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Wicomm confirma presença no VTEX Day 2026

A Wicomm, consultoria especializada em e-commerce e performance digital, participará do VTEX Day 2026, um dos principais eventos globais do comércio digital, que ocorre nos dias 16 e 17 de abril no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). Será a terceira participação consecutiva da empresa no encontro, reforçando sua presença no ecossistema de tecnologia e inovação voltado ao varejo digital.

Desde a sua fundação, a Wicomm acompanha a evolução do evento e utiliza o VTEX Day como um espaço estratégico para fortalecer relações com clientes, prospectar novas oportunidades de negócio e ampliar o relacionamento com empresas parceiras do mercado. A edição deste ano marca mais um passo nesse posicionamento, com presença ativa dentro da área dedicada a retail media, onde a empresa contará com um estande para receber visitantes, parceiros e executivos do setor.

Durante os dois dias de evento, a equipe da Wicomm apresentará suas principais frentes de atuação, compartilhará experiências com profissionais do mercado e promoverá interações com clientes e potenciais parceiros. Neste ano, o destaque será a evolução das iniciativas proprietárias de inteligência artificial, que vêm ganhando espaço relevante na estratégia de crescimento da empresa. Atualmente, a Wicomm conta com cerca de 20 aplicações próprias, voltadas para impulsionar tráfego, conversão e eficiência operacional em frentes como SEO, conteúdo e desenvolvimento digital, com expectativa de que essas soluções representem 15% da receita em 2026 e alcancem 35% em 2027.

Além disso, o estande terá distribuição de materiais institucionais, bem como ativações com brindes e sorteios para os participantes que visitarem o espaço.

Um dos principais momentos da agenda da empresa no VTEX Day será a realização do encontro exclusivo “No Topo com Wicomm”, programado para o dia 16 de abril. Um evento de networking, realizado no rooftop do Edifício Martinelli, no centro de São Paulo, que reunirá clientes, executivos e convidados em um ambiente privado e pensado exclusivamente para a troca de experiências e relacionamento entre lideranças do mercado digital. A iniciativa conta com apoio da VTEX e de patrocinadores parceiros.

“A presença no VTEX Day integra uma estratégia mais ampla de relacionamento com o ecossistema de e-commerce. O evento é uma oportunidade de encontrar clientes atuais, estabelecer contato com novos prospects e aprofundar parcerias com outras empresas que atuam na cadeia de tecnologia e comércio digital”, afirma Felipe Coelho, CEO da Wicomm.

Serviço

Evento: VTEX Day 2026

Data: 16 e 17 de abril de 2026

Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo (SP)

Mais informações no site.

O que não fazer no Mês do Consumidor: cinco erros que afastam clientes

A Zenvia, empresa de tecnologia que oferece  soluções completas de IA para a experiência do cliente, lista os cinco erros que mais afastam clientes das compras em datas sazonais, como em março, que é comemorado o Mês do Consumidor. 

1. Saturar o consumidor com mensagens promocionais

O envio excessivo de notificações por e-mail ou WhatsApp gera sensação de invasão. Segundo relatório da Deloitte, além dos 28% que bloqueiam o remetente, outros 28% cancelam a inscrição na base de dados da empresa, 22% reavaliam a relação com a marca e 20% alteram configurações de privacidade. Volume não é alcance; na maioria das vezes, é o caminho mais rápido para a perda do contato.

2. Tratar o ambiente conversacional como canal de e-mail marketing

Aplicar a lógica de disparos em massa em canais como o WhatsApp é um erro estratégico. Nesses ambientes, a métrica central é a confiança, não o clique. Enviar ofertas sem avaliar o contexto destrói o diferencial do canal. A comunicação conversacional exige escuta no lugar de respostas prontas e relevância no lugar de frequência.

3. Ignorar o momento certo e o silêncio estratégico

O uso mais sofisticado de dados e inteligência artificial é saber quando não interagir. O silêncio estratégico, que é a decisão consciente de pausar envios em momentos inoportunos, protege o valor do ciclo de vida do cliente (LTV) de forma mais eficiente do que campanhas de alta repetição. Marcas que respeitam esse limite são vistas como úteis; as demais, como invasivas.

4. Oferecer atendimento lento ou automatizado sem contexto

Em picos de demanda, respostas automáticas genéricas transmitem descaso e prejudicam a experiência. Operar com agilidade e contexto no canal de preferência do cliente é fundamental para a retenção. Nesse contexto o estudo Panorama Zenvia: O que Faz Empresas Venderem Mais Colocando o Cliente no Centro, realizado pela Zenvia em parceria com a Opinion Box, constatou que 65% das empresas brasileiras afirmam o WhatsApp é o canal que mais gera conversão e 88% usa o app em suas estratégias comerciais.

5. Promover sem transparência e ignorar o pós-venda

Condições ocultas, estoques insuficientes e uso de dados sem consentimento claro geram frustração e riscos à marca. Como o consumidor está mais informado sobre seus direitos, falhar na transparência e no acompanhamento após a compra corrói a confiança, dificultando a recuperação da reputação após uma data sazonal mal executada.

“O próximo salto virá da capacidade de integrar interações com inteligência artificial e sistemas corporativos. Só assim será possível transformar diálogos em transações fluidas e inteligência de negócio escalável”, resume Gilsinei Hansen, VP de Marketing, Negócios e Tecnologia na Zenvia.

O que é a alfabetização em IA e por que ela é fundamental para o futuro dos negócios

A inteligência artificial (IA) já se consolidou como parte do cotidiano das empresas em diversos setores. Ainda assim, apesar da adoção crescente, muitas organizações enfrentam dificuldades para transformar esse investimento em resultados concretos. O desafio, ao que tudo indica, vai além da tecnologia: passa pela cultura corporativa, pelo preparo das lideranças e pelo nível de maturidade analítica das equipes.

Uma pesquisa da McKinsey mostra que 88% das companhias relatam uso regular de IA em ao menos uma função, porém a maioria ainda está nas fases de experimentação ou projetos-piloto, com aproximadamente um terço indicando que suas empresas começaram a escalar seus programas de IA.

Já um levantamento do World Economic Forum indica que avanços tecnológicos, especialmente em IA e processamento de informação, devem afetar os empregos até o final da década, impulsionando tanto as funções que mais crescem quanto as que mais encolhem, além de aumentar a demanda por habilidades tecnológicas, como IA e big data, redes e cibersegurança e letramento digital, previstas como as três competências de crescimento mais rápido nesse período.

“Os desafios culturais manifestam-se principalmente através da resistência à mudança, onde lideranças e colaboradores frequentemente veem a IA como uma ameaça, não como uma oportunidade de potencialização. Simultaneamente, as barreiras internas entre equipes impedem que áreas de negócios e tecnologia operem de forma integrada, dificultando a incorporação estratégica da IA aos processos decisórios”, explica Paulo Simon, Vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Keyrus no Brasil. 

Mesmo com abundância de dados disponíveis, muitas organizações ainda dependem de decisões baseadas em intuição, desperdiçando o potencial analítico ao seu alcance. Por fim, a maturidade analítica insuficiente das equipes cria uma barreira adicional, já que falta a base necessária para interpretar e aplicar insights gerados por sistemas de IA.

Esses obstáculos criam um paradoxo: organizações investem massivamente em tecnologia, mas não conseguem extrair seu valor devido à falta de preparação humana e cultural. 

3 a cada 5 líderes admitem que organizações têm defasagem em conhecimento sobre IA

“O AI Literacy – ou alfabetização em IA – emerge como resposta estratégica a esses desafios. Diferentemente de treinamentos técnicos convencionais, funciona como um agente de mudança organizacional, capaz de elevar não apenas o nível técnico dos times, mas também a maturidade analítica e a confiança na tomada de decisão”, destaca Paulo Simon. 

Segundo o relatório The State of Data & AI Literacy 2025, da DataCamp, a alfabetização em IA tornou-se a competência que mais cresce em importância entre executivos C-Level. O levantamento mostra que 3 a cada 5 líderes admitem que suas organizações apresentam defasagem em conhecimento sobre dados e/ou IA, e apenas 35% das empresas entrevistadas dizem ter programas de aperfeiçoamento em inteligência artificial para seus colaboradores. 

O Vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Keyrus no Brasil destaca cinco pontos para entender a importância do aprendizado em IA nas empresas.

1. Transformação da mentalidade organizacional

A alfabetização em IA ajuda a desfazer a ideia de que a tecnologia é uma “caixa-preta” inacessível, ao ampliar o acesso ao conhecimento e estimular uma cultura de curiosidade e experimentação. Quando lideranças passam a entender seus fundamentos, limites e possibilidades, o engajamento das equipes na jornada de transformação tende a acontecer de forma mais consistente.

2. Desenvolvimento de maturidade analítica

Organizações com programas estruturados de AI Literacy desenvolvem capacidade sistemática de coletar, interpretar e aplicar dados nas decisões estratégicas. Esse amadurecimento analítico cria um DNA orientado por evidências, transformando intuição em inteligência estratégica.

3. Fortalecimento da confiança decisória

Líderes com domínio sobre IA tendem a tomar decisões mais embasadas, apoiadas em dados e insights consistentes. Esse movimento se espalha pela organização, abrindo espaço para uma cultura em que a experimentação orientada ganha terreno no lugar da paralisia diante da incerteza.

4. Espaço para inovação e aumento da curva de aprendizado

A educação contextualizada desponta como um pilar central, ao traduzir conceitos abstratos de IA para a realidade de cada setor por meio de casos de uso concretos e com impacto mensurável. Em paralelo, a criação de ambientes seguros de experimentação permite que lideranças testem ferramentas sem comprometer a operação, acelerando a curva de aprendizado a partir da prática.

5. Cultura de inovação sustentável

Ambientes que priorizam AI Literacy tendem a adotar ciclos contínuos de aprendizado e inovação. O relatório State of Data & AI Literacy 2025 aponta que copilotos de IA e ferramentas de IA com raciocínio avançado são “importantes” ou “muito importantes” para 70% e 69% dos líderes, respectivamente. Além disso, 69% dos líderes dizem estar dispostos a pagar um salário mais alto para candidatos com níveis mais altos de letramento em IA.

Como implementar a alfabetização em IA nas empresas?

“A implementação bem-sucedida de programas de AI Literacy requer uma abordagem integrada que vai além de treinamentos técnicos convencionais. A experiência demonstra que as iniciativas mais eficazes tratam a alfabetização em IA como um programa abrangente de transformação organizacional, combinando diferentes estratégias complementares”, explica Paulo Simon.

Programas de mentoria colaborativa vêm ganhando espaço nas empresas ao conectar diferentes gerações: enquanto profissionais mais jovens trazem domínio tecnológico, executivos seniores oferecem visão estratégica e experiência de gestão. A combinação acelera a curva de aprendizado e aproxima a inovação da prática. Em paralelo, parcerias com universidades e centros de pesquisa mantêm os programas atualizados, garantindo acesso a conhecimento de ponta e às tendências mais recentes do mercado.

O impacto real da alfabetização em IA nos negócios

“Organizações que implementam programas estruturados de AI Literacy alcançam resultados mensuráveis e transformadores. A melhoria na tomada de decisão representa outro benefício concreto, com empresas que possuem líderes alfabetizados em IA reduzindo significativamente o tempo entre insight e ação, criando vantagem competitiva sustentável. Paralelamente, observa-se a criação de uma verdadeira cultura de inovação, onde ambientes que priorizam o AI Literacy desenvolvem naturalmente mentalidade experimental, com equipes mais dispostas a testar hipóteses e escalar soluções inovadoras”, indica Simon.

O investimento de R$23 bilhões do governo brasileiro no Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) até 2028 demonstra a urgência nacional dessa transformação. Empresas que se anteciparem a essa tendência tendem a sair na frente na captura de novas oportunidades.

A jornada para desenvolver AI Literacy exige comprometimento, mas os resultados justificam o investimento, segundo Paulo Simon. “Começa com conscientização, evolui através de educação prática e culmina na transformação organizacional completa. O AI Literacy representa mais que capacitação técnica: é o catalisador que transforma organizações reativas em líderes proativos da era digital. As empresas que abraçarem essa jornada hoje serão as arquitetas do futuro de seus mercados”, conclui o especialista.

Braze discute como tornar a jornada do cliente mais relevante com IA e hiperpersonalização no CMO Summit 2026

A Braze, plataforma líder de engajamento de clientes, participa do CMO Summit 2026, o maior encontro de CMOs do Brasil. O evento  acontece nos dias 25 e 26 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo, reunindo lideranças responsáveis por conduzir as estratégias de marketing das principais empresas do país. A empresa também apresenta suas soluções de engajamento e relacionamento com clientes no estande 41, em frente ao palco principal.

No dia 25, o painel “Hiperpersonalização e Eficiência: A Estratégia para Dominar a Jornada do Cliente com IA e CRM em larga escala” a Braze reúne executivos da RD Saúde e Banco Inter para discutir como as organizações estão enfrentando o desafio de personalizar experiências para bases massivas e diversas. O painel discute a complexidade de operar jornadas que atendem, simultaneamente, perfis com necessidades diferentes e consumidores que demandam mais atenção.

Para Raquel Braga, Diretora de Marketing LATAM da Braze, um dos temas centrais é a personalização como estratégia de retenção em mercados competitivos, aliada ao uso inteligente de dados para oferecer benefícios e comunicações mais relevantes, fortalecendo o relacionamento com o cliente e reduzindo a migração para concorrentes. “A lógica é entregar a oferta certa, no momento certo, para um consumidor que já tem vínculo com a marca”, explica, ressaltando que, no setor de saúde, por exemplo, a jornada se estende ao cuidado, com o uso de dados de diagnósticos e exames que auxiliam o paciente ao longo de sua jornada.

No segundo dia, o painel “A batalha para dominar a Jornada do Cliente: Estratégias para gerar engajamento e ROI” reúne a Diretora de Marketing LATAM da Braze, Raquel Braga e executivos da Vivo, OLX e Azul  para discutir como os aplicativos evoluíram de ferramentas funcionais para hubs de negócios e relacionamento que simplificam a vida do cliente, como, por exemplo, fazer a revisão do carro e comprar serviços financeiros. O painel aborda como as marcas estão transformando a experiência mobile em um ecossistema de conveniência, capaz de concentrar serviços, ofertas e interações em um único ambiente.

Entre os destaques estão o uso de dados, inteligência artificial e sinais comportamentais para antecipar necessidades, reduzir fricções na jornada e aumentar as taxas de conversão. A lógica também passa pela substituição de comunicações genéricas por interações contextuais, com base em modelos como Next Best Experience (NBX), consolidando o app como peça-chave na fidelização e no aumento do valor gerado ao longo do relacionamento com o cliente. Por fim, a Vice President of Solutions Consulting Americas da Braze, Rachel Tilghman, sobe ao palco com uma palestra exclusiva.

IA começa a orientar decisões de preço, promoções e estoque no varejo

O varejo brasileiro enfrenta desafios crescentes relacionados à gestão de estoque, promoções e decisões operacionais. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), o setor registrou cerca de R$ 36,5 bilhões em perdas operacionais em 2024, muitas delas relacionadas a ruptura de produtos, promoções mal planejadas e excesso de estoque.Diante desse cenário, o uso de inteligência artificial para apoiar decisões operacionais começa a ganhar espaço nas empresas do setor.

Nesse contexto, a DOMVS iT anunciou o lançamento do Chico AI, plataforma baseada em inteligência artificial desenvolvida para atuar como uma camada estratégica de decisão nas operações de varejo. A solução centraliza dados de vendas, estoque e preços para apoiar decisões relacionadas à compra, reposição e precificação, buscando equilibrar disponibilidade de produtos e rentabilidade do negócio.

O desenvolvimento do Chico AI contou com a parceria da Renov Retail, empresa especializada em soluções para o setor varejista, com mais de 25 anos de experiência no desenvolvimento de tecnologias para diferentes segmentos do varejo, contribuindo com conhecimento de mercado e operação na construção da plataforma.
 

Segundo Thais Viana, sócia e C-level da DOMVS iT Brasil e Europa, o Chico AI foi desenhado para funcionar como um assistente virtual estratégico da operação, integrando informações de diferentes áreas do varejo, como compras, abastecimento e precificação, para apoiar gestores na tomada de decisões mais rápidas e consistentes.

“O varejo não precisa de mais dados, precisa de decisões prontas”, afirma Thais.
“O Chico AI funciona como um especialista digital que analisa grandes volumes de informações da operação e ajuda o gestor a entender rapidamente quais decisões podem trazer mais resultado para o negócio.”

Segundo a empresa, a plataforma utiliza modelos analíticos e preditivos para identificar padrões operacionais e apontar oportunidades de melhoria na gestão de estoque, reposição e precificação.

Entre os recursos da solução estão funcionalidades voltadas ao equilíbrio entre compras, abastecimento e estratégia de preços, além de ferramentas capazes de identificar padrões operacionais e gargalos que impactam a rentabilidade. A plataforma também automatiza processos como listas de reposição e sugere ajustes de preços a partir da análise dos dados da operação, contribuindo para decisões mais rápidas e para a proteção das margens do varejista.

A plataforma pode ser integrada aos principais ERPs utilizados pelo varejo, permitindo que a inteligência da solução opere sobre os dados já existentes na empresa.

Segundo a DOMVS iT, o Chico AI foi desenvolvido considerando desafios presentes em diferentes segmentos do varejo, incluindo supermercados, atacarejo, moda, materiais de construção, eletroeletrônicos, autopeças, drogarias, atacado e distribuição e lojas de departamento.

A plataforma está disponível para demonstração no site chicoai.com.br, onde varejistas podem conhecer o funcionamento da solução e testar a ferramenta por um período inicial.

Para Thais Viana, a tendência é que tecnologias baseadas em inteligência artificial se tornem cada vez mais presentes na gestão do varejo.

“A tecnologia deixou de ser apenas um sistema de registro e passou a atuar como uma camada de inteligência para apoiar decisões. Com o avanço da inteligência artificial, o varejista consegue ter uma visão mais clara da operação e agir com mais rapidez para melhorar os resultados do negócio”, explica.

Segundo a empresa, o objetivo da plataforma é ajudar varejistas a reduzir perdas operacionais, melhorar a gestão de estoque e transformar dados da operação em decisões que aumentem a eficiência e a rentabilidade do negócio.

Drops inicia nova fase de atuação no mercado

Drops, empresa de tecnologia e logística que gerencia uma ampla rede de pontos para postagem de encomendas no e-commerce, inicia uma nova etapa em sua história após mudanças em sua estrutura societária. Por meio de Fato Relevante, a Sequoia Logística e Transportes comunicou sua retirada do negócio, encerrando seu ciclo societário. A partir desse movimento, a companhia passou a ser gerida de forma independente sob controle do Grupo TTX, holding de participações responsável também pela empresa de fullcommerce Lope Digital Commerce.

“Estamos iniciando uma fase estratégica para a Drops, com foco em eficiência administrativa, expansão sustentável e fortalecimento da malha. Nosso objetivo é ampliar o papel da empresa como infraestrutura de apoio ao e-commerce e às transportadoras, conectando embarcadores, varejo e operadores logísticos de forma cada vez mais capilar e eficiente”, afirma Cristiane Olivieri, Diretora Executiva da Drops.

Hoje, a empresa conta com uma malha ativa de mais de 2.700 PUDOs (pontos de coleta, envio e devolução de encomendas) distribuídos pelo Brasil, formada por estabelecimentos comerciais parceiros. A rede atende e-commerce, varejo físico, indústrias e transportadoras, ampliando a cobertura e presença urbana.

A Drops vem expandindo sua atuação por meio de parcerias estratégicas voltadas para operações no início da cadeia logística (First Mile) e ao desenvolvimento de sua frente também na última etapa do processo até o consumidor final (Last Mile).

No campo da logística reversa, a solução passou por melhorias sistêmicas e operacionais que simplificaram o processo de devoluções para consumidores e embarcadores, ampliando o controle e agilizando o fluxo dos pacotes. Internamente, os sistemas de gestão também foram aprimorados, aumentando robustez e rastreabilidade.

Outro pilar desta fase é a sustentabilidade. A companhia vem implementando um modelo em que os PUDOs atuam como micro hubs urbanos, consolidando cargas localmente e realizando a distribuição em raio reduzido com modais leves, como motos, bicicletas ou até mesmo entregas a pé.

Como parte do reposicionamento, a Drops prepara uma atualização em sua comunicação visual, refletindo o novo momento da marca e seu fortalecimento como parceiro estratégico para transportadoras, varejo e indústria na cadeia logística.

Uso de carteiras digitais no e-commerce brasileiro cresceu mais que Pix e cartões de crédito em 2025, revela EBANX

Pela primeira vez desde o lançamento do Pix, em 2020, as carteiras digitais foram o meio de pagamento que mais cresceu no e-commerce brasileiro. Registrou aumento de 20% no volume movimentado em compras online entre 2024 e 2025, superando até mesmo o crescimento do Pix e dos cartões de crédito, com altas de 18% e 8% no mesmo período, respectivamente.

A conclusão é de uma análise inédita feita pelo EBANX a partir de dados da instituição de pesquisa Payments and Commerce Market Intelligence (PCMI). Segundo a nova edição do estudo Beyond Borders, o volume transacionado por carteiras digitais no e-commerce seguirá crescendo a um ritmo de 13% ao ano nos próximos dois anos, passando do valor anual de USD 44 bilhões em 2028.

Impulsionadas por essa aceleração, as carteiras digitais ultrapassaram o Boleto Bancário e se tornaram o terceiro método de pagamento mais utilizado pelos consumidores digitais no Brasil. Em 2026, elas deverão representar 9% do volume total transacionado no país. O Pix segue na liderança do e-commerce brasileiro, com 45% de participação, seguido pelos cartões de crédito, com 40%.

“O crescimento acelerado das carteiras digitais é resultado de uma transformação que vem acontecendo nos mercados emergentes. Ao invés de replicar modelos prontos, esses países adaptaram novas tecnologias às próprias realidades para superar desafios estruturais como baixa bancarização e acesso limitado a crédito”, explica Leandro Carmo, Diretor Regional do Brasil do EBANX“Nesse processo, as carteiras digitais evoluíram de ferramentas simples de pagamento para ecossistemas financeiros completos que combinam inclusão, eficiência e conveniência”.

Entre as carteiras digitais, a com maior participação no valor transacionado no e-commerce brasileiro é o Mercado Pago, com 40%, segundo a PCMI. Lançada em 2004, a plataforma soma mais de 72 milhões de usuários em oito países da América Latina. O NuPay, lançado em 2022, também vem crescendo rapidamente e está disponível para todos os clientes do banco digital brasileiro Nubank — mais de 100 milhões de pessoas.

Diferentemente das carteiras digitais globais, que são majoritariamente usadas apenas para compras, as regionais oferecem conta bancária de baixo custo, pagamentos instantâneos, recorrência, parcelamento, programas de fidelidade, empréstimos, poupança, capacidade de interoperabilidade, integração com outros sistemas e cartões de crédito.

“Ao reunir todas essas funcionalidades em um único aplicativo, a carteira digital transformou o celular em uma infraestrutura financeira para milhões de brasileiros”, diz Carmo. De acordo com a organização global GSMA, 88% da população brasileira possui smartphones. A estimativa é de que esse número chegue a 95% em 2030. A penetração desses aparelhos é maior do que a dos cartões de crédito, usados por cerca de 70% das pessoas, segundo o Banco Central.

Impacto no comércio digital

Assim como o Pix, as carteiras digitais são a porta de entrada do e-commerce para milhões de brasileiros. Mas diferentemente do meio de pagamento instantâneo, elas já entregam de forma sistemática funcionalidades similares às dos cartões, como crédito e parcelamento. O resultado disso é uma influência direta no crescimento de negócios online, principalmente aqueles que possuem tíquete médio mais elevado.

Dados internos do EBANX comprovam este impacto. Uma empresa global de viagens que opera no Brasil viu sua receita média diária crescer 47% em seis meses depois que começou a oferecer carteira digital como forma de pagamento através do EBANX. Pouco mais de um ano depois, esse método se tornou o mais usado pelos seus clientes, representando 80% do total da receita do merchant na América Latina.

“Todos os setores estão sendo impactados positivamente, inclusive aqueles que dependem de compras recorrentes, como plataformas de streaming, gaming e software. Até pouco tempo atrás, somente portadores de cartão de crédito podiam adquirir esses serviços. As carteiras digitais estão ajudando a mudar esse cenário”, conta Carmo.

Mês do Consumidor: ataques a dispositivos inteligentes lideram as preocupações de cibersegurança das empresas brasileiras, aponta PwC

Durante o Mês do Consumidor, celebrado em março, ameaças inéditas a dispositivos inteligentes – cada vez mais frequentes no dia a dia da população – acendem o alerta das empresas brasileiras sobre segurança e privacidade. Segundo a Pesquisa Global Digital Trust Insights 2026, da PwC, que teve participação de mais de 3.800 executivos de negócios e tecnologia em 72 países, incluindo o Brasil, os ataques a produtos conectados são a principal ameaça para a qual as organizações brasileiras se sentem menos preparadas, citado por 39% dos líderes. Essa questão está em segundo lugar na média global (28%).

Além dessa vulnerabilidade, os líderes também se preocupam com sua prontidão em relação à nuvem (33% no Brasil e 39% no mundo) e o comprometimento das cadeias de suprimentos de software (31% no Brasil e 33% no mundo). Os orçamentos em segurança cibernética, no entanto, parecem não estar à altura dos desafios do cenário atual.

Embora 90% dos líderes brasileiros afirmem que pretendem aumentar os investimentos na área de cibersegurança em 2026, apenas cerca de um terço planeja elevar os gastos em mais de 10%. De acordo com Eduardo Batista, sócio e líder de Cibersegurança e Privacidade da PwC Brasil, “segurança cibernética é, acima de tudo, estar preparado. Isso significa se planejar e investir em medidas proativas – como monitoramento, avaliações, testes, controles e capacitação – além da priorização do uso responsável e escalável de soluções de IA antes que uma crise aconteça”.

Agentes de mudança na defesa cibernética

O potencial da inteligência artificial para transformar o que a empresa consegue fazer na área cibernética é claro e abrangente. Para fortalecer suas capacidades de segurança baseadas na tecnologia nos próximos 12 meses, líderes no Brasil e no mundo apontam o threat hunting como prioridade número um. Eles também estão investindo em outras competências, como soluções agênticas, detecção de eventos e análises comportamentais, gestão de identidade e acesso, além de varredura e avaliação de vulnerabilidades.

A adoção e o uso bem-sucedidos da IA dependem de práticas sólidas de gestão de riscos quanto ao uso de dados. Quando perguntadas sobre os avanços na adoção de medidas de gestão de riscos de dados, quase 60% das empresas no Brasil responderam que adotam plenamente políticas de criptografia, tokenização e/ou anonimização em escala (59%) e de prevenção de perda de dados nos principais canais de saída (58%). Mais da metade (52%) afirmou que adota políticas de classificação de dados.

A proteção de dados, segundo Batista, exige mais do que soluções pontuais, demanda uma adaptação estratégica. “Cada vez mais, a cibersegurança passa a orientar escolhas inteligentes sobre onde operar, com quem se conectar e como habilitar novos negócios com segurança. Empresas maduras já entenderam que o desafio não está só na escassez de mão de obra qualificada, mas na velocidade de tomadas de decisão em um ambiente de negócios cada vez menos previsível e turbulento.”

Como as empresas podem ampliar a proteção de seus consumidores?

A verdadeira prontidão contra as ameaças exige um entendimento profundo dos riscos. Para ajudar as organizações a sobrepujar a incerteza em ações concretas que protejam tanto o negócio quanto o consumidor final, a PwC lista recomendações práticas para líderes de segurança cibernética:

– Adote uma abordagem secure-by-design – a segurança não pode ser um “remendo” aplicado após o lançamento de um produto ou serviço. É fundamental tratar os riscos de forma proativa, incorporando requisitos e controles de segurança desde a concepção e em todas as fases do ciclo de vida operacional de produtos conectados.

– Invista na prevenção em vez da reação – a estratégia baseada apenas em reações (como atender clientes lesados, recuperar sistemas e pagar multas) é muito mais cara e insustentável a longo prazo. É recomendável destinar mais recursos a medidas proativas, como monitoramento constante, avaliações, testes e controles rigorosos de acesso.

– Reforce a gestão de risco de dados – soluções de proteção e o uso adequado de IA exigem conjuntos de dados tratados e governança forte. Avance na implementação completa de políticas de classificação de dados e controles durante todo o ciclo de vida das informações.

– Aprimore a gestão de identidade e parceiros – com ecossistemas estão cada vez mais complexos, adote controles consistentes de identidade e acesso em plataformas de terceiros e interfaces de programação (APIs). Evolua de avaliações pontuais para um monitoramento contínuo dos riscos associados a fornecedores e cadeias de suprimentos.

Fórum discute investimentos bilionários em data centers e o papel do Brasil na nova infraestrutura da economia digital

Com potencial de mobilizar até R$ 2 trilhões em investimentos na próxima década, segundo estudos da Agência Nacional de Telecomunicações, o setor de data centers entrou definitivamente na agenda estratégica da economia brasileira. Esse cenário será debatido no 1º Fórum Brasileiro de Data Centers, que acontece no dia 12 de maio de 2026, no Hotel Nacional Inn Jaraguá, em São Paulo.

Idealizado e promovido pelo Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior, o encontro reunirá autoridades públicas, executivos, investidores e especialistas para discutir os caminhos para posicionar o Brasil na rota global da infraestrutura digital. A abertura institucional contará com a participação do embaixador Rubens Barbosa, presidente do IRICE.

Ao longo de um dia de programação, das 9h às 18h30, o Fórum abordará os principais desafios e oportunidades da expansão dos data centers no país. Entre os temas em debate estão políticas públicas para a infraestrutura digital, oportunidades de investimento, engenharia e construção de data centers, eficiência energética, sustentabilidade, segurança da informação e inovação tecnológica.

A agenda inclui ainda discussões sobre o papel dos hiperescalares e operadores de infraestrutura digital, o avanço do setor imobiliário e da construção na implantação dessas estruturas e a necessidade de fortalecer o diálogo entre setor público e iniciativa privada para destravar gargalos regulatórios e atrair capital nacional e internacional.

Para Eduardo de Alcantara Machado, organizador do encontro, a expansão da infraestrutura digital tornou-se um tema estratégico para o desenvolvimento econômico do país.

“Os data centers se tornaram uma infraestrutura crítica para o funcionamento da economia contemporânea. Eles sustentam desde serviços financeiros e comércio eletrônico até inteligência artificial, saúde digital e plataformas de governo eletrônico. O Brasil tem condições de se consolidar como um dos principais polos de infraestrutura digital da América Latina, mas isso exige diálogo qualificado entre governo, investidores e operadores do setor”, afirma.

O crescimento da economia digital ajuda a explicar o interesse crescente nesse tipo de infraestrutura. Segundo a BRASSCOM, o mercado brasileiro de colocation — segmento de hospedagem de servidores em data centers — movimentou cerca de US$ 2,07 bilhões em 2024, com projeção de atingir US$ 3,5 bilhões até 2029.

O país também passou a integrar a rota de grandes investimentos globais em infraestrutura digital. A Amazon Web Services, por exemplo, anunciou planos de investir R$ 10,1 bilhões até 2034 na expansão de sua rede de data centers no Brasil. Além disso, novos projetos em desenvolvimento podem mobilizar dezenas de bilhões de reais em investimentos privados nos próximos anos.

Esse movimento ocorre em paralelo à discussão de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da infraestrutura digital brasileira. O governo federal estruturou recentemente o Regime Especial para Data Centers (Redata), que prevê incentivos tributários para estimular a instalação e expansão dessas estruturas no país.

Segundo Eduardo de Alcantara Machado, o Fórum nasce justamente com o objetivo de ampliar esse debate e contribuir para a construção de uma agenda estratégica para o setor.

“A expansão dos data centers envolve energia, conectividade, inovação, indústria e política pública. É uma discussão transversal para o futuro da economia brasileira. O Fórum surge como um espaço para aproximar governo, empresas e especialistas na construção de soluções que fortaleçam a infraestrutura digital do país.”

O 1º Fórum Brasileiro de Data Centers conta com o apoio institucional da Associação Brasileira de Data Centers, da BRASSCOM, da SP Negócios, da ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil e da ABRALOG – Associação Brasileira de Logística

Serviço – 1º Fórum Brasileiro de Data Centers

📅 Data: 12 de maio de 2026

📍 Local: Hotel Jaraguá Inn – São Paulo

⏰ Horário: das 9h às 18h30

🔗 Inscrições:

https://www.sympla.com.br/evento/1-forum-brasileiro-de-data-centers/3328089

Informações sobre ingressos:

Inscrições gratuitas para membros do setor público.

Para o setor privado, os ingressos estão disponíveis no 1º lote a partir de R$ 630,00 + taxas, com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes.

O Customer Service do futuro vai além dos algoritmos; entra no comportamento humano

Existe algo que nenhum algoritmo resolve, que é a sensação de abandono do cliente. Já notou como somos tolerantes com erros sistêmicos, mas implacáveis com a falta de cuidado humano?

Dados confirmam o que o cérebro já sabe: 62% dos consumidores brasileiros já deixaram de comprar de uma empresa por causa de uma experiência negativa (CX Trends 2025). E mesmo com toda a evolução da Inteligência Artificial, 93% relatam barreiras ao usar chatbots, sentindo impessoalidade, desconexão emocional e incapacidade de lidar com o que realmente importa (ServiceNow Consumer Voice Report 2025).

A razão não está na perfeição do algoritmo, mas em como o cérebro processa informações. O cliente moderno não quer apenas rapidez; ele busca a eliminação total da fricção.

Quando unimos a IA ao entendimento profundo do comportamento humano, o jogo muda de nível, com a tecnologia assumindo novos papéis.

Conversas com intenção: Hoje, é possível treinar IAs não apenas para dar respostas, mas para sustentar diálogos focados no comportamento humano, ajustando o tom, a cadência e a empatia em tempo real.

O fim da fricção cognitiva: Se o cliente precisa repetir sua história várias vezes, o cérebro entra em fadiga, fenômeno documentado pela neurociência cognitiva. Cada barreira desnecessária consome energia mental e desgasta a percepção de valor da marca. A IA de ponta deve atuar justamente na remoção dessas barreiras, tornando a solução instintiva.

Tecnologia que humaniza: Parece contraditório, mas a IA bem aplicada libera o humano para ser mais humano. Ela cuida dos dados para que possamos cuidar das pessoas e da estratégia.

Esse movimento exige, antes de tudo, uma decisão de liderança. Não é uma pauta só de tecnologia, nem só de atendimento. É uma pauta estratégica, que começa na forma como as empresas entendem o comportamento do seu consumidor e se traduz em cada ponto de contato da jornada.

A grande virada ocorre quando líderes param de perguntar “como automatizo mais?” e passam a perguntar “como uso a tecnologia para ser mais humano?”. A mudança de pergunta altera tudo, a cultura, o produto, o atendimento e, no fim, a posição da marca na mente do consumidor.

Algoritmos evoluem. O que não muda é a necessidade que cada um tem de se sentir visto, ouvido e cuidado.