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5 tendências que estão moldando o futuro do e-commerce e foram destaque na 1ª edição do DHL E-commerce Day 

Velocidade, eficiência logística, inteligência artificial e decisões orientadas por dados deixaram de ser tendências futuras para se tornarem fatores centrais de competitividade no mercadode e-commerce e supply chain. Esse cenário é refletido no estudo The Future Shopper Report 2025, da VML, que aponta que 57% dos consumidores brasileiros esperam receber suas compras em até 24 horas. O dado evidencia como agilidade, previsibilidade eeficiência operacional passaram a influenciar diretamente a experiência de compra, acelerando investimentos em automação, inteligência artificial, integração logística e uso estratégico de dados em toda a cadeia.

Os temas estiveram no centro das discussões da primeira edição do DHL E-commerce Day, realizada em São Paulo (SP). O evento reuniu executivos e especialistas do setor para discutir os caminhos de evolução do varejo digital, reforçando que a integração entretecnologia, dados e operações logísticas deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica para competitividade.

“O e-commerce entrou em uma nova fase, em que não basta crescer — é preciso executar com excelência. Logística, dados e tecnologia deixam de ser áreas de suporte e passama ser o núcleo estratégico das empresas. Quem conseguir integrar esses pilares com velocidade e consistência terá uma vantagem competitiva clara nos próximos anos”, afirma Solon Barrios, VP de E-commerce e Retail na DHL Supply Chain Brasil.

“Hoje, no e-commerce, a experiência do cliente não termina na compra, ela se consolida na entrega. A inteligência artificial tem um papel cada vez mais estratégico nesse processo,permitindo maior previsibilidade operacional, otimização de rotas, antecipação de picos de demanda e comunicação mais transparente com o consumidor em tempo real. Em um cenário em que velocidade e conveniência são determinantes para fidelização, integrar tecnologiae logística deixou de ser um diferencial e passou a ser essencial para a competitividade das empresas”, afirma Patricia Starling, Vice-presidente comercial da DHL Express Brasil.

A DHL sintetizou cinco tendências centrais discutidas no evento que já estão impactando o mercado e devem orientar as estratégias das empresas:

1- Dados como ativo estratégico para eficiência operacional
A base da operação logística moderna está na capacidade de coletar, integrar e interpretar dados em tempo real, garantindo mais precisão no planejamento de demanda, melhor alocação de estoque e maior capacidade de antecipar picos sazonais no e-commerce. Maisdo que impulsionar eficiência operacional, os dados passaram a ocupar um papel estratégico na compreensão do comportamento de compra e da jornada do consumidor, permitindo identificar padrões de navegação, recorrência de consumo, abandono de carrinho e preferênciasregionais para orientar decisões mais assertivas de sortimento, pricing, mídia e relacionamento. Nesse cenário, marcas que conseguem transformar dados em inteligência aplicada conquistam vantagem competitiva ao criar experiências mais relevantes e personalizadas,fortalecer a conexão com o consumidor e ampliar sua capacidade de gerar valor, conversão e crescimento sustentável no longo prazo.

2- Inteligência Artificial no core das operações de e-commerce e supply chain
A partir de uma base sólida de dados, a inteligência artificial passa a atuar diretamente na tomada de decisão. No mercado, já é aplicada para prever demanda, otimizar rotas de entrega, automatizar atendimento ao cliente e até ajustar níveis de estoque de formadinâmica. O avanço mais relevante é a evolução para sistemas mais autônomos, capazes de responder em tempo real às mudanças no comportamento do consumidor e nas condições operacionais. “A inteligência artificial já está transformando as operações de e-commercee supply chain, trazendo mais eficiência, previsibilidade e capacidade de resposta em tempo real. O avanço agora é integrar dados e IA para apoiar decisões cada vez mais autônomas em toda a cadeia”, afirma Rafaela Braga, Sr. Data Science Manager no Itaú Unibanco.

3- Crescimento da complexidade operacional exige integração tecnológica

O aumento do volume de pedidos, a diversidade de canais e a expectativa por entregas mais rápidas tornam a operação mais complexa. Isso exige integração entre sistemas, plataformasde venda, operadores logísticos e parceiros de transporte. Sem essa integração, há perda de visibilidade, aumento de erros e ineficiência operacional. A tendência é a consolidação de ecossistemas tecnológicos capazes de orquestrar toda a operação de formaintegrada.

4- Logística na base da reputação e competitividade da experiência digital

A logística deixou de ser apenas uma etapa operacional e passou a ser decisiva na escolha do consumidor. Prazo de entrega, custo de frete e confiabilidade são fatores que impactamdiretamente a conversão. Empresas que investem em redes logísticas mais eficientes, com maior proximidade do cliente e melhor gestão de transporte, conseguem se diferenciar no mercado.

5- Adaptabilidade como fator de sobrevivência neste momento de reconfiguração do mercado

Em um ambiente de mudanças rápidas, com novas tecnologias e modelos de negócio surgindo constantemente, a capacidade de adaptação se torna essencial. Empresas precisam revisarcontinuamente suas estratégias logísticas, ajustar suas operações e responder rapidamente às mudanças de mercado. A flexibilidade operacional passa a ser um dos principais fatores de sucesso. “Estamos vivendo um momento de reconfiguração do mercado, em que a capacidade de adaptação se tornou mais importante do que escala ou histórico. Empresas que conseguem ajustar rapidamente suas operações e estratégias terão mais competitividade nos próximosanos”, afirma Piero Franceschi, CEO na StartSe.

A programação contou com a participação de executivos e especialistas que estão na linha de frente da transformação do setor, incluindo Piero Franceschi (StartSe), RafaelaBraga (Itaú Unibanco), Diego Kawaoka Melo (Dafiti Group), Erik Parronchi (doTERRA), Leandro Gravena (Intelipost), Omar Pucci (Fullcommerce Brasil), Julio Nishino (Fullcommerce Brasil), Luiz Garcia Ferreira (Nuvemshop), Monique Prince (REDE Itaú), Rodrigo Abreu(UP2Tech) e Camila Farani (G2 Capital) e Rapha Falcão.

O evento contou com apoio de empresas relevantes do ecossistema digital, como Fullcommerce, Intelipost e Nuvemshop, reforçando a importância da colaboração entre tecnologia,operação e estratégia para o desenvolvimento do setor.

Ao democratizar o Parcelamento via Pix, Pagaleve rompe com o crédito tradicional no Brasil

Pagaleve, fintech especializada em Parcelamento via Pix, nasceu com o propósito de democratizaro acesso ao crédito para o consumidor final. Com cinco anos desde a sua criação, a startup brasileira tem se consolidado como líder no segmento, posicionando-se como parceira estratégica e indispensável para o varejo brasileiro. Ao ter o Pix no centro de seumodelo de negócio e o motor de análise de risco mais avançado do país, a empresa viabiliza compras rotineiras para mais de 7 milhões de brasileiros em um mercado onde o sistema do Banco Central já transaciona 79,8 bilhões de operações anuais e é utilizadopor 93% da população adulta.
 

Ao eliminar a dependência do cartão de crédito e a burocracia bancária, o Parcelamento via Pix da Pagaleve atua diretamente no gap de um sistema que movimentou R$35 trilhõesem transferências em 2025, oferecendo ao varejo uma oportunidade de conversão imediata. Assim, varejistas podem acessar uma demanda reprimida de milhões de consumidores, transformando o pagamento instantâneo em uma alavanca estratégica de parcelamento quejá se provou indispensável para a competitividade no e-commerce e no varejo físico nacional.
 

A solidez do modelo de negócio da Pagaleve, que analisa “transação a transação” em vez de históricos complexos, é chancelada por Ebitda net income positivos. Esses indicadores de saúde financeira robusta contribuíram para a companhia atrair investidores de prestígio global, como Banco do Brasil, OIF Ventures, Sun Hung Kai & Co, Credit Saison, Endeavor Catalyst, SalesforceVentures e Founder Collective.
 

Democratização do acesso e proposta de valor B2C

Para o consumidor final, a Pagaleve atua como uma forma de pagamento que amplia o poder de compra em um cenário onde muitos brasileiros não possuem acesso ao crédito, sofremcom limites baixos no cartão de crédito ou juros elevados. A proposta da empresa é oferecer o Parcelamento via Pix sem a criação de uma “bola de neve” de dívidas.
 

Diferente dos modelos de parcelamentos bancários, que operam como crédito pessoal com juros e aplicam juros rotativos, a Pagaleve possui dois tipos de parcelamento: o quinzenale o mensal, que podem incluir juros ou não, a depender da compra e do perfil do comprador analisado. Nos dois tipos de parcelamento, caso o consumidor atrase, a taxa cobrada é fixa e não cresce com o tempo, evitando o superendividamento e promovendo um consumomais consciente.
 

Além de democratizar o acesso à compra aos consumidores, com um motor de análise de riscos que faz a avaliação quase que instantaneamente, por meio de mecanismos de InteligênciaArtificial e Machine Learning, a empresa tem o propósito de disponibilizar um processo sem fricções, distanciando-se dos modelos que exigem longos processos de identificação e autenticidade.
 

“O modelo utilizado pelo motor de risco da Pagaleve é um dos mais inovadores do país e nativo em IA quando falamos dos modelos de crédito e underwriting utilizados. Diferente da análise padrão de crédito, o nosso motor de decisão analisa mais de 100 variáveis por transação, considerando itens como detalhes do produto, horário da compra, segmento da loja, dispositivo, etc. Neste sistema,não definimos o consumidor única e exclusivamente pelo score histórico dele”, explica Henrique Weaver, CEO da empresa.
 

Weaver destaca que, além de dar acesso ao crédito a um número maior de consumidores, que passam a contar com uma forma de pagamento para compras de itens do dia a dia, ométodo garante a ampliação de vendas e de receita aos lojistas, que passam a converter vendas que seriam perdidas porque o cliente não tinha cartão de crédito, saldo integral do produto na conta ou limite no cartão.
 

Parceiro estratégico do varejo

No pilar B2B, a Pagaleve funciona como uma injeção de conversão “na veia” do varejista, gerando vendas adicionais imediatas. O diferencial tecnológico reside na análise derisco feita “transação a transação”, e não apenas baseada em scores estáticos. Enquanto bancos aprovam cartões com base em limites genéricos, a Pagaleve avalia o contexto de cada compra, o que resulta em números de aprovação elevados que beneficiamdiretamente o lojista. Esse modelo permite que o varejo atenda públicos antes “invisíveis”, aumentando significativamente o volume de vendas.
 

Além da alta conversão, a Pagaleve remove gargalos operacionais ao assumir 100% do risco de fraude e inadimplência. O lojista recebe o valor da venda garantido, sem precisarlidar com disputas de chargeback ou custos de antifraude. “Ao adotar a Pagaleve, o varejista não exclui nenhum perfil de consumidor na hora do checkout. Na verdade, ele ganha um incremento de vendas porque nascemos para atender quem o cartão de créditomuitas vezes rejeita”, explica Weaver. Em um cenário onde o varejo busca eficiência, a Pagaleve se posiciona como um parceiro que viabiliza o consumo real e mais vendas ao varejista.

99Food muda dinâmica do setor de delivery para ‘vitrine digital’ na alimentação

A chegada da 99Food a 12 novas cidades brasileiras em março comprova que o setor de delivery de alimentos do país se torna cada vez mais relevante, principalmente para a economia local. De acordo com projeções da alemã Statista, uma das maiores plataformas de dados estatísticos globais, o setor de entrega de comida online pode ter movimentado cerca de US$ 21 bilhões no Brasil em 2025, podendo alcançar US$ 27,8 bilhões até 2029, com crescimento médio anual acima de 7%. Esse crescimento impacta de forma direta o ecossistema que inclui consumidores, restaurantes e entregadores e mais do que conveniência, ele representa uma transformação no comportamento de consumo, onde praticidade, variedade e rapidez passaram a ser fatores decisivos na escolha alimentar do dia a dia.

Para os restaurantes, o delivery funciona como uma verdadeira “vitrine digital”, ampliando significativamente o alcance dos negócios. Pequenos e médios estabelecimentos conseguem atingir públicos que antes estavam fora do seu raio físico, aumentando a visibilidade e faturamento sem a necessidade de expansão estrutural. Em expansão por todo território nacional, a 99Food em Março começou as operações em Manaus e Brasília e a pesquisa inicial realizada pela Locomotiva junto a donos de restaurantes e consumidores mostram que cerca de 9 entre 10 estabelecimentos apontam os aplicativos de delivery como muito importantes para manter os estabelecimentos em funcionamento. Esse dado mostra que 93% dos entrevistados concordam que os aplicativos de delivery de comida aumentam a visibilidade do seu estabelecimento e 92% deles confirmam que a presença no app ajuda o negócio a ampliar e alcançar públicos que sem os apps não seria possível.

Esse papel estratégico dos aplicativos como impulsionadores de visibilidade e crescimento dos restaurantes se conecta diretamente ao comportamento do consumidor brasileiro, cada vez mais habituado ao delivery no seu dia a dia. Tanto que o Índice de Desempenho do Foodservice, o IDF, divulgado pelo Instituto Foodservice Brasil (IFB) aponta que, em dezembro de 2025, o ticket médio foi de aproximadamente R$41,4 por pedido.

“A chegada da 99Food em novas cidades representa uma oportunidade a mais de faturamento. Com taxas competitivas, os restaurantes passam a operar com margens mais saudáveis e deixam de comprometer uma parte relevante da sua margem por pedido, o que abre espaço para reinvestimentos diretos no próprio negócio. Com isso, todos ganham, restaurante, produtor, entregador, consumidor”, explica Bruno Rossini, diretor sênior de comunicação da 99.

Além disso, o setor gera impacto direto na economia e no mercado de trabalho. Ele cria oportunidades para milhares de entregadores e fomenta toda uma cadeia logística, envolvendo tecnologia, meios de pagamento, marketing e atendimento. Com a evolução da 99Food pelo Brasil chegando a mais de 70 cidades em operação, a expansão contou com investimentos locais de mais de R$100 milhões como parte do plano de expansão anunciado em 2025 de R$2 bilhões e a meta de chegar a 100 cidades até junho.

“O delivery de comida é uma infraestrutura consolidada do consumo urbano moderno, com forte potencial de crescimento e inovação contínua. Ele redefine a forma como as pessoas se alimentam, como os negócios operam e como as cidades se organizam em torno da conveniência e da conectividade”, finaliza Rossini.

Outro impacto que pode ser sentido na prática é que com um tempo médio de 25 a 30 minutos por pedido, a 99Food se firma como o aplicativo de delivery mais rápido do mercado brasileiro. E o que esse fato impacta na sociedade? Essa redução do tempo de entrega redefine a forma como as pessoas consomem comida e entregam o delivery. A previsibilidade através de dados do trânsito e do restaurante passam a ser fundamentais para a operação e evitar que o entregador fique parado, ‘perdendo tempo’ e que aproveite o tempo restante para outras atividades como lazer e descanso. O processo é otimizado do início ao fim. Os algoritmos da plataforma analisam o pedido e realizam o “match” com o entregador ideal para realizar a corrida. Com essa operação logística mais ágil e eficiente, a 99Food segue reconfigurando o comportamento de consumo, tornando o acesso à alimentação mais dinâmico, conveniente e integrado ao dia a dia.

E-commerce lidera o crescimento do varejo durante o Dia das Mães 2026

Após uma semana do Dia das Mães, os números já mostram a força deste período para o e-commerce. Segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), entre 4 e 10 de maio, as vendas pela internet tiveram alta de 11,2%, mais de três vezes acima do crescimento do varejo total, que foi de 3,6%. De acordo com a entidade, o resultado marca o terceiro ano consecutivo de expansão nas transações do setor durante o período.

Segundo a projeção da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom), a data movimentou R$ 11,06 bilhões no e-commerce, alta de 10,82% em relação ao ano passado. Já o número de pedidos chegou a 18 milhões, um avanço de 10%, mantendo a tendência de crescimento observada nos últimos seis anos. Em 2025, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), as vendas pela internet tiveram incremento de 11,8% em relação a 2024.

“O e-commerce brasileiro tem expandido cada vez mais a sua presença, principalmente nas grandes datas do varejo. Por isso, é importante que os varejistas atuem com estratégias em todas as etapas da jornada de compra que, além de atrair novos clientes, ajudam a impulsionar a retenção. Um exemplo efetivo são os programas de benefícios, que vêm ganhando cada vez mais adesão dos consumidores e colocam as marcas em vantagem competitiva”, afirma Eduardo Esparza, VP General Manager da Tenerity Ibéria e LATAM, empresa especialista em engajamento que aumenta o valor do relacionamento entre empresas e seus clientes.
 

Preferência por programas de benefícios
 

O relatório E-Consumidor 2026, da Opinion Box, aponta que o comprador brasileiro busca por vantagens na hora da compra. Programas de benefícios e ofertas exclusivas estão entre as principais prioridades, já que podem entregar retorno direto durante toda a jornada do consumidor, inclusive no pós-compra. O estudo indica ainda que a confiança na marca e a clareza sobre as vantagens pesam tanto quanto o preço na decisão final. Esse cenário exige que o lojista utilize pontos de contato estratégicos para atender a essa demanda e entregar valor imediato ao consumidor.
 

“O Retail Media se tornou uma solução estratégica fundamental para manter os níveis de rentabilidade dos negócios, ao compensar as margens reduzidas pela alta atividade promocional típica dessas datas. Além disso, apostar em formatos como os programas de benefícios, que geram receitas adicionais, não interferem no processo de compra e agregam valor real ao usuário, melhora significativamente a experiência do cliente”, conclui Eduardo.

Três frentes da foto de produto que o e-commerce não pode mais ignorar em 2026

O e-commerce brasileiro deve fechar 2026 com faturamento de R$ 259 bilhões, segundo projeção da ABComm — quase 10%acima do ano anterior. O mercado cresce, mas a competição por cada visita ficou mais cara, mais técnica e mais visual. A taxa média de conversão global permanece em torno de 2% e 2,5%, segundo benchmarks de mercado, enquanto o abandono de carrinho ronda os70%. Em termos práticos: a cada cem visitantes que chegam a uma página de produto, menos de três terminam a compra.

E o ponto de quebra raramente é onde se imagina. O relatório State of GenAI in Marketplaces 2026, da Photoroom, é direto: 87% dos compradores apontam a imagem do produto como o fator mais importante da decisão de compra, acima de descrição, avaliações e preço. Outros 63% afirmam que inconsistência visual entre anúnciosreduz a confiança na plataforma inteira.  Para os operadores de marketplaces, em particular, o que está em questão é ainda maior: uma única listagem inconsistente mina a confiança em toda a plataforma, e não apenas no vendedor responsável por ela.

Segundo Matt Rouif, CEO e co-fundador da Photoroom, a fotografia de produto deixou de ser uma tarefa criativa pontuale passou a operar como camada técnica do catálogo. “Em 2026, as imagens dos produtos cumprem três funções simultaneamente: visibilidade nos buscadores, leitura por sistemas de IA e confiança do comprador. Quem ainda trata foto como item de cada lançamentoe não como sistema visual de toda a loja está produzindo páginas que envelhecem mal e convertem pior.”

A seguir, Matt divide essa transformação em um ABC, com sugestões práticas para cada frente. Os mesmos princípiosse aplicam quer você administre um marketplace com milhões de anúncios, uma loja de médio porte ou uma loja no Mercado Livre com vinte SKUs — a única diferença está na forma de implementação.

A de Artificial: a IA como auxiliar, não como autora

A IA generativa virou ferramenta de produção em todo tamanho de operação. Acelera tratamento, padroniza fundos,gera variações de cor e cria mockups de contexto. O risco aparece quando passa a ser autora final.

“A IA é excelente para escalar produção, mas não é o ideal para decidir o que é fiel ao produto físico. Quando ela embeleza demais,suaviza textura ou cria uma versão idealizada da peça, o comprador percebe na hora que recebe o pedido. E aí vem a devolução que custa muito mais do que refazer a foto”, afirma Rouif.

  • Separar imagem-catálogo (literal, fiel) de imagem-contexto (inspiracional, com cena de uso) e definir onde cada uma entra na galeria;
  • Estabelecer uma rotina simples de revisão humana antes da publicação, basta uma checklist de três linhas com cor, textura e proporção;
  • Padronizar nomes de arquivo, texto alternativo e dados estruturados, porque os modelos de busca conversacional priorizam catálogos bem organizados;
  • Não usar IA para “consertar” produto com defeito visível. A maquiagem digital é o caminho mais curto para a má reputação no marketplace.

B de B-roll: conteúdo em movimento ocupa espaço da foto estática

Vídeos curtos verticais, GIFs de demonstração e clipes em 360 graus deixaram de ser bônus. Em mobile, que já respondepor mais de 70% do tráfego do e-commerce, o scroll é o gesto dominante.

“O vídeo curto não substitui a foto principal, mas resolve dúvidas que a foto estática deixa em aberto. Caimento,brilho, articulação, funcionamento, ou seja, tudo que o comprador precisaria pegar na mão para entender, o movimento entrega em oito segundos”, explica o CEO.

  • Começar pelos 20 SKUs mais visitados, não tentar cobrir o catálogo inteiro de uma vez;
  • Priorizar categorias funcionais: moda, beleza, eletrônicos, calçados e utilidades domésticas;
  • Filmar vertical desde a captação, porque cortar de horizontal para vertical é desperdício na hora da edição;
  • Manter duração entre 8 e 15 segundos, com loop natural;
  • Configurar autoplay silencioso por padrão. Som ativado é exceção.
  • Usar o vídeo para responder a dúvida real do comprador, não para impressionar.

C de Consistência e confiança: o catálogo como sistema visual

Esse é o ponto que separa catálogos profissionais de uploads improvisados, e também o que mais afeta a percepção de confiança da loja.Quando iluminação, fundo, proporção e enquadramento variam entre produtos da mesma loja, o conjunto transmite descontrole, mesmo que cada imagem esteja correta isoladamente. Mais da metade dos compradores ouvidos pela Photoroom diz que trocaria de marketplacepor outro com imagens mais claras. Entre jovens de 18 a 34 anos, dois em cada três.

“Confiança no e-commerce não se constrói com argumento de venda, se constrói com previsibilidade visual. O compradornão verbaliza, mas sente quando o catálogo é coerente, ele entende que a loja cuida do produto, do estoque e do pós-venda. Quando a imagem mente, mesmo que por exagero estético, a relação quebra antes da primeira compra”, observa Matt.

  • Criar um guia visual interno, mesmo que simples. Fundo, proporção, distância do produto, tipo de sombra e enquadramento. Documento curto, escrito uma vez, evita meses de retrabalho;
  • Estabelecer sequência fixa para a galeria: frontal, lateral, traseiro, detalhe, contexto. O comprador aprende o padrão depois de visitar dois produtos e passa a navegar com mais segurança;
  • Garantir coerência entre variantes. Se o usuário troca a cor, a imagem precisa trocar junto. Variante sem imagem própria é uma das fontes mais comuns de devolução;
  • Priorizar fidelidade ao produto real. Cor, textura e proporção devem corresponder ao que chega na mão do comprador. Reedite quando o resultado se afastar da peça física;
  • Identifique claramente todas as imagens editadas ou geradas por IA. Uma pesquisa da Photoroom mostra que apenas 33% dos consumidores se sentem à vontade com imagens aprimoradas por IA,mesmo quando identificadas como tal, portanto, a transparência é um sinal de cuidado, não de fraqueza. Para vendedores independentes, em particular, essa é a mudança com maior impacto que você pode fazer;
  • Padronizar nome de arquivo com estrutura como categoria-modelo-cor-angulo. Pequeno, mas afeta SEO, organização interna e velocidade de manutenção;
  • Escrever texto alternativo descritivo, pensando em alguém que não consegue visualizar a imagem;
  • Controlar peso de arquivo. WebP ou AVIF para imagem, MP4 otimizado para vídeo. Página pesada em mobile derruba conversão antes de o comprador chegar à decisão;
  • Programar revisão semestral do banco de imagens. Catálogo é ativo vivo, e os SKUs mais visitados merecem auditoria periódica, porque fotos antigas envelhecem junto com a marca.

Cerca de 70% das lojas virtuais no país já utilizam IA em algum ponto da operação, segundo NielsenIQ Ebit. E o comércioagêntico, em que assistentes de IA executam compras em nome do consumidor, começou a sair do estágio experimental.

“A imagem virou o ponto em que três audiências se encontram: o comprador humano, o algoritmo do marketplace e o modelo de IA que resumee recomenda produtos. Servir bem às três exige menos heroísmo criativo e mais método operacional. O comércio digital em 2026 recompensa quem produz clareza, não quem produz volume. E clareza, no varejo, sempre começa pela imagem”, finaliza Matt Rouif. Essessão os fluxos de trabalho para os quais a edição em lote, os fundos com IA e a API do Photoroom foram projetados, desde um único vendedor usando dispositivos móveis até um marketplace que processa milhões de anúncios.

Ship From Store Nacional da Eu Entrego mira 4 milhões de pedidos e entrega em até 2 dias

A Eu Entrego anuncia o lançamento do Ship From Store Nacional, solução que expande seu modelo pioneiro de coleta em lojas para conectar estoques físicos a qualquer destinodo Brasil, com entregas que podem ser realizadas em até dois dias na região sudeste. A novidade chega ao mercado apoiada por uma operação consolidada, com coletas diárias em mais de 500 cidades. A expectativa é movimentar cerda de 4 milhões de pedidos em 2026,podendo representar até 30% do faturamento da companhia no período.

Na prática, a modalidade permite que pedidos feitos em lojas físicas sejam coletados pela Eu Entrego e, dependendo do destino, encaminhados para parceiros estratégicos responsáveispela última milha, sob gestão centralizada da empresa. A operação combina a capilaridade das coletas locais com uma rede qualificada de distribuição nacional, garantindo padronização, rastreabilidade e controle de SLA ao longo de toda a jornada. Para pedidoslocais, o prazo é no mesmo dia, enquanto as entregas na região sudeste são realizadas em até dois dias, ampliando o alcance dos varejistas sem comprometer a experiência do consumidor.

A solução foi estruturada para aumentar a eficiência logística e reduzir custos em comparação a modelos tradicionais de envio. A otimização de rotas e a integração com parceirosestratégicos permitem ganhos relevantes de produtividade, ao mesmo tempo em que mantêm o nível de serviço. As coletas diárias diretamente nas lojas também aceleram o fluxo dos pedidos, diminuindo o tempo parado e aumentando a previsibilidade das entregas,o que se reflete em maior aderência aos prazos e melhor experiência para o cliente final.

Neste primeiro momento, a operação de coleta está concentrada na cidade de São Paulo, funcionando como base para validação e ganho de escala. A estratégia prevê expansão gradualpara outras regiões do país, com o objetivo de consolidar o sistema em nível nacional mantendo consistência operacional e padrão de serviço.

A operação é suportada por tecnologia proprietária da Eu Entrego, que conecta todos os elos envolvidos na jornada logística e garante rastreamento em tempo real, oferecendovisibilidade ponta a ponta e maior controle sobre cada etapa da entrega. “O Ship From Store Nacional nasce como uma evolução natural da nossa atuação, permitindo que o varejista utilize o estoque das lojas de forma estratégica para atender o Brasil inteiro,com velocidade, controle e eficiência. Nosso papel é integrar toda essa operação, garantindo padrão de serviço e previsibilidade, mesmo em uma malha logística complexa”, afirma Norton Canali, diretor comercial da Eu Entrego.

Quando a meta deixa de impulsionar e começa a travar resultados

*Por Denise Joaquim Marques, consultora de negócios especializada em Vendas e Marketing, com foco em estratégias de alta performance, liderança comercial e diferenciação de mercado  

Você sabe que o time pode mais e o seu time sabe que você sabe. Ainda assim, o mês fecha abaixo do esperado. Quando isso se repete, passa a ser padrão. E padrão, em gestão, normalmente apontapara uma decisão mal calibrada. 

Existe um ponto silencioso em que a meta deixa de orientar e passa a bloquear. Ele não aparece em reunião, não chega como feedback direto, não vira pauta. Mas está ali. É quando o profissional,diante de um objetivo que considera inalcançável, recalibra internamente o que acredita ser possível e passa a trabalhar dentro desse limite. Um limite menor do que o potencial real, menor do que o histórico e, muitas vezes, menor do que o que ele mesmo jáentregou. 

Não é falta de comprometimento: é ajuste de expectativa. Quando a meta parece distante demais, o esforço perde sentido. A energia muda, o ritmo desacelera, a ambição encolhe. Ainda que a equipe siga ativa, ela jogasem acreditar em grandes resultados.  

No outro extremo, metas fáceis também cobram um preço. Os resultados são alcançados, mas não constroem evolução. O time cumpre, mantém a rotina e segue sem tensão. Só que, quando o cenáriomuda e exige mais, falta repertório. Falta velocidade e preparo para responder. A zona de conforto, nesse caso, vira atraso. 

É nesse intervalo que a liderança de fato faz diferença. Definir metas não é só projetar número – é leitura de contexto, é entender o momento do mercado, o histórico da equipe, os recursosdisponíveis e o quanto aquele objetivo mobiliza sem travar. 

Uma boa meta provoca movimento. Ela tira o time do automático e não rompe a crença de que é possível chegar, ainda que exija mais do que foi feito até agora, sem ignorar a realidade. Certamente,haverá tensão, mas o suficiente para gerar ação e não para paralisar. 

Isso solicitará também mudança na forma de acompanhar. Não basta olhar o número no fim do mês. É preciso observar o que está sendo construído ao longo do caminho, qual a atitude, o comportamento, a consistência, a qualidadeda execução. Quando o foco está apenas no resultado, perde-se a chance de ajustar o que realmente produz esse desempenho. 

Equipes de alta performance nascem de metas que fazem sentido e não de metas extremas. Metas que são entendidas, assumidas e perseguidas, que pedem evolução, e, ainda assim, são reconhecidascomo possíveis. 

O ponto de equilíbrio na definição de uma meta não está em um lugar fixo, entre o difícil e o fácil. Esqueça isso! Ele está na capacidade de leitura ao longo do caminho, está em perceber quandoo desafio virou bloqueio e quando a facilidade virou acomodação. E, principalmente, estar atento ao propósito,  ao significado, à fome de conquista que conecta a equipe ao alcance da meta proposta, e fazer ajustes, antes que o time literalmente puxe a tomada. 

Seus líderes falam pela empresa todos os dias. Mas quem está orientando o que eles dizem? 

Por Marina Mosol e Mariana Hinkel, fundadoras da Agência NoAr

Nos últimos meses, executivos de empresas como Google, Microsoft e Meta passaram a comentar publicamente temas como inteligência artificial, regulação e mudanças de mercado antes mesmo de anúncios oficiais. Em muitos casos, são essas falas que orientam como o mercado interpreta os próximos movimentos dessas companhias.

Esse comportamento ganhou escala recente. Dados divulgados pelo LinkedIn no início de 2026 mostram que publicações feitas por executivos cresceram mais de 30% em engajamento global no último ano, superando, em muitos casos, o alcance dos perfis institucionais. Na prática, isso muda onde a reputação começa a ser formada e exige um novo nível de organização do PR.

Na rotina, esse efeito aparece de forma mais clara em três pontos:

1. Repetição com direção constrói reconhecimento

Executivos não precisam falar sobre tudo, mas precisam ser consistentes no que escolhem abordar.

Quando um mesmo tema aparece de forma recorrente, mesmo em contextos diferentes, ele começa a se fixar como parte da identidade daquela liderança. No PR, isso se aproxima da ancoragem temática: a ligação entre um nome e os assuntos que ele sustenta ao longo do tempo.

Esse reconhecimento costuma vir de alguns padrões simples:

  • o executivo volta ao mesmo tema em entrevistas, eventos e redes
  • aprofunda o assunto sob diferentes ângulos, em vez de só repetir opinião
  • conecta esse tema com decisões reais do negócio

Um exemplo claro aparece no setor de tecnologia de consumo. A Apple reforça há anos discussões sobre privacidade e proteção de dados. Esse tipo de repetição faz com que a marca seja lembrada pelo tema que sustenta, algo que aparece de forma consistente em campanhas, posicionamentos e decisões da empresa.

Com o tempo, o nome passa a carregar o tema junto.

2. Nem toda fala atravessa o tempo, algumas param no momento

Grande parte do que é dito no dia a dia desaparece rápido. Mas algumas falas continuam aparecendo, sendo citadas ou usadas como base para outras análises. O que muda não é o assunto é a forma.

No PR, isso aparece na capacidade de sustentação: quando uma fala consegue se manter relevante mesmo fora do contexto em que surgiu.

Isso fica mais evidente quando olhamos para diferentes setores. Um executivo que se limita a dizer que “o mercado está mudando” tende a desaparecer no fluxo de informações. Já aquele que explica quais forças estão por trás dessa mudança, como isso impacta o negócio e quais decisões estão sendo tomadas cria um conteúdo que continua sendo retomado.

Um ponto de reflexão ajuda a entender isso melhor: as falas das suas lideranças hoje ajudam o público a entender o que está acontecendo ou só registram que algo está acontecendo?

Quando existe explicação, o conteúdo continua circulando.

3. Mais vozes não significam mais clareza, sem alinhamento, acontece o contrário

À medida que diferentes executivos ganham espaço, a percepção da marca passa a ser formada pelo conjunto dessas falas.

Isso pode fortalecer ou confundir. No PR, esse trabalho aparece no alinhamento narrativo, garantir que, mesmo com vozes diferentes, exista uma direção clara sendo construída.

Na prática, isso pede alguns cuidados:

  • definir quais temas cada liderança deve ocupar
  • evitar sobreposição ou contradição entre falas
  • manter uma linha de raciocínio reconhecível ao longo do tempo

Hoje, a reputação se forma no que é dito sobre ela, inclusive por quem a representa. E, quanto mais essas falas se acumulam, mais elas influenciam a forma como a empresa passa a ser entendida no mercado.

BBM Logística estrutura frente de sustentabilidade e amplia frota elétrica

A BBM Logística iniciou a estruturação de uma frente dedicada à sustentabilidade e à construção de soluções logísticas de menor emissão de carbono. Como parte desse movimento, a companhia aderiu ao The Climate Pledge, criou um comitê interno voltado à agenda ambiental e vem ampliando os testes com veículos elétricos em suas operações urbanas e de distribuição.

A companhia passou a integrar o grupo de empresas signatárias do The Climate Pledge, compromisso global cofundado pela Amazon e pela Global Optimism, que reúne atualmente mais de 650 empresas em 49 países com a meta de neutralizar suas emissões de carbono até 2040 — dez anos antes do prazo estabelecido pelo Acordo de Paris.

Entre os compromissos assumidos pelos signatários estão a medição e divulgação periódica das emissões de gases de efeito estufa, a implementação de estratégias de descarbonização e a compensação de emissões residuais.

A iniciativa marca uma nova etapa da estratégia da empresa, que passa a consolidar uma agenda mais estruturada de sustentabilidade alinhada às transformações do setor logístico e às exigências crescentes de grandes embarcadores e operações de e-commerce.

Internamente, a BBM também criou um comitê voltado à consolidação de diretrizes e iniciativas relacionadas à sustentabilidade e à redução de emissões em suas operações. A proposta é integrar diferentes áreas do negócio na construção gradual de soluções logísticas mais eficientes e sustentáveis.

“Queremos deixar de atuar apenas de forma reativa e passar a levar ao mercado soluções sustentáveis estruturadas. É um movimento importante para posicionar a BBM como um operador logístico preparado para as novas demandas do setor”, afirma Luís Felipe Günther Bastos, diretor corporativo de operações da BBM Logística.

Na prática, a companhia já vem avançando nos testes de eletrificação da frota. Recentemente, a BBM adquiriu seu oitavo veículo elétrico — entre vans, caminhões leves e um triciclo — utilizados principalmente em operações urbanas e entregas de distribuição.

Segundo Bastos, os veículos têm papel estratégico no desenvolvimento de conhecimento operacional e na avaliação da viabilidade técnica e econômica dos modelos para diferentes tipos de operação.

“A viabilidade de operações com veículos elétricos ainda exige construção colaborativa com os clientes, independentemente do setor, seja indústria, varejo ou marketplaces. O custo de aquisição ainda é mais elevado e a infraestrutura no Brasil segue limitada, mas é um caminho sem volta e que precisa ser desenvolvido”, destaca.

Com presença nacional e atuação em diferentes segmentos da logística, a BBM busca integrar a sustentabilidade ao desenvolvimento de soluções mais customizadas e eficientes para seus clientes, especialmente em operações urbanas, nas quais a eletrificação já demonstra maior viabilidade operacional.

“Estamos no início dessa jornada, testando modelos e construindo soluções. A sustentabilidade já faz parte da estratégia de geração de valor da companhia”, conclui Bastos

Digitail Conference 2026 reúne líderes do varejo e indústria para discutirem o uso estratégico da IA e o novo papel do varejo digital no Brasil

A transformação digital deixou de ser tendência para se consolidar como motor central dos negócios. É nesse cenário que a Gouvêa Experience promove, no dia 16 de junho, o Digitail Conference 2026 que terá como tema “IA como Ecossistema de Negócios e com Resultados Comprovados”. No encontro, realizado na ESPM, executivos de grandes empresas do país discutirão como a inteligência artificial está redefinindo estratégias, transformando o consumo, mudando as operações, a competitividade e a relação com o consumidor.

Com uma agenda intensa ao longo do dia, o Digitail propõe uma visão prática e aplicada da IA, abordando desde produtividade interna até novas formas de engajamento e conversão no ambiente omnichannel.

Entre os destaques da programação está o painel sobre o omniconsumidor e como a inteligência artificial tem redefinido expectativas e experiências de compra. A discussão, mediada por Marcos Gouvêa, Fundador e Diretor-Geral da Gouvêa Ecosystem, trará reflexões sobre personalização em escala, eficiência operacional e os impactos das mudanças tecnológicas na relação entre empresas, consumidores e colaboradores.

Outro ponto central será o debate sobre dados proprietários como diferencial competitivo, com moderação de Eduardo Yamashita, CEO da Gouvêa Inteligência, e participação de Carolina Lantaller, diretora de trade marketing da Unilever. Já o painel sobre “Agentic Commerce” contará com moderação de Roberto Wajnsztok, Sócio-Diretor da Gouvêa Consulting, e participação de Lívia Masiero, Diretora Executiva de E-commerce do Grupo Boticário e Sérgio Ferraz, Diretor de E-commerce da Leroy Merlin.

Já o painel sobre competitividade reunirá Alan Barsi, Vice-presidente de Excelência Operacional e Customer da MadeiraMadeira, e Eduardo Sá, Diretor de Supply Chain da Natura, para discutir a eficiência operacional e entrega de valor. Na sequência, Graciela Kumruian, CEO da Netshoes, abordará a integração entre o físico e o digital.

O painel sobre marketing omnicanal orientado por inteligência artificial contará com Igor Cardoso, Head de Branding da Keetam e José Caporrino, Head de Criação da Chilli Beans. A discussão sobre o fator humano e liderança será conduzida por Caio Nalini Diretor de Gestão de Pessoas do Magazine Luiza, que trará uma perspectiva sobre cultura organizacional em tempos de transformação acelerada.

A programação inclui ainda apresentações de cases, momentos de networking e uma palestra de encerramento, reforçando o objetivo do Digitail Conference de conectar teoria e prática, tendências e resultados concretos.

Com uma curadoria voltada à aplicabilidade e à geração de valor, o Digitail 2026 é um dos principais fóruns para discussão do futuro do varejo e dos negócios digitais no Brasil, reunindo decisores que estão na linha de frente da transformação do setor.

Sobre a Gouvêa Experience

A Gouvêa Experience integra a Gouvêa Ecosystem e atua na vertical de experiências de marca, eventos e relacionamento com as principais lideranças do setor varejista no Brasil e no exterior. Suas missões internacionais e eventos proporcionam acesso direto às inovações e tendências que moldam o varejo global.

Sobre a Gouvêa Ecosystem

A Gouvêa Ecosystem é um ecossistema de consultorias, soluções e serviços que atua em todas as frentes do setor de consumo, varejo e distribuição. Fundada em 1988, é referência no Brasil e no mundo por sua visão estratégica, atuação prática e profunda compreensão do setor. É membro do Ebeltoft Group, consórcio global de consultorias especializadas em varejo.

Digitail Conference 2026

Data: 16 de junho de 2026

Horário: das 9h às 18h30

Local: Auditório da ESPM – Rua Doutor Álvaro Alvim, 123 Vila Mariana

São Paulo

Informações e inscrições:

https://www.sympla.com.br/evento/digitail-conference-2026/3302574