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Divibank fecha parceria com a wBuy para ampliar acesso à solução de pagamento digital

Divibank acaba de fechar uma parceria com a wBuy com o objetivo de apresentar sua solução de pagamento a uma base crescente de lojistas digitais. Com a integração, os empreendedores que utilizam a plataforma de e-commerce poderão conhecer e experimentar, de forma prática e descomplicada, o meio de orquestração de pagamento da fintech diretamente em seus checkouts.

A aliança busca facilitar o acesso a um sistema financeiro mais ágil e acessível, voltado a simplificar a gestão e apoiar o crescimento dos negócios online. “Nosso propósito é dar mais autonomia e liquidez aos lojistas. Estar ao lado da wBuy nos permite alcançar quem realmente precisa de soluções simples e escaláveis para vender mais e com menos fricção”, afirma Rebecca Fischerco-fundadora e Chief Strategy Officer da fintech.

Para Luiz EduardoVP da wBuy, a colaboração representa uma forma de agregar valor real à jornada dos lojistas da plataforma. “Queremos que nossos clientes tenham acesso às melhores ferramentas do mercado. A Divibank oferece uma solução que vai além do processamento de pagamentos — ela contribui para o fluxo de caixa e para a escalabilidade dos negócios online”, destaca.

Com a iniciativa, a expectativa é fortalecer o ecossistema de e-commerces independentes, oferecendo uma alternativa mais moderna, eficiente e acessível aos meios de pagamento tradicionais. A proposta é incentivar a adoção de soluções que otimizem a rotina dos lojistas, contribuam para a saúde financeira dos negócios e impulsionem a profissionalização do varejo digital.

Social Commerce ganha força: TikTok Shop se consolida como oportunidade para vendas diretas

O recente lançamento oficial do TikTok Shop no Brasil não é apenas mais uma funcionalidade de e-commerce; é um divisor de águas que pode redefinir a forma como o consumidor brasileiro interage com produtos e marcas. A plataforma aposta no modelo de social commerce, que integra a jornada de compra diretamente ao conteúdo social, permitindo que os consumidores descubram e adquiram produtos sem sair da rede social.

Com mais de 111 milhões de usuários no país, o TikTok agora compete diretamente com players estabelecidos. Com isso, vídeos, lives e posts não são apenas formas de entretenimento, mas também oportunidades de negócio. Esse modelo de venda se conecta diretamente com o conceito de Venda Direta, pois permite que revendedoras e influenciadores utilizem suas redes sociais para interagir com o público, promovendo e vendendo produtos de forma direta e personalizada. Assim, o TikTok Shop potencializa a capacidade das revendedoras de se conectarem com seus clientes de maneira mais engajante e fluida.

Segundo análises de um estudo do Santander, a plataforma poderá capturar até 9% do e-commerce brasileiro até 2028, movimentando um GMV (Volume Bruto de Mercadorias) de até R$39 bilhões. A plataforma também reforça seu compromisso com a segurança, investindo quase 1 bilhão de dólares em ferramentas antifraude e de proteção ao consumidor.

Este novo cenário abre portas para grandes oportunidades, especialmente para o setor de Vendas Diretas e relacionamento, onde a ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), representada por sua presidente executiva Adriana Colloca, possui uma visão estratégica. “As empresas associadas da ABEVD estão começando a se adaptar a essa nova realidade, explorando novas formas de engajamento e distribuição, alinhando-se às tendências emergentes do mercado digital e às demandas dos consumidores”, diz a presidente.

O modelo do TikTok Shop, que empodera criadores de conteúdo e oferece um canal direto para a venda de produtos, ecoa princípios fundamentais do nosso mercado: o poder da recomendação pessoal e a força das comunidades. Para os vendedores, a plataforma se torna uma ferramenta extremamente útil, permitindo-lhes expandir seu alcance, fortalecer seus relacionamentos e gerar novas vendas de forma inovadora e engajadora.

“O lançamento do TikTok Shop é uma prova irrefutável da relevância crescente do social commerce e da economia de criadores. Para a ABEVD, este movimento reforça a nossa crença no poder da conexão humana para impulsionar o consumo. Vemos essa plataforma como uma possibilidade valiosa para nossas associadas expandirem seus canais de distribuição, alcançarem novos públicos e capacitarem ainda mais seus consultores a se tornarem microempreendedores digitais. A capacidade de gerar vendas a partir de conteúdo autêntico e envolvente é o que nos move, e o TikTok Shop oferece um ambiente propício para isso, facilitando a jornada do vendedor direto no ambiente digital”, reforça.

O uso dessas plataformas tem permitido um contato direto e personalizado com os consumidores, criando um ambiente de compras mais dinâmico e interativo. A digitalização, nesse contexto, tem sido um grande aliado para expandir os canais de distribuição e aumentar a capilaridade das vendas diretas, além de oferecer novas possibilidades de interação e crescimento para as revendedoras e suas redes de consumidores.

5 maneiras de usar a IA no e-commerce sem medo e com eficiência

A inteligência artificial generativa chegou de forma avassaladora despertando curiosidade, gerando dúvidas e, em muitos casos, provocando receios. Para quem trabalha com varejo e e-commerce, o desafio é ainda maior: como incorporar a tecnologia ao dia a dia sem comprometer a criatividade, a estratégia ou a segurança dos dados? A resposta pode estar justamente em entender a IA não como uma ameaça, mas como uma aliada poderosa, capaz de otimizar tarefas operacionais, acelerar processos e apoiar decisões mais inteligentes.

A seguir, cinco maneiras práticas de usar essa tecnologia no e commerce com eficiência e sem medo, valorizando o que ela tem de melhor, sem abrir mão do olhar humano que move os negócios.

1 – Usando IA como um “superestagiário”, não como inimiga

A IA não precisa ser encarada como ameaça. Pelo contrário, temos que imaginá-la como um “superestagiário” — aquele que trabalha rápido, com energia de sobra e está sempre disponível.

Ela pode automatizar tarefas operacionais, organizar informações, montar rascunhos de campanhas, sugerir descrições de produtos, gerar insights com base em tendências, tudo em poucos segundos. Com isso, é possível ganhar tempo para focar no que realmente importa: pensar estrategicamente, tomar decisões baseadas em dados e investir mais em criatividade.

2 – Testar faz parte da curva de adoção

Ninguém nasceu sabendo usar inteligência artificial e não é necessário dominar tudo para começar. É possível experimentar ferramentas no dia a dia, mesmo que ainda com receio ou de forma discreta, como muitos profissionais e líderes já fazem. O mais importante é dar os primeiros passos: testar um prompt, gerar uma ideia, pedir uma sugestão. Se funcionar, excelente. Se não, serve como aprendizado para a próxima tentativa. Assim como aconteceu com outras tecnologias transformadoras, como as redes sociais ou as automações de e-mail, a IA também exige um período de adaptação. Nesse início, curiosidade e humildade contam mais do que perfeição.

3 – Validar tudo é indispensável

A IA é ótima para velocidade, mas não substitui o olhar crítico. Ela pode gerar textos, ideias de campanha, sugestões de copy e até variações de layout. Mas a responsabilidade pela entrega final continua sendo humana. Isso significa que é necessário sempre revisar, ajustar, validar. A experiência, o conhecimento do público, da marca e do canal de vendas seguem sendo essenciais. A inteligência artificial oferece um ponto de partida, mas a qualidade e a verdadeira relevância surgem apenas quando entram em cena a análise crítica e o toque humano.

4 – Potencializando campanhas: dados + IA = segmentação inteligente

A combinação entre dados do negócio e inteligência artificial pode impulsionar as campanhas de marketing digital. Com base em perfis de compra, comportamento de navegação e feedbacks, a IA gera sugestões de segmentação, ideias de anúncios, variações de texto e até previsões de comportamento. No varejo, isso se mostra especialmente útil em estratégias de Retail Media, com anúncios exibidos dentro das próprias plataformas de venda, como marketplaces. A tecnologia permite identificar gargalos de performance em tempo real, testar abordagens personalizadas para nichos específicos e ajustar campanhas com mais agilidade. Quanto mais informações de qualidade forem fornecidas à IA, melhores tendem a ser os resultados entregues.

5 – Criatividade não morre com IA — ela se multiplica

A IA não substitui a visão criativa, mas amplia possibilidades. Permite testar novas abordagens com mais agilidade, gerar variações de conteúdo para diferentes públicos e visualizar ideias que talvez não surgissem de forma espontânea. Também é possível transformar conceitos abstratos em imagens, rascunhos ou protótipos com poucos comandos. O diferencial está em saber o que pedir e como interpretar o que é gerado, algo que exige repertório, clareza de objetivos e sensibilidade humana, qualidades que nenhuma tecnologia, por mais avançada, consegue reproduzir por completo.

A ciência da influência: dados mostram o que realmente funciona em campanhas com creators

O marketing de influência deveria deixar de ser uma aposta criativa para se tornar um canal estratégico, mensurável e orientado por dados. Essa é a principal conclusão da BrandLovers ao analisar mais de 2.300 conteúdos criados por 1.500 creators nos últimos três meses.

A partir da análise de mais de 17 campanhas realizadas no Instagram e TikTok, a empresa identificou padrões claros de performance que ajudam a responder, com base em evidências, o que realmente funciona — e o que definitivamente não dá certo — no trabalho com creators. Spoiler: criadores que participaram de campanhas anteriores têm mais chance de entregar do que estreantes na marca. 

“O marketing de influência cresceu, mas ainda precisa amadurecer na hora de tratar esse canal com o mesmo rigor aplicado a qualquer outra frente de mídia. Não dá mais para operar nesse canal com achismo ou só com carisma. Os dados estão aí para mostrar que influência também é ciência e que quem souber usá-la com inteligência vai sair na frente,” afirma Rapha Avellar, CEO e fundador da BrandLovers.

A seguir, os principais achados:

Ative os mesmos creators — e veja sua performance subir

A lógica de “vamos tentar um novo criador para cada campanha” simplesmente não funciona. Pelo contrário. O que os dados da BrandLovers mostram é que creators que já participaram de campanhas anteriores entregam mais resultado: em média, eles tiveram 54% mais views por seguidor e um CPV 9% menor, com engajamento mais consistente em até 80% das ativações subsequentes. Além disso, o engajamento médio sobe cerca de 10% na segunda campanha e o número de ajustes solicitados pelos clientes também recua (de 20% na primeira ativação para 17% na segunda). A familiaridade com o processo, o entendimento da marca e o ajuste fino no estilo de conteúdo explicam esse salto de performance. 

Postar na hora errada derruba até 30% da performance

Apesar de mais da metade dos conteúdos serem publicados entre 20h e 23h, o pico de visualizações acontece entre 12h e 15h, com um ganho de até +30% nas views medianas para posts nesse intervalo. O dado é ainda mais expressivo quando se observa que posts às 13h no Instagram geram em média 2.791 visualizações, contra 1.925 dos publicados às 20h — uma diferença de 45% em eficiência no alcance. A simples mudança no horário pode gerar milhões de visualizações adicionais em campanhas com grande volume de creators, sem qualquer aumento de investimento.

A faixa de 20k a 70k seguidores é a mais eficiente no Instagram

Criadores com entre 20 mil e 70 mil seguidores entregam o menor CPV do Instagram, com performance superior em todos os indicadores de eficiência: visualizações por seguidor, engajamento e taxa de conversão. Ainda assim, representam apenas 12% da base ativa nas campanhas — um sinal claro de subutilização de um dos grupos mais eficientes da Creator Economy. “Esse grupo entrega o ‘meio do funil’ perfeito: já tem comunidade construída, mas ainda responde como se estivesse crescendo. É o sweet spot do creator marketing”, pontua Rapha. Nessa faixa, o CPV médio é de R$ 0,16 — 20% abaixo da média geral — e a taxa de engajamento gira em torno de 12%, levemente inferior à média geral (14%), e ainda assim altamente competitiva. Mesmo com menor participação nas campanhas, esse grupo responde por 34% das recontratações, mostrando consistência nos resultados.

Combine geração e frequência para escalar performance com propósito

Creators entre 18 e 24 anos lideram em visualizações — mesmo entre perfis com faixas de seguidores semelhantes —, especialmente quando publicam com frequência superior a três vezes por semana. Neste caso, o ganho médio é de +15% em views por conteúdo em relação a perfis com menor frequência de postagem. Isso não significa, contudo, que apenas os mais jovens entregam resultados. Criadores entre 25 e 34 anos (Millennials) apresentam as melhores taxas de engajamento, sugerindo relações mais profundas com a audiência e interações mais qualificadas.

Os dados da BrandLovers mostram que a frequência de postagem tem impacto direto: creators que publicam ao menos três vezes por semana superam em até 15% o desempenho médio. Já os perfis entre 25 e 34 anos, mesmo com números absolutos de views mais modestos, apresentam níveis mais altos de interação real, como comentários e compartilhamentos, por post. Ou seja, o estudo mostra que a escolha do creator ideal não depende apenas de carisma ou estética, mas do match entre geração, frequência e objetivo da campanha. “Mesmo com essa diferença de impacto bem definida entre faixas etárias, variáveis como idade e frequência de postagem seguem subaproveitadas nas decisões de casting, o que representa uma oportunidade clara de otimização”, alerta Avellar.

Em resumo, o que esses achados deixam evidente é que a ciência pode — e deve — conduzir as estratégias no marketing de influência, afinal dados bem aplicados tornam as campanhas mais precisas, os investimentos mais eficientes e os resultados mais previsíveis. “Com esses insights em mãos, a gente liberta os creators do improviso e ajuda as marcas a construir campanhas mais relevantes, mais estratégicas e mais previsíveis. É a concretização da mídia programática de influência ganhando forma”, conclui Rapha.

7 tendências para viralizar as suas vendas com live commerces como o TikTok Shop

O live commerce já vinha ganhando espaço nos marketplaces brasileiros e agora saltou com o lançamento do TikTok Shop no Brasil. Muitas integradoras de e-commerces, lojistas, marcas e vendedores estão de olho no crescimento de vendas pela rede social. Se espera que oTikTok Shop movimente cerca de R$ 39 bilhões até 2028, número que impressiona e mostra a força que as vendas ao vivo terão com ajuda das redes sociais, além do movimento que elas fazem para assumirem um papel também de marketplaces.

Uma das características mais conhecidas do TikTok está na capacidade dos creators em viralizar conteúdos rapidamente. E não é diferente com as lives, que mantêm um espaço altamente relevante e rentável na plataforma. Muitas das tendências em torno do live commerce este ano podem servir de guia para todos os marketplaces e sellers que estejam querendo aproveitar ferramentas e estratégias para vender mais com esse movimento. 

Aqui estão sete tendências que entendo como cruciais e que podem impulsionar suas vendas de live commerce:

As pessoas querem ver conteúdos autênticos

As redes sociais mudaram a forma como consumimos conteúdo e aquelas produções elaboradas e de estúdio perderam espaço para a autenticidade do dia a dia. Segundo a pesquisa VisualGPS da iStock, 98% dos consumidores acham que o uso de imagens e vídeos “autênticos” são essenciais para estabelecer a confiança, algo que se aprofundou com a explosão da IA Generativa. Cada vez mais os consumidores valorizam a transparência e a genuinidade dos criadores de conteúdo.

Quando os criadores de live commerce mostram seus produtos em cenários reais, compartilhando rotinas e experiências pessoais, eles criam ganchos de atenção poderosos baseados nessa autenticidade. Os consumidores querem ver e ouvir pessoas reais usando os produtos, compartilhando opiniões honestas com os seguidores.

Conteúdos nichados geram conexão

Conteúdos genéricos raramente envolvem e emocionam os consumidores. As pessoas querem estabelecer conexões com marcas e creators que entendam as necessidades e desejos delas. Uma live sobre “dicas de jardinagem para apartamentos pequenos” ou “receitas veganas rápidas” envolve um público que quer a opinião de quem entende.

Um bom exemplo disto é o Luccas Neto, um creator para o público infantil que adotou o visual e comportamento do público dele e trata dos assuntos que querem ouvir, o que ajuda a obter muitos resultados nas vendas durante as lives que ele promove, que incluem promoção de aplicativos, filmes e até livros dele.

Gamificação eleva a qualidade das interações

Na economia da atenção, capturar e manter o interesse do público é um desafio constante. Plataformas como o TikTok já incorporam nativamente uma série de recursos interativos para aumentar o engajamento durante as lives. Ferramentas como enquetes, envio de presentes, desafios entre creators e caixas de perguntas e códigos especiais na live. 

Quem lembra da onda recente das lives de NPC (Non-Playable Character) no TikTok? Criadores de conteúdo agiam como personagens de videogame, respondendo a comandos dos espectadores para receber recompensas virtuais, depois trocadas por dinheiro. Esse tipo de interação em formato de jogo mantém o interesse das audiências e ajuda a engajar na hora de vender produtos. 

Publis estratégicas com criadores de conteúdo

A parceria com influenciadores e criadores de conteúdo alinhados com sua marca e público-alvo continua sendo uma estratégia poderosa de conversão. A autenticidade e a especialização desses influenciadores com o público deles expande o alcance da própria marca e atinge um público altamente interessado e com propensão ao viés de afinidade.

As marcas de beleza, por exemplo, colaboram frequentemente com micro influenciadoras que fazem tutoriais e reviews de produtos de beleza. A audiência confia na expertise dessas criadoras e se sente mais inclinada a experimentar os produtos recomendados. O Boticário é uma das marcas que aposta nisso, e já convidou famosas como Preta Gil para apresentarem as lives com ofertas especiais.

O poder amplificado da construção de comunidade

O live commerce vai além de uma simples transação comercial. Incentivar a interação por meio de perguntas e respostas ao vivo, criar grupos exclusivos para os participantes das lives (em outras plataformas, como o WhatsApp), e promover enquetes e desafios com hashtags no TikTok fortalece o senso de pertencimento e fideliza a audiência.

A influenciadora Virgínia Fonseca exemplifica isto ao incentivar a adesão a grupos de dicas, comunicados e promoções especiais nos aplicativos de conversas. Em suas lives, ela vendeu cifras milionárias dos produtos de beleza da própria marca, que misturavam sua rotina pessoal com a demonstração dos itens. Além da interação em tempo real, ela também anuncia promoções relâmpago, códigos especiais para o seguidores e mais, reforçando o sentimento de pertencimento e exclusividade. A oportunidade de receber isto em primeira mão e de fazer partes dos círculos mais “íntimos” ajudou na amplificação dessas vendas.

Análise de dados e otimização contínua

O sucesso no live commerce não é um evento isolado, mas um processo contínuo de aprendizado. É fundamental monitorar de perto as métricas de desempenho das lives, como o número de pessoas participando, a taxa de engajamento (curtidas, comentários, compartilhamentos), cliques nos links de compra e, principalmente, as vendas geradas.

A análise desses dados mostra pontos como quais tipos de produtos geram mais interesse, quais formatos de live são mais eficazes e quais horários de transmissão atraem mais público. Com base nessas informações, você pode otimizar suas futuras transmissões, refinar sua seleção de produtos e ajustar suas estratégias. Por isso, também é recomendado trabalhar com todas as ferramentas e funcionalidades de ecommerce integradas para que possa ter uma visão holística de todos os dados. 

Jornadas de compra fluidas e sem barreiras

Boas experiências vendem. E essas experiências dependem de uma jornada sem atritos ou barreiras para os clientes. O live commerce ganha popularidade ao apostar na entrega de experiências mais integradas e fáceis. A capacidade de adicionar produtos ao carrinho e finalizar a compra diretamente durante a transmissão, sem sair do ambiente da live, é crucial para otimizar a conversão. Marcas que utilizam o TikTok Shop de forma eficaz focam em apresentar os produtos de forma clara, com links diretos e com descrições objetivas durante a live. 

Se unem a essa experiência a integração da parte logística de estoque e entrega dos produtos, gestão do atendimento, contabilidade, métricas de sucesso e toda a automação desse fluxo de trabalho. A remoção de qualquer fricção no processo de compra, seja por parte do vendedor ou do cliente, é essencial para transformar o engajamento em vendas.

Ao abraçar essas tendências, analisando os resultados obtidos e otimizando continuamente a operação, sua loja não apenas aumentará as chances de viralizar, mas também construirá uma base de clientes engajados e fieis com as suas estratégias de live commerce. E, claro, ter um parceiro de integração com milhares de serviços e marketplaces para apoiar toda a operação é fundamental para atuar com qualquer canal de ecommerce ou live commerce, como o TikTok Shop.

Gartner prevê que 75% dos conteúdos de analytics usarão GenAI para inteligência contextual aprimorada até 2027

Setenta e cinco por cento dos novos conteúdos de analytics serão contextualizados para aplicações inteligentes por meio de Inteligência Artificial Generativa (GenAI) até 2027, permitindo uma conexão combinável entre insights e ações, de acordo com o Gartner, Inc.

“Estamos passando de uma era em que as ferramentas de análiseajudavam profissionais de negócios a tomar decisões, para um futuro em que analytics impulsionado por GenAI se tornará perceptivo e adaptativo. Isso possibilitará decisões dinâmicas e autônomas que têm o potencial de transformar software corporativo e de consumo, processos de negócios e modelos operacionais”, diz Georgia O’Callaghan, Diretora Analista do Gartner.

Uma pesquisa do Gartner com 403 líderes de analytics ou Inteligência Artificial (IA), realizada entre outubro e dezembro de 2024, revelou que mais de 50% relatam que suas empresas usam ferramentas de IA para insights automatizados e consultas em linguagem natural (Geração de Linguagem Natural – NLG) para analytics ou desenvolvimento de Inteligência Artificial. Mesmo com esses recursos, a natureza estática do analytics atual muitas vezes não consegue entregar resultados verdadeiramente dinâmicos e automatizados.

O Gartner prevê que os recursos de augmented analytics evoluirão para plataformas de analytics autônomas até 2027, que gerenciarão e executarão totalmente 20% dos processos de negócios. O futuro perceptivo do analytics proporcionará benefícios por ser proativo, colaborativo, conectado, contextual e contínuo.

Analytics perceptivo impulsionado por IA

“O analytics perceptivo usará agentes de IA e outras tecnologias impulsionadas pela GenAI para monitorar continuamente as condições em evolução e perceber o ambiente-alvo, como mudanças no mercado e no comportamento do cliente ou interrupções na cadeia de suprimentos”, diz O’Callaghan.

“A orientação e a análise podem então ser ajustadas de forma autônoma em resposta, criando uma infraestrutura analítica mais resiliente e responsiva. À medida que esses recursos surgem e são adotados pelas empresas, seu potencial para remodelar as operações de negócios e impulsionar o crescimento só tende a se expandir.”

Risco abrangente do analytics perceptivo

De acordo com a pesquisa do Gartner, o risco abrangente que se aplica ao analytics perceptivo é a dependência excessiva de ações autônomas sem validação suficiente, o que pode resultar em consequências negativas não intencionais, danos à reputação e escrutínio regulatório.

O risco de “desvio de agente” é uma preocupação séria, em que as percepções e ações de um sistema se desviam gradualmente dos resultados desejados devido à evolução dos dados ou a interações imprevistas. O Gartner afirma que os agentes guardiões estão surgindo para lidar com esse problema inerente aos sistemas de IA. Esses agentes monitoram e aplicam especificamente políticas e regras para garantir que os sistemas operem dentro de um conjunto de barreiras de proteção”.

“A criação de agentes guardiões precisará ser um ponto focal importante das novas iniciativas de governança para os líderes de Data & Analytics (D&A), à medida que o analytics agêntico e perceptivo se tornarem a forma padrão de fornecimento de insights em todas as plataformas”, complementa O’Callaghan.

Temas como esse e outros que exploram o cenário em evolução de riscos e estratégias, além de insights práticos ​​sobre como lidar com os desafios de ambientes cibernéticos cada vez mais complexos serão destaque na Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco, que será realizada nos dias 05 e 06 de agosto, em São Paulo. Mais informações estão disponíveis em: https://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/security-risk-management-brazil     

Os clientes do Gartner podem ler mais em “Perception is the New Superpower for the Future of Analytics and BI”. Informações adicionais estão disponíveis no webinar gratuito do Gartner “The Gartner Top Data & Analytics Predictions for 2025”.

Equifax BoaVista: Tentativas de fraude aumentam 7,34% em maio

Dados da Equifax BoaVista apontam aumento de 7,34% nas tentativas de fraude em maio de 2025, em comparação a abril do mesmo ano. No período, foi registrada estabilidade no ticket médio das tentativas de fraude, que foi de R$1.788 e do índice de fraude (4%), valor que representa proporção de casos de fraude com o volume total de transações realizadas.

Segundo o estudo, os valores acompanharam o aumento do volume de suspeitas e casos de fraude. Houve crescimento de 6,8% no valor dos pedidos analisados sob suspeita; 8% nos pedidos aprovados após análise; e 2% no valor das tentativas de fraude bloqueadas.

A Equifax BoaVista indica, ainda, que também houve aumento dos casos aprovados em 7,56% e, em ritmo menor, o bloqueio de transações fraudulentas (2%). O ticket médio do volume total de suspeitas de fraude foi de R$460,46 e das compras aprovadas após análise de R$407,82

Outro dado da pesquisa se refere aos dias da semana com mais registros de fraudes: quinta-feira (16,3%) e sexta-feira (17%). Enquanto o domingo teve o menor índice (10,7%). 

Segundo Rogério Signorini, Vice-presidente de Produtos e Pré-vendas da Equifax BoaVista, “as informações revelam que os fraudadores buscam imitar os padrões de consumo diários, porém focam em transações de alto valor, onde o impacto financeiro por item é maior para o e-commerce. Por essa razão, enfatizamos a relevância de táticas e ferramentas antifraude para diminuir os riscos operacionais.”

Como as marcas devem falar com as Gerações Z e Alpha?

LOI, consultoria especializada em marketing de influência, e o InstitutoZ, da Trope, consultoria de Geração Z e Alpha, apresentaram uma nova abordagem estratégica para marcas que desejam se conectar de forma autêntica com a Geração Z (nascidos entre 1996 e 2010) e a Geração Alpha (nascidos a partir de 2010).

Combinando dados de consumo, hábitos digitais e percepções culturais, a apresentação revela que 2,62 bilhões de pessoas no mundo pertencem à Gen Z (ONU, 2024), sendo 51 milhões no Brasil (IBGE, 2024; Unravelling the Habits of Generation Y in Brazil), com um poder de compra estimado em R$ 662 bilhões por ano apenas no país (IBGE, FGV e PNAD Contínua, 2025). Já a Gen Alpha, com cerca de 2 bilhões de indivíduos globalmente (Consumidor Moderno, 2025), começa a mostrar seus traços de consumo, comportamento digital e influência social.

Segundo Felipe Colaneri, cofundador da LOI, “as marcas precisam parar de tratar os jovens como um bloco único e entender os múltiplos códigos que constroem sua identidade, do digital ao físico”. Um dos destaques do estudo é a análise da cultura “phygital”, que mostra como a integração entre experiências online e offline se tornou essencial para gerar pertencimento.

Outro ponto levantado é o papel da creator economy na decisão de compra: 80% da Gen Z já consumiu alimentos indicados por influenciadores (Estudo “Quem Influencia a Geração Z?”, 2025), e 66% participou de eventos culturais por recomendação de criadores (Estudo “Quem Influencia a Geração Z?”, 2025). A influência está pulverizada, 37% confia mais em pessoas com uma base pequena ou média de seguidores , enquanto apenas 7% confia mais em grandes influenciadores.

A pesquisa também revela que mais de 50% da Gen Z passa mais de sete horas por dia conectada (InstitutoZ & YOUPIX 2025), especialmente no Instagram, YouTube e TikTok. Não à toa, 60% das empresas brasileiras relatam dificuldade para se comunicar com esse público por meio de canais tradicionais (Pesquisa: “Quais as dificuldades das empresas brasileiras com a GenZ?”, 2025). E pior: 1 em cada 3 empresas sequer possui uma estratégia específica para falar com a GenZ (Pesquisa: “Quais as dificuldades das empresas brasileiras com a Gen Z?”, 2025).

Para Luiz Menezes, fundador da Trope e criador de conteúdo com experiência em projetos para Meta, Disney e Itaú, “é preciso que as marcas deixem de tentar impactar a Geração Z e comecem a envolvê-la”. A apresentação ainda destaca cases como Carmed, Netflix e Roblox, que souberam adaptar sua linguagem, canais e colabs para dialogar com as novas gerações de maneira legítima.

ChatGPT já influencia e converte em vendas no varejo brasileiro, revela levantamento da GH Brandtech

Um estudo inédito realizado pela GH Brandtech mostra que o ChatGPT já atua como um canal ativo de aquisição no varejo brasileiro. Entre janeiro e maio de 2025, foram identificadas sessões vindas diretamente do endereço chatgpt.com que resultaram não apenas em visitas, mas em ações-chave do funil de conversão – como visualizações de produto, adição ao carrinho e compras.

Em um universo de cerca de 10 milhões de acessos por mês a canais de vendas de 12 empresas aceleradas pela GH, 0,09% teve origem no ChatGPT. Embora o percentual pareça pequeno, é uma mudança de paradigma – nas últimas duas décadas, sites de busca e redes sociais responderam por virtualmente todos os encaminhamentos. O impacto financeiro dos acessos via GPT surpreende: em alguns casos, o canal respondeu por uma parcela relevante da receita mensal.

A análise contemplou negócios de diferentes segmentos – incluindo bancos digitais, moda, turismo e software B2B – e revelou três tendências principais:

  • Diversidade de setores impactados: tanto grandes marcas quanto empresas de nicho observaram tráfego qualificado e geração de receita oriunda do ChatGPT.
  • Engajamento e conversões reais: em média, cada empresa identificou centenas de sessões advindas do chat, com desdobramentos em dezenas a centenas de eventos relevantes por marca. Em algumas delas, essas interações resultaram em centenas de conversões.
  • Receita significativa: mesmo com volume moderado de acessos, empresas com ticket médio mais elevado viram no ChatGPT um canal de alta eficiência comercial.

Os dados indicam um ponto de inflexão na forma como consumidores descobrem e acessam marcas online. Diferentemente dos motores de busca tradicionais, o ChatGPT permite jornadas mais diretas, que podem começar com uma dúvida simples e terminar em uma decisão de compra – tudo dentro da mesma interface.

“Estamos vendo o início de uma mudança silenciosa no comportamento de compra. A IA deixou de ser apenas um canal de informação e passou a influenciar – e concluir – decisões de consumo”, afirma Joabel Luis Kasper é Growth Marketing Officer (GMO) da GH Brandtech.

Para as empresas, o movimento exige uma reavaliação das estratégias de presença digital. O estudo recomenda que as marcas comecem a adaptar seus catálogos para leitura por IA, integrem APIs capazes de fornecer dados atualizados em tempo real e desenvolvam sistemas de atribuição para jornadas iniciadas em plataformas conversacionais.

“A lógica de SEO precisa ser expandida. As marcas que entenderem cedo como conversar com esses novos sistemas terão vantagem competitiva nos próximos ciclos de compra”, completa Joabel.

A GH Brandtech é uma consultoria de marca e aceleração de crescimento que já conduziu mais de 1.600 projetos em 15 países, conectando estratégia, branding e tecnologia para scale-ups e grandes empresas.

E-Comply revoluciona Seguro Cibernético com IA e precificação justa

Em um momento em que o risco cibernético se tornou uma das maiores ameaças às organizações, a E-Comply — joint venture formada pela ESCS e pela Comply Solution — apresenta ao mercado brasileiro uma solução que promete transformar como os seguros cibernéticos são avaliados e precificados.

O novo sistema desenvolvido pela empresa utiliza inteligência artificial, algoritmos de Machine Learning e uma metodologia de assessment contínuo e automatizado, alinhada aos principais frameworks internacionais de segurança. O resultado é um cálculo de prêmio mais justo, técnico e baseado em evidências atualizadas — um avanço importante em um setor onde a subjetividade ainda é comum na análise de risco.

Segundo Allan Kovalscki, CEO da E-Comply, o grande diferencial da solução está na objetividade do processo. “Nosso sistema avalia continuamente o nível de maturidade em cibersegurança da organização segurada, com base nos domínios de risco definidos pela seguradora. Isso reduz o risco de sinistros, melhora a resposta técnica e aumenta a precisão na definição do prêmio.”

Através de algoritmos baseados em machine learning interpreta dados coletados sobre políticas, tecnologias, vulnerabilidades e processos, uma vez que a IA pode analisar uma grande variedade de dados, auxiliando no cálculo dinâmico do prêmio do seguro. 

O sistema cruza dados técnicos com benchmarks de mercado, comportamentos históricos semelhantes e aplica modelos estatísticos como árvores de decisão, regressões logísticas e redes neurais. Tudo isso para gerar pontuações de risco atualizadas e confiáveis.”

Construída com base nos modelos de segurança da informação, como o NIST CSF v2 (2024), CIS Controls, ISO/IEC 27001/27002, ISO 27701 e requisitos da LGPD/GDPR. “Cada domínio que avaliamos é mapeado diretamente para essas normas, o que garante não apenas excelência técnica, mas também compliance regulatório para o segurado e a seguradora”, destaca Kovalscki.

Além disso, a ferramenta classifica a maturidade em níveis, de acordo com a estrutura do CMMI, o qual trata-se de um modelo para medir e melhorar a maturidade dos processos de uma organização, com foco em entregar produtos e serviços de forma previsível, eficiente e com qualidade controlada, oferecendo uma visão clara da evolução do cliente ao longo do tempo.

Com arquitetura modular e API aberta, o sistema pode ser facilmente integrado às plataformas de seguradoras, sistemas de gestão de risco (GRC), ITSM e repositórios de políticas. Isso torna a ferramenta um componente estratégico não apenas na subscrição, mas também no monitoramento da postura de segurança durante a vigência do contrato. “Ao acompanhar a manutenção dos controles, entregamos um instrumento de governança contínua, com impacto direto na redução de riscos e custos para o mercado segurador.”

Outro ponto destacado pelo executivo é o potencial da ferramenta no que tange à expansão do mercado nacional de seguros cibernéticos, ainda pouco explorado. A solução da E-Comply elimina barreiras técnicas para seguradoras e permite a criação de produtos customizados por setor, nível de maturidade ou porte da empresa — incluindo pequenas e médias.

Isso abre espaço para o desenvolvimento de produtos inovadores, como apólices modulares, específicas por setor ou por nível de maturidade, além de facilitar a adequação a requisitos regulatórios mínimos (como os exigidos por ANS, Susep e Bacen) e a futuras normas técnicas sobre seguros cibernéticos”, afirma.

A plataforma também se atualiza de forma constante, incorporando bases como CVE/CVSS e fontes de Cyber Threat Intelligence (CTI). Assim, o score de ameaça e os relatórios gerados refletem o cenário do ambiente digital, o que aumenta a confiabilidade dos dados usados na subscrição e precificação.