdio de animação Acaca em parceria com a Bento Produtora, combina diferentes técnicas, como IA generativa, live-action, ilustração e 3D. O resultado dá vida aos SpaceNets, que vieram até a Terra só para aproveitar a data. 

Durante a Black November, que completa 11 anos, a Netshoes trará ações para engajar os consumidores, como a Black Box, em que o cliente compra um produto sem saber o que irá receber, ofertas no push, cupons especiais e o aguardado Madrugadão, além de uma estratégia com influenciadores como Willou e Watson, Lorelay Fox e Etefânio, junto ao Squad Netshoes, que soma milhões de seguidores nas redes sociais.

Topaz reforça protagonismo em meio à maior transformação regulatória do sistema financeiro brasileiro

O setor financeiro brasileiro vive no ano de 2025 uma revolução regulatória liderada pelo Banco Central e por outros órgãos normativos, que vêm redefinindo os processos e as prioridades das instituições financeiras. Em um cenário marcado por transformações inovadoras, a Topaz, uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais do mundo e parte do grupo Stefanini, intensifica sua atuação de forma estratégica no suporte a bancos e instituições na jornada de adequação e evolução digital.

“Estamos vivendo um novo capítulo do mercado financeiro, em que a pauta regulatória se tornou o centro das atenções. Mais do que cumprir exigências legais, trata-se de modernizar o sistema, fortalecer a confiança e impulsionar a inovação. A Topaz tem atuado com intensidade e protagonismo nesse movimento”, afirma Jorge Iglesias, CEO da Topaz.

A Resolução nº 4.966 do Banco Central, considerada a maior alteração sistêmica já promovida no setor, é apenas um exemplo de uma série de iniciativas que vêm exigindo mobilização por parte dos bancos e a Topaz liderou a prestação de serviços na adaptação ao novo modelo com agilidade e eficiência. Além dela, outras normas importantes, como a CVM 210, a adoção do CNPJ alfanumérico, e os impactos da reforma tributária sobre os sistemas financeiros, têm gerado um volume inédito de demandas técnicas e operacionais.

A Topaz tem se dedicado significativamente à adequação de suas plataformas e soluções, reforçando seu compromisso com a estabilidade, segurança e inovação do ecossistema financeiro. A empresa também tem participado ativamente das discussões regulatórias, não apenas com clientes, mas em fóruns técnicos e institucionais, contribuindo para a construção de um ambiente financeiro mais moderno e resiliente.

“Nossos esforços se direcionam para que participemos ativamente de todas as mudanças implantadas em interações com nossos clientes sobre cada passo dado e as entregas realizadas. É uma vitória para o sistema financeiro nacional, pois representa o cuidado em garantir progresso e desenvolvimento tecnológico para o âmbito financeiro nacional, demonstrando de maneira efetiva a robustez e confiabilidade das instituições brasileiras, que são totalmente alinhadas às mais altas exigências internacionais”, salienta Iglesias.

O CEO também destaca o papel do Banco Central na condução dessas transformações. “A capitania regulatória exercida pelo BC é um diferencial do Brasil. É ela que tem impulsionado o progresso, a inovação e o desenvolvimento tecnológico no setor financeiro. E a Topaz está alinhada a esse movimento, contribuindo ativamente para que o sistema como um todo avance com segurança e modernidade,” ressalta Iglesias.

Com a próxima onda da Resolução 4966 prevista para 2027 e novas normativas no horizonte, a Topaz segue comprometida com a missão de apoiar seus clientes em cada etapa desse processo, fornecendo soluções robustas e atualizadas, além de insights estratégicos para antecipar tendências.

Estamos preparados para continuar sendo um parceiro confiável neste novo ciclo regulatório. Nosso papel é ir além da tecnologia: é ajudar nossos clientes a navegarem com segurança e confiança nesse cenário dinâmico e desafiador, além de fomentar a inovação acarretada pelo Banco Central, que tem sido determinante para o avanço tecnológico do setor conclui Jorge Iglesias.

Com tecnologia da Compra Rápida, Vizzent leva crediário próprio ao e-commerce e aumenta em 26,1% a conversão de pedidos pagos

A Vizzent, rede varejista reconhecida por sua proximidade com o público e tradição no setor de calçados, deu um passo importante na transformação digital: levou o seu crediário próprio, um dos grandes diferenciais das lojas físicas, para o ambiente online.

A iniciativa nasceu a partir do desejo de oferecer ao cliente a mesma experiência de compra em todos os canais, com praticidade e segurança. Até então, consumidores que já possuíam o crediário físico não conseguiam utilizá-lo no e-commerce, o que gerava frustrações e desistências no checkout.

Em parceria com a Compra Rápida, plataforma de checkout com um clique, e com o suporte técnico da Tec4U, a Vizzent desenvolveu uma jornada de pagamento totalmente integrada ao seu sistema físico. O resultado é uma experiência omnichannel fluida, que permite ao cliente finalizar a compra online usando o mesmo crediário da loja física, com parcelamentos personalizados e comunicação visual alinhada à identidade da marca.

O impacto foi imediato: a marca registrou aumento de 26,1% na conversão de pedidos pagos e 99% de aprovação dos clientes, que classificaram a experiência como “boa” ou “ótima”. Mais do que uma evolução tecnológica, a integração do crediário ao checkout simboliza um novo capítulo na experiência de compra da Vizzent, unindo tradição e inovação em um mesmo fluxo.

“Acreditamos que o checkout deve ser uma extensão da marca. No caso da Vizzent, nosso papel foi tornar o crediário digital uma ponte natural entre o físico e o online”, explica Konrad Doern, Gestor de Receitas da Compra Rápida.

Com foco em performance e experiência, a Compra Rápida tem impulsionado resultados expressivos em grandes marcas do varejo. Por meio de checkouts rápidos, seguros e inteligentes, a plataforma aumenta a conversão, reduz abandono de carrinho e fortalece a conexão entre marcas e consumidores em todos os canais.

Análise de dados no varejo, como transformar insights em lucro

A transformação digital deixou de ser privilégio das grandes corporações e passou a fazer parte da rotina de pequenos e médios empreendedores. Impulsionada pela análise de dados e pelo uso estratégico da inteligência artificial, essa mudança vem permitindo decisões mais precisas, redução de desperdícios e maior rentabilidade. Segundo o estudo “Desbloqueando o potencial da IA no Brasil”, encomendado pela Amazon Web Services (AWS) à Strand Partners, cerca de 9 milhões de empresas brasileiras, o equivalente a 40% do total, utilizam a tecnologia de forma efetiva, e 95% relataram aumento na receita após a implementação.

Esses números reforçam que a análise de informações deixou de ser um diferencial e se tornou um pilar estratégico. Quando bem utilizada, ela permite ao empreendedor conhecer o comportamento dos clientes, antecipar demandas, otimizar o mix de produtos e ajustar preços com maior precisão. Isso significa operar com mais eficiência, foco e agilidade em um mercado cada vez mais competitivo. No varejo, onde as margens de lucro são estreitas e cada centavo conta, transformar dados em decisões práticas passou a ser uma questão de sobrevivência.

Em um minimercado autônomo, por exemplo, podemos usar a inteligência de dados para entender padrões de consumo em diferentes regiões e perfis de condomínio. Isso nos permite ajustar o portfólio de produtos em tempo real, reduzindo rupturas e aumentando o giro de mercadorias. Em muitos casos, esse processo também nos ajuda a criar promoções direcionadas que elevam o ticket médio e fortalecem a fidelização.

Essa personalização, antes restrita ao e-commerce, agora faz parte do dia a dia das lojas físicas. A IA permite oferecer experiências de compra sob medida, com sugestões de produtos baseadas em compras anteriores, campanhas adaptadas ao perfil do cliente e comunicações mais assertivas. Isso não apenas aumenta o engajamento, mas também cria conexões mais profundas com o consumidor.

Outro ponto poderoso é o uso da análise preditiva, que possibilita antecipar tendências, prever demandas sazonais e reagir com agilidade às mudanças do setor. Dessa forma, o varejista não apenas acompanha o mercado, mas se antecipa a ele. Em um segmento onde tempo e agilidade muitas vezes determinam o sucesso ou o fracasso de uma operação, essa vantagem competitiva é crucial.

No entanto, a tecnologia por si só não faz milagres. É fundamental que a cultura analítica esteja presente em todos os níveis do negócio. Isso envolve capacitar equipes, desenvolver habilidades de leitura e interpretação de dados e garantir que as informações coletadas sejam convertidas em ações práticas. Muitos pequenos empreendedores ainda acreditam que esse universo está fora do seu alcance, mas hoje existem ferramentas acessíveis e adaptadas a empresas de todos os tamanhos.

O varejo mudou  e continuará mudando. Em um cenário cada vez mais dinâmico e exigente, quem toma decisões no “achismo” corre o risco de desaparecer. Dados são a nova moeda da competitividade. Aqueles que aprenderem a usá-los com inteligência transformarão insights em lucro real e estarão mais preparados para enfrentar os desafios do presente e explorar as oportunidades do futuro.

*Douglas Pena, CRO e sócio-fundador da Minha Quitandinha 

Brasil atinge 47 milhões de empreendedores e reforça reputação como ativo estratégico para startups

O Brasil atravessa um novo ciclo de expansão do empreendedorismo. Segundo o Sebrae, apenas no primeiro trimestre do ano, foram registradas mais de 1,4 milhão de novas empresas, sendo 78% delas de microempreendedores individuais (MEIs), totalizando 47 milhões de brasileiros envolvidos em iniciativas empresariais. O destaque fica para o setor de serviços, responsável por 63,7% das novas empresas abertas em março, seguido pelo comércio (20,8%) e pela Indústria da Transformação (7,6%).

De acordo com a KPMG, o mercado de venture capital mostra sinais de retomada após a retração de 2023, com aportes que somaram US$ 2,25 bilhões em 2024 e outros US$ 1,25 bilhão apenas no primeiro semestre de 2025 — com destaque para startups B2B e soluções voltadas à eficiência operacional. Programas de fomento, crédito acessível e a digitalização têm impulsionado a formalização de novos negócios, aumentando a competitividade e a necessidade de diferenciação.

Nesse contexto, Beatriz Ambrosio, fundadora e CEO da Mention, primeira startup de Relações Públicas da América Latina, ressalta que a comunicação estratégica se tornou essencial para atrair clientes e investidores. “É preciso construir uma narrativa consistente, que conecte ações ao valor entregue. Startups que comunicam com transparência seus resultados, aprendizados e impacto real geram credibilidade, fortalecem relacionamentos e se destacam de forma duradoura”, afirma.

Para transformar essa visão em prática, a Mention oferece soluções que permitem a startups e PMEs estruturar e mensurar sua reputação de forma automatizada. O sistema utiliza inteligência artificial para produzir e distribuir releases, identificar jornalistas relevantes, monitorar menções na mídia e medir o retorno das ações em tempo real, ampliando o acesso à assessoria de imprensa e tornando o PR mais acessível a negócios emergentes.

Com o crescimento e a formalização de novos negócios, Beatriz reforça que o reaquecimento do capital de risco evidencia a importância de medir o impacto das estratégias de comunicação, tornando o PR um componente estratégico da performance empresarial. “A comunicação deixou de ser apenas uma vitrine para as empresas e se tornou um motor de resultados, capaz de gerar dados concretos, fomentar diálogos estratégicos e impulsionar oportunidades de negócio. Uma estratégia de PR bem estruturada se tornou um dos ativos intangíveis mais valiosos, influenciando diretamente a performance e a valorização da empresa”, conclui.