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Autenticação do comprador: garantindo segurança nas vendas digitais

O avanço acelerado do comércio eletrônico trouxe oportunidades enormes para o varejo, mas também ampliou a complexidade de um desafio que atinge todos os lojistas digitais: garantir que o comprador é realmente o titular do cartão utilizado.

Em um ambiente em que cada transação pode virar um risco financeiro, a autenticação da legitimidade do cliente se tornou um dos pilares estratégicos para qualquer operação digital. Isso porque, quando uma compra é feita com cartão de crédito, existe sempre a dúvida sobre quem está digitando os dados. Se a pessoa não for o real portador do cartão, pode contestar a transação, junto ao banco emissor e gerar um prejuízo direto para o lojista. O varejo, que muitas vezes opera com margens estreitas, não pode se dar ao luxo de arcar com esse tipo de perda.

Tradicionalmente, as lojas recorreram às soluções de antifraude, que avaliam múltiplos sinais durante o checkout. Essas ferramentas analisam CPF, dados do cartão, e-mail, endereço, histórico de comportamento, uso do device e centenas de variáveis que, combinadas, geram um score de risco.

Se o sistema enxerga inconsistências, a transação é recusada. No entanto, esse processo não é perfeito. Clientes legítimos também são barrados, principalmente quando algo foge do padrão, como acontece quando o banco emite um cartão novo, ou quando o comprador troca de celular ou endereço. Para o e-commerce, a perda silenciosa de receita causada por falsos negativos vem acompanhada de um impacto direto na experiência do cliente: quando um comprador legítimo tem sua compra recusada, a marca também perde credibilidade.

É aí que tecnologias de autenticação começam a ganhar protagonismo. O protocolo 3D Secure (3DS), por exemplo, permite que o próprio banco emissor valide o comprador. O cliente é direcionado ao app do banco, recebe um push ou SMS e confirma a transação. Essa etapa adicional cria uma prova inequívoca de que é o titular quem está realizando a compra, protegendo a loja de futuros chargebacks.

No entanto, mesmo com as evoluções para a versão 2.0, cada banco implementa o “desafio” de uma forma, o que afeta diretamente a experiência. Alguns fluxos são mais rápidos e intuitivos, levando poucos segundos para autenticar o usuário. Outros ainda são confusos e pouco adaptados ao mobile, o que pode gerar fricção e abandono de carrinho.

A boa notícia é que a versão 2.0, permite uma autenticação silenciosa, sem fricção com o consumidor. Nesse modelo, a loja envia mais dados ao banco, que pode aprovar automaticamente parte das compras sem interrupção e solicitação do desafio, preservando a experiência e, ao mesmo tempo, aumentando a segurança.

A grande vantagem dessa autenticação, é o chamado liability shift. Quando a transação é autenticada pelo banco, a responsabilidade por um eventual chargeback por fraude deixa de ser do lojista e passa a ser do banco emissor. Isso diminui o risco operacional e melhora a previsibilidade financeira, dois elementos essenciais para negócios em crescimento.

Outra tendência que vem se consolidando no mercado é o uso de biometria facial como camada complementar de validação da identidade. Soluções como o IDPay, da Unico, aproveitam o banco de dados criado durante aberturas de contas em bancos digitais e grandes varejistas para criar uma rede de identidade digital.

Quando o cliente inicia uma compra, utilizando esse recurso, o sistema pode confirmar se o rosto capturado pelo celular corresponde ao CPF utilizado para a compra e se este mesmo rosto é o titular do cartão utilizado na transação.

Esse processo acontece em segundos e costuma ser mais amigável do que os fluxos de desafio de autenticação por 3DS de alguns emissores, especialmente em bancos que ainda não têm sistemas bem adaptados ao ambiente mobile. Além de aumentar a precisão da validação, essa abordagem permite que o lojista aprove transações que o antifraude tradicional rejeitaria. E, em casos de contestação futura, a biometria fornece uma evidência poderosa de que foi o próprio titular quem concluiu a compra.

Para empresas que desejam escalar com segurança, o caminho mais eficaz é combinar e orquestrar diferentes ferramentas, antifraude, 3DS e validação por biometria. Na Tuna, temos casos em que a implementação de novas ferramentas aumentou a aprovação em mais de 20% ao reduzir rejeições indevidas.

Esse ecossistema integrado reduz riscos, aumenta as taxas de aprovação e protege a experiência do cliente. Em um mercado competitivo e de margens apertadas, a autenticidade do comprador deixa de ser apenas uma medida de segurança: ela se torna uma estratégia essencial para impulsionar a conversão, garantir sustentabilidade operacional e construir confiança em cada etapa da jornada digital.

Mitos e verdades sobre o uso de IA em fotos de produtos

O uso de Inteligência Artificial na criação e edição de fotos de produtos cresceu significativamente e passou a fazer parte da rotina de profissionais de imagem, pequenos vendedores e grandes marcas. A tecnologia permite ajustar cenários, padronizar iluminação e criar variações visuais com mais agilidade, mas também gera dúvidas sobre limites, riscos e boas práticas.

Segundo Matt Rouif, co-fundador e CEO da Photoroom, ainda existe grande confusão sobre o que a IA realmente faz e sobre como utilizá-la de forma responsável. A seguir, ele esclarece alguns dos mitos e verdades mais comuns relacionados ao uso da tecnologia em fotografias de produtos.

  1. A IA sempre altera o produto e pode deixar a imagem diferente do item real

Mito. De acordo com o especialista em edição de fotos com IA, as ferramentas atuais permitem melhorar iluminação, cenário e composição sem modificar o produto em si. Cor, textura, dimensões e acabamento podem ser preservados exatamente como no item real, desde que o processo siga boas práticas. Usada corretamente, a IA funciona como um recurso de apoio para qualificar a imagem, não para reinventar o objeto. Isso garante fidelidade visual e evita frustrações na hora da compra para o consumidor.

  1. Usar IA deixa todas as fotos com a mesma cara, tirando a identidade da marca

Mito. Matt explica que a IA pode realmente ajudar a fortalecer a identidade visual. As ferramentas permitem padronizar a iluminação, as sombras e o enquadramento, garantindo consistência entre diferentes produtos. Isso torna mais fácil para as marcas construírem sua própria estética reconhecível, algo que é valorizado no e-commerce e nos marketplaces. No entanto, ele observa que os resultados dependem muito do prompt. Dominar a arte do prompt tornou-se indispensável para produzir imagens de alta qualidade que reflitam o estilo de cada marca, em vez de um visual genérico.

  1. IA é sinônimo de edição exagerada

Verdade. Existe um equívoco comum de que a IA produz automaticamente imagens excessivamente editadas ou com aparência artificial. Na realidade, a edição excessiva não é inerente à IA, mas sim um resultado de como as ferramentas são utilizadas. O que a IA realmente faz é acelerar a identificação e correção de problemas que antes exigiam um trabalho manual demorado, como reflexos indesejados, sombras desalinhadas ou cores inconsistentes em um catálogo.

Ela também pode dar suporte a fluxos de trabalho de edição em lote, ajudando a aplicar ajustes consistentes em várias imagens sem alterar o produto em si. Quando orientada adequadamente, a IA aumenta a eficiência e mantém a autenticidade do item, provando que a “edição excessiva” não é uma consequência da tecnologia em si, mas das instruções que ela recebe.

  1. Fundos gerados por IA sempre parecem artificiais ou fora de contexto

Mito. Ferramentas mais recentes trabalham com profundidade, coerência de luz e textura de forma muito próxima à fotografia real. Quando configurados corretamente, os fundos criados por IA ficam naturais e se integram de maneira precisa ao objeto, criando a impressão de um cenário fotografado em estúdio.

  1. A IA pode ajudar a representar o produto em diferentes contextos de uso sem perder credibilidade

Verdade. O especialista explica que a tecnologia permite criar ambientações coerentes, onde o produto aparece posicionado em situações reais, como sobre uma mesa, em uma bancada ou em um espaço doméstico. Isso facilita a compreensão do consumidor sobre tamanho, proporção e utilidade, sem recorrer a manipulações irreais.

  1. IA substitui completamente o trabalho humano

Mito. Para Matt, o papel do profissional continua sendo indispensável. É ele quem define limites, valida a fidelidade visual, ajusta detalhes e garante que a imagem final represente com precisão o produto. A IA acelera os processos, mas não substitui o olhar técnico. A criatividade, as decisões artísticas e a narrativa da marca continuam sendo funções fundamentalmente humanas, que a IA não consegue replicar totalmente.

Em suma, ao compreender como aplicar a IA de maneira responsável, profissionais e vendedores conseguem tornar o fluxo de criação mais eficiente, mantendo a fidelidade das imagens e garantindo uma apresentação que reforça a transparência e a credibilidade da marca perante os consumidores.

  1. IA ajuda a padronizar catálogos com mais consistência visual

Verdade. Uma das maiores vantagens da IA é a capacidade de manter unidade visual entre fotos de produtos diferentes, garantindo a mesma iluminação, perspectiva e estilo. Isso facilita a navegação do consumidor e reforça a identidade da marca no e-commerce.

Ameaça de ataques DDoS leva NSFOCUS a crescimento recorde de 54% na América Latina

A NSFOCUS, referência global em cibersegurança, anunciou um desempenho histórico em seu balanço de 2025 para a América Latina. Pelo segundo ano consecutivo, a empresa superou suas metas financeiras, registrando um resultado 54% acima do estipulado. O crescimento foi impulsionado principalmente pela alta demanda por soluções de proteção contra ataques de Negação de Serviço (DDoS) e pela consolidação de ferramentas de segurança para aplicações web (WAF).

O avanço não se restringe ao Brasil. Países vizinhos como Chile, Colômbia e Peru despontam como protagonistas nos resultados positivos, evidenciando um aumento na maturidade cibernética da região.

“O setor de cibersegurança tem ganhado cada vez mais espaço de destaque nas discussões de C-Level [alta direção], o que favorece também os investimentos destinados à área, já que a digitalização tem tornado as superfícies de ataque cada vez maiores”, avalia Raphael Tedesco, diretor de novos negócios da NSFOCUS para a América Latina.

O novo perfil dos ataques: Escala Tbps e IA

O aquecimento do mercado é uma resposta direta à evolução das táticas criminosas. Segundo o relatório, ataques volumétricos na casa dos Terabits por segundo (Tbps) deixaram de ser raridade técnica. Atualmente, provedores de internet, infraestruturas críticas e serviços de nuvem enfrentam ofensivas frequentes com picos entre 5 e 7 Tbps.

Além do volume, a complexidade aumentou. O mercado ilegal de DDoS-as-a-Service (DDoS como serviço), impulsionado pela Inteligência Artificial, tornou os ataques baratos e acessíveis. Criminosos agora utilizam táticas “multi-vetor”, visando saturar múltiplos pontos de defesa simultaneamente, orquestrados por botnets globais.

Defesa Inteligente e o Futuro com NSFGPT

Para combater o uso da IA pelo cibercrime, a NSFOCUS aposta na própria tecnologia. A empresa, que já desenvolve soluções com IA há mais de cinco anos para reduzir falsos positivos, projeta um crescimento de 60% nas vendas de sua plataforma de inteligência de ameaças (NTI) este ano.

A vantagem estratégica da empresa reside em sua base de dados: a tecnologia da NSFOCUS monitora cerca de 40% do tráfego global da internet antes de outros fornecedores, o que enriquece a capacidade de detecção.

“Vamos integrar o NSFGPT — nossa IA de segurança projetada para eficiência operacional — às nossas soluções. O objetivo é criar uma nova fonte de bibliotecas que otimize o processo de identificação e resposta a novos incidentes”, finaliza Tedesco.

O plano da companhia é utilizar a IA massivamente para automatizar fluxos e direcionar o aprendizado de máquina especificamente para as infraestruturas críticas de seus clientes, garantindo resiliência em um cenário digital cada vez mais hostil.

De IA agêntica ao avanço do social commerce: previsões que vão redefinir o ecossistema do comércio em 2026 

O ano de 2026 exigirá que varejistas e anunciantes ultrapassem os modelos tradicionais de gestão e vendas para crescer junto às transformações de um mercado redefinido pelo uso cada vez mais intenso das tecnologias digitais. Executivos da Criteo, plataforma global que conecta o ecossistema de comércio, compartilham suas previsões para o próximo ano, abordando o uso da inteligência artificial autônoma, a ascensão do comércio social, a chegada da TV 3.0 ao mercado brasileiro e a Copa do Mundo, que deve impulsionar o ecossistema de varejo, turismo e publicidade.

Veja abaixo algumas das previsões para 2026 dos executivos da Criteo:
 
Social commerce será uma das grandes apostas  

Para Tiago Cardoso, diretor geral da Criteo para América Latina, o social commerce está prestes a se consolidar em 2026 como um dos principais motores de conversão no ambiente digital, impulsionado pela integração cada vez mais fluida entre conteúdo, influência e transação. “Para marcas D2C (direct-to-consumer) e empresas de e-commerce menores, esse modelo se mostra especialmente atraente por reduzir atritos na jornada de compra e alinhar melhor os incentivos para os criadores de conteúdo, que ganham novos mecanismos de monetização com visibilidade de vendas e comissão direta”, diz o executivo.

Retail media irá evoluir para um sistema operacional do varejo  

Para Sherry Smith, presidente de Retail Media da Criteo, a retail media evoluirá de um canal puramente de anúncios para se tornar o sistema operacional do varejo. “Dados de mídia, merchandising e comércio finalmente funcionarão como um sistema único, oferecendo aos varejistas um motor unificado para definir como os produtos são descobertos, precificados, promovidos e vendidos. Essa transformação eliminará a fragmentação de longa data e dará às marcas insights mais claros, maior controle e a capacidade de gerar resultados reais de negócios em todos os pontos de contato do varejo”, afirma.

Anunciantes irão buscar equilíbrio entre humanos e agentes de IA 

De acordo com Tiago Cardoso, embora o impacto da IA no mercado de e-commerce e publicidade no Brasil ainda esteja crescendo, ele já está chamando a atenção de consumidores e empresas. Um dos movimentos mais relevantes nessa transformação é a evolução do SEO tradicional para modelos de recomendação baseados em IA, tanto nos motores de busca quanto nas próprias plataformas digitais e ferramentas de IA. “O próximo ano exigirá que os anunciantes façam uma análise mais próxima e estratégica para entender como essas mudanças afetam a visibilidade, a mensuração e a tomada de decisão“, afirma o executivo.

Cardoso aponta que, à medida que os agentes de IA começam a intermediar a descoberta de produtos online e direcionar tráfego para e-commerces e marketplaces, a tendência do mercado para os anunciantes é buscar ferramentas de medição mais precisas para identificar o que representa uma ação do consumidor versus o que foi iniciado ou influenciado por um agente de IA. No entanto, o uso da IA vai além; ela deve ser utilizada internamente pelos anunciantes para elevar a qualidade do serviço, personalizar as interações comerciais, obter eficiência operacional e ser decisiva para toda a estratégia de negócios.

CTV irá se consolidar e TV 3.0 chega ao mercado em 2026  

Embora se fale muito sobre CTV no mercado publicitário, Tiago Cardoso enfatiza que o meio ainda é visto como um complemento às outras estratégias dos anunciantes; no entanto, provavelmente ganhará mais força em 2026. “A CTV permite segmentação, precisão de público e mensuração eficaz, além de acompanhar o usuário ao longo de sua jornada de compra. À medida que isso avança e o canal entrega mensagens realmente alinhadas com outros canais, a CTV deve se consolidar como um dos principais motores do crescimento da publicidade em vídeo no Brasil”, afirma o executivo.

Em relação à TV 3.0, que terá suas primeiras transmissões de teste na primeira metade de 2026, Cardoso destaca que ainda há um longo caminho para que ela se estabeleça como um canal de publicidade comparável à CTV. “Barreiras de usabilidade, como a dificuldade de fazer compras diretamente pelo controle remoto, podem limitar a adoção de formatos mais voltados para a conversão de anunciantes.” O executivo explica ainda que o principal concorrente da TV 3.0 não será a TV tradicional, mas sim o ecossistema online sob demanda, especialmente as plataformas de streaming, que já oferecem experiências personalizadas, compra programática e métricas mais próximas dos padrões digitais.

Diante disso, a tendência para o próximo ano aponta para investimentos crescentes e mais maduros em CTV, guiados pela mensuração de resultados e integração com os objetivos de negócios, enquanto a TV 3.0 avança gradualmente, exigindo testes e uma definição clara de KPIs para comprovar seu valor no ecossistema publicitário.

Copa do Mundo pode elevar o ecossistema de publicidade em varejo e turismo 

Tiago Cardoso destaca a Copa do Mundo de 2026 como um momento importante para o crescimento do varejo, do turismo e de todo o ecossistema publicitário. Espera-se que o evento estimule o consumo de produtos licenciados e direcionados, aumente a demanda por viagens, experiências e entretenimento, e acelere significativamente os investimentos em mídia e comunicação pelas marcas.

Com grandes públicos, alto engajamento emocional e múltiplos pontos de contato ao longo da jornada do consumidor, o campeonato cria um ambiente especialmente favorável para estratégias integradas de marketing, mídia de varejo e ativações de marca“, diz Cardoso. Nesse contexto, o executivo acredita que 2026 pode se consolidar como um ano decisivo para os players que conseguirem planejar com antecedência, alcançando desempenho acima da média do mercado e superando as projeções iniciais para o período.

Pontofrio lança Liquida Tudo para marcar início do ano com descontos e condições facilitadas

O Pontofrio dá início ao ano com a campanha Liquida Tudo Pontofrio, ação promocional que reúne ofertas em diversas categorias para quem quer renovar a casa aproveitando preços reduzidos e condições especiais de pagamento.

Com o mote “O ano virou, e o preço caiu”, a liquidação destaca produtos com possibilidade de parcelamento em até 24 vezes no Carnê Pontofrio, com início do pagamento somente daqui a 60 dias, ampliando o acesso dos consumidores às compras de maior valor logo no começo do ano.

A campanha contempla itens como eletrodomésticos, eletrônicos e produtos para o lar, reforçando o posicionamento do Pontofrio como um dos principais destinos do varejo para quem busca variedade, conveniência e alternativas de pagamento alinhadas à realidade do consumidor brasileiro.

A Liquida Tudo Pontofrio faz parte da estratégia do Grupo Casas Bahia para impulsionar o consumo no período pós-festas, oferecendo oportunidades para renovação da casa com condições comerciais atrativas e comunicação direta com o público. “Sabemos que o começo do ano exige mais planejamento financeiro das famílias. Por isso, estruturamos a Liquida Tudo Pontofrio com ofertas e condições que permitem ao consumidor comprar agora e começar a pagar apenas daqui a 60 dias, sem abrir mão da variedade e da qualidade do nosso portfólio”, destaca Vanessa Giardini, Diretora de Operações do Pontofrio.

As ofertas são válidas por tempo limitado e podem ser encontradas nos canais de venda do Pontofrio.

Top 5 tendências que irão moldar a indústria e o varejo em 2026

O ano de 2025 foi marcado pelo boom de tecnologias avançadas guiadas por Inteligência Artificial (IA). A indústria, de modo geral, especificamente o setor varejista, observou e acompanhou as mudanças do consumidor, como, por exemplo, sua forma de se relacionar, consumir e comprar. A fronteira entre o espaço físico e o cenário online foi superada e a experimentação das novas ferramentas inteligentes convenceu grande parte das empresas, mas a maioria segue presa em pilotos isolados, com retorno limitado. Essa é a grande virada de 2026: escalar tecnologia com coerência, administração e lucro, transformando as tendências de mercado em uma necessidade estratégica. 

É justamente essa transição da fase de testes para a implantação em escala que traduz o principal desafio enfrentado pelas organizações do mundo inteiro. Embora o valor da IA já seja capturado, a percepção do impacto ainda está em construção. Segundo a pesquisa global “The State of AI 2025”, conduzida pela McKinsey, apenas 39% das empresas atribuem qualquer nível de impacto do lucro à IA. Para Danilo Rocha, Diretor de Vendas Brasil da Yalo, especialista em integração de IA em canais conversacionais e agentes inteligentes focados na indústria, com dados abundantes e maturidade das ferramentas, em 2026 o mercado será moldado por tendências que ganharam ainda mais força, já que, ainda de acordo com o relatório, 80% dos entrevistados afirmam definir a eficiência como um objetivo de suas iniciativas de IA, além de estabelecerem o crescimento e a inovação como medidores adicionais do impacto. 

Novo comportamento do consumidor supera “Crise da Confiança” 

De acordo com o relatório “NIQ’s 2026 Consumer Outlook”, da NielsenIQ, a cautela e a percepção de valor moldaram profundamente o comportamento do consumidor que enfrentou transformações significativas ao longo dos anos. O estudo afirma que 95% dos consumidores definem a confiança como elemento fundamental para escolher uma marca. “Apesar da crescente cautela do consumidor, as marcas podem conquistar a lealdade construindo confiança e oferecendo valor além do preço”, disse Marta Cyhan-Bowles, diretora de comunicações e chefe de marketing global COE da NIQ. 

De fato, o que antes podia se resumir em “comprar por impulso”, agora é repensado e avaliado sobre a intenção real por trás de uma compra. Outro levantamento da Euromonitor International revelou que a confiança se tornou ativo estratégico, uma vez que 57% dos consumidores avaliados pesquisaram exaustivamente sobre produtos e serviços antes de realizar uma compra em 2024. O foco foi do preço, único e exclusivamente avaliado, para a confiabilidade, alinhando conveniência, experiência e coerência como os próprios valores dos consumidores. 

Agentes inteligentes de IA 

Os agentes inteligentes de IA continuarão sendo a principal força motriz para 2026, evoluindo da função de possibilitar ganhos operacionais através da análise de dados e de gestão da logística, para impulsionar a expansão de forma controlada, estabelecendo novos padrões de governança e maximizando o retorno sobre o investimento (ROI). No levantamento da McKinsey, 62% dos entrevistados disseram que suas organizações estão pelo menos experimentando agentes de IA e 88% relataram uso regular de IA em pelo menos uma função de negócios.  

O Gartner prevê que, até 2026, 40% das aplicações empresariais contarão com agentes de IA dedicados a tarefas específicas, contra menos de 5% em 2025, ou seja, eles serão elementos fundamentais para escalar a conversação e o atendimento, permitindo interações valiosas e personalizadas com milhões de clientes de forma simultânea e imediata. A grande oportunidade que a tendência traz é de que os assistentes virtuais não respondem apenas às perguntas que recebem, mas antecipam necessidades, sugerem produtos adequados e executam transações completas em nome do consumidor. Danilo alerta que “o desafio é garantir que essa comunicação seja fluida e o mais natural possível”. 

Relacionamento inteligente e ascensão conversacional 

O executivo da Yalo adianta que, em 2026, saber apenas o nome do cliente não será mais o suficiente para um atendimento de valor. “A indústria e o varejo precisarão entender o contexto real do consumidor, antecipando o desejo, oferecendo o produto ideal, no momento perfeito”. Sendo assim, uma das principais tendências de uso será a personalização estratégica, focada em compreender o comportamento do consumidor e do parceiro de negócio em tempo real para fornecer soluções sob medida, tanto na jornada quanto na otimização da cadeia de suprimentos. “O objetivo é ir além da simples automação, buscando construir um relacionamento inteligente e sólido por meio de conversas com histórico e antecipação das necessidades, visto que a inércia ou a irrelevância serão penalizadas com a perda de atenção”, finaliza.  

Conversação por voz e o fim das interfaces tradicionais  

De acordo com o relatório “How the World Does Digital” (2024) da PYMNTS Intelligence, que examinou os comportamentos digitais de mais de 67.000 consumidores em 11 países (representando cerca de 50% do PIB global), a interação por voz já é um meio de compra estabelecido. A pesquisa revela que 17,9% da população em geral utiliza a tecnologia de voz para realizar compras pelo menos uma vez por semana. A tendência é liderada pela Gen Z, já que 30,4% dos jovens fazem compras por voz semanalmente, utilizando assistentes virtuais e dispositivos digitais, indicando a consolidação da conversação por voz como um canal crucial de vendas.  

“A conversação por voz avança como um meio de compra e suporte crucial, uma vez que o uso da voz para pesquisa, compra e serviço ao cliente elimina a necessidade de digitar ou navegar por menus complexos, acelerando o ciclo de compra e melhorando a satisfação. Isso reforça a importância de canais diretos e integrados, além de inclusivos, que funcionem como uma única vitrine, facilitando a fluidez da jornada”, explica Danilo. 

Crescimento das vendas por canais integrados e populares 

O avanço do chat commerce,impulsionado pela IA, redefiniu o relacionamento B2B, conectando grandes marcas a milhões de pequenos e médios varejistas via canais amplamente utilizados como o WhatsApp. Ao automatizar toda a jornada de compra – do pedido à personalização de ofertas e gestão de relacionamento – a Inteligência Artificial garante que o pequeno empreendedor possa, por exemplo, repor seu estoque de forma rápida e intuitiva, 24 horas por dia durante os setes dias da semana.  

O Gartner projeta que, até o ano que vem, quatro em cada dez interações digitais ocorrerão por voz ou linguagem natural, tornando a comunicação com máquinas mais fluida que a navegação por menus ou cliques. Essa tendência se reflete em canais como o WhatsApp, que cresce em países emergentes e redefine o relacionamento entre grandes marcas e microvarejistas. Para Danilo, esse é o próximo campo de disputa do varejo: “O cliente não quer apenas ser atendido rapidamente. Ele deseja ser compreendido. A personalização só tem potencial de conversão quando reflete contexto e timing.” 

“A visão do impacto da IA dentro das organizações precisa ir além para que o desafio da implantação seja vencido com estratégia e inteligência. Mais do que tratar a tecnologia como motor de transformação, redesenhando fluxos de trabalho e acelerando a inovação, é urgente superar as velhas propagandas de interrupção. Estará na frente o negócio que se adaptar ao novo comportamento do consumidor, ofertando um produto ou serviço que nem ele mesmo sabia que precisava tanto naquele exato momento”, finaliza Danilo Rocha, Diretor de Vendas Brasil da Yalo, plataforma inteligente de vendas impulsionada por agentes. 

Neogrid aprimora solução OSA e eleva gestão de disponibilidade de produtos para varejo e indústria

A Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo, anuncia a integração da funcionalidade On Shelf Availability (OSA), uma das soluções mais avançadas do mercado para gestão de rupturas no varejo e indústria, às plataformas NeoRetail e NeoRetail Ops. A ferramenta transforma dados de vendas e estoque em ações diárias que reduzem rupturas, impulsionam vendas e fortalecem a fidelização do shopper.

O OSA atua como um KPI de disponibilidade de produto em gôndola, permitindo identificar falhas de abastecimento, estoques virtuais e oportunidades de melhoria no fluxo entre centro de distribuição, loja e ponto de venda (PDV). Com base em modelos probabilísticos proprietários que utilizam até dois anos de histórico de vendas, a ferramenta calcula a expectativa de vendas por item, loja e dia, levando em conta variações sazonais e comportamentais.

“O OSA é mais do que um indicador de ruptura – trata-se de uma inteligência operacional que conecta indústria e varejo para atuar de forma preditiva”, explica Leandro Murta, diretor de Inteligência Colaborativa da Neogrid. “A solução transforma dados em decisões práticas, ajudando a reduzir perdas, otimizar estoques e aprimorar a experiência do consumidor. Agora integrada às demais plataformas do nosso ecossistema no NeoRetail, ela se torna ainda mais completa.”

Metodologia Neogrid: precisão e ação em tempo real

A metodologia proprietária da Neogrid aplicada ao OSA parte de duas perguntas essenciais: “quanto deveria ter sido a venda desse produto, nessa loja, nesse dia?” e “como os problemas de OSA impactam as vendas?”. A partir dessas respostas, o sistema combina inteligência estatística e visão operacional para tornar dados em ações concretas.

O processo começa pelo cálculo da expectativa de venda, feito com base em análises probabilísticas que consideram até dois anos de histórico e as variações recentes de demanda. Em seguida, ocorre a classificação dos produtos, que ranqueia os itens de 1 a 15 de acordo com sua importância e desempenho esperado. Essa hierarquização propicia que a solução concentre esforços nos produtos mais relevantes para o negócio.

Com a base comparativa estabelecida, o OSA passa à identificação automática de problemas, destacando os itens cuja performance ficou abaixo da expectativa e apontando suas causas de origem. Por fim, efetua a mensuração de perdas, estimando o potencial de venda não realizado. Essa visão integrada e detalhada garante um diagnóstico preciso da operação capaz de distinguir cenários como estoque zerado sem pedido ao centro de distribuição, ruptura por falha de abastecimento, estoque positivo com baixa performance ou estoque virtual.

NeoRetail e NeoRetail Ops intensificam a colaboração entre indústria e varejo

O NeoRetail e o NeoRetail Ops são módulos complementares que integram visões estratégicas e operacionais da execução no ponto de venda com o NeoRetail, que mostra dashboards com KPIs, evolução de OSA e perdas, rankings de desempenho, mapa de causas e comparativos de mercado.

O NeoRetail Ops, por sua vez, apresenta diagnósticos diários por loja e item, direcionamento de ações corretivas e acompanhamento de execuções de loja com foco em reposição e giro de estoque.

A combinação das duas plataformas possibilita uma colaboração em tempo real entre varejistas e indústrias, consolidando a tomada de decisão baseada em dados e promovendo eficiência em toda a cadeia de consumo.

7 em cada 10 brasileiros se informam pelas redes sociais, mas apenas 17% acreditam no que consomem, mostra pesquisa da PYXYS

Uma pesquisa inédita realizada em todo o Brasil pela PYXYS, mediatech que conecta informação, dados e tecnologia para fortalecer o ecossistema de mídia para publishers, em parceria com a Opinion Box, aponta que mais de 70% dos brasileiros se informam por meio de de redes sociais. O levantamento sinaliza também que o consumo de notícias no Brasil é intenso, 9 em cada 10 se informam diariamente. 

Para Andrés Bruzzone, CEO da PYXYS, o uso severo das redes sociais reflete exatamente no acesso a notícias com maior frequência atualmente. No entanto, apesar de liderarem a busca por notícias, o estudo aponta que apenas 17% da população confiam nestas plataformas e o hábito de acessar diretamente sites tradicionais permanece forte.

Os veículos de mídia tradicionais lideram a confiança. Quase 90% da população acredita no que consome em portais, jornais e emissoras de TV e rádio. “A gente percebe que, quando o portal é confiável, o leitor volta. É simples assim. Um conteúdo bem feito, claro e correto faz a pessoa querer se informar de novo, e isso mantém a audiência”, afirma Andrés Bruzzone.

Influência do canal na decisão de compras

Com uma credibilidade mais alta, os portais de notícias têm impacto direto no consumo: 85,6% dos brasileiros afirmam que já foram influenciados por conteúdos editoriais ao decidir o que comprar. Além disso, para 74% dos entrevistados, a confiança no portal é um fator importante antes de clicar em um anúncio e 64% afirmam que interagem mais vezes com uma propaganda quando consideram o tema da matéria e do anúncio compatíveis

Para Andrés, um ambiente confiável aumenta resultados e a reputação do portal está diretamente ligada à chance de conversão em vendas.

“Ao construir conteúdo em parceria com marcas, unindo informação, dados e contexto, criamos experiências que efetivamente ajudam na jornada de compra. É assim que se transforma a audiência em resultado para portais e parceiros.” aponta Bruzzone.

A pesquisa revela também uma diferença geracional na influência dos portais de notícias sobre compras online. Enquanto 32,58% dos jovens de 16 a 24 anos afirmam que o conteúdo já os levou a realizar uma compra, apenas 16,67% das pessoas com 50 anos ou mais reconhecem terem sido influenciadas.

Preferências de consumo de notícias e formatos

Mesmo diante da preferência por portais de notícias, 1 a cada 5 pessoas afirma que não costuma ler as matérias até o fim. Diante disso, mais de 40% dos brasileiros indicaram uma preferência por textos mais curtos e resumos. “O usuário quer algo ágil e direto. Por isso é importante investir em vários formatos e sair do tradicional, oferecendo conteúdo também nas redes sociais, criando sua própria newsletter e também podcastsdestaca Bruzzone.

Para Andrés, a preferência pelo audiovisual na internet também é grande e já compete diretamente com a TV tradicional. A cada 10 pessoas, 4 não se informam mais por televisão, e quase 60% da população prefere podcasts ou vídeos online. 

A rede social mais popular para se informar é o Instagram, utilizado por mais de 83% dos brasileiros. Em seguida, vem o YouTube, com 71%, reforçando a preferência por ambientes visuais. O TikTok cresce de forma acelerada e já é usado por quase metade do país como fonte de atualização diária.

Bruzzone acredita que o cenário reforça a importância de investir em material informativo de qualidade e aproveitar a força das redes sociais de forma estratégica. “Quando o conteúdo é bem produzido, contextualizado e distribuído nos canais certos, ele informa, engaja e fortalece a credibilidade do portal. Assim os jornais conseguem conectar jornalismo, dados e tecnologia para garantir tanto a rentabilidade com o conteúdo e parceiros como também que as pessoas tenham acesso a informações confiáveis”, finaliza o CEO da PYXYS.

Moda à frente do varejo: o que muda no novo ciclo do setor em 2026

O varejo de moda chega a 2026 com uma característica rara em tempos de instabilidade: consistência. Enquanto o comércio nacional alternou meses de retração e crescimento tímido, o setor de moda manteve um desempenho sólido, acumulando alta de 5,5% em volume e 8,6% em receita no primeiro semestre de 2025, segundo o IBGE. O resultado foi mais que o dobro do crescimento do varejo total no mesmo período, um sinal de que a moda conseguiu se adaptar mais rápido às mudanças do consumo.

Esse movimento não é isolado. O mercado tem mostrado uma nova maturidade, com marcas mais estruturadas, estratégias omnichannel bem estabelecidas e uso crescente de dados na definição de sortimento e precificação. A digitalização do ponto de venda e o avanço do e-commerce, que já representa 78% da evolução de vendas de vestuário entre 2020 e 2024 segundo o IEMI, transformaram definitivamente a relação entre loja física e canal online. A loja continua essencial, mas seu papel agora é focado na experiência, outro ponto fundamental na jornada de consumo.

Somado a isso, a desaceleração do crédito e os juros elevados devem continuar impactando o comportamento de compra em 2026. O consumidor está mais racional, compara preços, prioriza qualidade e responde melhor a marcas que entregam propósito e consistência. Isso exige do varejo um olhar cirúrgico sobre mix de produtos, política de preços e eficiência operacional. A boa notícia é que, mesmo com um consumo mais seletivo, a moda ainda se mantém como um dos setores mais resilientes, e a experiência de compra seguirá como diferencial competitivo.

O desafio passa a ser rentabilidade. O aumento de custos logísticos e operacionais pressiona margens, e a resposta virá de modelos de negócio mais enxutos, coleções com giro controlado e integração genuína entre canais. O foco em dados e previsibilidade será determinante. Quem dominar o estoque, a precificação e o tempo certo de lançamento, verá sua marca crescer de forma sustentável.

Outro ponto que deve ganhar força em 2026 é o fortalecimento de novos canais de venda. O formato de franquias, marketplaces e espaços compartilhados continua crescendo, abrindo oportunidades para marcas regionais expandirem presença física com custos menores. O modelo híbrido, que combina loja de rua (ainda dominante, com 66% dos PDVs, segundo o IEMI) e presença digital, deve seguir como o mais eficiente pela proximidade com o cliente e conveniência.

Sustentabilidade e inovação seguem como pilares de longo prazo. A preocupação com rastreabilidade, matérias-primas responsáveis e ciclos produtivos mais curtos já está deixando de ser discurso e se tornando prática de mercado e, em 2026, o diferencial competitivo estará na capacidade de inovar de forma responsável, seja por meio de tecnologia, novos materiais ou processos logísticos mais inteligentes.

Com tudo isso em mente, é fácil pensar que o varejo de moda a prosperar será aquele que souber unir dados, propósito e eficiência, com agilidade para responder ao consumidor e consistência para sustentar o negócio no médio prazo.

O setor já provou que tem força para crescer acima da média da economia. Agora, o desafio é transformar esse crescimento em solidez, construindo um varejo mais inteligente, digital e conectado com o novo consumidor.

*Allan Soares é CEO e fundador da AKR Brands, holding de moda masculina que reúne as marcas King&Joe, King&Joe Play e K&J Black, com atuação nacional e foco em inovação, gestão e expansão de marcas no varejo.

Nova tecnologia de checkout recupera até 64% de carrinhos abandonados no e-commerce

Varejistas brasileiros registram aumento de até 64% na recuperação de carrinhos abandonados após adotar o Checkout 3.1 da Yever, empresa especializada em soluções de checkout inteligente para e-commerces brasileiros, segundo levantamentos internos da empresa. A tecnologia também tem permitido reduzir em até 27,5% o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e em até 25% o CPA (Custo por Ação). Os números, observados principalmente nos setores de moda e cosméticos, colocam a tecnologia como alternativa imediata para operações pressionadas pelo encarecimento da mídia digital e pela necessidade de decisões mais rápidas e precisas no e-commerce.

Com a disputa por atenção cada vez mais cara, impulsionada pelo aumento de 12,88% no CPC do Google Ads em 2025, segundo levantamento da LocaliQ, e pelo reajuste de 12,15% anunciado pela Meta para 2026, a precisão dos dados tornou-se determinante para a eficiência das campanhas. Nesse ambiente de custos crescentes e queda de previsibilidade, varejistas têm buscado tecnologias que ofereçam mensuração mais confiável e reduzam a dependência da mídia paga. É nesse contexto que o Checkout 3.1 da Yever, integrado e aprovado por Google Ads e Meta Ads, ganhou força ao permitir que lojistas recuperem visibilidade sobre conversões e operem com maior controle sobre o funil de compra.

A tecnologia combina a fluidez do modelo one page com a dinâmica do processo de pagamento em três etapas, criando uma experiência adaptada ao estilo de consumo do público brasileiro. Ao unir a simplicidade de uma página única, que elimina carregamentos e torna a experiência mais rápida, com a lógica de progressão do formato em etapas, que utiliza elementos de gamificação para gerar sensação de avanço, o sistema cria uma jornada mais intuitiva, contínua e eficiente. Como resultado, os abandonos diminuem e o desempenho das vendas online se eleva, reforçando o impacto estratégico do fluxo de finalização de compra para o e-commerce.

Para Andrews Vourodimos, CEO e fundador da Yever, a adoção de checkouts inteligentes reflete uma mudança estrutural no varejo digital brasileiro. “Com os custos de publicidade em alta, rastrear conversões com precisão se tornou essencial para reduzir CAC e garantir sustentabilidade”, afirma. Segundo ele, operações que integram dados de CRM, mídia e processo de pagamento já têm ampliado vendas, reduzido desperdício e aumentado a previsibilidade das campanhas, resultado direto de uma arquitetura mais robusta de dados proprietários, tendência acelerada pelo fim dos cookies e pelas novas regras de privacidade.

O avanço dessas tecnologias indica que o checkout deixou de ser apenas a etapa final da jornada de compra e passou a ter papel estratégico, influenciando desde o custo de aquisição até a qualidade das informações para decisões de negócio. “Soluções inteligentes de finalização de compra já não são apenas um diferencial, mas um elemento central para que os e-commerces operem com eficiência e previsibilidade”, afirma Andrews. A tendência é que essas soluções se consolidem como padrão do setor, impulsionando operações mais precisas, reduzindo perdas e fortalecendo e-commerces sustentados por dados em tempo real.