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Muito além da otimização de processos, Grupo Ri Happy impulsiona sua transformação organizacional e cultural a partir do Google Workspace

Com mais de 35 anos de história, o Grupo Ri Happy, maior rede varejista de brinquedos do Brasil, embarcou em uma revolução digital e cultural ao adotar o Google Workspace. Contando com a expertise de implementação da Gentrop, foi possível otimizar o dia a dia de seus mais de quatro mil colaboradores por todo o Brasil, além de revolucionar a sua cultura organizacional.

Alcançando 83% de feedbacks positivos durante as 42 horas de treinamento, o objetivo era não apenas otimizar e aprimorar a comunicação do Grupo Ri Happy, mas também a eficiência de áreas variadas da organização. E a companhia entendeu que o Google Workspace atenderia a esse propósito pela abrangência de suas ferramentas e funcionalidades, aproveitando o momento de transição para dar início ao complexo processo de transformação digital e cultural. O resultado foi trazer inovação e otimização aos processos de trabalho, além de revolucionar a cultura interna, de forma a tornar todo o Grupo mais colaborativo. 

Para Paulo Henrique de Toledo Farroco, CDO do Grupo Ri Happy, contar com um parceiro como a Gentrop, que já vivenciou outros processos similares, trouxe muita confiança a todos. “Para o Grupo Ri Happy, esta é a primeira vez que uma mudança assim acontece, mas para a Gentrop é a enésima vez que participam de um projeto de transformação como esse”, explica o executivo. “Ter um parceiro confiável e com experiência trouxe segurança e nos fez sentir amparados. Nossa experiência até agora tem sido muito positiva.”

A complexidade do processo era uma preocupação recorrente da equipe envolvida no projeto, especialmente pela adoção de novas ferramentas e pela jornada de aprendizado necessária para a utilização em suas muitas funcionalidades. “Apesar de ser bem complexo, o processo de migração foi super tranquilo com o suporte da Gentrop. Conseguimos mapear todas as dificuldades que teríamos durante o projeto logo no início, o que tornou possível mitigar os erros e possíveis problemas futuros”, garante Hugo Souza, Coordenador de Infraestrutura e Telecom. “A equipe da Gentrop foi fundamental, nos orientando e direcionando para fazermos ajustes e adequações necessárias à infraestrutura do Grupo Ri Happy.”

Transformação muito além de processos

A transformação cultural era uma das prioridades do projeto, que tinha como objetivo uma mudança no comportamento da organização de acordo com os seus valores e promovendo uma cultura que atendesse às necessidades do mercado, dos clientes e dos próprios colaboradores. 

O Chief Digital Officer da Ri Happy aponta que a empresa está passando por um reposicionamento significativo de mercado e a escolha do Google Workspace veio para contribuir com a aceleração desta mudança, que também é cultural e pautou a decisão. “A ideia de colocar o Workspace dentro do nosso negócio foi exponencializar a contribuição e a cocriação entre as áreas. O objetivo é ter trabalhos feitos não mais de forma individualizada, como foi no passado, mas com uma cocriação entre as áreas para uma melhor produtividade”, conta o executivo.

Se o objetivo é ter todas as ferramentas de escritório centralizadas, proporcionando praticidade e economia de tempo, o Google Workspace torna possível alternar de forma simples entre e-mail, documentos, calendários e chat, sem sair do ambiente de trabalho. Ao reduzir o tempo nessa troca constante de aplicativos e dedicar mais tempo às tarefas essenciais, é possível otimizar a produtividade. 

“A Ri Happy é uma empresa que tem propósitos parecidos com os da Gentrop. Nós, como parceiros, pudemos trazer toda nossa expertise de capacitação e transformação para no final podermos contar essa história de mudança com o Workspace”, aponta Alline Antóquio, diretora executiva da Gentrop. 

Guiando a transformação do início até depois do fim

O Google Workspace traz inovações para o seu ambiente de trabalho frequentemente e, justamente por isso, a Gentrop disponibilizou o Genguide, uma plataforma própria de ensino focada nos aplicativos do Google Workspace, de forma que  os colaboradores da Ri Happy possam evoluir suas habilidades continuamente. 

Com o objetivo de ensinar o passo a passo e as funcionalidades de cada app, a solução promove a inclusão digital, simplifica processos de trabalho e cria oportunidades para que os colaboradores alcancem todo o seu potencial. “Dentro do processo de transformação, a Gentrop também pensa na experiência pós-migração. Sempre nos preocupamos com a utilização do Workspace, além de como é a experiência do colaborador depois da implementação”, explica Alline. “Foi assim que nasceu o Genguide, uma ferramenta de educação continuada com a qual conseguimos fazer com que cada colaborador tenha uma trilha de aprendizado baseada no seu conhecimento e nível de especialidade.”

Ao otimizar a utilização da nova ferramenta e disponibilizá-la para todos os colaboradores, é possível aumentar a produtividade e melhorar a usabilidade dos aplicativos do Google Workspace, reduzindo a carga do suporte técnico e tornando os processos mais fluidos e eficientes por toda a organização. O resultado se reflete em mais tempo da equipe dedicada à inovação e estratégias de satisfação dos clientes.

“A razão da existência do grupo Ri Happy é efetivamente satisfazer os seus clientes, tanto externos quanto internos. Esperamos que esse conjunto de ferramentas do Workspace traga melhorias na qualidade desta relação com os nossos clientes e, obviamente, uma melhora na qualidade dos nossos serviços para com eles”, conclui Farroco.

ESPM promove o Meeting ESPM de ESG, evento gratuito sobre sustentabilidade e negócios

Com a cobrança da sociedade por uma nova cidadania corporativa que possa garantir as práticas de ESG, as empresas vêm desenvolvendo novos métodos de gestão. Para discutir sobre esse tema, a ESPM, escola de referência em Marketing e Inovação voltada para negócios, por meio do seu HUB ESG Chance, promove o ‘Meeting ESPM de ESG: Guia de carreira em ESG’. O evento é gratuito e acontece em 31 de agosto, das 8h às 16h30, online ou presencial no campus da ESPM Tech, em São Paulo. Os interessados em participar podem se inscrever no site da instituição.

A programação do evento contempla palestras de especialistas na área e professores da escola, mesas-redondas, experiências para networking e imersão entre os participantes. Na versão online, o conteúdo do Meeting ESPM de ESG será transmitido ao vivo, via Zoom, aos participantes. Confira a programação completa:

9h às 9h45: Recepção e Networking

10h: Boas vindas com Caio Bianchi, diretor acadêmico de educação continuada da ESPM e Iná Barreto, coordenadora dos cursos de MBA em Marketing e pós-graduação em gestão empresarial e marketing da ESPM

10h10 às 11h10: Abertura e painel – A carreira ESG no contexto contemporâneo, com Pedro Rivas, coordenador e professor no curso de pós-graduação Master ESG na prática da ESPM; Adriana Gomes, líder do programa de Integração Nacional de Carreiras da ESPM; e Cristine Naum, profissional com experiência de 15 anos em empresas nacionais e multinacionais dos segmentos de logística, financeiro e varejo, atuando com sustentabilidade

 11h10 às 12h: Painel – Mercado de trabalho e ESG, com Lígia Oliveira, professora do Hub de Employer Branding da ESPM e head de Employer Branding da Cia de Talentos; e Marcus Nakagawa, doutor em sustentabilidade pela USP e coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental

12h às 13h30: Almoço

13h30 às 14h: Painel – ESG, Dados e Produção Científica, com Onara Lima, formada em Engenharia Ambiental e Sanitária pela Universidade do Vale do Paraíba e em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Paulista, com especialização em gestão de pessoas; e Marcelo Gabriel, professor da pós-graduação em Administração da ESPM e editor convidado da Brazilian Journal of Marketing

14h às 14h30: Open Talks

14h30 às 16h30: Lounge

Ao final do evento, os participantes receberão um certificado de participação com carga horária de 6 horas, adicionando valor ao seu currículo e Linkedin.  

Serviço: Meeting ESPM de ESG: Guia de Carreira em ESG

Data: 31/08/2024

Horário: Das 08h às 16h30

Formato: Online ou Presencial

Local: ESPM Tech –  R. Joaquim Távora, 1240 – Vila Mariana – SP

Inscreva-se aqui 

WhatsApp para PMEs: evolução, riscos e tendências

O WhatsApp tem se consolidado como uma ferramenta comercial indispensável para pequenas e médias empresas (PMEs) em todo o mundo, sempre atento aos hábitos e ao cotidiano das pessoas para criar novas soluções. No entanto, precisamos reconhecer que a inovação desse app tão popular no mercado não anula os desafios significativos que o Grupo Meta ainda deve enfrentar, especialmente no que diz respeito à segurança de dados e à privacidade.

Este ano, a terceira edição do WhatsApp Conversations, promovido pela Meta, recebeu 1,2 mil convidados em São Paulo e mais de 80 mil usuários por transmissão ao vivo, entre líderes de marketing, publicidade e tecnologia, para discutir as tendências que moldarão o futuro do aplicativo.

No decorrer do evento, Maren Lau, Regional VP e Head of Latin America da Meta, afirmou que o nosso país tem a quinta maior população digital do mundo e que 90% dos brasileiros usam mensagens instantâneas em seus dispositivos móveis. A realidade revela a importância do WhatsApp para as corporações brasileiras e vice-versa, aumentando a necessidade de compreender o seu impacto no cenário empresarial.

Uma das principais inovações apresentadas na conferência foi o Meta Verified para WhatsApp, iniciativa que visa fornecer um selo de verificação para pequenas empresas do WhatsApp Business e que já conquistou a confiança de 200 milhões de usuários pelo mundo, segundo Nikila Srinivasan, VP Product Management da Meta. O recurso, que será implementado no Brasil, Índia, Indonésia e na Colômbia, tem o potencial de aumentar a confiança dos consumidores e fortalecer a credibilidade das PMEs, criando um ambiente mais seguro e transparente para as interações comerciais.

Outra novidade relevante é a integração do Pix ao WhatsApp Business. Amplamente utilizado no Brasil, esse método instantâneo de transações amplia e facilita as opções de pagamento para consumidores e empresários, impulsionando o comércio eletrônico.

Além do pagamento, o aplicativo também oferece uma API oficial para que as marcas se conectem individualmente com os clientes em grande escala. Isso é possível graças à automação de conversas e ao suporte personalizado da API, que aprimora a experiência de atendimento e impulsiona a eficiência operacional. Uma otimização das capacidades analíticas também será realizada para proporcionar dados mais precisos sobre o comportamento e as preferências dos usuários, permitindo que as empresas criem campanhas mais assertivas e aumentem as taxas de conversão.

Pode estar tudo bem, até onde não são abordados os riscos com a ferramenta.

Apesar das inúmeras oportunidades oferecidas pelas inovações do WhatsApp, é crucial abordar as preocupações relacionadas à segurança de dados e à privacidade dos usuários. Em um ambiente digital cada vez mais propenso a ameaças cibernéticas, as PMEs devem se precaver e adotar medidas proativas para proteger as informações confidenciais de suas conversas.

A verificação de números de telefone de empresas, por exemplo, ressalta a legitimidade das transações comerciais, especialmente para evitar possíveis fraudes na hora dos pagamentos. Além disso, atentar-se ao limite de captação de dados dos clientes durante as análises de personalização do WhatsApp também é um passo importante para evitar que informações sensíveis fiquem sujeitas a exposições indevidas.

À medida que o aplicativo continua a evoluir e a introduzir novas funcionalidades, é fundamental que o Grupo Meta e outras partes interessadas no ecossistema considerem não apenas o potencial comercial, mas também os impactos sociais e a responsabilidade corporativa. A privacidade dos usuários, a segurança de dados e a equidade no ambiente de negócios devem ser prioridade em meio às novidades tecnológicas, pois garantem que os pequenos empreendedores também possam aproveitar os benefícios do aplicativo de forma sustentável e ética.

Por que se faz necessária uma regulamentação da IA para o Brasil

O ano de 2023, de certo modo, foi o ano regulatório da Inteligência Artificial (IA). Ainda em maio, o G7 Summit destacou a importância de promover guardrails para os sistemas avançado de IA em bases globais.

Em agosto, foi a vez da China promulgar uma lei especificamente associada à IA Generativa, com o intuito de mitigar prejuízos essenciais aos indivíduos, manter a estabilidade social e assegurar sua liderança regulatória internacional a longo prazo.

Na esteira deste processo, coube aos EUA, na figura de seu então presidente Biden, emitir uma ordem executiva que dava conta de nortear a aplicação da IA para o campo da confiabilidade, segurança e da proteção dos elementos fundamentais da soberania americana.

Contudo, a cereja do bolo foi, em larga medida, o Ato da IA da União Europeia, pré-aprovado em dezembro de 2023 e sancionado no início de 2024. Profundamente debatido e bastante abrangente, o Ato alcança o estatuto de uma regulamentação com vocação internacional concebida como framework legal para o desenvolvimento e aplicação de sistemas de IA para os países membros do bloco.

No Brasil, a lei 2.338 da Inteligência Artificial, marca uma inflexão na regulamentação das tecnologias emergentes no país. Em larga escala, a lei possui aspectos positivos, mas também denota certa fragilidade em áreas estratégicas para o desenvolvimento de nossa liderança no campo da IA.

No centro da regulamentação brasileira encontra-se disposições da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), enfatizando a proteção de dados pessoais com ênfase na privacidade. A lei pretende, deste modo, garantir que a IA não comprometa os direitos individuais. A LGPD também quer incentivar a inovação, oferecendo alguns incentivos fiscais e subsídios para empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento de IA. Este aspecto visa posicionar o Brasil como um hub de inovação tecnológica, estimulando a competitividade e a criação de startups no setor de IA. No que tange aos impactos sociais, a inclusão digital e o uso ético da IA para reduzir desigualdades estão contemplados por meio da promoção de programas educacionais e de capacitação para populações vulneráveis, preparando a força de trabalho para a era da inteligência artificial. A ideia é mitigar os impactos sociais negativos da automação, promovendo uma transição mais equitativa.

No entanto, há pontos negativos a destacar. O primeiro deles gravita em torno de uma excessiva burocracia, como a exigência de múltiplas avaliações e certificações que poderão sobrecarregar as empresas – especialmente startups e pequenas empresas – com custos adicionais e processos demorados. Este aspecto burocrático pode desencorajar a inovação e a adoção de novas tecnologias. Embora a lei tenha intenções interessantes, alguns críticos citam ambiguidade em certas disposições, possibilitando interpretações conflitantes e insegurança jurídica. Há falta de clareza em relação a responsabilidades e penalidades específicas que dificultarão sua aplicação prática. Há ainda preocupações sobre o potencial uso da regulamentação de IA para fins de controle estatal. Este aspecto levanta questões sobre a proteção das liberdades civis e os limites da intervenção do Estado.

Estamos, em todo o caso, diante de um marco importante na regulamentação da IA. Tal componente regulatório é necessário para trazer equilíbrio entre proteção de direitos, incentivo à inovação e promoção da inclusão social. No entanto, a eficácia da lei dependerá de sua implementação prática e da capacidade de mitigar os riscos associados. A transparência, a clareza regulamentar e a vigilância constante da sociedade civil serão essenciais para garantir que os benefícios superem os desafios.

Estratégias de Social Commerce: Como Aumentar Suas Vendas Online

Integrar estratégias de social commerce pode transformar a presença digital de uma marca. Empresas que utilizam essas abordagens conseguem aumentar suas vendas ao tornar a experiência de compra mais interativa e personalizada. O social commerce permite que os consumidores descubram produtos diretamente através das redes sociais, facilitando o processo de compra.

Além disso, ao incentivar a interação entre consumidores, marcas podem criar uma comunidade engajada em torno de seus produtos. Recomendações de amigos e avaliações autênticas aumentam a confiança e impulsionam as decisões de compra. Investir em anúncios segmentados e parcerias com influenciadores também são táticas eficazes.

Estatísticas mostram que consumidores tendem a confiar mais em produtos recomendados por pessoas que conhecem ou seguem nas redes sociais. Esse fator subjetivo pode ser determinante na escolha de um produto. Portanto, uma estratégia de social commerce bem planejada pode não apenas aumentar as vendas, mas também fortalecer o relacionamento com os clientes.

Fundamentos do Social Commerce

O Social Commerce é uma estratégia emergente que combina aspectos de redes sociais e e-commerce. Ele aproveita a interação social online para facilitar as compras e aumentar as vendas.

Definição de Social Commerce

Social Commerce é a integração das funcionalidades de compra e venda dentro das plataformas de redes sociais. Ele vai além do simples marketing digital, permitindo a transação direta de produtos e serviços sem sair da rede social.

As principais redes como Facebook, Instagram e TikTok têm ferramentas específicas que suportam o Social Commerce.

Essas ferramentas incluem lojas integradas, botões de compra e chatbots.

Essa modalidade de comércio se baseia na confiança que os consumidores têm em suas redes sociais e em recomendações de amigos ou influenciadores.

Evolução do Comércio Social

O Comércio Social começou como uma extensão do marketing nas redes sociais, evoluindo para uma poderosa ferramenta de transação. Inicialmente, as plataformas permitiam apenas a divulgação de produtos, mas rapidamente integraram ferramentas que possibilitam a compra diretamente na plataforma.

Instagram e Facebook introduziram lojas integradas em 2020. TikTok seguiu com parcerias com grandes marcas para transações diretas.

Essa evolução é impulsionada pela necessidade de conveniência e pela crescente confiança dos consumidores em realizar transações online.

Princípios Básicos do Social Commerce

Os principais princípios do Social Commerce incluem:

  1. Engajamento – Interação contínua com os consumidores através de postagens, stories e vídeos.
  2. Confiança – Construção de uma base sólida de clientes que confiam na marca, muitas vezes por meio de recomendações e avaliações autênticas.
  3. Facilidade de Uso – Experiência de compra simples e integrada, onde o usuário pode comprar um produto com poucos cliques.

Esses princípios formam a base para implementar uma estratégia eficaz de Social Commerce.

Plataformas de Social Commerce

O social commerce tem ganhado popularidade por permitir que as marcas se aproximem dos consumidores diretamente nas redes sociais. As plataformas variam de acordo com suas funcionalidades específicas, permitindo uma integração perfeita com o processo de vendas.

Facebook e Instagram Shopping

Facebook e Instagram são duas das plataformas mais poderosas para o social commerce. No Facebook Shopping, as empresas podem criar uma loja online dentro da própria plataforma, permitindo que os usuários naveguem e comprem produtos sem sair do aplicativo.

O Instagram Shopping facilita a marcação de produtos diretamente nas postagens e nos stories. Isso cria uma experiência de compra visualmente atraente e interativa. Além disso, o recurso Checkout no Instagram permite a finalização da compra diretamente no app.

Pinterest e Twitter como Canais de Vendas

Pinterest atua como um motor de descoberta visual, onde os usuários podem encontrar ideias e produtos através de pins e painéis. Empresas podem criar pins compráveis, que permitem a compra de produtos diretamente na plataforma.

Twitter, enquanto isso, é menos visual e mais textual. Contudo, as campanhas de Twitter Ads e os Cards de Produtos podem direcionar o tráfego para páginas de produtos. Mensagens diretas no Twitter também são um canal eficaz para atendimento ao cliente e vendas.

WhatsApp Business e Telegram

WhatsApp Business oferece uma comunicação direta com os clientes. Negócios podem usar catálogos para exibir produtos e respostas rápidas para agilizar o processo de venda. O WhatsApp Pay facilita os pagamentos diretamente pelo app, tornando a transação conveniente.

Telegram é uma alternativa robusta com bots que podem automatizar o atendimento e as vendas. Oferece funcionalidades como canais e grupos, que permitem uma comunicação mais segmentada com os seguidores, e pagamentos inline para uma experiência de compra integrada.

Estratégias para Engajamento

Focar no engajamento é vital para o sucesso do social commerce. As melhores práticas incluem a criação de conteúdo envolvente, parcerias com influenciadores, e o uso estratégico de publicidade paga nas redes sociais.

Marketing de Conteúdo e Storytelling

Marketing de Conteúdo e Storytelling são ferramentas poderosas. Criar narrativas autênticas que ressoam com o público gera conexão emocional e promove o engajamento.

Publicar conteúdos que abordam tópicos relevantes para os seguidores e que respondam a suas perguntas e necessidades é crucial. Utilizar imagens de alta qualidade, vídeos curtos e infográficos também enriquece a experiência do usuário e mantém a atenção.

Utilize histórias de clientes e testemunhos para adicionar um fator humano. Mostrar como seus produtos ou serviços impactaram positivamente a vida de outras pessoas fortalece a credibilidade e confiança na marca.

Uso de Influenciadores Digitais

Influenciadores digitais têm a capacidade de expandir o alcance e engajar ativamento seus seguidores. Colaborar com influenciadores que compartilhem os valores da marca é essencial.

Selecione influenciadores que possuem uma audiência fiel e relevante. Desenvolva campanhas criativas que permitam aos influenciadores compartilhar experiências autênticas com o produto ou serviço.

Micro-influenciadores são muitas vezes mais eficazes porque possuem um engajamento mais alto e uma relação mais próxima com seus seguidores. Monitore os resultados e ajuste as estratégias conforme necessário para maximizar o impacto.

Publicidade Paga nas Redes Sociais

A publicidade paga nas redes sociais é uma estratégia direta para aumentar o engajamento. Utilize anúncios no Facebook, Instagram, TikTok, e outras plataformas populares para atingir públicos específicos.

Crie campanhas bem segmentadas com objetivos claros. Use dados analíticos para identificar seu público-alvo e personalizar o conteúdo dos anúncios para assegurar relevância.

Experimente com diferentes tipos de anúncios como carrossel, vídeo ou anúncios interativos. Monitore as métricas de desempenho rigorosamente para otimizar as campanhas em tempo real, garantindo um retorno máximo sobre o investimento.

Táticas de Vendas no Social Commerce

Para maximizar as vendas no social commerce, é essencial usar táticas específicas como ofertas exclusivas, eventos ao vivo e integração de chatbots.

Ofertas e Promoções Exclusivas

Oferecer promoções exclusivas em redes sociais cria um senso de urgência entre os consumidores. Descontos temporários e vendas relâmpago aumentam o engajamento e incentivam compras rápidas.

Não apenas descontos, mas também brindes ou frete grátis podem ser atraentes. Quartas-feiras de desconto ou Finais de semana de ofertas são exemplos de campanhas específicas que funcionam bem.

Criar sorteios nas redes sociais é outra tática. Os participantes compartilham a promoção com amigos, expandindo o alcance da campanha. Feedback dos consumidores ajuda a ajustar futuras ofertas. Utilizar hashtags específicas para as promoções facilita o tracking e aumenta a visibilidade.

Eventos e Lançamentos Ao Vivo

Realizar eventos ao vivo, como lives, cria uma conexão direta com o público. Durante essas transmissões, é possível mostrar produtos em tempo real, responder perguntas dos consumidores e criar um ambiente de compra interativo.

Lives de lançamentos de novos produtos criam uma atmosfera exclusiva. A audiência sente que está recebendo informações privilegiadas, o que aumenta o interesse nas novas ofertas.

Descontos e ofertas especiais durante a live incentivam a compra imediata. Parcerias com influenciadores podem ampliar o alcance e a credibilidade do evento. Permitindo que a audiência interaja através de comentários, a empresa pode ajustar a apresentação em tempo real conforme o feedback.

Integração de Chatbots para Vendas

Chatbots ajudam a automatizar e agilizar o atendimento ao cliente. Eles podem ser utilizados para responder perguntas frequentes, processar pedidos e até oferecer recomendações de produtos personalizadas.

Implementar chatbots no social commerce reduz o tempo de resposta, melhorando a experiência do cliente. Eles podem operar 24/7, garantindo suporte contínuo.

Além disso, chatbots podem identificar preferências dos clientes e sugerir produtos baseados em compras anteriores. Integrações com sistemas de pagamento permitem que os clientes concluam compras diretamente pelo chatbot, tornando o processo de compra mais fluido e eficiente.

Gestão do Relacionamento com o Cliente

A gestão do relacionamento com o cliente é essencial para o sucesso no social commerce. Aborda tanto o atendimento nas redes sociais quanto a construção de uma comunidade e fidelização.

Atendimento ao Cliente nas Redes Sociais

Ele exige respostas rápidas e precisas, abordando dúvidas e preocupações de maneira eficaz. Utilizar chatbots pode ajudar a manejar volume e rapidez no atendimento. A personalização é crucial; responder com mensagens que demonstrem empatia e compreensão melhora a experiência do cliente.

Além de resolver problemas, é importante manter um tom profissional e amigável. Monitorar constantemente os canais de atendimento para identificar pontos de melhoria e implementar feedback dos clientes resulta em processos mais eficientes.

Construção de Comunidade e Fidelização

Fomentar a participação ativa dos clientes é essencial. Criar grupos exclusivos ou fóruns de discussão nas redes sociais fortalece o engajamento. Incentivos como descontos e benefícios exclusivos para membros da comunidade aumentam a lealdade.

Publicar regularmente conteúdo relevante e de valor para o público-alvo mantém a comunidade ativa e interessada. Estimular e valorizar o feedback dos membros constrói um sentido de pertencimento e conexão com a marca, essencial para a retenção de clientes a longo prazo.

Análise e Métricas Relevantes

Para implementar eficazmente uma estratégia de social commerce, é essencial monitorar métricas específicas e analisar dados sociais que auxiliam na otimização de campanhas e aumento de conversões.

Acompanhamento e Otimização de Conversões

Para maximizar resultados, é vital acompanhar métricas como Taxa de Conversão, Custo por Aquisição (CPA), e Valor Médio do Pedido (AOV). Essas métricas fornecem informações sobre a eficácia das campanhas e ajudam a identificar áreas que necessitam de melhorias.

A análise dessas métricas pode ser complementada pelo uso de ferramentas de análise, como Google Analytics e plataformas de redes sociais. Estes instrumentos permitem monitorar o comportamento do cliente desde a primeira interação até a finalização da compra.

A otimização pode envolver ajustes nos anúncios, alterações nas páginas de destino e melhorias na experiência do usuário. Implementar testes A/B é outra prática recomendada para entender o impacto de diferentes variáveis e optar pelas melhores abordagens.

Interpretação de Dados Sociais

Os dados sociais, como engajamento, alcance e sentimento, oferecem uma visão detalhada de como o público responde ao conteúdo. Monitorar o engajamento (curtidas, comentários, compartilhamentos) é crucial para entender quais tipos de conteúdo ressoam mais com o público.

O alcance mede a eficácia em atingir a audiência-alvo, enquanto a análise de sentimento ajuda a avaliar a percepção do público sobre a marca. Ferramentas como Hootsuite e Sprout Social podem ser utilizadas para coletar e interpretar esses dados.

Além disso, a análise de tendências nos dados sociais permite ajustar estratégias em tempo real para melhor atender às expectativas e comportamentos do consumidor. Desta forma, é possível não apenas reagir rapidamente, mas também antecipar movimentos futuros.

Desafios e Considerações Legais

Para aplicar estratégias eficazes de social commerce, é imprescindível abordar questões fundamentais de privacidade e segurança de dados, bem como assegurar o cumprimento das regulamentações legais pertinentes.

Privacidade e Segurança de Dados

As empresas devem garantir a proteção das informações dos usuários. Isso inclui a implementação de protocolos de segurança robustos e a educação dos clientes sobre o uso seguro de suas plataformas.

Existem leis específicas como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) no Brasil, que exigem a transparência no manejo de dados pessoais.

Violação de dados pode levar a multas severas e perda de confiança. Práticas como criptografia, autenticação de dois fatores e monitoramento constante são essenciais para proteger a integridade dos sistemas.

Compliance e Regulamentações

O cumprimento das leis é fundamental para evitar penalidades jurídicas. Empresas devem estar atualizadas quanto às normas vigentes e garantir que todas as atividades de social commerce estejam em conformidade.

Regulamentações como o Código de Defesa do Consumidor no Brasil impõem regras sobre publicidade e ofertas online. Adaptações necessárias podem incluir políticas de devolução claras e serviço de atendimento eficaz.

A formação de uma equipe jurídica competente para acompanhamento das operações ajuda na mitigação de riscos. Documentação adequada e auditorias regulares são práticas recomendadas para garantir a conformidade contínua.

Ferramentas e Tecnologias Emergentes

As estratégias de social commerce estão sendo revolucionadas por novas ferramentas e tecnologias, incluindo Realidade Aumentada e Virtual, além de Inteligência Artificial e Personalização. Essas inovações oferecem experiências mais imersivas e personalizadas para os consumidores.

Realidade Aumentada e Virtual

A Realidade Aumentada (RA) e a Realidade Virtual (RV) estão transformando o comércio social ao permitir interações mais envolventes. RA permite que os consumidores experimentem virtualmente produtos antes da compra, como roupas ou móveis, visualizando-os em contexto real.

RV cria ambientes completamente digitais onde os usuários podem explorar lojas virtuais. Marcas utilizam essas tecnologias para fortalecer laços emocionais com os consumidores, proporcionando experiências únicas. Um exemplo é o uso de filtros de RA em plataformas como Instagram, onde os usuários podem testar maquiagem ou acessórios.

Essas ferramentas também facilitam eventos virtuais, como lançamentos de produtos, atraindo um público maior e diversificado.

Inteligência Artificial e Personalização

A Inteligência Artificial (IA) permite uma personalização mais precisa das experiências de compra. Algoritmos de IA analisam dados de comportamento do usuário para recomendar produtos relevantes. Assistentes virtuais e chatbots, também baseados em IA, melhoram o atendimento ao cliente com respostas rápidas e precisas.

A personalização inclui ofertas e anúncios segmentados, adaptados aos interesses e preferências individuais. Tecnologias de IA são capazes de prever tendências, ajudando as marcas a ajustar suas estratégias de produto e marketing.

Essas ferramentas aumentam a eficiência e a satisfação do cliente, tornando a experiência de compra mais fluida e agradável. Elas são essenciais para se destacar em um mercado competitivo.

Futuro do Social Commerce

O social commerce está evoluindo rapidamente e promete grandes avanços nos próximos anos.

Tendências Emergentes

  1. Compras via live streaming: As transmissões ao vivo estão se tornando uma ferramenta poderosa para vendas, permitindo interações em tempo real.
  2. Integração de IA: Chatbots e assistentes virtuais personalizados ajudarão clientes a encontrar produtos mais rapidamente.
  3. Realidade aumentada (AR): Experiências de compra imersivas permitirão que os consumidores “experimentem” produtos virtualmente.

Expansão do Mercado

As plataformas de mídia social estão se tornando verdadeiros marketplaces. Marcas estão investindo em micro-influenciadores para promover produtos de maneira autêntica e engajar mais consumidores.

Personalização e Experiência do Usuário

Com o uso aprimorado de dados, as experiências de compra serão cada vez mais customizadas. Recomendações precisas e ofertas exclusivas serão comuns, melhorando a satisfação do cliente.

Segurança e Privacidade

A segurança dos dados será uma prioridade. Empresas precisarão garantir transações seguras e proteger a privacidade do usuário para ganhar a confiança do consumidor.

Adaptação às Novas Tecnologias

Marcas que desejam se manter competitivas precisarão adotar novas tecnologias rapidamente. O 5G, por exemplo, possibilitará uma navegação mais rápida e melhor experiência de compra.

Colaboração Intergeracional

A colaboração entre gerações mais novas e mais velhas influenciará estratégias de marketing, garantindo que campanhas atinjam uma audiência diversificada e global.e global.

Dropshipping: como iniciantes podem estruturar um sistema de vendas eficiente?

O dropshipping é um modelo de negócios que permite aos comerciantes vender produtos sem a necessidade de manter estoque físico. É uma maneira acessível de entrar no mundo do comércio eletrônico, exigindo um investimento inicial menor. No entanto, iniciar nesse campo pode ser desafiador, demandando um planejamento cuidadoso e uma compreensão clara das etapas necessárias para construir uma operação bem-sucedida. Desde a escolha do nicho de atuação até as estratégias de marketing mais indicadas e o gerenciamento do atendimento ao cliente, há desafios a serem enfrentados para quem deseja ter longevidade nesta modalidade de empreendimento.

Escolhendo um nicho

É importante escolher um setor pelo qual tenha interesse ou paixão, porque isso torna o processo mais agradável e mantém a motivação alta. Nichos com muita concorrência indicam alta demanda, enquanto os com pouca concorrência podem ser oportunidades ou sinais de baixa procura. Vale considerar mercadorias que oferecem boas margens de lucro e prestar atenção às tendências de mercado e sazonalidade. Para iniciantes, recomenda-se a escolha por nichos relativamente simples e com demanda constante, como acessórios de moda, bem-estar e saúde, tecnologia e gadgets, casa e decoração, itens para pet shop etc. Utilizar ferramentas como Google Trends e SEMrush pode ajudar a analisar a popularidade e demanda das áreas escolhidas.

Primeiros passos

Uma vez escolhido o setor de atuação, é hora de selecionar as mercadorias a serem vendidas, levando em consideração margens de lucro e tendências. Encontrar fornecedores confiáveis é indispensável para garantir a qualidade dos itens e a satisfação de quem compra. Fazer negócio com empresas nacionais é recomendado para iniciantes devido aos prazos de entrega mais curtos. Configurar uma loja virtual é o próximo passo. Além de escolher uma plataforma de e-commerce adequada, é necessário personalizar a loja e criar descrições detalhadas das mercadorias. Também é preciso definir os canais de venda, decidindo se irá vender em sua própria loja on-line, em marketplaces como Shopee e Mercado Livre ou nas redes sociais — ou em todos esses. É essencial comunicar claramente os prazos de entrega, considerando o tempo necessário para o fornecedor enviar as peças.

Estratégias de marketing eficazes

Adotar uma combinação de estratégias de marketing é a melhor abordagem para promover os produtos. O SEO aumenta a visibilidade nos motores de busca, enquanto a publicidade paga em plataformas como Google Ads e Meta Ads alcança rapidamente um público mais amplo. Utilizar redes sociais para mostrar as peças e interagir com clientes é essencial, assim como o e-mail marketing para manter a base de clientes informada e engajada com ofertas e conteúdos exclusivos. Programas de fidelidade e promoções incentivam compras repetidas, enquanto parcerias com influenciadores e outras marcas podem expandir o alcance e a credibilidade, potencializando as vendas. Analisar métricas de desempenho regularmente permite que comerciantes de dropshipping façam ajustes informados e oportunos, otimizando a eficiência e a rentabilidade do negócio. Utilizar ferramentas de análise como Google Analytics e realizar testes A/B para otimizar elementos do site também é altamente recomendável.

Garantindo a satisfação do cliente

Para garantir uma experiência positiva ao comprador, é necessário combinar comunicação clara, qualidade do produto e atendimento eficiente. Manter as pessoas informadas sobre prazos de entrega realistas e atualizá-las regularmente sobre o status do pedido, além de oferecer mercadorias de alta qualidade, evita decepções. Estabelecer políticas claras de devolução e reembolso e responder prontamente a quaisquer dúvidas ou problemas dos clientes é o mais indicado. Personalizar a experiência pode aumentar a satisfação e fidelização. Criar uma página de agradecimento com mensagens personalizadas, expressando gratidão pelo pedido ou oferecendo um desconto para a próxima compra é um ótimo exemplo.

Superando os desafios

Iniciar um negócio de dropshipping apresenta vários desafios para jovens comerciantes, como encontrar fornecedores sérios e comprometidos, gerenciar o estoque e os prazos de entrega, garantir a qualidade dos produtos e atrair compradores. Para superar esses obstáculos, é necessário realizar uma pesquisa minuciosa, escolher bem de quem comprar as peças e investir em marketing digital. Manter a transparência com os clientes e oferecer um excelente suporte também são práticas fundamentais. Estabelecer canais de comunicação claros, como e-mail e redes sociais, permite que os consumidores escolham como desejam entrar em contato. Treinar-se para responder a perguntas e resolver problemas de forma eficiente é essencial, além de utilizar ferramentas como Zendesk, que podem ajudar a gerenciar interações com o público e melhorar o serviço.

Para estruturar um sistema de vendas eficiente nesse tipo de empreendimento, é fundamental adotar uma abordagem estratégica em todas as etapas do negócio. Desde a escolha cuidadosa do nicho e dos produtos até a implementação de estratégias de marketing eficazes e a garantia de um excelente atendimento ao comprador — cada decisão impacta diretamente o sucesso e a longevidade do negócio. Investir tempo em pesquisa, escolher fornecedores confiáveis, manter a transparência com os compradores e utilizar ferramentas de análise e atendimento são ações essenciais para superar os desafios. Com um planejamento sólido e dedicação, é possível construir uma operação lucrativa e sustentável neste competitivo mercado.

UBRAFE divulga balanço da primeira edição da feira de negócios EXPERIENCE EXPO

UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) acaba de divulgar o balanço da primeira edição da feira de negócios para o setor de eventos e live marketing EXPERIENCE EXPO (EEX). Promovendo a equidade de gênero, com uma representação de 50% homens e 50% mulheres entre os 80 palestrantes vindos de 7 países como o Brasil, Alemanha, França, Argentina, Bolívia, México e Canadá). Além da diversidade e a inclusão foram abordados dentre as discussões acerca do futuro do setor e temas atuais, a apresentação de cases dos eventos mais relevantes no cenário nacional e internacional e principalmente discussões e exemplos de como o setor de eventos pode e deve contribuir para que os eventos presenciais sejam vistos e analisados como agentes positivos de sustentabilidade .O EEX também consolidou-se como uma plataforma de networking, mas principalmente como um gerador de oportunidades de negócios para o setor de eventos B2B e B2C, registrando em dois dias de evento a presença de 2.800 participantes, sendo 80% deles moradores da cidade e estado de São Paulo, e 20% de outros estados do Brasil e países.

“Ficamos muito empolgados com os resultados obtidos com a realização da 1ª edição do Experience Expo, pois além dos negócios gerados entre as empresas do nosso setor pudemos analisar e verificar de forma direta como os eventos podem contribuir para a meta de sermos carbono zero nos próximos anos”, comemora Paulo Ventura, presidente do conselho de administração da UBRAFE.

Com uma expectativa de atingir 55 marcas expositoras na primeira edição do evento, o EEX registrou um total de 65 marcas expositoras, número acima do planejado. O EEX trouxe um marco em evento referência em sustentabilidade, passando a ser evento-modelo para outros eventos do setor. Durante o congresso o executivo Kai Hattendorf reforçou a importância do compromisso com o meio ambiente por meio da redução da pegada de carbono à zero, convidando o setor a refletir profundamente sobre um tema importante e urgente da atualidade. Kai Hattendorf também comemorou a assinatura conjunta de 33 empresas brasileiras, todas associadas a UBRAFE, no compromisso global de que todos os eventos deverão ser neutros em carbono nos próximos anos. Hoje no mundo, mais de 700 empresas e organizações do setor de eventos já assumiram este compromisso. Entre diversas ações que focaram na sustentabilidade  o evento priorizou a sinalização e comunicação de forma digital, a utilização de carpete fabricado a partir de garrafas de PET recicladas, a redução de utilização de plástico de uso único, a utilização de fibras naturais nos uniformes da equipe de apoio do evento, além de ter apresentado inovações tecnológicas como a tradução simultânea das palestras através de inteligência artificial, bem como a mitigação de todas as emissões de CO2 associadas ao transporte de todos os materiais utilizados, e o deslocamento de visitantes para o evento, em parceria com a Carbono B.

Os 2.800 crachás emitidos para os visitantes foram produzidos com papel que contém sementes de rúcula. Cada crachá apresenta uma média de 10 sementes de rúcula, portanto, se todos forem plantados, um total de 28 mil pés de rúcula serão gerados, número equivalente ao volume vendido em quase 1 dia de comercialização da verdura no Ceagesp de São Paulo.

A primeira edição do EEX também registrou um total de 1.950 litros de água distribuídos gratuitamente a todos os participantes em uma ilha de hidratação, em copos de papel reciclado, equivalente a 3.900 garrafas de 500 ml, que se empilhadas, corresponderiam a um prédio de 268 andares. Os copos de papel reciclado foram encaminhados a reciclagem após o evento, contabilizando zero resíduos destinados a lixões.

“Muito se fala sobre o papel dos eventos presenciais em uma sociedade descarbonizada, mas as empresas do setor além de entenderem esta meta precisavam conhecer na prática como toda essa teoria pode e deve ser aplicada no dia a dia, e durante o EXPERIENCE EXPO conseguimos demonstrar e discutir em profundidade vários dos compromissos que o setor está assumindo neste sentido” finaliza Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.)  diretor executivo da UBRAFE.

A primeira edição da EXPERIENCE EXPO aconteceu nos dias 1 e 2 de agosto no recém remodelado Distrito Anhembi, em São Paulo e com a organização da UBRAFE e a curadoria de conteúdos da MCI Brasil, patrocínio master da GL Events e Grupo Pleno Locações, e apoios oficiais de outras associações do setor como AMPRO, ABEOC, ABRACE, MPI, APBR, SINDIPROM e UNEDESTINOS demonstrando objetivamente que o evento pretende ser uma referência para todos os profissionais e empresas envolvidas na cadeia de valor dos eventos, recebendo 2.800 participantes nos dois dias de feira e congresso. A segunda edição do EXPERIENCE EXPO já está confirmada para 2025 e a data e o local serão anunciados durante a realização do próximo evento da associação, o CEO weekend nos próximos dias 18,19 e 20 de Outubro na cidade de Recife, Pernambuco.  

UX Group e Venuxx unem-se para incrementar experiência premium no last mile

A UX Group, ecossistema completo de inovações em tecnologia, logística e sustentabilidade, anuncia uma nova conexão estratégica com a Venuxx, plataforma inovadora de logística personalizada que conecta especialistas em transporte a empresas do segmento B2B. Essa cooperação visa, especialmente, aprimorar a experiência do cliente no last mile, uma das etapas mais importantes da logística, sob a perspectiva da experiência do cliente do e-commerce. 

A sinergia combina a expertise tecnológica da UX Group com as práticas inovadoras e sustentáveis da Venuxx. Com a conexão, a primeira  traz para seu ecossistema de soluções os diferenciais da plataforma, que são o alto nível de personalização e a alocação dedicada de tarefas, ao contrário de muitas empresas que alocam pedidos em nuvem para o motorista mais próximo. 

Segundo Caio Zamboni, CRO da UX Group, essa colaboração não só enriquece o portfólio da companhia, mas também fortalece a posição competitiva no mercado, garantindo um atendimento mais eficiente e inovador. 

“Especialmente após a pandemia, com a vasta gama de oportunidades e soluções disponíveis, o que realmente faz a diferença não é apenas o preço. Embora ele seja um fator importante, uma experiência positiva pode garantir a fidelidade do cliente. Cada interação, desde a navegação no site até a entrega do produto, contribui para a percepção da marca e a decisão de compra futura”, reforça o executivo. 

A UX Group, reconhecida por seu constante compromisso em melhorar a experiência do cliente no e-commerce, enxerga na parceria com a Venuxx uma oportunidade de acelerar a implementação de novas tecnologias e práticas logísticas. A entrega de última milha, que representa 50% do custo total da cadeia de suprimentos, exige soluções eficientes e personalizadas para garantir uma experiência positiva ao cliente.

A conexão entre UX Group e Venuxx proporciona uma série de benefícios para os gestores de comércio eletrônico: implementação de tecnologias que permitem um alto nível de personalização na logística de entrega; aceleração da adoção de práticas inovadoras resultando em um atendimento mais eficiente; promoção de práticas sustentáveis, incluindo a neutralização de 100% do CO₂ emitido pela frota da Venuxx; e inclusão de mulheres no mercado de trabalho, com uma rede de distribuição composta majoritariamente por profissionais do sexo feminino capacitadas.

“A ideia dessa conexão é que a Vennux agregue valor ao nosso ecossistema, aos nossos clientes, produtos e ao nosso time. Em contrapartida, iremos beneficiá-la com nosso know-how, expertise e tecnologias complementares. Vamos cada vez mais mostrar como nosso guarda-chuva pode ser atrativo para empresas do setor. Desta forma, viabilizaremos que os negócios cresçam juntos”, garante Zamboni. 

Entendendo quem é a Venuxx

A Venuxx é especializada em soluções de logística de última milha, atuando em 24 estados brasileiros, atendendo principalmente aos setores de joias, cosméticos, moda, tecnologia e chocolates finos. Utilizando um software de gestão logística avançado, oferece um serviço de entrega personalizado e eficiente, garantindo a satisfação do cliente final. Isso inclui uma estrutura consolidada de ship-from-store, que transforma lojas físicas em pontos de estoque e distribuição, reduzindo ainda mais o tempo de entrega e melhorando a experiência do cliente. 

Trata-se da primeira plataforma criada para conectar especialistas em entrega de última milha a empresas que buscam soluções logísticas personalizadas. O diferencial está nas particularidades únicas de cada operação, oferecendo soluções customizadas. Seu propósito é inovar, gerar valor e impactar a economia, promovendo o empoderamento feminino e criando oportunidades de renda para mulheres.

As entregadoras são capacitadas para se tornarem especialistas, seguindo protocolos e demandas específicas de cada empresa, desde o procedimento de coleta até o tipo de interação com o. cliente final, número de tentativas a serem realizadas, entre outros aspectos. 

Para nós, essa parceria é muito importante. Também fazemos uma curadoria com relação aos parceiros e com quem nos conectamos ao longo da nossa jornada.  A UX com certeza é uma escolha de cooperação muito feliz, temos o mesmo propósito. Estamos aqui para gerar valor. Empreender no Brasil é um desafio diário e quando você tem parceiros com a mesma proposta de valor, é só soma”, reforça Gabrielle Jaquier, cofundadora e COO da Venuxx.  

Contratação de executivos para cargos de liderança volta a ficar aquecido no primeiro semestre, segundo levantamento da EXEC

A retomada da economia brasileira – ainda que a passos lentos – no primeiro semestre de 2024 está refletindo positivamente em diversas atividades, como, por exemplo, no aquecimento do mercado de contratação de lideranças para as empresas. Segundo um levantamento feito pela EXEC, empresa especializada na seleção e desenvolvimento de altos executivos e conselheiros, setores que detêm uma participação importante no PIB do país, como indústria e serviços, registraram um crescimento expressivo – 50% e 45%, respectivamente – no índice de admissão de novos executivos para cargos C-Level e diretoria na comparação anual. No entanto, mercados como varejo, logística e agronegócio ficaram estáveis com uma leve tendência de desaceleração.

Segundo Alexandre Zuvela, sócio da EXEC, o levantamento traz boas notícias, pois aponta que as empresas estão voltando a contratar líderes após um ambiente turbulento com a troca de governo do ano passado. “Os setores de indústria e serviços viveram um ano difícil em 2023, contabilizando um crescimento tímido, resultante de fatores como a incerteza no rumo da economia, taxa de juros do país ainda em patamares elevados, o que encarece os custos de produção e operação, alta inadimplência e endividamento das famílias, entre outros fatores. No entanto, em 2024, parece que esse reflexo se tornou um pouco mais brando, com uma perspectiva mais animadora para o futuro, o que tem incentivado as indústrias de vários segmentos a contratarem novos executivos”, avalia.

De acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), produzida pelo IBGE, o setor fechou 2023 com uma expansão de 0,2%, sinalizando estabilidade. Para este ano, as perspectivas são mais otimistas. Segundo projeção da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o PIB industrial deve crescer 2,1%, muito acima do resultado do período anterior.

Em relação ao universo de serviços, responsável por 70% do PIB e considerado um dos motores mais importantes da economia brasileira, Zuvela acredita que os bons ventos que sopram em favor do avanço da atividade estão sendo um incentivo importante para o investimento na contratação de novas lideranças. “Assim como os demais mercados, o de serviços foi afetado pela pandemia, mas mostra forte resiliência. Nos últimos três anos, se manteve em crescimento, algo que não ocorria desde 2014, trazendo novos horizontes para as empresas e, consequentemente, para os executivos que atuam nessa atividade”, ressalta o especialista, citando os dados do IBGE, que, entre eles, destacou alta de 2,3% para o setor no ano passado.

Para 2024, ainda com alguns desafios a serem superados, a estimativa é que a expansão da atividade seja um pouco menor, de 1,9%, conforme projeção da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC), enquanto que o PIB do país deve expandir 2,5%, segundo informação do Boletim Macrofiscal mais recente divulgado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda.

Indústria: construção e máquinas e equipamentos

O levantamento da EXEC sinalizou que a forte alta na contratação de executivos na indústria nos seis primeiros meses de 2024 teve como forte influência as movimentações feitas nos mercados da construção civil e imobiliário, e de máquinas e equipamentos, que contabilizou alta de 75% ante o primeiro semestre de 2023. “O mercado imobiliário respira um pouco mais aliviado, motivado pela evolução contínua das contratações, expectativa positiva das empresas para a compra de imóveis e lançamentos, além da projeção positiva de crescimento para o setor em 2024, com as novas diretrizes para o programa Minha Casa Minha Vida”. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) revisou a previsão de crescimento do PIB do setor para este ano, de 1,3% para 2,3%.

Em relação à indústria de máquinas e equipamentos, o sócio da EXEC enfatiza que o setor vive um momento de modernização da produção e dos produtos, motivado pelo avanço da digitalização, o que demanda líderes bem preparados para orquestrar essa movimentação. Por outro lado, convive ainda com alguns desafios, como dificuldades na importação e custos elevados.

Já setores como saúde, farmacêutico, educação e TI se mantiveram estáveis em relação à admissão de novas lideranças no período, segundo o documento da EXEC.

Setor de serviços

O levantamento destacou ainda que a busca por novos líderes no mercado de serviços foi impulsionada por diferentes fatores, entre eles o retorno das atividades presenciais no pós-pandemia, incluindo atividade de lazer e sociabilização, melhora na confiança do consumidor, com uma melhora no cenário econômico, aumento da renda familiar e uma maior propensão ao consumo e um aumento no setor de tecnologia da informação com a adoção de novas tecnologias e inteligência artificial.

Zuvela aponta que o conjunto destes fatores tem feito o setor de serviços buscar mais inovação e novos líderes para comandarem as novas ondas de evolução no setor. “São líderes preparados para lidar com o mundo digital, com a disrupção e motivação de seus times para pensarem fora da caixa”, ressalta.
 

Para o especialista da EXEC, a contratação de líderes nessas atividades deve continuar aquecida nos próximos meses. “A maior demanda por executivos tende a se manter, pois devemos continuar com um crescimento razoável da atividade econômica, um cenário de maior digitalização e a melhoria na renda das famílias nos próximos, o que incorre em novas oportunidades para as lideranças dentro do setor”, conclui.

Deal firma parceria com plataforma educacional para conceder 10 mil bolsas de estudo para desenvolvedores em novo Bootcamp

Dealconsultoria de serviços de tecnologia e parceira estratégica para negócios em diversos estágios de maturidade digital, em uma parceria inovadora com a DIO, primeira plataforma Open Education brasileira, lança o  Bootcamp Coding The Future Deal – Spring Boot e Angular (17+). O programa de treinamento gratuito visa capacitar profissionais com as habilidades mais recentes em Spring Boot 3, Java 17 e Angular 17+, além de abordar a adoção de IA Generativa como ferramenta de apoio e ganho de produtividade para os treinandos, preparando-os para se tornarem desenvolvedores Full Stack, profissionais multitarefas.  

O Bootcamp oferece 10 mil bolsas de estudos gratuitas, onde os participantes aprenderão a construir APIs REST (interfaces de programação, em portugues) com facilidade, seguindo as principais boas práticas do mercado. Além disso, poderão evoluir suas habilidades de front-end (por exemplo, desenvolver o design de um site ou interface), utilizando a versão mais atual do Angular, aumentando suas capacidades de desenvolvimento e abrindo novas oportunidades profissionais. As inscrições seguem até dia 15 de setembro. 

Para garantir uma das vagas, o interessado deve se inscrever de forma totalmente gratuita no link: https://www.dio.me/bootcamp/coding-the-future-spring-boot-angular-17A grade educacional do programa cobre temas cruciais, como a publicação de APIs REST na nuvem usando Spring Boot 3, Java 17 e Railway, a aplicação dos princípios SOLID e Clean Code em Java, o trabalho com as funcionalidades mais novas do Angular 17+ e o uso de soluções inovadoras como por exemplo o Amazon Q Developer.

O Bootcamp é ideal para profissionais que já estão na área e buscam aprimorar suas habilidades para se tornarem desenvolvedores Full Stack. Os participantes terão seus perfis destacados na Talent Match, plataforma da DIO que conecta talentos da base com grandes oportunidades, aumentando suas chances de recrutamento pelas principais empresas.

Com 91 horas de conteúdo, o programa inclui seis projetos para reforçar os portfólios dos participantes, quatro desafios de código para testar habilidades e sessões de mentoria ao vivo com especialistas renomados da indústria. Ao final dos módulos, a Deal também selecionará profissionais que participaram do Bootcamp para agregar ao time atual da empresa. 

“Estamos sempre atentos às necessidades do mercado e das especificidades dos clientes quanto ao desenvolvimento, inovação e transformação digital dentro de suas empresas. O Bootcamp é essencial para deixar os profissionais de tech conectados com os temas mais modernos, como a adoção de IA Generativa dentro de suas habilidades, e atualizados aos novos parâmetros das funções de um Full Stack. Mais do que esperar de um profissional esse conhecimento, é dar a chance de habilitá-lo profissionalmente”, afirma Douglas Costa, CTO da Deal. 

Para mais informações e inscrições, acesse: https://www.dio.me/bootcamp/coding-the-future-spring-boot-angular-17