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Plataforma brasileira democratiza o acesso às vendas online com catálogos virtuais intuitivos para PMEs

Em 2024, o e-commerce brasileiro faturou mais de R$ 200 bilhões, com crescimento superior a 10% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Neste ano, a perspectiva é que o setor cresça ainda mais, entre 10 e 15%, e receba três milhões de novos compradores.  Diante desse cenário otimista e repleto de oportunidades, a Vendizap, plataforma de e-commerce para criação de catálogos virtuais, chega ao mercado com a proposta de democratizar o acesso às vendas online para pequenos empreendedores. A ferramenta oferece a possibilidade de criar catálogos virtuais intuitivos que funcionam como lojas online, mesmo para aqueles que não possuem conhecimento técnico ou investimento para desenvolver um site próprio.

Segundo André Campos, CEO da Vendizap, a plataforma foi desenvolvida para atender às necessidades dos pequenos empresários que já atuam com vendas online pelo WhatsApp, mas enfrentam limitações em termos de recursos e capacidade de produção. “A maioria dos nossos clientes já utiliza o WhatsApp para vender seus produtos, mas passam horas respondendo mensagens, enviando fotos e descrições. Com a Vendizap, eles podem criar um catálogo virtual em minutos e enviar o link da loja ou produto para seus clientes, que podem efetuar a compra diretamente pelo catálogo, agilizando todo o processo de vendas”, explica Campos.

De acordo com o Ministério da Economia, 99% dos negócios no Brasil são Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), sendo eles responsáveis por uma parcela relevante do PIB brasileiro. No entanto, segundo o Sebrae, 50% dessas empresas fecham nos primeiros cinco anos de existência. Considerando o impacto econômico que tais negócios exercem sobre o mercado brasileiro, o empoderamento de pequenos  e médios empreendedores passa a ser não só necessário, mas também vantajoso. Visando fortalecer esse segmento, as soluções da Vendizap priorizam a facilitação do acesso ao e-commerce para tais negócios.

Com a plataforma de e-commerce, os pequenos empreendedores podem criar catálogos virtuais personalizados de forma facilitada e intuitiva, incluindo fotos, descrições e preços dos produtos. Os comerciantes podem oferecer opções de pagamento online e entrega e acompanhar as vendas e o controle do estoque em um só lugar, facilitando a gestão do negócio. Além disso, a Vendizap também oferece a possibilidade de finalização da venda pelo WhatsApp, alinhando-se à importância desse recurso para o pequeno empreendedor, que a utiliza para manter um bom relacionamento com seus clientes.

“As micro, pequenas e médias empresas são uma parte insubstituível de nossa economia. Por isso, é fundamental empoderá-las para que elas tenham maior potencial de competitividade e se mantenham no mercado. A Vendizap nasce dessa percepção e do entendimento de que ferramentas a princípio consideradas informais, como o WhatsApp, podem sim alavancar negócios diante da importância da experiência do cliente”, complementa Campos. A plataforma de e-commerce possui planos mensais a preços acessíveis e não cobra taxas sobre os produtos, além de permitir a venda mesmo sem CNPJ, facilitando ainda mais a comercialização para os pequenos empreendedores. 

O fim do alcance orgânico? Como as Redes Sociais estão forçando marcas e criadores a pagar para serem vistos

Nos últimos anos, o cenário das redes sociais mudou drasticamente. Se antes marcas e criadores de conteúdo conseguiam alcançar grandes audiências de forma orgânica, hoje essa realidade parece estar cada vez mais distante. O algoritmo das principais plataformas – como Instagram, Facebook, TikTok e até o LinkedIn – tem reduzido significativamente o alcance gratuito das postagens, forçando empresas e influenciadores a investirem em mídia paga para garantir visibilidade. Mas o que está por trás dessa mudança e quais são as alternativas para quem quer continuar crescendo sem depender exclusivamente de anúncios?

O alcance orgânico, a quantidade de pessoas que visualizam uma publicação sem impulsionamento, tem caído ano após ano. No Facebook, por exemplo, esse número já foi superior a 16% em 2012, mas atualmente gira em torno de 2 a 5% para páginas empresariais. O Instagram segue o mesmo caminho, priorizando cada vez mais conteúdos pagos ou virais. O TikTok, que surgiu como uma alternativa mais democrática, também tem ajustado seu algoritmo para privilegiar conteúdos patrocinados e criadores que investem na plataforma.

Essa queda no alcance orgânico não é coincidência. Redes sociais são empresas e, como tais, precisam gerar receita. A principal forma de monetização dessas plataformas vem da venda de anúncios, o que significa que quanto menos alcance gratuito um perfil tiver, mais ele será incentivado a pagar para alcançar seu público.

Por isso, as redes sociais perderam o status de “rede” e passaram a ser, de fato, “mídias sociais”, onde a visibilidade é cada vez mais condicionada ao investimento financeiro. O conceito original de conectar pessoas foi substituído por um modelo de negócios que prioriza a exibição de conteúdos patrocinados, tornando o tráfego pago uma necessidade para quem deseja crescer nas plataformas.

As grandes marcas, com orçamentos robustos de marketing, conseguem absorver esse impacto e investir pesadamente em mídia paga. Pequenas empresas e criadores independentes, por outro lado, enfrentam desafios cada vez maiores para crescer e engajar sua audiência sem gastar dinheiro.

No entanto, vale observar que o tráfego pago nas mídias sociais ainda é acessível. Hoje, com menos de R$ 6 por dia, qualquer pequeno negócio pode impulsionar um conteúdo e alcançar potenciais clientes. Isso democratizou o acesso à publicidade digital, permitindo que mais empreendedores tenham visibilidade. No entanto, essa dependência das plataformas também significa que, sem investimento, a exposição pode ser extremamente limitada.

Outro efeito colateral dessa mudança é a homogeneização do conteúdo. Com as redes priorizando conteúdos patrocinados ou altamente virais, os feeds estão cada vez mais padronizados, dificultando a diversificação de vozes e nichos.

Apesar das dificuldades, algumas estratégias ainda podem ajudar marcas e criadores a crescerem sem depender exclusivamente de anúncios pagos. No método que eu utilizo e ensino, chamado de Metamorfose Social Media (acesse aqui), defendo que para se ter mais sucesso nas redes sociais, as marcas precisam seguir uma ordem importante para aumentar seu alcance:

1 – Ser: Antes de qualquer coisa, as marcas precisam expressar de forma clara seus valores, comportamentos e missão. O público se conecta com autenticidade, e não apenas com produtos ou serviços. A essência da marca deve ser demonstrada na prática, e não apenas em discursos.

2 – Saber: Compartilhar conhecimento e expertise, oferecendo conteúdos que resolvam problemas e agreguem valor ao público.

3 – Vender: Apenas depois de construir autoridade e relacionamento é que a oferta de produtos ou serviços se torna mais natural e eficaz. Quando a marca já demonstrou quem é e o que sabe, a venda passa a ser consequência.

Ou seja, antes de falar sobre o que vende, a marca precisa mostrar o que é e o que sabe. Essa abordagem gera mais conexão e engajamento, tornando a presença digital mais forte.

Além disso, algumas estratégias ainda podem ajudar a ampliar o alcance orgânico sem depender exclusivamente de anúncios pagos:

Aposta no conteúdo de valor: Publicações que geram interação genuína, como enquetes, perguntas e debates, ainda conseguem um bom alcance.

Uso estratégico de Reels e Shorts: Formatos curtos e dinâmicos, especialmente os que seguem trends, continuam sendo impulsionados pelas plataformas.

Comunidade e engajamento: Criadores que fortalecem o relacionamento com sua audiência – respondendo comentários, interagindo nos Stories e incentivando a participação – tendem a manter um alcance mais estável.

SMO (Social Media Optimization) para redes sociais: O uso de palavras-chave na bio, legendas e hashtags certas ajuda a melhorar a descoberta do conteúdo.

Exploração de novas plataformas: À medida que redes como TikTok e LinkedIn ajustam seus algoritmos, novos espaços podem surgir com melhores oportunidades de alcance orgânico.

Exploração de novas plataformas: Ao invés de apostar tudo em uma única rede, como Instagram, é essencial diversificar a presença digital. Plataformas como TikTok, Pinterest, LinkedIn, X, Threads e YouTube oferecem novas vitrines para os negócios.

Cada rede social que surge é uma nova vitrine para o seu negócio. Todas elas são indexadas pelo Google e, ao distribuir conteúdo para diversas plataformas, sua presença digital se torna mais robusta. Infelizmente, muitos ainda enxergam marketing digital como sinônimo de Instagram, o que limita o potencial de crescimento. Apostar apenas em uma rede pode ser arriscado, pois qualquer mudança no algoritmo pode impactar diretamente os resultados.

O cenário atual deixa claro que o alcance orgânico não voltará ao que era antes. No entanto, isso não significa que ele vá desaparecer completamente. O desafio para marcas e criadores será equilibrar investimentos em mídia paga com estratégias que mantenham sua relevância e conexão com o público, garantindo que sua mensagem continue chegando às pessoas certas – com ou sem investimento em anúncios.

*Vinícius Taddone é diretor de marketing e fundador da VTaddone® www.vtaddone.com.br

Estratégias para escalar negócios digitais com sucesso

Em meio à transformação digital e à intensa competitividade do mercado, empreendedores têm apostado em estratégias bem definidas para conquistar e expandir seus negócios online. Dados do Sebrae indicam que 48% das pequenas empresas encerram suas atividades devido à falta de controle financeiro, evidenciando a necessidade de uma gestão planejada para garantir a sustentabilidade empresarial.

Especialistas afirmam que, para escalar negócios digitais, é essencial estabelecer metas precisas e monitorar rigorosamente o fluxo de caixa. Matheus Beirão, empreendedor de destaque no setor, ressalta que “o fluxo de caixa funciona como um radar para identificar sazonalidades e antecipar períodos de baixa ou alta nas vendas”. A trajetória da Queima Diária, plataforma de saúde e bem-estar que faturou mais de R$500 milhões sem captar investimentos externos, demonstra na prática como o controle financeiro aliado a um planejamento estratégico robusto pode transformar uma ideia em um grande player do mercado.

Além do rigor na gestão das finanças, a criação de roadmaps de desenvolvimento e o alinhamento efetivo das equipes se mostram fundamentais para ajustar campanhas de marketing, planejar expansões e evitar decisões precipitadas que possam comprometer o crescimento sustentável. Essa abordagem, que alia análise de dados a decisões estratégicas, tem se mostrado decisiva para a evolução de startups e empresas digitais.

Outra tendência relevante é o avanço da educação online. Com previsões de que o setor de e-learning pode alcançar US$ 457,8 bilhões até 2026, a estruturação de cursos e mentorias exige a definição de um nicho de mercado e a organização de conteúdos de forma didática. Beirão destaca a importância de escolher temas com demanda e planejar as aulas de modo a proporcionar uma experiência de aprendizado escalável e rentável.

O investimento em planejamento estratégico se configura como diferencial para transformar negócios emergentes em referências consolidadas no mercado digital. A disciplina na gestão financeira, o planejamento detalhado e o alinhamento de equipes são elementos imprescindíveis para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades desse setor em constante evolução.

Além da gestão financeira, o investimento em tecnologia e inovação vem se consolidando como pilar essencial para a evolução dos negócios digitais. Ferramentas que integrem sistemas de análise de dados e gestão operacional permitem uma visão holística do desempenho, facilitando a identificação de oportunidades e riscos em tempo real. Essa digitalização dos processos não só otimiza a eficiência interna, mas também oferece insights estratégicos fundamentais para ajustar campanhas e operações conforme as tendências do mercado.

O papel da liderança se mostra decisivo nesse contexto. Empresários que conjugam visão estratégica com gestão colaborativa criam ambientes propícios à inovação e ao crescimento sustentável. “Ao fomentar a capacitação contínua de suas equipes e estabelecer uma cultura de aprimoramento constante, as empresas transformam desafios em oportunidades, fortalecendo sua posição competitiva e ampliando sua capacidade de resposta diante de mudanças abruptas”, afirma Beirão.

A experiência do cliente também é  um diferencial competitivo imprescindível. Em um mercado onde a oferta de serviços e produtos digitais é cada vez mais diversificada, oferecer uma jornada personalizada e integrada pode fidelizar consumidores e transformar usuários em defensores da marca. Essa estratégia, aliada a um planejamento financeiro robusto e à constante inovação, estabelece as bases para o crescimento escalável e sustentável dos negócios digitais.

OSB Software e BrowserStack unem forças para impulsionar a IA e a eficiência na TI corporativa

A OSB Software, um dos principais nomes no fornecimento de soluções de tecnologia B2B no Brasil, reforça sua parceria estratégica com a BrowserStack, líder global em plataformas de testes em nuvem para desenvolvedores. O objetivo é o de revolucionar a automação de testes e a eficiência da TI no competitivo mercado corporativo por meio de agentes de inteligência artificial. 

A aliança oferece ao mercado brasileiro uma proposta de valor diferenciada para empresas que buscam excelência e agilidade na sua esteira de desenvolvimento de software, elementos cruciais para se manterem relevantes em um cenário digital em constante transformação.

Segundo Renato Censi, Diretor de Tecnologia da OSB Software e co-fundador da Loonar, a parceria é importante para fortalecer a competitividade da empresa e ampliar o valor agregado de suas soluções. “Queremos estabelecer colaborações estratégicas contínuas e essa parceria com a BrowserStack é uma delas, pois visa oferecer as condições mais vantajosas e fomentar a inovação no domínio da inteligência artificial e da tecnologia de forma geral. Estamos empenhados em introduzir soluções inovadoras e tecnologias emergentes no mercado brasileiro, ampliando nosso portfólio com um espírito de pioneirismo”, explica.

O executivo afirma, ainda, que um dos diferenciais da BrowserStack neste momento é contar com dezenas de  agentes de inteligência artificial integrados à sua esteira de testes automatizados, liberando horas dos times um imenso custo operacional.

Para Maiko da Rocha, executivo de Contas Empresariais da BrowserStack, ressalta o impacto positivo da aliança nos negócios da empresa, que já demonstra um crescimento significativo no mercado brasileiro. “A BrowserStack já se destaca no mercado tecnológico por sua robustez e confiabilidade, fatores que representam um diferencial competitivo essencial. Por meio dessa parceria, estamos intensificando nossos investimentos em inteligência artificial, lançando produtos que incorporam tecnologias de ponta. A IA está no centro das melhorias significativas da plataforma, com avanços notáveis em acessibilidade e a otimização dos ciclos de teste, culminando em maior produtividade e redução de tempo e custos para nossos clientes”, afirma. 

A próxima década é da IA

Renato complementa que a crescente demanda por eficiência no desenvolvimento de software e pela necessidade de ambientes de TI mais ágeis e inteligentes, a OSB Software posiciona-se como uma aliada estratégica para empresas que buscam tecnologias de ponta, destacando a inteligência artificial como peça-chave para a inovação. “A IA será um diferencial crucial na próxima década para a eficiência em TI, e nosso objetivo é proporcionar essa e outras tecnologias emergentes que ajude empresas brasileiras a acelerar na nova era da transformação digital, democratizando novas tecnologias”, reforça.

Case de sucesso: acessibilidade no BV

O BV (antigo Banco Votorantim) já utiliza as ferramentas da BrowserStack para garantir a acessibilidade de seus produtos. Juliana Jacques, coordenadora de qualidade do BV, explica que a empresa integra a acessibilidade ao ciclo de desenvolvimento desde o início. “Com as soluções da BrowserStack, analisamos o protótipo, o contraste, o tamanho da fonte e a navegação em tela, identificando vulnerabilidades no código ainda durante a criação do produto.”

Jacques destaca a importância da IA na identificação precoce de problemas, economizando tempo e custos. No entanto, ela ressalta que o feedback de usuários reais, especialmente pessoas com deficiência, continua sendo fundamental para aprimorar a experiência do usuário. “A tecnologia, a inteligência artificial e as ferramentas potencializam a inteligência humana. Empresas e equipes que se aproveitarem dessa realidade no contexto atual certamente irão expandir sua competitividade”, conclui.

Semana do Consumidor: a importância de uma boa estratégia de vendas para o seu negócio

A Semana do Consumidor tornou-se um evento significativo para comerciantes e consumidores. Esse período oferece uma oportunidade valiosa para as empresas não só promoverem seus produtos e serviços, mas também fortalecerem seu relacionamento com os clientes. Para isso, ter uma estratégia de vendas bem planejada é essencial para aproveitar ao máximo as vantagens dessa data. 

O período atrai uma atenção considerável, pois coincide com o momento em que os consumidores estão em busca de descontos e promoções vantajosas. Para as empresas, essa é uma excelente oportunidade de captar novos clientes, além de fidelizar os existentes. No entanto, essa chance pode ser desperdiçada se não houver uma estratégia de vendas bem definida.

Para isso, as marcas precisam pensar não só nos preços, mas também na experiência de compra. O comportamento do consumidor está mudando, e os clientes buscam mais do que um simples desconto: querem um atendimento diferenciado, opções de pagamento facilitadas e um serviço pós-venda de qualidade.

Uma estratégia de vendas eficaz na Semana do Consumidor deve estar centrada no atendimento ao cliente. Oferecer uma experiência personalizada, onde cada cliente se sinta único, é um passo crucial para criar uma relação de confiança. Isso pode ser alcançado por meio de um bom atendimento online, com respostas rápidas, promoções direcionadas com base no histórico de compras ou até mesmo um serviço de atendimento ao cliente que seja acessível e eficiente.

Além disso, utilizar ferramentas de análise de dados para entender as preferências e comportamentos de compra do seu público é uma vantagem estratégica importante. Isso permite que a empresa crie campanhas mais assertivas e ofereça promoções que realmente interessem ao seu público-alvo.

Embora o desconto seja um atrativo importante durante a Semana do Consumidor, a criação de pacotes promocionais, como combos de produtos ou serviços adicionais sem custo extra, pode agregar muito mais valor à compra. Oferecer condições especiais, como frete grátis ou facilidade no parcelamento, pode ser um diferencial relevante para que o cliente tome a decisão de compra de forma mais rápida.

Além disso, trabalhar com um mix de produtos e serviços complementares à venda principal pode ampliar o ticket médio e gerar mais lucro para o negócio, sem a necessidade de grandes descontos.

Durante a Semana do Consumidor, a comunicação é fundamental. As empresas precisam ser claras e transparentes sobre as condições das promoções, os prazos de entrega e as formas de pagamento. As ofertas devem ser destacadas em todos os canais de comunicação, como redes sociais, e-mail marketing, e anúncios digitais, com uma linguagem que seja simples e objetiva.

Além disso, é importante manter a comunicação ativa durante toda a jornada de compra do cliente. Informar sobre o status do pedido, solucionar dúvidas rapidamente e garantir que o processo de pagamento e entrega seja eficiente são etapas que não podem ser negligenciadas.

O trabalho da empresa não termina quando o cliente faz a compra. A pós-venda é uma etapa importante para garantir a fidelização. Após a Semana do Consumidor, as empresas devem continuar a nutrir esse relacionamento com o cliente, oferecendo um bom atendimento, enviando conteúdos relevantes e fazendo o acompanhamento da satisfação com o produto ou serviço adquirido.

A fidelização pode ser alcançada de diversas formas, como oferecendo descontos exclusivos para clientes que compraram durante a Semana do Consumidor, ou realizando programas de pontos ou benefícios. Isso cria um vínculo duradouro com o consumidor e aumenta as chances de ele retornar e indicar sua marca para outras pessoas.

A Semana do Consumidor representa uma oportunidade única para as empresas se destacarem no mercado e fortalecerem sua base de clientes. No entanto, o sucesso dessa data não está apenas nos descontos oferecidos, mas na criação de uma estratégia de vendas que considere todos os aspectos da experiência de compra do cliente. Desde a personalização do atendimento até o cuidado com a comunicação e o pós-venda, cada etapa tem um papel fundamental na construção de uma relação de confiança e satisfação com o consumidor. Por isso, investir em uma estratégia bem planejada é o caminho para aproveitar todo o potencial dessa data e garantir resultados positivos para o seu negócio.

Tecnologias antifraudes podem evitar perdas de até R$ 1,5 bilhão em datas como Dia do Consumidor, segundo projeção da Serasa Experian

Com datas comerciais como Dia do Consumidor, cresce a movimentação no comércio on-line e físico, tornando o período um dos alvos preferidos dos golpistas. Em março de 2025, o Brasil pode registrar 36 mil tentativas de fraude por dia que, se efetivados, são capazes de gerar prejuízos superiores a R$ 220 milhões. O total para a semana da data promocional seria de 250 mil ocorrências malsucedidas e R$ 1,5 bilhão em perdas financeiras. 

Os dados são uma projeção baseada no Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, que registra as ocorrências evitadas por tecnologias de autenticação e prevenção. O diretor de Autenticação e Prevenção a Fraudes da Serasa Experian, Caio Rocha, destaca que datas promocionais atraem não apenas consumidores, mas também criminosos, que aproveitam o aumento das compras para aplicar golpes como clonagem de cartões, roubo de dados e falsificação de anúncios e lojas virtuais. 

“Muitos consumidores são atraídos por ofertas falsas, por exemplo, e caem no golpe por impulso. Para evitar prejuízos, é essencial desconfiar de descontos excessivos, verificar a credibilidade dos sites e adotar práticas seguras nas transações. Com golpes cada vez mais sofisticados, informação e prevenção são indispensáveis para garantir compras seguras e aproveitar as promoções sem riscos”, alerta Caio Rocha.

Para evitar prejuízos no Dia do Consumidor, tanto em compras on-line como presenciais, confira as recomendações essenciais da Serasa Experian:

Como evitar fraudes em compras on-line:

• A reputação da loja deve ser pesquisada em sites de avaliação e redes sociais antes de realizar qualquer pagamento; é importante desconfiar de promoções muito abaixo do preço de mercado, pois podem esconder fraudes;

• Não se deve clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS ou WhatsApp. O ideal é sempre acessar sites digitando o endereço diretamente no navegador;

• Recomenda-se utilizar cartões virtuais para compras na internet e evitar salvar dados de pagamento em sites desconhecidos;

• Deve-se ativar a autenticação em duas etapas em aplicativos financeiros para evitar acessos indevidos;

• Cartões e documentos precisam ser mantidos protegidos, evitando deixá-los expostos ou entregá-los a terceiros;

• O cartão não deve ser perdido de vista ao realizar pagamentos em lojas, restaurantes ou ambulantes, pois a troca e o roubo de senhas ainda é um golpe comum;

• Após a transação, é essencial conferir o cartão e cobrir o teclado ao digitar a senha;

• Senhas ou códigos de autenticação não devem ser compartilhados, mesmo que a solicitação pareça vir do banco;

• Antes de realizar um Pix ou transferência, é fundamental confirmar a identidade do destinatário pessoalmente ou por ligação para evitar golpes de clonagem.

Recomendações para as empresas:

• Investir em tecnologias de prevenção à fraude para proteger a integridade e a segurança das operações da sua empresa;

• Em um ambiente de negócios cada vez mais digital e interconectado, onde as fraudes evoluem e se ampliam rapidamente a prevenção à fraude em camadas não é apenas uma boa prática, mas uma necessidade estratégica;

• Garantir a qualidade e a veracidade dos dados das soluções de prevenção à fraude a partir de soluções que se aprimorem constantemente diante das mudanças e ameaças das fraudes;

• Entender profundamente o perfil do usuário e busque constantemente minimizar pontos de fricção em sua jornada digital, garantindo uma experiência fluida e sem comprometer a segurança;

• Utilizar a prevenção à fraude como uma alavanca para gerar receita, implementando uma orquestração inteligente de soluções que maximize a segurança, reduzindo perdas e permitindo uma experiência de compra mais ágil e confiável para o cliente.

CEO do futuro: qual cargo pode levar a essa cadeira?

A construção de carreira para chegar à cadeira de CEO não é ortodoxa. Para se tornar o capitão que comandará a empresa e seus tripulantes, existe uma dinâmica natural de crescimento necessária de ser passada para que este profissional desenvolva as valências precisas para se conectar e inspirar as equipes, as direcionando conforme os objetivos desejados. Mas, a grande pergunta que os ambiciosos a esta posição fazem é: qual a melhor forma de atingir esse cargo? E, quais outras experiências precisam ter para contribuir com essa jornada?

Muitos estudos indicam que grande parte dos CEOs atuais ocuparam, anteriormente, a função de CFO. De fato, essa é uma cadeira bastante vantajosa competitivamente rumo a posição de CEO, e costuma ser a via mais lógica para isso.

O Chief Financial Officer é quem costuma ter a “chave do cofre” das empresas. Ele acompanha a área comercial do empreendimento, os projetos internos, e mantém relacionamentos bancários importantes para a saúde econômica corporativa. Por lidar com responsabilidades mais sensíveis às operações empresariais e ter acesso a informações de alto grau de relevância interna, é o que o torna, por consequência, um dos profissionais com maior grau de credibilidade e penetração internamente, quando comparado aos outros executivos.

Como tem um viés mais técnico em suas responsabilidades, normalmente, se cercam de pessoas estratégias de outras áreas (comercial, marketing, vendas etc.) para auxiliá-lo rumo à progressão ao cargo CEO – todas essas, características que justificam a maior predominância de CFOs antecessores ao Chief Executive Officer.

Contudo, por mais que essa dinâmica acabe prevalecendo e sendo a mais “natural” do mercado, não é um processo científico e rígido de ser seguido, não excluindo outras pessoas de outras áreas a atingirem essa posição. Na prática, aqueles que desejarem percorrer essa trajetória deverão se preocupar, muito além de desenvolver as habilidades técnicas precisas, se aprimorar como líder de pessoas e de processos, tendo a capacidade de inspirar e fazer entregas para ascender ao longo do tempo para cadeiras mais seniores, deixando de ser um profissional vertical para um transversal.

Afinal, um bom CEO deverá ter uma visão estratégica e minuciosa acerca de todas as áreas da empresa. Mesmo não dispondo de um amplo conhecimento e aprofundamento em todas, precisará enxergar o todo com inteligência e saber fazer as coisas acontecerem. Isso, além de se cercar de pessoas estratégias que o auxiliem nessa tomada de decisões, nas quais confie para entender, com melhor assertividade, tudo que está acontecendo internamente para que saiba o que fazer a fim de melhorar os resultados conquistados.

É inegável o destaque do cargo de CEO como um dos mais cobiçados do mercado em termos de progressão de carreira. Apesar de, por muito tempo, ter sido apenas visto como uma posição que traria enormes bônus a seus ocupantes, hoje essas referências também trazem e elucidaram seu ônus – não apenas em termos de responsabilidade, como também da solidão de ocupá-lo, no que condiz sua tomada de decisões e relevância para a progressão e prosperidade corporativa.

Essa maior clareza, por mais que também tenha feito com que muitas pessoas deixassem de desejar, fortemente, a ocupar esse cargo, foi um movimento extremamente positivo de despertar a autorreflexão individual do que querem em suas trajetórias profissionais.

Aos que almejam se tornar um CEO, é preciso ter claro em mente as complexidades das responsabilidades desta posição, para que, ao se depararem com qualquer encruzilhada, não tendam a abandonar do navio ao invés de terem resiliência e persistência para driblar as dificuldades e alavancar a empresa em seu segmento. É, de fato, uma cadeira solitária, mas que, aos que realmente quiserem aceitar o desafio, pode trazer vantagens excepcionais para seu renome no mercado.

Conversa humanizada com agilidade de IA: tecnologia reduz tempo de resposta em 40%, mostra levantamento

Em 2025, a IA deve assumir o controle de 95% das interações no atendimento ao cliente, de acordo com uma projeção da Servion Global Solutions. Uma das razões para esse movimento é o ganho de eficiência que a automação gera para o atendente, que consegue poupar pelo menos duas horas por dia e ainda aumentar a produtividade em 14%, segundo a pesquisa “The State of AI”, da Hubspot.

Assim como acontece com um operador humano, o chatbot recebe as informações do cliente, “raciocina” em busca da melhor solução e oferece uma resposta ao consumidor. A diferença é que a tecnologia proporciona ao atendente uma redução de 75% no tempo de leitura e de 40% no tempo de resposta, segundo dados da NeoAssist, plataforma referência em atendimento omnichannel e uma das primeiras empresas brasileiras a pensar em uma jornada completa de conversação omnichannel.

O diferencial competitivo das empresas que utilizam IA no atendimento aos clientes é garantir a responsabilidade colaborativa entre a Inteligência Artificial e o operador humano. “IA agrega velocidade e eficiência, além de trazer insights que podem ser usados na estratégia corporativa. Enquanto isso, os atendentes ficam responsáveis pelas interações e resolução de problemas mais complexos, além de garantirem o toque humano, fundamental para a construção da confiança com os clientes”, explica William Dantas, Diretor de Dados da NeoAssist.

Atendendo grandes marcas, como Malwee e Usaflex, que ganharam o Prêmio Reclame Aqui 2024, a empresa desenvolveu a Núb.ia, sua IA multifuncional. Ela resume conversas, sugere respostas com base nas interações entre o cliente e o atendente, e ainda analisa o sentimento do consumidor. Para fazer essa análise em tempo real, a Núb.ia estuda o tom de voz, o ritmo, a entonação, a escolha de palavras e até as pausas na fala para entender o estado emocional do cliente e auxiliar o operador. 

“A Núb.ia foi pensada por brasileiros para resolver os problemas dos brasileiros. A solução já ajudou times de CX a reduzirem em até 47% o tempo de resolução de um atendimento, o que é um grande avanço no mercado nacional”, revela Dantas, da NeoAssist. O especialista aponta que, do mesmo jeito que é importante treinar pessoas, é igualmente necessário “treinar” a inteligência artificial considerando contextos sociais, culturais e linguísticos, que podem garantir respostas mais adequadas para cada cliente, seja por voz ou por mensagens de texto. 

Assim, a vantagem dos sistemas baseados em IA é que, a cada nova interação, eles podem aprender, se adaptar e evoluir progressivamente, garantindo um “atendimento humano” sem o contato direto com pessoas de verdade. Isso é resultado do Processamento de Linguagem Natural (PLN), da Compreensão de Linguagem Natural (NLU) e da Geração de Linguagem Natural (NLG), recursos que proporcionam interações semelhantes às humanas.

Outro progresso notável da IA no atendimento ao cliente é justamente a análise preditiva com base em dados, padrões de comportamento e feedbacks, que possibilita às empresas antecipar problemas e encontrar soluções antes mesmo de a demanda aparecer. O resultado é um serviço proativo, personalizado e altamente resolutivo, capaz também de classificar e transferir atendimentos que exijam ajuda extra, considerando o grau de urgência do contato.

As marcas que mais engajaram no Carnaval 2025, na indústria de Perfumaria e Cosméticos

A Winnin, plataforma que utiliza IA proprietária para mapear tendências culturais a partir do consumo de vídeos na internet, acaba de lançar um ranking com as marcas de Perfumaria e Cosméticos que mais capturaram a atenção durante o Carnaval 2025. A pesquisa revela como elas conseguiram conquistar relevância na conversa pública.

Com base nos dados, Natura, Avon e O Boticário dominaram o pódio entre as marcas de Perfumaria & Cosméticos no Carnaval deste ano.

Conteúdos Owned, Earned, e Paid sobre o tema Carnaval no Instagram, TikTok, Facebook e YouTube de 01/03 a 09/03. Brasil. Todos os gêneros e idades. 

Patrocinadora de alguns dos principais camarotes em São Paulo, Salvador e Olinda, a Natura reuniu um time estrelado por Milton Cunha, Taís Araújo e Isabelle Nogueira, fazendo uma grande aposta nos vídeos – e a estratégia funcionou. A marca foi a que mais capturou atenção no digital e se destacou como a mais lembrada entre os foliões.

Olhando exclusivamente para User Generated Content (UGC), três marcas tiveram destaque no ranking, Natura (289K), O Boticário (78K) e L’Oréal Paris (49K).

Esses dados mostram como o poder das comunidades potencializa o alcance das marcas de beleza. Quem Disse, Berenice e O Boticário se destacaram também com um desempenho expressivo: o engajamento dos conteúdos gerados por usuários foi quase 17x maior do que o dos vídeos publicados pelas próprias marcas, reforçando a relevância da participação do público na amplificação das mensagens.

Vale destacar ainda, que sem um único vídeo próprio, a L’Oréal Paris conquistou o 4º lugar em engajamento total no Carnaval, apostando 100% no poder do UGC e de influenciadores como Lore Improta, Laura Britto, Luisa Perisse e Kenya Borges.

O estudo também ressalta as principais abordagens que impulsionaram o sucesso dessas campanhas. Além disso, indica de que forma essas tendências podem orientar futuras ações de marca, destacando a necessidade de desenvolver campanhas que combinem entretenimento, vínculo emocional e relevância cultural.

Metodologia ágil aplicada em marketing e RH ajuda empresas a aumentar produtividade e resultados

Uma mesma ferramenta, aplicada às empresas, é capaz de mapear e planejar o marketing além de tornar a gestão de recursos humanos mais eficiente. Conhecida como Scrum, a metodologia ágil ajuda na produtividade e organização de projetos com equipes multidisciplinares, trabalhando a visão e o objetivo da organização de uma maneira integral, com todos os colaboradores interligados àquela determinada área. Jéssica Fahl Ribeiro, formada em marketing e propaganda, especialista em gestão estratégica, e o sócio Guilherme Silva, formado em administração e especialista em recursos humanos, ambos da Forward, aplicam esse tipo de metodologia em empresas onde dão consultoria.

“O Scrum é uma metodologia ágil que ajuda muito na produtividade e organização de projetos com equipes multidisciplinares, ou seja, a gente consegue trabalhar a empresa inteira em prol do seu objetivo principal, da visão”, ressalta Jéssica. De acordo com ela, dessa maneira é possível pensar em questões como divulgar um novo produto, alcançar novos mercados, posicionar uma marca com um diferencial competitivo, além de ajudar a fazer uma empresa que “não existe”, “existir”. “Todos esses objetivos trazemos dentro do Scrum e montamos um planejamento de uma forma que seja executável”, diz.

Jéssica explica que esse tipo de aplicação metodológica se diferencia das consultorias tradicionais porque leva em conta a realidade do empresário. “Essa metodologia que a gente usa é colaborativa. A gente consegue incluir desde a pessoa da operação, o gerente e o dono para fazer o planejamento, o plano de ação e fazer com que essa empresa toda se organize para alcançar os resultados, os objetivos traçados. A gente faz isso com o Scrum, utilizando ferramentas de reunião diária, de priorização, de gestão à vista”, pontua a especialista. “Nesse método participativo, o empresário, além de mapear e planejar também vai aprender sobre a própria empresa, assim como irá aprender na prática sobre fundamentos de marketing, de negócios, de administração, de estratégia, de inovação.”

Quando for preciso, é possível aplicar essa metodologia de maneira híbrida. “Aplicar o Scrum não precisa ser presencial. Existem ferramentas como o Trello, entre outros softwares de gestão de projetos que permitem realizar essa gestão no trabalho híbrido, no trabalho remoto e no presencial. O que a gente precisa é colocar as informações de uma forma visível e fazer o acompanhamento dessa equipe”, orienta Jéssica.

RH

Em relação aos recursos humanos de uma empresa, Guilherme Silva observa que as são metodologias ágeis como o Scrum podem tornar a gestão de RH muito mais eficiente, colaborativa e adaptável. “Seja para projetos de recrutamento, integração de novos colaboradores ou desenvolvimento de talentos, conseguimos definir ciclos curtos para entrega de valor, de projetos ou de tarefas. “O principal objetivo é a atuação do facilitador como parceiro de negócios, transformando a área de recursos humanos em um ponto estratégico da organização. A empresa poderá faturar mais e crescer de forma sustentável, mas isso será consequência de um time engajado, comprometido e alinhado à estratégia organizacional”, ressalta o especialista.