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Pinterest e Shopee lançam experiência imersiva inédita no Brasil

Pinterest e a Shopee se unem em uma parceria inédita para lançar uma experiência de compras 360º, vista pela primeira vez no Pinterest Brasil. O Mundo Shô funcionará como uma vitrine dinâmica dentro do app da Shopee, sendo atualizada mensalmente com produtos que traduzem as principais tendências descobertas no Pinterest. Assim, os usuários da Shopee poderão acessar com facilidade uma curadoria inspiradora alinhada ao que está em alta no universo da plataforma.

A iniciativa aproveita o DNA digital da Shopee, que não possui lojas físicas, para criar uma jornada de compras totalmente imersiva. Utilizando ambientes 3D e recursos de realidade aumentada exclusivos do Pinterest, a campanha transporta consumidores para um universo interativo durante as campanhas de 11.11 e Black Friday. Por meio de Pins com formatos interativos e animados, os usuários poderão explorar ofertas, acessar vitrines especiais, descobrir tendências e produtos selecionados em beleza, moda e decoração, aproximando-se ainda mais do universo Shopee.

“Os consumidores de hoje querem mais do que encontrar produtos, eles buscam experiências criativas e inspirações que reflitam seu universo pessoal”, destaca Isabel Nabuco, líder de Estratégia Criativa no Pinterest. “Com essa parceria, usamos a força dos Pins para criar vitrines vivas e interativas, que transformam o ato de comprar em uma jornada visual envolvente e cheia de possibilidades. Nosso objetivo é ampliar os limites do que significa inspirar e conectar marcas e pessoas, mostrando que o Pinterest é um espaço onde ideias ganham forma e se tornam experiências incríveis”, completa a executiva.

“O Pinterest já é um parceiro muito importante para a Shopee mostrando tendências, novidades e o que as pessoas buscam de uma maneira inspiracional. Desenvolvemos juntos esse ambiente virtual em que os consumidores poderão navegar pelo universo da Shopee, vivenciando uma experiência inédita. Parcerias como essa potencializam ainda mais nosso objetivo de proporcionar uma experiência de compra fácil, segura e divertida para todos”, comenta Felipe Piringer, head de marketing da Shopee.

A experiência de compras 360º já está disponível e para conhecê-la, acesse: Link ou confira em seu aplicativo da Shopee.

Gree lança Black November com descontos e frete grátis em novo e-commerce

A Gree, maior fabricante de ar-condicionado do mundo, realiza sua primeira Black November, consolidando o novo e-commerce oficial da marca como um importante canal de vendas diretas ao consumidor. A campanha, válida durante todo o mês de novembro, oferece até 11% de desconto para pagamentos à vista, além de oferecer um cupom de frete grátis para todo o Brasil ou um incentivo de R$50,00 OFF na primeira compra. É uma excelente oportunidade para quem busca equipamentos das linhas residencial e comercial leve, com tecnologia, eficiência energética e design moderno, sempre com a qualidade Gree.

A Black November da Gree acontece em um cenário de grande expectativa no mercado. Segundo levantamento da Conversion, agência especializada em comportamento de busca, o Brasil é o segundo país que mais pesquisou por descontos na Black Friday no Google nos últimos 12 meses, ficando atrás apenas da França.

Entre os produtos mais procurados pelos brasileiros estão justamente os aparelhos de ar-condicionado, além de smartphones, notebooks e eletrodomésticos. A busca por condicionadores de ar é uma tendência que se intensifica com a chegada do verão, tornando este o período ideal para investir em um produto de alta qualidade, com condições diferenciadas.

Durante a campanha, todos os produtos disponíveis na loja oficial (loja.gree.com.br) poderão ser adquiridos com descontos especiais e frete grátis para todo o território nacional. As regras e detalhes completos da campanha estarão disponíveis nos canais oficiais da Gree e podem sofrer a alterações conforme disponibilidade de estoque. Com a iniciativa, a Gree reforça sua presença no ambiente digital e reafirma o compromisso em oferecer produtos de alta performance e eficiência energética, aliando inovação, conforto e conveniência à experiência de compra online.

Segurança cibernética 5.0: Quando a defesa aprende a pensar

Vivemos um tempo em que segurança digital deixou de ser apenas um componente técnico para se tornar o espelho da saúde de uma organização. Em um mundo hiper conectado, cada dispositivo, identidade e aplicação representa um potencial porta de entrada. Assim, compreender os indicadores de segurança é mais do que monitorar alertas: é interpretar os sinais vitais de um ecossistema em constante mutação. 

Enquanto empresas avançam em inovação e velocidade, o cibercrime evolui na mesma medida, explorando vulnerabilidades conhecidas e transformando identidades em armas. Estimativas apontam que a maior parte das invasões bem-sucedidas tem origem no uso indevido de credenciais ou privilégios mal gerenciados. Soma-se a isso o atraso na aplicação de correções críticas e o aumento de ataques de cadeia de suprimentos e técnicas sem arquivo – aquelas que atuam na memória e escapam das soluções convencionais. O resultado é um campo de batalha invisível, em que o tempo de resposta define o sucesso ou o colapso.

Nesse cenário, os indicadores de desempenho em segurança, como o tempo médio de detecção (MTTD) e o tempo médio de resposta (MTTR), tornaram-se bússolas de resiliência organizacional. Um MTTD de dias pode significar prejuízos financeiros e reputacionais incalculáveis, enquanto uma resposta rápida pode conter uma crise antes de seu impacto. Métricas como taxa de falsos positivos, conformidade de patches, integridade de endpoints e exposição de identidades já são vistas como parâmetros de sobrevivência digital. O desafio, porém, não está apenas em medir, e sim em interpretar e agir com base em contexto. 

A próxima geração da cibersegurança nasce justamente da união entre inteligência global e orquestração local. Plataformas baseadas em análise comportamental e aprendizado de máquina processam trilhões de sinais diariamente, correlacionando padrões, táticas e anomalias para antecipar possíveis ataques. Essa abordagem transforma a detecção de ameaças de um processo reativo em uma prática preditiva, capaz de identificar comportamentos suspeitos antes que se tornem incidentes reais. 

Ao mesmo tempo, ferramentas de apoio cognitivo vêm revolucionando a atuação dos analistas, simplificando o entendimento de dados complexos e acelerando decisões críticas. Em vez de semanas, respostas podem ser formuladas em minutos, reduzindo drasticamente o intervalo entre o reconhecimento de uma ameaça e a execução de uma ação corretiva. 

No entanto, inteligência isolada não basta. A defesa moderna exige integração entre tecnologia, estratégia e execução. Novas abordagens de orquestração de segurança atuam como pontes entre o vasto volume de dados e a realidade operacional das organizações. Elas transformam alertas dispersos em políticas coordenadas, fluxos automatizados e respostas contextualizadas, permitindo que o ambiente de segurança opere de forma proativa, alinhada aos objetivos de negócio e orientada a risco real. 

Essa evolução leva os centros de operações de segurança (SOCs) a um novo patamar: deixam de ser estruturas reativas para se tornarem centros cognitivos, capazes de aprender continuamente, prever ameaças e adaptar-se em tempo real. A automação reduz os tempos de detecção e resposta, enquanto a análise contextual fortalece a priorização de riscos e a governança corporativa. 

A segurança, antes vista como custo, passa a ser uma vantagem competitiva. Companhias que dominam o ciclo entre inteligência, orquestração e ação ganham não apenas em proteção, mas em confiança digital – um ativo essencial em um ambiente em que segundos podem definir o destino de uma operação. 

No fim das contas, cibersegurança não é mais apenas impedir ataques, mas garantir continuidade e confiança em um mundo onde a única constante é a mudança. A nova fronteira da defesa digital é viva, adaptável e inteligente e, além disso, já está moldando o futuro das organizações resilientes.

*Guilherme da Silveira é Cyber Security Lead da GFT Technologies no Brasil

Black Friday é o exame final das empresas: quem não tem cultura de atendimento reprova diante do cliente

Em novembro, o varejo brasileiro se prepara para o maior teste do ano, e não apenas em volume de vendas. Para João Paulo Ribeiro, CEO do Grupo Inove e especialista em cultura organizacional centrada no cliente, a Black Friday se tornou o principal termômetro da coerência empresarial. “A data é o verdadeiro teste de coerência das empresas. Quando o atendimento falha, o marketing perde valor no mesmo instante”, afirma o executivo.

A avaliação não é retórica. Em 2024, segundo pesquisa da Opinion Box, 72% dos consumidores disseram ter deixado de comprar de uma marca após um atendimento insatisfatório durante o período de promoções. No mesmo levantamento, 68% afirmaram que um bom atendimento é o principal fator de fidelização, superando até preço e prazo de entrega. Para Ribeiro, os números mostram que o sucesso da Black Friday não depende apenas da estratégia comercial, mas da cultura interna que sustenta o relacionamento com o cliente.

Com 14 anos de experiência em atendimento e cultura organizacional, o executivo lidera o Grupo Inove, consultoria com presença nacional e internacional, que já impactou mais de 500 mil pessoas e atendeu mais de 100 empresas em diferentes setores. A companhia atua no redesenho de jornadas de atendimento e na formação de líderes capazes de alinhar tecnologia, propósito e empatia no contato com o consumidor.

“Durante a Black Friday, a empresa é exposta em tempo real. Tudo o que foi prometido em campanhas é colocado à prova no SAC, no chat, no WhatsApp e nas redes sociais. O cliente percebe em segundos se há coerência entre o discurso e a prática”, explica Ribeiro.

Segundo levantamento da FGV Projetos, 62% das empresas brasileiras ainda tratam o atendimento como centro de custo, e não como um ativo estratégico. Esse modelo, na visão de Ribeiro, é o que impede muitas marcas de transformarem grandes datas em oportunidades de fidelização. “O erro está em achar que atendimento é operação. Atendimento é cultura viva. Se ele falha, o discurso institucional desmorona”, diz.

A Black Friday também evidencia o impacto da gestão de equipes. Segundo a consultoria McKinsey & Company, empresas que integram cultura organizacional e experiência do cliente aumentam em até 20% os índices de satisfação e reduzem em 35% os conflitos em interações de alto volume. A Inove, que recentemente foi reconhecida com o prêmio de Melhor Atendimento ao Cliente, vem orientando empresas de médio porte a investirem não apenas em automação, mas em capacitação e bem-estar das equipes.

“O colaborador que atende o cliente é a voz mais visível da marca. Se ele está exausto, sem autonomia ou mal treinado, isso aparece imediatamente no atendimento”, explica Ribeiro. Ele destaca que a Inove tem ajudado empresas a criar planos de contingência para picos de demanda e desenvolver lideranças de CX com base na escuta ativa.

Em um cenário de saturação de ofertas e alta expectativa do consumidor, o especialista reforça que a cultura organizacional é o verdadeiro diferencial competitivo. “A Black Friday não perdoa incoerências. É o momento em que o cliente enxerga se a marca que ele admira também o respeita. E, se não enxerga, não volta mais”, conclui.

Mercado Livre lança campanha com o piloto Franco Colapinto e Neymar Jr. na semana do Grande Prêmio de Fórmula 1 em São Paulo

O Mercado Livre e a BWT Alpine Formula One Team apresentaram o A525, carro que exibirá o logotipo e o icônico amarelo do marketplace durante o Grande Prêmio em São Paulo.

A apresentação faz parte da campanha “Unidos pela Velocidade”, um filme criado pelo Mercado Livre em parceria com a agência GUT Buenos Aires. Estrelado pelo piloto argentino Franco Colapinto e com a participação especial de Neymar Jr, o vídeo mostra a BWT Alpine Formula One Team participando de uma corrida única, competindo contra toda a frota de entregas do Mercado Livre. Veja o filme

A iniciativa reforça a estratégia do Mercado Livre de conectar esporte, inovação e paixão, criando experiências únicas que aproximam os fãs do automobilismo e celebram o talento latino-americano. Para a empresa, o esporte não é apenas um território de visibilidade, mas uma plataforma para gerar impacto real e engajamento emocional, transformando paixão em progresso e fortalecendo a conexão com consumidores e vendedores. 

“Compartilhamos com a Fórmula 1, e com Franco Colapinto, a mesma paixão por velocidade e excelência. Essa parceria nos permite levar o espírito das nossas entregas rápidas e da nossa inovação à principal competição mundial do automobilismo”, diz Sean Summers, CMO do Mercado Livre. 

“Unimos forças com o Mercado Livre como parte de uma estratégia global para nos conectarmos com novos públicos apaixonados pela Fórmula 1. Compartilhamos a visão do Mercado Livre de combinar inovação, velocidade e trabalho em equipe, e estamos entusiasmados em levar essa colaboração para a pista de São Paulo”, afirma Guy Martin, Global Marketing Director da BWT Alpine Formula One Team. 

“Correr com as cores do Mercado Livre é muito especial para mim. Significa levar às pistas uma marca que nasceu no meu país e que hoje representa milhões de latino-americanos em todo o mundo. Para qualquer piloto, competir na Fórmula 1 é um sonho. Estou vivendo o meu – com esforço, dedicação e o apoio de uma equipe incrível. Fazer isso ao lado do Mercado Livre, uma empresa que me apoia desde o início e compartilha os mesmos valores de comprometimento e perseverança, torna tudo ainda mais especial”, acrescenta Franco Colapinto. 

Essa ação integra o compromisso do Mercado Livre em construir conexões emocionais autênticas, explorar territórios de alto impacto como futebol, Fórmula 1 e música, e transformar momentos de atenção em oportunidades concretas de engajamento e negócios para consumidores e vendedores.

Magis5 lança etiqueta unificada para integração com Shopee

A Magis5, hub de integração e automação referência no e-commerce brasileiro, conecta sellers a mais de 30 plataformas, em um movimento estratégico para otimizar a operação de seus clientes, anuncia o lançamento da etiqueta unificada, uma funcionalidade inovadora para a integração entre Shopee e Magis5. Essa evolução substitui a etiqueta dupla, promovendo agilidade e redução de custos operacionais para os sellers.

Até então, a emissão da etiqueta de envio e da etiqueta de nota fiscal separadas,  gerava maior complexidade, aumentando os custos logísticos para os vendedores. Agora, com a etiqueta unificada, a consolidação de todas as informações do produto em um único documento não apenas simplifica drasticamente o processo, mas gera 50% de economia em recursos para os negócios.

O time da Magis5 está atualmente levantando dados para quantificar o impacto financeiro dessa novidade. Segundo estudos internos da empresa, em operações de grande escala, a estimativa é de que a economia possa ultrapassar 12 mil reais no mês, apenas com custo de etiqueta.

“Nós ouvimos atentamente as demandas dos nossos clientes e desenvolvemos essa solução para facilitar a rotina dos sellers, especialmente aqueles que operam com a Shopee. Estamos otimistas em apresentar em breve números concretos que comprovem a economia gerada”, afirma Claudio Dias, CEO da Magis5.

O tempo para emitir uma etiqueta na Shopee varia conforme o tipo de pedido:

  • Para pedidos de estoque pronto (produtos sem personalização), a etiqueta deve ser impressa e o produto enviado em até 1 dia útil após a confirmação do pagamento, considerando que pedidos confirmados até às 13h têm esse prazo para envio no mesmo dia ou no dia seguinte.
  • Para pedidos em pré-encomenda (produtos personalizados), a etiqueta deve ser gerada somente quando o produto estiver pronto ou próximo da data de envio, dentro do prazo de postagem que pode variar entre 3 a 15 dias úteis.

Dias exemplifica o ganho de produtividade: “Considerando uma operação que realiza a expedição de 2.500 pedidos por mês, o uso da etiqueta dupla tradicional demandaria 5.000 etiquetas, o que corresponde a aproximadamente 25 rolos de etiquetas mensais. Com a nova funcionalidade, o seller gastaria apenas a quantidade de etiquetas correspondente ao número de pedidos, ou seja, 2.500 etiquetas para 2.500 pedidos”.

Essa redução representa uma economia significativa no custo com etiquetas, pois elimina o desperdício gerado pela impressão de etiquetas duplicadas para cada pedido. Além do impacto financeiro direto, essa otimização contribui para uma operação mais sustentável e eficiente, reduzindo o consumo de materiais e simplificando o processo logístico.

Ao implementar essa funcionalidade, empresas de e-commerce podem reduzir em até 50% os custos com etiquetas, o que representa uma economia significativa nos gastos operacionais e um ganho expressivo em eficiência logística. Atualmente, a Magis5 já está desenvolvendo essa solução para ser aplicada em outros marketplaces.

“Seguimos comprometidos em oferecer soluções inovadoras que elevam a eficiência operacional e contribuem para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Economizar tempo e investir em soluções dinâmicas é fundamental para o sucesso no mercado de sellers”, conclui Dias.

Nubank e Shopee anunciam parceria com descontos exclusivos para os clientes da instituição no 11.11

O Nubank, uma das maiores plataformas de serviços financeiros digitais do mundo, anuncia condições especiais para seus clientes no 11.11, tradicional e maior data dupla da Shopee para o varejo. Clientes que pagarem com cartão de crédito Nubank na Shopee terão 50% de desconto em suas compras, limitado a R$ 20 por CPF, com o valor do cupom aplicado na carteira no momento do checkout e válido exclusivamente para a data.

Entre os prêmios disponíveis para as compras usando o cartão Nubank como meio de pagamento estão vouchers de R$ 5 off (em compras acima de R$ 39), R$ 50 off (em compras acima de R$ 51) e recompensas em moedas Shopee com opções de 10 ou 20 moedas. Complementando os benefícios, a campanha contará com uma Roleta Premiada, oferecendo prêmios que vão de frete grátis a cupons de até R$ 500.

As campanhas de data dupla, como o 11.11, já fazem parte do calendário da varejista, e a empresa hoje vende mais nessa data do que na própria Black Friday, consolidando-a como a principal data do ano para a Shopee.“Sempre buscamos parcerias com grandes marcas que se conectam com os hábitos e desejos dos nossos clientes.

A união com a Shopee nesta data relevante para o varejo mostra como ser cliente do Nubank é vantajoso. Retribuir a fidelidade de nossos clientes nesses momentos demonstra nosso foco em construir uma relação duradoura e com benefícios reais”, afirma Juliana Roschel, CMO do Nubank. “Estamos entusiasmados com a nossa parceria com o Nubank para a campanha de 11.11.

Além do cupom especial de que o público gosta, vamos levar diversão e benefícios econômicos para juntos oferecermos a melhor experiência de compra ao consumidor. Acreditamos que, ao combinar as ofertas da Shopee com a força do Nubank, fortaleceremos a data da nossa maior liquidação do ano“ conta Felipe Piringer, head de marketing da Shopee.

A parceria com a Shopee se soma a uma série de vantagens e ações promocionais recentes do Nubank. As iniciativas incluem uma parceria com a Uber, com oferta de assinatura grátis do Uber One e descontos de até 50% em corridas e benefícios exclusivos em redes como o Burger King.

Como ativar o descontoOs cupons de desconto são enviados diretamente para a carteira do usuário no app da Shopee. É só aplicar no carrinho na hora da compra. Mais informações sobre como usar os cupons no site: Link

O regulamento completo da ação está disponível aqui.

A cada 10 compras iniciadas na Black Friday, até 8 são abandonadas antes do pagamento, aponta levantamento

Com o aumento das compras online, o abandono de carrinho continua sendo um dos principais desafios do varejo digital brasileiro. Durante a Black Friday, quando o volume de acessos cresce e a concorrência por atenção é intensa, essa taxa pode ultrapassar 80% dos pedidos iniciados, segundo dados do E-commerce Radar. Isso significa que a cada dez consumidores que adicionam produtos ao carrinho, apenas dois finalizam a compra.

As causas mais comuns estão relacionadas à experiência do usuário. Frete alto, exigência de cadastro, lentidão do site, problemas de pagamento e a ausência de informações claras sobre o prazo de entrega são fatores decisivos. De acordo com o Baymard Institute, 48% dos consumidores desistem por causa de custos adicionais inesperados, enquanto 24% abandonam o carrinho por conta de processos longos ou complexos de checkout.
No Brasil, o impacto é ainda mais acentuado devido à predominância de compras via dipositivos móveis.

Segundo a NielsenIQ Ebit, mais de 70% das transações online já pelo celular, o que aumenta a sensibilidade a experiências frustrantes. “Na Black Friday, o consumidor está no modo impulso, mas também no modo comparação. Se a jornada não for fluida e clara, ele sai em segundos e não volta”, afirma Marcelo Pugliesi, CEO (Chief Executive Officer) da Hi Platform.

Além do abandono de carrinho, outro ponto crítico é a falta de transparência no status do pedido. Após a finalização da compra, muitos consumidores relatam não receber confirmação imediata ou atualizações sobre pagamento, separação e entrega. Essa ausência de comunicação gera insegurança e pode comprometer futuras compras. “A experiência não termina no pagamento. O cliente precisa sentir que está sendo acompanhado até o fim. Se o status não é atualizado, a confiança se perde”, observa Marcelo.

A Hi Platform, empresa brasileira de tecnologia especializada em Customer Experience (CX), vem atuando para resolver esses gargalos com o uso de automação inteligente e inteligência artificial. A plataforma identifica carrinhos abandonados em tempo real e permite que as marcas enviem estímulos personalizados para reconquistar o cliente, como mensagens, e-mails e ofertas específicas. Além disso, integra sistemas de pagamento e logística para atualizar automaticamente o status de pedidos em múltiplos canais, como WhatsApp, chat e e-mail.

De acordo com Marcelo, a personalização e a agilidade são determinantes para reverter desistências. “Não basta lembrar o cliente de que ele deixou um produto no carrinho. É preciso falar com ele do jeito certo, no canal certo e no momento certo. A IA permite isso, porque entende intenção, contexto e comportamento”, explica.

Os resultados são expressivos. Marcas que utilizam fluxos automatizados de recuperação de carrinho registram até 20% de aumento nas conversões, segundo estudo do Boston Consulting Group (BCG). Já a Accenture aponta que empresas com comunicação proativa sobre o status de pedido alcançam níveis de fidelização 16% maiores em relação às que não mantêm esse contato. 

A Black Friday é o principal teste para a eficiência dos sistemas de atendimento digital. O pico de acessos exige preparo técnico, mas também empatia nas interações. A Hi Platform defende que a tecnologia deve atuar como facilitadora da relação e não como barreira. “Quando a automação é bem aplicada, ela não afasta o consumidor. Ela mostra que a marca está pronta para responder rápido, de forma clara e humana”, comenta o executivo. 

Entre as boas práticas recomendadas estão simplificar o checkout, exibir o valor do frete desde o início da jornada, oferecer suporte ativo durante o processo de compra e garantir que todas as etapas do pedido estejam acessíveis em tempo real. Além disso, o uso de mensagens automatizadas de atualização no WhatsApp ou no e-mail ajuda a reduzir cancelamentos e dúvidas no pós-venda. 

Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce deve movimentar mais de R$ 205 bilhões em 2025, impulsionado por campanhas sazonais. Mas o potencial de crescimento depende diretamente da capacidade de oferecer experiências consistentes. “A corrida por vendas é intensa, mas as marcas que entendem o comportamento do cliente e usam IA de forma estratégica estão um passo à frente. Elas transformam atendimento em retenção”, finaliza Marcelo.

Como planejar a Black Friday sem comprometer a saúde financeira de seu negócio

A Black Friday é uma das datas mais esperadas do varejo e do e-commerce, mas também pode representar riscos para o caixa das empresas se não houver um planejamento financeiro adequado. 

De olho nesse cenário, a Agilize, primeira contabilidade online do Brasil, reforça a importância de uma preparação estratégica para equilibrar boas vendas e sustentabilidade financeira.

Segundo a empresa, muitos empreendedores cometem o erro de focar apenas em aumentar o volume de vendas, sem calcular corretamente margens de lucro, custos operacionais e fluxo de caixa pós-campanha. O resultado pode ser um alto faturamento momentâneo, mas sem rentabilidade real.

“O segredo da Black Friday está em vender bem sem comprometer a saúde financeira do negócio. É fundamental precificar corretamente, entender o impacto de descontos no lucro e planejar o caixa para o período pós-evento, quando ainda há contas a pagar e recebimentos parcelados”, explica Luana Bispo, contadora e head contábil na Agilize da Agilize.

Confira abaixo cinco recomendações práticas para ajudar empreendedores e gestores a aproveitar a data de forma sustentável:

  1. Faça um diagnóstico financeiro antes da campanhaAntes de definir descontos, é essencial saber quanto cada produto ou serviço realmente custa, incluindo impostos, taxas e despesas operacionais. Essa análise mostra até onde é possível reduzir o preço sem gerar prejuízo.
  2. Planeje o fluxo de caixa para o pós-Black FridayDescontos e parcelamentos afetam o capital de giro. Por isso, o empreendedor deve projetar entradas e saídas futuras, garantindo que o caixa suporte despesas fixas e reposição de estoque após o evento.
  3. Ofereça descontos estratégicos, não generalizados
    Em vez de aplicar cortes amplos, priorize itens com maior margem de lucro ou baixo giro de estoque. Assim, é possível aumentar o ticket médio e melhorar a rentabilidade.
  4. Monitore resultados em tempo realAcompanhar o desempenho das vendas, custos e margens durante a campanha ajuda a ajustar rapidamente a estratégia, evitando erros que possam comprometer o lucro.
  5. Integre a contabilidade à gestão financeiraUnir informações contábeis e de fluxo de caixa em um mesmo ambiente permite decisões mais precisas e baseadas em dados reais, algo essencial em períodos de alta movimentação.

Mais de 27% das buscas no Google já não geram cliques externos, aponta levantamento

A forma como as pessoas consomem informação na internet passa por uma transformação silenciosa. Se antes o clique era o ponto de partida para qualquer jornada digital, hoje ele deixou de ser uma garantia. Cada vez mais, os usuários encontram respostas diretamente na página de resultados do Google, seja por meio de painéis de conhecimento, trechos em destaque ou respostas geradas por inteligência artificial. O comportamento reflete um novo estágio da experiência de busca: mais imediata, mais centralizada e menos dependente de sites externos.

Um levantamento feito pela Kipiai, com base em dados do Search Engine Land, mostra a dimensão dessa mudança. No primeiro trimestre de 2025, apenas 40,3% das pesquisas realizadas nos Estados Unidos resultaram em cliques orgânicos, ante 44,2% no mesmo período do ano anterior. No Reino Unido e na Europa, o movimento é semelhante, com queda de 47,1% para 43,5%. Ao mesmo tempo, as chamadas zero-click searches,buscas que não geram visitas a outros sites, avançaram de 24,4% para 27,2% nos EUA e de 23,6% para 26,1% na Europa.

O resultado é um cenário em que o Google se consolida como ponto final da busca, e não apenas seu intermediário. “O Google evoluiu de um mecanismo de descoberta para uma plataforma de resposta. O usuário quer resolver sua dúvida ali mesmo, sem precisar abrir outras abas”, explica Bruno Cunha Lima, fundador da Kipiai. “Essa mudança impacta diretamente a forma como marcas, veículos e criadores planejam sua presença digital. Estar no topo já não é sinônimo de ser visto, é preciso aparecer dentro do próprio ambiente de busca.”

Outro dado que reforça a concentração é o aumento das pesquisas que terminam em propriedades do próprio Google, como YouTube e Maps. Em março de 2025, elas representaram 14,3% das buscas, frente a 12,1% no mesmo mês do ano anterior. A tendência amplia a competição pela atenção do usuário e exige uma estratégia de visibilidade mais sofisticada, especialmente para marcas que dependem fortemente de tráfego orgânico para gerar negócios.

Para Cunha, o fenômeno não representa uma crise do SEO, mas uma mudança de paradigma. “As pessoas continuam pesquisando, na verdade, pesquisam até mais. O que muda é o destino dessa atenção. O clique já não é a única métrica de sucesso: visibilidade, autoridade e contexto passam a ter tanto peso quanto o tráfego em si”, analisa.

Essa transição obriga o mercado a olhar para o SEO de forma mais integrada. Não se trata apenas de otimizar páginas, mas de construir uma presença distribuída entre diferentes formatos e canais, aproveitando os novos espaços oferecidos pela própria SERP. “O algoritmo está premiando quem entrega valor imediato, seja em texto, vídeo ou resposta direta. Isso exige que as marcas dominem não só o conteúdo, mas a intenção de busca do usuário”, complementa o especialista.

A consolidação das zero-click searches reflete uma tendência maior de centralização da experiência digital. O usuário busca conveniência; o Google, retenção. Entre os dois, marcas e publishers precisam encontrar novos caminhos para manter relevância e audiência em um ambiente onde a atenção é o ativo mais escasso.

“Hoje, não basta disputar o clique. É preciso disputar a lembrança. As empresas que conseguirem se posicionar como fonte confiável dentro da própria busca terão vantagem competitiva, mesmo sem o clique acontecer”, conclui Cunha.