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Wicomm e Wigoo assumem estratégia digital da Lojas Colombo para acelerar crescimento do e-commerce

A Wicomm e a Wigoo anunciam a conquista da conta digital da Lojas Colombo, tradicional rede varejista brasileira, em uma parceria estratégica oficializada em março de 2026 e voltada para acelerar o crescimento do e-commerce da marca que já existe há 25 anos. O acordo sinaliza o início de uma atuação integrada no ecossistema digital da empresa, com foco em performance, inteligência de dados e evolução contínua da operação online.

A escolha das empresas ocorreu após um processo de concorrência que envolveu agências especializadas em performance. A parceria foi impulsionada por uma aproximação estratégica entre as empresas ao longo das conversas. Durante o processo, a Wicomm, em conjunto com a Wigoo, agência de marketing digital, apresentou sua visão de atuação multicanal e um modelo de trabalho orientado por dados e resultados. A relação prévia do executivo Felipe Coelho, CEO da Wicomm, com a Lojas Colombo, onde já havia trabalhado anteriormente, também contribuiu para o fortalecimento da confiança e para a conquista da conta.

Além disso, a decisão da varejista levou em conta a combinação entre visão estratégica, capacidade de execução e uma abordagem integrada para crescimento digital. Dentro da nova estrutura de trabalho, a Wicomm e a Wigoo passam a atuar de forma integrada no ambiente digital da marca, com responsabilidades que incluem mídia de performance, estratégia de crescimento para o e-commerce, inteligência de dados, CRM, SEO e iniciativas de otimização de conversão e evolução do site da marca. O objetivo é estruturar uma operação orientada por dados, focada na eficiência dos investimentos em marketing e no crescimento sustentável das vendas digitais.

Neste início da parceria, as estratégias de comunicação e marketing estarão direcionadas principalmente para acelerar a expansão do canal digital, aumentar a eficiência das campanhas de mídia e fortalecer o relacionamento da marca com seus consumidores no ambiente online. A abordagem combina ações de aquisição de novos clientes, aumento da taxa de conversão e melhor aproveitamento da base já existente. A iniciativa ocorre em um contexto de evolução de uma operação já consolidada da Lojas Colombo, construída ao longo de mais de duas décadas no ambiente digital, e que agora busca ampliar sua atuação, alcançar novos públicos e expandir a presença em diferentes regiões do país.

“Estamos em um momento importante de evolução do nosso e-commerce e buscamos parceiros que tragam visão estratégica e capacidade de execução orientada por dados. Acreditamos que a parceria com a Wicomm e a Wigoo contribuirá para acelerar nosso crescimento digital e aprimorar ainda mais a experiência dos clientes em nossos canais online”, afirma Marcello Canabal, gerente de e-commerce, marketplace & televendas da Lojas Colombo.

A conquista da conta reforça o momento de expansão da Wicomm e da Wigoo no mercado. Nos últimos anos, as duas empresas, que também atuam tanto individualmente quanto em parceria estratégica, têm ampliado suas atuações com grandes varejistas e indústrias. A chegada da Lojas Colombo se soma a esse movimento e contribui para consolidar ainda mais a presença das agências em projetos relevantes de transformação e aceleração digital.

O varejo passa por uma forte transformação digital, abrindo oportunidades relacionadas ao avanço em performance, personalização e uso estratégico de dados para tomada de decisão. Nesse cenário, o planejamento mais integrado entre mídia, tecnologia, CRM e experiência do consumidor ganha relevância para acelerar o crescimento do e-commerce.

“Estamos muito entusiasmados com o início dessa parceria. A Lojas Colombo é uma marca extremamente relevante no varejo brasileiro e foi uma das pioneiras na criação de sua operação de comércio eletrônico ainda no início dos anos 2000, consolidando ao longo dos anos uma presença relevante no canal digital, que agora entra em uma nova fase de expansão e acreditamos que existe um grande potencial de crescimento. Nosso objetivo é construir, ao lado deles, uma estratégia sólida de longo prazo, focada em performance e geração de valor para o negócio”, afirma Felipe Coelho.

“Nossos times já iniciaram um trabalho de aplicação de dados, tecnologia e inteligência de mídia para apoiar a evolução do site e potencializar nacionalmente os resultados digitais da rede de varejo, alinhados à relevância que a Lojas Colombo têm no Sul do país”, completa Gustavo Santana, co-CEO da Wigoo.

A importância do canal de afiliados como motor de vendas

Por Vinícius Fagundes, Fundador e CEO da BonifiQ

As marcas têm percebido, cada vez mais, o potencial do marketing de afiliados como um motor de vendas. Entre os diferenciais do canal, um dos que mais se destaca é ser um modelo de aquisição praticamente sem riscos, já que a remuneração é feita pela conversão e não, como acontece em outros canais, pela exposição da marca. 

O crescimento é global. De acordo com estudo da Cognitive Market Reasearch & Consulting, a receita das vendas globais geradas por afiliados fechou 2024 em US$ 18,44 bilhões (R$ 97,42 bi) e, até 2032, deve crescer a uma taxa de 8,5% ao ano, chegando a US$ 35,42 bi (R$ 187,13 bi). No Brasil, essa receita foi de US$ 610,65 milhões (R$ 3,23 bi) e, com aumento de 8,15% por ano, deve alcançar US$ 1,14 bi (R$ 6,02 bi), até 2032.

Outro diferencial é a importância que os consumidores dão a produtos e serviços apresentados por influenciadores e criadores de conteúdo. O marketing de afiliados se apoia em uma rede de promoção em escala que pega emprestada a credibilidade de diferentes agentes, o que também possibilita testar a divulgação entre públicos bastante específicos de acordo com os parceiros escolhidos. 

Além disso, essa geração de conteúdo sobre a marca em vários canais diferentes contribui para que haja uma maior presença digital e para a ampliação da visibilidade em buscas. 

Outro ponto positivo do marketing de afiliados é a boa aceitação dos consumidores. Segundo uma pesquisa realizada pela plataforma Partnerize, 71% dos consumidores on-line gastam o mesmo ou mais em compras feitas por meio de canais de marketing de afiliados do que em outros sites de varejo on-line ou das próprias marcas.  

E não apenas as marcas de produtos ou serviços se beneficiam do marketing de afiliados. O canal é fonte de receita importante para muitos. Uma pesquisa divulgada em 2021 pelo eMarketer mostrou que 31% dos veículos digitais afirmam que o marketing de afiliados é sua principal fonte de receita.  

Em um cenário comercial cada vez mais competitivo, o marketing de afiliados se consolida como um canal eficiente, escalável e de baixo risco, combinando credibilidade, performance e geração de receita sustentável para marcas e parceiros.

Pix pode dominar 50% do e-commerce até 2028, mas instabilidade entra no radar do mercado

A consolidação do Pix como principal meio de pagamento no Brasil avança para uma nova fronteira: o comércio eletrônico. Segundo projeção da empresa de pagamentos Ebanx, o sistema deve responder por cerca de 50% das transações de e-commerce no país até 2028, ampliando sua liderança sobre os cartões de crédito e aprofundando uma mudança estrutural no mercado de meios de pagamento.

O dado reforça a velocidade com que o Pix, lançado pelo Banco Central no fim de 2020, alterou a dinâmica financeira da maior economia da América Latina. Em poucos anos, o sistema superou o volume combinado de transações com cartões de crédito e débito e reduziu significativamente o uso de dinheiro em espécie. A trajetória recente indica não apenas adoção massiva, mas também uma transição do uso cotidiano para aplicações mais complexas, como compras online e pagamentos recorrentes.

Essa evolução tem sido impulsionada por melhorias contínuas na infraestrutura do sistema. A introdução de funcionalidades como pagamentos automáticos e recorrentes amplia o escopo de uso da ferramenta, aproximando-a de modelos tradicionalmente dominados por cartões, como assinaturas e serviços digitais. Desde setembro, as transações de consumidores para empresas passaram a representar a maior parte das operações via pagamento instantâneo — um indicativo de que o sistema deixou de ser apenas um meio de transferência entre pessoas para se tornar peça central no varejo digital.

A expansão, no entanto, também redesenha o equilíbrio competitivo do setor. O avanço do Pix pressiona diretamente a participação de mercado das bandeiras internacionais de cartões, que historicamente dominaram o e-commerce brasileiro. Ao oferecer liquidação instantânea e custos potencialmente mais baixos para lojistas, o sistema cria incentivos econômicos claros para sua adoção, ao mesmo tempo em que desafia modelos baseados em intermediação e taxas mais elevadas.

Nesse contexto, a discussão sobre confiabilidade ganha peso à medida que o sistema se torna crítico para as operações do varejo. Episódios pontuais de instabilidade levantam questionamentos sobre a dependência crescente da ferramenta, especialmente em momentos de alto volume transacional. Ainda assim, provedores de infraestrutura e parceiros do ecossistema apontam níveis elevados de resiliência. A Divibank, por exemplo, reporta SLA superior a 99% em suas operações, refletindo um padrão de estabilidade compatível com a criticidade do serviço.

“Quando o Pix passa a ser parte central da jornada de compra, estabilidade deixa de ser um diferencial e se torna um requisito básico. Não se trata apenas de custo ou eficiência, mas de garantir continuidade operacional e confiança na experiência do usuário. À medida que o sistema escala, a robustez da infraestrutura passa a ser tão relevante quanto sua adoção”, afirma Hygor Roque, Head of Revenue da Divibank.

O modelo brasileiro também passou a atrair atenção internacional. Autoridades dos Estados Unidos abriram uma investigação para avaliar possíveis distorções concorrenciais, questionando o papel duplo do Banco Central como operador da infraestrutura e regulador do sistema financeiro. A autoridade monetária brasileira rebate, argumentando que o Pix funciona como uma infraestrutura pública neutra, voltada a aumentar eficiência, inclusão e competição.

A projeção de que o sistema alcance metade do e-commerce até 2028 indica que a próxima fase de crescimento não será apenas de escala, mas de aprofundamento no consumo digital. Nesse cenário, o Brasil se posiciona como um dos principais casos globais de adoção de infraestrutura pública de pagamentos, em um momento em que diferentes países avaliam modelos para modernizar seus sistemas financeiros.

Add Value anuncia novo Head de Serviços de Cibersegurança

A Add Value, consultoria especializada em tecnologias de nuvem, hiperconvergência, networking, segurança e virtualização, anuncia a contratação de Fernando Corrêa como novo Head de Serviços de Cibersegurança. Com mais de 25 anos de experiência no setor, o executivo chega com a missão de fortalecer a oferta de serviços, ampliar a maturidade operacional e transformar conhecimento técnico em soluções completas, alinhadas às dores reais das empresas.

Ao longo de sua trajetória, o executivo construiu uma carreira sólida em cibersegurança, atuando em projetos críticos e estratégicos de infraestrutura de rede, data center, cloud, integração e migração, além de passagens por empresas como Vivo e Unimed. Nos últimos anos, o foco esteve cada vez mais voltado à liderança, gestão de times e estruturação de serviços, sempre com forte embasamento técnico e alinhamento com a estratégia corporativa.

“Eu sempre tive o desejo de trabalhar com pessoas e liderar times. Ao longo da minha experiência, ficou claro que quando a gestão vem acompanhada de profundidade técnica, os resultados são muito melhores”, afirma Corrêa. “Na Add Value, meu desafio será estruturar serviços de cibersegurança com governança, padronização, flexibilidade e que gere valor para o negócio, criando modelos que atendam desde analistas até executivos de TI. A proposta é construir um portfólio de serviços como produto, com ciclo contínuo de evolução e melhoria, sem perder leveza e clareza na entrega”, completa.

Segundo Corrêa, o movimento também representa “uma oportunidade de atuar como um advisory que entende a necessidade do mercado”. A decisão marca uma transição em sua carreira, na qual poderá aplicar sua experiencia corporativa se tornando um parceiro estratégico, que integra negócios, arquitetura, governança e segurança, acompanhando de forma consistente a evolução das tecnologias e as reais necessidades dos clientes.

“Existe uma grande oportunidade de olhar para dentro, revisar processos, investir energia em padronização e criar um padrão de excelência. A ideia é semear agora uma base sólida, capaz de sustentar soluções que realmente suportem as dores das empresas”, destaca Corrêa.

Para Isabel Silva, diretora de Desenvolvimento de Negócios – Cibersegurança da Add Value, a chegada de Fernando reforça a estratégia da empresa de reunir profissionais com experiências complementares e profundo conhecimento do mercado. Para ela, agregar pessoas com expertises diversificadas e vivência real, traz maturidade para as soluções da companhia.

“Não se trata de reinventar tudo, mas de saber o que funciona, o que resolve problemas e quais disrupções realmente fazem sentido”, afirma Isabel. “No universo da cibersegurança, serviços bem estruturados são fundamentais. Transformar produtos em serviços e os serviços em produtos é essencial para que todo o potencial da tecnologia seja utilizado. Quando falamos de risco, processos e demandas reais, estamos falando de gerar fidelidade, crescimento e maturidade para a Add Value e para os clientes. Um bom serviço é bom para todo mundo”, salienta.

Com a nova liderança, a Add Value reforça sua estratégia de expandir e estruturar a oferta de serviços de cibersegurança, elevando padrões de governança, consistência e qualidade. O movimento consolida o foco da empresa em entregar valor prático, sustentável e alinhado às reais demandas do mercado.

EBANX: Gastos dos brasileiros com compras online devem dobrar em 10 anos

O valor que os brasileiros gastam online deve crescer 104% até 2036. A estimativa ultrapassa a média de crescimento dos gastos totais, de 66%, incluindo compras realizadas de forma física e digital. As projeções foram elaboradas para um estudo inédito do EBANX sobre o perfil do consumidor online, realizado em parceria com a World Data Lab, organização global de fornecimento e análise de dados. A pesquisa foi publicada hoje no relatório do EBANX sobre pagamentos em mercados emergentes Beyond Borders 2026.

Assim como o Brasil, outros países emergentes como Índia, Indonésia e Nigéria também têm registrado uma aceleração de gastos no mercado digital em comparação com alguns mercados mais desenvolvidos. De acordo com a pesquisa, brasileiros já destinam 11,5% dos gastos em compras no e-commerce, mais do que consumidores em países como Estados Unidos (9,1%), Holanda (9%), França (6,9%), Alemanha (6,4%) e Itália (5,4%). Em dez anos, esse percentual será de 15,2% no Brasil.

De acordo com o estudo, o acesso à internet por meio de dispositivos móveis, a maior densidade dos mercados urbanos e os avanços na inclusão financeira e digital nos últimos anos são fatores que promovem o crescimento dos gastos online no Brasil e em outros países emergentes. O EBANX, empresa que conecta merchants do e-commerce global com consumidores em mais de 20 países na América Latina, África e Ásia, analisa as tendências para indicar como oferecer acesso à nova geração de consumidores no comércio digital.

“Os dados mostram que o consumo online em economias emergentes funciona de maneira estruturalmente diferente em relação aos mercados desenvolvidos, o que impacta diretamente a estratégia de grandes empresas do e-commerce que desejam acessar os novos consumidores digitais”, explica Estelita Hass, líder de Inteligência de Mercado do EBANX. “Não basta entender o potencial de mercado de cada país, é preciso compreender os hábitos de consumo e pagamento dos consumidores”.

Perfil do brasileiro no e-commerce

A nova pesquisa, parte da Beyond Borders 2026, detalha o perfil dos consumidores online em diversos países emergentes. No Brasil, a classe média baixa é o grupo socioeconômico que mais contribui para o gasto online total do país, representando 34% do valor total gasto na internet. Em seguida vêm a classe média (25%) e as classes alta e média alta (25% e 12%, respectivamente).

Por faixa etária, o grupo de 45 a 65 anos lidera a participação no gasto online, respondendo por 29% do total. Depois vêm os grupos de 30 a 45 anos (25%) e 15 a 30 anos (19%). O estudo também aponta que a faixa de 65 anos ou mais terá o maior crescimento na próxima década: em 2036, 19% do gasto online total virá desse grupo, cinco pontos percentuais acima dos atuais 14%.

“Na África e no Sudeste Asiático, vemos um perfil de consumidores mais jovens, e na América do Norte e na Europa, mais maduro. O Brasil e outros países da América Latina têm um perfil intermediário”, pontua Hass“Para merchants do e-commerce global, isso significa que, para vender para consumidores brasileiros, é preciso montar estratégias que alcancem, ao mesmo tempo, uma população madura e com experiência digital, e uma base mais jovem, que ainda está começando a definir hábitos de consumo”.

Acesso ao e-commerce global

Segundo a líder de Inteligência de Mercado do EBANX, o Brasil e outras economias emergentes também se diferem de países desenvolvidos na forma de pagar. “Enquanto cartões de crédito dominam os pagamentos nos Estados Unidos e Inglaterra, no Brasil, eles compartilham a preferência dos consumidores com outros meios, como Pix, Boleto Bancário e carteiras digitais, principalmente no e-commerce”, diz Hass.

Dados da instituição de pesquisa Payments and Commerce Market Intelligence (PCMI) publicados na Beyond Borders 2026 apontam que o Pix já domina 45% do comércio digital no Brasil, seguido pelos cartões de crédito, com 40%. Carteiras digitais e Boleto vêm em seguida, com 9% e 6% do volume transacionado, nessa ordem. “Para alcançar os consumidores brasileiros, e em especial a nova geração deles, é preciso diversificar a oferta de meios de pagamento”, afirma a especialista.
 

A nova geração de consumidores
 

Segundo o estudo do EBANX com o World Data Lab, 21,8 milhões de brasileiros vão entrar na classe consumidora até 2036. Esse é um número maior do que a Europa e a América do Norte somadas, que devem adicionar 19,7 milhões de pessoas a esse grupo no mesmo período. Essa classe inclui consumidores com gasto igual ou superior a US$ 13 por dia, com base no método universal de Paridade do Poder de Compra (PPP).

Com essa projeção, a classe consumidora brasileira vai aumentar 14% em dez anos, ultrapassando 174 milhões de pessoas em 2036. Em comparação, Europa, Canadá e Estados Unidos verão um avanço de 2%. Em dez anos, a maioria dos novos consumidores no Brasil será formada por mulheres (53%). No mesmo período, a faixa etária com maior crescimento na base de consumidores é a de brasileiros com mais de 65 anos (+46%), seguida pelo grupo de 45 a 65 anos (+23%).

Juntos, países emergentes devem acrescentar mais de 1 bilhão de pessoas à classe consumidora até 2036. “A nova geração de consumidores virá de países do Sul Global, e a corrida para se conectar a eles já começou”, diz Estelita Hass.

Gartner prevê que as aplicações de IA impulsionarão 50% dos esforços de resposta a incidentes de segurança cibernética até 2028

Até 2028, 50% de todos os esforços de resposta a incidentes de cibersegurança em empresas se concentrarão em incidentes envolvendo aplicações orientadas por Inteligência Artificial (IA) personalizadas, de acordo com o Gartner, Inc., empresa de insights de negócios e tecnologia.

“A IA está evoluindo rapidamente, mas muitas ferramentas – especialmente aplicações de IA personalizadas – estão sendo implementadas antes de serem totalmente testadas. Esses sistemas são complexos, dinâmicos e difíceis de proteger ao longo do tempo. A maioria das equipes de segurança ainda não possui processos claros para lidar com incidentes relacionados à IA, o que significa que os problemas podem levar mais tempo para serem resolvidos e exigir muito mais esforço”, diz Christopher Mixter, Vice-Presidente Analista do Gartner.

O Gartner recomenda que os líderes de segurança se envolvam desde o início em projetos de aplicações de IA personalizadas para garantir que haja tempo suficiente, que os recursos sejam planejados e que as expectativas sejam gerenciadas para controles de segurança adequados.

Esse é um dos principais tópicos relacionados à cibersegurança que serão abordados durante a Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco, que será realizada em 04 e 05 de agosto, em São Paulo (SP). O Gartner recomenda que os líderes de segurança cibernética levem essas previsões em consideração em suas estratégias de segurança nos próximos dois anos.

Até 2028, mais de 50% das empresas utilizarão plataformas de segurança de IA para proteger o uso de serviços de Inteligência Artificial de terceiros e aplicações de IA personalizadas

As plataformas de segurança de IA oferecem às organizações uma maneira unificada de gerenciar os novos riscos associados à rápida adoção dessa tecnologia, como injeção de prompt, uso indevido de dados e muito mais. Ao centralizar a visibilidade e o controle, essas plataformas ajudam os Chief Information Security Officers (CISOs) a aplicar políticas de uso, monitorar as atividades da IA e aplicar medidas de segurança consistentes em aplicações de Inteligência Artificial de terceiros e personalizadas. Os líderes de segurança devem avaliar as plataformas de segurança de IA para garantir que possam proteger ambas as formas de aplicações.

Até 2027, os processos manuais de conformidade de IA irão expor 75% das organizações regulamentadas a multas superiores a 5% de sua receita global

Apesar das diferentes abordagens regulatórias em todo o mundo, as regulamentações de IA convergem para uma demanda universal por uma abordagem sistemática de gerenciamento de riscos. Mesmo que os CISOs consigam se manter à frente das regulamentações e padrões de segurança, privacidade e gerenciamento de riscos cibernéticos, novas regulamentações relativas à segurança da IA ​​colocam tudo em questão. Para maior sucesso, o Gartner recomenda o estabelecimento de governança de risco e conformidade cibernética e a viabilização da conformidade por meio de tecnologia.

Até 2030, 33% do trabalho de TI será dedicado à remediação da dívida de dados de IA para garantir a segurança da Inteligência Artificial

Os dados da maioria das organizações não estão prontos para IA, sendo os dados mal protegidos e não estruturados uma grande barreira para a adoção da Inteligência Artificial. Em resposta, os líderes de cibersegurança estão expandindo a prevenção contra perda de dados para monitorar e restringir os fluxos de informações desencadeados por eventos e solicitações de acesso a dados da Inteligência Artificial Generativa (GenAI) e da IA Agêntica. O Gartner recomenda que eles colaborem com líderes de dados e analytics e de IA para definir um programa estruturado de descoberta de dados, avaliação e correção do controle de acesso.

Até 2027, 30% das organizações precisarão de soberania abrangente sobre seus controles de segurança em nuvem para lidar com a contínua instabilidade geopolítica

A instabilidade geopolítica e as regulamentações locais estão criando riscos insustentáveis ​​aos dados, o que exige que muitas organizações tornem a soberania uma parte fundamental de sua abordagem de resiliência cibernética. Isso exigirá mudanças na seleção de fornecedores para ofertas vinculadas à nuvem e nos esforços de priorização à medida que os requisitos de geopatriação se intensificam. Os líderes de segurança cibernética devem desempenhar um papel ativo na definição dos requisitos de soberania organizacional, incluindo aqueles exigidos pelas regulamentações locais.

Até 2028, 70% dos CISOs utilizarão recursos de visibilidade e inteligência de identidade para reduzir a superfície de ataque de gerenciamento de identidade e acesso (identity and access management – IAM), diminuindo os riscos de comprometimento de credenciais

A identidade tornou-se uma das principais superfícies de ataque, conforme as organizações lutam para gerenciar o rápido crescimento e a complexidade das identidades humanas e de máquinas. Isso deixa lacunas de visibilidade causadas por ferramentas isoladas de gerenciamento de identidade e acesso (IAM) e aumenta o risco de configurações incorretas. O Gartner recomenda que esses pontos cegos sejam resolvidos por meio da integração de plataformas unificadas de visibilidade e inteligência de identidade, impulsionadas por IA, para melhorar a detecção e a correção.

Aprenda a criar uma estratégia de cibersegurança que atenda às necessidades das pessoas e da tecnologia neste guia gratuito do Gartner.

Pesquisa afirma que pagar prêmios em tempo real será o grande desafio das bets na Copa do Mundo

A menos de 100 dias da Copa do Mundo, a expectativa é que o torneio movimente mais de US$ 35 bilhões em apostas esportivas em todo o mundo, um recorde histórico, e que chegará num momento de crescimento: no Brasil, o mercado regulado das bets e jogos online gerou cerca de R$ 37 bilhões em receita bruta em 2025.

Mas uma nova pesquisa da OKTO PAYMENTS, empresa provedora de serviços de pagamentos, aponta um fator crítico que pode definir como os operadores encaram esse momento de oportunidade: a velocidade dos saques, e não apenas dos depósitos, pode ser o fator decisivo entre reter um jogador e perdê-lo para outra plataforma.

O estudo identificou uma brecha significativa entre o que os operadores acreditam e o que os jogadores realmente esperam: 92,5% das bets acreditam que os clientes estão dispostos a esperar mais de quatro horas para receber um pagamento, enquanto 42,7% dos apostadores definem como aceitável um prazo de, no máximo, 30 segundos. A diferença nessa percepção pode gerar um custo financeiro direto e mensurável.

“Payout vai além de ser apenas a etapa final de uma transação. É o momento em que o jogador decide se vai voltar ou não para a plataforma”, afirma Filippos Antonopoulos, Fundador e Presidente Executivo da OKTO PAYMENTS. “Em um evento da magnitude da Copa do Mundo, quando o volume de transações cresce exponencialmente em questão de minutos, cada segundo de atraso no pagamento tem um impacto, seja a perda de confiança do jogador ou até mesmo da receita.”

O momento da verdade que as operadoras ainda subestimam

Para 28,8% dos entrevistados, o “acesso imediato ao prêmio” é o principal fator de confiança ao escolher continuar em uma plataforma. Outros 15,8% citam experiências positivas anteriores de saque como razão primária para repetir uma aposta na mesma plataforma.

O preço das falhas na infraestrutura em períodos de pico

A Copa do Mundo representa o maior teste de estresse para infraestruturas de pagamento nas bets. Em paralelo, o mercado latino-americano carrega uma complexidade estrutural que amplifica o risco: o Brasil é dominado pelo Pix, a Argentina por carteiras digitais, enquanto chilenos ainda dependem fortemente de cartões de débito e crédito. Regulações distintas ou em evolução, padrões de fraude diferentes e picos de volume que variam por país tornam qualquer solução única ou centralizada insuficiente.

O relatório da OKTO PAYMENTS aponta que, entre os principais desafios para a atuação de operadores na América Latina, 21,1% citam risco de fraude e violações de segurança, enquanto 17,3% apontam regulamentação e compliance. Mas é justamente durante os momentos de maior volume, quando o sistema mais precisa funcionar, que essas falhas tendem a aparecer.

“Para dimensionar o que está em jogo: em agosto de 2025, plataformas de apostas legalizadas no Brasil registraram mais de 2,21 bilhões de acessos mensais. Durante um torneio como a Copa do Mundo, com 104 jogos e milhões de pessoas entrando nas plataformas pela primeira vez, esse número deve se multiplicar de forma imprevisível, e a infraestrutura de pagamentos precisa estar preparada para responder em tempo real”, afirma Filippos.

Infraestrutura será vantagem competitiva

“No varejo físico, ninguém aceita esperar 4 horas para sair da loja com o produto que comprou. No iGaming, a lógica também se aplica. Se o jogador ganhou, quer o dinheiro imediatamente. Operadoras que já estruturaram seus sistemas para processar saques em tempo real, integrados aos métodos de pagamento locais e a provedores confiáveis em cada país, têm uma vantagem sobre as que ainda tratam esse processo como uma fila de espera”, menciona Filippos Antonopoulos.

A pesquisa aponta que 37,6% das bets já veem os pagamentos como alavanca de crescimento e diferencial estratégico. A Copa do Mundo será o campo de prova definitivo dessa convicção.O relatório completo, intitulado “Playing Differently in LatAm: How a New Generation of Players is Redefining the Payment Experience”, é baseado em 620 entrevistas realizadas com empresas e consumidores do Brasil, da Argentina e do Chile, em 2026. O estudo traz análises detalhadas, tendências por país e um plano de ação para que empresas transformem o pagamento em um motor de fidelização.

IA e dados em tempo real ajudam varejo online a prever demanda e evitar ruptura de estoque

O verão altera de forma consistente os hábitos de consumo dos usuários de aplicativos de compras rápidas. Na Daki, essas mudanças são identificadas a partir da análise contínua de dados de navegação, vendas e recorrência, permitindo à empresa mapear padrões de comportamento e adaptar sua operação às demandas sazonais.

De acordo com dados internos da plataforma, durante os meses de verão, categorias ligadas a bebidas e consumo imediato registram crescimento expressivo no volume de vendas em relação aos meses anteriores. Produtos prontos para beber (ready-to-drink), por exemplo, apresentam alta de 92%, enquanto itens relacionados à preparação de bebidas crescem cerca de 55,7%. A categoria de gelo e acessórios também avança 45,3%, acompanhando o aumento do consumo de bebidas em ocasiões sociais típicas da estação.

Outras categorias também ganham relevância no período. Sorvetes e açaí registram crescimento de 42,2%, frutos do mar avançam 42,9% e destilados aumentam 38,3% no volume de vendas. Bebidas como água, sucos e refrescos também apresentam crescimento, reforçando a preferência por itens associados à hidratação e ao consumo imediato nos dias mais quentes.

A análise também aponta mudanças na composição dos pedidos. Bebidas e itens frescos passam a ocupar maior espaço no carrinho durante o verão. Categorias como refrigerantes, frutas, sucos e refrescos, legumes e água ampliam sua presença nos pedidos realizados na plataforma, compondo o que a empresa identifica como o “carrinho de compras do verão”.

Outro movimento observado é a ampliação da presença de bebidas funcionais, que também passam a ter maior participação nos pedidos durante o período. O comportamento indica uma preferência maior por produtos de consumo rápido e itens associados à hidratação, refrescância e praticidade.

Esses padrões são monitorados a partir de cruzamentos de dados que consideram fatores como horário dos pedidos, localização, perfil de consumo e histórico de compras. A partir dessas informações, a Daki ajusta sortimento, abastecimento e estratégias comerciais, priorizando produtos com maior giro e antecipando picos de demanda.

“No varejo rápido, quem entende o consumidor primeiro sai na frente. Nosso trabalho com dados é transformar comportamento em decisão, seja ajustando o sortimento, priorizando categorias ou reagindo às mudanças quase em tempo real. No verão, por exemplo, o carrinho muda, e o varejo que não acompanha esse movimento perde relevância. Hoje, o desafio não é apenas ter os produtos certos, mas interpretar o momento do consumidor. Quando entendemos o que está acontecendo no carrinho seja uma tendência, uma ocasião ou uma mudança de hábito conseguimos reorganizar rapidamente o portfólio e capturar melhor cada pico de demanda”, afirma Maria Victoria Ferner, diretora comercial da Daki. “No verão, conseguimos identificar rapidamente essas mudanças de comportamento e transformar essa leitura em decisões operacionais, desde o reforço de estoque até a organização do portfólio na plataforma.”

Segundo a executiva, o uso de dados em tempo real é fundamental para garantir eficiência logística e disponibilidade de produtos durante períodos de maior demanda. Entre os itens que recebem reforço de sortimento estão alimentos voltados a uma rotina mais leve e funcional, como frutas, iogurtes, granola, aveia, pastas de amendoim e snacks, além de proteínas e itens para refeições rápidas, como carnes, legumes, saladas e carboidratos. Bebidas e suplementos associados a bem-estar e desempenho, como bebidas proteicas, whey protein, creatina e eletrólitos, também passam a receber maior atenção na reposição.

“O verão traz uma avalanche de lançamentos, mas o nosso papel não é simplesmente ampliar a oferta, e sim fazer escolhas que realmente façam sentido para o consumidor. Essa curadoria começa antes da temporada, com uma leitura aprofundada de dados, identificação de tendências e decisões estratégicas sobre o que entra no sortimento. No fim, preparar a cesta do cliente exige equilibrar análise e boas apostas, sempre com consistência em relação ao que a nossa marca se propõe a entregar”, afirma Maria Victoria Ferner, diretora comercial da Daki.

A leitura analítica do consumo sazonal faz parte da estratégia da Daki de utilizar dados como base para decisões de negócio, conectando comportamento do consumidor, operação e planejamento comercial ao longo do ano.

Fernanda Gentil e Marcos Mion convocam consumidores para o ‘4.4 das Grandes Marcas’ no Mercado Livre

O Mercado Livre, e-commerce líder na América Latina, lança a campanha 4.4 das Grandes Marcas”. No filme, a placa de substituição utilizada em jogos de futebol entra como um trocadilho para apresentar o “troca tudo”, um convite para o consumidor renovar tudo o que precisa para viver o futebol da melhor forma: seja trocar a TV por uma mais moderna, para não perder nenhum detalhe do jogo, trocar o celular para registrar cada momento ou modernizar os itens essenciais de casa para receber bem a galera. A campanha é apresentada por Fernanda Gentil e Marcos Mion.

Com descontos de até 70%, R$50 milhões em cupons de descontos e frete grátis a partir de R$19, o “4.4 das Grandes Marcas” é a oportunidade certa para quem quer estar preparado para renovar desde os eletrônicos por versões mais modernas até os essenciais do dia a dia. A campanha destaca grandes marcas vendidas na plataforma com lojas oficias como Apple, Samsung, Nike, Adidas, Electrolux, Ambev, Natura e L’Óreal, reforçando o Mercado Livre como o destino de compra favorito dos brasileiros.

“No 4.4 das Grandes Marcas, a gente convida o consumidor a fazer o ‘troca tudo’ de um jeito inteligente, aproveitando ofertas para renovar produtos e acompanhar as partidas de futebol com uma experiência especial em casa. É uma oportunidade de comprar grandes marcas com preços exclusivos no Mercado Livre, com a segurança das lojas oficiais na plataforma e a praticidade de receber tudo em casa com a entrega mais rápida do Brasil. Todas as ofertas podem ser conferidas na página da campanha”, afirma Cesar Hiraoka, diretor sênior de marketing do Mercado Livre.

Assinada pela GUT, a campanha marca a estreia de Fernanda Gentil em uma campanha do Mercado Livre. Apresentadora e comentarista da CazéTV, maior e mais influente canal esportivo do Brasil no YouTube, ela é uma referência no esporte e no entretenimento brasileiro. Sua escolha reflete a estratégia da marca no território do futebol, reforçada pela parceria com o canal e com a Casa CazéTV, dos quais o Mercado Livre é patrocinador master em 2026. “Muito feliz de participar de um momento tão especial pra marca, com uma campanha tão grande, colorida, cheia de boas novidades e brasilidade! E voltar a trabalhar com o meu amigo Mion foi uma honra pra mim, a gente se dá muito bem e eu admiro muito o trabalho dele! Obrigada Meli pelo convite e pela oportunidade!”, afirma Fernanda.

Marcos Mion, um dos maiores apresentadores do Brasil, completa o time e traz toda a sua energia para o filme. “Fico muito feliz de estar em mais uma campanha do Mercado Livre. É uma marca que admiro muito pela forma como fala com o brasileiro, e o ‘troca tudo’ brinca com essa paixão nacional que é o futebol e a preparação para curtir os jogos da melhor forma. Reencontrar a Fernanda Gentil também tornou essa campanha ainda mais especial”, conta Marcos Mion.

A campanha também conta com um time de peso nas comunicações nas redes sociais, como Neymar Jr., a cantora Ana Castela e DJ DENNIS. Os descontos já estão disponíveis no site do Mercado Livre e permanecem vigentes até 07 de abril. É possível conferir todas as ofertas na landing page oficial do “4.4 das Grandes Marcas”.

Amazon recebe Casas Bahia em seu site, oferecendo ainda mais produtos para seus clientes no Brasil

A Amazon Brasil e o Grupo Casas Bahia anunciam uma iniciativa que expande significativamente a oferta de produtos disponíveis aos clientes na Amazon.com.br. A partir de agora, a Casas Bahia estreia como vendedora no marketplace, disponibilizando milhares de itens em categorias como televisões, smartphones, informática, a linha de móveis Bartira e produtos para casa e cozinha. Para celebrar o lançamento, clientes de São Paulo e Rio de Janeiro terão frete grátis em compras a partir de R$399, por tempo limitado, em produtos selecionados. Em uma segunda fase, a logística Casas Bahia será integrada à rede da Amazon, tornando seus produtos elegíveis ao selo Prime, com entrega grátis e rápida para membros do programa em todo o Brasil.

“Esta iniciativa representa mais um passo em nossa promessa de ampliar a oferta de produtos, de forma relevante, para nossos clientes”, afirma Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil. “Estamos unindo a confiabilidade, conveniência e tecnologia da Amazon com o portfólio e a tradição que a Casas Bahia construiu por décadas no Brasil. Isso facilita o acesso dos brasileiros aos produtos que desejam e precisam, reforçando nosso compromisso de oferecer a maior variedade de portfólio para os mais diversos perfis de consumidor.”


Para o CEO do Grupo Casas Bahia, Renato Franklin, trata-se de um movimento importante e que marca a estratégia omnicanal da companhia. “A entrada na Amazon é mais um passo na construção do maior player 1P omnicanal do Brasil. Estamos expandindo nossos canais de distribuição mantendo o controle sobre sortimento, preço e, principalmente, a experiência do cliente, alavancando nossa logística como um diferencial competitivo estrutural”.

Facilidade de pagamento

Os clientes brasileiros continuam a contar com opções de pagamento adaptadas às suas necessidades no site e aplicativo da Amazon, podendo pagar suas compras com cartões de crédito de todas as bandeiras que operam no Brasil, cartões pré-pagos, Pix, boleto bancário e Nupay. A Amazon também oferece o Cartão de Crédito Amazon Prime, sem anuidade e com opção de parcelamento em até 21 vezes sem juros, além do Parcele sem Cartão, que permite parcelar compras sem precisar de cartão de crédito.

Investimento contínuo no Brasil

A iniciativa reflete a visão de longo prazo da Amazon para o Brasil. A empresa expandiu significativamente sua operação nacional com centenas de centros logísticos, acelerando prazos de entrega em todo o país. Em 2025, a Amazon alcançou as velocidades de entrega mais rápidas de sua história no Brasil, com mais de 50 milhões de itens entregues aos membros Prime no mesmo dia ou no dia seguinte. A iniciativa com o Grupo Casas Bahia amplia essa estratégia de crescimento, facilitando o acesso dos clientes a um portfólio que já conta com milhões de produtos em mais de 50 categorias.