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Magalu apresenta sua primeira turma de trainees em Inteligência Artificial

Após receber mais de 20 000 inscrições e realizar um processo seletivo rigoroso ao longo de dois meses, o Magalu selecionou os 13 profissionais que formarão sua primeira turma de trainee em Inteligência Artificial. Os aprovados contam com formação nos diversos ramos da engenharia, além de matemática e tecnologia. O programa, com início em 2 de fevereiro, está diretamente relacionado ao novo ciclo estratégico da companhia, que terá como um de seus principais pilares o chamado AI commerce – o uso da inteligência artificial, de ponta a ponta, na jornada de compra do consumidor.

“Selecionamos talentos formados nas melhores instituições do país, que passarão por um treinamento intenso e imersivo em LLMs, IA e machine learning, enquanto passam pelas diversas áreas da companhia”, diz Patricia Pugas, diretora executiva de gestão de pessoas do Magalu. “A ideia é que esse time seja um multiplicador do conhecimento e do entusiasmo com as possibilidades da IA em toda a organização.”

Além da vivência prática no dia a dia das diversas áreas de negócio do Magalu, os participantes terão acesso a conteúdos customizados da Alura, parceira do Magalu no desenvolvimento das trilhas de conhecimento em tecnologia. Puderam se candidatar profissionais formados entre dezembro de 2022 e dezembro de 2025, em cursos de exatas, não necessariamente ligados à tecnologia.

Brasil deve enfrentar o ano mais crítico em ciberataques em 2026; veja as principais fraudes no radar.

Depois de um ano marcado por incidentes de grande escala — incluindo o maior ataque já registrado ao ecossistema financeiro brasileiro — o Brasil entra em 2026 com uma superfície de risco ampliada e ameaças cada vez mais sofisticadas. A avaliação é do Rodolfo Almeida, COO da ViperX, startup de proteção ofensiva do Grupo Dfense, que analisou os principais movimentos do crime digital em 2025 e projetou o que empresas e usuários devem esperar para o próximo ano.

“Em 2025, setores como financeiro, público e áreas intensivas em dados — saúde, educação e varejo — estiveram entre os mais atingidos. O ano foi marcado por ataques à cadeia de suprimentos, engenharia social potencializada por IA e um avanço do ransomware, que cresceu 25% globalmente. Vimos um país que evoluiu tecnicamente, mas ainda reativo e dependente de fornecedores pouco protegidos, hoje a principal porta de entrada para ataques”, afirma Almeida.

A Inteligência Artificial saiu do laboratório e virou arma central do crime digital

Segundo o COO, 2025 marcou o momento em que a IA deixou de ser promessa e se tornou ferramenta de linha de frente para grupos criminosos. A empresa observou três tendências principais:

  1. Engenharia Social Realista — Cerca de 80% dos e-mails de phishing já contam com geração baseada em IA, produzindo textos perfeitos e contextualizados. Deepfakes e clonagem de voz impulsionaram golpes de “chefe falso” e até “sequestros virtuais”, que já motivaram alertas do FBI.
  2. Malware Dinâmico — Ferramentas de IA passaram a gerar malwares que mudam de assinatura a cada execução, burlando defesas tradicionais.
  3. Fraudes em Escala — Apenas em 2025, o FBI registrou mais de US$ 262 milhões roubados em golpes de account takeover, muitos apoiados em sites falsos e comunicações automatizadas por IA.

“O desafio é que a IA ofensiva escala muito mais rápido que a defensiva. Hoje, qualquer criminoso com baixo nível técnico consegue gerar textos, áudios e páginas falsas quase perfeitas. As empresas precisam parar de tratar IA apenas como produtividade e começar a enxergá-la como parte do seu modelo de ameaças”, reforça Almeida.

Principais fraudes previstas para 2026

A projeção é que 2026 seja ainda mais crítico, com intensificação de fraudes financeiras, golpes via PIX e ataques sustentados por IA e falhas de terceiros. Também cresce a preocupação com o avanço da Shadow AI, com empresas adotando modelos internos sem governança clara — ampliando riscos de vazamento e ataques por prompt injection.

O ransomware deve permanecer em patamar elevado, especialmente contra setor público e saúde. E o cenário geopolítico tende a reforçar a mistura entre cibercrime, hacktivismo e espionagem digital, elevando a complexidade das ameaças.

Com isso, a empresa destaca seis fraudes prioritárias no radar para 2026:

  1. Golpes de sequestro virtual e extorsão com IADeepfakes de voz e vídeo simulando parentes ou executivos, combinados a engenharia social em tempo real.
  2. Tomada de conta em massa com IASites falsos, anúncios e comunicações altamente realistas para roubo de credenciais e MFA, mirando bancos e carteiras digitais.
  3. Fraudes de pagamento instantâneo e empréstimosExploração de jornadas digitais e dados vazados para atingir perfis vulneráveis, como idosos e pequenos empreendedores.
  4. Business Email Compromise (BEC) com deepfakeÁudios e vídeos de “CFO/CEO” autorizando pagamentos ou alterando dados bancários de fornecedores.
  5. Identidade sintética e fraude de onboardingCombinação de CPFs vazados, dados de redes sociais e documentos falsificados por IA.
  6. Extorsão com vazamento de dados sensíveisUtilização de vazamentos e deepfakes para pressionar colaboradores-chave.

O que falta para o Brasil sair do reativo e avançar para o preventivo

Após os grandes vazamentos de 2025, o especialista reforça que a tecnologia sozinha não resolve o problema. Para ele, quatro mudanças estruturais são essenciais para evitar que 2026 repita o mesmo ciclo:

  • Governança forte, com patrocínio direto do board.
  • Cultura corporativa de responsabilidade compartilhada entre tecnologia, jurídico, risco e fraude.
  • Regulação mais clara, com fiscalização efetiva sobre fornecedores críticos.
  • Mudança técnica: sair do foco em perímetro e adotar gestão contínua da exposição (CTEM).

“2025 confirmou que o perímetro mais frágil não é o firewall da empresa, é o fornecedor crítico com baixa maturidade. O que ainda falta é o Brasil tratar cibersegurança como infraestrutura crítica de confiança, não como custo de TI. Quando vazamento de dados e fraude digital forem medidos na mesma régua que risco de crédito ou risco operacional, veremos a virada de reativo para preventivo”, conclui.

Com 85% de adoção, IA deixa de ser diferencial e vira base do marketing em 2026

Após anos sendo tratada como diferencial competitivo, a inteligência artificial entra em sua fase estrutural no marketing. Dados do State of AI in Marketing Report 2025, da CoSchedule, mostram que 85% dos profissionais de marketing já utilizam IA e que nove em cada dez planejam ampliar o uso da tecnologia nos próximos três anos — um sinal claro de que a IA deixou de ser experimental e passou a integrar a operação das empresas.

Nesse cenário, 2026 marca o momento em que a IA deixa de atuar como apoio pontual e passa a operar como um verdadeiro “sistema nervoso” do marketing, conectando dados, criação, mídia, mensuração e experiência do consumidor em tempo real. A avaliação é do Bruno Belardo, VP de Vendas da US Media, empresa global especializada em mídia, dados e tecnologia aplicada à performance.

“Em 2026, a inteligência artificial deixa de ser uma ferramenta isolada e passa a sustentar decisões, criar, otimizar e personalizar todos os pontos da jornada. Não é mais teste ou piloto: vira operação padrão do marketing”, afirma o executivo.

Segundo Belardo, quatro grandes frentes devem concentrar os principais avanços da IA no marketing no próximo ano:

  • Automação inteligente de criação e mídia

A produção criativa passa a ser orientada por dados em tempo real, com a IA gerando variações de peças, ajustando formatos e mensagens para públicos específicos e redistribuindo investimentos de mídia com base em performance contínua. “A lógica de ‘testar para depois escalar’ perde espaço. A criação já nasce adaptável e otimizada desde o início”, explica.

  • Personalização em escala real

A IA amplia a capacidade das marcas de entregar experiências individualizadas, conectando dados de múltiplas fontes para personalizar desde recomendações até ofertas dinâmicas. “Estamos falando de jornadas que se moldam ao comportamento de cada pessoa, não mais de clusters genéricos”, diz o especialista.

  • Modelagem preditiva e mensuração avançada

Modelos de atribuição, incrementalidade e previsão de demanda tornam-se mais sofisticados, reduzindo desperdícios e aumentando a previsibilidade dos investimentos. Para Almeida, esse avanço deve mudar a relação entre marketing e finanças. “O marketing passa a operar com mais previsibilidade, deixando de ser visto como centro de custo para assumir, de vez, o papel de motor de crescimento”.

  • Atendimento e CX automatizados, mais sofisticados

Chatbots e assistentes virtuais evoluem para resolver problemas complexos, integrados a CRMs e capazes de apoiar vendas, retenção e relacionamento. “A fronteira entre marketing, atendimento e experiência do cliente praticamente desaparece”, avalia.

Conteúdo gerado por IA: escala, eficiência e novos desafios éticos

Outro eixo central dessa transformação está na geração automática de conteúdos — textos, imagens e vídeos. De acordo com o especialista, os modelos avançam rapidamente em qualidade, contexto e estilo, permitindo que marcas criem peças personalizadas em segundos e automatizem todo o fluxo criativo, do brainstorming a pós-produção.

No entanto, esse avanço traz traz desafios éticos importantes:

  1. Autenticidade e transparência — marcas precisarão deixar claro quando um conteúdo é gerado por IA e garantir que isso não prejudique a confiança do consumidor.
  2. Bias e representatividade — se os modelos forem treinados com dados enviesados, o conteúdo final também será. Isso exige governança e curadoria humana.
  3. Direitos autorais — a fronteira entre inspiração e uso indevido de propriedades intelectuais ficará mais sensível.
  4. Superprodução de conteúdo — com a facilidade, o risco é inundar o consumidor com material irrelevante. A curadoria passa a ser tão importante quanto a criação.

Para Belardo, a vantagem competitiva das marcas não estará apenas no acesso à tecnologia, mas na forma como ela é utilizada. “A IA amplia a capacidade criativa, mas o julgamento humano continua sendo decisivo: escolher o que criar, por que criar e como usar isso de forma responsável”, conclui. 

Pix lidera pagamentos de fim de ano, enquanto moda, alimentos e beleza figuram entre os itens mais comprados

Às vésperas das festas, os brasileiros já definem suas prioridades de consumo. Pesquisa do PiniOn, empresa de pesquisa de mercado especializada em dados competitivos e comportamentais, mostra que moda e acessórios estão no topo das preferências, com 47,7% das menções, seguidos por alimentos e bebidas com 42,4% e produtos de beleza e autocuidado com 29,6%. Em relação ao orçamento, 33,4% dos entrevistados pretendem gastar até 300 reais, 26,5% entre 301 e 600 reais e 12,1% entre 601 e 900 reais.

O estudo indica que as compras devem ocorrer de forma distribuída entre canais. Para 31,1% dos consumidores, a preferência é combinar lojas físicas e online. Outros 29,3% vão priorizar o varejo presencial, enquanto 22,2% planejam concentrar os gastos no ambiente digital. “O consumidor brasileiro está mais pragmático e estratégico. Ele transita entre o físico e o digital buscando conveniência, boas condições comerciais e segurança na decisão, sem abrir mão da experiência”, afirma Talita Castro, antropóloga e CEO do PiniOn.

Na hora de pagar, o Pix se destaca como o método mais usado, citado por 34,2% dos entrevistados, seguido pelo cartão de crédito à vista com 24,4% e pelo crédito parcelado com 19,6%. Quanto ao comportamento financeiro, 36,5% pretendem manter o nível de gastos do ano passado, 26,9% planejam reduzir e 19% pretendem aumentar as despesas. Já em relação à situação econômica, 38,7% dizem estar melhor do que no ano passado e 33,5% afirmam estabilidade.

Ao escolher presentes, 40,7% dos consumidores priorizam a preferência de quem vai receber, enquanto 31,3% consideram a utilidade do item e 31,2% o preço. “As decisões de fim de ano mostram um consumo mais intencional, em que o presente precisa fazer sentido emocionalmente e caber no orçamento. A data continua relevante, mas o brasileiro está mais atento ao impacto das escolhas no médio prazo”, conclui Talita Castro.

Fundado em 2013, o PiniOn é uma empresa de pesquisa de mercado que combina tecnologia e engajamento para entregar soluções de pesquisa ágeis e precisas. Por meio de um aplicativo mobile, a empresa engaja usuários para realizar missões com coleta de dados, pesquisas e testes, gerando informações estratégicas e valiosas para empresas de diferentes segmentos, como Unilever, Heineken e Coca-Cola. Com foco no público B2B, a empresa é reconhecida por transformar dados em decisões inteligentes, conectando o mercado ao seu público-alvo de forma inovadora.

Da mídia à conversão: como o varejo evoluiu em 2025 e o que esperar de 2026

O varejo digital iniciou 2025 em meio a margens pressionadas e custos de aquisição mais altos. Nesse cenário, o Retail Media ampliou as possibilidades de monetização, enquanto a Inteligência Artificial ganhou força como ferramenta central da produtividade. A combinação dessas tecnologias vem reforçando a sustentabilidade financeira do e-commerce e elevando a precisão na tomada de decisão.

A adoção do Retail Media mantém ritmo acelerado. Na América Latina, o segmento deve movimentar US$ 2,6 bilhões em 2025, segundo a eMarketer, com o Brasil representando 40% desse total, o equivalente a US$ 1,06 bilhão. O avanço reflete a estratégia de varejistas que utilizam dados proprietários e audiências qualificadas para ampliar receitas e aumentar a relevância das campanhas ao longo da jornada de compra.

Para Alexandre Mendes, sócio-CMO da Lope Digital Commerce, o movimento deu início a uma nova etapa no setor. “O varejo, antes visto somente como um canal de vendas, atua agora como um veículo de mídia robusto, monetizando inventário e dados. Quando essas informações são integradas às campanhas, a comunicação ganha precisão e o retorno aumenta”, afirma.

O modelo também aproxima marcas e consumidores nos momentos mais determinantes da jornada. O uso combinado de comportamento de navegação, histórico de compras e disponibilidade de estoque permite ações mais assertivas e fortalece a influência do varejo na decisão final.

Paralelamente, a Inteligência Artificial progride com impacto direto nas operações. Um estudo da consultoria Strand Partners, encomendado pela AWS, aponta que 40% das empresas brasileiras já utilizam IA e, dessas, 96% registraram ganhos de produtividade, enquanto 95% reportaram aumento de receita. A tecnologia já orienta a gestão de estoque, as previsões de demanda e o atendimento, reduzindo rupturas e ampliando a eficiência.

“A IA se tornou uma ferramenta estruturante, que ajusta níveis de inventário, melhora previsões sazonais e conecta toda a operação às expectativas do consumidor. Esse alinhamento é decisivo para gerar fidelização”, explica Mendes.

Com consumidores menos tolerantes a falhas, a integração entre Retail Media e IA passa a moldar diretamente o desempenho do e-commerce. As ferramentas permitem redesenhar calendários promocionais com base em dados reais, sincronizando disponibilidade, campanhas e comunicação para diminuir riscos e melhorar a experiência.

A expectativa para 2026 é de amadurecimento do setor, sustentado por dados proprietários, eficiência operacional e monetização de audiência. Varejistas que consolidarem estratégias tecnológicas robustas devem conquistar vantagem competitiva em um ambiente cada vez mais pressionado por resultados.

Integração entre vendas online, produção e logística: como manter eficiência no crescimento do negócio

Em um mercado cada vez mais digital e competitivo, integrar vendas online, produção e logística tornou-se um desafio estratégico para empresas que buscam crescimento sem perder eficiência operacional. A convergência entre esses três pilares é essencial para atender clientes com rapidez, qualidade e consistência, além de otimizar custos e recursos internos.

Segundo Carla Hladczuk, administradora, sócia e gestora da Uled Luminosos, a chave para essa integração está na gestão coordenada e na adoção de ferramentas que conectem todas as áreas da empresa. “É fundamental que vendas, produção e logística conversem entre si. Quando cada área opera de forma isolada, surgem atrasos, retrabalhos e perdas de oportunidade. A integração permite antecipar demandas, planejar a produção de forma precisa e organizar a logística para entregas rápidas e confiáveis”, explica.

Uma das estratégias apontadas pela especialista é o uso de sistemas integrados de gestão (ERP) que permitam centralizar informações sobre pedidos, estoque, produção e transporte. Além disso, o monitoramento em tempo real de indicadores de desempenho ajuda a identificar gargalos e otimizar processos, garantindo que a empresa mantenha qualidade e eficiência, mesmo em períodos de maior demanda, como o que estamos agora, com a chegada do Natal.

Outro ponto crítico é o planejamento logístico alinhado à produção. Para evitar excesso de estoque ou falta de produtos, empresas bem-sucedidas utilizam previsões de vendas e análises de histórico de demanda para ajustar a produção e programar rotas e estoques de forma estratégica. “A eficiência operacional não é apenas uma questão de tecnologia, mas de cultura organizacional. Equipes precisam trabalhar de forma colaborativa e com foco em resultados integrados”, afirma Hladczuk.

Empresas que conseguem alinhar vendas online, produção e logística estão mais preparadas para crescer de forma sustentável, reduzir custos operacionais e oferecer uma experiência de compra consistente aos clientes. No contexto atual, em que consumidores valorizam rapidez, confiabilidade e conveniência, a integração entre áreas é um diferencial competitivo estratégico, que posicionará quem sairá na frente.

Ultraconveniência e emoção: iFood Ads cria projetos especiais com Coca-Cola e Hellmann’s para Natal

Chegou uma das épocas mais mágicas do ano: o Natal! Para a data, o iFood Ads, vertical de negócios e publicidade da plataforma, realiza duas ativações exclusivas: uma em colaboração com a Coca-Cola e outra com Hellmann’s, trazendo a emoção do período natalino promovido pelas marcas para uma experiência imersiva no app. Com o objetivo de conectar marcas icônicas aos 60 milhões de consumidores do iFood, a vertical de publicidade da plataforma criou experiências para impulsionar a personalização de rótulos dos produtos e engajar clientes ao espírito natalino de cada campanha.

Dezembro é um momento favorável ao consumo de refrigerantes: a plataforma aponta que em 2024 houve um crescimento de 26% em GMV durante o mês no departamento de Refrigerantes. O dado foi observado em relação à média dos demais meses do ano, com 38,24% dos carrinhos de pedidos sendo acompanhados com chocolate, item muito comprado para as festas de fim de ano. Aproveitando esse momento, o iFood criou a “Vila de Natal Coca-Cola”, uma página especial interativa onde é possível engajar em diferentes ativações, como a “Oficina dos Sonhos”, onde o consumidor pode criar uma arte de embalagem para personalizar suas compras e seus presentes adquiridos pelo delivery.

Outra seção é a “Estação das Estrelas”, onde é possível aproveitar ofertas exclusivas de produtos Coca-Cola no iFood. Já a “Casa do Papai Noel” garante uma imersão por completo na temática e quem está do outro lado da tela confere mensagens e cupons para transformar as festas de fim de ano em um momento ainda mais especial – e econômico. A ação fica disponível ao longo do mês e é um convite do iFood e da Coca-Cola para que seus consumidores chamem a família e os amigos para curtirem juntos a magia do Natal. Para aproveitar a ativação, no acesso ao app, é só tocar na barra “busca” e conferir o vídeo animado. Ao tocar nele, o usuário será direcionado para a experiência da “Vila de Natal Coca-Cola”.

“Nossa missão no iFood Ads é ir além da simples publicidade, conectando o consumidor a marcas que são ícones, especialmente em momentos importantes como o período natalino. As parcerias com Coca-Cola e Hellmann’s neste Natal são a prova de como nosso canal é estratégico para que essas marcas participem de forma relevante e emocional na mesa dos brasileiros, transformando a época festiva em experiências de consumo memoráveis”, comenta Ana Duarte, Diretora Comercial do iFood Ads.

“O Natal faz parte da história e da memória afetiva da Coca-Cola, sempre associado à união, ao compartilhamento e à celebração dos encontros. Ao longo dos anos, temos buscado estar presentes nesses momentos de forma cada vez mais relevante, respeitando as tradições da data e criando experiências que convidam as pessoas a viver o espírito natalino. A ‘Vila de Natal Coca-Cola’ no iFood se soma a esse legado ao oferecer uma jornada que combina emoção, personalização e conveniência, conectando a marca aos rituais de consumo típicos das festas de fim de ano”, afirma Catarina Lopes, Diretora de Marketing para Coca-Cola.
 


Personalizando desculpas de Natal no iFood
E como o fim de ano é conhecido por trazer mais sabor para as mesas brasileiras, Hellmann’s preparou uma ativação focada no emocional, em parceria exclusiva com o iFood. Inspirada pelo insight cultural de que as festas de fim de ano podem ter tensões familiares e entre amigos, a marca leva a ação “Paz no Potinho” direto para a casa do consumidor. A iniciativa permite que os consumidores comprem potes da Verdadeira Maionese com rótulos personalizados e mensagens bem-humoradas, que funcionam como pedidos de desculpas para situações rotineiras que geram estresse, acompanhados de convites para almoços de domingo marcados pela reconciliação.

A parceria é estratégica em um período de forte crescimento da categoria de maioneses e molhos no delivery. O iFood Ads observou um aumento expressivo de 20% em GMV em dezembro de 2024, comparado à média do ano. Na análise, a ultraconveniência se mostrou essencial para as compras de última hora: na semana que antecedeu o Natal, quase metade dos compradores (47,5%) eram estreantes na categoria, reforçando o papel estratégico do iFood para conectar a marca ao consumidor em momentos de alta urgência e relevância cultural. Além disso, 18% desses novos consumidores retornaram para comprar entre 27 e 31 de dezembro, refletindo aprovação imediata dos produtos e tendência de recompra para montar pratos no Réveillon.
 


“As festas de fim de ano são momentos de encontros entre amigos, familiares e em sua grande maioria acompanhamentos de uma boa refeição juntos, mas sabemos também que estes encontros muitas vezes vêm acompanhados de polêmicas, que divertidamente chamamos de “tretas”. Sabemos que, às vezes, um simples gesto pode ser o primeiro passo para uma reconciliação. Com essa ação, queremos transformar o nosso conceito de ‘Paz no Potinho’ em algo real e acessível, que leva afeto e leveza para dentro da casa dos consumidores e destas celebrações. E fazer isso ao lado do iFood, que é um parceiro estratégico e conectado com os momentos que importam, potencializa ainda mais essa entrega. Juntos, queremos mostrar que até os pequenos atritos podem terminar em um bom almoço de domingo, com salada de maionese na mesa e Hellmann’s como elo de união”, afirma Carolina Riotto, CMO da Unilever Alimentos no Brasil.

Reforçando o conceito da campanha “Com Hellmann’s, o domingo fica tudo de bom”, unindo afeto e gastronomia a experiência de personalização no app oferece frases como “Desculpa reclamar da uva passa na comida. Te levo um pacote no almoço de domingo”; “Desculpa por ter perdido o seu pote. Bora marcar um almoço neste domingo?”; “Foi mal pelo vácuo. Vou te dar toda a atenção no almoço de domingo”. A ação está disponível com exclusividade para consumidores da cidade de São Paulo por meio das lojas Daki no iFood. Ao comprar o tradicional pote de 500g de maionese Hellmann’s, o consumidor pode escolher entre 10 diferentes versões de rótulos com frases divertidas.

Especialistas revelam principais tendências de IA para 2026

Com a inteligência artificial avançando cada vez mais e se tornando mais presente no dia a dia, muito é debatido sobre como será daqui para frente. Pensando nisso, especialistas comentam sobre as tendências que esta tecnologia deve seguir em 2026. Confira:

Para Marcelo Abreu, CTO do Venturus, a IA deve evoluir até uma Inteligência Artificial Geral (AGI), que é capaz de aprender, compreender e executar qualquer tarefa intelectual humana. Segundo o especialista, em 2026 esta tecnologia deve começar a se desenvolver: “Além de progredirem continuamente por autoaperfeiçoamento, as AGIs são capazes de compreender e desempenhar qualquer tarefa intelectual típica da mente humana. Diferente das IAs atuais, especializadas em funções específicas, ela busca desenvolver sistemas com capacidade de raciocínio, adaptação e tomada de decisão em múltiplos contextos”

A perspectiva de Abreu sobre o avanço rumo a sistemas mais gerais convive, no curto prazo, com mudanças já muito concretas no dia a dia das empresas. É nesse contexto que Allan Paladino, CEO da Lastro, destaca tendências de adoção e maturidade da IA em 2026:

“Vejo dois movimentos claros para 2026. Primeiro, a adoção de IA pelas empresas seguirá acelerando e aquelas que ainda não incorporarem essas tecnologias vão começar a sentir de forma mais evidente o impacto de ficar para trás. Segundo, vamos entrar em uma segunda fase da maturidade em IA, na qual ela passa a permear processos mais complexos e estratégicos, atuando em colaboração direta com as equipes e ampliando a capacidade humana, não substituindo.”

De acordo com Ricardo Scarpari, cofundador da Vetto AI, plataforma que conecta pesquisadores e especialistas da América Latina a projetos globais de inteligência artificial, o cenário da IA no mundo corporativo começa a mudar em 2026: “O que travou a IA em escala no ambiente corporativo foi duplo: ela ainda errava demais para muitas aplicações práticas e o ritmo de evolução era tão acelerado que não havia incentivo para investir em produção. No ano de 2026, os modelos ficam ‘bons o suficiente’ para enterprise e a melhoria passa a ser mais incremental no core das aplicações.” 

A partir disso, Scarpari afirma que a disputa passa a ser definida por dados proprietários, que determinam quem personaliza melhor, errar menos e capturar mais valor.

Segundo Nicolas Silberstein Câmara, CTO e fundador da Firecrawl, plataforma open source que transforma páginas desestruturadas da internet em dados legíveis por sistemas de inteligência artificial (IA), o próximo ano será marcado por uma consolidação do uso estratégico da tecnologia nas empresas, com foco em automação avançada e maior eficiência operacional.

“Em 2026, as principais tendências de IA apontam para a adoção crescente de agentes autônomos capazes de executar tarefas complexas, o avanço de modelos altamente especializados por setor e a transformação da IA em infraestrutura central das empresas, orientando decisões e operações de forma contínua”.

Para Rodrigo Murta, CEO e cofundador do Looqbox, plataforma de IA que atua como um “ChatGPT corporativo”, facilitando a consulta e análise de dados dentro das empresas, o próximo ano será um ponto de virada na forma como humanos e máquinas interagem no cotidiano, ampliando a presença da tecnologia em diferentes ambientes. “2026 marcará a união do virtual com o real: assistentes em escala no digital e os primeiros passos dos robôs assistentes domésticos no mundo físico”.

Nicole Grossmann, matemática e economista com especialização em inteligência artificial e interação humano–computador pelo Georgia Tech, afirma que 2026 será marcado pela transformação da IA em infraestrutura de trabalho, automatizando tarefas operacionais e ampliando a eficiência das equipes. “A IA deixa de ser um produto isolado e passa a operar nos bastidores, criando apresentações, relatórios e conteúdos a partir de um único prompt, enquanto profissionais assumem a curadoria e as decisões que realmente movem o negócio”.

Já para Rodrigo Gava, CTO e co-CEO da VULTUS, na discussão sobre tendências de AI para 2026, um risco que não dá mais para tratar como detalhe é a assimetria que ela cria na segurança cibernética. “A AI está derrubando a barreira de entrada para ataques: conhecimento virou commodity, disponível e instantâneo. É como o Keanu Reeves em Matrix dizendo “I know kung fu”, só que, no nosso mundo, esse “download de habilidade” significa jogar um código-fonte numa LLM e sair com hipóteses de exploração, engenharia reversa e variações de ataque que antes exigiam horas de trabalho especializado. Em escala, isso acelera campanhas e democratiza técnicas antes restritas a grupos muito maduros.

O resultado para 2026 tende a ser mais ataques, mais rápidos e com maior impacto. A parte desconfortável é que a AI defensiva não avança no mesmo ritmo: o adversário adota na hora, enquanto empresas precisam comprar, validar, homologar, treinar time, governar e passar por GMUD. O adversário vem “marcando mais gols” usando AI do que as defesas cibernéticas.

Nesse cenário, deepfakes viraram um vetor central: já saíram da desinformação e entraram forte em fraudes e engenharia social de alta precisão, com voz e vídeo. Com modelos multimodais cada vez melhores e geração em tempo real, a tendência é que a detecção humana fique menos confiável, “ver para crer” vira uma armadilha. E ainda tem um gap de preparação: muitas empresas seguem presas a campanhas básicas de phishing por e-mail, sem simular esses novos riscos.

O recado é simples: legitimidade de mídias digitais NÃO pode mais depender de percepção humana. É preciso validar identidade, emissor, canal e contexto; checar postura do dispositivo e risco da transação; e simular adversários continuamente. No fim, a disrupção da AI empurra a cibersegurança a executar o básico muito bem, mas com uma margem de erro muito menor”.

Segundo Fernanda Weiden, CPTO da Caju, o próximo ano será marcado por uma nova etapa de maturidade no uso da inteligência artificial dentro das empresas. “Em 2026 vamos ver mais criação e integração de agentes de IA que possibilitam experiências autônomas para workflows que antes dependiam de um humano. Além disso eu vejo também uma grande oportunidade em IA como catalizador de produtividade humana. Se antes era necessário termos humanos para realizar análises complexas de dados, hoje é possível democratizar esse tipo de análise, e assim mais áreas de negócio tomarem mais decisões informadas por dados sem a necessidade de pessoas especializadas neste tipo de análise. Em desenvolvimento de software ainda estamos numa curva de aprendizado Sabemos que IA cria soluções de zero para um então veremos mais e mais produtos explorando este potencial, e logo será mais útil também em avanço e manutenção de bases de código existentes”.

Para Felipe Giannetti, executivo responsável pela expansão da StackAI no Brasil, o próximo ano marca a passagem da AI como ferramenta para AI como infraestrutura. “Em 2026 veremos a consolidação de modelos realmente multimodais, capazes de integrar texto, imagem, áudio e vídeo e trazer uma compreensão muito mais rica para aplicações corporativas. Ao mesmo tempo, os sistemas agenticos evoluem para executar processos completos com autonomia e integração nativa aos softwares das empresas, reduzindo ciclos e carga manual. Com agentes mais capazes e modelos mais eficientes, o mercado entra na lógica da abundância, em que a AI remove gargalos históricos e impulsiona a produtividade em escala”.

Vendas de Natal: Como a IA pode ajudar a otimizar a performance via marketplaces

Após uma Black Friday aquecida, o Natal está chegando, e continua a ser um dos períodos mais aguardados pelo varejo online, e responsável por impulsionar as vendas do último trimestre. Para se ter uma ideia dessa importância, de acordo com dados da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom), o setor deve faturar R$ 26,82 bilhões durante o período, representando um crescimento de 14,95% em relação a 2024.

Mas, junto com o aumento no volume de pedidos, crescem também os desafios especialmente para vendedores que não se preparam adequadamente para a alta demanda.

Para Rodrigo Garcia, diretor-executivo da Petina Soluções Digitais- startup especializada em gestão de vendas via marketplaces- o Natal é, ao mesmo tempo, uma “oportunidade de ouro” e um teste de maturidade para quem vende em marketplaces. “É fundamental estar pronto para o aumento no volume de acessos, logística e atendimento eficientes, ou se corre o risco de transformar o melhor período do ano em ‘tiro no pé’. Com consumidores mais exigentes e concorrência intensa, é preciso evitar erros operacionais e estratégicos, e hoje a IA se tornou uma aliada poderosa para otimizar cada etapa da operação”, avalia.

Pensando nisso, Garcia listou os 5 erros que mais comprometem a temporada natalina nos marketplaces, e como a IA pode preveni-los:

1. Negligenciar a preparação do estoque

O cálculo incorreto da demanda ainda é um dos deslizes mais frequentes. A falta de produtos ou atrasos nas entregas não só frustram o cliente como prejudicam a reputação da loja.

“Sistemas de previsão de demanda baseados em IA analisam histórico de vendas, sazonalidade, tendências de mercado e até movimentações de concorrentes para gerar projeções muito mais precisas. A IA também identifica rupturas de estoque iminentes e sugere ajustes automáticos com fornecedores”, indica o especialista.

“Se planejar o estoque meses antes sempre foi essencial, hoje a IA permite prever picos de demanda com muito mais assertividade”, complementa Garcia.

2. Ignorar a qualidade dos anúncios

Fotos fracas, descrições incompletas e títulos genéricos reduzem a taxa de conversão e prejudicam o ranqueamento nos algoritmos dos marketplaces.

Ferramentas de IA otimizam títulos e descrições automaticamente, sugerem palavras-chave mais buscadas e até avaliam a qualidade de imagens, indicando ajustes para aumentar a atratividade.

“Os marketplaces funcionam como buscadores. Anúncios completos e atrativos agora facilmente aprimorados pela IA, aumentam significativamente a visibilidade”, destaca Garcia.

3. Falhar na comunicação e no atendimento

Mensagens genéricas, alto tempo de resposta e falta de personalização prejudicam a experiência de compra.

Chatbots inteligentes e CRMs com IA entendem dúvidas, priorizam mensagens, respondem automaticamente com contexto e personalizam a comunicação conforme o perfil do consumidor. Além disso, sistemas de IA podem prever reclamações e antecipar soluções.

“Em datas de alto volume, atender rápido faz toda a diferença. A IA mantém a proximidade com o cliente sem comprometer a eficiência”, orienta o diretor-executivo.

4. Subestimar a importância do pós-venda

Focar apenas na conversão e esquecer o acompanhamento da experiência pós-compra compromete a fidelização.

A IA automatiza mensagens de acompanhamento, identifica possíveis problemas com entregas antes que o cliente reclame e sugere ofertas personalizadas para recompra. Ela também analisa sentimentos nas avaliações para detectar padrões de insatisfação.

“O pós-venda é o berço da fidelização, e a IA permite que isso aconteça de forma escalável e inteligente”, afirma Garcia.

5. Errar nos cancelamentos de pedidos

O aumento dos cancelamentos, por fraudes, inconsistências cadastrais, falhas no pagamento ou problemas internos, prejudica indicadores de reputação e competitividade.

Ferramentas antifraude baseadas em IA validam informações do cliente em segundos. Sistemas internos inteligentes identificam falhas de estoque, atrasos na separação e outros gatilhos de cancelamento antes que o pedido seja afetado. A IA também recomenda ações preventivas para reduzir perdas.

“Cada pedido cancelado afeta o faturamento e reputação. A IA ajuda a minimizar erros internos e evita que vendas sejam perdidas à toa”, explica Garcia.

Evitar esses erros é essencial para garantir um Natal de vendas fortes e clientes satisfeitos. “Em um cenário em que cada clique conta, a atenção aos detalhes, agora potencializada pela Inteligência Artificial, é o que diferencia um carrinho abandonado de uma venda de sucesso. Quem se prepara com antecedência e usa as ferramentas certas colhe os melhores resultados”, conclui.

Novo índice vai medir avanço das Marcas Próprias no e-commerce brasileiro

A ABMAPRO e a plataforma MI7 prepararam o lançamento do Índice Nacional de Marcas Próprias (INMP), que apresentará mensalmente um panorama detalhado do comportamento das principais redes varejistas em relação às suas marcas próprias no e-commerce. O indicador trará dados sobre variedade de itens, variação de preços, composição de cestas e disponibilidade online.

“O lançamento do INMP será um passo decisivo para ampliar a transparência e a força das Marcas Próprias no Brasil. Pela primeira vez, o mercado terá um retrato contínuo, estruturado e comparável da evolução do setor, iniciando com números inéditos de um canal de venda até então não monitorado como o on line, mas em breve será estendido à venda física com dados dos mais diversos canais de venda onde a Marca Própria se faz presente ”, afirma Neide Montesano, presidente da ABMAPRO.

“O INMP nasce apoiado em tecnologia de monitoramento diário, com mais de 7 milhões de itens rastreados por dia. Isso permite acompanhar tendências com precisão e antecipar movimentos estratégicos para varejistas e indústria”, diz Aderson Gomes, líder de inovação da MI7.

Na edição SIMP 2025, Aderson Gomes, responsável pelo desenvolvimento de novos produtos e inovação da MI7, expôs a quantidade de itens Marca Própria (MP) no e-commerce à venda nos canais Farma e de alimentos e produtos diversos no Atacado e Varejo, por marca de redes, num total de 7 milhões de itens pesquisados por dia.

Entre as redes monitoradas, Carrefour, Pão de Açúcar e Angeloni apresentam a maior oferta de itens de Marca Própria no e-commerce.

Juntas, concentram mais de 4.800 produtos de MP em estoque, com participação entre 8,4% e 8,9% de seus portfólios totais online.

REDE         QUANTIDADE PRODUTOS LOJAS    PRODUTOS MP

CARREFOUR                19.200                                1755 (8,4%)

PÃO DE AÇUCAR          17.777                                1642 (8,5%)

ANGELONI                  14.661                                1424 (8,9%)

O INMP vai listar e detalhar essa movimentação, destacou Aderson Gomes.

O novo índice também acompanhará a variação de preços entre Marcas Próprias e marcas tradicionais. Em categorias como Limpeza, a MP apresentou maior variação. Já em Perfumaria e Mercearia, mostrou-se mais estável, reforçando seu papel como alternativa competitiva e acessível.

O monitoramento da MI7 identificou mudanças importantes no comportamento digital do consumidor brasileiro:

        •       60% já compram alimentos e bebidas online;

        •       75% usam aplicativos de varejo para comprar ou pesquisar produtos;

        •       31% compram frequentemente na mesma loja virtual.

Acesso

O INMP será atualizado mensalmente e estará disponível para jornalistas, varejistas, indústria e demais profissionais do setor. O objetivo é fortalecer a inteligência de mercado e apoiar decisões estratégicas em um cenário de rápida expansão das Marcas Próprias no Brasil.