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Black Friday vira batalha por atenção: tecnologia decide quem conquista o consumidor

A Black Friday deixou de ser apenas um dia de descontos agressivos e passou a representar um momento decisivo para o varejo brasileiro. Para além das promoções, o principal desafio das marcas é encontrar caminhos eficientes para chegar ao consumidor no momento exato em que ele está disposto a comprar. Em uma economia digital saturada de estímulos e marcada por orçamentos cada vez mais apertados, a capacidade de se comunicar com precisão se tornou tão importante quanto o preço ofertado.

O cenário atual evidencia que o e-commerce é uma realidade consolidada. Gustavo Jota, especialista em produtos digitais e executivo da Ativos Capital, afirma que “A ideia de que o comércio digital é o futuro está ultrapassada. Ele faz parte do cotidiano, assim como ter um site ou um perfil nas redes sociais. Na Black Friday, ninguém pega o carro para procurar promoção. As pessoas correm para a internet”. A data, segundo ele, apenas reforça um comportamento que já se tornou padrão.

RCS: o antigo SMS agora é interativo

Nesse ambiente, novas tecnologias de comunicação passaram a ganhar protagonismo, especialmente aquelas capazes de aproximar o consumidor da marca por meio de mensagens personalizadas. Uma das apostas mais recentes é o RCS, protocolo que transforma a caixa de mensagens do celular em um canal mais interativo e seguro, com botões, imagens e a identidade visual da marca. A tecnologia, desenvolvida em parceria entre operadoras, promete ocupar o espaço deixado pelo SMS tradicional e entregar um nível de credibilidade pouco comum em campanhas de marketing digital. “O RCS chega certificado pelas operadoras e pelos próprios sistemas operacionais. Isso elimina o risco de falsificação e aumenta a confiança do consumidor, que sabe que aquela mensagem é realmente da marca”, explica Jota.

Embora ainda esteja em expansão, o RCS já apresenta resultados expressivos. Em uma campanha recente realizada pela Ativos Capital em parceria com um influenciador digital, a taxa de abertura ficou em torno de 45%, mesmo antes de o recurso estar disponível a todos os modelos de celular. Esse desempenho chamou a atenção de grandes empresas e agências, que passaram a considerar o canal como peça estratégica para ações de alto impacto.

Ao mesmo tempo, o SMS – longe de ser uma tecnologia obsoleta – segue mostrando força surpreendente. Com taxas de leitura que ultrapassam 90%, ele continua sendo um dos meios mais imediatos e eficazes para a Black Friday. Jota relembra um caso recente: “Uma rede de fast food enviou mensagens segmentadas minutos antes do almoço e aumentou em 30% o volume de pedidos naquele período. É a prova de que o SMS ainda é uma ferramenta poderosa quando usada com inteligência”.

Automação para interpretar dados e hiperpersonalizar campanhas

A personalização, aliás, é o ponto central da disputa por atenção. As empresas acumularam, nos últimos anos, grandes bases de dados colhidas nas lojas físicas, no e-commerce e nos mais variados pontos de contato. A legislação de proteção de dados, embora tenha colocado limites necessários, não inviabilizou o marketing personalizado, muito pelo contrário: profissionalizou o processo. Para extrair valor dessas informações, porém, não basta coletá-las: é preciso interpretá-las. Por muito tempo, essa tarefa ficou concentrada em grandes departamentos de tecnologia, equipes de cientistas de dados e projetos complexos de Big Data Analytics, o que se mostrou caro, lento e nem sempre eficiente.

É justamente nesse vácuo que surgem plataformas de CDP (Customer Data Platform), como o EasyCDP, da Ativos Capital, criadas para organizar dados, identificar padrões, segmentar públicos e acionar campanhas de maneira automatizada. “As empresas estavam gastando muito dinheiro para transformar dados em ação. O EasyCDP democratiza essa inteligência: ele centraliza informações, identifica comportamentos de compra e indica a melhor forma de falar com cada cliente”, destaca Jota. Segundo ele, a plataforma cruza dados de lojas físicas e digitais e permite ações altamente específicas, como enviar um cupom a clientes que só compram em aniversários ou impactar públicos que abrem mensagens apenas à noite.

Respostas instantâneas para oscilações de tráfego

A velocidade, no entanto, é o fator que define o sucesso na Black Friday. Em uma data em que as campanhas mudam hora a hora, as empresas precisam responder instantaneamente às oscilações de tráfego, conversão e estoque. Por isso, além das soluções robustas, a Ativos Capital oferece alternativas mais simples, como o Disparo Pro, pensado para negócios que precisam agir de forma imediata. Com ele, é possível importar listas, configurar mensagens e disparar uma ação em poucos minutos. Segundo Jota, “as promoções da Black Friday não acontecem no planejamento, acontecem ao vivo. Se o carrinho está vazio ou a oferta não converte, a empresa não pode esperar. Em 15 minutos ela pode mudar o rumo da campanha”.

A disputa não é apenas tecnológica. Há uma mudança estrutural no comportamento de consumo no Brasil: o orçamento do comprador está mais curto, e isso faz da concorrência um embate direto pelo poder aquisitivo, não apenas por preferência de marca. “A competição da Black Friday não é entre produtos; é pelo orçamento do consumidor. Quem chega primeiro com a oferta certa conquista esse espaço”, afirma Jota. Essa dinâmica faz com que empresas menores possam rivalizar com grandes varejistas, desde que utilizem bem seus dados e seus canais de comunicação.

O futuro próximo, segundo o especialista, aponta para uma integração cada vez maior com inteligência artificial, capaz de acelerar análises e sugerir automaticamente as melhores jornadas de comunicação. O EasyCDP já usa IA para propor campanhas, prever comportamentos e reduzir desperdícios, um movimento que deve se intensificar nos próximos anos. Para Jota, “as empresas que combinam CDP com inteligência artificial já estão se distanciando dos concorrentes. A velocidade de decisão virou vantagem competitiva”, completa.

E-Commerce 2025: China lidera e Brasil sobe no Top 10 global

O e-commerce mundial reafirma sua trajetória de crescimento em 2025, impulsionado pela digitalização do consumo e por inovações tecnológicas que redefinem a experiência de compra.

O bom desempenho, em um contexto macroeconômico global desafiador, reforça o setor como um motor essencial da economia digital e ressalta a importância de parceiros de abastecimento eficientes e estratégicos para garantir a competitividade das operações.

Empresas que investem na transparência, na qualificação e no monitoramento contínuo de fornecedores estabelecem a base de uma cadeia de suprimentos robusta e resiliente, apta a enfrentar as complexidades do mercado.

Panorama global: liderança asiática e mercados em expansão

Nesse cenário de intensa competitividade, a China mantém seu destaque global e atua como um verdadeiro laboratório de tendências.

No primeiro semestre de 2025, as vendas online de bens físicos no país somaram ¥ 6,12 trilhões (algo em torno de R$ 4,6 trilhões), volume que representou 24,9% do seu varejo total, conforme dados do governo chinês.

A liderança do país não se deve somente à vasta população, mas, sim, à combinação de uma infraestrutura tecnológica avançada, à cultura de pagamentos móveis em massa e a um ecossistema de varejo digital maduro.

Os Estados Unidos ocupam a segunda posição, com o e-commerce sustentado por grandes marketplaces e pela logística altamente sofisticada.

Outros mercados asiáticos e europeus, como Reino Unido, Japão e Coreia do Sul, ficam com as posições seguintes, com seus indicadores econômicos que apresentam crescimento constante, embora em ritmo diferente do chinês.

A penetração da internet e o uso crescente de smartphones em economias emergentes, como a Índia e o próprio Brasil, indicam que o potencial de expansão nesses locais permanece elevado.

Nesse panorama, nosso país se solidifica em relevância ao se posicionar entre os dez maiores mercados de comércio eletrônico do mundo. As projeções para o final de 2025 indicam que o setor deve registrar um faturamento de R$ 234,9 bilhões.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) aponta que o Brasil tem cerca de 94 milhões de compradores ativos que sustentam um ticket médio de R$ 539,28 cada.

O segredo da China para preservar a liderança mundial

A superioridade chinesa no comércio eletrônico é multifatorial. O país não se limita à escala de consumo, e abrange também a inovação constante em modelos de negócio e tecnologia.

Inicialmente, a infraestrutura digital é inclusiva e robusta. A maioria das transações ocorre via dispositivos móveis, com pagamentos digitais (como Alipay e WeChat Pay), o que facilita a conversão e elimina barreiras.

A China também foi a pioneira, e continua como líder, na integração de conteúdo e comércio. O live shopping, por exemplo, que combina entretenimento e vendas em transmissões ao vivo, já representa uma fatia significativa do total das vendas digitais no país e serve de inspiração para mercados ocidentais.

Plataformas, como Shein e Temu, exemplificam a agilidade e a sofisticação das cadeias de suprimentos locais, que conseguem responder à demanda do consumidor de forma ultrarrápida.

Outro motivo é o uso intensivo de Inteligência Artificial (IA) e Big Data, que permitem uma hiperpersonalização da experiência. Algoritmos preditivos orientam a produção, a estocagem e o marketing e tornam o ecossistema chinês um dos mais eficientes e adaptáveis do mundo.

O desempenho do Brasil no Top 10 global

A previsão de faturamento da ABComm tem como base a adoção digital massiva, pois o país tem uma alta taxa de conectividade e uma forte preferência do consumidor pelo m-commerce (comércio via celular), o que simplifica a jornada de compra.

Outro motivo é a inovação em pagamentos, devido à introdução e popularização de métodos de pagamento instantâneo. Nesse cenário, o Pix se destaca, pois revolucionou a velocidade das transações, diminuiu o tempo de compensação e facilitou a inclusão financeira de milhões de brasileiros.

A maturação logística também tem grande peso. A crescente profissionalização dos marketplaces e dos operadores logísticos aprimorou as entregas e permitiu o alcance de regiões antes desassistidas.

Apesar dos avanços, o mercado nacional, com sua complexidade tributária e extensas dimensões continentais, exige das empresas uma atenção especial à eficiência operacional.

Logística e competitividade: o papel da gestão de fornecedores

No e-commerce, o atraso ou a falha na entrega de um item compromete a satisfação do cliente, impacta negativamente a reputação da marca e eleva as taxas de reclamação e de devolução.

Como não há margens para erros logísticos, uma abordagem estratégica da gestão de fornecedores é indispensável para garantir a eficiência, a qualidade do produto final e o controle rigoroso dos custos.

Uma gestão eficaz desses parceiros contribui para aprimorar o controle de qualidade, otimizar o fluxo de entregas, diminuir gastos, como os de sourcing e frete de entrada, e reduzir a probabilidade de interrupções na cadeia de suprimentos.

O cenário atual, que exige das empresas atenção a critérios de sustentabilidade e compliance (ESG), torna a qualificação dos fornecedores um fator de sobrevivência competitiva.

O uso de sistemas específicos, como um SRM (Supplier Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com Fornecedores), oferece soluções robustas que automatizam a due diligence e ajudam a mitigar riscos jurídicos e reputacionais desse tipo de parceria.

Tendências globais que moldam o setor

Duas tendências merecem destaque pelo poder de transformar o setor mundialmente em 2025: o Social Commerce e o BNPL.

A primeira se refere à venda direta de produtos diretamente nas redes sociais, processo que simplifica a jornada do cliente ao eliminar a necessidade de redirecionamento para o site do e-commerce.

Essa modalidade se consolida por permitir que marcas utilizem o engajamento e a credibilidade dos influenciadores digitais para impulsionar a conversão. O formato também é potente para engajar o público jovem, que valoriza a autenticidade e a conveniência de comprar no mesmo ambiente em que consome conteúdo.

Um estudo da Accenture revelou que as vendas globais de comércio social alcançarão US$ 1,2 trilhão até o final de 2025.

A segunda tendência (Buy Now, Pay Later – “Compre Agora, Pague Depois”) é uma modalidade de crédito que permite aos consumidores parcelar compras sem a necessidade de um cartão de crédito tradicional.

Esse recurso é um método de pagamento flexível e transparente, que ajuda a evitar abandono de carrinho e atua como um incentivador de compras de valor elevado.

O modelo é um aliado poderoso para o e-commerce, pois transfere o risco de crédito para a instituição financeira que oferece o serviço, enquanto aumenta o poder de compra do consumidor.

A Worldpay, por exemplo, prevê que o BNPL representará cerca de 15% dos pagamentos de e-commerce global até 2025.

Como se manter no topo do mercado de e-commerce

O e-commerce em 2025 demonstra um notável equilíbrio entre a escala e a sofisticação. O ritmo da inovação segue nas mãos da China, mas diversos países se destacam pelo potencial de crescimento, como o Brasil.

A liderança global tem como base alicerces digitais e logísticos robustos, nos quais a gestão de fornecedores se revela um diferencial estratégico crucial para o bom funcionamento do negócio.

Em um ambiente em que o consumidor exige velocidade, personalização e compliance socioambiental, o sucesso do varejo digital passa, inevitavelmente, por uma parceria de abastecimento eficiente. Essa relação ajuda a garantir entrega, qualidade, cumprimento de prazos e a satisfação dos clientes finais.

Graco reforça presença digital e fortalece atuação no e-commerce nacional

A Graco, reconhecida marca internacional de produtos infantis e líder de vendas nos Estados Unidos, anuncia um novo passo em sua jornada digital no Brasil. A partir deste mês, a marca inicia a venda de seu portfólio na Amazon, um dos principais marketplaces do país.

A abertura deste novo canal de venda direta na Amazon representa um marco estratégico para a Graco, que reforça sua presença digital com o propósito de estar ainda mais próxima das famílias, oferecendo conveniência, segurança e acesso direto a produtos de alta qualidade. A marca, que já atua no país por meio do Planeta do Bebê, fortalece seu compromisso com a experiência do consumidor, ampliando o alcance e a visibilidade em um dos canais de compra online mais relevantes do país.

“A expansão digital da Graco reflete nosso compromisso em acompanhar as famílias em todas as etapas, com praticidade e confiança. Nosso foco é oferecer uma experiência de compra acessível e segura, fortalecendo o posicionamento da marca como referência em qualidade e inovação no universo infantil”, diz Ana Carolina Di Grigoli, Gerente de Marketing da Graco no Brasil.

A decisão de fortalecer a atuação digital tem como base insights sobre o comportamento de compra das famílias brasileiras, que têm impulsionado o crescimento do setor infantil no e-commerce. A busca por praticidade, confiança e produtos de qualidade elevou o interesse por produtos de puericultura pesada, segmento no qual a Graco se destaca por sua credibilidade e padrões internacionais de segurança.

Com foco em entregar soluções adaptadas às necessidades locais, a marca realizou uma análise cuidadosa do portfólio global, selecionando modelos que combinam tecnologia, segurança e praticidade, sem abrir mão do padrão de excelência que consolidou a marca mundialmente.

Aurora Friday deve elevar faturamento em 70% no e-commerce

A cada ano, a Aurora Friday se consolida como uma das campanhas mais importantes da Cooperativa Vinícola Aurora. Em 2025, a expectativa é superar os resultados anteriores – a empresa projeta aumento de 70% no faturamento do e-commerce em comparação ao mesmo período de 2024.Somente na primeira quinzena de novembro, o e-commerce já registrou mais de 950 pedidos, e a projeção para o Aurora Day, principal ativação da campanha, é ultrapassar 500 compras em um único dia.

Segundo o diretor de Marketing e Vendas, Rodrigo Valerio, a campanha deste ano foi estruturada com foco em performance, conveniência e personalização.

“Em 2024, aprendemos muito sobre comportamento do consumidor e fortalecemos a estratégia de comunicação. Neste ano, aprofundamos esse movimento com melhorias no sortimento, reforço em categorias-chave e uma experiência digital mais fluida”, afirma.

A Aurora Friday se mantém como a principal data de vendas do e-commerce da cooperativa. A ação integra um calendário mais amplo de ativação digital, que inclui o Aurora Day, o Dia do Vinho, em junho, e a Semana dos Espumantes, em outubro.

Para 2025, a Aurora implementou mudanças estruturais na operação online. A migração para a plataforma Shopify trouxe maior estabilidade, velocidade e uma navegação mais intuitiva. A busca do site também foi aprimorada, permitindo que o consumidor encontre rótulos por ocasião, perfil de consumo, harmonização ou sabor. Pela primeira vez, a cooperativa realizará lives dentro do próprio e-commerce, integradas à jornada de compra.

Conforme Rodrigo Valerio, essas inovações acompanham as transformações no comportamento do consumidor, especialmente entre o público jovem.

“Percebemos que a jornada é cada vez mais visual e influenciada por recomendações práticas. Crescem buscas como ‘qual vinho combina com tal prato’. Por isso estamos investindo em vídeos, lives, conteúdos curtos e guias de harmonização”, explica.

Assim como em anos anteriores, a Aurora Friday também será realizada nas lojas físicas da cooperativa, em Bento Gonçalves, onde haverá programação especial na sexta, sábado e domingo. O modelo híbrido segue como diferencial da marca, integrando conveniência digital e experiência presencial.

Novidades no portfólio e ofertas mais agressivas

Os destaques da Aurora Friday 2025 incluem os espumantes, a linha Varietal — que tem registrado crescimento, e os lançamentos do ano, como os vinhos Desalcoolizados e o Vinho Laranja, que integram a estratégia de rejuvenescimento da marca e ampliação de ocasiões de consumo.

A campanha mantém descontos progressivos que chegam a 50%, além de kits promocionais, rótulos exclusivos e condições especiais por região. Para São Paulo, principal mercado da Aurora, o frete terá preço reduzido em compras acima de R$ 200. Outras praças também terão benefícios personalizados.

Stone apresenta ecossistema de soluções para impulsionar o empreendedor brasileiro no “Stone ON”, evento da companhia

A fim de marcar o início de uma nova jornada de comunicação e reforçar seu posicionamento como “especialista em quem empreende”, a Stone realizou hoje, 24 de novembro, o evento “Stone ON”. Na ocasião, a companhia apresentou as atualizações de seu portfólio, focadas em resolver as dores reais dos pequenos e médios empreendedores brasileiros, e apresentou uma novidade: uma funcionalidade inédita no Brasil para gestão de funcionários, a Bate Ponto, com controle de ponto diretamente na maquininha de cartão, além da funcionalidade de Pagar Funcionários.

A novidade permite que a maquininha de vendas se transforme em um relógio de ponto, utilizando reconhecimento facial para maior segurança e eliminando a necessidade de equipamentos físicos. Já a solução Pagar Funcionários permite fazer o pagamento de salários, férias e 13º de forma prática pelo app ou pelo portal web da Stone. Essas funcionalidades são cruciais, especialmente ao considerar que apenas 20% das PMEs monitoram as horas de trabalho de seus colaboradores de forma sistemática, e muitos ainda fazem controle de ponto de forma totalmente manual. Os dados foram revelados por uma pesquisa realizada pela Stone em parceria com a Provokers – empresa de consultoria de Branding e Negócios -, com mais de 1800 clientes da companhia das cinco regiões do país.

“Cada produto apresentado durante o Stone ON nasceu de um entendimento muito profundo sobre o empreendedor brasileiro. Buscamos entender quais são as dores dos clientes, quais são os seus reais problemas e, a partir disso, oferecemos soluções – não o contrário”, comenta Pedro Zinner, CEO da Stone. “A Stone nasceu pensando no cliente e em dar cada vez mais visibilidade a ele. Assim, os clientes evoluem e a gente evolui no ritmo deles”, complementa.

Em um cenário de retração do mercado, o final do ano ganha importância ainda mais estratégica: o 4º trimestre representa 27% das vendas anuais do varejo. E, no mês de dezembro, tem 10,5% de peso nas vendas via cartão.

A pesquisa realizada pela Stone em parceria com a Provokers, mapeou as principais dores e o contexto atual do empreendedor brasileiro. Nela, foi possível notar que:

  • Cerca de 34% dos empreendedores indicam que a principal dor é vender mais.
  • Outros 33% têm como principal dificuldade obter crédito e capital para crescer.
  • Os demais 33% sofrem mais com desafios na gestão do dia a dia do negócio.

“A gente sabe que o pequeno e médio empreendedor perde um bom tempo do dia com tarefas operacionais, por isso, oferecemos soluções que deixam essa rotina muito mais simples. Com a Stone, o empreendedor ganha tempo para cuidar do que realmente importa: fazer o negócio crescer”, diz Mateus Biselli, diretor de Growth da Stone.

Uma análise da Stone revela, ainda, que o varejo brasileiro, após um período de forte expansão entre 2021 e 2024, teve o ano de 2025 marcado pela perda de fôlego. Vender ficou mais difícil, e crescer exigiu mais esforço. Diante desse cenário desafiador e com as três grandes dores do empreendedor — vender mais, ter crédito para crescer e organizar a gestão do negócio — mais urgentes do que nunca, a Stone anunciou um conjunto de soluções estratégicas para quem empreende.

Soluções para Vender de Todas as Formas

Dados da pesquisa da Stone com a Provokers mostram que, atualmente, 5 em cada 10 MEIs e autônomos já vendem pelo WhatsApp, e 42% usam outras redes sociais. Já entre as PMEs, o uso chega a 57% via WhatsApp, 42% nas redes e 16% em apps de delivery.

Para seguir com a materialização da promessa de ser a especialista em quem empreende, a Stone apresentou um conjunto de ferramentas que complementam a maquininha de olho também nesse empreendedor conectado:

  • TapStone: Solução que transforma o celular em maquininha, oferecendo um complemento ao hardware tradicional, ideal para diminuir filas e dar autonomia para a equipe.
     
  • Link de Pagamento: Permite vendas à distância de todo o Brasil sem a necessidade de um site e com o recebimento no dia seguinte.
     
  • Venda por Assinatura e Pré-autorização na Maquininha: Ferramentas que garantem previsibilidade de receita e segurança para modelos de recorrência e reservas.

Crédito que não espera: mais fôlego para crescer

Na pesquisa da Stone com a Provokers, dados apontaram que 36% dos clientes dizem que o motivo da antecipação (de recebíveis) é para facilitar a gestão financeira. Já 74% deles não usam sistema de gestão para acompanhar gastos e 67% fazem todos os pagamentos manualmente.

Para garantir capital de giro, a principal novidade no pilar de crédito é o Pix no Crédito e Boleto Parcelado, que permite que o empreendedor utilize um limite de crédito pré-aprovado para realizar pagamentos via Pix e boleto, mesmo sem saldo imediato. O produto é focado em dar fôlego ao fluxo de caixa para pagar fornecedores e estoque, utilizando dados transacionais para oferecer limites adequados.

Gestão simplificada

Apenas 20% das PMEs controlam sistematicamente as horas dos funcionários. E 38% dos clientes da Stone ainda fazem controle de ponto 100% manual (por papel ou planilha). Os dados são da pesquisa realizada pela Stone em parceria com a Provokers.

Para que a gestão não tenha um peso maior no dia a dia do empreendedor e para que ele possa ter mais clareza para tomar decisões, a Stone apresentou soluções pensadas para simplificar a rotina de quem vende. O foco é dar clareza do fluxo de caixa sem a necessidade de esforço manual:

  • Minhas Finanças: Centraliza entradas e saídas de dinheiro, simplificando o controle financeiro e a gestão de caixa via Conta PJ Stone.
     
  • Raio-X Delivery: Ferramenta que exibe as vendas das plataformas de delivery dia a dia, incluindo previsão de pagamentos e auditoria das taxas cobradas por pedido.
     
  • Gestão de Funcionários: Solução para organizar, remunerar e dar suporte à equipe, facilitando a gestão de pessoas. Inclui funcionalidades como o Bate Ponto (com reconhecimento facial na maquininha) e o Pagamento de Salários.

O Stone ON contou com a participação do CEO, Pedro Zinner; Rodolfo Luz, diretor de marketing da Stone; João Misko, diretor de produtos da Stone; Mateus Biselli, diretor de Growth da Stone; Lia Matos, diretora de estratégia e marketing da Stone, além do embaixador Luciano Huck.

E-commerce em alta: como prevenir litígios e proteger a reputação da marca

Segundo dados da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-Commerce (AbiaCom), o setor movimentou aproximadamente R$ 204 bilhões em 2024, o que representa um aumento de cerca de R$ 18 bilhões em relação ao ano anterior, atingindo mais de 91 milhões de consumidores ativos em todo o país[1], consolidando o comércio eletrônico como um dos principais canais de consumo no país — e um terreno cada vez mais sensível à reputação das marcas.

Esse crescimento, no entanto, vem acompanhado de novos desafios. Em períodos de alta demanda — como a Black Friday e o final do ano, quando o volume de compras cresce de forma exponencial —, a pressão sobre os sistemas logísticos, de pagamento e de atendimento ao cliente tende a se intensificar.

Com isso, eleva-se também o risco de falhas operacionais, como atrasos na entrega, cancelamentos, dificuldades com trocas e devoluções do produto, que podem rapidamente se converter em reclamações públicas e demandas judiciais, atingindo a reputação da empresa.

Hoje, o primeiro reflexo de uma falha raramente ocorre no Judiciário. Ele surge nas telas dos consumidores, os quais costumam se manifesta em plataformas como o “Procon”, “Reclame Aqui” e, principalmente, as redes sociais, que se tornaram os principais canais de formalização de reclamações pelo público, na busca de uma solução célere e menos burocrática para seus problemas.

Logo, tais espaços deixaram de ser apenas meios de registro de demandas e passaram a desempenhar papel decisivo na formação da reputação das empresas. Neles, a resposta rápida — ou a ausência dela — é capaz de definir a percepção pública da marca, impactando diretamente a confiança, a credibilidade e até as vendas futuras.

Quando essas reclamações não são tratadas com eficiência, a escalada é quase inevitável: o conflito extrajudicial se transforma em ações judiciais, ampliando os custos e a exposição negativa da empresa. O litígio, nesse contexto, não representa apenas um desafio jurídico, mas também um custo estratégico e de imagem, uma vez que cada ação judicial representa um registro público de insatisfação, implicando em tempo, energia e recursos, que deixam de ser direcionados à atividade-fim.

Os gastos com custas processuais e condenações se somam aos riscos de decisões desfavoráveis que, além de gerar impactos financeiros, contribuem para o desgaste da imagem e podem servir de precedente para novas demandas. Assim, a empresa passa a enfrentar não apenas o aumento quantitativo do contencioso, mas também um efeito multiplicador de desgaste reputacional.

Diante desse cenário, é essencial que as companhias mantenham atenção redobrada aos procedimentos internos e ao cumprimento das normas previstas no Código de Defesa do Consumidor, especialmente em épocas como a Black Friday e o final de ano, dado o aumento significativo no volume das compras.

Nesse contexto, a clareza das informações, a eficiência no atendimento, o cumprimento de prazos e a efetividade nas trocas e devoluções são medidas indispensáveis.

Empresas que tratam o tema com visão estratégica, integrando as áreas jurídica, de atendimento e de comunicação, não apenas reduzem riscos de litígio, mas constroem valor de marca, transformando desafios em oportunidades de fidelização.

*Rebecca Bissoli Raffa é especialista da área Cível do escritório Finocchio & Ustra Sociedade de Advogados.

*Fernanda Casagrande Stenghe integra a equipe Cível do escritório Finocchio & Ustra Sociedade de Advogados.

Black Friday assume a liderança do varejo e transforma o calendário de consumo

Durante anos, o Natal reinou absoluto como o auge do comércio, mas o avanço do digital e a mudança no comportamento de consumo reposicionaram o calendário e hoje, a Black Friday é o evento mais aguardado pelo varejo brasileiro. 

Segundo a Neotrust, as vendas online ultrapassaram 7,1 bilhões de reais em 2023, um crescimento de 15% sobre o ano anterior, e a expectativa para 2025 é de nova expansão, sustentada pela confiança do consumidor e por estratégias cada vez mais sofisticadas de e-commerce.

Mas o fenômeno não é apenas sobre descontos. Trata-se de um novo modelo de antecipação de compras e de relacionamento entre as marcas e os consumidores. “O cliente atual não quer só pagar menos. Ele está bastante consciente das maquiagens nos preços, então busca descontos que realmente valem a pena, ele pesquisa, faz a curadoria e leva em consideração a experiência como um todo, inclusive a idoneidade da empresa”, afirma Daniela Costa, fundadora da Homedock, loja virtual de móveis e decoração. A especialista completa que o período concentra mais de 15% das vendas anuais da empresa. “A Black Friday deixou de ser uma ação promocional e virou uma operação estratégica, com planejamento de meses e integração de toda a cadeia”, diz.

Para os analistas de mercado, de fato, a Black Friday se tornou uma vitrine de eficiência empresarial, marcas que conseguem aliar tecnologia, atendimento e entrega consolidam reputação e ampliam o ticket médio. “É uma data que testa a capacidade de execução das empresas e o nível de confiança do público”, revela Daniela. Na Homedock, o período impulsiona também a fidelização: mais da metade dos clientes que compram na promoção voltam a comprar nos meses seguintes.

Esse movimento consolida um novo ciclo econômico no varejo brasileiro. As empresas estruturam o ano em torno de novembro, concentrando investimentos em marketing, tecnologia e estoque. O Natal, ainda relevante, agora é uma extensão natural da onda de consumo iniciada pela Black Friday porque o calendário mudou, e com ele, a forma de vender e comprar. Hoje, o desconto é apenas o ponto de partida de uma relação que mistura estratégia, experiência e conveniência — os novos pilares do comércio contemporâneo.

“Somos uma empresa que nasceu e se firmou no ambiente digital e fazemos parte da geração que entende o consumo como um processo não apenas emocional, mas racional também. Estamos empenhados com a data e vamos atuar fortemente com coleções sazonais e campanhas baseadas em dados para captar o comportamento do público, um mapeamento que vai permitir calibrar os estoques e direcionar ofertas em 2026 com mais precisão”, finaliza a empresária Daniela Costa. 

Promobit revela qual a melhor hora para comprar na Black Friday

Estudo realizado pelo Promobit, comunidade de ofertas do grupo CASH3, aponta que o período entre as 22h da quinta-feira, 27 de novembro e a 1h da sexta-feira, 28 de novembro deve ser o melhor horário para aproveitar as ofertas durante a Black Friday 2025. O levantamento considerou a quantidade média de ofertas publicadas e a porcentagem de descontos, desde o primeiro minuto da quinta-feira até as 23h59 da segunda-feira seguinte à Black Friday, entre os anos de 2021 e 2024. De acordo com os dados, o período entre 22h de quinta-feira e 1h de sexta-feira se destaca como o de maior volume de ofertas, com picos de 234 ofertas às 22h, 224 ofertas às 23h e 226 ofertas entre 0h e 1h da sexta-feira. Nesses horários, o desconto médio observado foi de 36%, refletindo boas oportunidades para os consumidores que buscam as melhores promoções.

A sexta-feira da Black Friday também garante boas oportunidades de compras para quem não consegue aproveitar a virada. Em média, a plataforma do Promobit recebe, em média 3200 ofertas – volume 400% maior que a média dos outros meses – e desconto de 36%. O dia com maior desconto médio é o domingo, com 37% para 925 ofertas.

Os melhores horários para comprar entre quinta e domingo

Além do período que abrange o final da noite de quinta-feira e o início da madrugada de sexta, que tradicionalmente concentra a maior quantidade de ofertas, a tarde de sexta-feira também oferece grande volume de ofertas aos consumidores, especialmente entre 14 e 17 horas quando a quantidade média de ofertas é de 190 às 14 horas, com desconto de 36% e às 15 horas quando o volume sobe para 201 ofertas e a média de desconto chega a 35%. O início da noite de quinta, entre 18h e 21h também apresenta aumento considerável de ofertas com pico de 195 ofertas e desconto médio de 35%.

“Os dados do nosso levantamento com 480 horas analisadas confirmam que o período da virada, entre 22h de quinta e 1h de sexta, é o ‘horário nobre’ da Black Friday. Naturalmente, é também quando os consumidores estão mais alertas e essa combinação faz com que as melhores promoções se esgotem muito rápido, o que reforça a vantagem dos usuários do Promobit, que recebem alertas automáticos e contam com uma curadoria para encontrar fácil as melhores ofertas e conseguir comprar antes que elas acabem “, explica Daniela Fagundes, CEO do Promobit.


A segunda-feira pós Black Friday, conhecida como Cyber Monday, e que historicamente concentra uma quantidade maior de promoções de produtos tech como eletrônicos e itens de informática, também é relevante quanto à quantidade de oportunidades de compra, com média de ofertas 34% superior à registrada no sábado e domingo. Destaque para as 17h de segunda-feira com média de 119 ofertas e 35% de desconto. Outros horários para os quais o consumidor deve se preparar para aproveitar boas promoções na Cyber Monday são às 15h, com média de 113 ofertas e cerca de 39% de desconto, e às 20h, faixa de horário com o maior desconto médio da segunda, 43%, para 61 ofertas.

Horários com mais ofertas por categoria de produto

O estudo também analisou a quantidade média de ofertas por hora e a porcentagem de descontos das categorias de produtos mais buscadas durante a Black Friday.

  • Roupas e calçados femininos: melhores horários são na quinta-feira, destaque para as 14h com média de 11 ofertas e desconto de 44% e às 22h quando o pico de ofertas volta ao patamar de 11 em média por hora. A sexta-feira também é relevante às 17h com 16 ofertas e desconto de 38%
  • Roupas e calçados masculinos: o pico de ofertas para a categoria acontece das 18h às 19h da sexta-feira com média de 16 ofertas e desconto de 56%. Outro bom horário para aproveitar as ofertas de roupas e calçados acontece entre às 18h e 19h de quinta-feira, com média de 15 ofertas e 48% de desconto.
  • smartphones: O início da noite de quinta-feira é, segundo o levantamento, o horário que concentra a maior quantidade de ofertas, sendo o período de 18h às 19h o pico com 15 ofertas e desconto de 48%, seguido pela primeira hora da sexta-feira, entre 0h e 01h, com médias de 14 ofertas e 32% de desconto.
  • Informática (PCs, notebooks e periféricos e outros): horários de pico vão de 10h da manhã da quinta até 1h da manhã da sexta, sendo a quinta-feira às 22h o melhor horário com média de 35 ofertas e 34% de desconto médio, voltando a ter alta no volume de ofertas entre 00h e 01h da sexta, com desconto médio de 33% para cerca de 28 ofertas.
  • Eletrônicos Áudio e Vídeo (TV, fones de ouvido, caixas de som): a chance de encontrar promoções para essa categoria de produtos é maior entre 10h da manhã da quinta-feira até 1h da manhã da sexta. com picos de ofertas às 22h da quinta feira, (21 ofertas) e às 00h da sexta-feira, 11 ofertas e desconto médio de 26%.
  • Eletrodomésticos: entre 19 e 20 horas de quinta-feira a quantidade de ofertas já cresce, chegando a 12 ofertas em média no período e desconto de 29%. Outro bom horário para comprar de acordo com o levantamento é entre meia noite e 1h da manhã da sexta-feira, 11 ofertas em média e desconto de 26%.
  • Games: na meia-noite da quinta é o melhor horário para encontrar ofertas de games, com média de 20 ofertas e desconto de 66%. O volume de ofertas volta a acrescer entre 00h e 1h de sexta-feira com 17 ofertas e 54% de desconto médio.

Horários com os maiores descontos podem ter menor volume de ofertas

Ao longo dos cinco dias analisados, alguns períodos apresentaram uma porcentagem maior de desconto, mesmo tendo uma quantidade menor de ofertas. Ainda assim são horários que podem ser vantajosos para os consumidores que buscam boas oportunidades de compra de itens menos procurados ou mais de nicho. Um bom exemplo é o início da quinta-feira, à 1h da manhã, quando o desconto médio chega a 43%, porém com média de 47 ofertas.

A quantidade de promoções cai bastante durante o sábado e domingo em comparação à sexta-feira, mas também é possível encontrar descontos agressivos durante o final de semana. No início do sábado, entre 00h e 01h da manhã, o consumidor pode encontrar bons descontos, com média de 43% para cerca de 77 ofertas, enquanto no domingo, às 12h, a relação entre quantidade de ofertas e tamanho do desconto fica mais equilibrada com 73 promoções e um desconto médio de 38%.

“Embora o volume de ofertas caia no fim de semana, os descontos podem ser bastante agressivos. Esses horários alternativos são ideais para as ‘compras de oportunidade’. No entanto, para garantir que essa compra não planejada seja vantajosa, é crucial validar o desconto. Nosso comparativo de preços cumpre exatamente esse papel: ele mostra o histórico do produto e permite ao usuário ter certeza de que aquela promoção é real e vale a pena, mesmo que não tenha sido uma compra planejada anteriormente”, conclui Daniela.

Expectativa do consumidor: produtos mais buscados e a variação de preço

Em complemento à análise de horários, o Promobit também monitorou as intenções de compra dos consumidores, analisando o volume de buscas por produtos em sua plataforma. O levantamento revelou um ranking dos itens mais buscados em outubro de 2025 na plataforma, além de uma comparação com o preço médio praticado até a 1° quinzena de novembro, mostrando que alguns itens já apresentavam queda de preço antes mesmo da Black Friday, enquanto outros sofreram um ligeiro aumento.

ProdutoMédia de preço Out/25Média de preço Nov/25Variação (%)TênisR$ 269,60R$ 282,360,0473iPhoneR$ 4.377,96R$ 3.888,70-11,18%SmartphoneR$ 1.957,27R$ 1.697,54-13,37%Smart TVR$ 2.631,46R$ 2.404,86-8,61%NotebookR$ 3.085,85R$ 3.302,490,0702PS5R$ 3.406,36R$ 3.298,97-3,20%Tênis masculinoR$ 282,02R$ 291,910,0351Ar condicionadoR$ 2.259,00R$ 2.192,30-3,00%PerfumeR$ 229,82R$ 238,750,0388

O levantamento mostra que o Tênis lidera com folga a lista dos produtos mais procurados, totalizando 110.571 buscas em outubro. Em contrapartida, o preço médio do item subiu ligeiramente (4,73%) de Outubro para Novembro, um alerta para o consumidor. Já categorias de alto valor agregado, como iPhone (-11,18%) e Smartphone (-13,37%), já apresentavam quedas significativas de preço médio, indicando uma antecipação de ofertas por parte do mercado.

Média de ofertas e desconto por dia
 

Experiência de compra agêntica: assistentes de IA impulsionam crescimento de 119% no tráfego online do varejo

Impulsionados pelo rápido surgimento de plataformas de IA para consumidores e novos canais onde as pessoas descobrem marcas e produtos, como o ChatGPT, os volumes de tráfego online gerados por assistentes de IA cresceram 119% ano a ano na primeira metade de 2025. De acordo com dados da Salesforce, espera-se que os agentes inteligentes impulsionem também 22% dos pedidos globais durante a Cyber Monday. Essa mudança no comportamento de compra apresenta um duplo desafio para os varejistas: alcançar eficientemente os compradores nesses novos pontos de contato impulsionados por IA, mantendo ao mesmo tempo o valor da marca, a voz e o controle sobre o relacionamento com seus clientes.

Nesse cenário, o Agentforce Commerce surge como a primeira plataforma projetada para dar aos varejistas controle total sobre toda a jornada de compra com agentes de IA, superando soluções pontuais fragmentadas para unificar as experiências de marca e os relacionamentos com os clientes em cada ponto de contato. As inovações da plataforma permitem que as marcas disponibilizem seus catálogos de produtos sem atrito para novos canais de IA para consumidores, como o ChatGPT, para potencializar a captação de clientes, ao mesmo tempo em que oferecem experiências personalizadas com agentes de IA em seus próprios canais para aumentar significativamente a lealdade e o valor do cliente.

Marcas globais líderes como Pandora e Pacsun já estão usando o Agentforce Commerce para criar experiências inteligentes e conectadas que se adaptam aos clientes onde quer que estejam. Para a Pandora, isso significa automatizar consultas rotineiras como “Onde está meu pedido?” e perguntas frequentes sobre produtos, alcançando um aumento de 10% em seu net promoter score, enquanto as recomendações impulsionadas por IA em sua vitrine digital geram mais pedidos, tráfego e maior valor médio por pedido. Por sua vez, a Pacsun está reforçando seu vínculo com a Geração Z e a Geração Alpha usando plataformas como o ChatGPT para oferecer experiências de compra integradas e conteúdos alinhados com este público em todos os seus canais.

O Agentforce Commerce está entregando capacidades novas e transformadoras que abrangem toda a jornada de compra com agentes de IA. Estamos impulsionando essas experiências com agentes em cada ponto de contato com o cliente, desde a descoberta do produto até a finalização do checkout, seja no site da marca, em seu aplicativo móvel, na loja física ou em canais como o ChatGPT. O Agentforce Commerce é a plataforma unificada que conecta todo este processo, permitindo que nossos clientes não apenas participem do futuro agente, mas realmente o liderem e o definam” – Nitin Mangtani, SVP & GM, Agentforce Commerce & Retail.

A Salesforce já oferece um comércio omnicanal, garantindo a interação com compradores no Instagram, TikTok, aplicativos de mensagens e muitos outros. Para liderar a próxima era do comércio, a Salesforce está construindo novas inovações sobre protocolos de agentes abertos e modernos para estender o alcance das marcas diretamente para a nova fronteira da IA voltada para o consumidor e os ecossistemas de pagamentos.

Integração nativa com ChatGPT em um futuro próximo: as integrações com canais de IA para consumidores de terceiros permitirão em breve que as marcas integrem seu catálogo de produtos e seus preços por meio da conectividade sob o Agentic Commerce Protocol (ACP).

A integração do Agentic Commerce Protocol (ACP) com o Stripe permite uma experiência de compra e pagamento instantânea, nativa e impulsionada por IA, para os consumidores diretamente em canais como o ChatGPT.

Aliança com o Google Agent Payments Protocol (AP2), que apoia a integração no protocolo aberto do Google para iniciar e executar pagamentos guiados por agentes entre plataformas de forma segura.

Agentes em canais próprios: o Agentforce Commerce oferece uma experiência de marca integral em todos os pontos de contato próprios, incluindo vitrines online, aplicativos móveis, loja física, merchandising e canais de fulfillment. As marcas agora podem implantar agentes personalizados, treinados completamente com dados da empresa e dos compradores, como pedidos, inventários de produtos e catálogos. Esses agentes ajudam diretamente os clientes com a descoberta, as recomendações de produtos, FAQs complexas e um checkout fluido. Agora, varejistas podem oferecer experiências de “agentes” verdadeiramente personalizadas, garantindo o controle total da marca e a localização em uma escala sem precedentes.

O Guided Shopping impulsiona taxas de conversão mais altas e carrinhos de compra maiores por meio de compras conversacionais guiadas por agentes. A inovação transforma a experiência entre agente e comprador com conteúdo enriquecido nas páginas de produto, carrosséis de imagens interativos e checkout com um clique ao dobro da velocidade. As novas capacidades de localização facilitam conversas em qualquer geografia, em sete idiomas.

O Order Routing for Order Management melhora a eficiência do comerciante por meio da automação “agente” que otimiza a alocação de pedidos, minimizando custos e maximizando a receita por meio de redes de fulfillment complexas.

O Agentforce Actions for Merchandising executa de forma proativa tarefas de merchandising, como impulsionar ou relegar produtos de maneira autônoma para otimizar os resultados de busca e as conversões, com base em dados de catálogo e insights de compra em tempo real.

O Agentforce Actions for POS empodera os gerentes de loja com ferramentas de compra guiada por agentes e clienteling, oferecendo informações contextuais de produto e lealdade para proporcionar experiências altamente personalizadas na loja.

O Agentforce impulsiona toda a experiência de compra impulsionada por agentes de IA, elevando cada experiência de marca e cada interação com o cliente. Com uma base de dados essencial, os varejistas podem aproveitar o Data 360 Zero Copy Access for Commerce para unificar a vitrine de comércio online, marketing e serviço com perfis de clientes em tempo real, melhorando a personalização e as experiências de marca unificadas.

Ao integrar experiências de compra de agentes impulsionadas pela Salesforce em nossos canais digitais, estamos redefinindo a jornada de compra online. Nossos agentes de IA, como Gemma, nos permitirão ter um diálogo real com os compradores, pegando o melhor de nossa experiência na loja, altamente personalizada e de alto contato, e a levando ao ambiente online. Isso é mais do que comércio: trata-se de usar IA confiável e dados unificados para guiar cada cliente, fazendo com que se sinta compreendido, acompanhado e valorizado. Este movimento estratégico diferencia a Pandora e nos posiciona para o futuro do varejo” – David Walmsley, Chief Digital & Technology Officer, Pandora.

O propósito da Pacsun é inspirar a próxima geração de jovens e construir uma comunidade baseada na inovação e na autenticidade em cada canal emergente. Acreditamos que a integração do Agentforce Commerce com a OpenAI representa uma oportunidade poderosa para estender nossos produtos a plataformas de IA como o ChatGPT, transformando conversas em interação significativa e relacionamentos duradouros com nossos clientes da Geração Z e da Geração Alpha” – Shirley Gao, Chief Digital & Information Officer, Pacsun.

Ao construir experiências de IA de agentes com o Agent Payments Protocol (AP2), a Salesforce e o Google estão permitindo que os clientes facilitem transações entre plataformas de forma segura e sem atrito” – Rao Surapaneni, VP & GM, Business Application Platform, Google Cloud. 

Estamos entusiasmados em firmar uma parceria com a Salesforce para ajudar os comerciantes que usam o Agentforce Commerce a prosperar na era do comércio de agentes. Juntamente com a OpenAI, estamos permitindo que as empresas alcancem milhões de novos compradores, ajudando a converter a descoberta de produtos dentro do ChatGPT” – Maia Josebachvili, Chief Revenue Officer, AI, Stripe.

Lojistas podem recuperar 43% das vendas com IA na Black Friday

Transações negadas pelo emissor do cartão, problemas técnicos na comunicação com a adquirente e timeouts na autorização são alguns exemplos de obstáculos que boa parte dos negócios online vivenciará em escala na próxima Black Friday. No setor de pagamentos, esse tipo de perda ainda é tratado como inevitável, e representa bilhões em receita desperdiçada todos os anos. Com uma nova inteligência artificial proprietária integrada à sua infraestrutura de pagamentos, a Barte, fintech que oferece um sistema modular de soluções de pagamento para médias e grandes empresas, pretende recuperar 43% das vendas perdidas por lojistas. 

Lançada oficialmente em setembro deste ano, a ferramenta automatiza um processo do pós-venda que ainda ocorre manualmente no mercado de pagamentos. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o uso de cartões na internet, em aplicativos e outros tipos de compras não presenciais atingiu R$ 979,4 bilhões em pagamentos não presenciais em 2024. Outro dado do ano passado, do relatório da PYMNTS/Spreedly, mostra que mais de 10% das transações online falharam para os ecommerces. Segundo a Barte, a solução é pioneira no Brasil, atua em tempo real e apresenta eficácia 45,5% superior a sistemas próprios usados por alguns clientes, realizando recuperações em até duas horas. 

Quando uma transação é recusada, a IA aciona automaticamente o comprador via WhatsApp, explica o motivo da recusa e orienta sobre como aprovar a compra. A tecnologia também realiza uma ligação automática complementar, quando necessário, aumentando significativamente a taxa de recuperação, tudo de forma natural, rápida e integrada à infraestrutura de pagamento da Barte.

“Produtos baseados em inteligência artificial já respondem por cerca de 10% das nossas receitas. Mesmo tendo uma das maiores taxas de aprovação do mercado (98%), aqui, nosso foco é transformar o pós-checkout em um ativo de negócio. Ao automatizar esse processo, eliminamos fricções que antes pareciam naturais, mas que custam milhões em receita”, afirma Raphael Dyxklay, presidente e cofundador da Barte. 

Após seu lançamento, a solução começou a ser ativada por diferentes empresas e já mostrou eficiência na recuperação de vendas recusadas. Durante novembro, a ferramenta estará disponível sem custo adicional para ativação. A empresa ainda avalia estender a tecnologia para além de sua base atual de clientes.