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Débito, crédito ou @? O que está por trás da estratégia da Pizza Hut que troca likes por pizzas

A Pizza Hut adotou recentemente uma estratégia de marketing nada convencional nos Emirados Árabes. Ao invés de investir uma boa quantia em Ads, resolveu apostar em conteúdo orgânico para divulgação do seu xodó, a My Box, que é um combo personalizável.

Na prática, a ação consistiu na ideia de incentivar os usuários a fazerem trends no TikTok com a My Box, marcando e seguindo o @pizzahut, além de usar a hashtag #YourTermsYourConditions.

Parece algo simples, certo? E de fato, é. Porém, não deixa de ser uma estratégia muito bem desenhada, com o objetivo de driblar a quantidade absurda de anúncios no feed, os quais acabam sendo ignorados ou passam despercebidos por alguns usuários.

O ponto central dessa estratégia foi passar a bola para os próprios seguidores fazerem os conteúdos, tornando-os virais e, de quebra, economizando uma boa quantia em anúncios.

Além da economia, um outro benefício desse tipo de campanha é o vínculo criado entre marca e seguidores/consumidores, trabalhando o relacionamento, algo não muito efetivo quando estamos falando em propaganda paga.

Vale à pena investir em estratégias orgânicas?

Sim, e muito! Quando estamos falando em estratégias orgânicas, investimos em geração de consciência e reputação, elementos essenciais para a sobrevivência de qualquer marca a longo prazo.

Os anúncios pagos são imediatistas, ideais para campanhas pontuais e pouco ajudam na geração de consciência de marca. Uma promoção é um bom exemplo. O objetivo é gerar volume em um curto prazo, mas não gera, necessariamente, um relacionamento com o cliente.

Em uma campanha como a da Pizza Hut, é claro que um dos objetivos é a venda do My Box no final das contas, porém, a empresa uniu a necessidade de divulgação com o impacto positivo que isso poderia trazer, construindo uma estratégia orgânica que vai trazer muito mais valor à marca.

Por meio dos conteúdos criados pelos próprios seguidores, a marca se aproxima de seus clientes, gerando um buzz enorme, o qual vai atrair mais pessoas que podem ser convertidas em seguidores, clientes ou os dois.

E não para por aí. A estratégia vai além do digital. Criando uma experiência positiva e com um produto satisfatório, a marca garante a conversão dos seguidores das redes sociais em consumidores de seus produtos na vida real.

Como saber qual estratégia adotar?

Essa é a pergunta de milhões. Seja em anúncios pagos, seja no orgânico, se a estratégia não for bem desenhada, pensada e executada, de nada valerá o esforço de tempo e inteligência, pois os resultados não serão satisfatórios.

O primeiro passo é conhecer bem o seu público para entender qual é a melhor maneira de impactá-lo.

Não tenha medo de inovar, mas é preciso ter em mente que o marketing estratégico nem sempre é uma abordagem a curto prazo, pelo contrário. É claro que algumas ações podem viralizar e gerar números expressivos, como é o caso da Pizza Hut. Mas geralmente, as estratégias precisam de um tempo de maturação um pouco maior para que os resultados comecem a aparecer.

De qualquer forma, o importante é desenvolver e implementar ações que busquem atender as necessidades futuras de seus clientes/consumidores.

E se bem direcionadas, essas ações podem contribuir para uma vantagem competitiva significativa no mercado, que farão com que sua marca se destaque no meio da multidão.

Empreendedorismo feminino: como técnicas de desenvolvimento pessoal tornam as marcas mais atraentes

Nos últimos anos, tem se destacado uma tendência entre empreendedores de sucesso que vai além das estratégias tradicionais de branding. Cada vez mais, mulheres empreendedoras têm buscado integrar sofisticação de marca com desenvolvimento pessoal, uma abordagem que fortalece a posição de seus negócios no mercado e, que em paralelo, modifica as suas vidas pessoais.

A chave dessa abordagem está em transformar um negócio comum em uma marca de desejo, capaz de captar a atenção não apenas pelo produto ou serviço oferecido, mas pela identidade e valores que ela transmite. Essa transformação vai além da qualidade do produto, incluindo narrativas envolventes e autênticas aliadas com o público-alvo. Isso não só atrai clientes como constrói diferenciação.

O impacto pessoal no crescimento dos negócios

Atualmente, além do aspecto visual da marca, a integração do desenvolvimento pessoal tem se mostrado essencial para o sucesso sustentável dos negócios. Muitas empreendedoras que investem em seu crescimento pessoal melhoram suas habilidades de gestão e fortalecem sua resiliência e capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

Segundo Tatiana Mika, especialista em sofisticação e posicionamento de marcas, essa abordagem integrada é o que aumenta a autenticidade do negócio. “Ao trabalhar com mulheres empreendedoras, enfatizo a importância de se conectar com seus valores pessoais e integrá-los à identidade de suas marcas. Isso fortalece a mensagem que elas desejam transmitir ao mundo”, destaca.

Técnicas de branding e neurolinguística

A sofisticação não se limita apenas à estética ou às estratégias de marketing. Ela envolve métodos avançados de branding que exploram profundamente a psicologia do consumidor, como a programação neurolinguística (PNL), que explora como a linguagem influencia pensamentos e comportamentos, ajudando a identificar padrões que indicam preferências e motivações dos consumidores.

Segundo Tatiana, quando aplicada de maneira autêntica e fiel aos valores da marca, a PNL pode ajudar a ajustar a linguagem e o tom de comunicação de uma marca para melhor se alinhar com as expectativas e valores da comunidade onde está inserida, criando conexões duradouras e influenciando decisões de compra. “Essa estratégia aumenta a eficácia das campanhas de marketing e fortalece a percepção da marca como uma aliada confiável de seus consumidores ou usuários”, salienta.

Empreendedorismo feminino

Um dos aspectos mais importantes da abordagem integrada é seu efeito transformador na vida de mulheres empreendedoras. Ao alinhar suas identidades pessoais com suas marcas, elas evoluem seus negócios e inspiram novas gerações de empreendedoras.

Com o desenvolvimento pessoal de lideranças femininas, cria-se um ciclo de capacitação e empoderamento feminino. “A jornada pessoal de crescimento e superação de desafios não só fortalece uma líder como também inspira outras mulheres a seguirem seus passos, criando um impacto positivo na sociedade”, ressalta Tatiana.

Sobre Tatiana Mika

Mentora de marcas e pioneira na integração entre sofisticação e desenvolvimento pessoal, Tatiana Mika iniciou sua carreira como empresária transformando o objeto mais simples de uma casa em um item de desejo, chamando a atenção das mais relevantes mídias com sua marca, a Pano de Prato etc.

Formada em Administração Hoteleira, com avançados estudos em Branding pela ESPM e empreendedorismo pela Fundação Getúlio Vargas, a especialista se destaca no mercado por sua habilidade singular em transformar negócios em marcas de desejo.

Com rica experiência internacional em Tóquio e Los Angeles, além de ter estudado com um dos mais renomados especialistas em Branding do mundo, ela oferece uma perspectiva global única em suas mentorias. Seu enfoque holístico, apoiado por profundas competências em PNL, permite que ela eleve significativamente o potencial de suas clientes, impactando não apenas seus negócios, mas também suas vidas pessoais e familiares.

Como empresária e líder em mentorias de sofisticação de marcas, Tatiana é reconhecida por criar ambientes de aprendizado que funcionam como verdadeiros catalisadores para a mudança, capacitando mulheres empreendedoras a projetarem suas marcas com autenticidade, simplicidade e elegância. Ela se dedica a respeitar e celebrar a individualidade de cada mulher, guiando empreendedoras a se destacarem em um mercado competitivo, enquanto permanecem fiéis aos seus valores e essência.

Rebranding é a chave para manter a relevância de uma marca no mercado

O rebranding tem se tornado uma estratégia fundamental para empresas que buscam se manter relevantes em um mercado cada vez mais competitivo. Ao redesenhar sua imagem, uma marca pode revitalizar seu posicionamento, atrair novos públicos e se adequar a mudanças no comportamento dos consumidores.

Embora exija um compromisso de grandes mudanças, o rebranding pode ser um potente mecanismo de reafirmação de seus valores. Além de deixá-los mais visíveis para o público, essa mudança também tem efeitos positivos internamente, já que ajuda a solidificar as prioridades do negócio. Estas, por sua vez, passam a integrar a cultura organizacional e podem até melhorar a autoestima da sua força de trabalho.

Ana Celina Bueno, especialista em marketing, sócia e fundadora da Acesso Comunicação, explica que o rebranding não deve ser encarado como uma simples mudança estética, mas como uma evolução estratégica. “O rebranding é mais do que mudar o logo ou as cores de uma marca. É um processo profundo que envolve entender o momento da empresa, o comportamento dos consumidores e as tendências do mercado. Esse alinhamento é essencial para que a marca continue a dialogar com seu público, por isso exige muito estudo e preparação”, aponta. 

Identificar o momento certo para o rebranding

Entender quando é a hora ideal para realizar o rebranding é um dos maiores desafios para as empresas. Mudanças no mercado, como a entrada de novos concorrentes ou a mudança nos valores dos consumidores, podem indicar a necessidade de uma nova abordagem. Além disso, crises de imagem ou a percepção de que a identidade está desatualizada são sinais de alerta que não devem ser ignorados.

Não é de hoje que marcas globais usam essas estratégias para se posicionar no mercado. A Apple abraçou o minimalismo em toda a sua linha de produtos, enquanto a Pepsi investiu US$ 1 milhão recentemente para revitalizar sua logo e posicioná-la com uma marca que usa menos açúcar. Essas apostas têm o poder de alterar a percepção dos consumidores sobre os produtos e serviços de uma empresa, independentemente de sua dominância no mercado mundial ou regional.

Rodne Torres, Diretor de Criação da Acesso Comunicação, destaca que rebrandings realizados no momento errado podem ser prejudiciais a uma marca. Por outro lado, deixar de investir em uma repaginação da identidade de uma empresa pode mandar uma mensagem negativa aos seus consumidores. “Uma marca que não acompanha as mudanças culturais e comportamentais do seu público corre o risco de se tornar irrelevante. O rebranding é uma oportunidade de se reconectar com os consumidores e reafirmar o propósito da marca. Porém, essa decisão deve ser baseada em dados e conhecimentos sólidos sobre o negócio e o cliente”, ressalta.

Desafios e considerações financeiras

Apesar dos benefícios, o rebranding traz desafios que não podem ser ignorados, especialmente no que diz respeito aos custos envolvidos. A implementação de uma nova identidade visual e verbal exige investimentos consideráveis, o que impõe um planejamento orçamentário. Afinal, este é um trabalho que vai além de atualizar a logo e aplicações, mas também é feita a revisão de como a marca fala do ponto de vista de texto, expressões e conteúdos.

Rodne Torres destaca a importância de escolher o momento adequado para esse movimento estratégico. “O rebranding deve ser planejado com cuidado para não sobrecarregar a empresa. É fundamental avaliar se a empresa tem a estrutura necessária para sustentar essa transição sem comprometer suas operações”, recomenda.

Estes cuidados necessários refletem a importância da renovação de uma marca, um movimento que pode significar uma virada de página em termos de identidade e até mesmo posicionamento no mercado. Quando feito na hora certa, o rebranding tem o potencial de revitalizar a visão do consumidor sobre uma empresa, que permanece mais viva e fresca em suas referências. E um ganho como este não tem preço.

Banco digital com IA no Whatsapp cresce 288% nos últimos três meses em Santa Catarina

A fintech Magie, que criou uma assistente financeira baseada em inteligência artificial integrada a um banco digital no WhatsApp, registrou um crescimento notável entre junho e agosto de 2024. O banco teve um aumento no número de usuários em 190% nos últimos três meses utilizando inteligência artificial (IA) para simplificar as transações financeiras sem a necessidade de acessar um aplicativo bancário. Desde o início de 2024, a Magie, que inicialmente focava no público de alta renda, já movimentou mais de R$ 100 milhões em transações.

Dados de Santa Catarina

Com presença crescente em diversos estados brasileiros, a Magie tem se destacado em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e outros estados-chave. A plataforma tem atraído um público diversificado, expandindo rapidamente sua base de usuários fora dos grandes centros financeiros.

Entre junho e agosto, a fintech teve um impressionante progresso de 288% em Santa Catarina, além de evidenciar o crescimento repentino em outras regiões do Sul como Paraná e Rio Grande do Sul, com 212% e 190%, respectivamente. O plano nacional de expansão da ferramenta almeja que o mercado fora do Centro-Sul do país reconheça a Magie como uma plataforma simples e acessível.

Através do WhatsApp, os usuários da Magie podem agendar, consultar e pagar contas — seja por boleto ou Pix — com comandos simples de texto, áudio ou imagem, e ainda utilizar uma funcionalidade nativa de senha para segurança adicional. Esse modelo elimina muitas das complexidades encontradas em aplicativos de bancos tradicionais.

“Estamos revolucionando a maneira como as pessoas gerenciam suas finanças, simplificando processos bancários para torná-los tão intuitivos quanto enviar uma mensagem para um amigo,” afirma Luiz Ramalho, CEO da Magie. “Nossa meta é democratizar o acesso a serviços financeiros de qualidade, com a conveniência e segurança que nossos clientes merecem.”

Além disso, a fintech tem planos arrojados para ampliar suas funcionalidades financeiras e, por meio do Open Finance, quer se conectar a outros bancos. A fintech também vem investindo fortemente em segurança. Hoje, por exemplo, já garante que as senhas dos usuários não fiquem registradas nas conversas do WhatsApp e utiliza robustos sistemas de proteção para garantir a segurança das transações bancárias. Em breve, deve integrar também um sistema de reconhecimento facial.

Segurança nas Transações

A Magie prioriza a segurança em todas as operações realizadas via WhatsApp. Utilizamos recursos avançados, como a proteção por senha para transações, que é separada do chat, e funcionalidades de biometria e bloqueio de chats do WhatsApp. Mesmo em casos de clonagem de número ou roubo de celular, as transações na Magie permanecem seguras, garantindo que apenas o proprietário autorizado possa realizar movimentações financeiras.

Rendimentos na Magie

Além de facilitar transações, a Magie oferece rendimento de 100% do CDI diariamente, sem a necessidade de ações adicionais. O rendimento é calculado e atualizado automaticamente no saldo da conta, proporcionando uma gestão financeira integrada e prática.

A intenção de compra e a pirâmide de engajamento: por que devemos olhar além das conversões nas campanhas digitais de marketing?

Você já se perguntou por que, mesmo com ajustes constantes, suas campanhas de marketing B2B não convertem como esperado? E, sim, você não está sozinho. A verdade é que os algoritmos de mídia paga digital nem sempre facilitam as conversões diretas, mesmo quando investimos em testes e otimizações. Mas há um fator a mais que traz uma luz no fim do túnel: a intenção de compra.

É aqui que entra a importância de olhar além das conversões imediatas e observar o comportamento da sua audiência. O conceito da pirâmide de engajamento é uma maneira poderosa de entender como os usuários interagem com o conteúdo digital e como isso pode influenciar em suas campanhas de marketing.

De acordo com pesquisa da Statista, o Brasil corresponde ao segundo mercado de mídia social nas Américas e quinto mercado no mundo, sendo que mais de 80% da população brasileira acessa as mídias sociais todos os dias, o que prova a importância do engajamento nas campanhas de marketing.  

A pirâmide de engajamento

Segundo Gideon Rosenblatt, “a pirâmide de engajamento é uma estrutura que nos ajuda a visualizar como as pessoas podem se engajar em diferentes níveis de ‘profundidade’ em nossas campanhas — e reconhece que é mais provável que mais pessoas se envolvam quando o nível de compromisso exigido é menor”.

Acompanhe o que significa cada nível dessa pirâmide:

  • Vastos observadores (base da pirâmide) —  Estes representam a maioria da audiência e são aqueles que consomem seu conteúdo de forma passiva.  Eles lêem seus posts, assistem aos seus vídeos, participam de webinars e ouvem podcasts, mas raramente interagem de forma direta. Embora eles não “levantem a mão”, seu interesse latente é uma indicação valiosa de que sua mensagem está sendo recebida.

Contexto digital: esses observadores silenciosos são fundamentais para o alcance orgânico e a visibilidade das campanhas. Mesmo sem interagir, eles aumentam a exposição da sua marca, o que é essencial para a construção de reconhecimento e confiança ao longo do tempo.

  • Engajadores passivos (meio da pirâmide) — eles interagem esporadicamente, como curtindo uma publicação ou vendo um vídeo, mas ainda não estão prontos para tomar uma ação mais significativa, como preencher um formulário ou fazer uma compra.

Contexto digital: este grupo ajuda a criar sinais sociais importantes para os algoritmos, que podem ampliar a visibilidade do seu conteúdo. Eles validam a relevância da sua mensagem, mesmo que de maneira discreta.

  • Contribuidores ativos (topo da pirâmide) — Eles são poucos, mas extremamente valiosos. Esses usuários não só consomem o conteúdo, mas também comentam, compartilham e até criam conteúdo derivado. Eles estão engajados e comprometidos com a sua marca.

Contexto digital: embora sejam uma minoria, o público ativo tem um impacto desproporcional nas campanhas. Suas ações podem levar a discussões, atrair novos seguidores e, eventualmente, converter leads.

A importância de observar a intenção

No contexto das campanhas digitais, o conceito da pirâmide de engajamento nos lembra que grande parte da audiência é composta por observadores silenciosos. Mesmo que eles não se manifestem, seu comportamento de consumo indica uma intenção que não deve ser ignorada.

Portanto, ao planejar suas campanhas, é preciso criar conteúdo visualmente atraente e informativo que capture a atenção desses observadores e incentive, sempre que possível, a transição deles para níveis mais elevados de engajamento. 

E lembre-se: intenção não é o mesmo que conversão, mas é um indicador poderoso de que sua mensagem está no caminho certo.

Integração de campanhas

Integre suas campanhas de mídia paga com estratégias de e-mail marketing e social selling. Isso pode revelar pistas valiosas sobre como possíveis leads estão interagindo com sua marca, mesmo que ainda não estejam prontos para converter. Afinal, a jornada do cliente é complexa e cada passo na direção certa conta!

Conheça as categorias de apps que devem ter maior receita no Brasil neste ano e até 2029

Em parceria com a Statista, a Rocket Lab antecipa as previsões do mercado de aplicativos móveis no Brasil. O estudo “Market Insights 2029”, com informações até abril deste ano, traz as principais categorias de apps e segmentos de mercado, entre outros dados, que devem ter maiores crescimentos em receita no Brasil nos próximos seis anos.

“Os números trazidos pelo ‘Market Insights 2029’ indicam que o consumo de produtos e serviços seguirá crescendo nos próximos anos no País e fornecem uma visão valiosa de como o mercado está se movendo, de quais categorias de aplicativos terão maior demande e potencial de geração de receita. O estudo é uma bússola para os profissionais de marketing, guiando-os na criação de estratégias que não apenas atendam às necessidades atuais, mas que também sejam resilientes e adaptáveis às mudanças projetadas para o futuro do mercado. Com insights que apontam como os aplicativos podem permanecer relevantes e competitivos, maximizando o engajamento e a fidelidade do usuário em um ambiente de mercado cada vez mais saturado e competitivo”, afirma Daniel Simões, country manager da Rocket Lab no Brasil.

O documento analítico destaca, por exemplo, a categoria de entretenimento (61%) como a de maior crescimento percentual nos próximos seis anos, com receitas que devem fechar em US$ 670,2 milhões neste ano e atingir US$ 979,3 milhões em 2029. “O desafio é descobrir onde estão esses potenciais usuários e traçar uma meta para impactá-los da melhor forma, com interações realmente personalizadas e relevantes. É interessante ainda valer-se de datas de eventos globais como os Jogos Olímpicos (Los Angeles 2028), Copa do Mundo masculina (2026, nos EUA, Canadá e México) e feminina (2027, no Brasil), bem como de festivais de música locais, entre outros, que podem ser fator-chave neste processo de evolução”, pontua Simões.

De acordo com as previsões do estudo, finanças (49%), alimentos & bebidas (48%) e compras (46%) devem ser outras categorias de aplicativos com maior incremento percentual em receitas entre 2024 e 2029 no Brasil. Neste ano corrente, finanças podem chegar aos US$ 26,9 milhões e alcançar US$ 40,3 milhões no último ano desta década. Já os aplicativos de alimentos & bebidas devem fechar este ano com US$ 32,3 milhões em receita e atingir US$ 48 milhões em 2029. Finalmente, a receita de compras – a mais vultuosa das quatro categorias de apps em montante – pode beirar os US$ 651,6 milhões em 2024 e alcançar os US$ 954,3 milhões em 2029. 

Os segmentos de mercado que tendem a um maior crescimento no número de usuários de aplicativos móveis entre 2024 e 2029 são e-commerce (38%), passando de 128,3 milhões para 177,7 milhões nesse período; entrega de comidas (19%), de 94,6 milhões para 113,7 milhões; e TV via streaming (10%), de 148,1 milhões para 163 milhões.

A receita prevista em apps de e-commerce pode variar de US$ 43,4 milhões em 2024 para US$ 75 milhões no último ano desta década; já entrega de comidas, de US$ 18,8 milhões previstos para este ano e US$ 26,3 milhões em 2028 (não há previsão para o ano seguinte); e, finalmente, TV via streaming, de US$ 4,3 milhões (2024) para US$ 5,8 milhões (2029). Em termos de receita por usuários, os segmentos de aplicativos que devem ter maior crescimento entre 2024-2029 são e-commerce (25%), TV via streaming (22%) e entrega de comidas (19%).

“Quando olhamos para esses potenciais de receita, é natural que os profissionais de marketing reforcem suas ações no fundo do funil para maximizar as vendas e o ROI (retorno sobre investimento). Contudo, dentro de uma estratégia de mídia que seja sustentável, é fundamental distribuir o orçamento de forma inteligente ao longo de todas as etapas da jornada do usuário, de modo a aumentar os pontos de contato da marca com suas audiências e criar uma conexão mais profunda com elas. Assim, aumentam as chances de o usuário avançar ao longo de todo o funil, considerar a marca e converter”, recomenda o country manager da Rocket Lab no Brasil.

O estudo também aponta a taxa de penetração de aplicativos em três segmentos de mercado. O percentual de usuários brasileiros de apps de e-commerce deve chegar a 69,6% da população do País neste ano e atingir 81,3% em 2029. Já para a TV via streaming, são previstos 68% (2024) e 73,1% (2029); e para entrega de comidas: 43,5% neste ano e 51% no último ano desta década.

Conheça a AI-BOOK: O Projeto que utiliza Inteligência Artificial para transformar eventos em E-books Interativos

Future Hacker, rede global que conecta mais de 300 especialistas em ciência e tecnologia, se uniu à Rain AI para lançar a joint venture AI-BOOK. O projeto inovador utiliza inteligência artificial para transformar o conteúdo de eventos em e-books interativos e dinâmicos.

A ferramenta permite captar tudo o que foi discutido durante um evento corporativo e converter o conteúdo em um e-book produzido quase em tempo real para ser compartilhado com colaboradores e parceiros. Além de insights dos palestrantes, a AI-BOOK também integra a participação do público por meio de enquetes e interações, tornando o material ainda mais rico e envolvente. 

“Criamos este produto para potencializar a inteligência coletiva, local e remota  e também , um exemplo concreto   de uma sinergia que iremos ver cada dia mais nos dias de hoje ,  curadoria humana com inteligência artificial”, ressalta André Chaves , fundador do Future Hacker.  

Com lançamento oficial previsto para dia 2 de setembro, o AI-BOOK já foi utilizado em cinco eventos, incluindo  de grandes empresas como Nestlé e Unimed e também no Future Hacker Horizons, realizado em São Paulo, que reuniu renomados especialistas para discutir o futuro da inovação, incluindo o futurista americano Roger Spitz. No evento, Spitz abordou temas como liderança no futuro, cibersegurança, transição energética e inteligência artificial, e participou de uma mesa-redonda ao lado de Maria Athayde, cofundadora do Future Hacker, e Ornella Nitardi, Líder de Inovação Aberta e Ecossistemas Digitais da BASF para a América do Sul. A discussão focou em como as lideranças podem se preparar para as incertezas do futuro. Todo esse conteúdo estará disponível no eBook “Roundtable with Roger Spitz” também feito com a ferramenta.

AIM Conversion: eles conseguem gerar R$ 1 bilhão de receita a mais por ano às plataformas de comércio on-line com dados e mapeamento do comportamento dos clientes 

Uma mescla de dados, design e tecnologia, somada a um método único de aplicação de experimentação. Com clientes como Magazine Luiza e UOL, a AIM Conversion Experts atua com este nome há seis meses, mas é resultado da junção de duas referências no setor, Eduardo Marconi e Francesco Weiss, que estão há mais de uma década desbravando o segmento. Eles juntaram forças com o renomado investidor do setor tech, Ronaldo Heilberg, que é cofundador do grupo. Para grandes sites e aplicativos de comércio virtual, a expertise da AIM pode gerar um incremento anual de R$1 bilhão (ou até mais) na receita.

Depois de já terem atuado juntos, Marconi e Weiss agora recriam a estratégia em nova jornada empreendedora, com perspectiva de faturamento aproximado de 4$ milhões em 2024 (já foram R$ 2 milhões até agora), o que revela, segundo eles, a base para alavancagem no curto prazo, com previsão de triplicar a receita em 2025. Na carteira de clientes, há outros grandes grupos de variados setores, como Netshoes, UOL e Fretebrás.

A AIM pensa na estratégia visual, design, UX, navegabilidade do consumidor e na inteligência para o encurtamento do caminho que facilite, acelere e aumente o ato da compra. Mas o modus operandi não é convencional e, para além de qualquer segredo ou complexidade, há uma visão bastante clara sobre a jornada do consumo, avaliada de forma “invertida”: a matéria prima analisada é o que não está dando certo, e por quê.

“Pensamento fora do que se espera do mercado junto com inovação diária e ações baseadas em feedbacks em tempo real dos erros e acertos da oferta da experiência no e-commerce: fazendo o caminho de fora para dentro, e com as ferramentas certas, o nosso grande diferencial é que atuamos como um núcleo de negócio, interpretando dados e escolhendo aqueles que consideramos ideais para a mensuração do que poderemos corrigir e adaptar para que a plataforma otimize suas vendas”, explica Eduardo Marconi, sócio da AIM, que começou sua carreira como “web designer em agências digitais no Reino Unido”.

Segundo Marconi, a AIM funciona como uma empresa de altíssima performance, que não necessariamente precisa de muitos colaboradores (o time não tem mais que vinte pessoas), mas sim daqueles que fazem o que quase ninguém faz — e conseguem escalar isso. 

“Nesse meio, é sobre ser ultra premium a partir de ações cirúrgicas vindas de quem sabe fazer. Aqui, pensamos na experiência e usamos TI, mas incidimos a esse pensamento o comportamento e as peculiaridades dos diversos tipos de consumidores on-line, da gama variada de como lidam com a compra. A partir disso, espelhamos o nosso modelo, fazendo com que seja possível comparar nossas hipóteses com aquele já existente. Desenvolvemos essa noção com sensibilidade ímpar, e acreditamos ser quase impossível de ser copiada, não só pelos caminhos tecnológicos, mas pelas pessoas que conseguem operar essas rotas, e isso tudo com a chancela da nossa biblioteca de mais de 3 mil experimentos realizados em diversas marcas como XP Investimentos, RD, Johnson&Johnson e Grupo Soma”, detalha.

Arte e Ciência

A AIM tem uma estratégia definida: utilizar de dados com análise, tecnologia de ponta, tendências de mercado e mapeamento do comportamento do cliente nas plataformas de e-commerce com um objetivo central: identificar o que está errado e o que pode ser melhorado na experiência da compra para potencializar as vendas ou até mesmo proporcionar uma receita que não estava sendo aproveitada. Para isso, é necessário ter habilidades e percepção específicas, conforme afirma o sócio Francesco Weiss.

Segundo o empreendedor, embora seja impossível pensar em todos os detalhes e meandros que tornaram a AIM uma promotora de uma concepção única de experimentação, há indícios que podem justificar como a empresa é de vanguarda. “Explicaria assim: temos o que é raro, o que chamo de super experts, que pegam a tecnologia e os dados e dão um contorno a eles com uma boa pitada de arte e ciência, temperando com estratégia que só existe porque houve uma mensuração bastante fiel do que faria sentido aplicar, tirar, adaptar ou investir na interface (o que se deu por meio de muitos testes comparativos e espelhamento de diversas telas e experiências diferentes de navegação)”, afirma Weiss.

Experimentação

Sobre o termo “experimentação”, o especialista explica que é uma evolução do CRO (Conversion Rate Optimization, ou Otimização da Taxa de Conversão), já que hoje é um serviço completo de aumento de conversão que engloba pesquisas de comportamento, programa de experimentação e personalização de produtos, conteúdo e design. Para ele, é impossível identificar como será a forma com que cada um (consumidor) quer se relacionar com uma marca e com sua interface de produtos on-line. No entanto, é algo que se pode, com os recursos certos, ter uma baliza, aproximar e aumentar a lupa ao máximo, facilitando as ações que serão feitas em cima dessa observação minuciosa.

“Então, produzimos e simulamos diversas experiências diferentes e identificamos qual tem o maior engajamento, conversão e resultado. E é essa a que vai ser implementada. Mas o melhor para um não é para todos: há o público que é mais orientado a preço, à promoção, tem aqueles que deixam claros nos seus rastros que só vão comprar se o processo for simples, tem os que pesquisam muito e só após compram, tem os que pesquisam demais e não compram. É um labirinto de possibilidades, mas conseguimos achar um padrão no caos, o que nos dá munição para criar caminhos viáveis”, acrescenta.

Para Weiss, é necessário entregar a interface mais adequada para que ela facilite a operação e usar todas essas informações para ir personalizando as experiências. Os algoritmos de inteligência artificial ajudam sim a chance de sermos efetivos, mas conversar com o consumidor, e entender o jeito certo de como apresentar isso da melhor forma que converta em vendas, aí é outra história, é algo que poucos fazem, que envolve certa arte. Não é instinto, não é achismo, mas arte no sentido de ser um trabalho altamente customizado, uma alfaiataria capaz de proporcionar números enormes de faturamento”, completa.

Startup inova na prevenção de bugs em softwares: modelo colaborativo é referência em um mercado que perde quase $ 2 trilhões com o problema

Conectar empresas a testers que realmente entendem do que fazem para gerar economia nos gastos com problemas oriundos de erros e bugs de softwares que vão ocorrer, mais cedo ou mais tarde, e gerar prejuízo (dos grandes). Com um trabalho de prevenção, atuação proativa e neutralização, a startup TSTR, fundada em Uberlândia, quer se antecipar ao problema e, para isso, desenvolveu uma solução para que as empresas gastem muito menos com os danos gerados por essas falhas, e possam tornar a operação mais sustentável. Parece só tech e finanças, mas também é impacto social na nossa vida. 

Isso porque estudos recentes indicam que falhas em software custam às empresas globais cerca de $1,7 trilhão por ano em tempo de inatividade, perda de receita e danos à reputação, sem contar os prejuízos aos usuários, consumidores e clientes, o que, no caso da área da saúde, pode significar vida ou morte. 

No caso da economia, empregos podem ir pelo ralo. Pensando nisso, a startup resolve esse problema crítico (ou boa parte dele), garantindo que os produtos sejam lançados sem falhas, o que resulta em uma experiência de usuário confiável. Lá na frente, não vai ser necessário apagar incêndio e gastar milhões com reparação. 

Isso foi possível com a junção de uma comunidade de mais de 1.000 testers qualificados, força pela qual a TSTR quer entrar em um mercado reprimido de $ 40 bilhões. “Não miramos os grandes conglomerados, o nosso cliente médio são startups de até 50 funcionários que prestam os serviços de software para as empresas, bancos, fintechs etc.”, explica o fundador João Júnior, especialista em tecnologia, programador e desenvolvedor.

Pane global? Dava para evitar

Para exemplificar, podemos citar o apagão cibernético do dia 20 de julho, que atrapalhou o funcionamento de companhias aéreas americanas, a operação de aeroportos da Europa, da Índia, de Hong Kong e Cingapura, além de transmissões ao vivo de redes televisivas no Reino Unido e na Austrália. Bancos, estações de trem e hospitais foram afetados. Diversas bolsas de valores ao redor do mundo também tiveram que interromper as negociações. No Brasil, bancos foram afetados. 

O fundador da startup garante que o problema poderia ter sido evitado com atuação prévia. “A sacada da TSTR, uma spin-off da 4ALL Tests, é assegurar (em cima de dados e estratégia) que seus clientes entreguem ao mercado produtos sem falhas, garantindo uma experiência de usuário impecável e de alto valor. Para isso, utilizamos de uma série de princípios e técnicas operacionais que evitam o desperdício de custos, aumentar a qualidade do produto e a maximização do valor entregue ao cliente”, afirma.

Mas como funciona, na prática? 

A empresa atua como uma plataforma que conecta negócios a uma vasta comunidade de testers especializados, oferecendo serviços que vão desde a execução de testes em demandas específicas até a gestão completa de áreas de teste. 

“O diferencial da TSTR está na combinação de práticas de ponta com uma ampla comunidade de testers experientes. Utilizando metodologias como ShiftLeft Testing e a filosofia Lean, a TSTR integra testes desde as fases iniciais do desenvolvimento, promovendo a detecção e correção precoce de falhas. Essa abordagem reduz o tempo de lançamento de novos produtos, minimiza bugs em produção e resulta em softwares mais estáveis e confiáveis”, explica o fundador e sócio João Júnior. 

É sobre tecnologia, mas antes sobre impacto nas pessoas

“Falamos de tecnologia de ponta, mas, no final das contas, estamos gerando soluções na vida das pessoas e empresas. Bugs ou falhas que atrapalham o acesso aos apps dos bancos, problemas em sistemas avançados de medicina e panes em sistemas aéreos geram perdas financeiras imensas, mas, mais do que isso, podem causar danos irreversíveis na saúde física e mental das pessoas”, explica.

Por isso, o mercado-alvo da TSTR inclui startups, empresas de tecnologia, fintechs, healthtechs e corporações que necessitam de soluções de testes de software escaláveis e eficazes. A tecnologia abrange automação de testes baseada na pirâmide de testes, utilizando ferramentas de ponta para realizar testes funcionais, de desempenho, segurança e usabilidade em todas as camadas do software. 

“Por exemplo, em projetos com nossos clientes, automatizamos mais de 80% dos testes de regressão, reduzindo drasticamente o tempo de lançamento de novos produtos e atualizações, além de minimizar a ocorrência de bugs em produção. Isso resulta em produtos mais estáveis, maior satisfação do usuário final e economia de custos a longo prazo”, afirma.

Atuação de acordo com ODS/ONU

Com a crescente digitalização e a demanda por softwares mais robustos e confiáveis, a TSTR está posicionada para capturar uma parte significativa deste mercado. “A necessidade crescente de automação e testes contínuos impulsiona a adoção de nossas soluções, abrindo novas oportunidades para expandir nossa base de clientes e aumentar nossa participação no mercado”, completa o fundador. Entenda mais:

– ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura: A TSTR promove a inovação ao oferecer soluções avançadas de teste de software, ajudando empresas a desenvolver produtos mais confiáveis e eficientes.

– ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico: Ao melhorar a qualidade e confiabilidade dos softwares, contribuímos para um ambiente de trabalho mais eficaz e produtivo, beneficiando tanto empresas quanto profissionais de TI.

– ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis: Através da automação e eficiência nos testes de software, ajudamos a construir soluções tecnológicas que podem melhorar a qualidade de vida e a gestão urbana.

– ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis: Reduzimos desperdícios e retrabalhos ao garantir que softwares sejam lançados com menos bugs, promovendo práticas de desenvolvimento de software mais sustentáveis.

El Perrito: “crescimento é possível quando há automação e processos”

Quem nunca foi a um restaurante mexicano com amigos para um happy hour ou um momento relax no fim de semana? Muita gente conhece o menu típico, com tacos, burritos, nachos e outras delícias. Mas nem todo mundo, quando vai, pensa nos bastidores de uma operação, como o El Perrito, que há três anos e meio é cliente do PDV Legal, software de gestão de food service da Web Automação. 

Quem empreende no ramo alimentar precisa pensar em tantos detalhes: atendimento do salão, entradas e saídas de caixa, controle de estoque, faturamento e outros. Se todos os processos forem feitos manualmente, há inegavelmente uma chance maior de erro. É aí que entra a solução criada pela Web Automação. O PDV Legal é um software completo de gestão de vendas que pode ser utilizado por estabelecimentos de food service. 

Com os dados hospedados na nuvem, a solução permite que os empreendedores e gestores tenham acesso, de forma integrada, a fluxo de caixa, estoque e demais movimentações em tempo real, de quaisquer localidades, além de gráficos e relatórios visuais, desenvolvidos para monitorar a performance dos negócios.

E foi justamente atrás dessa praticidade que o empreendedor José Gremir Ferreira Filho foi atrás, dois meses depois de abrir a primeira unidade do El Perrito, em uma garagem. Não demorou muito para o negócio atrair mais e mais clientes e o empresário perceber que, apenas manualmente, haveria um controle limitado. “Começamos a usar o PDV Legal a partir da movimentação que só crescia. E foi com esse software que conseguimos um gerenciamento mais eficaz de fluxo de caixa, estoque, time e atendimentos”, afirma. 

O El Perrito está presente em três endereços na Zona Leste de São Paulo (SP) – Itaim Paulista, São Miguel Paulista e Ponte Rasa. A rede, cliente da Web Automação há três anos e meio, tem uma quarta filial no horizonte. “Essa parceria, certamente, nos possibilitou a chance de crescer de uma forma organizada e mais estruturada”, acrescenta Gremir. 

Cada um dos estabelecimentos recebe, em média, 40 consumidores diariamente, de segunda a sexta, e chega a 150 pessoas por dia, aos finais de semana. A rede, que se enquadra como uma PME, tem 32 colaboradores. Ou seja, para gerenciá-la, é preciso de processo, amparo tecnológico e automação nos meios de pagamento. Do contrário, a comunicação entre os restaurantes não seria eficaz. “A organização via sistema nos deixa tranquilos, em especial, na parte financeira e no controle de produtos”, destaca Gremir.

“Quando nossas conversas começaram, entendemos que as dores do El Perrito eram comuns a muitos empreendedores do ramo alimentício. E apesar de serem questões que impactam diretamente nos negócios, não eram difíceis de resolver – bastava haver a vontade de solucionar. E tudo isso foi superado com maestria”, destaca Araquen Pagotto, CEO da Web Automação.