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Amazon Oficializa o Fim do Home Office no Brasil e Retorno ao Trabalho Presencial

A Amazon anunciou oficialmente o fim do home office no Brasil, determinando o retorno ao regime presencial para seus 18 mil funcionários no país. A decisão segue a diretriz da matriz norte-americana, que já havia estabelecido o retorno aos escritórios desde setembro de 2024.

Detalhes da Decisão

Em comunicado, a Amazon afirmou que, embora a exigência do trabalho presencial seja a nova regra, casos específicos ainda podem ser analisados individualmente. “Atualmente, a empresa está retornando de acordo com as suas possibilidades estruturais locais, em conjunto com os funcionários e seus gestores, para casos particulares”, afirmou a companhia em nota.

A Amazon opera no Brasil com 12 centros de distribuição em sete cidades, diversas estações de entrega e dois escritórios corporativos em São Paulo, além de administrar data centers e centros de tecnologia.

Impacto e Expansão

Além da reestruturação interna, a Amazon planeja expandir sua equipe este ano, abrindo 480 novas vagas nas áreas de tecnologia, finanças, marketing, recursos humanos e supply chain. A empresa também reduziu recentemente as taxas de comissão para vendedores parceiros, buscando atrair mais comerciantes e ampliar a oferta de produtos com preços mais competitivos.

Concorrência no E-commerce

O ajuste ocorre em um cenário de disputa acirrada no e-commerce nacional, especialmente com a Shopee, que superou a Amazon e se tornou o segundo marketplace mais acessado do Brasil em 2024, ficando atrás apenas do Mercado Livre. De acordo com um relatório do Itaú BBA, a Shopee faturou mais de R$ 60 bilhões no Brasil no último ano, o dobro da Amazon, consolidando-se como um forte concorrente.

A empresa de Singapura tem apostado em preços acessíveis e novas estratégias de venda, como o live commerce, onde vendedores comercializam seus produtos durante sessões de streaming na plataforma, para impulsionar suas operações.

Cenário do E-commerce no Brasil

Apesar da concorrência, o setor brasileiro de e-commerce ainda apresenta espaço para crescimento. Enquanto nos países asiáticos as vendas online representam cerca de 40% do varejo, no Brasil essa fatia ainda não ultrapassa 12%. A Amazon conta com 78 mil parceiros de venda, sendo 99% deles pequenas e médias empresas (PMEs), que comercializam mais de 18,4 milhões de produtos listados no site.

Com informações de SINDPD

Reforma Tributária: Sistemas fiscais são fundamentais para garantir conformidade e evitar prejuízos

A Reforma Tributária no Brasil, sancionada em 2024, trouxe diversas mudanças no sistema fiscal, impactando diretamente as empresas. Agora, elas precisarão ajustar contratos, sistemas, cálculos tributários, operações recorrentes e processos logísticos para garantir conformidade com as novas regras. Uma das principais mudanças é a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI. Essa unificação tem por objetivo reduzir a complexidade do sistema tributário e facilitar o cumprimento das obrigações fiscais.

Com a transformação, a adaptação ao novo regime tributário se tornou uma das maiores preocupações das empresas. Segundo uma pesquisa realizada pela Deloitte, 60% das companhias que adotaram soluções tecnológicas para gestão tributária conseguiram reduzir em até 30% o tempo dedicado ao cumprimento de suas obrigações fiscais. A digitalização e a automação, por exemplo, são ferramentas-chave para garantir que elas se ajustem rapidamente à reforma e ainda reduzam riscos e custos operacionais.

“Soluções complementares aos ERPs, como sistemas especializados em compliance fiscal, serão essenciais nesse processo, podendo auxiliar as empresas a automatizar o cálculo de tributos, garantir a atualização automática das alíquotas e reduzir erros em obrigações acessórias”, afirma Marcos Tadeu Junior, CEO da Invent Software.

Além disso, o uso de inteligência artificial e machine learning em soluções fiscais pode otimizar ainda mais a análise tributária, tornando o processo mais eficiente e preciso, minimizando os riscos de erros e autuações. Essas tecnologias são essenciais para automatizar tarefas repetitivas e garantir que a empresa possa se adaptar às constantes mudanças na legislação tributária.

Com a transição gradual entre 2026 e 2033, a Reforma Tributária busca corrigir distorções no sistema atual e aumentar a competitividade do Brasil, que, segundo o Banco Mundial, ocupa a 184ª posição no ranking de facilidade de pagamento de impostos.

Marcos ressalta que o processo de aquisição dos sistemas e add-ons necessários para adaptar as empresas à nova legislação pode levar meses, dependendo da complexidade das soluções. Por isso, ele recomenda que as empresas comecem a se preparar quanto antes, visto que a Reforma Tributária começará a valer em 2026. “Investir em soluções tecnológicas complementares agora é fundamental para garantir a conformidade e eficiência das operações no longo prazo”, conclui.

Com projetos multi cloud, Backlgrs cresce 158% e projeta expansão em 2025

Impulsionar negócios por meio de estratégias estruturadas em nuvem assertivas. Com essa proposta, a Backlgrs apresentou um crescimento de 158% no último ano. Considerada uma das principais especialistas em Salesforce no Brasil, a startup conquistou grandes players e já projeta expandir sua atuação em 2025.

Mais de 73% das indústrias de médio e grande porte no Brasil utilizaram pelo menos uma tecnologia avançada nos últimos três anos, segundo o IBGE. A mais adotada entre elas foi a computação em nuvem, tendo a aderência de 73,6% das empresas. Dentro deste cenário de alta demanda no mercado brasileiro, a Backlgrs pretende ampliar seu portfólio de produtos e serviços de multi cloud, passando agora a oferecer implementação e sustentação integrada, que permitirá que empresas de diferentes segmentos acelerem sua jornada para a nuvem com maior flexibilidade, eficiência operacional e conformidade com padrões globais de segurança e desempenho

“A adoção de soluções multi cloud deixou de ser uma opção e se tornou um fator crítico para a escalabilidade e resiliência operacional das empresas. Nosso crescimento reflete a capacidade da Backlgrs de entregar arquiteturas robustas, integradas e personalizadas, garantindo alta performance e segurança para nossos clientes”, afirma Guilherme de Carvalho, CEO da Backlgrs.

Além da ampliação do portfólio, a Backlgrs segue investindo no aprimoramento de suas soluções e no fortalecimento de parcerias estratégicas para entregar projetos cada vez mais escaláveis e integrados. A empresa também tem ampliado sua atuação em arquiteturas nativas em nuvem, automação de processos empresariais e segurança cibernética, garantindo que seus clientes possam não apenas migrar, mas operar com eficiência em ambientes multi cloud. 

“Nossas novas soluções permitirão maior flexibilidade e integração entre diferentes ambientes cloud, suportando desde workloads críticos até aplicações nativas em nuvem, sempre com foco em escalabilidade e compliance”, finaliza Carvalho.

Expansão e World Tour Salesforce

A expansão da Backlgrs já está refletindo em novas oportunidades de crescimento dentro da empresa. Com o objetivo de fortalecer sua equipe e suportar a ampliação do portfólio de soluções, a empresa anuncia a abertura de vagas para Coordenador Comercial, Analista de Marketing Sênior, Gerente de Projetos Sênior, Tech Lead SFDC, Tech Lead SFCC e Project Owner Salesforce. Esses novos profissionais terão um papel fundamental na consolidação da empresa como referência em integração multi cloud e soluções avançadas em Salesforce, apoiando clientes na otimização de suas operações e na adoção de tecnologias inovadoras.

Além disso, a Backlgrs reforça sua presença global ao participar do Salesforce World Tour, que acontece em São Paulo e reúne os principais especialistas e empresas do setor para debater tendências, inovações e boas práticas na adoção de nuvem. A participação no evento reforça o compromisso da empresa em se manter na vanguarda da transformação digital, acompanhando as evoluções do ecossistema Salesforce e conectando-se com players estratégicos para impulsionar ainda mais seu crescimento.

Oriente Médio: O Oásis da Inovação no Deserto Digital

Oriente Médio está rapidamente se consolidando como um dos principais centros globais de inovação e empreendedorismo, transformando-se em um verdadeiro oásis para startups e empresas de tecnologia no coração do deserto. Dubai, nos Emirados Árabes Unidos e o Catar têm demonstrado um compromisso com o futuro, investindo massivamente em infraestrutura, tecnologia e educação para criar um ecossistema de inovação vibrante e dinâmico.

Um exemplo claro desse compromisso são o Dubai Step Conference e a Web Summit no Quatar eventos que aconteceram em fevereiro onde não apenas networking aconteceram, mas a criação de uma plataforma crucial para startups que buscam investimentos e parcerias estratégicas. Em ambas as feiras  foram abordados temas como: Fundadores e Financiadores, AdTech 2.0, Fintech para PMEs, e IA, LLMs e Nuvem. As feiras abordaram os temas mais quentes e relevantes do momento. Essa diversidade de tópicos reflete a amplitude do ecossistema de inovação do Oriente Médio, que não se limita a um único setor, mas abraça uma variedade de indústrias disruptivas.

O governo de Dubai vem criando zonas econômicas especiais e oferecendo incentivos atraentes para empresas inovadoras. A Dubai Integrated Economic Zones Authority (DIEZ), por exemplo, através da Dubai CommerCity, está abrindo portas para startups brasileiras expandirem suas operações no Oriente Médio. Essa iniciativa não apenas facilita a entrada de empresas estrangeiras no mercado local, mas também promove a troca de conhecimentos e tecnologias entre diferentes regiões do globo.

Esse influxo de talentos e capital tem alimentado o crescimento de setores como fintech, inteligência artificial, e comércio eletrônico, posicionando Dubai como um hub de inovação de classe mundial.Dubai está rapidamente se tornando um modelo de como uma cidade pode se reinventar e se posicionar sempre à frente quando o assunto é  inovação global. 

Já o Catar,  representou 6% das negociações em toda a região do Golfo em 2023, com investimentos de capital de risco em suas startups totalizando 43 milhões de riais catarianos (US$ 11 milhões).

Desde 2024 por meio do Banco de Desenvolvimento do Catar (QDB), criou um programa que oferece financiamento de até US$ 500.000 para startups em estágio inicial que buscam estabelecer uma presença no Catar e até US$ 5 milhões para empresas em estágio de crescimento que buscam para empresas em estágio de crescimento que buscam expandir suas operações no país do Oriente Médio. Além do apoio financeiro, o QBD também fornece às startups do portfólio acesso a mercados e expertise. O programa visa startups em mais de 15 setores, incluindo fintech, tecnologia limpa, agritech, B2B SaaS, saúde, marketplaces.

Com eventos como a Step Conference 2025 e Web Summit Catar e iniciativas governamentais progressistas, a região está criando um ambiente onde startups podem florescer, inovar e acessar capital. O desafio agora é manter esse momentum e traduzir o burburinho atual em um legado duradouro de inovação e empreendedorismo. Se bem-sucedida, o Oriente Médio não será apenas um oásis no deserto físico, mas um farol brilhante no panorama digital mundial.

Startup que ajuda consumidores com multas de trânsito está entre as mais promissoras de 2025

O Âmbito Jurídico, um dos principais portais de direito do Brasil, divulgou a lista das 10 legaltechs mais promissoras para 2025, destacando startups que estão revolucionando o setor jurídico por meio de tecnologia e inovação. Na primeira posição do ranking está a Doutor Multas, uma plataforma especializada em recursos de multas de trânsito, reconhecida pelo impacto de sua tecnologia na democratização do acesso à justiça.

Fundada em 2014 por Gustavo Fonseca, a legaltech já ajudou mais de 150 mil condutores em todo o Brasil a recorrerem de infrações e evitarem penalidades indevidas. Com um sistema automatizado e atendimento especializado, a startup tem se consolidado como referência no setor, oferecendo soluções ágeis e eficientes para motoristas. “Nosso objetivo sempre foi tornar os recursos de multas mais acessíveis e eficientes para os motoristas. A tecnologia nos permite oferecer um serviço rápido e personalizado, garantindo que os condutores tenham acesso a um processo justo”, afirma Fonseca, fundador do Doutor Multas.

Além do Doutor Multas, outras startups também figuram na lista do Âmbito Jurídico, como LexAI, Juriflow e netLex, que desenvolvem soluções inovadoras voltadas para escritórios de advocacia, departamentos jurídicos e cidadãos em busca de mais eficiência e acessibilidade no setor.

Com o avanço da tecnologia, o setor jurídico caminha para uma nova era marcada pela eficiência, acessibilidade e inovação. As legaltechs estão desempenhando um papel fundamental nessa transformação, automatizando processos, reduzindo burocracias e ampliando o acesso à justiça. Essas soluções inteligentes e dinâmicas não apenas facilitam o dia a dia dos advogados, mas também garantem que cidadãos e empresas possam contar com serviços jurídicos mais ágeis, acessíveis e transparentes.

O reconhecimento das 10 legaltechs mais promissoras de 2025 reforça a crescente digitalização do mercado jurídico e a importância da tecnologia para tornar o acesso à justiça mais ágil e transparente. A tendência é que essas startups continuem ganhando espaço, oferecendo novas soluções para advogados e clientes.

Confira a lista completa das 10 legaltechs mais promissoras de 2025:

1. Doutor Multas – Solução baseada em IA para contestação automatizada de multas de trânsito.

2. LexAI – Ferramenta de automação para contratos inteligentes.

3. Juriflow – CRM jurídico com inteligência artificial para otimização de processos.

4. NetLex – Plataforma de gestão e automação de documentos jurídicos.

5. Juridico Certo – Marketplace conectando advogados e clientes.

6. Acordo Fechado – Plataforma de conciliação e mediação online.

7. Aurum – Software jurídico para gestão de escritórios de advocacia.

8. Jusbrasil – Plataforma de pesquisa jurídica e comunidade de advogados.

9. Digesto – Ferramenta de inteligência artificial para análise de jurisprudências.

10. Linte – Solução para automação de fluxos jurídicos e contratos.

Aline Bak lança O Poder da Autoridade: Como elevar sua marca no digital com passo a passo para quem quer crescer e se destacar nas redes sociais

Vivemos conectados à tudo, pessoas, empresas, marcas, histórias, desejos, produtos, serviços e diversão. Tudo isso está disponível na palma da mão em uma velocidade imediata que alimenta nossa necessidade por informação, nossa curiosidade e a sensação de pertencimento à rede global que o universo digital nos proporciona.

Dentro dessa teia de conexões, a necessidade de aparecer, se destacar, vender produtos ou serviços e se transformar em uma “marca” poderosa para atrair seguidores, ter reconhecimento e ser monetizado é um desafio constante atrelado à imagens, palavras, vídeos perfeitos e discursos que conquistam e transformam um perfil em referência para atrair novos seguidores e assegurar muitos likes.

Para auxiliar quem quer iniciar uma jornada nesse caminho, a mentora, influencer e escritora Aline Bak vai lançar “O Poder da Autoridade: Como Elevar Sua Marca no Digital” no dia 25 de março, às 19h, na Livraria da Vila, no JK-Iguatemi (SP).

Em seu primeiro livro, a autora usa sua própria metodologia, construída ao longo de 20 anos de experiência, para orientar pessoas que querem se transformar ou criar uma marca no Instagram, WhatsApp, TikTok, Youtube e em outros canais onde as possibilidades de interação são infinitas.

O Brasil é um dos países líderes em acesso à internet e os brasileiros passam, em média, mais de 3 horas por dia online, acessando diversas plataformas e esperando por conteúdos que os engajem. Por isso, é preciso saber que, além de estar presente nas redes sociais, é importante entender que essas plataformas são diferentes e poderosas ferramentas para construir autoridade, alcançar novas audiências e conectar um perfil ou produto com quem realmente importa.

Para mostrar esses caminhos Aline fornece ferramentas que vão auxiliar o leitor a marcar sua presença com estratégia, consistência e autenticidade para se destacar e não ser esquecido em meio à concorrência.

No início do livro, a autora já propõem ao leitor que avalie seu próprio perfil, suas conexões, se seus seguidores são relevantes para seu objetivo ou negócio, fornecendo dicas para atrair novos seguidores, engajá-los, convertê-los em clientes e metrificar toda essa operação.

No capítulo seguinte, Aline detalha quatro pilares para gerar autoridade nas redes sociais falando sobre posicionamento, reposicionamento, público-alvo, erros comuns e ensina a construir uma “persona digital”.

O próximo tema abordado é a importância da história do “influencer” ou da sua marca ter consistência, por isso, a autora fala da necessidade de se ter um storytelling capaz de transmitir informações e criar conexões emocionais profundas, tornando as pessoas ou marcas mais humanas, relevantes e memoráveis para seus públicos.

Segundo Aline é preciso criar narrativas que inspiram, engajam e ressoam com os valores e desejos das pessoas. Em um mundo repleto de mensagens e estímulos, o storytelling se destaca como a linguagem universal que toca o coração antes mesmo de alcançar a mente, despertando a curiosidade e criando um laço entre quem conta e quem ouve.

Outro destaque é a descrição dos principais arquétipos que dominam as redes sociais, seus diferenciais e as dicas que vão orientar o leitor a definir seu perfil ideal por meio de exercícios e reflexões.

Outro passo é organizar as informações para ser ter uma Bio de impacto e uma programação de postagens relevantes, com sugestões de imagens e diagramação, dicas para gravação de vídeos e uso de outros conteúdos que podem agregar valor e relevância ao perfil.

Aline também propõe uma autoanálise para que o leitor consiga superar bloqueios, medos e crenças que o impedem de se expor e dá ferramentas para que ele possa explorar sua imagem, descobrir os seus melhores ângulos, além de dicas de iluminação, postura e outros detalhes essenciais para construir a sua imagem.

No final, a autora aborda ferramentas para impulsionar o crescimento nas redes sociais, trazendo temas como parcerias, anúncios, métricas, investimentos e cases de sucesso capazes de inspirar quem quer ingressar nesse mundo comautoridade para realmente fazer a diferença.

A importância do ESG na Era Trump

A ascensão de Donald Trump ao poder nos Estados Unidos trouxe diversas mudanças na abordagem governamental em relação a questões ambientais, sociais e de governança (ESG). Desde o início de sua administração, houve um claro enfraquecimento das regulamentações ambientais, uma postura menos rigorosa quanto a questões sociais e uma ênfase na desregulamentação do mercado.

No entanto, mesmo diante desse cenário político adverso, o conceito de ESG tem mantido sua relevância e pode continuar a crescer, impulsionado pelo mercado financeiro, investidores institucionais e consumidores.

A administração Trump promoveu uma série de medidas que enfraquecem regulamentações ESG, principalmente no âmbito ambiental. Entre as principais ações, destacam-se:

a) A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, enfraquecendo compromissos climáticos globais;

b) O relaxamento de normas da Agência de Proteção Ambiental (EPA), reduzindo restrições sobre emissões industriais e exploração de recursos naturais;

c) A revogação de regras que exigiam transparência de empresas em relação a impactos socioambientais.

Essas ações sinalizam um recuo na agenda ESG sob o ponto de vista governamental. No entanto, paradoxalmente, esse movimento pode gerar uma resposta mais forte do setor privado e dos mercados internacionais, que tendem a reforçar suas próprias diretrizes ESG.

A União Europeia (UE) tem sido uma das regiões mais ativas na criação de regras para garantir que empresas operem de forma sustentável e responsável. Um dos principais marcos regulatórios é a Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa (CSRD – Corporate Sustainability Reporting Directive), que obriga empresas a divulgar informações detalhadas sobre suas práticas ESG.

Além disso, há outras normas importantes:

a) Taxonomia da UE – Define critérios para classificar atividades econômicas sustentáveis;

b) Regulamento de Divulgação de Finanças Sustentáveis (SFDR – Sustainable Finance Disclosure Regulation) – Obriga investidores e instituições financeiras a informar o impacto ESG de seus investimentos;

c) Lei de Diligência Devida em Sustentabilidade Empresarial – Exige que empresas que operam na UE realizem auditorias para garantir que sua cadeia de suprimentos esteja em conformidade com normas ambientais e de direitos humanos.

Apesar do desmonte regulatório promovido pelo governo federal, empresas e investidores perceberam que ignorar ESG poderia gerar riscos financeiros e reputacionais. Grandes fundos de investimentos passaram a exigir maior transparência ESG, considerando que fatores ambientais, sociais e de governança impactam diretamente a rentabilidade no longo prazo.

Além dos investidores, os próprios consumidores desempenham um papel crucial na manutenção da relevância do ESG durante a era Trump. As novas gerações também demonstram sua preferência pelo ESG no ambiente de trabalho. Os millennials e a Geração Z escolhem empregos não apenas pelo salário, mas pelo alinhamento da empresa com seus valores.

As novas gerações fazem escolhas de consumo baseadas em valores e impactos socioambientais. Segundo um estudo da Bain & Company, empresa de consultoria de gestão, mais de 70% dos millennials estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis. A Geração Z segue a mesma tendência, sendo ainda mais exigente com marcas que demonstram compromisso real com ESG. Ou seja, preferem consumir de marcas alinhadas com princípios sustentáveis e socialmente responsáveis. Esse fator pode incentivar as empresas a manterem estratégias ESG, independentemente da postura do governo.

Desde o início do governo Trump, houve uma série de ações que visam desmantelar ou reduzir a eficácia de programas de diversidade e inclusão no setor público. O governo Trump adotou uma postura crítica em relação a várias iniciativas voltadas para a promoção de diversidade racial, étnica e de gênero no âmbito federal, muitas das quais haviam sido fortalecidas nas administrações anteriores.

O objetivo de muitas dessas ações foi, conforme defendido por seus apoiadores, eliminar o que chamavam de “preferência racial” ou “discriminação reversa”. No entanto, essas ações geram controvérsias significativas, com defensores da diversidade argumentando que o governo está retrocedendo nos avanços conquistados ao longo dos anos.

O desmonte dos programas de diversidade e inclusão enfrenta resistência dentro do próprio governo federal. Diversas agências, como o Departamento de Defesa, continuaram a realizar treinamentos sobre diversidade de forma independente, e alguns líderes públicos protestaram contra as ordens de Trump, defendendo a importância de uma força de trabalho diversificada e inclusiva para o governo e as agências federais.

Além disso, algumas organizações da sociedade civil e defensores dos direitos humanos contestaram judicialmente várias dessas ações, argumentando que violavam direitos constitucionais e leis que promovem a igualdade de oportunidades. Entretanto, com o apoio de figuras políticas conservadoras, as mudanças implementadas por Trump tiveram um impacto significativo na redução de recursos e na adoção de políticas mais inclusivas no setor público.

Mesmo com um governo que busca enfraquecer os programas de ESG, o conceito permanece relevante, impulsionado por investidores, consumidores e regulamentações internacionais.

A era Trump demonstra que, embora decisões governamentais possam afetar a velocidade da adoção ESG, o mercado global e a sociedade continuam a exigir transparência, sustentabilidade e responsabilidade social. Empresas que ignoram essa tendência podem enfrentar riscos reputacionais e financeiros, enquanto aquelas que mantiverem um compromisso ESG podem se fortalecer no cenário global.

Magis5 lança ferramenta gratuita de diagnóstico de maturidade de e-commerces e impulsiona vendas

Se você tem uma loja virtual, já deve ter se perguntado: será que o meu e-commerce está no caminho certo? O que posso melhorar para vender mais?

A paulista Magis5 acaba de lançar uma ferramenta gratuita de Diagnóstico de Maturidade para ajudar lojistas a entenderem melhor o desempenho de seus e-commerces, oferecendo insights valiosos sobre o que pode ser melhorado para aumentar as vendas.

A análise é realizada por meio de um questionário detalhado sobre a operação do e-commerce. Com base nas respostas, a plataforma utiliza Inteligência Artificial Generativa, integrada a um banco de dados da Magis5, para fornecer insights personalizados e recomendações práticas, baseadas em cases de sucesso já validados no mercado.

A empresa possui parceria com os principais players do mercado, como Amazon, Mercado Livre, SHEIN, ShopeeMagalu, AliExpress, Americanas e MadeiraMadeira, e, por meio de uma tecnologia própria, automatiza processos, como criação de anúncios, gestão de estoque, expedição e controle financeiro, enquanto oferece dashboards em tempo real para uma visão estratégica e detalhada de toda a operação.

Agora, além de automatização, a empresa usa da sua expertise para oferecer a ferramenta de diagnóstico e análise. “O mercado de e-commerce brasileiro está projetado para superar R$ 234 bilhões em faturamento em 2025, segundo a ABComm, e, nesse cenário, ferramentas que auxiliam no entendimento dos pontos fortes e fracos do negócio são essenciais para quem busca o crescimento sustentável”, diz Claudio Dias, CEO da Magis5.

Como funciona o Diagnóstico de Maturidade para E-commerce

A ferramenta da Magis5, além de ser totalmente gratuita, é de fácil utilização pelo lojista, onde o próprio fornece informações para gerar o seu resultado. O diagnóstico começa com uma avaliação da maturidade do e-commerce. A ferramenta identifica em qual estágio o negócio se encontra e quais áreas demandam maior atenção. “Essa análise inicial é importante para que os gestores compreendam seu posicionamento no mercado e tracem estratégias alinhadas com suas necessidades de forma rápida e prática”, explica Claudio.

Além de identificar pontos fortes e fracos, a ferramenta fornece recomendações práticas para otimizar processos, melhorar a gestão e aumentar a eficiência operacional. “Com base na análise, os empreendedores recebem orientações direcionadas para corrigir deficiências e explorar suas vantagens competitivas”, destaca o CEO. 

Com uma interface simples, a plataforma é adequada tanto para quem tem experiência no comércio eletrônico quanto para quem está começando.

Segundo a empresa, o diagnóstico pode ser um aliado importante para ajustar as estratégias antes das grandes datas do varejo, como promoções e datas comemorativas. “Nosso compromisso é oferecer uma solução que agregue valor real aos negócios, permitindo um planejamento estratégico focado no crescimento sustentável. O momento atual é ideal para os empreendedores cuidarem da saúde de seus negócios. Com tempo disponível para implementar novas ferramentas e testar aplicações antes de períodos de alta movimentação, como no Dia das Mães e na Black Friday, as empresas têm a oportunidade de preparar o terreno para um crescimento sólido em 2025.”

Relacionamento com o cliente melhora com análise de sentimentos

No ambiente corporativo digital e dinâmico de hoje, a capacidade de extrair informações estratégicas a partir de dados brutos se tornou essencial para manter a competitividade. As interações com clientes contêm uma enorme quantidade de insights valiosos.

“Adotando a ferramenta ideal, a empresa pode transformar essas interações em resultados, aprimorando processos e aumentando a eficiência operacional”, comenta o CEO da Total IP, Carlos Henrique Mencaci. Na sequência, ele lista três possibilidades para potencializar a gestão dessas informações:

Transcrição de áudio

A operação converte rapidamente arquivos de som em textos claros e precisos. Isso reduz erros e libera a equipe para focar em atividades mais estratégicas. “Assim, facilita o acesso a elementos essenciais para decisões ágeis. Além disso, o sistema armazena os registros de forma simples e organizada. Dessa forma, as comunicações diárias se transformam em um banco de dados estruturado”, explica.

Análise de dados sobre as transcrições

A transcrição de áudios é apenas o primeiro passo, mas o verdadeiro diferencial está na análise. “Ela serve para mapear padrões, identificar tendências e encontrar oportunidades de melhoria na jornada do cliente. Com essa ação, o gestor descobre padrões emergentes nas interações, percebe problemas recorrentes e direciona investimentos para áreas prioritárias”, destaca Mencaci.

Aplicação de Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial pode levar a experiência do consumidor a outro nível. “A nossa solução utiliza transcrições reais para treinar bots e assistentes virtuais, garantindo um atendimento mais humanizado e eficiente. Os robôs são aprimorados com diálogos reais, proporcionando melhor compreensão das conversas. A cada contato, as respostas são refinadas e mais alinhadas às necessidades do usuário”, afirma o executivo. Com essa tecnologia, o empreendimento oferece suporte automatizado de alta qualidade, sem comprometer a personalização e o contexto.

Contar com essas ferramentas transforma a gestão empresarial, oferecendo insights estratégicos para otimizar processos e decisões. Essa modernização eleva a eficiência operacional, melhora a precisão das informações e garante um suporte excepcional ao público. A satisfação do cliente é o melhor marketing para um negócio.

Prazo curto: empresas têm menos de um ano para estarem prontas para a reforma tributária

Falta menos de um ano para as empresas se adequarem à reforma tributária. Regulamentadas em janeiro último, as novas regras começam a valer em janeiro de 2026. A implementação será progressiva, e deverá ser concluída em 2033. O que representa uma complexidade extra: até lá, será preciso conviver com dois modelos vigentes – o atual e o novo. O que exige preparação também.

“O tempo está correndo, e a virada para uma nova era tributária no Brasil está mais próxima do que muitos imaginam”, alerta o tributarista Lucas Ribeiro, CEO da ROIT, empresa de inteligência artificial para a gestão contábil, fiscal e financeira das organizações. Ribeiro participa diretamente de debates e da construção da reforma tributária desde 2019. Em 2023 e 2024, atuou como expositor em audiências públicas no Congresso Nacional, apontando potencialidades e gargalos, além de assessorar diretamente senadores e deputados.

“É como um relógio gigante contando regressivamente em todas as empresas do Brasil.  Com menos de um ano para adequação total, empresas de todos os setores precisam enfrentar uma das reformas mais transformadoras da história brasileira. E, como em toda corrida contra o tempo, os preparados saem na frente e vencem”, reitera.

A aprovação da reforma tributária trouxe mudanças profundas no sistema de tributos, consolidando impostos, alterando alíquotas e introduzindo novos conceitos como o IVA dual e o split payment. O IVA – Imposto sobre Valor Agregado – é dual porque é constituído de dois tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Já o split payment será um instrumento para recolhimento dos tributos já na liquidação financeira, vinculando a chave da nota fiscal com a chave do pagamento, e vice-versa.

Mas a transição não é apenas uma questão de cálculo, adverte o tributarista Lucas Ribeiro, CEO da ROIT, empresa de inteligência artificial para a gestão contábil, fiscal e financeira. Ribeiro acompanha e participa de debates públicos sobre a reforma tributária desde 2019. “A transição para a nova era tributária  é um desafio multidimensional que exige reorganização de processos, ajustes em sistemas e, principalmente, uma visão estratégica sobre o impacto nos negócios”.

O especialista complementa: “Empresas que não se movimentarem a tempo correm o risco de perder competitividade e enfrentar sérios prejuízos financeiros. Este é um momento em que o conhecimento e a tecnologia se tornam armas indispensáveis”, alerta Lucas Ribeiro, tributarista e CEO da ROIT.

A adequação à reforma passa por diversas frentes críticas, explica Ribeiro. São elas:

  1. Revisão de contratos e renegociação com fornecedores: Como os custos serão repassados?
  2. Revisão de preços e margens de lucro: A nova tributação impacta diretamente na precificação dos produtos e serviços.
  3. Aprimoramento de sistemas de controle: Empresas precisam de ferramentas que integrem dados fiscais, financeiros e logísticos de forma precisa e automatizada.
  4. Treinamento de equipes: Um time bem informado e preparado pode fazer toda a diferença na transição para o novo modelo.

Por que o prazo é tão crítico?

O prazo parece curto porque é. Mesmo que a reforma só entre em vigor integralmente em 2026, a fase de transição exige adequação já em 2025. “As empresas têm, na prática, 2025 para acertar suas operações e se preparar para a consolidação das regras. Não se trata apenas de cumprir a lei, mas de ajustar estratégias para sobreviver nesse novo ambiente”, reforça Ribeiro.

E aqui está o maior erro que muitos estão cometendo: ignorar os detalhes. É comum ver empresas acreditando que basta adaptar seus sistemas contábeis ou seguir o que os concorrentes estão fazendo. Porém, cada setor, cada modelo de negócio tem particularidades que exigem análises detalhadas e ações customizadas.

A tecnologia como aliada

Com a complexidade das mudanças, tecnologias baseadas em inteligência artificial, como as desenvolvidas pela ROIT, ganham protagonismo. Ferramentas como a Calculadora da Reforma Tributária permitem simulações precisas, análise de impacto em tempo real e até sugestões de melhores práticas de mercado.

Segundo Ribeiro, “o diferencial não está em simplesmente calcular a nova alíquota, mas em guiar empresas na interpretação dos dados para tomadas de decisão estratégicas. A reforma não é só um desafio; ela pode ser uma oportunidade para alavancar os negócios.”

E o futuro?

Para o especialista, o ano de 2025 será “decisivo” para definir “vencedores e perdedores na nova era tributária”. As empresas que se anteciparem e dominarem os números estarão mais preparadas para enfrentar as mudanças, frisa. Aqueles que deixarem para última hora, acreditando que as adaptações serão simples, podem encontrar um cenário de prejuízo e falta de competitividade. “Portanto, se a sua empresa ainda não começou a se preparar, o momento é agora. O relógio está correndo, e o futuro da sua organização pode depender das decisões tomadas hoje”.