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Pesquisa revela: 70% dos consumidores consideram serviços financeiros na escolha de supermercados 

ACelcoin, referência em infraestrutura de tecnologia financeira, lança uma pesquisa inédita sobre “A transformação dos supermercados em plataformas financeiras”, na qual aponta que 70% dos consumidores brasileiros consideram a disponibilidade de serviços financeiros na hora de escolher onde fazer suas compras de supermercado.

O estudo, mostra que os supermercados estão se transformando em verdadeiras plataformas financeiras, com 53% dos entrevistados já participando de algum programa financeiro dos estabelecimentos que frequentam. “Estamos observando uma revolução silenciosa no varejo alimentar brasileiro. Os supermercados deixaram de ser apenas locais de compra e estão se tornando hubs financeiros completos”, destaca Adriano Meirinho, CMO da Celcoin.

Entre os benefícios financeiros mais acessados pelos consumidores, destacam-se os aplicativos para pagamentos digitais (90%), cartões de crédito próprios (60%), cashback e descontos exclusivos (15% cada). Quando questionados sobre quais benefícios mais os atraem, 60% mencionaram descontos e 30% o limite de crédito oferecido.

A pesquisa também identificou que a faixa de renda influencia nas preferências: consumidores que recebem até três salários mínimos valorizam mais o limite de crédito (43%) do que os descontos (33%). Por outro lado, aqueles com rendimentos superiores priorizam os descontos oferecidos (58%) a maior limite de crédito.

Dois supermercados se destacam na emissão de cartões de crédito próprios: Guanabara (32%) e Carrefour (16%). Do total de entrevistados, 10,5% utilizam cartões de crédito de supermercados e, destes, 58,3% afirmam usar esses cartões também para compras fora dos estabelecimentos emissores.

O estudo mostra ainda que, após aderir aos serviços financeiros de supermercado, 44,4% dos consumidores aumentaram seus gastos e 44,4% aumentaram sua frequência de visitas ao estabelecimento. A pesquisa contou com 190 respondentes brasileiros, com confiabilidade de 90% e margem de erro de 6 pontos percentuais.

StarLive bate R$11 milhões em vendas de social commerce em Novembro

A StarLive, empresa nativa de Live Shop Commerce dos sócios Evelyn B. Marques e Marcio Osako, alcançou em novembro a marca de 11 milhões de reais em vendas por meio do ecossistema de economia criativa da StarLive em variados canais de Social Commerce. Com essa marca, o ano fechará com mais de R$100 milhões em vendas para seus parceiros.

À frente da operação está Evelyn B. Marques, sócia-fundadora da StarLive e uma das figuras mais influentes do social commerce no Brasil. Com mais de oito anos dedicados ao universo das vendas ao vivo, Evelyn ganhou projeção nacional após ultrapassar R$25 milhões em vendas no Kwai em 2024, número destacado pela imprensa como um fenômeno do setor.

Sua trajetória começou na China em 2018, de forma orgânica, como afiliada, testando formatos, entendendo o comportamento do consumidor e construindo suas próprias metodologias de apresentação ao vivo. Hoje, Evelyn lidera a capacitação de Marcas e Live sellers, e é uma das principais responsáveis por transformar a StarLive em uma empresa nativa do live shop commerce.  “Não estamos aprendendo sobre live commerce, já nascemos dentro desse ecossistema, diretamente na China, há oito  anos”, diz Evelyn.

Primeira Live Shop do Brasil

A empresa acaba de inaugurar a Primeira Galeira de Estudios com acesso público de Live Shop do Brasil, um espaço inspirado no bilionário mercado de Live Shop Commerce chinês, capaz de gerar conteúdo ao vivo e operação profissional para plataformas de E-Commerce e  social commerce com capacidade de 140h de lives por dia. A loja chamada StarLive(Shop) – Street Studio já está em funcionamento desde o dia 25 de novembro.

Infraestrutura inspirada na China e adaptada ao consumidor brasileiro

O espaço reúne 10  estúdios profissionais, desenhados para transmissões de alta eficiência . São cenários padrão de live shop commerce, Live sellers (Vendedores/Apresentadores) iluminação, câmeras e suporte técnico prontos para viabilizar as 140 horas de lives por dia, um modelo semelhante aos prédios inteiros dedicados a lives na China, onde o formato já movimenta bilhões de dólares.

A StarLive atende marcas parceiras como NIVEA, WAP, INSIDER, AVON, Relaxmedic, Maxfem, Payot, entre muitos outros, mas também está aberta para creators e vendedores independentes, que podem alugar os estúdios por hora. Além disso, o espaço espera operar como loja física, com produtos sendo vendidos diretamente para quem circula pela regiao da Vila Madalena, reforçando a integração entre o varejo tradicional e o Varejo ao vivo. Construindo assim o Primeiro espaço 100%  Fisico/Digital (Phygital) não só do Brasil, mas de toda América Latina.

Da capacitação à operação profissional: a StarLive como ecossistema completo

A StarLive começou treinando e acompanhando afiliados que buscavam uma nova fonte de renda através das lives. Já são mais de 1.000 capacitados ativos produzindo conteúdo, realizando transmissões e criando  vídeos de vendas (Shoppable Videos) em plataformas como TikTok Shop, Shopee, Mercado Livre, Kwai, e em redes sociais tradicionais como YouTube,Instagram e Facebook.

A expertise acumulada abriu caminho para que a empresa se tornasse uma das operações mais estruturadas do Brasil na produção de lives para marcas, unindo storytelling, técnica, performance e acompanhamento em tempo real dos resultados.

Com 11 milhões de vendas em novembro, os números evidenciam como o consumidor brasileiro já incorporou o social commerce e a compra ao vivo ao seu comportamento e reforçam a maturidade crescente desse mercado, que ainda é considerado um oceano azul para marcas e pequenos, médios e grandes lojistas .

Um espaço que democratiza o live commerce

O Street Studio da StarLive  nasce como ponto de encontro entre marcas, creators, afiliados e consumidores. Sua proposta integra: marcas realizando lives de vendas em estúdios profissionais; Live sellers independentes que podem transmitir por hora; pessoas na rua que podem comprar produtos diretamente no local; afiliados sendo continuamente capacitados e acompanhados.

O resultado é a fusão de conteúdo, varejo e comunidade em tempo real, exatamente como acontece nos mercados mais avançados do mundo.

“A StarLive é a única empresa brasileira capaz de oferecer todas as verticais de negócios necessárias para marcas e lojistas do varejo e do atacado entrarem de vez no social commerce e alavancarem suas vendas, seja montando canais, treinando ou atuando em parceria dentro do nosso próprio ecossistema com nossos Live sellers, Criadores e afiliados”, explica Evelyn.

Hi Platform apresenta estratégias com IA e automação para impulsionar e-commerces nas vendas de Natal

O Natal é um dos momentos mais esperados do ano para o comércio eletrônico, e também um dos mais desafiadores. Com o aumento do tráfego, das dúvidas e da concorrência, preparar-se com antecedência tornou-se fundamental para que as marcas ofereçam experiências ágeis, personalizadas e capazes de transformar visitantes em clientes fiéis.

Para apoiar esse movimento, a Hi Platform, referência em soluções de atendimento e experiência do cliente, reuniu estratégias baseadas em inteligência artificial, automação e comunicação omnicanal que ajudam e-commerces a performar melhor na temporada de fim de ano.

Segundo a empresa, pequenas mudanças na forma de atender e se comunicar com o consumidor podem gerar impactos significativos em conversão, retenção e satisfação.

“O Natal é um período em que cada minuto conta. Marcas que conseguem responder rápido, orientar o cliente com clareza e manter uma jornada fluida se destacam naturalmente”, diz Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform.

Um dos pilares para garantir eficiência no atendimento é automatizar as interações iniciais. Chatbots inteligentes resolvem dúvidas de forma imediata, qualificam leads, direcionam fluxos e filtram solicitações mais complexas para a equipe humana. Isso reduz gargalos, aumenta a produtividade e assegura que o consumidor receba a informação necessária no momento certo.

Outro fator decisivo é estar presente em todos os canais onde o cliente está. No ritmo acelerado do varejo digital, WhatsApp, e-mail, chat e redes sociais são portas de entrada essenciais para a decisão de compra. A integração entre esses canais permite que o consumidor transite com fluidez e receba uma experiência consistente em qualquer ponto de contato.

Também é crucial garantir escala nos momentos de pico. Durante o Natal, o volume de mensagens pode multiplicar e comprometer operações despreparadas. Com automações inteligentes e fluxos otimizados, é possível absorver a alta demanda sem perda de qualidade, mantendo o tempo de resposta reduzido e a experiência positiva.

As estratégias de remarketing cumprem papel igualmente importante. Consumidores que demonstraram interesse, mas não converteram, podem ser reconquistados com mensagens personalizadas e ofertas direcionadas. O follow-up automatizado ajuda a recuperar vendas que possivelmente seriam perdidas.

De acordo com Marcelo, a combinação entre IA conversacional, automação e análise comportamental é o caminho mais eficiente para criar jornadas personalizadas no Natal. A tecnologia aprende com cada interação, tornando-se mais precisa e proativa ao antecipar necessidades, desde dúvidas sobre prazos até orientações sobre pagamento, entrega ou troca.

A integração entre atendimento, marketing e operações gera benefícios diretos para o comércio eletrônico. Com informações centralizadas, as equipes conseguem agir de forma mais rápida, estratégica e alinhada.

“A experiência do cliente é construída por todos os setores. Quando a comunicação é integrada, a jornada flui melhor, o cliente se sente acolhido e a marca ganha em credibilidade”, destaca o CEO da Hi Platform.

Para a Hi Platform, o segredo está na união entre tecnologia e experiência humana: enquanto a automação assume demandas repetitivas e de alto volume, as equipes focam em interações que exigem sensibilidade, argumentação e conexão emocional. A combinação melhora a produtividade interna e fortalece o relacionamento com o consumidor.
 

“Nosso propósito é apoiar empresas a encantarem seus clientes, especialmente em datas tão importantes quanto o Natal. Com as ferramentas certas, é possível transformar desafios em oportunidades e oferecer uma jornada única e eficiente do início ao fim”, conclui Marcelo.

SHEIN abre loja temporária em Belo Horizonte com ingressos esgotados e grande movimentação

A SHEIN, varejista global de moda, beleza e lifestyle, inaugurou hoje (10) sua nova loja temporária em Belo Horizonte, no Shopping Pátio Savassi, com grande movimentação de clientes, horas antes da abertura da loja ao público, que ocorreu às 16h. A alta procura pelo evento começou na semana passada, quando os ingressos gratuitos para acessar a pop-up, esgotaram rapidamente. O primeiro lote acabou em menos de uma hora.

A previsão é atrair mais de 15 mil visitantes, o triplo do público registrado na edição anterior, aberta em julho de 2023. A pop-up reunirá cerca de 12 mil peças de marcas próprias da SHEIN — até então disponíveis apenas online. Nesta nova edição, os consumidores terão um número maior de peças à disposição e um período mais longo para comprar, com cinco dias de funcionamento – na anterior foram apenas quatro. 

“Belo Horizonte sempre recebeu muito bem as nossas iniciativas e estamos felizes em voltar à cidade com uma pop-up ainda maior. Criamos uma experiência pensada para o público mineiro, com curadoria ampliada, novidades da marca e preços acessíveis para todos os estilos. Queremos que os consumidores encontrem aqui um recorte do que faz da SHEIN uma referência em moda no Brasil.”, afirma Rodrigo Eimori, Head de Marketing da SHEIN no Brasil.

A loja temporária de Belo Horizonte é a quarta pop-up realizada pela SHEIN em 2025 – após Salvador, Goiânia e Porto Alegre – e a 12ª no país. Embora a companhia atue também com marketplace de vendedores brasileiros, o espaço apresentará exclusivamente produtos das marcas próprias da SHEIN.

No entanto, quem não conseguiu ingresso para a loja, a SHEIN disponibiliza uma landing page exclusiva (Link), onde será possível adquirir os produtos disponíveis na pop-up. Os consumidores também poderão utilizar o cupom promocional SHEIN25BH, garantindo acesso à mesma mecânica de descontos aplicada no espaço físico — 10% de desconto, sem valor mínimo e nas compras acima de R$ 399, desconto de 20%.Os itens custam a partir de R$14,90, podendo chegar a R$ 379,95.

O portfólio de peças 

A seleção de peças da pop-up store foi pensada para atender o público mineiro e sempre priorizando a diversidade que faz parte do universo da SHEIN. O objetivo é oferecer opções que acompanham os diferentes momentos e estilos de vida do consumidor: desde o look para o escritório até produções para sair, peças casuais, looks para atividades físicas. As peças – até então disponíveis apenas no e-commerce – refletem o DNA democrático da SHEIN, unindo tendências globais com a versatilidade que o consumidor busca no dia a dia.

A loja pop-up e a landing page exclusiva oferecem aos clientes algumas das principais marcas de roupas da SHEIN: DAZY, MUSERA, MISSGUIDED, MOTF, ONTRE, SHEIN BAE e SUMWON. Um dos destaques são as peças da Cajuni, marca criada com a participação de designers nacionais e forte apelo de estilo local.

Mas para além da moda feminina, que também inclui linhas plus size e moda fitness, há uma grande variedade de peças para o público masculino, infantil, peças para bebês, além de roupas para pet, bolsas, acessórios.

Ação Social 
Reforçando seu compromisso social com as comunidades onde atua, a SHEIN convidará os clientes a participarem da maior campanha de Natal do país, o Papai Noel dos Correios, que nesta edição completa 36 anos. Por meio de um ponto de divulgação dos Correios dentro da loja, a SHEIN convidará os clientes a se tornarem madrinhas e padrinhos da campanha. Os interessados poderão adotar uma cartinha no blognoel.correios.com.br, onde também estão disponíveis informações sobre a ação.

Participam da campanha cartas escritas por crianças matriculadas em escolas da rede pública (até o 5º ano do ensino fundamental, independentemente da idade) e de instituições parceiras, como creches, abrigos e núcleos socioeducativos. Também são recebidas cartas de crianças da sociedade, com até 10 anos de idade, em situação de vulnerabilidade social, e de pessoas com deficiência (PcD) de qualquer idade.

Em Minas Gerais, o prazo para adoção vai até 12 de dezembro, e a entrega dos presentes deve ser feita nas agências dos Correios participantes até 19 de dezembro.

Com dados e estratégia, sellers podem aumentar a rentabilidade no quarto trimestre

O quarto trimestre é o período mais estratégico do ano para o comércio eletrônico. Com datas como Black Friday, Cyber Monday, Natal e Ano Novo, os meses finais concentram uma fatia significativa do faturamento anual do varejo e e-commerce, e exigem dos sellers um planejamento cuidadoso para aproveitar o aumento da demanda.

Em 2024, o e-commerce brasileiro, por exemplo, registrou um crescimento expressivo em volume de pedidos e faturamento, superando inclusive os níveis pré-pandemia. Segundo dados da ABcomm, o setor movimentou R$204,3 bilhões no país, consolidando-se como um dos principais motores da economia digital. Diante desse cenário, o principal desafio para quem atua no ramo é aumentar a rentabilidade levando em conta os lucros e despesas necessárias, além de operar estrategicamente com base em decisões mais inteligentes.

“O sucesso no fim do ano não depende de sorte nem de intuição, mas sim de como gerir dados de maneira assertiva. Entender o comportamento do mercado e planejar ações com base em informações concretas é o que diferencia negócios sustentáveis dos que apenas reagem às grandes datas automaticamente sem planejar”, destaca Pamela Scheurer, CEO da Nubimetrics, plataforma de inteligência de vendas que usa big data e IA transformando dados em insights para sellers e grandes marcas.

Para apoiar profissionais e marcas nesse momento decisivo, Pamela reúne quatro passos essenciais para potencializar resultados e melhorar a performance nos meses finais de 2025:

1. Estude bem o negócio

Use dados históricos para identificar os produtos mais rentáveis e com maior margem de lucro. Se kits tiveram melhor desempenho do que itens avulsos durante o ano, por exemplo, investir nesse formato pode gerar retornos mais consistentes nas campanhas de fim de ano.

“Ferramentas de IA ajudam a mapear o desempenho por categoria e apontar nichos com maior potencial, permitindo que a estratégia seja direcionada para o que realmente traz resultado”, reforça a especialista.

2. Conheça sua concorrência

Entender o comportamento dos concorrentes é fundamental. Analisar preços, títulos, imagens e avaliações ajuda a ajustar estratégias e posicionamento. “Nós temos uma ferramenta que explora anúncios, visualiza-os e ajuda os sellers a identificar produtos em destaque e acompanhar promoções em tempo real, e vimos com nossos clientes que isso facilita e otimiza as decisões, tendo menos chances de erros”, afirma Pamela.

3. Planeje as ações para cada data comercial

O calendário sazonal deve ser o guia das ações estratégicas e, segundo a CEO, esse planejamento precisa começar no início do ano. “É importante identificar as datas mais relevantes para os tipos de artigos que o seller distribui, para conseguir antecipar estoque, logística e campanhas. Assim, é possível garantir disponibilidade de produtos e evitar atrasos em momentos de alta demanda”, explica a executiva.

Mais do que promoções pontuais, um bom planejamento envolve integrar dados, tendências e personalização. Ao alinhar o calendário com os movimentos do mercado e acompanhar os resultados diariamente, o seller pode ajustar campanhas em tempo real e direcionar investimentos para os produtos com melhor desempenho em cada marketplace — aumentando as chances de capturar oportunidades antes da concorrência.

4. Destaque-se da ‘manada’

Em meio a milhares de ofertas, a diferenciação é a palavra-chave. Oferecer uma experiência de compra positiva, atendimento rápido e campanhas coerentes com as expectativas do consumidor é o que transforma interações pontuais em relacionamentos duradouros.

“No e-commerce, o sucesso não acontece por acaso. Ele é construído com estratégia, análise e decisões guiadas por dados. O fim do ano é a grande vitrine para quem sabe usar essas informações a favor do seu negócio”, conclui Pamela.

Compra Rápida impulsiona e-commerce da Probel e eleva conversão com foco em experiência mobile

A Probel registrou aumento de 11% na conversão de vendas e crescimento de 3,3 vezes na recompra após implementar a tecnologia da Compra Rápida em seu e-commerce. Os resultados marcam a etapa mais recente da modernização da jornada de compra da marca, focada em elevar o desempenho e tornar a experiência mais eficiente, especialmente no mobile.

No segmento de colchões, a frequência de compra é naturalmente baixa: consumidores adquirem um novo produto, em média, a cada cinco anos, e muitas vezes até mais. Isso significa que muitos clientes estão comprando no site pela primeira vez ou não têm cadastro atualizado, o que aumenta o tempo de preenchimento e gera fricções. A Compra Rápida consegue mitigar esse desafio ao contar com uma base ampla e atualizada de consumidores que já compraram de outras marcas parceiras. Com isso, esse público consegue finalizar a compra com um clique no checkout da plataforma, sem precisar refazer cadastros, acelerando a jornada e contribuindo diretamente para o aumento expressivo da recompra.

A companhia contou com a Compra Rápida, referência em soluções de checkout inteligente, para conduzir essa transformação. Mesmo com mais de 80 anos de atuação, forte presença no setor e tráfego digital consistente, o e-commerce da Probel ainda não convertia todo o potencial de sua base de consumidores. Reduzir fricções e simplificar o caminho até a compra se tornou prioridade.

Para o CEO e fundador da plataforma, simplificar a jornada é essencial para capturar valor no digital. “No e-commerce, especialmente em segmentos de maior valor, a experiência pesa tanto quanto a divulgação. Eliminar etapas desnecessárias e garantir uma experiência fluida de compra altera o resultado significativamente”, afirma Mário Marcoccia, CEO da Compra Rápida.

Com a adoção da plataforma, o checkout da Probel foi redesenhado com foco em velocidade e fluidez, resultando em ganhos imediatos. Os números mostram que a solução não apenas remove obstáculos, mas impulsiona o desempenho comercial, principalmente em mercados de maior ticket, nos quais cada ponto percentual de conversão tem impacto significativo no resultado.

A entrega consolida a Compra Rápida como um motor de performance para marcas grandes e tradicionais, combinando tecnologia, estratégia e foco total na experiência do usuário.

Social Digital Commerce lança Click-to-Growth e apresenta meio de pagamento próprio para escalar vendas com margem

Social Digital Commerce, empresa especialista em Digital Commerce, anuncia ao mercado seu novo posicionamento de marca com a metodologia proprietária Click-to-Growth, que integra Digital, Varejo e Expansão em um único ecossistema para acelerar o crescimento de clientes com previsibilidade e margem. Registrando crescimento sete vezes maior do que o registrado nos últimos dois anos, a empresa soma mais de sete milhões de pedidos entregues, sete centros de distribuição no Brasil, EUA e Europa e mais de 70 mil m² de armazenagem, operando com um índice de pontualidade de entregas (OTD – On-Time Delivery, em inglês) de 95% e entregas realizadas no mesmo dia da compra (D+0) em 90% dos casos. A operação é monitorada por business intelligence (BI) com mais de 180 indicadores em tempo real, garantindo decisões orientadas a dados e foco em performance.

Recentemente, a companhia recebeu investimento da Ventoá, gestora que estreia no mercado com R$ 300 milhões em ativos sob gestão, segundo a própria companhia, o que reforça a estrutura de crescimento da Social e acelera a expansão internacional.

“A Social Digital Commerce está há oito anos no mercado e, neste período, somamos mais de 100 clientes e mais de 7 milhões de pedidos entregues desde a nossa fundação. Com estes números, identificamos que era o momento de nos posicionarmos não apenas como uma empresa de full digital commerce, mas como uma operadora de crescimento, gerando mais agilidade no retorno para nossos clientes”, destaca Ricardo Onofre, Co-fundador e CEO da companhia.

Integração no Digital, Varejo e operações internacionais

O novo posicionamento da Social adota o termo proprietário Click-to-Growth que utiliza como metodologia de referência a integração entre o Digital, que conecta e opera e-commerce e marketplaces, integrando meios de pagamentos, logística, mídia, gestão de relacionamento com o cliente (CRM) e experiência do cliente (CX), com inteligência de negócios (BI) em tempo real e otimização da taxa de conversão (CRO), garantindo mais conversão, menor custo de aquisição de clientes (CAC) e menor custo por pedido, garantindo todo suporte ao cliente do pré e pós-clique; o Varejo, responsável por estruturar e gerenciar pop-ups, lojas-conceito e eventos conectados ao e-commerce/CRM e estoque, com mais presença de marca, geração de leads qualificados e novos canais de receita omnicanal; e a Expansão, um dos diferenciais da Social, que desenvolve produtos na China com equipe local, fábricas auditadas e qualidade assegurada, cuidando de documentação técnica e regulatória, processos aduaneiros e compliance para importação ao Brasil, com hubs neste país, além de EUA e Europa para distribuição e presença internacional. Resultado: entrada rápida, previsibilidade e cobertura global.

“O mercado busca não apenas um fornecedor, mas um parceiro de negócios, e o trabalho da Social exemplifica bem este modelo, com início antes do clique e vai além do pós. Acreditamos que, neste estágio, o clique sem estratégia não tem valor, uma vez que ele é quem gera a recompra e fideliza o consumidor. Portanto, oferecemos uma equipe para atuar na experiência do cliente (CX), que esclarece todas as dúvidas do cliente, estará focada em ações eficientes de marketing e realizará todo o trabalho de retenção e fidelização do cliente”, explica Diogo Olher, Co-fundador e VP da empresa.

Novo posicionamento oferece atendimento para cada cliente

Junto com o novo posicionamento, a Social trará um Squad Growth, time de especialistas com olhar estratégico para o negócio de cada cliente, com foco em oferecer suporte para bater as vendas em GMV, margem e conversão. O atendimento será dedicado, e o cliente poderá optar qual composição se adequa ao perfil da sua marca.

“O Squad Growth da Social chega ao mercado para assumir o papel de voz do cliente dentro da companhia. Nosso time irá atuar como um atendimento ao cliente (CS – Customer Success, em inglês), auxiliando no retorno de algumas demandas com mais agilidade. Outra vantagem é que o cliente poderá optar pelo serviço de acordo com sua necessidade. Dessa maneira, ele consegue seguir apenas com a operação, ou com a operação com estratégia”, destaca Diogo.

A composição do Squad Growth contará com um gerente Key Account, que irá liderar a execução dos planos, metas e ritos, garantindo SLAs e priorização, unindo estratégia e execução; uma equipe dedicada de Marketplace, responsável pelo cadastro, pricing, campanhas, reputação do seller e expansão de canais; uma equipe dedicada de e-commerce, que ficará à frente da organização da vitrine, do catálogo, da mensuração da experiência do usuário, das promoções, do SEO e da conversão; e um assistente para atender chamados, responsável pela esteira de tickets e resoluções rápidas do pós-venda, SAC e questões operacionais.

Empresa apresenta para o mercado o Social Vault, seu novo meio de pagamento

Para complementar o novo posicionamento, a Social lança uma solução de pagamento com sistema antifraude e split automático, desenvolvida para oferecer mais transparência e segurança aos clientes. O Social Vault chega ao mercado como o motor financeiro do método Click-to-Growth, garantindo maior controle sobre os recebíveis. O novo produto assegura confiança nos repasses dentro do prazo, possibilidade de antecipação com taxas de mercado, visibilidade total dos valores a receber e fechamento automatizado, mais rápido e seguro, eliminando erros manuais.

“O Social Vault nasce dentro da metodologia Click-to-Growth, não sendo apenas um gateway, mas como uma forma de pagamento a serviço do crescimento, que garante, segurança, flexibilidade e garantia dos recebíveis, sem surpresas. Atualmente, a loja online consegue ter visibilidade do recebível apenas após o faturamento do mês. Mas, com o nosso meio de pagamento, é possível acompanhar toda a movimentação e melhor: poderá fazer uma antecipação do recebível, tendo assim uma previsibilidade dos valores”, explica Nicolas Fernandes Nascimento, CSO da Social Digital Commerce.

Checklist de fotos de produto para o Natal: o que revisar para não perder vendas no período mais competitivo do e-commerce

Com a proximidade do Natal, marcas de e-commerce aceleram a finalização de campanhas, mas um fator segue sendo decisivo, e frequentemente subestimado: a qualidade das imagens de produto. Em um ambiente em que o consumidor não pode tocar, experimentar ou testar o item, a fotografia se tornou o principal gatilho de confiança. 

Segundo dados de grandes marketplaces, mais de 85% dos consumidores afirmam que as fotos são o fator mais importante na decisão de compra online, à frente de descrições, avaliações e até do preço. Para responder a esse cenário, a equipe da Photoroom desenvolveu um checklist prático com os principais pontos que marcas devem revisar nas imagens dos seus produtos antes do pico de vendas de dezembro. 

Nesse contexto, alguns pontos se tornaram críticos para marcas que desejam disputar atenção e conversão no período mais competitivo do ano. 

“O consumidor decide em poucos segundos. Se a imagem não for clara, honesta e tecnicamente bem executada, ela deixa de ajudar e passa a atrapalhar a venda”, afirma Larissa Morimoto, Growth Manager da Photoroom. 

Os 7 pontos que marcas precisam revisar antes do pico de vendas 

  1. Padronização visual entre todos os produtos

Manter o padrão de enquadramento, fundo e temperatura de cor em todo o catálogo transmite organização, profissionalismo e fortalece a identidade visual da marca. Quando cada foto parece pertencer a um “universo” diferente, a confiança do consumidor é impactada negativamente. 

  1. Iluminação equilibrada e realista

A luz precisa revelar o produto com fidelidade. Sombras duras, áreas estouradas ou reflexos mal controlados prejudicam a leitura de textura, acabamento e detalhes. Imagens bem iluminadas reduzem dúvidas e aumentam a percepção de qualidade. 

  1. Quantidade mínima de ângulos por produto

Consumidores esperam ver o produto de diferentes perspectivas antes de comprar. O padrão mais eficiente inclui, no mínimo: 

  • Foto frontal 
  • Vista lateral 
  • Close em detalhes 
  • Imagem de uso ou contexto 

Em média, compradores buscam três a quatro imagens antes de tomar a decisão. 

  1. Uso estratégico de elementos natalinos

A ambientação sazonal contribui para o apelo emocional, especialmente para compras com foco em presente. Elementos natalinos funcionam melhor quando reforçam o contexto sem esconder o produto ou distorcer seu tamanho, cor ou funcionalidade. 

  1. Fidelidade de cores em todas as imagens

Diferenças de tonalidade entre fotos do mesmo produto aumentam a frustração do consumidor e elevam a taxa de devoluções. A cor exibida precisa ser consistente e o mais próxima possível do produto real. 

  1. Preparação das imagens para múltiplos canais

As fotos devem estar prontas para diferentes aplicações, como marketplaces, loja própria, anúncios pagos e redes sociais. Isso inclui proporção correta, recortes adequados e resolução compatível com cada plataforma. 

  1. Capacidade de escalar a produção sem perder qualidade

Com o volume de lançamentos e atualizações típico de dezembro, marcas que dependem apenas de processos manuais enfrentam gargalos. A automação via inteligência artificial já permite ajustes rápidos de iluminação, fundo e padronização visual em escala. 

“A imagem deixou de ser um simples complemento do texto e virou um ativo direto de receita. Quando ela é bem trabalhada, o consumidor sente que já entendeu o produto antes mesmo de ler qualquer informação”, complementa a executivo. 

Ferramentas de fotografia com inteligência artificial vêm substituindo processos tradicionais de estúdio ao automatizar correções de iluminação, criação de fundos e reconstrução de imagens em escala. Esse movimento tem reposicionado a fotografia de produto como uma etapa central da estratégia de conversão, e não mais apenas um item de produção de conteúdo. 

Plataformas como a Photoroom permitem que imagens feitas com smartphones sejam tratadas e transformadas em fotos de padrão estúdio em minutos.  

“O Natal é o momento em que a eficiência visual faz diferença direta no faturamento. Quando a marca entra em dezembro com imagens inconsistentes, ela já começa em desvantagem. Hoje, com IA, a marca não precisa mais escolher entre qualidade e velocidade. O checklist mostra exatamente onde estão os gargalos e como resolver isso de forma prática, sem travar a operação em pleno pico de vendas.”, finaliza Larissa. 

Vendas de fim de ano: 7 estratégias certeiras para turbinar sua loja virtual

Com a chegada das vendas de fim de ano focadas nas festas, como Natal e confraternizações, lojistas de e-commerce encaram a alta temporada do varejo online. Mas o segredo do sucesso não está apenas em promoções sazonais, e sim, em estratégias contínuas de otimização e relacionamento com o cliente ao longo de todo o ano.

Segundo o levantamento “Black Friday 2025 – A Black além do preço”, realizado pela MindMiners, 9 em cada 10 consumidores pesquisam antes de comprar. Além disso, 71% dos brasileiros pretendem gastar até R$ 1 mil, o que reforça um comportamento mais racional e planejado.

“As datas de final de ano, como Black Friday, Natal e as confraternizações de final de ano, são oportunidades únicas de conversão, mas os lojistas que limitam suas estratégias apenas a essas datas estão deixando dinheiro para trás nos outros 10 meses do ano”, alerta o especialista em vendas, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e CEO da Receita Previsível, Thiago Muniz.

Cenário do e-commerce no Brasil 

O comércio eletrônico brasileiro segue em expansão e se consolidou como um dos mais promissores do mundo. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a projeção do faturamento no e-commerce brasileiro até 2029 é de 350 bilhões de reais.

Outro ponto relevante é a crescente influência dos criadores de conteúdo no comportamento de compra. Dados da Rakuten Advertising revelam que 61% dos consumidores (no Brasil e globalmente) realizaram compras motivadas por recomendações de influenciadores nos últimos seis meses. No Brasil, 83% já compraram produtos acima de R$ 100 indicados por influenciadores, sendo que 38% chegaram a gastar mais de R$ 500.

Esses números mostram que o consumidor digital está mais atento, informado e exigente, e que competir nesse ambiente requer planejamento contínuo, experiências personalizadas e excelência operacional.

Além disso, o mercado digital brasileiro apresenta um cenário cada vez mais competitivo. No que diz respeito às marcas mais lembradas pelos consumidores durante o período de promoções, a Magalu lidera com 22%, seguida por Casas Bahia (16%), Americanas (13%), Shopee e Amazon (12%), Mercado Livre (9%), Samsung (7%), Electrolux, Nike e Shein (3%), segundo a pesquisa da MindMiners.

Outro dado que chama a atenção no levantamento é a ascensão meteórica da Shopee, que surgiu no Brasil em meados de 2019 e em apenas 6 anos já alcançou marcas tradicionais brasileiras e internacionais. Com número de menções próximo às Americanas, é evidente a força da construção da marca nos últimos anos.

“O caso da Shopee demonstra que não são apenas os gigantes estabelecidos que conseguem se destacar. Lojas menores e médias podem sim competir, desde que implementem as estratégias certas de forma consistente”, analisa Muniz.

Dicas práticas para maximizar resultados no e-commerce

Para ajudar empreendedores a maximizarem seus resultados nas vendas de final de ano, Thiago Muniz, reuniu sete dicas práticas que podem ser implementadas imediatamente em qualquer loja virtual:

1. Otimize a velocidade do site:  a velocidade de carregamento é um dos principais fatores que impactam a taxa de conversão. Conforme o Think with Google, 53% dos usuários abandonam um site mobile se ele demorar mais de 3 segundos para carregar.

“Investir em hospedagem de qualidade e compressão de imagens é fundamental para manter os visitantes engajados. Um site rápido transmite confiança e reduz o abandono de carrinho”, orienta Muniz.

2. Simplifique o processo de checkout: cada campo adicional no formulário de compra reduz a taxa de conversão. Segundo o Baymard Institute, a taxa média de abandono de carrinho no e-commerce é de 69,8%. Oferecer checkout simplificado, pagamento via PIX, autopreenchimento de dados e opção de compra como convidado pode elevar as conversões rapidamente.

O PIX, por exemplo, já é o meio de pagamento mais utilizado no país por 73% dos brasileiros, segundo levantamento da MindMiners. 

3. Invista em descrições de produto completas: no ambiente online, o cliente não pode tocar ou testar o produto, por isso, informações detalhadas são essenciais. “Descrições completas, com dimensões, especificações técnicas, fotos em alta resolução e vídeos, reduzem dúvidas e devoluções, além de fortalecer o SEO do site”, completa Thiago.

4. Implemente urgência e escassez de forma ética: informar estoque limitado, prazo de entrega diferenciado ou oferta por tempo determinado estimula a decisão de compra,  desde que de forma transparente e verdadeira. Estratégias enganosas, além de ilegais, comprometem a reputação da marca. 

5. Crie um programa de relacionamento pós-venda: reter clientes é muito mais rentável do que conquistar novos. Um estudo da Harvard Business Review indica que adquirir um novo cliente pode custar de 5 a 25 vezes mais do que manter um atual.  Ademais, dados da Bain & Company mostram que um aumento de 5% na taxa de retenção pode elevar os lucros entre 25% e 95%. 

“Investir em e-mails de acompanhamento, pesquisas de satisfação, ofertas exclusivas e programas de fidelidade para transformar compradores ocasionais em clientes recorrentes”, destaca Muniz.

6. Use provas sociais estrategicamente: avaliações de clientes, número de vendas realizadas e selos de segurança aumentam a confiança do consumidor. Conforme a Spiegel Research Center, a probabilidade de compra de um produto com cinco avaliações é 270% maior do que a probabilidade de compra de um produto sem comentários. 

“Mostre comentários reais, responda avaliações e incentive clientes satisfeitos a compartilharem suas experiências”, acrescenta.

7. Personalize a experiência de navegação: a personalização é uma das principais tendências do e-commerce. Dados da Epsilon mostram que 80% dos consumidores têm maior probabilidade de fazer negócios com uma empresa que oferece experiências personalizadas. Além disso, 44% dos consumidores afirmam que provavelmente se tornarão compradores recorrentes após uma experiência personalizada positiva.

Use dados de comportamento e histórico de compras para criar recomendações personalizadas, vitrines dinâmicas e comunicação segmentada.

Visão de longo prazo

Segundo Thiago Muniz, o erro mais comum entre lojistas é focar exclusivamente em vendas pontuais sem construir um sistema sustentável. “A diferença entre lojas virtuais que sobrevivem e as que prosperam está na previsibilidade. Quando você implementa processos consistentes de otimização, análise de dados e relacionamento com o cliente, as vendas deixam de ser uma loteria e se tornam um resultado esperado”, explica o CEO da Receita Previsível.

A recomendação do especialista é que lojistas dediquem pelo menos 20% do seu tempo para análise de métricas e otimização contínua, tratando a loja virtual como um sistema que pode e deve ser constantemente aprimorado.

“Vendas de fim de ano e o período do Natal são excelentes oportunidades para testar estratégias em escala. O que funciona nessas épocas deve ser adaptado e mantido ao longo do ano. O sucesso no e-commerce não é sobre ter um mês bom, é sobre construir doze meses consistentes”, finaliza Muniz.

Franquias digitais ampliam a entrada de novos empreendedores no food service

O delivery já representa mais de 30% do faturamento total do food service no Brasil, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). O avanço acelerado do consumo digital transformou não apenas o comportamento dos clientes, mas também o modelo de quem deseja empreender em alimentação.

Nesse novo cenário, as franquias digitais têm se consolidado como uma das principais portas de entrada para quem busca iniciar um negócio com investimento menor e maior previsibilidade operacional.

A mudança é significativa porque reduz barreiras históricas do setor. Abrir um restaurante tradicional costuma exigir capital elevado, estrutura física, equipe ampla e alto custo fixo. As franquias digitais e as operações 100% delivery surgem como alternativa mais leve. Sem salão, sem grandes reformas e com processos padronizados, o investimento inicial costuma ser consideravelmente menor. Enquanto operações presenciais podem ultrapassar facilmente milhares de reais, modelos digitais trabalham com faixas muito mais acessíveis e com capital de giro reduzido.

Essa diferença impacta diretamente o tempo de retorno. Em modelos físicos, o payback costuma levar anos. Em operações digitais, o prazo pode ser encurtado quando há gestão eficiente, demanda local e suporte estruturado da franqueadora. O formato permite testar o negócio com menor exposição financeira, algo especialmente relevante em momentos de juros altos, inflação instável e perda de confiança do consumidor.

A experiência recente de novos franqueados confirma a tendência. Luiz Paulo Cypriano, 35 anos, engenheiro químico de formação, decidiu mudar de carreira após identificar o potencial de crescimento do delivery no Brasil. A possibilidade de entrar no setor sem os altos custos de um restaurante físico o levou ao sistema de franquias operado pela Tastefy. Com foco em produção enxuta e vendas via aplicativos, Luiz estruturou sua operação em ritmo acelerado e, com o suporte da franqueadora, conseguiu otimizar processos, operar com equipe reduzida e alcançar resultados acima do previsto,  incluindo faturamento de R$ 110 mil em apenas quatro dias durante um evento local. Hoje, ele avalia expandir para novas unidades.

Casos como o dele mostra como modelos digitais têm democratizado o acesso ao empreendedorismo gastronômico. A combinação de menor risco, estrutura simplificada e suporte contínuo torna possível que pessoas com diferentes perfis, desde profissionais em transição de carreira até jovens que buscam independência financeira, encontrem nesse formato um caminho viável para começar.

A tendência para os próximos anos indica que o setor continuará crescendo, impulsionado pela digitalização do consumo e pela busca por modelos mais econômicos e escaláveis. Para quem acompanha o universo de negócios e franquias, vale observar como esse movimento vem redesenhando o mapa do food service brasileiro e ampliando as oportunidades para novos empreendedores, especialmente em um país onde a capacidade de adaptação tem sido uma das principais forças do mercado.