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Black Friday 2025: e-commerce fatura mais de R$ 4 bi

O comércio eletrônico brasileiro encerrou a Black Friday com faturamento de R$ 4,76 bilhões, em um crescimento de 11,2% em comparação a 2024, segundo dados da plataforma Hora a Hora da Confi Neotrus. Esse resultado representa o melhor desempenho da data desde 2021, quando o e-commerce bateu recordes em meio ao isolamento da pandemia.

O levantamento apontou ainda que as categorias que mais faturaram foram as TVs, com faturamento de R$443,2 milhões, smartphones, que faturou R$388,7 milhões, e as geladeiras/refrigeradores, com mais de R$273,2 milhões em faturamento.

Além de refletir a relevância da data, o cenário de alta demanda e faturamento também concretiza o potencial do e-commerce para alavancar vendas e impulsionar receitas. No Brasil, dois varejistas que operam com a Topsort, plataforma que desenvolve soluções e conecta marcas e consumidores de forma inteligente, com base em dados e decisões em tempo real, apresentaram resultados significativos. As transações superaram projeções — um deles atingiu volume transacionado cerca de dez vezes acima da média mensal — e os negócios renderam lucros com monetizações mais assertivas em momentos de maior audiência.

O cofundador e CTO da Topsort, Francisco Larraín, explica que “a Black Friday é o período em que a inteligência operacional do varejo é realmente testada. Neste ano, os resultados mostram que quem opera modelos baseados em IA e leilões inteligentes ganhou velocidade de decisão, eficiência e maior aproveitamento”.

O executivo destaca que um dos desafios apresentados por um dos clientes foi a dificuldade de escalar toda a operação de mídia, marcada por processos manuais e falta de infraestrutura para sustentar períodos de alta demanda. Com a integração concluída em poucas semanas pela Topsort, a rede varejista passou a atuar com mais de 3 mil anunciantes, automatizou decisões críticas e chegou preparada para operar em pico de tráfego. O resultado foi que o volume transacionado atingiu cerca de dez vezes a média mensal, com metade do investimento concentrado na semana crítica.

Larraín detalha também que, no segundo cenário, outro varejista registrava forte tráfego ao longo de novembro, mas baixa conversão em mídia, sinalizando ineficiências no leilão. Com os algoritmos de leilão e a otimização automática da Topsort, as campanhas passaram a priorizar inventário de maior retorno. Como resultado, o período foi monetizado com mais eficiência, com melhor captura de demanda e investimento direcionado aos espaços de maior performance.

“A Black Friday mostra na prática porque construímos a Topsort com base em uma arquitetura AI-first. Quando a pressão aumenta, é a inteligência no nível do leilão que permite decisões rápidas, campanhas eficientes e monetização em semanas, e não em anos. O retail media, nesse contexto, vira crescimento real, transformando dados em resultado”, afirma Larraín.

AnaMid disponibiliza gratuitamente Guia de Boas Práticas para contratação de Influenciadores Digitais

Nos últimos anos, o marketing de influência se tornou um dos pilares mais poderosos da comunicação digital, mas o crescimento acelerado do setor trouxe também novos desafios: falta de transparência, contratos frágeis e práticas pouco profissionais. Pensando nisso, a AnaMid (Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital) lançou o Guia de Boas Práticas para Contratação de Influenciadores Digitais, um material que pretende ser referência para a atuação ética e eficiente nesse ecossistema. 

O documento reúne diretrizes, métricas e recomendações para orientar marcas, agências e criadores de conteúdo sobre como estruturar parcerias de forma segura e transparente, em conformidade com as normas do CONAR (Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária) e outras legislações vigentes. 

De acordo com o guia, o influenciador deve ser tratado como um parceiro estratégico de negócio, não apenas como um canal de divulgação. “Nosso objetivo é ajudar o mercado a profissionalizar suas relações e garantir que a publicidade digital seja sempre clara e responsável”, afirma Rodrigo Neves, presidente da AnaMid. 

Entre os temas abordados, estão a diferença entre criadores e influenciadores, critérios de seleção de perfis, métricas e KPIs para medir performance, além de boas práticas na identificação de conteúdos patrocinados. O material também alerta para riscos de campanhas direcionadas a crianças e reforça a importância de combater a desinformação. 

Mercado estimado em milhões de dólares  

A Creator Economy, deve movimentar US$ 470 bilhões até 2027, segundo estimativas da Goldman Sachs, é hoje uma das principais forças econômicas da comunicação digital. Além disso, segundo levantamento da influency.me, o Brasil ocupa a segunda maior fatia global de posts patrocinados (14,5%), atrás apenas dos EUA (22,7%) Nesse cenário, o guia da AnaMid busca equilibrar inovação e responsabilidade, promovendo um ambiente mais confiável e sustentável para marcas, agências e influenciadores.  

“O Brasil é hoje um dos mercados mais ativos do mundo em marketing de influência, já são mais de dois milhões de criadores de conteúdo atuando profissionalmente nas redes. Esse volume mostra o potencial do setor, mas também evidencia a necessidade urgente de termos diretrizes claras, éticas e transparentes para as parcerias entre marcas e influenciadores. O guia nasce justamente com esse propósito: ajudar o mercado a crescer com responsabilidade, segurança jurídica e respeito à confiança do público”, explica o presidente da AnaMid. 

Comitê de Influenciadores Digitais  

O Guia de Boas Práticas foi desenvolvido pelo Comitê de Influenciadores Digitais da AnaMid, grupo que atua na criação de diretrizes, na promoção de boas práticas e na profissionalização do ecossistema de influência digital no país. Ele é formado por executivos que são referência no mercado de comunicação e influência: 

  • Rodrigo Neves, CEO da VitaminaWeb e presidente da AnaMid 
  • Magda Paz, diretora da 7 Marketing 
  • Fernando Souza, consultor, professor e palestrante na FS Consultoria 
  • Rodrigo Mauger, sócio-diretor de Negócios e Projetos na Agência Fillet 
  • Phelipe Barros, gerente de Estratégia e Influência na Sioux Digital 1:1 

“O comitê é um espaço de construção coletiva. Reunimos diferentes olhares do ecossistema, de gestores, agências e criadores de conteúdo, para propor soluções reais que façam o mercado evoluir de forma ética e sustentável”, finaliza Rodrigo.  

O Guia de Boas Práticas para Contratação de Influenciadores Digitais está disponível gratuitamente no site da associação e é indicado tanto para quem atua diretamente com criadores digitais quanto para profissionais de comunicação, jurídico e marketing. Acesse o guia completo aqui.

Vendas de fim de ano: 7 estratégias certeiras para turbinar sua loja virtual

Com a chegada das vendas de fim de ano focadas nas festas, como Natal e confraternizações, lojistas de e-commerce encaram a alta temporada do varejo online. Mas, segundo o especialista  Thiago Muniz, o segredo do sucesso não está apenas em promoções sazonais, e sim, em estratégias contínuas de otimização e relacionamento com o cliente ao longo de todo o ano.

Segundo o levantamento “Black Friday 2025 – A Black além do preço”, realizado pela MindMiners, 9 em cada 10 consumidores pesquisam antes de comprar. Além disso, 71% dos brasileiros pretendem gastar até R$ 1 mil, o que reforça um comportamento mais racional e planejado.

“As datas de final de ano, como Black Friday, Natal e as confraternizações de final de ano, são oportunidades únicas de conversão, mas os lojistas que limitam suas estratégias apenas a essas datas estão deixando dinheiro para trás nos outros 10 meses do ano”, alerta o especialista em vendas, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e CEO da Receita Previsível, Thiago Muniz.

Cenário do e-commerce no Brasil 

O comércio eletrônico brasileiro segue em expansão e se consolidou como um dos mais promissores do mundo. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a projeção do faturamento no e-commerce brasileiro até 2029 é de 350 bilhões de reais.

Outro ponto relevante é a crescente influência dos criadores de conteúdo no comportamento de compra. Dados da Rakuten Advertising revelam que 61% dos consumidores (no Brasil e globalmente) realizaram compras motivadas por recomendações de influenciadores nos últimos seis meses. No Brasil, 83% já compraram produtos acima de R$ 100 indicados por influenciadores, sendo que 38% chegaram a gastar mais de R$ 500.

 Esses números mostram que o consumidor digital está mais atento, informado e exigente, e que competir nesse ambiente requer planejamento contínuo, experiências personalizadas e excelência operacional.

Além disso, o mercado digital brasileiro apresenta um cenário cada vez mais competitivo. No que diz respeito às marcas mais lembradas pelos consumidores durante o período de promoções, a Magalu lidera com 22%, seguida por Casas Bahia (16%), Americanas (13%), Shopee e Amazon (12%), Mercado Livre (9%), Samsung (7%), Electrolux, Nike e Shein (3%), segundo a pesquisa da MindMiners.

Outro dado que chama a atenção no levantamento é a ascensão meteórica da Shopee, que surgiu no Brasil em meados de 2019 e em apenas 6 anos já alcançou marcas tradicionais brasileiras e internacionais. Com número de menções próximo às Americanas, é evidente a força da construção da marca nos últimos anos.

“O caso da Shopee demonstra que não são apenas os gigantes estabelecidos que conseguem se destacar. Lojas menores e médias podem sim competir, desde que implementem as estratégias certas de forma consistente”, analisa Muniz.

Dicas práticas para maximizar resultados no e-commerce

Para ajudar empreendedores a maximizarem seus resultados nas vendas de final de ano, Thiago Muniz, reuniu sete dicas práticas que podem ser implementadas imediatamente em qualquer loja virtual:

  1. Otimize a velocidade do site: a velocidade de carregamento é um dos principais fatores que impactam a taxa de conversão. Conforme o Think with Google, 53% dos usuários abandonam um site mobile se ele demorar mais de 3 segundos para carregar. “Investir em hospedagem de qualidade e compressão de imagens é fundamental para manter os visitantes engajados. Um site rápido transmite confiança e reduz o abandono de carrinho”, orienta Muniz.
  2. Simplifique o processo de checkout: cada campo adicional no formulário de compra reduz a taxa de conversão. Segundo o Baymard Institute, a taxa média de abandono de carrinho no e-commerce é de 69,8%. Oferecer checkout simplificado, pagamento via PIX, autopreenchimento de dados e opção de compra como convidado pode elevar as conversões rapidamente. O PIX, por exemplo, já é o meio de pagamento mais utilizado no país por 73% dos brasileiros, segundo levantamento da MindMiners. 
  3. Invista em descrições de produto completas: no ambiente online, o cliente não pode tocar ou testar o produto, por isso, informações detalhadas são essenciais. “Descrições completas, com dimensões, especificações técnicas, fotos em alta resolução e vídeos, reduzem dúvidas e devoluções, além de fortalecer o SEO do site”, completa Thiago.
  4. Implemente urgência e escassez de forma ética: informar estoque limitado, prazo de entrega diferenciado ou oferta por tempo determinado estimula a decisão de compra,  desde que de forma transparente e verdadeira. Estratégias enganosas, além de ilegais, comprometem a reputação da marca. 
  5. Crie um programa de relacionamento pós-venda: reter clientes é muito mais rentável do que conquistar novos. Um estudo da Harvard Business Review indica que adquirir um novo cliente pode custar de 5 a 25 vezes mais do que manter um atual.  Ademais, dados da Bain & Company mostram que um aumento de 5% na taxa de retenção pode elevar os lucros entre 25% e 95%. “Investir em e-mails de acompanhamento, pesquisas de satisfação, ofertas exclusivas e programas de fidelidade para transformar compradores ocasionais em clientes recorrentes”, destaca Muniz.
  6. Use provas sociais estrategicamente: avaliações de clientes, número de vendas realizadas e selos de segurança aumentam a confiança do consumidor. Conforme a Spiegel Research Center, a probabilidade de compra de um produto com cinco avaliações é 270% maior do que a probabilidade de compra de um produto sem comentários. “Mostre comentários reais, responda avaliações e incentive clientes satisfeitos a compartilharem suas experiências”, acrescenta.
  7. Personalize a experiência de navegação: a personalização é uma das principais tendências do e-commerce. Dados da Epsilon mostram que 80% dos consumidores têm maior probabilidade de fazer negócios com uma empresa que oferece experiências personalizadas. Além disso, 44% dos consumidores afirmam que provavelmente se tornarão compradores recorrentes após uma experiência personalizada positiva. Use dados de comportamento e histórico de compras para criar recomendações personalizadas, vitrines dinâmicas e comunicação segmentada.

Visão de longo prazo

Segundo Thiago Muniz, o erro mais comum entre lojistas é focar exclusivamente em vendas pontuais sem construir um sistema sustentável. “A diferença entre lojas virtuais que sobrevivem e as que prosperam está na previsibilidade. Quando você implementa processos consistentes de otimização, análise de dados e relacionamento com o cliente, as vendas deixam de ser uma loteria e se tornam um resultado esperado”, explica o CEO da Receita Previsível.

A recomendação do especialista é que lojistas dediquem pelo menos 20% do seu tempo para análise de métricas e otimização contínua, tratando a loja virtual como um sistema que pode e deve ser constantemente aprimorado.

“Vendas de fim de ano e o período do Natal são excelentes oportunidades para testar estratégias em escala. O que funciona nessas épocas deve ser adaptado e mantido ao longo do ano. O sucesso no e-commerce não é sobre ter um mês bom, é sobre construir doze meses consistentes”, finaliza Muniz.

Grupo Fika Frio integra ecossistema de tecnologias TOTVS e amplia eficiência em operação

O Grupo Fika Frio, referência em sorvetes e polpas de frutas, aprimorou suas operações de backoffice e manufatura com o apoio de um ecossistema completo de soluções da TOTVS, maior empresa de tecnologia. Com mais de 40 anos de mercado, o Grupo Fika Frio é pioneiro na fabricação de sorvetes em Alagoas e referência consolidada no processamento de frutas na região Nordeste. A companhia produz e distribui mais de 140 produtos nas linhas de sorvetes, picolés e polpas de frutas, atendendo a mais de 4.000 pontos de venda em 150 municípios de Alagoas, Sergipe e Pernambuco, incluindo as maiores redes de supermercados da região.

O ecossistema de tecnologias TOTVS se tornou o pilar central das operações do Grupo Fika Frio. O TOTVS Backoffice – Linha Protheus integra a gestão de diferentes áreas da empresa, desde o controle de estoque – que antes era um desafio – até a gestão de compras, com cotações dinâmicas, aprovação por alçada e pedidos automáticos conforme estoque e produção. Ainda na gestão administrativa financeira, o TOTVS Transmite assegura a conformidade legal e o cálculo preciso de impostos, resolvendo antigas dificuldades; e o TOTVS Assinatura Eletrônica apoia e centraliza a gestão e execução de assinaturas eletrônicas, com segurança, agilidade e validade jurídica.

Alberto Cabús, diretor-presidente do Grupo Fika Frio, destaca a importância da parceria com a TOTVS: “A decisão de integrar as soluções TOTVS foi estratégica para o nosso crescimento. Antes, tínhamos sistemas isolados e processos manuais que geravam retrabalho. Com a TOTVS, centralizamos a gestão em um único ERP, o que trouxe uma integração sem precedentes entre os setores, agilidade nas operações e um melhor aproveitamento dos nossos recursos. É um passo fundamental para a nossa segurança da informação, conformidade com a LGPD e para a adoção de boas práticas de mercado.”

Complementando os sistemas de gestão do backoffice, o TOTVS Manufatura – Linha Protheus faz o controle completo da produção, enquanto o TOTVS Manutenção de Ativos – Linha Protheus otimiza a gestão dos equipamentos fabris.

Para a gestão de pessoas, o sistema TOTVS RH, integrado ao ERP, garante agilidade e segurança no Departamento Pessoal e Financeiro, com a folha de pagamento sendo processada automaticamente e em lote. Já os sistemas TOTVS RH Clock In e o App Meu RH modernizam o controle de ponto e a comunicação com os colaboradores.

“Essa integração nos permite ter uma visão holística e confiável de toda a operação, desde a entrada de insumos até a distribuição dos produtos finais. Os ganhos em agilidade, redução de desperdícios e maior segurança operacional são evidentes”, complementa Alberto.

Com mais de 250 colaboradores, o Grupo Fika Frio possui capacidade diária de 100 mil picolés, 40 mil litros de sorvete e 10 toneladas de polpas. Aliando tradição, qualidade e sustentabilidade, a Fika Frio utiliza energia verde renovável e mantém a missão de entregar “O Melhor Sorvete do Nordeste” a um preço justo.

Angela Gheller, diretora de produtos para Manufatura da TOTVS, comenta sobre o sucesso da implementação: “O Grupo Fika Frio é um exemplo inspirador de como a tecnologia pode ser um diferencial competitivo para empresas que buscam não apenas otimizar suas operações, mas também se preparar para o futuro. A capacidade do nosso ecossistema de soluções de integrar e centralizar processos complexos de manufatura e gestão é crucial para empresas como a Fika Frio, que têm foco em qualidade e sustentabilidade. É gratificante ver como a TOTVS contribui para o crescimento sustentável e a inovação de um cliente tão relevante no Nordeste.”

73% das grandes empresas já usam IA generativa e pressionam PMEs a modernizar marketing

A adoção acelerada da inteligência artificial generativa está mudando o modo como empresas brasileiras analisam resultados de marketing e tomam decisões comerciais. Um relatório global da Adobe de outubro de 2025 mostra que 73% das grandes companhias já integram modelos de IA às rotinas de mensuração e projeção de vendas, e esse movimento pressiona pequenas e médias empresas a reverem métodos tradicionais. O crescimento dos investimentos também acompanha a tendência anunciada por Google e Meta, que lançaram novas APIs para leitura preditiva de campanhas e reorganizaram seus modelos de anúncios com base em inteligência multimodal. Em um cenário em que métricas como ROI e CAC precisam ser lidas em tempo real, cresce o desafio de transformar dados brutos em ação prática.

CEO da Datta Büsiness, Cintia de Freitas, observa que o mercado brasileiro ainda opera com defasagem entre execução e análise, o que limita a eficiência das equipes de marketing. “As empresas investem cada vez mais em mídia, mas grande parte ainda não entende como interpretar variações de performance enquanto as campanhas estão rodando. A IA só entrega resultado quando existe processo e método para transformar informação em decisão rápida”, afirma a executiva.

A combinação de IA generativa com automação avançada deve se intensificar em 2026, especialmente após os anúncios de Amazon Ads e Microsoft Advertising, que incluíram modelos preditivos integrados às plataformas e ampliaram a capacidade de análise de grandes volumes de dados com menos intervenção humana. O movimento das big techs pressiona empresas brasileiras a migrar para soluções que permitam monitoramento imediato de indicadores, personalização em escala e ajustes dinâmicos de campanhas. De acordo com o Gartner, profissionais de marketing que dominam leitura de dados e atuação assistida por IA serão responsáveis por até 40% do crescimento incremental de receita das empresas que adotarem modelos de análise contínua.

Para Cintia, a transição já deixou de ser opcional e se tornou um ponto de competitividade no país. Ela defende que o próximo ciclo de transformação digital dependerá da capacidade das empresas de integrar IA ao cotidiano das equipes e não apenas às grandes decisões de planejamento. “O futuro do marketing brasileiro será definido por quem conseguir usar inteligência artificial de forma prática e orientada a resultado. A tecnologia só faz sentido quando melhora a margem, reduz desperdício e fortalece a tomada de decisão”, conclui.

Oracle anuncia resultados financeiros do segundo trimestre do ano fiscal de 2026

A Oracle Corporation (NYSE: ORCL) anunciou hoje os resultados do segundo trimestre do ano fiscal de 2026. As Obrigações de Desempenho Remanescentes (RPO) tiveram alta de 438% ano a ano em dólares, alcançando US$ 523 bilhões. A receita trimestral total teve alta de 14% em dólares e 13% em moeda constante, totalizando US$ 16,1 bilhões. A receita de nuvem cresceu 34% em dólares e 33% em moeda constante, atingindo US$ 8,0 bilhões. Já a receita de software caiu 3% em dólares e 5% em moeda constante, somando US$ 5,9 bilhões.

O lucro operacional GAAP do 2T foi de US$ 4,7 bilhões. O lucro operacional não GAAP foi de US$ 6,7 bilhões, alta de 10% ano a ano em dólares e 8% em moeda constante. O lucro líquido GAAP foi de US$ 6,1 bilhões. O lucro líquido não GAAP foi de US$ 6,6 bilhões, alta de 57% em dólares e 54% em moeda constante. O lucro por ação GAAP no 2T foi de US$ 2,10, alta de 91% em dólares e 86% em moeda constante. O lucro por ação não GAAP foi de US$ 2,26, alta de 54% em dólares e 51% em moeda constante.

As receitas diferidas de curto prazo foram de US$ 9,9 bilhões. Nos últimos 12 meses, o fluxo de caixa operacional foi de US$ 22,3 bilhões, alta de 10% em dólares.

“As Obrigações de Desempenho Remanescentes (RPO) aumentaram em US$ 68 bilhões no 2T — alta de 15% sequencialmente, chegando a US$ 523 bilhões — impulsionadas por novos compromissos de Meta, NVIDIA e outros,” disse Doug Kehring, Diretor Financeiro da Oracle. “O lucro por ação GAAP cresceu 91% para US$ 2,10, e o não GAAP cresceu 54% para US$ 2,26. Ambos foram positivamente impactados por um ganho pré-impostos de US$ 2,7 bilhões com a venda da participação da Oracle na nossa empresa de chips, a Ampere.”

“A Oracle vendeu a Ampere porque não acreditamos mais que seja estratégico continuar projetando, fabricando e usando nossos próprios chips em nossos datacenters em nuvem,” disse Larry Ellison, Chairman e CTO da Oracle. “Estamos agora comprometidos com uma política de neutralidade de chips, trabalhando de perto com todos os nossos fornecedores de CPUs e GPUs. Continuaremos comprando as GPUs mais recentes da NVIDIA, mas precisamos estar preparados para implantar quaisquer chips que nossos clientes desejem. Muitas mudanças vão ocorrer na tecnologia de IA nos próximos anos e precisamos permanecer ágeis.”

“A Oracle é muito boa em construir e operar datacenters de alto desempenho e custo eficiente,” disse Clay Magouyrk, CEO da Oracle. “Há anos investimos em IA e na construção de software autônomo em nuvem. O Oracle Autonomous Database e o Oracle Autonomous Linux têm sido essenciais para reduzir trabalho humano e erro humano em nossos datacenters. Como nossos datacenters são altamente automatizados, podemos construir e operar mais deles. A Oracle tem mais de 211 regiões ativas e planejadas no mundo — mais do que qualquer concorrente de nuvem. Já construímos mais da metade dos 72 datacenters Oracle Multicloud que serão incorporados às nuvens da Amazon, Google e Microsoft. Estamos comprometidos com a Neutralidade Multicloud porque acreditamos que nossos clientes devem poder rodar seus bancos de dados Oracle na nuvem que preferirem. Essa estratégia está dando muito certo. Nosso negócio de banco de dados Multicloud é o que mais cresce — alta de 817% no 2T.”

“Treinamento de IA e venda de Modelos de IA são grandes negócios,” disse Mike Sicilia, CEO da Oracle. “Mas acreditamos que há uma oportunidade ainda maior — incorporar IA em uma variedade de produtos. A Oracle está em uma posição única para incorporar IA nas três camadas dos nossos produtos de software: nosso software de datacenter em nuvem, nosso software de banco de dados e análise autônomos e nosso software de aplicações. Todos esses negócios já são grandes — a IA vai torná-los ainda melhores e maiores. A IA nos permite automatizar processos complexos de múltiplas etapas que eram impossíveis de automatizar antes. A IA está nos permitindo automatizar originação de crédito e quantificação de risco para bancos e clientes. Está nos permitindo ajudar médicos a diagnosticar e cuidar de pacientes e gerenciar processos de reembolso entre provedores e pagadores de saúde. Todos os cinco principais modelos de IA estão na Oracle Cloud. Temos enormes vantagens sobre nossos concorrentes em aplicações.”

O conselho de administração declarou um dividendo trimestral em dinheiro de US$ 0,50 por ação ordinária em circulação. O pagamento será feito aos acionistas registrados no fechamento do mercado em 9 de janeiro de 2026, com data de pagamento em 23 de janeiro de 2026.

  • Uma lista de clientes que adquiriram serviços Oracle Cloud durante o trimestre estará disponível em com/customers/earnings.
  • Uma lista de inovações técnicas e anúncios recentes está disponível em com/news.
  • Para saber o que analistas de mercado têm dito sobre os produtos e serviços da Oracle, acesse com/corporate/analyst-reports.

Teleconferência e Webcast de Resultados

A Oracle realizou hoje uma teleconferência e webcast às 16h (horário central dos EUA) para discutir os resultados. O webcast ao vivo e a reprise estarão disponíveis no site de Relações com Investidores da Oracle em oracle.com/investor.


Sobre a Oracle
A Oracle oferece suítes integradas de aplicações, além de infraestrutura segura e autônoma na Oracle Cloud. Para mais informações sobre a Oracle (NYSE: ORCL), visite oracle.com.


Marcas Registradas
Oracle, Java, MySQL e NetSuite são marcas registradas da Oracle Corporation. A NetSuite foi a primeira empresa de nuvem — inaugurando a nova era da computação em nuvem.


Declaração de “Safe Harbor”
As declarações neste comunicado relacionadas a planos futuros, expectativas, crenças, intenções e previsões — incluindo nossos planos de manter a neutralidade de chips, nossa capacidade de construir e operar datacenters de alta performance e custo eficiente, ampliar a construção de datacenters, a oportunidade de crescimento proporcionada pela incorporação de IA em nossos produtos e os benefícios gerais da IA — são “declarações prospectivas” sujeitas a riscos e incertezas materiais.

Riscos que podem afetar nossos resultados incluem: nossa capacidade de desenvolver novos produtos e serviços, integrar aquisições e aprimorar nossas ofertas existentes, incluindo produtos de IA; gestão de soluções complexas de nuvem e hardware; capacidade de prever e garantir capacidade de datacenter; erros significativos de codificação ou fabricação; riscos associados a aquisições; volatilidade de negócios; riscos relacionados a contratos governamentais; condições econômicas, políticas e de mercado; falhas de TI; problemas de privacidade e segurança de dados; ciberataques; processos legais desfavoráveis; e leis e regulações complexas e mutáveis.

Discussões detalhadas sobre esses riscos estão disponíveis nos nossos registros na SEC, incluindo os relatórios mais recentes no Form 10-K e Form 10-Q, na seção “Fatores de Risco”. Os documentos estão disponíveis online na SEC ou pelo departamento de Relações com Investidores da Oracle, pelo telefone (650) 506-4073, ou clicando em SEC Filings no site de Relações com Investidores da Oracle em oracle.com/investor.

Todas as informações neste comunicado são válidas até 10 de dezembro de 2025. A Oracle não assume obrigação de atualizar declarações à luz de novos fatos ou eventos futuros.

RCS cresce 144% na Black Friday e consolida era da mensageria conversacional com IA, aponta Sinch

A Black Friday de 2025 marcou um avanço expressivo na adoção de mensageria conversacional impulsionada por inteligência artificial. Dados preliminares da Sinch (Sinch AB publ), líder global em comunicação omnichannel, revelam que o volume de mensagens RCS cresceu 144% em relação a 2024. Ao longo da semana da Black Friday, o total de interações na plataforma da empresa chegou a 27 bilhões — reflexo direto de jornadas de compra mais ricas, automatizadas e personalizadas.

Com mais de 900 milhões de comunicações processadas por ano, a Sinch oferece uma visão estratégica sobre os padrões globais de mensageria, especialmente em momentos críticos do varejo, como a Black Friday. Os dados indicam que canais tradicionais como e-mail e SMS continuam sustentando as campanhas em larga escala, enquanto formatos interativos como RCS e WhatsApp ganham espaço como diferenciais competitivos em mercados cada vez mais saturados.

“A Black Friday deste ano mostra que experiências conversacionais ricas, impulsionadas por IA, deixaram de ser opcionais — elas agora são o novo padrão”, afirma Daniel Morris, Diretor de Produto Global (CPO) da Sinch.

Segundo o executivo, o RCS começa a ganhar tração real à medida que as marcas buscam se destacar em mercados cada vez mais concorridos, enquanto o SMS, o e-mail e a voz seguem oferecendo a confiança e a confiabilidade que o comércio em períodos de pico exige. “Os fortes crescimentos que estamos observando são impulsionados por promoções antecipadas, campanhas mais longas e pela expectativa crescente de atualizações em tempo real sobre entregas, rastreamento de pedidos e suporte ao cliente”, destaca Morris.

Entre os destaques do período estão:

  • Crescimento de 144% nas mensagens RCS em relação a 2024, impulsionado por campanhas interativas;
  • Aumento de 32% nos envios de e-mails promocionais em novembro, consolidando o canal como peça-chave em campanhas de Black Friday;
  • Mais de 27 bilhões de interações na plataforma da Sinch durante a semana da Black Friday, combinando SMS, RCS, e-mail, WhatsApp e voz.

A pesquisa também aponta que empresas de varejo, logística e serviços digitais têm explorado o melhor de cada canal para entregar jornadas fluidas e integradas, impondo um novo ritmo à Black Friday. “A IA, integrada aos canais de mensageria, está permitindo que marcas entreguem experiências mais consistentes, responsivas e relevantes”, reforça o Diretor de Produto Global (CPO) da Sinch.

Pesquisa do TikTok mostra que anúncios feitos por influenciadores têm 70% mais cliques que publicidades tradicionais

Um recente relatório divulgado pela TikTok aponta que anúncios conduzidos por criadores de conteúdo, os chamados “creator-led ads”, geram 70% mais cliques (click-through rate, CTR) do que campanhas tradicionais produzidas por marcas, mantendo o mesmo custo por mil impressões (CPM). Além disso, essas campanhas entregam 159% mais engajamento do que anúncios não criados por influencers.

O relatório, que analisou dados de campanhas entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, atribui a diferença principalmente a três fatores: o domínio que os creators têm sobre a cultura e o formato da plataforma, sua capacidade de gerar conteúdo de alta frequência de forma ágil, e, sobretudo, o nível de confiança que construíram junto aos seguidores.

Para Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da agência Viral Nation e veterano do mercado de marketing de influência, esses números confirmam uma tendência já perceptível.

“O que estamos vendo é que campanhas com influenciadores entregam mais do que visibilidade, elas entregam resultado. O CPM igual mostra que o custo não sobe; o que muda é a eficácia. Um anúncio feito por um creator conecta de verdade com o público, fala a língua dele, e tem autoridade. Isso gera cliques, conversões e valor real para a marca”, afirma.

No contexto do TikTok, o CPM — ou seja, o custo por mil impressões — continua sendo usado como referência de planejamento de mídia. Mas o relatório destaca que, mesmo mantendo esse parâmetro, os anúncios criados por influencers têm desempenho muito superior. Isso redefine a forma como marcas devem avaliar retorno sobre investimento em publicidade digital. 

O relatório da TikTok também demonstra que, muitos times de marketing internos têm dificuldade de replicar a agilidade de produção e o formato autêntico dos creators. A capacidade dos influenciadores de conceber, gravar e publicar como parte de seu dia a dia entrega escala e agilidade que dificilmente seriam alcançadas por roteiros convencionais de marcas.

“No modelo tradicional, você sofre com burocracia, aprovação de layout, produção, deadlines longos. Um creator domina todo o ciclo, desde a ideia até a publicação. Isso acelera resultados. Além disso, ele entrega esse conteúdo no contexto da confiança já construída com a sua comunidade, o que aumenta muito a efetividade da mensagem”, pondera Fabio.

Para agências do mercado, esses dados reforçam a importância de integrar a criação de conteúdo por creators ao planejamento estratégico de marcas. Segundo Fabio, essa é a nova era da publicidade: “Não basta ter o melhor produto ou o maior orçamento, é fundamental contar com vozes autênticas e verdadeiras. Na Viral Nation, entendemos que nosso papel agora é conectar marcas a criadores que de fato dialoguem com seu público, dar o suporte necessário e garantir que a campanha seja escalável, qualificada e eficiente.”

Com resultados expressivos e custo competitivo, os “creator-led ads” no TikTok apontam para um futuro em que a influência e a criatividade individual redefinem o desempenho da publicidade online.

A pesquisa completa pode ser acessada em: https://ads.tiktok.com/business/en-US/blog/tiktok-creator-advantage?redirected=1.

Mercado Livre anuncia ferramenta de “vale-troca” para a compra de presentes

Para ajudar os consumidores na compra dos presentes de Natal, o Mercado Livre, e-commerce líder na América Latina, anuncia o lançamento oficial do “vale-troca”, nova ferramenta criada para facilitar as trocas de produtos, de forma simples e prática na plataforma.

A funcionalidade permite que o comprador, no momento da finalização do pedido, ative o “vale-troca”. Automaticamente, um código é gerado no aplicativo do Mercado Livre e enviado digitalmente para quem receberá o presente. Assim, em caso de necessidade, o presenteado pode realizar a troca do produto ou optar pela devolução, recebendo um cupom com o valor para uso no Mercado Livre, sem o envolvimento de quem comprou.

“A chegada do ‘vale-troca’ é um reforço importante neste período de Natal. Queremos tornar a experiência de presentear ainda mais simples e segura no Mercado Livre. O ‘vale-troca’ elimina a preocupação com a troca, garantindo tranquilidade para quem compra e a certeza do presente ideal para quem recebe. Convidamos a todos para aproveitarem a ferramenta e terem uma compra mais cômoda, assertiva e vantajosa conosco neste Natal”, afirma Cesar Hiraoka, diretor sênior de Marketing do Mercado Livre.
recurso já está disponível para produtos do marketplace nas categorias de Moda, Beleza, Ferramentas & Construção, Entretenimento, Casa & Decoração, Eletrônicos, Esportes e Brinquedos & Bebê. Os clientes podem checar os itens com ‘vale-troca’ disponível aqui. A ferramenta não altera prazos de envio e o valor final da compra, sendo uma aliada indispensável na hora de presentear.

E-commerce brasileiro deve movimentar R$ 26,82 bilhões no Natal e pressionar varejistas por eficiência digital

A expectativa de faturamento de R$ 26,82 bilhões no período de Natal de 2025, segundo projeção da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM), coloca o varejo online diante de um dos momentos mais desafiadores do ano. A Pesquisa de Intenção de Compras da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que 94,2 milhões de consumidores comprarão ao menos um presente pela internet, ampliando a pressão sobre plataformas e operações. Para empresas que desenvolvem infraestrutura digital, como a Vendizap, o período ressalta a urgência por soluções ágeis e estáveis capazes de suportar picos de demanda.

De acordo com André Campos, CEO da Vendizap, o último trimestre do ano funciona como um verdadeiro teste de resiliência tecnológica para o varejo. “Picos de acesso, atualizações urgentes de catálogo e um aumento repentino no volume de pedidos evidenciam qualquer fragilidade da operação digital. Nessas situações, cada segundo conta. Em datas como o Natal, minutos de instabilidade podem representar não apenas perda de receita, mas também impacto na confiança do consumidor e no desempenho anual do lojista”, afirma.

Campos aponta que, diante desse cenário, empreendedores vêm priorizando plataformas mais simples, diretas e configuráveis, que permitam autonomia para ajustes sem dependência de equipes técnicas. “Nos períodos de grande pico, a capacidade de reagir rápido deixa de ser um diferencial e passa a ser uma exigência estratégica. Sistemas engessados não acompanham o ritmo do consumidor digital”, explica.

Essa busca por autonomia e agilidade ocorre em um contexto de expansão constante do comércio eletrônico no país. Projeções da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) indicam que o setor deve atingir faturamento de R$ 224,7 bilhões em 2025, impulsionado pela digitalização do consumo e pelo aumento das transações online. O avanço reforça a necessidade de operações escaláveis e capazes de responder com mais precisão ao comportamento do comprador.

O executivo observa ainda que a busca por escalabilidade no atendimento, maior controle sobre pedidos e conversões mais eficientes em canais como WhatsApp tem guiado decisões de modernização das operações. “Para quem já vende online e deseja crescer, organização de processos e fluidez na jornada do cliente são essenciais. Isso vale tanto para varejo quanto para atacado”, completa.

Nesse cenário de maior complexidade operacional e demanda crescente, empresas têm procurado soluções capazes de oferecer autonomia, rapidez de configuração e estabilidade durante picos de acesso. A Vendizap atua justamente nesse ponto ao disponibilizar uma plataforma intuitiva e adaptável a diferentes segmentos, de moda e beleza a eletrônicos. A proposta é apoiar lojistas que já possuem operação ativa e precisam escalar com organização e controle, sobretudo em períodos críticos do calendário, como o Natal.