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Estratégias de marketing cross-channel aumentam taxas de conversão em até 31%, aponta relatório da CleverTap

No mundo dinâmico do marketing digital, alcançar o público certo, na hora certa, pelo canal certo, tornou-se mais do que uma simples estratégia – é uma necessidade. Em um cenário onde as opções de comunicação se multiplicam, como garantir que cada interação seja validada? Essa é a reflexão central do novo relatório da CleverTap, plataforma de marketing digital especializada em retenção e engajamento de usuários, “Desvendando a Estratégia de Marketing Cross-Channel”, que aponta a importância de adaptar as abordagens de marketing para se conectar de maneira mais eficaz com diferentes públicos ao redor do mundo.

Ao analisar mais de 600 empresas globais, o relatório revela que o sucesso de uma estratégia omnichannel está diretamente ligado à compreensão das nuances locais e das especificidades de cada setor. Não se trata apenas de escolher múltiplos canais de comunicação, mas de encontrar a combinação perfeita que ressoe com o público em cada estágio de crescimento da empresa e ciclo de vida do cliente. Nesse contexto, um dos insights mais poderosos mostra que as empresas podem ver um aumento de até 49% nas taxas de conversão ao utilizar quatro ou mais canais em suas estratégias.

Entre os principais resultados, destacam-se:

  • Engajamento: A combinação de e-mail, notificações push e mensagens in-app resultou em um aumento de 23% no engajamento em plataformas de Fintech, enquanto em plataformas de assinatura, essa combinação pode elevar o engajamento em até 20%. Já em plataformas de Jogos, o mix de canais aumentou o engajamento em 13%.
  • Taxas de Conversão: No segmento de Fintech, a adoção de uma estratégia cross-channel levou a um aumento de até 31% nas taxas de conversão. Para aplicativos de Assinatura, as notificações push e as mensagens in-app elevaram as conversões em 16%, enquanto na indústria de Jogos, o crescimento foi de 10%.
  • Aderência aos Aplicativos: As plataformas de Fintech que utilizam mais de três canais viram um aumento de 28% na aderência, enquanto as plataformas de Assinatura, como serviços de streaming, registraram um aumento de até 70%. No mercado de Jogos, a aderência cresceu 32% com mais de três canais.

Refletindo sobre as descobertas, Jacob Joseph, Vice-Presidente de Ciência de Dados da CleverTap, observa que muitas organizações ainda abordam o engajamento do cliente de forma limitada, focando em poucos canais. Ele destaca a importância de uma abordagem mais ampla e estratégica, utilizando um mix de canais para realmente impulsionar o engajamento e a eficácia das campanhas. “Nosso relatório mostra que um stack de MarTech completo é essencial para os profissionais de marketing que enfrentam os desafios de navegar por múltiplos canais. Esta abordagem holística não apenas melhora o engajamento, mas também garante que cada ponto de contato seja otimizado para o sucesso”, afirma.

Para quem busca mais insights sobre como aplicar essas estratégias cross-channel de maneira eficaz em diferentes indústrias, o relatório completo está disponível para download.

6 anos de LGPD: O que ainda precisa ser feito?

No dia 14 de agosto de 2024, o Brasil comemora o 6° aniversário da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). A legislação marcou o avanço na proteção da privacidade e dos dados pessoais no país. Aprovada em 14 de agosto de 2018, a LGPD entrou em vigor em setembro de 2020, com sanções aplicáveis a partir de agosto de 2021. 

A LGPD define dados pessoais como qualquer informação que possa identificar ou tornar identificável uma pessoa física ou jurídica, como nome, CPF, RG, e-mail e demais dados. A principal finalidade da LGPD é garantir que esses dados sejam utilizados de forma segura e transparente, evitando o uso indevido e assegurando a proteção e segurança jurídica dos cidadãos.

Em maio de 2021, dois anos após a sançãoda LGPD, o Supremo Tribunal Federal (STF), reconheceu a proteção de dados pessoais como um direito fundamental. Esse reconhecimento foi incluído na Constituição Federal em fevereiro de 2022, através da Emenda Constitucional Nº 115/22. Com a Constituição Federal de 1988, os direitos à intimidade, privacidade e sigilo das comunicações já haviam sido positivados, mas proteção de dados pessoais apenas passou a fazer parte do texto constitucional mais recentemente. Leis como o Marco Civil da Internet e a Lei de Acesso à Informação foram importantes precursoras que contribuíram para a formulação da LGPD.

Após a promulgação da lei, as empresas precisaram se ajustar à nova legislação, adotando práticas específicas. Isso envolveu a criação de políticas e procedimentos de privacidade, treinamento de funcionários e a implementação de tecnologias de segurança da informação. A LGPD estabelece multas e sanções para o descumprimento, o que -teoricamente- incentivou as empresas a se conformarem com a lei.

No entanto, a LGPD ainda não é plenamente cumprida em algumas partes do país. Um levantamento realizado pelo portal LGPD Brasil mostrou que, mesmo com a obrigatoriedade, apenas 16% das empresas do país estão em conformidade com a lei. Isso revela que, embora já tenha uma certa conscientização sobre a lei, ela ainda é bastante concentrada em grandes centros urbanos, e é necessário levar esse conhecimento para outras regiões do país.

O advogado e especialista em direito digital pela FGV, Lucas Maldonado D. Latini, aponta que uma das maiores dificuldades para a adequação à LGPD está na falta de conhecimento sobre a lei e como ela afeta as operações das empresas. Muitas organizações ainda não sabem que a legislação se aplica ao seu ramo de atuação. O advogado observa que a legislação abrange empresas de diversos setores, como finanças, educação, varejo etc. Todos precisam se adequar ou estão sujeitos a sanções.

Para ele, as disposições sobre a proteção de dados estavam dispersas em diversas leis, dificultando a interpretação e a aplicação desses direitos. “A unificação promovida pela LGPD trouxe clareza e coesão ao marco regulatório brasileiro. Além disso, tivemos a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para assegurar a fiscalização e o cumprimento da lei”, comenta. Hoje, a ANPD é a responsável por emitir resoluções e guias orientativos que ajudam os agentes de tratamento de dados a entender e cumprir as obrigações.

O que esperar para um futuro cada vez mais tecnológico?

Embora o marco regulatório tenha avançado significativamente desde sua implementação, há várias questões que ainda precisam ser abordadas pela Autoridade Nacional de Proteção da Dados (ANPD) para garantir que a aplicação continue a ser eficaz.

Um dos tópicos em foco é a regulamentação das transferências internacionais de dados. Em 2022, a ANPD lançou uma consulta pública para criar diretrizes sobre como os dados pessoais podem ser enviados para fora do Brasil. A LGPD exige que essas transferências sejam feitas de forma a garantir a proteção adequada dos dados em outros países. Para isso, a ANPD precisa estabelecer regras claras, inclusive sobre países em que considera ter níveis de proteção compatíveis com a legislação brasileira.

Outro ponto, é a regulamentação da Inteligência Artificial (IA). Até o momento, a legislação brasileira não aborda especificamente o uso da IA em relação à proteção de dados. A ANPD está participando das discussões do Projeto de Lei nº 2.338/2023, que visa estabelecer um marco legal para a IA e está sendo avaliado pelo Senado Federal.

O advogado destaca que um dos pontos mais importantes é que as empresas estabeleçam medidas de segurança, técnicas e administrativas, necessárias para a proteção dos dados pessoais. Essas diretrizes podem incluir padrões mínimos de segurança, uso de criptografia, firewalls e políticas de acesso,. A implementação de cada uma delas é uma forma de prevenir incidentes de segurança, como vazamentos de dados, e assegurar que as informações estejam protegidas contra acessos não autorizados.

Moki anuncia nova tecnologia de captura de dados que aumenta a eficiência em até 70% para logística e varejo

A Moki, empresa especializada em soluções SaaS (Software como Serviço) com 17 anos de experiência no mercado B2B, acaba de lançar a Moki Smart Scan. A plataforma utiliza inteligência artificial e tecnologia de realidade aumentada, que incorporada ao aplicativo da Moki, melhora a eficiência operacional e a leitura dos códigos de barras e QR codes em até 70%. Grandes nomes do mercado como Grupo Boticário, GPA, Grupo Santa Cruz, Dengo Chocolate e Jadlog já tiveram acesso à nova tecnologia. 

A plataforma pode ser aplicada a diversos setores, como alimentício, farmacêutico, logístico, varejista, entre outros. A Moki Smart Scan garante rapidez e precisão na conferência de mercadorias e produtos, e, consequentemente, reduz erros, diminui a necessidade de equipe dedicada e custos operacionais. Em um supermercado, por exemplo, a Moki Smart Scan consegue auxiliar na verificação de preço, estoque, reabastecimento de gôndola, prazo de validade e até mesmo na auditoria de extintores. Novidade que gera impacto também para o consumidor final, uma vez que elimina a divergência de preços entre os produtos na gôndola e no caixa. 

Guilherme Werneck, CEO da Moki, explica essa funcionalidade da plataforma: “Hoje, o funcionário usa um coletor de código de barras e escaneia cada item separadamente, que, na sequência, tem seu valor conferido manualmente em uma tabela impressa. Com a Moki Smart Scan, basta passar a câmera do celular pelos produtos na prateleira, que o aplicativo faz a comparação com o preço registrado no caixa em tempo real. Sinalizando em verde os itens corretos e em vermelho os que apresentarem divergências.”

A nova tecnologia tem o potencial de revolucionar diversos setores nos próximos anos. Werneck explica que os processos hoje feitos manualmente passam a ser automatizados, como contar caixas no estoque ou rastrear uma encomenda, por exemplo. 

Para as empresas de logística, a plataforma significa o fim da contagem manual e uma drástica redução no número de perdas e extravio de cargas. Isso porque a Moki Smart Scan consegue em questão de minutos ler os códigos de todas as mercadorias colocadas dentro de um mesmo palete e identificar se aqueles produtos estão indo para o destino correto, além, é claro, de apontar se faltam itens. 

Essas funcionalidades geram economia de tempo e dinheiro para as empresas, além de reduzir o investimento em equipamento e treinamento de colaboradores. “Ao trocar esses hardwares tradicionais que escaneiam o código de barras pelo software da Moki com o Smart Scan, já há uma otimização operacional e de custo. Até porque a manutenção é muito mais simples, já que o aplicativo da Moki pode ser utilizado em qualquer smartphone. A nossa plataforma é fácil de usar e não precisa de treinamentos complexos. Como as pessoas já são íntimas dos celulares, é mais fácil usar a nova tecnologia, sobretudo num país com problemas de capacitação de mão de obra como o Brasil”, explica Werneck. “O uso da inteligência artificial e realidade aumentada tornam a interface muito mais intuitiva, amigável, fácil de interagir e com melhor experiência de uso.”

Startup cria solução que facilita a gestão de EPIs, reduzindo custos e garantindo segurança dos colaboradores

A gestão de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é um aspecto fundamental para a segurança dos colaboradores em diversos setores industriais. O uso de tecnologia na administração de EPIs vem se tornando cada vez mais necessário para reduzir custos e aumentar a eficiência operacional das empresas. Ferramentas digitais auxiliam na organização, distribuição e monitoramento dos EPIs, garantindo que os trabalhadores estejam sempre protegidos e que os recursos sejam utilizados da melhor forma possível e sem desperdícios.

Por outro lado, a má gestão desses equipamentos pode gerar gastos extras e comprometer a segurança no ambiente de trabalho. Com a adoção de tecnologias, como softwares especializados, é possível reduzir os custos. Essas soluções permitem uma visão detalhada dos gastos, facilitando a tomada de decisões.

Thiago Avelino, técnico em Segurança do Trabalho e CEO da SafetyTec, startup que promove eficiência operacional das empresas por meio de soluções tecnológicas, aponta dois dos principais ganhos com a correta gestão dos EPIs. “O uso de ferramentas digitais para um melhor controle dos equipamentos permite otimizar a distribuição. Isso leva a uma boa economia e maior proteção para todos, vantagens que todas as empresas valorizam”, afirma.

Benefícios da tecnologia na gestão de EPIs

A tecnologia tem se tornado uma grande aliada na gestão de EPIs, desde a automatização de processos até a melhoria na conformidade com as normas regulamentadoras. Soluções como a Calculadora do BuscaEPI exemplificam como as ferramentas digitais podem transformar a administração dos equipamentos. 

Os recursos disponíveis hoje vão muito além do que era feito poucos anos atrás, por meio de planilhas eletrônicas ou mesmo no papel. Agora, é possível consultar o estoque de forma rápida para evitar a compra excessiva de equipamentos desnecessários ou sua falta em momentos importantes. Outras funcionalidades são a verificação das validades e melhores formas de uso do equipamento e a padronização dos EPIs.

Esse tipo de software calcula os custos associados à entrega dos itens e identifica áreas de economia em potencial, permitindo um controle maior sobre estoques e reposições. “Ao automatizar processos, as empresas conseguem dedicar mais tempo e recursos para outras áreas importantes, sem comprometer a segurança. Além disso, estar dentro das exigências legais fica muito mais fácil, evitando multas e penalidades que qualquer empresa deseja evitar”, pontua o especialista.

A importância da inovação na segurança do trabalho

A tecnologia vem promovendo grandes avanços na evolução da segurança do trabalho. E isso se reflete em muitos aspectos que vão além da economia e segurança. A moral e satisfação da equipe também sobem, já que os colaboradores se sentem mais cuidados e menos ansiosos em situações de maior periculosidade ou insalubridade.

Este é um exemplo de como todos os aspectos da gestão estão interligados, o que pode tornar o trabalho mais complexo. Por isso, a tecnologia desempenha uma função importante, delegando tarefas de grande relevância a um rígido cronograma automatizado. 

Empresas que adotam ferramentas digitais estão um passo à frente na gestão de segurança e eficiência operacional. Investir em tecnologia é um diferencial competitivo e uma garantia de proteção para todos os colaboradores, contribuindo para um ambiente de trabalho mais produtivo. “A adoção de tecnologias na gestão de EPIs é um investimento no futuro e na proteção dos trabalhadores, trazendo benefícios que vão além da simples redução de custos”, conclui Thiago Avelino.

Maior parte das pessoas com acesso à IA, a utiliza por conveniência, aponta pesquisa

É um fato que o uso de ferramentas de Inteligência Artificial (IA) está se tornando cada vez mais presente em nosso cotidiano e se disseminando rapidamente em diversas áreas. Mas qual é a maior motivação para o seu uso? Por enquanto, a conveniência!

Para entender os impactos e identificar potenciais oportunidades, a empresa The Cynefin Company, acaba de divulgar o relatório “Perspectives on AI – Sensemaker Open Collection”, resultado de uma pesquisa global realizada entre setembro de 2023 e fevereiro de 2024. O resultado está em contínuo processo de coleta de dados, uma vez que a empresa continuará coletando experiências e publicando relatórios periodicamente.

Agora, a companhia que possui uma operação no Brasil, iniciou este mesmo estudo somente entre os brasileiros. Aqueles que desejarem participar podem acessar o link do SenseMaker e preencher o  formulário. Os dados coletados serão compilados e apresentados a cada seis meses, criando, assim, uma base rica em níveis evolutivos e comparativos.

Entre os padrões encontrados na pesquisa global, 23% dos participantes relataram utilizar ferramentas de IA por conveniência, enquanto 17% por curiosidade e apenas 11% por necessidade. “Vale dizer também que 20% dos participantes consideram conveniência e curiosidade como fatores-chave, ou seja, complementares. Não parece, nesse momento, haver suficiente motivação intrínseca dos indivíduos para incluir estruturalmente IA no seu dia a dia”, contextualiza Alexandre Magno, CEO da The Cynefin Co Brazil.

IA como diferencial competitivo

Quanto ao impacto, o estudo avaliou o uso de AI a partir de 3 eixos: pessoal (mudança de mentalidade, filosofia ou valores), estratégico (enxergar situações de forma panorâmica, com direcionamento sobre o que priorizar) e operacional  (saber o que fazer na prática). Como resultado, 20% dos participantes responderam que suas experiências com IA têm impactado todos esses três eixos, enquanto que 11% discorrem sobre esses impactos apenas num contexto estratégico, 12% relatam de forma pessoal e 24% sentiram impacto apenas no operacional.

“Entendo que líderes estão superestimando o papel da IA como diferencial competitivo a partir do ganho de produtividade operacional, no sentido de fazer melhor ou mais rápido o que já sabemos fazer, e subestimando o seu potencial transformador, de sermos capazes de fazer algo que nunca pensamos em fazer” destaca Magno.

A pesquisa utilizou a ferramenta SenseMaker, que baseia-se em etnografia distribuída, capturando micronarrativas que oferecem insights profundos sobre padrões culturais e atitudes emergentes. “Explicando de uma forma bem objetiva, os participantes compartilharam suas experiências relacionadas com o uso de Inteligência Artificial. Não houve nenhum tipo de direcionamento ou perguntas fechadas que pudessem interferir nos relatos. Desta forma, é possível encontrar padrões que puderam amplificar ou minimizar situações”, explica Magno.

À medida que a Inteligência Artificial continua a se infiltrar em todos os aspectos de nossas vidas, a pesquisa da The Cynefin Co oferece uma análise detalhada de suas implicações operacionais, éticas e culturais. O relatório traz insights sobre os padrões narrativos e as experiências dos usuários e nos desafia a considerar a responsabilidade compartilhada entre desenvolvedores, reguladores e usuários na construção de um futuro com IA.

Com descobertas que revelam tanto o potencial transformador quanto os medos profundos associados à tecnologia, este estudo é um convite para uma reflexão e uma ação informada em direção a um uso mais consciente e equitativo da IA. Para aqueles que desejam participar e contribuir com suas próprias experiências, a pesquisa para o Brasil agora está aberta, reforçando a importância de uma coleta de dados diversificada e em constante construção. 

Tendências de OOH para ficarmos de olho até dezembro – e quem sabe 2025?

Como profissionais de comunicação, mais do que nosso trabalho bem feito, precisamos estar atentos – ao mercado, aos demais players, às inovações e, acima de tudo, ao público. A Advertising Week é o principal evento para os profissionais de marketing e publicidade alinhados com a tecnologia criativa. Neste ano, o tema do OOH ganhou mais espaço e revelou várias tendências do setor para 2024. Como um player dessa indústria, estamos sempre de olho e tentando replicar isso para o nosso contexto brasileiro.

Inteligência artificial generativa
A indústria OOH está passando por uma mudança notável por meio da adoção da IA, que simplifica a criação de experiências de marca envolventes, remodelando as interações dos consumidores com as campanhas.

Esta tecnologia não é apenas uma moda passageira e já está tornando a publicidade mais precisa, personalizada e eficiente.

A IA generativa pode automatizar o planejamento de campanhas, identificando os formatos e canais ideais para atingir o público desejado. Além disso, facilita a análise rápida dos dados disponíveis do consumidor, ajudando a construir modelos de movimentação.

A IA também pode impulsionar o Digital Out Of Home programático (pDOOH) por meio da hiper localização, adaptando mensagens a regiões específicas e respondendo em tempo real.

Atendemos  clientes em todo o País e, em nossas andanças, pude constatar que, de Norte a Sul, em todas as cinco regiões, a resposta é unânime: a inteligência artificial veio para ficar. 

OOH em todo o funil
A publicidade OOH está transcendendo o seu papel tradicional como impulsionador da popularidade da marca. Agora é uma opção dinâmica capaz de envolver os clientes em todo o funil de marketing. Isto se torna crucial, à medida que os KPIs das marcas continuam a aumentar e os clientes pedem que seus investimentos em OOH sejam medidos em resultados verdadeiros. 

Experiências de marca
Em 2024, os clientes procuram experiências autênticas que vão além da publicidade digital tradicional, demonstrando o verdadeiro potencial do OOH, que oferece uma excelente oportunidade para as marcas acessarem uma ampla variedade de experiências e entretenimento que a mídia tem a oferecer.

Recentemente, inauguramos os primeiros fingers digitais do Brasil no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, priorizando justamente esse modelo de Brand Experience – e os feedbacks têm sido positivos. 

Agenda ESG
A indústria OOH está mudando em resposta à crescente preocupação dos consumidores com a sustentabilidade. As marcas estão alinhando seus discursos com iniciativas ambientais, utilizando materiais ecológicos, iluminação LED e energia solar. A mistura de elementos ecológicos em campanhas OOH não só contribui para a preservação ambiental, mas também fortalece as ligações com consumidores que defendem cada vez mais valores sustentáveis.

Avalara adiciona Chat Generativo para reforçar suporte e experiências de produto para clientes e parceiros

A Avalara, Inc., um dos principais fornecedores de software de automação de conformidade fiscal para empresas de todos os tamanhos, anuncia a disponibilização de Avi, seu chatbot de IA generativa, no Portal Global de Suporte e na interface de produtos de seu website www.avalara.com. Avi oferece suporte conversacional para ajudar clientes e parceiros a encontrar respostas e resolver problemas de forma mais rápida e simplificada. No Brasil, a tecnologia que utiliza Inteligência Artificial está presente no portal da Universidade Avalara, dedicado a seus clientes e parceiros.

Treinado com a base de conhecimento personalizada da Avalara e em constante evolução, Avi permite que os clientes economizem tempo, oferecendo respostas ágeis para perguntas sobre produtos, assistência na resolução de problemas comuns e orientação sobre recursos adicionais quando necessário.

“A Avalara tem utilizado IA e automação em nossos processos internos há anos para melhorar a forma como trabalhamos e entregamos produtos ao mercado”, disse Jayme Fishman, Diretor de Estratégia e Produtos da Avalara. “Estamos empolgados em trazer o poder da IA para fora da empresa e torná-lo acessível aos nossos clientes e parceiros, que podem aproveitar soluções autônomas para problemas e, quando necessário, recorrer às nossas equipes de suporte humano para lidar com cenários mais complexos.”

O lançamento do Avi faz parte da missão contínua da Avalara em usar inovações com Inteligência Artificial para aprimorar a experiência de clientes e parceiros, minimizando erros, expandindo e agilizando a cobertura de áreas de conformidade, além de simplificar processos internos. Outras novas soluções impulsionadas por IA estarão disponíveis em breve. Para saber mais sobre o Avi, clique aqui.

LGPD Completa Seis Anos: Impactos e Desafios da Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil

Em agosto de 2024, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) completa seis anos de sua promulgação no Brasil. Desde sua entrada em vigor, a LGPD trouxe uma série de mudanças significativas para empresas, instituições e cidadãos, redefinindo a forma como dados pessoais são coletados, armazenados e tratados no país. Neste artigo, exploramos os principais impactos e desafios enfrentados ao longo desses seis anos.

Origem e Objetivos da LGPD

Inspirada no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia, a LGPD (Lei nº 13.709/2018) foi sancionada em 14 de agosto de 2018 e entrou em vigor em setembro de 2020. Seu principal objetivo é proteger os direitos fundamentais de liberdade e privacidade, além de assegurar a proteção de dados pessoais. A lei estabelece diretrizes claras sobre como dados podem ser coletados, tratados e compartilhados, impondo obrigações tanto para o setor público quanto para o privado.

Impactos Positivos da LGPD

1. Maior Transparência e Controle

Um dos maiores avanços trazidos pela LGPD é o aumento da transparência e do controle que os indivíduos têm sobre seus dados pessoais. As empresas são obrigadas a informar claramente como os dados serão utilizados e obter consentimento explícito dos titulares. Isso fortalece a confiança entre consumidores e empresas, promovendo um ambiente de negócios mais ético e transparente.

2. Melhoria na Segurança da Informação

A LGPD incentivou organizações a adotarem melhores práticas de segurança da informação para proteger os dados pessoais contra acessos não autorizados, vazamentos e outras ameaças. A implementação de medidas técnicas e administrativas adequadas tornou-se essencial para evitar penalidades e danos à reputação.

3. Fomento à Cultura de Privacidade

A lei também contribuiu para a criação de uma cultura de privacidade no Brasil. Empresas de todos os tamanhos e setores passaram a investir em treinamentos e capacitações para seus colaboradores, visando garantir o cumprimento das normas e a proteção dos dados pessoais.

Desafios Enfrentados

1. Adequação e Conformidade

A adequação à LGPD representou um desafio significativo para muitas organizações, especialmente para aquelas que não possuíam uma estrutura robusta de governança de dados. A necessidade de revisar processos, políticas e sistemas exigiu investimentos financeiros e de tempo, o que foi particularmente desafiador para pequenas e médias empresas.

2. Fiscalização e Aplicação da Lei

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável por fiscalizar e garantir o cumprimento da LGPD, enfrentou desafios em termos de estrutura e recursos. A capacidade de fiscalização e aplicação de sanções ainda é um ponto em evolução, e há uma expectativa contínua por uma atuação mais assertiva da ANPD.

3. Conscientização e Educação

Apesar dos avanços, a conscientização sobre a importância da proteção de dados pessoais ainda precisa ser ampliada. Muitos cidadãos e pequenas empresas ainda desconhecem seus direitos e obrigações sob a LGPD, o que pode dificultar a plena implementação da lei.

Perspectivas Futuras

Com a LGPD consolidada como um marco regulatório essencial para a proteção de dados no Brasil, o futuro aponta para uma evolução contínua. A ANPD deverá intensificar suas ações de fiscalização e orientação, enquanto as empresas continuarão a aprimorar suas práticas de governança de dados. Além disso, a legislação poderá passar por ajustes e atualizações para acompanhar as mudanças tecnológicas e sociais.

Conclusão

Seis anos após sua promulgação, a LGPD trouxe avanços significativos para a proteção de dados pessoais no Brasil, promovendo maior transparência, segurança e uma cultura de privacidade. No entanto, desafios persistem, especialmente em termos de adequação, fiscalização e conscientização. À medida que a sociedade e a tecnologia evoluem, a LGPD continuará a desempenhar um papel crucial na garantia dos direitos dos cidadãos e na promoção de um ambiente de negócios mais seguro e ético.

Inteligência Artificial Generativa: importante na vida, nas artes e no mundo

Atualmente, uma Buzzword que qualquer pessoa sabe e usa é Inteligência Artificial (IA): ela tomou conta das rodas de conversas, das operações das empresas e não é apenas uma passagem, ela veio para ficar. A IA possui alguns modelos e  o termo do momento é Inteligência Artificial Generativa (IAG), que é capaz de aprender com todas as “pegadas” que deixamos pela internet para gerar informações e, a partir daí, gerar respostas para perguntas que fazemos por meio de comandos que são chamados de prompt

Mas o que fez esse “boom” acontecer para uma tecnologia que já não é nova? Ela se aproximou do uso comum e ficou mais simples. Isso porque a IAG é uma tecnologia que pode gerar novos conteúdos, como texto, imagens e música, por ser “treinada” em um conjunto de dados. 

É importante lembrar que a IAG é uma ferramenta e, como qualquer ferramenta, pode ser usada para o bem ou não. É nosso papel garantir que seja usada de forma responsável e que a sociedade seja protegida do mal uso dessa tecnologia.

Eu gosto muito de salientar que O HUMANO é essencial em toda essa jornada ao determinar o perfil criativo, informativo e útil.  É o humano que garante o uso da IAG para o bem e não para o mal. Essa é nossa maior tarefa frente a esse futuro. Vou destacar a seguir exemplos da “IAG do bem”.

Uso diário

No dia a dia, usamos mapas com rotas e planilhas que nos ajudam a criar fórmulas sem precisar ser especialistas. Outros exemplos de como as pessoas estão utilizando a IAG positivamente são:

  • Conteúdo criativo –  pode gerar poemas, histórias e peças musicais. O OpenAI criou o modelo de linguagem GPT-3 que pode gerar texto de qualidade humana em resposta a uma ampla gama de perguntas.
  • Tradução – pode traduzir idiomas. O Google Translate usa IA para traduzir mais de 100 idiomas.
  • Escrita –  pode escrever diferentes tipos de conteúdo, como artigos e e-mails, com correção. O Grammarly usa IA para verificar erros gramaticais e ortográficos em textos escritos por humanos.
  • Respostas – pode responder a perguntas de forma informativa. A Siri e o Google Assistant usam IA para responder a perguntas sobre uma ampla gama de tópicos.

Uso em marketing

A IAG também está presente no marketing, principalmente nas ações de internet e das redes sociais, tais como relevância de conteúdo (analisando padrões de navegação e interações) e experiência de usuário (engajá-lo ao personalizar o conteúdo e os anúncios).

Uso em educação

Na educação, a IAG possibilita aumentar o interesse dos alunos por meio de:

  • Aprendizagem personalizada e adaptativa – analisa, em tempo real, o progresso e as necessidades dos alunos, ajustando suas experiências com base em dificuldades e facilidades de aprendizado.
  • Gamificação – pode adicionar recursos de gamificação e tornar a aprendizagem mais atraente para os alunos.
  • Tutores virtuais – pode criar tutores virtuais com atenção individualizada que ajuda os alunos com suas tarefas.

Uso na arte e na música

Um campo de aplicação interessante da IAG é a criação de arte e música a partir de uma base de dados e estilos artísticos. As Redes Neurais Generativas Adversariais (GANs) e as Redes Neurais Autoencoder Variacional (VAEs) são tecnologias usadas para esse propósito. Artistas como John Whitney (animador computacional), Vera Molnar (artista computacional), SKYGGE (músico), Refik Anadol (designer), Mario Klingemann (artista computacional) e Robbie Barrat (designer) exploraram a IAG em suas obras. 

No entanto, essa situação proporciona questões de propriedade intelectual. Em primeiro lugar, o conceito de autoria se torna nebuloso quando se trata de obras de arte geradas por IAG. Quem deve receber o crédito? Seria o programador, a máquina ou o usuário que forneceu os parâmetros iniciais para a criação da obra? Essas questões ainda não possuem respostas definitivas.

No Brasil, há uma discussão importante do uso de imagens de artistas que já morreram em propagandas, como o caso da Elis Regina na propaganda da Volkswagen: o  Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (CONAR) entrou com uma representação ética contra a propaganda por queixas de consumidores sobre respeitabilidade e sobre ficção x realidade.

IAG e o Futuro

Por tudo isso, a IAG está redefinindo as fronteiras e indicando um futuro em que será parte integrante de quase todos os aspectos de nossas vidas.

A capacidade de inovação a partir da IAG está democratizando a criatividade. À medida que a IAG se torna mais presente, a necessidade de consciência e educação digital também aumenta. Entender como esses sistemas funcionam e como podem ser usados é um componente essencial para navegar com segurança. 

É fundamental que sejam desenvolvidas políticas e regulamentações adequadas para garantir que a IAG seja utilizada de maneira correta: as questões sobre privacidade de dados, segurança, equidade e responsabilidade precisam ser abordadas para garantir que a IAG seja usada de maneira que beneficie a todos, sem aumentar as desigualdades ou prejudicar os direitos individuais. 

Por fim, enquanto nos preparamos para acolher a IAG em nosso futuro, devemos também nos esforçar para moldar esse futuro de uma forma que respeite os valores humanos e promova o bem comum.

Disruptivo, ecossistema de negócios busca espaço para fomentar crescimento sustentável do varejo

Algum tempo atrás, um artigo assinado por diretores da McKinsey dava conta que à luz da disrupção inédita no setor, as medidas que um varejista tome hoje podem determinar se ele passará os próximos 20 anos como líder ou retardatário, fazendo uma alusão direta ao ecossistema de negócios. Modelo que aos poucos o varejo brasileiro vai se familiarizando em uma velocidade ainda de baixa rotação que, por vezes, pode até assustar em razão das transformações constantes e ágeis pelas quais estamos vivendo.

Uma coisa é certa, os consumidores não estão pesquisando como costumavam e abandonam as marcas sem pensar duas vezes. Praticidade, sustentabilidade e agilidade são a bola da vez, sem dúvida nenhuma. Pesquisas da McKinsey mostram que os consumidores estão dispostos a comprar serviços adjacentes dos varejistas. Há um bom tempo, por exemplo, o Walmart oferece serviços financeiros e a Amazon vem fazendo incursões na área da saúde. Já os principais varejistas de pet shop, como a Petco, estão prestando serviços veterinários, alimentação e de tosa. No Brasil, temos bons exemplos com a Tramontina, a Multfer e a Casa Teruya, que transformaram suas operações a partir do ecossistema de negócios. 

O ecossistema de negócios desempenha um papel fundamental na expansão de uma loja, oferecendo suporte, oportunidades e recursos que podem impulsionar o crescimento sustentável. Participar desse modelo permite que uma empresa alcance novos mercados e consumidores que, de outra forma, poderiam ser inacessíveis. Isso é particularmente relevante em plataformas online e marketplaces, onde milhões de consumidores estão ativos diariamente.

Muitos ecossistemas de negócios proporcionam oportunidades valiosas de networking e parcerias estratégicas. Essa conexão com outros empreendedores, fornecedores, investidores e especialistas do setor pode abrir portas para colaborações que beneficiam o crescimento da companhia, seja através de novos produtos, serviços complementares ou expansão geográfica.

Em um mercado competitivo e dinâmico, estar inserido em um ecossistema de negócios permite que a varejista acompanhe as tendências e se adapte rapidamente às mudanças do mercado. Isso inclui a adoção de novas tecnologias, estratégias de marketing inovadoras e ajustes na oferta de produtos conforme as demandas dos consumidores.

Como se percebe, essa expansão do ecossistema de negócios no varejo brasileiro não apenas proporciona mais opções aos consumidores, mas também cria um ambiente competitivo que incentiva a inovação e a melhoria contínua dos serviços e produtos oferecidos. À medida que o mercado continua a evoluir, espera-se que novas oportunidades e desafios surjam, moldando ainda mais o futuro do varejo no Brasil.