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Privalia anuncia chegada de Nike, MAC Cosmetics e Clinique ao portfólio fixo e reforça estratégia de expansão de seu marketplace

A Privalia anunciou um marco significativo em sua estratégia de negócios com a chegada das marcas Nike, operada pela FISIA, e Grupo Estée Lauder, com lojas oficiais da Clinique e MAC Cosmetics, ao seu marketplace, o BrandsPlace. Este movimento faz parte do objetivo da plataforma de expansão desse modelo de negócio, que com apenas dois anos desde o seu lançamento já representa 15% do faturamento da empresa.

Como um complemento do modelo tradicional de outlet da Privalia, o BrandsPlace permite que as marcas operem sua própria vitrine digital dentro da plataforma, com total autonomia para disponibilizar itens de linha e condições exclusivas.

“O lançamento de novas marcas no BrandsPlace é um pilar essencial da nossa estratégia de expansão e crescimento. Marcas icônicas como Nike, MAC e Clinique, do Grupo Estée Lauder, que estão sendo lançadas pela primeira vez em nosso marketplace, onde a marca entra como seller, tem demonstrado ser um grande sucesso, especialmente para as marcas que equilibram a venda de coleções anteriores no outlet com coleções atuais no BrandsPlace. Para nós, esses são os maiores lançamentos do ano, com um impacto significativo tanto para o nosso negócio quanto para o de nossos parceiros”, comenta Mayra Dietzold Palacios, CMO da Privalia.

O lançamento dessas marcas de prestígio no portfólio fixo da plataforma eleva a proposta de valor oferecida aos clientes Privalia. Com uma expectativa de gerar R$ 27,6 milhões em faturamento anual e 20 milhões de impressões, o movimento é impulsionado por condições atrativas. A MAC Cosmetics e a Clinique, do Grupo Estée Lauder, oferecem 10% de desconto no PIX. Já a Nike, operada pela FISIA, complementa o diferencial com 10% de desconto no PIX e frete grátis para as regiões Sul e Sudeste em compras acima de R$ 399, além de porcentagens exclusivas em itens selecionados.

Portfólio

O portfólio da Privalia ganha reforço significativo com a entrada das novas marcas. A estreia da Nike, operada pela FISIA, na plataforma conta com um sortimento robusto, que inclui cerca de 800 SKUs e ultrapassa 7 mil variações de produtos, abrangendo vestuário, calçados e acessórios esportivos. Já o Grupo Estée Lauder, com lojas oficiais da Clinique e MAC Cosmetics, passa a disponibilizar dentro da Privalia um mix de mais de 800 produtos.

Do Brasil para o mundo: Amazon impulsiona artistas nacionais e consolida indústria criativa brasileira como potência global

Reforçando seu compromisso com o desenvolvimento econômico e cultural do Brasil, a Amazon divulga o Relatório Internacional sobre Indústrias Culturais e Criativas, que destaca o papel da empresa na transformação do cenário criativo brasileiro. O estudo mostra como a Amazon vem auxiliando autores, músicos, cineastas e produtores em todo o país, promovendo acesso, diversidade e novas oportunidades no setor.

Com plataformas como Prime Video, Kindle, Audible e Amazon Music, a Amazon democratiza o acesso à cultura e estimula o consumo de conteúdo em regiões onde o acesso físico a livrarias, cinemas ou teatros é limitado. Essa transformação digital amplia o alcance de artistas e criadores, conectando comunidades e promovendo inclusão cultural para além do próprio país.

Nossa missão é conectar o talento brasileiro ao mundo. Investimos em cultura porque acreditamos no poder transformador da criatividade nacional – não apenas para gerar oportunidades econômicas, mas para projetar nossa identidade globalmente. O Brasil é uma potência criativa e a Amazon está comprometida em ser a plataforma que amplifica essas vozes“, afirma Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon.com.br.

Por meio do Kindle Direct Publishing (KDP), milhares de autores independentes vêm conquistando leitores em diferentes países. O sucesso da escritora Jéssica Macedo, nomeada para a lista Under 30 da Forbes Brasil, simboliza esse movimento: com mais de 200 livros publicados e traduzidos para seis idiomas, ela começou na autopublicação digital e teve obras adaptadas para o cinema.

A Amazon também investe no fortalecimento da literatura nacional com iniciativas como o Prêmio Kindle de Literatura, em parceria com o Grupo Editorial Record, TAG Experiências Literárias e Audible; o Prêmio Kindle Vozes Negras, voltado ao reconhecimento de autores negros brasileiros; e o Prêmio Kindle de Literatura Jovem, dedicado ao público Young Adult. Além disso, o Pitching: Audible Original, primeira iniciativa voltada à narrativa em áudio no Brasil, recebeu mais de 200 inscrições e oferece um workshop gratuito com 30 episódios sobre criação de conteúdo em áudio, fortalecendo o mercado de storytelling no país.

No audiovisual, o Prime Video é um dos principais vetores do impacto cultural da Amazon. Desde 2019, foram mais de 35 títulos originais produzidos no Brasil, em parceria com produtoras como O2 Filmes, Conspiração Filmes, Paranoid, Santa Rita Filmes, Floresta Produções e Formata. Entre os destaques está Cangaço Novo, filmado no Nordeste e vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Série Brasileira de Ficção, exemplo de como narrativas regionais podem conquistar o público global.

A iniciativa se soma ao impacto mais amplo da empresa no país. Nos últimos dez anos, a Amazon já investiu mais de R$ 55 bilhões no Brasil, gerando 36 mil empregos diretos e indiretos. Os números reforçam a visão de longo prazo da empresa, voltada à inovação, à digitalização e à criação de oportunidades em diferentes áreas, da tecnologia ao entretenimento.

Relatório Internacional sobre Indústrias Culturais e Criativas pode ser acessado aqui.

Mercado mobile brasileiro é o nono que mais cresce no mundo, segundo dados da Adjust

Adjust, empresa de mensuração e analytics, lançou o Mobile App Growth Report: 2025 Edition, que ajuda a determinar o desempenho e o potencial de aplicativos em diversos mercados. Segundo a pesquisa, o mercado mobile brasileiro é um entre os dez que mais se expandem no mundo, com um score de crescimento de 30,2.

O Mobile App Growth Report formata o Growth Score (Pontuação de Crescimento) baseando-se na análise do desempenho de mais de 5 mil aplicativos durante o primeiro semestre de 2025. A pontuação vai de 0 a 100 e incorpora quatro métricas: instalações, eficiência de custos, sessões por usuário por dia e retenção.

“O desafio para os profissionais de marketing hoje não é a falta de dados, é saber quais são os sinais importantes e que deveriam chamar sua atenção”, explica Tiahn Wetzler, diretora de conteúdo e insights da Adjust. “O Growth Score é uma referência que fornece a clareza necessária para priorizar investimentos, captar oportunidades e sustentar o crescimento em um cenário cada vez mais competitivo”.

Brasil no Top 10

No topo do ranking de países, a Índia lidera com um Índice de Crescimento de 49, destacando-se tanto pelo tamanho do seu mercado quanto pelo enorme potencial de engajamento. Três países latinos figuram no top 10: a Argentina em 3º (34,9), Colômbia em 4º (34,5) e o Brasil em 9º lugar com 30,2 pontos.

“A América Latina é um dos mercados mais importantes do mundo, impulsionado por mais de 413 milhões de usuários de internet móvel, o que representa 64% de penetração digital, de acordo com o Americas Market Intelligence. Apesar do crescimento geral da região, há um potencial inexplorado, principalmente na criação de campanhas personalizadas e regionalizadas”, pontua Fernando Cabral, diretor de Growth para a América Latina da Adjust.

Apps de jogos são os mais populares na América Latina
 

O mercado de aplicativos móveis na América Latina está projetado para alcançar US$ 35,9 bilhões em receita até 2030. E esse crescimento expressivo é um resultado direto da rápida popularização dos smartphones na região.

Dentro desse cenário, o segmento de Jogos continua sendo a vertical mais popular, registrando um índice de crescimento de 32,4. Logo atrás, vêm os aplicativos de Publicações (29), Entretenimento (25,5) e Utilities (21,9). Em particular, no Brasil, a categoria que merece destaque especial é a de apps de Viagem.

“O sucesso dos apps na América Latina se consolida, principalmente, pela expansão da conectividade. Para garantir sustentabilidade, é preciso utilizar estratégias que aproveitem oportunidades de alto valor, como as datas comemorativas, por exemplo”, finaliza o executivo.

Mapa do crescimento global

No mercado global, a APAC (Ásia-Pacífico), que abrange o Leste Asiático, Sudeste Asiático e Oceania, lidera o ranking de crescimento. Em uma faixa de desempenho intermediário, surgem a MENAT (Oriente Médio, Norte da África e Turquia), com 33,3, Europa com 32,4, e LATAM (América Latina e Caribe), com 30,5.

Por fim, a América do Norte registra 27,3. Esta pontuação, mais baixa em relação às demais, reflete sua maior maturidade econômica e consequente expansão mais lenta, em contraste com o crescimento acelerado dos mercados emergentes.

Para explorar mais regiões, países e verticais com maior potencial de crescimento, baixe o Mobile App Growth Report: 2025 Edition.

Jeep Compass 2020 registra a maior redução de preço mediano na OLX

Jeep Compass 2020, versão câmbio automático e motor 2.0 turbo, é o modelo com a maior diminuição no preço mediano dentre os automóveis avaliados pela última edição do Relatório de Preços do Data OLX Autos. O SUV registrou redução de 12,65% em doze meses por meio da plataforma. O estudo da fonte de inteligência automotiva da OLX monitorou o comportamento dos valores das versões de 15 veículos na faixa dos 4 a 8 anos de fabricação, anunciados entre agosto de 2024 e agosto de 2025. No período, o SUV, que custava R$ 137.900, passou a valer R$ 120.450.

“Todas as versões disponíveis do Compass na amostra têm câmbio automático, variando apenas pela motorização e ano. Enquanto a configuração 2.0 turbo, de 2020, que é a mais cara, foi a que registrou a maior queda de preço, de 12,65%, as versões com motor aspirado, entre 2017 e 2020, tiveram depreciação mais moderada, abaixo de 10%. No contexto atual, com juros para aquisição de veículos mais altos, as versões mais em conta ganham atratividade. Apesar disso, o Compass permanece como uma escolha sólida no segmento, sendo o primeiro colocado no IVU em sua categoria, o que indica liquidez consistente e demanda estável”, comenta Flávio Passos, VP de Autos do Grupo OLX.

De acordo com o executivo, ao monitorar continuamente a variação dos preços de veículos anunciados na plataforma, o Relatório de Preços consegue identificar movimentos relevantes do mercado de automóveis usados no país. “A OLX traduz esse comportamento em inteligência de mercado, por meio do Data OLX Autos, permitindo que compradores, lojistas e parceiros acompanhem de perto as flutuações de valor e tomem decisões mais estratégicas”, explica.

Preço mediano do Jeep Compass – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

Na outra ponta, o Nissan Kicks 2018, com câmbio manual e motor 1.6, foi o carro que registrou o maior aumento de preço no mesmo período de comparação, dentre todos os avaliados. O SUV, que em agosto de 2024 era cotado no valor mediano de R$ 70.000, passou a valer R$ 74.450 doze meses depois, com alta de 6,36%.

O modelo ano 2019, com câmbio manual e motor 1.6, teve depreciação de 1,21%.

Preço mediano do Nissan Kicks anunciado – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

Confira a seguir outros modelos de destaque avaliados:

Chevrolet Onix

Os modelos Chevrolet Onix de 2020 tiveram a maior redução dentre as suas versões avaliadas, com percentuais acima de 6%. A versão com câmbio automático e motor 1.0 turbo se destaca entre as que mais diminuíram o valor nesse período, com 7,77%, sendo este o hatch com maior desvalorização, de acordo com o relatório.

Por outro lado, o Onix 2018 automático e motor 1.4 registrou a maior valorização da lista, de 2,98%.

Preço mediano do Onix anunciado – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

Toyota Corolla

O Corolla 2020, com câmbio automático e motor 2.0, registrou a maior redução de preço dentre as versões deste sedã, de 0,77%. Já o melhor desempenho é do modelo do ano anterior, versão automática e motorização 2.0, com 1,93% de valorização.

Preço mediano do Corolla anunciado – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

O relatório completo pode ser consultado na landing page do Data OLX Autos: Link

Metodologia

Foram analisados os preços medianos dos automóveis dos tipos hatch, sedã e SUV anunciados na OLX, bem como suas variações ao longo de 12 meses. Para compor o estudo, foram selecionados cinco modelos seminovos com a melhor colocação no Índice de Veículos Usados (IVU) Grupo OLX — Fenauto de agosto, classificados por tipo de carroceria. A análise considerou dados nacionais e ano do modelo (2017 a 2020), tipo de câmbio (manual, automático ou automatizado) e motorização.

Outros fatores que podem impactar o preço — como quilometragem, estado de conservação, presença de acessórios e localização geográfica — não foram padronizados na análise, mas podem influenciar os resultados.

Pesquisa Global de Consciência do Consumidor 2025 (FSC/Ipsos) mostra forte divisão quanto à preocupação com o clima em 2025 na América Latina

Divulgada hoje durante a Assembleia Geral do FSC, a Pesquisa Global de Consciência do Consumidor 2025 – realizada com o instituto IPSOS em 50 países e mais de 40 mil entrevistados — informa que a preocupação pública com as mudanças climáticas está diminuindo em grande parte da América Latina, mesmo após a WMO ter registrado furacões, enchentes, secas e incêndios florestais recordes na região em 2024. Os resultados revelam que a guerra e os conflitos (52%) agora dominam as principais preocupações do público, enquanto as mudanças climáticas aparecem em segundo plano, com 31%.

Forte divisão na preocupação com as mudanças climáticas na América Latina

Entre os dez países analisados na região, a preocupação pública com as mudanças climáticas apresenta uma grande divergência: o México lidera com 42%, enquanto a Bolívia aparece em último lugar, com apenas 17% – uma diferença de 25 pontos percentuais, demonstrando uma lacuna significativa dentro da região. Apesar da alta vulnerabilidade da América Latina aos impactos climáticos, apenas Brasil e México registraram aumento na preocupação com as mudanças climáticas desde a pesquisa de 2022. O Brasil se destaca globalmente como o único país onde a preocupação quase dobrou, passando de 18% para 33% nos últimos dois anos.

Por outro lado, a preocupação pública caiu em vários outros países:

  • Argentina: 26% → 21% (-5)
  • Colômbia: 29% → 25% (-4)
  • Chile: 30% → 26% (-4)
  • Peru: 27% → 26% (-1)

Essas mudanças evidenciam uma desconexão crescente entre a urgência da crise climática e a percepção pública em muitas partes da região.

“A ampla dispersão da América Latina nos mostra que a atenção e o risco são desiguais. Mas isso não é apatia — é um sinal de que precisamos ser práticos. Quando as pessoas percebem riscos florestais concretos — fogo, escassez de água, perda de biodiversidade — elas reagem.

Nosso trabalho é tornar a ação climática tangível: cadeias de suprimento comprovadamente livres de desmatamento, salvaguardas florestais mais robustas e resultados que as empresas possam apresentar aos clientes”, disse Subhra Bhattacharjee, Diretora Geral do FSC.

Florestas: onde os latino-americanos sentem as mudanças climáticas de forma mais direta

Em termos de preocupações relacionadas às florestas, a exploração madeireira ilegal ocupa, em média, a posição mais alta na América Latina do que em qualquer outra região, com 25%. A América Latina também é a única região na pesquisa global onde tanto os incêndios florestais quanto o desmatamento estão entre as maiores preocupações relacionadas às florestas.

Em conjunto, os resultados mostram por que proteger as florestas — e as pessoas que dependem delas — é tanto uma necessidade climática, quanto uma prioridade para a cadeia de suprimentos.

“As comunidades ficam mais seguras quando as cadeias de suprimento recompensam as boas práticas. Ao comprar de operações verificadas de forma independente, livres de desmatamento, que cumprem o Consentimento Livre, Prévio e Informado (CLPI), mantêm áreas de proteção e compensação, e compartilham benefícios por meio de acordos claros, as empresas reduzem riscos e ajudam a manter pessoas e florestas seguras”, acrescentou Subhra.

Consumidores ainda agem em favor do clima na hora da compra

Apesar da queda nos níveis de preocupação, o estudo mostra que o comportamento do consumidor ainda revela fortes valores climáticos: 72% dos consumidores globais, em 29 mercados, afirmam preferir produtos que não causem danos a plantas ou animais.

É importante ressaltar que o reconhecimento do selo FSC está associado a maiores níveis de confiança nas marcas, demonstrando que escolhas conscientes em relação ao clima são um poderoso motor de lealdade e reputação

Nos 29 mercados analisados, México (89%), Brasil (86%) e Chile (83%) se destacam globalmente, mostrando níveis de confiança acima da média mundial (72%) em marcas associadas a produtos certificados pelo FSC.

Panorama global: o clima perde espaço na agenda

  • Europa: a preocupação pública com as mudanças climáticas caiu acentuadamente desde 2022 — entre 6 a 10 pontos percentuais — em países como França, Dinamarca, Espanha, Reino Unido e Alemanha, revelando um crescente descompasso entre as ambiciosas políticas climáticas da UE e o engajamento público.
  • Quênia: A preocupação caiu 12 pontos percentuais desde 2022 (42% → 30%)
  • Canadá: a preocupação com as mudanças climáticas diminuiu, mesmo com os incêndios florestais (46%) sendo o principal temor relacionado às florestas.
  • Japão: um dos poucos países que contraria a tendência — a preocupação do consumidor aumentou em 9 pontos (29% → 38%).

Por que isso importa

Com guerras, pandemias e inflação dominando o debate público, as mudanças climáticas correm o risco de sair do centro da atenção política e do consumidor. Ao mesmo tempo, porém, as pessoas demonstram desejo por produtos sustentáveis e consideram a perda de espécies de plantas e animais como a maior preocupação florestal, com a maioria esperando que as empresas assegurem que seus produtos não contribuam para o desmatamento.

O FSC faz um chamado por estratégias integradas, que combinem ação ambiental com segurança social e econômica , garantindo que as soluções climáticas não sejam deixadas de lado diante das crises.

Esses resultados estão sendo debatidos nesta semana durante a Assembleia Geral do FSC, que reúne atores globais para definir o futuro do manejo florestal responsável e seu papel no enfrentamento da emergência climática.

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A Pesquisa Global de Consciência do Consumidor FSC x IPSOS 2025 entrevistou mais de 40 mil pessoas em 50 mercados. As comparações históricas são baseadas nos 32 mercados pesquisados tanto em 2022 quanto em 2025.

Alphacode lança plataforma Petzoo para conectar tutores e cuidadores e mira expansão no mercado pet

A Alphacode anunciou o lançamento da Petzoo, uma plataforma que conecta tutores de animais a cuidadores de forma prática e segura. O projeto, que combina marketplace, agendamento e pagamento integrado, marca a entrada da desenvolvedora de soluções digitais no setor pet, um dos mais promissores da economia brasileira.

O mercado pet movimentou R$ 75,4 bilhões em 2024, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). O crescimento foi de 9,6% em relação ao ano anterior, com destaque para o segmento de alimentação, que representou 54,1% do total. O Brasil ocupa atualmente a terceira posição no ranking mundial do setor, atrás apenas dos Estados Unidos e da China.

Para Rafael Franco, CEO da Alphacode, o projeto reflete o potencial de digitalização e profissionalização desse mercado. “O Petzoo nasce para transformar a maneira como se presta serviço aos pets, unindo tecnologia, confiabilidade e conveniência para tutores e profissionais. Nosso foco é criar uma ferramenta que facilite a vida dos usuários e, ao mesmo tempo, ofereça aos cuidadores um ambiente estruturado e sustentável”, explica.

A plataforma oferece recursos como perfis verificados, sistema de avaliações, agendamento online e pagamentos automatizados. Tutores podem contratar cuidadores para passeios, hospedagem ou acompanhamento, enquanto os profissionais têm acesso a um painel de controle para gerenciar horários, histórico de atendimentos e remuneração.

Segundo Franco, a proposta é oferecer uma experiência completa e integrada. “Queremos que o tutor consiga fazer tudo em um só lugar: encontrar, agendar, pagar e avaliar o serviço. E que o cuidador tenha o mesmo nível de suporte, com gestão financeira automatizada e segurança nas transações.”

O lançamento da Petzoo também reforça o posicionamento da Alphacode como parceira tecnológica de diferentes setores da economia. Reconhecida por desenvolver soluções para empresas como Habib’s, Madero e China In Box, a companhia amplia agora sua atuação para um mercado em expansão e de alta demanda por inovação.

“Entrar no setor pet é um movimento natural dentro da nossa estratégia de diversificação. A tecnologia tem o poder de conectar pessoas, gerar confiança e profissionalizar mercados que ainda são pouco estruturados digitalmente. É isso que queremos entregar com a Petzoo”, conclui o CEO.

De acordo com estimativas da Euromonitor International, o mercado global de produtos e serviços pet deve ultrapassar US$ 270 bilhões até 2030. No Brasil, o avanço contínuo da urbanização e o aumento do número de lares com animais de estimação mantêm o setor entre os que mais crescem, impulsionando a busca por soluções tecnológicas que unam praticidade e segurança tanto para tutores quanto para profissionais.

Empresas que investem em diversidade crescem mais e correm menos riscos

A diversidade deixou de ser uma pauta de marketing para se tornar fator de crescimento e proteção legal nas empresas brasileiras. Em um cenário em que leis e normas de governança estão exigindo transparência e inclusão, empresários atentos já entenderam que investir em diversidade é mais barato, e muito mais inteligente, do que correr atrás do prejuízo depois.

Estudos internacionais comprovam que equipes diversas tomam decisões mais eficazes, inovam mais rápido e entregam resultados financeiros até 25% superiores às de estruturas homogêneas. No Brasil, o movimento ganhou força com novas exigências legais, que agora obrigam empresas a agir e não apenas falar sobre o tema.

Diversidade agora é compliance

Leis recentes mudaram o tabuleiro.


Lei nº 14.611/2023 determinou transparência total nas políticas salariais e igualdade entre homens e mulheres.
Lei nº 15.177/2025 estabeleceu mínimo de 30% de mulheres nos Conselhos de Administração de empresas públicas e de capital misto.
E a Lei nº 8.213/1991 segue impondo cotas de contratação de pessoas com deficiência (PCDs).

Essas regras não são opcionais: fazem parte de uma nova era em que diversidade e governança se tornaram sinônimos de responsabilidade empresarial. “Cumprir a lei é o primeiro passo, mas o empresário que entende o valor estratégico da diversidade sai na frente. Hoje, o mercado e os investidores olham para quem pratica o que prega”, explica Cintia Deffontaines, especialista em ESG e Diversidade e integrante da Sustentalli. 

Mais valor, menos risco

Além do cumprimento da lei, a diversidade representa proteção jurídica, acesso a crédito, melhor reputação e retenção de talentos. Empresas que valorizam pessoas diversas têm menos processos trabalhistas, mais engajamento interno e maior atração de clientes e parceiros, inclusive internacionais.

“Não é um favor à sociedade, é um investimento no próprio negócio. A diversidade é uma ferramenta de eficiência e competitividade”, reforça Cintia.

Como começar

A Sustentalli orienta que o primeiro passo é fazer um diagnóstico de diversidade interna: entender o perfil de gênero, raça, faixa etária e acessibilidade da equipe.
Depois, criar metas e políticas formais de inclusão, integradas ao código de ética e aos relatórios de sustentabilidade. E, por fim, capacitar lideranças para transformar o tema em prática contínua, não em modismo.

Resumo legal e regulatório da diversidade corporativa

Tema / GrupoBase Legal / NormaTipo de ObrigaçãoAplicação
Gênero (igualdade salarial)Lei nº 14.611/2023ObrigatóriaTodas as empresas com empregados CLT devem publicar relatórios semestrais de igualdade salarial e critérios remuneratórios.
Mulheres em ConselhosLei nº 15.177/2025ObrigatóriaEmpresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias devem ter ao menos 30% de mulheres nos Conselhos de Administração.
Pessoas com deficiência (PCDs)Lei nº 8.213/1991 (art. 93)ObrigatóriaEmpresas com 100 ou mais empregados devem reservar de 2% a 5% das vagas para PCDs.
Raça / EtniaLei nº 12.990/2014 (setor público) e Decreto nº 11.430/2023 (equidade em licitações)Indutiva / Critério de pontuaçãoObriga cotas de 20% para negros em concursos públicos e incentiva empresas privadas com políticas de equidade racial em contratos com o governo.
Diversidade e ESGResolução CVM 193/2023IFRS S1/S2GRICSRD (UE)Indireta / Governança obrigatóriaExige divulgação de indicadores sociais, incluindo diversidade de gênero e raça, nos relatórios de sustentabilidade e governança.
Projetos em tramitaçãoPL 1.832/2021 e PL 6.988/2017Proposta / Incentivo fiscalPrevê cotas raciais no setor privado e benefícios tributários a empresas com programas de equidade racial.

Outro ponto essencial é implementar políticas de retenção de colaboradores, já que muitas empresas conseguem contratar profissionais diversos, mas não conseguem mantê-los por falta de ambiente inclusivo e oportunidades reais de crescimento. Reter é tão importante quanto contratar, pois é no cotidiano que a cultura de diversidade se consolida e gera resultados sustentáveis.

O impacto oculto dos chamados sem resposta na produtividade da TI

Chamados de TI sem resposta não são apenas pequenos atrasos no cotidiano corporativo. Cada solicitação ignorada pode travar tarefas simples, atrasar projetos estratégicos e obrigar equipes a recorrer a soluções improvisadas que fogem ao controle da área de tecnologia. O resultado é um “prejuízo invisível”: perda de produtividade e custos internos que não aparecem nos relatórios financeiros, mas corroem a eficiência das empresas.

Imagine um funcionário esperando liberação de acesso a um sistema: enquanto o chamado permanece na fila, esse colaborador não consegue cumprir suas tarefas, o que por sua vez atrasa entregas da equipe e do projeto associado. Em muitos casos, colegas tentam contornar o problema, assumindo trabalhos extras ou encontrando “gambiarras tecnológicas” para seguir em frente. Esse improviso pode resolver pontualmente, mas cria novos problemas – desde processos desalinhados até riscos de segurança.

Sem um suporte responsivo, as equipes também ficam mais propensas a interromper fluxos de trabalho e perder o foco. Pequenas falhas técnicas, como um computador travado, uma impressora offline, um software que precisa de atualização, entre outros casos corriqueiros, tornam-se gargalos quando não recebem atenção rápida do TI.

Assim, o downtime deixa de ser um evento raro e crítico e se transforma em vários microatrativos diários que somados consomem uma fatia importante da produtividade da empresa. O resultado é uma espiral: quanto mais os chamados se acumulam, mais tempo se perde em tarefas atrasadas, esclarecimentos e retrabalho – um custo operacional oculto que cresce silenciosamente.

Queda de produtividade

Uma pesquisa global da Unisys e HFS Research mostrou que quase metade (49%) dos funcionários estima perder entre 1 e 5 horas de trabalho por semana lidando com problemas de TI, como falhas em equipamentos ou sistemas indisponíveis. No contexto brasileiro, os números são igualmente altos. Segundo o estudo “O Novo Mundo do Trabalho” conduzido pela Edelman, a pedido da ServiceNow, os profissionais no Brasil afirmam dedicar 48% de seu tempo de trabalho a tarefas operacionais que poderiam ser automatizadas – incluindo resolver problemas de TI ou de conexão. Em média, isso equivale a 7 horas semanais perdidas com atividades de baixo valor que poderiam ser evitadas ou aceleradas por soluções digitais.

Além disso, a mesma pesquisa da Unisys revelou 42% das empresas admitem que nem sequer medem a perda de produtividade causada por problemas de TI. Ou seja, quase metade das organizações não possui visibilidade do tempo útil que escoa pelos “ralos” do suporte ineficaz.

O peso financeiro do suporte reativo

Ainda que difíceis de ver no dia a dia, pesquisas tentam estimar esses custos ocultos. Um levantamento recente sobre operações de TI no Brasil revelou que empresas com postura reativa em suporte gastam em média R$ 2.847 por chamado resolvido quando se contabiliza todo o tempo de diagnóstico, mão de obra especializada, impacto nos negócios e retrabalho envolvidos.

Para estancar esse prejuízo invisível, as empresas precisam adotar melhores práticas de atendimento interno, a começar pela definição de um SLA interno sólido. Um Service Level Agreement interno nada mais é do que um acordo claro entre o departamento de TI e as áreas de negócio, estabelecendo prazos de resposta e resolução para diferentes tipos de chamados e níveis de urgência.

Além disso, sistemas modernos oferecem automação e autoatendimento, sugerindo soluções ao colaborador já na abertura do chamado e liberando a equipe de suporte para questões mais complexas.

Em última análise, investir em suporte de TI ágil e eficiente não é “custo”, e sim economia. Significa recuperar horas de trabalho produtivas, cumprir prazos com mais consistência e evitar gastos emergenciais ou redundantes. Significa também um ambiente de trabalho menos estressante, onde a tecnologia impulsiona – em vez de atrapalhar – a produtividade. Os custos internos podem até ser invisíveis nas planilhas, mas seus efeitos no negócio são bem reais. Com as ferramentas certas, esse prejuízo invisível pode ser contido, transformando a TI de gargalo oculto em aliada estratégica da performance organizacional.

Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software

Compras no KaBuM! agora rendem pontos Livelo

O KaBuM!, e-commerce de tecnologia e games, acaba de anunciar uma parceria com a Livelo, maior empresa de recompensas do país. A partir de 28 de outubro, cada compra no e-commerce do grupo Magalu poderá gerar pontos para resgate na plataforma. Durante os dois primeiros dias do lançamento, cada real gasto em produtos vendidos e entregues pelo KaBuM! gera três pontos Livelo. 

“Parcerias como essas reforçam o nosso compromisso em oferecer uma experiência de compra cada vez melhor no KaBuM!”, afirma Ana Bentemuller, head de novos negócios e private label companhia. “Queremos gerar essa aproximação emocional com nossos clientes e que eles aproveitem com frequência as vantagens de transformar seus pedidos em viagens, novos produtos e serviços especiais.”

Transformar as compras em pontos é simples, basta ter uma conta ativa na Livelo. Para isso, é necessário se cadastrar no site de forma prática e gratuita. Depois disso, ao acessar a página especial da parceria (https://www.kabum.com.br/hotsite/livelo), o ninja irá se deparar com uma série de links personalizados com ofertas especiais que geram pontuação. 

Para garantir o crédito, é importante se certificar de que há um cupom “LIVELO” ativo no carrinho antes de concluir o pagamento. Caso não esteja, é necessário inserir. Os pontos serão incluídos na conta em até 30 dias após a entrega do produto adquirido. O app do KaBuM! também será uma fonte de ofertas exclusivas e campanhas especiais para turbinar a conquista de pontos.

A quantidade de pontos gerada pode variar de acordo com as promoções ou campanhas ativas no KaBuM!. Por isso, o ninja deve sempre consultar, antes da compra, o regulamento vigente. Também vale destacar que nem todos os produtos do marketplace – aqueles vendidos por parceiros da plataforma – são elegíveis para acúmulo de pontos e que o cupom “LIVELO” não é cumulativo com outros. 

LinkedIn registra níveis recordes de engajamento a cada trimestre desde 2018 e atrai influenciadores para plataforma

O LinkedIn tem sido, trimestre após trimestre, uma plataforma em crescimento constante. Desde 2018, a rede profissional registra níveis recordes de engajamento em cada atualização de desempenho da Microsoft — dados esses que consolidam o ambiente como atrativo para criadores de conteúdo que buscam visibilidade e impacto autêntico. Atualmente, a rede conta com 1,2 bilhão de membros em todo o mundo.

A preferência por conteúdo em vídeo é clara e determinante nesse movimento: segundo números recentemente divulgados pela própria plataforma de negócios, esse formato é 20 vezes mais propenso a ser compartilhado no LinkedIn e gera 1,4 vez mais engajamento do que publicações em outros formatos.

Para Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da Viral Nation, com mais de dez anos de experiência no mercado de marketing de influência, essa dinâmica mostra a evolução da atenção digital.

“O LinkedIn não é mais só sobre networking ou busca de emprego, tendo se tornado palco de conteúdo relevante e conectado ao tempo real. Lideranças e criadores estão descobrindo que é possível falar de carreira, propósito e narrativas comerciais em um só lugar, com credibilidade e retorno real. Além disso, por se tratar de uma plataforma onde os perfis profissionais estão visíveis, com histórico de trabalho, conexões e recomendações, o conteúdo ali publicado conta com uma camada extra de autoridade e confiança. Vídeos com aprendizado, bastidores e insights de mercado engajam mais porque entregam valor imediato e sensível ao contexto profissional”, explica.

De acordo com o profissional, esse ambiente tem atraído influenciadores que antes se restringiam a plataformas como Instagram e YouTube: “O LinkedIn oferece alcance direcionado, conversas qualificadas e possibilidade de se posicionar como referência em nichos estratégicos. Em mercados mais maduros, como os Estados Unidos e Canadá, o uso da plataforma por creators já é uma realidade consolidada, com monetização ativa e grande presença de líderes de opinião. No Brasil, esse movimento ainda está em ascensão, o que representa uma enorme oportunidade para quem sair na frente. É o espaço onde conteúdo, resultado e relacionamento convergem com impacto mensurável”.

Fabio afirma que as agências estão acompanhando essa revolução de perto. “Na Viral Nation, por exemplo, estamos ajudando nossos talentos a adaptarem seu discurso para esse formato, seja transformando cases de impacto em vídeos educativos ou criando séries temáticas que fluem no feed com linguagem pensada para engajar, não apenas aparecer. É uma nova lógica de relevância, exige visão estratégica e boa estrutura narrativa”.

Segundo ele, o futuro do marketing de influência passa por essa integração entre conteúdo inspirador e ambiente profissional, com creators tendo a possibilidade de monetizar temas que vão além do entretenimento e alcançando stakeholders reais, em contextos significativos e de alto valor.