Início Site Página 353

Principais tendências de empreendedorismo para 2025: como negócios digitais e IA estão redefinindo o mercado de trabalho

O cenário empresarial está mudando rapidamente, e 2025 deve consolidar tendências que já estão transformando a forma como as empresas operam. Negócios digitais e inteligência artificial (IA) estão no centro dessa transformação, abrindo novas oportunidades para empreendedores e impactando diretamente a competitividade no mercado.

Negócios digitais: expansão e novos modelos

A digitalização das empresas já não é um diferencial — é uma necessidade. Empresas de todos os portes estão adotando modelos de negócios digitais para alcançar um público maior, reduzir custos operacionais e ganhar agilidade. Um bom exemplo são as plataformas de e-commerce, que permitem que pequenos negócios vendam para qualquer lugar do mundo sem a necessidade de uma loja física.

Além disso, o crescimento do modelo de negócios por assinatura tem ganhado força. Serviços de streaming, cursos online e até clubes de produtos exclusivos mostram que a recorrência pode ser um caminho sustentável e lucrativo para empreendedores.

A revolução da IA nos Negócios

A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista e passou a ser parte essencial da operação de muitas empresas. Softwares que utilizam IA para atendimento ao cliente, análise de dados e automação de processos estão reduzindo custos e tornando as decisões empresariais mais estratégicas.

Segundo um estudo recente da McKinsey, 65% das empresas no mundo já utilizam inteligência artificial generativa (GenAI) em pelo menos uma área do negócio, um aumento significativo em relação aos anos anteriores. Empresas de tecnologia, varejo, saúde e serviços financeiros estão liderando essa transformação, aplicando IA para prever tendências de mercado, personalizar experiências para clientes e otimizar operações internas.

Impacto na competitividade empresarial

A adoção dessas inovações não se resume a tecnologia, mas à maneira como as empresas estruturam sua estratégia de crescimento. Quem investe em soluções digitais e inteligência artificial consegue responder mais rápido às mudanças do mercado, oferecer produtos e serviços mais personalizados e melhorar a experiência do cliente.

A mentora de negócios Márcia Belmiro destaca que “o empreendedor que souber integrar tecnologia ao seu modelo de negócios estará um passo à frente. A inteligência artificial, por exemplo, pode aumentar a produtividade e melhorar a tomada de decisões, permitindo que empresas de qualquer porte sejam mais competitivas, explica.

O Que Esperar do Futuro?

As tendências para 2025 apontam para um mercado cada vez mais dinâmico, onde inovação e tecnologia serão fatores decisivos para o sucesso empresarial. Negócios que se adaptam rapidamente às mudanças tecnológicas terão mais chances de crescer e se destacar.

“Empreendedores que desejam se preparar para esse cenário devem estar atentos a essas tendências e buscar formas de aplicá-las em seus negócios. Afinal, inovação não é mais um luxo, mas um caminho essencial para o crescimento sustentável”, finaliza Belmiro.

Kumulus anuncia holding global e projeta faturamento de R$ 70 milhões

A Kumulus anunciou, nesta semana, uma nova fase de expansão global que vai unificar as operações internacionais. Batizada como “One Kumulus”, a reestruturação pretende consolidar a atuação da companhia nos mercados de países como Estados Unidos, Inglaterra, Irlanda e Portugal, onde já possui clientes ativos desde 2023. Com essa nova estratégia unificada, a empresa projeta dobrar o faturamento nos próximos três anos, chegando à marca de R$ 70 milhões.

Para comandar essa nova fase, Thiago Iacopini, que foi responsável pela expansão da Kumulus no mercado internacional, volta à cadeira de CEO, agora com a responsabilidade de liderar a operação global, que terá como holding a unidade inglesa; ele passará a controlar todas as unidades de negócios de todos os países de forma unificada. “Esse último ano foi de grande aprendizado, especialmente sobre a cultura de exigência dos mercados americano e britânico. Nossa estratégia agora é trazer essa experiência para fortalecer ainda mais nossa presença global e consolidar a Kumulus como uma parceira estratégica na transformação digital dos clientes”, destaca Iacopini.

Nos últimos dois anos, a expansão internacional foi responsável por uma parte importante do crescimento da empresa e hoje representa 30% do faturamento total. O objetivo com essa unificação global será dobrar esse faturamento, com metade do crescimento vindo do mercado internacional. Atrelada a nova estratégia de negócios da Kulumus está o fortalecimento da sua atuação como Trusted Advisor em transformação digital, ampliando o portfólio de serviços e se posicionando como uma parceira de negócios de longo prazo para os clientes.

Para isso, a empresa deve mirar em soluções de ponta a ponta em computação em nuvem, modernização de aplicações e inteligência artificial, já tendo uma chancela da Microsoft como AI Design Capable Partner, anunciada recentemente.

Uma característica que está no DNA da empresa é o uso da inteligência artificial de forma estratégica para proporcionar uma transformação digital eficiente aos clientes. “O mercado está inundado pela IA, então o segredo está em como usá-la. Aqui na Kumulus, entendemos que saímos na frente, porque começamos muito cedo a trabalhar e investir nesse tipo de tecnologia. A Kumulus, desde o início, trabalhou com o que deu origem a IA que conhecemos, com Large Language Models (LLMs). Por meio da nossa parceria com a Microsoft, fomos uma das primeiras empresas na América Latina a receber uma Advanced Specialization em Analytics do Microsoft Azure, sendo que hoje somos Azure MSP Expert”, comenta Iacopini. 

Com o objetivo de fortalecer a estrutura comercial internacional, nessa nova fase a Kumulus contará também com o retorno de Flavio Costa, desta vez como Diretor Comercial. Ele será responsável por unificar as operações de vendas nos diferentes países e fortalecer a sinergia entre as unidades. “A unificação das nossas operações de vendas internacionais é um marco estratégico para a empresa, o que nos habilita a oferecer uma experiência mais integrada e eficiente aos nossos clientes globais. Com essa nova estratégia, conseguimos alinhar culturas, processos e modelos de negócio distintos, fortalecendo nossa posição como parceira de transformação digital de grandes organizações. Nossa trajetória de sucesso em projetos de alto impacto e alianças estratégicas nos capacita a impulsionar a inovação e a competitividade, ajudando essas organizações a avançarem em seus negócios”, afirma Costa.

A parceria estratégica com a Logicalis, grupo ao qual a Kumulus está integrada, também desempenha um papel fundamental nesse novo momento da empresa. Segundo Iacopini, a Logicalis tem sido um canal estratégico para a distribuição dos serviços no exterior, facilitando sua entrada e consolidação em novos mercados.

“Com histórico de inovação e liderança no segmento de cloud computing e IA, a Kumulus reforça o compromisso de continuar entregando soluções de alto impacto para seus clientes e parceiros”, reforça o CEO. Entre as recentes conquistas da empresa está o reconhecimento como Microsoft Partner of the Year em 2022 e 2023, além de novas certificações que atestam a excelência na entrega de projetos de inteligência artificial e análise de dados.

Mês do Consumidor: 7 estratégias Inteligentes no e-commerce para transformar clientes em fãs

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, se consolidou como uma das datas mais importantes do calendário do varejo, ao lado da Black Friday. As vendas online durante a Semana do Consumidor de 2024 cresceram 13,9% em relação ao ano anterior,  com o faturamento total aumentando 11%, segundo levantamento da Linx.

No entanto, mais do que uma oportunidade para atrair novos clientes, a data deve ser vista como um momento estratégico para fortalecer o relacionamento com quem já comprou e garantir a recompra. Para capacitar lojistas nesse desafio, a Loja Integrada, referência em automação e inteligência de dados para e-commerce, apresenta estratégias inteligentes de fidelização que podem ser aplicadas ao longo do Mês do Consumidor.

Segundo Lucas Bacic, Chief Product Officer (CPO) da Loja Integrada, “a fidelização de clientes vai muito além de descontos pontuais. Ela envolve o uso estratégico de dados para criar experiências personalizadas, incentivar recompras e fortalecer o vínculo entre marca e consumidor. As empresas que dominam esse processo garantem um crescimento sustentável e uma base de clientes leais.”

Recompra no e-commerce

A recompra é um dos pilares para a sustentabilidade e crescimento de um negócio online. “Assim como ilustrado por Philip Kotler, considerado o Pai do Marketing, “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais que manter um atual. Além disso, clientes recorrentes tendem a gastar mais e a recomendar a marca, gerando um ciclo de crescimento orgânico e previsível”, explica Bacic. 

A fidelização de clientes e a recompra andam de mãos dadas: consumidores que confiam na marca, tiveram uma boa experiência e se sentem valorizados são mais propensos a voltar e comprar novamente. Mas quais são as melhores estratégias para estimular esse comportamento?

Estratégias inteligentes de fidelização para o e-commerce

O CPO da  Loja Integrada reuniu as melhores práticas para lojistas que desejam transformar clientes em fãs e aumentar suas taxas de recompra:

  1. Brindes colecionáveis e exclusivos
    Pequenos brindes personalizados e colecionáveis incentivam a recompra, pois criam um senso de exclusividade e pertencimento à marca. “Um exemplo recente que desenvolvemos foram os cards colecionáveis do Neymar para o lançamento da loja Next10”, diz Bacic. 
  2. Descontos progressivos
    Oferecer descontos escalonados de acordo com o volume de compras incentiva pedidos maiores e fideliza os clientes. Exemplo: 5% para compras acima de R$ 100, 10% acima de R$ 200 e 15% acima de R$ 300.
  3. Campanhas personalizadas de retargeting
    Usar dados enriquecidos para segmentar clientes e oferecer ofertas baseadas em compras anteriores aumenta as chances de conversão. Isso pode ser feito por e-mail marketing, anúncios segmentados e notificações personalizadas.
  4. Programas de fidelidade e cashback
    Criar um programa de pontos que possam ser trocados por descontos ou benefícios exclusivos aumenta o engajamento do cliente e incentiva novas compras.
  5. Descontos exclusivos para clientes recorrentes
    Criar ofertas personalizadas para quem já comprou, como “Desconto VIP para clientes fiéis” ou “Oferta exclusiva para quem já fez duas compras” reforça o vínculo com a marca.
  6. E-mails e mensagens de pós-venda
    Um simples e-mail agradecendo pela compra, seguido de uma oferta especial ou um conteúdo relevante, pode aumentar significativamente as taxas de recompra.
  7. Experiência personalizada no site
    Utilizar a inteligência de dados para sugerir produtos com base no histórico de compras do cliente melhora a experiência e aumenta as chances de conversão.

O potencial do enriquecimento de dados na fidelização

O enriquecimento de dados é um diferencial competitivo para lojas virtuais. Esse processo consiste em combinar os dados internos da empresa com informações externas e comportamentais dos clientes, gerando insights valiosos para personalizar ofertas e melhorar a comunicação.

“As marcas que utilizam dados enriquecidos conseguem entender melhor seus clientes e oferecer experiências mais relevantes. Isso não só impulsiona a recompra, como também constrói uma relação de confiança e proximidade com o consumidor”, finaliza Lucas Bacic.

Especialista em meios de pagamento e produtos digitais, Mateus Prestes assume como CEO da NXTBNK

Mateus Prestes assume como novo CEO da NXTBNK, fintech de meios de pagamento crossborder baseada em tecnologia blockchain. Com sólida experiência em meios de pagamento e lançamento de produtos digitais e financeiros, Prestes traz uma visão estratégica para liderar a empresa em sua próxima fase de crescimento e inovação. Formado em Relações Internacionais, iniciou sua carreira em uma startup de criptoativos e passou por empresas de supply chain e saúde, além de atuar em uma associação do setor de blockchain.

“Assumir a posição de CEO do NXTBNK é uma honra e uma responsabilidade que abraço com entusiasmo. Estamos posicionados para entregar tecnologia e meios de pagamento crossborder, oferecendo soluções inovadoras e seguras, atendendo às necessidades de empresas, indivíduos e reguladores em um mundo cada vez mais digital. Com uma plataforma 100% baseada em tecnologia blockchain, a NXTBNK proporciona transações em múltiplas moedas e métodos de pagamento, garantindo eficiência e segurança para nossos clientes. Vejo um futuro promissor, onde continuaremos a expandir nossos serviços e a liderar a transformação digital no setor financeiro”, destaca o executivo.

Mateus destaca o contato com tecnologia, sempre presente em sua vida. Seu pai, um inovador nato, trabalhou com IoT, Inteligência Artificial e Blockchain desde 2014, o que despertou interesse por esse universo.Aos 17 anos, ainda na faculdade, entrou para o mundo de pagamentos ao trabalhar em uma startup de criptoativos, um ano depois, passou a atuar em uma associação do setor, aprofundando seu conhecimento nesse mercado. Em seguida, o executivo voltou para supply chain, ingressando em uma das maiores empresas de saúde do país.

Já tendo atuado ao lado de Alby Azevedo, Mateus especializou-se em compliance, durante mais de um ano Mateus desenvolveu essa área e, com apenas 10 meses na empresa, passou a assumir também as operações. No período, mergulhou ainda mais no universo dos meios de pagamento, fechando parcerias estratégicas e acordos em mais de cinco países – incluindo Estados Unidos, Canadá e Emirados Árabes Unidos – e coordenando operações e clientes em mais de 20 mercados.

“Ocupar o posto de CEO da NXTBNK marca uma nova etapa da minha carreira, com a possibilidade de expandir ainda mais as soluções já ofertadas. Como ponto de partida, faremos uma avaliação das operações existentes, garantindo sempre a continuidade de um serviço de qualidade aos nossos clientes, facilitando transações internacionais de forma rápida, segura e eficiente”, acrescenta Mateus.

Caça às chaves Pix irregulares aquece mercado de TI voltado ao monitoramento de transações

A decisão tomada pelo Banco Central no início de março de monitorar periodicamente a conduta dos participantes do Pix para garantir que eles assegurem a manutenção em seus bancos de dados apenas das chaves Pix em conformidade com os nomes registrados nas bases de CPF e de CNPJ da Receita Federal acendeu o sinal de alerta nas instituições financeiras e de pagamentos a respeito da necessidade de incrementar suas ferramentas de monitoramento de transações. O motivo é que o órgão regulador está disposto a penalizar empresas que não excluam de seus sistemas chaves de pessoas e de empresas com situações cadastrais como “suspensa”, “cancelada”, “titular falecido”, “nula”, “inapta”, “baixada” e outras semelhantes a estas.

Alexandre Pegoraro, CEO do Kronoos, plataforma que usa IA para realizar pesquisas em milhares de fontes para conferir a idoneidade de pessoas e empresas, afirma que a decisão do BC obriga as instituições a reforçarem suas estruturas tecnológicas de monitoramento de transações.

Segundo ele, as adaptações dos sistemas a novas exigências como essas requerem que as instituições financeiras realizem ajustes profundos em suas estruturas. “A cada mês essas empresas já revisam milhões de alertas relacionados a crimes ou fraudes financeiras, com quase 95% deles sendo considerados “não suspeitos”. Agora, esses programas terão que acrescentar novos alertas sobre a conformidade das chaves com as bases da Receita. Daí a importância de contar com soluções que automatizem e facilitem esse processo, mas, ao mesmo tempo assegurando que ele seja realizado de forma rápida e segura”, diz.

Ao adotar essas novas exigências, o BC argumentou que elas visam tornar mais difícil para os golpistas manterem chaves Pix com nomes diferentes daqueles armazenados nas bases da Receita Federal. Neste sentido, o próprio órgão também promete atuar ativamente para detectar chaves Pix com nomes diferentes do registrado na Receita, para garantir que os participantes excluam ou ajustem essas chaves.

Uma nota publicada pelo órgão informa que o BC também proibiu a alteração de informações vinculadas a chaves aleatórias e a reivindicação de posse de chaves do tipo e-mail. Pessoas e empresas que usam chaves aleatórias e que queiram alterar alguma informação vinculada a essa chave não poderão mais fazê-lo. A partir de agora, deve-se excluir a chave aleatória e criar uma outra, com as novas informações.

E-commerce de casas aposta em IA e metaverso para dobrar faturamento e atingir R$ 40 milhões em 2025

Com uma estratégia voltada para potencializar a experiência de compra do cliente, a Espaço Smart, ecossistema de steel frame, prevê faturar mais de R$ 40 milhões somente no  e-commerce em 2025. O dobro em comparação ao último ano. O crescimento será impulsionado por investimentos em Inteligência artificial (IA) e metaverso, tecnologias que prometem aprimorar a experiência de compra e personalização dos projetos comercializados digitalmente.

Atualmente, as interações de negócios e transações de casas realizadas no e-commerce representam cerca de 6% do faturamento da companhia. “É justamente pela falta de familiaridade com o formato que investimos tanto na experiência neste canal. Nossa estratégia tem se concentrado em oferecer a possibilidade de personalizar projetos com poucos cliques, seja escolhendo os acabamentos até as opções de financiamento, tudo de forma totalmente digital. Acreditamos que esse canal ainda tem muito espaço para crescimento”, completa.

Pensando em garantir uma experiência consistente nesse formato de venda, a empresa aposta no uso de IA para a captação orgânica de clientes com textos otimizados para o SEO, e também na automatização e personalização do atendimento por meio de chatbots inteligentes, responsáveis por otimizar em 45% a operação digital da marca. 

Além disso, a tecnologia vem sendo utilizada com foco em adaptar ofertas, recomendações e conteúdos conforme o perfil e o comportamento do usuário. “Como nossa base de clientes é ampla, essa medida é essencial para uma comunicação assertiva durante toda a jornada de compra”, explica Fernando Scheffer, Diretor de Marketing e fundador da Espaço Smart.

Investindo em inovação para 2025

Outro recurso que terá atenção especial durante o ano será as soluções de metaverso. A partir da tecnologia, a loja disponibiliza em sua plataforma de vendas uma “vila”, permitindo que os clientes naveguem virtualmente pelos projetos das casas, visualizando detalhes, interagindo com o ambiente 3D e até simulando personalizações, como se estivessem visitando a própria casa. “Por meio desta possibilidade, ampliamos o engajamento e proporcionamos uma jornada de compra muito mais rica e interativa para o público, experiência que não é muito comum dentro do setor de construção civil”, pontua o executivo. 

Ainda segundo Scheffer, a combinação das duas tecnologias tem sido essencial para elevar o ticket médio das vendas online da marca. Isso acontece por meio de dois pilares que atuam de forma complementar: a personalização e recomendações inteligentes e experiência imersiva para os investimentos. “Ao analisar preferências e comportamento dos clientes, a IA sugere produtos complementares ou versões que o consumidor não teria considerado. Por meio do metaverso, é possível tornar essa possibilidade interativa, aumentando o interesse por parte do cliente”, complementa. 

Além dos investimentos direcionados à IA e metaverso, a empresa projeta outras inovações com foco no e-commerce. Dentre os esforços estão a digitalização das operações B2B para uma plataforma totalmente customizada para clientes enterprise, incluindo espaço para cotações, negociações e gestão de entregas para grandes projetos e obras. Outra novidade é o lançamento de uma plataforma destinada exclusivamente para arquitetos enviarem projetos e indicar clientes para construírem em Light Steel Frame.

“Com o e-commerce de casas nós trazemos para o mercado uma forma totalmente diferente de comprar um imóvel. Cada novo passo é pensado em tornar essa experiência ainda mais interessante e atrativa para o público”, conclui Scheffer.

Batalha de gigantes: OpenAI vs. DeepSeek vs. Qwen 2.5 – Quem dominará a IA?

Nos últimos anos, testemunhamos um avanço exponencial nas tecnologias de inteligência artificial (IA), impulsionado por empresas como OpenAI, DeepSeek e Alibaba. Segundo uma pesquisa da McKinsey, em 2024, 72% das empresas já adotaram IA, um aumento significativo comparado aos 55% em 2023. A pesquisa também revela que a IA generativa passou de 33% para 65% de adoção em um ano, mas afinal, o que esperar dessas inúmeras criações e soluções? 

Neste artigo, exploramos o panorama atual dessas tecnologias, comparando suas características e projeções futuras, além de analisar como essas inovações impactam o cotidiano das pessoas.

Com esse novos cenários de acessibilidade é possível ter uma redução de custos? 

A competição acirrada entre gigantes como OpenAI, Alibaba e DeepSeek está resultando em uma significativa redução nos custos das soluções baseadas em IA. Isso torna a tecnologia mais acessível para startups, pequenas empresas e consumidores finais. Com a IA se tornando mais barata, podemos ver e presenciar uma democratização da tecnologia, permitindo que mais setores da sociedade integrem IA em suas operações diárias.

Além disso, a variedade de opções de IA disponíveis no mercado permite que as empresas escolham a solução que melhor se adapta às suas necessidades específicas. Essa diversidade promove inovação, uma vez que cada provedor busca se diferenciar com funcionalidades exclusivas. O resultado é uma oferta mais personalizada e eficiente, beneficiando diretamente os usuários finais.

É importante lembrar que a concorrência entre essas empresas estimula também o investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, acelerando a evolução das tecnologias de IA. Sendo assim, podemos traduzir isso em soluções mais eficientes, seguras e acessíveis. E é um fato: empresas como OpenAI, DeepSeek e Alibaba estão constantemente aprimorando seus modelos para oferecer desempenho superior em tarefas de processamento de linguagem natural.

Outro ponto a se considerar é que o barateamento da tecnologia de IA permite que mais setores da sociedade integrem essas soluções em suas operações, promovendo a inclusão digital e a capacitação profissional em larga escala. Essa democratização da tecnologia de IA tem o potencial de transformar diversos setores, desde a educação até a saúde, impactando positivamente a vida das pessoas.

Comparação dos modelos: OpenAI O1, DeepSeek R1 e Qwen 2.5-Max

OpenAI O1: Modelo desenvolvido pela OpenAI, reconhecido por sua capacidade de processamento de linguagem natural de alto nível.

Pontos Fortes – Excelente compreensão e geração de texto; flexibilidade para diversas aplicações.

Pontos Fracos – Alto custo operacional; dependência de infraestrutura computacional robusta.

DeepSeek R1: Desenvolvido pela startup chinesa DeepSeek, projetado para oferecer um desempenho competitivo sem exigir hardware de ponta.

Pontos Fortes – Preço acessível; eficiência em benchmarks relevantes.

Pontos Fracos – Pouca aceitação global; menor reconhecimento em mercados ocidentais.

Qwen 2.5-Max (Alibaba): A Alibaba promete que este modelo supera os principais concorrentes, incluindo o GPT-4 e o DeepSeek-V3.

Pontos Fortes – Desempenho aprimorado em testes comparativos; eficiência na geração de texto e compreensão semântica.

Pontos Fracos – Pouca aceitação global; menor reconhecimento em mercados ocidentais; possível pressão competitiva interna na China levou ao lançamento acelerado.

Pensando a longo prazo, qual o impacto no dia a dia? 

À medida que a tecnologia de IA continua a evoluir, podemos esperar um impacto ainda maior no dia a dia das pessoas. Soluções de IA mais acessíveis e eficientes têm o potencial de transformar desde tarefas rotineiras, como atendimento ao cliente automatizado, até áreas críticas, como diagnósticos médicos assistidos por IA.

Em um futuro próximo, essa tecnologia deverá desempenhar um papel central na melhoria da qualidade de vida, simplificando processos e promovendo inovação em diversos setores. A combinação de redução de custos, maior diversidade de escolhas e avanço contínuo da tecnologia aponta para um cenário onde ela não apenas complementa, mas transforma significativamente a maneira como vivemos e trabalhamos.

Sendo assim, podemos concluir que com a rápida evolução e crescente acessibilidade das tecnologias de IA, estamos apenas no início de uma era onde a inteligência artificial moldará profundamente nosso futuro. Resta-nos acompanhar de perto essas inovações e aproveitar as oportunidades que elas nos oferecem para criar um mundo mais conectado e eficiente.

StreamShop leva movimento e interatividade para e-commerces com vídeos generativos

Após viralizar nas redes sociais com o vídeo Influenciadores do Brasil, com personalidades brasileiras históricas criadas por IA, a Streamshop, plataforma de vídeos interativos, deu mais um passo em direção à inovação com foco no varejo online. 

Com a tecnologia Video Commerce StreamShop, varejistas podem incorporar vídeos interativos diretamente às páginas do e-commerce em diversos formatos. “A ideia central é colocar o e-commerce em movimento, permitindo que as marcas insiram conteúdo de vídeo no próprio site, não apenas apresentando-os nas redes sociais”, explica Marcio Machado.

Segundo o fundador da startup, o uso da tecnologia apresenta um aumento de 120% nas vendas de produtos com vídeos associados. O grande diferencial do Video Commerce é que ele integra os vídeos diretamente na jornada de compra, permitindo que os consumidores interajam com os produtos de maneira mais interativa e envolvente. As marcas já estão produzindo conteúdos para redes, mas nem sempre esses materiais estão sendo utilizados estrategicamente dentro do funil de vendas”, pontua o executivo.

O passo seguinte é o desenvolvimento de IA generativa para produção de vídeos em escala a partir de fotos estáticas já existentes dos produtos. A nova tecnologia de inteligência artificial desenvolvida pela StreamShop cria vídeos realistas em poucos minutos, simulando diferentes ângulos, movimentos e até mesmo variações de luz e cenários.

Na era da atenção, um vídeo de produto vale mais do que muitas imagens, e com essa inovação conseguimos simplificar o processo de desenvolvimento de conteúdo e reduzir os custos de produção, permitindo escala e velocidade para as marcas. 

No varejo de moda, por exemplo, a simples foto de uma modelo ganha movimento, simulando um vídeo autêntico. A IA cria o movimento, como se a profissional estivesse em um ensaio real de estúdio, e valoriza ainda mais a peça em exibição. O resultado é uma experiência visual dinâmica e envolvente, que aproxima o consumidor da realidade do produto.

O vídeo “Os maiores influenciadores do Brasil”, que homenageia as personalidades históricas, ultrapassou 5 milhões de visualizações organicas somente no Instagram. Para o executivo, esta é uma demonstração do poder de engajamento que a ferramenta da StreamShop possui.

Automação financeira não é uma realidade em 98% das empresas brasileiras, diz estudo

Quase a totalidade das grandes e médias empresas brasileiras (98%) ainda não utiliza automação na área financeira, segundo um levantamento divulgado pelo LeverPro no final de 2024. Isso significa que elas fazem suas operações manualmente, muitas vezes a partir de planilhas. Essa dinâmica destoa do contexto competitivo atual, em que as empresas precisam gerir seus recursos com estratégia, tomar decisões assertivas e reduzir o espaço para erros.

“O número é alarmante, porque automatizar as operações financeiras deixou de ser uma vantagem competitiva há muitos anos. Hoje, é uma necessidade para qualquer empresa que queira garantir confiabilidade aos seus dados, suas análises e decisões”, analisa Wilder Gouveia, Diretor Financeiro da Unentel, distribuidora de soluções tecnológicas para o mercado B2B.

Uma pesquisa recente realizada pelo McKinsey & Company revelou que as empresas que implementam a automação financeira reduzem os custos operacionais em até 25% e aumentam a precisão dos relatórios em mais de 30%. Isso pode ser feito por meio de sistemas especializados, de ERPs (Enterprise Resource Planning) a RPAs (Robotic Process Automation), que executam, monitoram e gerenciam as operações. A ideia é promover a segurança das informações e possibilitar que os profissionais da área priorizem outras atividades.

Além de analisar um grande volume de dados e gerar relatórios precisos, essas ferramentas podem executar tarefas específicas em diferentes áreas do departamento financeiro. No setor de contas a pagar, possibilitam o agendamento de pagamentos, a conferência automática de documentos e o controle e análise de despesas recorrentes; em contas a receber, facilitam o envio de cobranças, o monitoramento de recebimentos em tempo real e a elaboração de relatórios de receitas.

Já na gestão de notas, a automação permite validar XMLs, emitir notas fiscais eletrônicas e cuidar das devoluções e dos ajustes. Quanto ao gerenciamento de fornecedores, as ferramentas fazem a atualização contínua de dados cadastrais, garantem a conformidade fiscal e regulatória, e realizam gestão integrada de contratos. Por fim, no âmbito dos relatórios, proporcionam análises em tempo real, consolidação e integração de dados financeiros, além da previsão de cenários.

Assim, o departamento financeiro pode evoluir para se tornar um centro estratégico — tanto que, conforme o relatório Global Digital Operations Study, realizado pela PwC, 72% das empresas que fazem a automação das operações financeiras observam melhorias significativas na capacidade de responder às demandas do mercado.

Já o Sebrae mostra que empresas que automatizam processos financeiros reduzem em até 70% o tempo dedicado a essas tarefas, demonstrando que a automação não resolve apenas os desafios atuais, mas também pode fazer parte de uma tática de crescimento a longo prazo, quando bem implementada.

“É um desafio escolher o sistema adequado, mas ele existe. Para tomar uma decisão assertiva, é preciso pensar na tecnologia sob o ponto de vista estratégico, avaliando as necessidades da sua empresa e escolhendo a solução mais compatível com o perfil do negócio”, finaliza Gouveia.

Aposentadoria sob nova perspectiva: o que a Geração Z está fazendo diferente?

A Geração Z, indivíduos nascidos aproximadamente entre 1997 e 2012, está revolucionando a maneira como encaramos a vida profissional e a aposentadoria. Diferentemente das gerações anteriores, que seguiam trajetórias lineares até a aposentadoria tradicional, os jovens de hoje estão adotando o conceito de “micro aposentadoria” — pausas planejadas durante a carreira para vivenciar novas experiências e focar no bem-estar e crescimento pessoal.

Além da imersão digital, a Geração Z cresceu em meio a crises econômicas globais, instabilidade política e mudanças rápidas no mercado de trabalho. Esses fatores moldaram uma visão mais cautelosa e pragmática sobre o futuro, impulsionando a busca por flexibilidade e segurança financeira descentralizada. Esse contexto explica, em parte, a preferência por múltiplas fontes de renda e o foco em micro aposentadorias ao longo da vida.

De acordo com Carla Pinheiro, head de Operações da Quanta Previdência, esses jovens preferem não esperar décadas para aproveitar a vida, optando por intervalos entre empregos para descansar e explorar novas oportunidades. 

“Eles priorizam a saúde mental, o crescimento pessoal e experiências significativas, em vez de se concentrarem apenas na longevidade e progressão da carreira. Essa tendência reflete uma mudança de paradigma, onde a qualidade de vida e a satisfação pessoal ganham destaque”, ressalta a especialista.

Esse novo conceito de micro aposentadoria também desafia empresas e empregadores a repensarem suas políticas de benefícios e retenção de talentos. Programas tradicionais de previdência e planos de carreira lineares podem se tornar menos atraentes para esses jovens, demandando formatos mais flexíveis e adaptáveis às suas expectativas de pausas estratégicas e experiências variadas ao longo da vida profissional.

Conectados e flexíveis 

Com o modelo tradicional de carreira sendo questionado, a Geração Z opta pelo empreendedorismo digital, freelancing e trabalhos temporários para conquistar maior flexibilidade e diversificação de renda. “A segurança financeira para essa geração não está mais associada a um único emprego fixo, mas sim à capacidade de gerar receita por diferentes meios”, destaca Carla.

Formada por jovens em início de carreira ou recém-saídos da universidade, esse grupo possui um nível de interesse e conhecimento acima da média. A tecnologia também exerce um papel central nesse novo comportamento, funcionando como aliada direta no planejamento financeiro. 

Segundo dados apresentados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) na sétima edição do Raio X do Investidor, 66% desses jovens têm conta em bancos digitais e evitam o atendimento presencial, preferindo plataformas intuitivas e acessíveis.

Aplicativos permitem acompanhar investimentos em tempo real, definir metas personalizadas e até programar contribuições variáveis, adaptando o planejamento de acordo com períodos de maior ou menor renda. Essa combinação de tecnologia e personalização torna o planejamento financeiro mais acessível e conectado à realidade de quem busca liberdade e segurança ao mesmo tempo.

Ainda segundo dados do Raio X do Investidor Brasileiro, no campo dos investimentos, a tradicional caderneta de poupança perde espaço para novas opções. Enquanto a poupança segue como escolha principal para a maioria dos investidores com 28 anos ou mais, a Geração Z busca alternativas mais dinâmicas. Apenas 3% investem em criptomoedas, 6% optam por fundos de investimento e 10% recorrem a influenciadores digitais para orientação financeira.

Apesar da forte presença digital, esses jovens estão demonstrando uma abordagem mais proativa em relação ao planejamento financeiro, valorizando conselhos de familiares e pessoas próximas. “Há um equilíbrio entre a busca por informação em plataformas digitais e a confiança em opiniões tradicionais. Eles estão aprendendo com as gerações anteriores e aproveitando melhor as opções disponíveis para economizar e alcançar seus objetivos de aposentadoria”, explica Valter Macena, analista de investimentos da Quanta.

Soluções e tendências do mercado

Para apoiar essa nova perspectiva de aposentadoria, instituições como a Quanta Previdência oferecem soluções alinhadas às necessidades da Geração Z. “É fundamental que os jovens contem com ferramentas flexíveis e acessíveis para planejar suas micro aposentadorias, garantindo segurança financeira sem abrir mão da liberdade que desejam”, aponta Carla.

Como alternativa no mercado, o plano Cooprev surge como uma opção inovadora, permitindo contribuições personalizadas e gestão facilitada por meio de plataformas digitais. Isso possibilita que os jovens planejem suas pausas estratégicas sem comprometer sua estabilidade financeira.

Com uma visão mais pragmática sobre finanças, carreira e consumo, a Geração Z está moldando um futuro econômico dinâmico, no qual tecnologia e conhecimento são ferramentas essenciais para uma gestão financeira.