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Navegadores com inteligência artificial começam a mudar a forma de usar a internet

Os navegadores estão deixando de ser simples janelas para a internet e passando a agir como assistentes pessoais digitais. A chegada do Comet, da Perplexity AI, e do ChatGPT Atlas, da OpenAI, marca o início de uma nova fase da web, em que a inteligência artificial passa a executar tarefas, interpretar contextos e interagir com sites em nome do usuário. Esses lançamentos, feitos ao longo de 2025, reacenderam o debate sobre o futuro da busca, a privacidade de dados e o papel da IA na produtividade pessoal.

Para Renato Asse, fundador da Comunidade Sem Codar e referência em No Code e automação na América Latina, a transformação é comparável à revolução provocada pelos primeiros buscadores. “Os navegadores inteligentes estão deixando de ser ferramentas passivas para se tornarem plataformas de execução. Eles entendem o contexto e agem com base nele, integrando tarefas que antes dependiam de vários aplicativos diferentes. Isso abre uma nova fronteira para quem trabalha com automações e quer aplicar IA de forma acessível e prática”, afirma.

O Comet, lançado pela Perplexity AI em julho, foi o primeiro a colocar essa ideia em prática. Baseado no motor Chromium, ele mantém compatibilidade com extensões conhecidas, mas vai além da simples navegação. O assistente integrado lê páginas, resume conteúdos, organiza e-mails e calendários e é capaz até de realizar ações automáticas dentro do navegador. Nos primeiros meses, a empresa anunciou parcerias para pré-instalar o Comet em smartphones, reforçando a aposta de que o navegador será o novo ponto central da automação pessoal.

Em outubro, foi a vez da OpenAI apresentar o ChatGPT Atlas, inicialmente disponível para macOS. O navegador integra o ChatGPT diretamente à navegação, com uma barra lateral conversacional que interage com qualquer página da web. O diferencial é o “modo agente”, que permite que o sistema execute tarefas completas (como compras, pesquisas e preenchimento de formulários) sem intervenção humana. Para quem desenvolve produtos ou trabalha com automação, o Atlas transforma o navegador em uma extensão viva dos agentes de IA, aproximando a experiência de uso do conceito de automações visuais de plataformas como n8n, Make e OpenAI API.

Essas mudanças não impactam apenas a navegação. Elas abrem espaço para um novo ecossistema digital, no qual extensões, fluxos e agentes inteligentes passam a coexistir no mesmo ambiente. Especialistas apontam que o mercado deve assistir à criação de marketplaces de extensões com IA, assinaturas com recursos avançados de automação e integrações diretas entre navegadores e ferramentas No Code. Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com privacidade, já que os novos navegadores operam com acesso a dados sensíveis e interações em tempo real.

Para Asse, o avanço é inevitável e traz desafios e oportunidades. “O navegador está se tornando o coração da automação digital. Ele vai integrar ações, dados e contexto em um só ambiente, permitindo que o usuário tenha controle total sobre o que executa. Para quem cria produtos e sistemas No Code, o desafio é pensar a automação não como algo que roda por trás da interface, mas como parte viva da própria navegação”, conclui.

Alerta para empresas Split Payment na Reforma Tributária exige ação imediata

Previsto na Emenda Constitucional 132 de 2023 e regulamentado pela Lei Complementar 214 de 2025, o modelo automatiza o recolhimento de tributos sobre o consumo no momento da venda, antes que o fornecedor receba o valor líquido. Na prática, o imposto deixa de passar pelo caixa da empresa, o que exige revisão do capital de giro, ajustes em contratos e investimentos em tecnologia.

De acordo com estudos técnicos da Receita Federal, a implantação do Split Payment será gradual entre 2026 e 2032, acompanhando a transição para o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Essa mudança deve reduzir a sonegação e aumentar a eficiência da arrecadação, mas pode pressionar o caixa de empresas que operam com margens reduzidas ou dependem de prazos longos para pagamentos.

Segundo Jhonny Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções em contabilidade, educação e gestão corporativa, o modelo exige que os empresários reorganizem seus fluxos financeiros. “Quando o imposto deixa de passar pelo caixa da empresa, o empreendedor precisa redesenhar seu capital de giro, ou corre o risco de ver a operação travar.”

Um levantamento do Portal Contábeis mostra que companhias do setor de serviços podem sofrer redução média de até 19,2% no faturamento líquido se não houver adaptação. A retenção automática de tributos deve atingir com mais intensidade áreas que operam com baixa margem de lucro e alta dependência de fluxo de caixa, como varejo, e-commerce e serviços profissionais.

Para o vice-presidente do SERAC, o primeiro passo é antecipar o impacto. “As empresas precisam simular cenários considerando a redução de liquidez e projetar se o caixa líquido cobre as despesas operacionais. Sem esse controle, o risco é comprometer a entrega e o crescimento”, aponta.

O modelo também exigirá que sistemas de gestão, notas fiscais e meios de pagamento sejam integrados aos bancos e às plataformas de arrecadação, o que demandará investimento tecnológico. Martins destaca que a adequação não deve ser deixada para a última hora. “Adaptar a operação agora evita que o imposto se torne o gargalo do crescimento amanhã.”

A partir de 2026, o governo deve iniciar a fase de testes do sistema com adesão progressiva, e a obrigatoriedade plena está prevista para 2027. Especialistas apontam que empresas com operações nacionais, principalmente no comércio eletrônico, devem priorizar o mapeamento de processos fiscais e o treinamento das equipes.

Jhonny Martins alerta ainda para os impactos contratuais e operacionais. “Empresas que vendem parcelado ou trabalham com antecipação de recebíveis precisam revisar contratos e margens. O repasse imediato do imposto muda o ritmo do caixa e, consequentemente, as condições de negociação com fornecedores.”

Entre as medidas preventivas recomendadas estão a revisão de contratos, o fortalecimento de reservas de capital de giro, a integração de sistemas e o treinamento das equipes fiscal e financeira. “O Split Payment traz mais previsibilidade para o fisco, mas também exige maturidade financeira das empresas. Quem se preparar agora vai atravessar essa transição com vantagem competitiva”, conclui Jhonny Martins.

A reforma tributária cria um ambiente de maior transparência e simplificação fiscal, mas impõe ao setor privado o desafio de adaptação operacional. O alerta dos especialistas é claro, entender o impacto e agir preventivamente será essencial para manter a estabilidade financeira e a eficiência empresarial no novo modelo tributário.

A seguir, um check list objetivo com as principais ações para mitigar riscos e garantir conformidade no novo cenário tributário:

  1. Diagnóstico do fluxo de caixaMapear todas as entradas e saídas, simulando o impacto da retenção automática de tributos. Avaliar quanto o caixa líquido suportaria sem os valores que hoje ficam temporariamente disponíveis até o pagamento dos impostos.
  2. Revisão de contratos e margens de lucroReavaliar contratos com clientes e fornecedores, prevendo cláusulas de repasse de tributos e ajustes nos prazos de pagamento. Rever margens para compensar a redução da liquidez e evitar desequilíbrios financeiros.
  3. Adequação tecnológicaIntegrar sistemas de gestão (ERP), emissão de notas fiscais eletrônicas e plataformas de pagamento com bancos e entes fiscais. O Split Payment exigirá comunicação direta e automática entre sistemas financeiros e contábeis.
  4. Planejamento de capital de giroReforçar o caixa e revisar a política de crédito. Empresas que dependem de adiantamentos ou trabalham com prazos longos de recebimento devem buscar novas fontes de financiamento para cobrir a diferença gerada pela retenção imediata.
  5. Capacitação da equipe fiscal e financeiraTreinar profissionais para compreender o funcionamento do Split Payment, a contabilização do imposto separado e as mudanças no fluxo de apuração. A atualização constante será essencial para evitar erros e penalidades.
  6. Revisão dos preços e estratégias comerciaisAvaliar se será necessário reajustar preços ou alterar a estratégia de vendas para compensar o impacto do novo regime tributário. Empresas de serviços e varejo devem realizar simulações por produto ou segmento.
  7. Testes de integração e compliance tributárioRealizar testes com as novas plataformas e sistemas de pagamento para garantir que os valores dos tributos sejam repassados corretamente. Validar o cruzamento de informações com o fisco e corrigir falhas antes da obrigatoriedade.
  8. Monitoramento das regulamentações complementaresAcompanhar as normas que ainda serão publicadas pelo Comitê Gestor do IBS e pela Receita Federal, que definirão detalhes operacionais, alíquotas e cronograma de adesão progressiva.
  9. Comunicação com parceiros e clientesExplicar as mudanças operacionais que poderão afetar prazos, valores e formas de pagamento. A transparência na transição é fundamental para manter relações comerciais estáveis.
  10. Consultoria contábil e estratégicaBuscar apoio de especialistas em contabilidade e gestão tributária para alinhar processos, atualizar sistemas e planejar o impacto no orçamento de médio e longo prazo.

Segundo Jhonny Martins, o Split Payment representa um divisor de águas na gestão financeira das empresas. “Quem se antecipar à mudança estará um passo à frente. O empresário que entender o novo modelo como oportunidade, e não apenas como obrigação, vai fortalecer a operação e garantir sustentabilidade no pós-reforma.”

O modelo deve começar a operar em fase piloto em 2026, com expansão gradual até 2032. As empresas que iniciarem a adaptação desde já estarão mais preparadas para enfrentar os desafios de liquidez e competitividade do novo sistema tributário.

Pequenas e médias empresas impulsionam vendas no 11/11 e aquecem o e-commerce para a Black Friday

As pequenas e médias empresas que operam no modelo de venda direta ao consumidor (D2C – direct to consumer) faturaram R$30 milhões no 11/11, crescimento de 36% comparado a 2024. O levantamento é da Nuvemshop, maior plataforma de e-commerce do Brasil e da América Latina. Com ofertas inteligentes, frete facilitado e foco em performance, o 11/11 se consolidou como o esquenta positivo da Black Friday, acelerando a demanda e preparando o terreno para os descontos mais agressivos de fim de mês.

Ao longo das 24 horas de campanha, foram realizados 112 mil pedidos, um crescimento de 39% em relação ao ano passado. Reafirmando a força do D2C em nichos de mercado, os segmentos com melhor desempenho foram Moda, líder com R$13 milhões, seguido por Saúde & Beleza R$3,5 milhões, Acessórios R$2 milhões e Casa & Jardim R$2 milhões. 

O estudo considerou as vendas realizadas exclusivamente no dia 11 de novembro de 2024 e 2025, com base nos lojistas brasileiros que utilizam a Nuvemshop.

Freshworks lança recursos com IA para elevar a experiência do colaborador e transformar a complexidade em crescimento

Freshworks Inc. (NASDAQ: FRSH) anunciou hoje, durante seu evento anual Refresh, novas funcionalidades em sua plataforma de gestão de TI com IA, o Freshservice, que tornam mais fácil para as equipes resolver problemas com mais agilidade, prevenir falhas antecipadamente e identificar proativamente os fatores que impulsionam o desempenho.

As atualizações utilizam inteligência artificial e automação para enfrentar um desafio crítico enfrentado pelos times de TI: ferramentas fragmentadas e processos manuais repetitivos que alimentam a complexidade e consomem tempo, energia e oportunidades de crescimento dos negócios.

O lançamento inclui aprimoramentos no Freshservice e no Freddy AI, que elevam o padrão da experiência do colaborador (EX) e da entrega de serviços. Os Freddy AI Agents aprimorados tornam o autoatendimento mais simples, enquanto as integrações com plataformas populares de experiência digital do colaborador (DEX) fornecem insights em tempo real sobre a integridade dos dispositivos, possibilitando ações preventivas proativas.

Quando um chamado é aberto, o roteamento inteligente com IA do Freshservice garante que ele chegue instantaneamente à equipe correta, acelerando a resolução e aprimorando a experiência dos funcionários. O Freddy AI Insights agora oferece aos líderes de TI insights conversacionais, uma forma simples de fazer perguntas e visualizar padrões complexos de serviço para identificar rapidamente as causas raiz dos problemas.

O novo Relatório sobre o Custo da Complexidade, da Freshworks, revela uma crise silenciosa: quase 20% dos líderes de TI afirmam ter enfrentado esgotamento ou perda de talentos em suas equipes devido à complexidade dos softwares, e 29% dos funcionários citam perda de produtividade causada por ferramentas sobrecarregadas e canais fragmentados. O software corporativo foi identificado como o principal fator gerador da complexidade organizacional.

“A missão do CIO é clara: impulsionar o crescimento do negócio e liderar o ritmo da transformação — não apenas manter os sistemas funcionando. Ainda assim, a maioria das equipes está presa combatendo a complexidade, o que leva a processos fragmentados e práticas reativas”, disse Srini Raghavan, Chief Product Officer da Freshworks. “O Freshservice incorpora proativamente recursos baseados em IA no próprio tecido da entrega de serviços, adicionando mais inteligência para manter funcionários e empresas em movimento.”

As novas capacidades do Freshservice permitem que as empresas:

– Previnam problemas antes que impactem os colaboradores

As integrações DEX com Riverbed Aternity e ControlUp ajudam a detectar e resolver problemas de endpoint antes que os funcionários os percebam, exibindo dados de telemetria de dispositivos e aplicativos em tempo real diretamente nos chamados de TI, fornecendo visibilidade imediata sobre a integridade e o desempenho dos sistemas.

Os agentes economizam tempo com autorremediação automática e contam com registros de auditoria mais detalhados. O roteamento inteligente com IA direciona os chamados para a equipe certa com base na disponibilidade, nas habilidades e na carga de trabalho, garantindo uma resolução mais eficiente.

Por exemplo, se o laptop de um colaborador ficar lento devido a uma atualização em segundo plano, a solução DEX pode detectar o alto uso de recursos e anexar automaticamente ao chamado informações de telemetria do dispositivo — como CPU, memória e processos ativos. As equipes de TI podem identificar a causa e resolver o problema remotamente, sem depender do retorno do colaborador nem de acesso remoto. Em casos mais complexos, o roteamento inteligente identifica a equipe adequada para solucionar o incidente.

– Transformem a forma como os colaboradores buscam, solicitam e recebem ajuda

Os Freddy AI Agents aprimorados agora conseguem buscar dados no Google Drive para oferecer respostas mais completas, processar imagens em chamados (como capturas de tela de erros) e integrar-se perfeitamente a portais de serviço e a aplicativos amplamente utilizados pelos colaboradores, como o Microsoft 365 Copilot, permitindo a resolução de problemas sem interromper o fluxo de trabalho.

A Porsche eBike Performance se beneficia das capacidades conversacionais com IA do Freshservice para oferecer um suporte de TI inteligente e centrado no usuário. Com a base de conhecimento multilíngue da plataforma, os usuários têm acesso imediato a artigos úteis em seu idioma preferido, economizando tempo e melhorando a experiência geral.

– Identifiquem padrões de serviço com mais facilidade por meio de visualizações de dados sob demanda

Freddy AI Insights agora permite transformar análises complexas em insights conversacionais e visualizações acessíveis — facilitando a identificação de lacunas, a correlação de desempenho e o reconhecimento de fatores de crescimento.

A Fox Communities Credit Union utiliza o Freddy AI Insights e o recurso Ticket Suggester, que classificam e marcam automaticamente os chamados, aumentando significativamente a eficiência de TI e escalando o suporte de forma eficaz — atingindo uma taxa de resolução no primeiro contato de 96%.

O Freshservice foi nomeado “Strong Performer” e recebeu avaliações acima da média dos clientes no relatório The Forrester Wave™: Enterprise Service Management Platforms, Q4 2025.

A plataforma recebeu as pontuações máximas nos critérios de “Gestão de Ativos e Configuração com Descoberta”, “Fluxo de Trabalho e Gestão de Tarefas”, “Portal de Autoatendimento, Catálogo e Gestão de Solicitações” e “Flexibilidade e Transparência de Preços”.

O relatório destacou que “os clientes elogiaram a Freshworks por sua facilidade de uso, design intuitivo e robustas capacidades de API. Os pontos fortes incluem gestão proativa de alertas, insights baseados em IA e excelente atendimento ao cliente.”

A Tata Consumer Products obteve tempos de resolução mais rápidos com o Freshservice e o Freddy AI Copilot, que permitiram à equipe de TI gerenciar incidentes com mais eficiência, eliminando 40 minutos de registro de incidentes e reduzindo o volume total de respostas em 73%.

Vendas da Giuliana Flores crescem 50% em datas comemorativas

A Giuliana Flores registra um aumento médio de 50% nas vendas durante as principais datas comemorativas em relação aos meses regulares. Nos últimos anos, ocasiões como o Dia das Mães, o Dia da Mulher e o Valentine’s Day se consolidaram entre as mais fortes do calendário para a marca. O resultado reflete o fortalecimento do consumo afetivo no ambiente digital e a ampliação do hábito de presentear flores, um movimento que tem ganhado força inclusive entre os consumidores mais jovens, especialmente da Geração Z, e que reforça o protagonismo da empresa no mercado.

O Dia das Mães, celebrado em maio, ocupa uma posição de destaque. A data é a mais representativa para a marca, superando até o Natal, tradicionalmente o período mais forte do varejo. Em média, o mês das mães registra um volume de vendas 15% superior ao das demais datas comemorativas, consolidando-se como o principal momento do ano para o e-commerce.

Entre os produtos mais procurados estão os buquês, que representam 40% das vendas, seguidos pelos buquês acompanhados de complementos com 30%, e pelas cestas especiais, responsáveis por 20% do volume comercializado. A empresa oferece um portfólio diversificado, que inclui livros, cestas de café da manhã, chocolates e diversos itens, totalizando mais de 10 mil produtos disponíveis no site.

O comportamento de compra dos consumidores varia conforme o dia da semana em que cada data comemorativa ocorre e as campanhas em andamento. Embora muitos clientes se antecipem, uma parcela significativa deixa para adquirir os presentes na última hora, um desafio que exige agilidade logística e capacidade de atendimento em larga escala. Nesse contexto, promoções e cupons desempenham um papel estratégico, especialmente em períodos sazonais. Essas ações funcionam como gatilhos de consumo, estimulando a compra de presentes afetivos e compartilhados, e contribuindo para ampliar o volume de pedidos nas semanas que antecedem as principais comemorações.

As datas comemorativas respondem por cerca de 12% do faturamento anual da companhia. Em 2025, a empresa projeta superar 800 mil entregas e ampliar sua presença em novas cidades do país, fortalecendo parcerias com marcas de diferentes segmentos e expandindo o clube de assinatura. Com 65% de market share no Brasil, a empresa segue investindo na expansão de lojas físicas e franquias, modelo lançado durante a ABF deste ano, e na eficiência logística garantida por seu centro de distribuição de 6 mil m² em São Caetano do Sul (SP), capaz de atender 85% dos pedidos em até uma hora.

“As datas especiais têm um papel essencial para nós, não apenas pelo aumento nas vendas, mas pelo que representam. As flores continuam sendo um dos gestos mais genuínos de afeto e conexão entre as pessoas. É gratificante ver que, mesmo com as transformações do consumo, esse símbolo de carinho permanece atual e significativo para diferentes gerações”, afirma Clóvis Souza, fundador e CEO da Giuliana Flores.

Segurança Cibernética: solução contra contra prejuízos milionários para varejistas na Black Friday

A Black Friday se consolida como o pico de vendas do varejo brasileiro, com R$4,5 bilhões movimentados na última edição, segundo a Confi.Neotrust. No entanto, este crescimento massivo em transações transforma o período em alvo principal para criminosos cibernéticos, elevando exponencialmente o risco de ataques.

Segundo relatório da Check Point Software, houve um aumento global de 21% nos ataques cibernéticos, e o Brasil registrou quase 3 mil incidentes semanais por organização. “Estes números disparam um alerta vermelho. O aumento no volume de transações eleva a exposição a ameaças sofisticadas que visam o lucro rápido e o caos operacional. A segurança é um investimento que protege a receita gerada na principal data de vendas do ano”, explica Thiago Tanaka, diretor de Cibersegurança da TIVIT.

Um dos mais recorrentes é o ataque de negação de serviço distribuído (DDoS), em que criminosos inundam os servidores do e-commerce com um volume massivo e artificial de tráfego, derrubando o site e comprometendo as vendas. Basta um minuto de inatividade durante o pico do evento para gerar perdas altíssimas em receita. Essa modalidade tem se tornado ainda mais perigosa com o surgimento de ataques híbridos, que combinam o DDoS com tentativas de extorsão, conhecidos como ransom DDoS.

Outro vetor crescente é o phishing e a falsificação de sites (brand hijacking), em que criminosos criam páginas falsas idênticas a lojas conhecidas ou enviam comunicações fraudulentas, como e-mails, SMS e mensagens em redes sociais, com o objetivo de roubar dados de cartões e credenciais de clientes. Além do roubo direto de informações, esses ataques geram um forte dano à reputação das marcas, que acabam arcando com o custo das fraudes cometidas em seu nome. 

Os ataques de ransomware e aà cadeia de suprimentos também representam uma ameaça significativa. Nesse tipo de incidente, os sistemas críticos da varejista, como os de estoque, logística e pagamento, são criptografados, paralisando completamente a operação. Muitas vezes, os fornecedores também são afetados, o que compromete a capacidade de entrega e amplia o impacto. Os prejuízos podem ser milionários, especialmente diante do tempo de inatividade e do risco de vazamento de dados.

Por fim, há o aumento das fraudes de pagamento e do carding, impulsionadas pelo alto volume de transações. Nesse contexto, disparam as tentativas de uso de cartões clonados ou roubados, além da prática de chargebacks fraudulentos, quando o pagamento é estornado de forma indevida. Essas ações resultam em perdas financeiras diretas e elevam os custos operacionais das empresas.

“Investir em monitoramento de marca digital, campanhas de conscientização para consumidores e adoção de medidas preventivas, como backups imutáveis e segmentação de rede, é fundamental para mitigar riscos e garantir a continuidade das operações. Além disso, a integração entre sistemas antifraude e inteligência de ameaças aprimora a detecção de transações suspeitas em tempo real, reduz falsos positivos e fortalece a proteção financeira das empresas”, afirma Tanaka.

Nesse contexto, a companhia reforça que o Threat Intelligence tem se mostrado um aliado estratégico para o varejo ao transformar dados brutos em conhecimento acionável capaz de antecipar e neutralizar ameaças antes que elas causem impacto real. Uma das principais aplicações está na antecipação de ataques DDoS, por meio do monitoramento contínuo de fóruns e canais na Deep e Dark Web, onde grupos criminosos costumam se organizar e anunciar planos de ataque. 

Outra frente importante é a prática conhecida como brand protection, que realiza varreduras constantes na internet para identificar lojas virtuais fraudulentas que se passam por marcas legítimas, tomando medidas imediatas para removê-las do ar.

A tecnologia também contribui para a identificação de vulnerabilidades específicas, fornecendo informações sobre as Táticas, Técnicas e Procedimentos (TTPs) mais recentes utilizados por cibercriminosos. Com esses dados, as equipes de segurança conseguem aplicar correções, atualizar sistemas e ajustar configurações de firewall para bloquear tentativas de exploração de falhas recém-descobertas.

Por fim, atua no aprimoramento do monitoramento de fraudes, integrando-se aos sistemas antifraude e fornecendo listas atualizadas de IPs maliciosos, credenciais vazadas e padrões de ataque em tempo real. Essa integração torna a detecção de transações fraudulentas mais precisa, reduzindo falsos positivos, prevenindo perdas e fortalecendo a proteção das operações financeiras do varejo.

“A confiança é o maior ativo de uma empresa no ambiente digital. Mais do que evitar prejuízos financeiros, garantir uma experiência de compra segura é o que consolida a reputação e sustenta o crescimento no longo prazo. A TIVIT atua lado a lado dos clientes nessa jornada, oferecendo inteligência, tecnologia e estratégia para fortalecer defesas e antecipar ameaças, especialmente em momentos críticos como a Black Friday”, finaliza Tanaka.

11.11 foi o maior dia de vendas da história do Mercado Livre

O Mercado Livre registrou um novo recorde histórico no 11.11, que se consolidou como o maior dia de vendas da história da empresa. As vendas superaram o desempenho da sexta-feira da Black Friday de 2024 na plataforma, refletindo o ritmo acelerado de digitalização do consumo e a força do ecossistema do Mercado Livre no país.

O volume de acessos ao marketplace cresceu 56% em relação ao mesmo dia do ano passado, impulsionado pela consolidação das datas duplas no calendário do varejo do Brasil. As categorias que mais cresceram na data foram Moda & Beleza, Tecnologia e Casa & Decoração. E entre os itens mais buscados pelos brasileiros ontem, estão: árvore de Natal, air fryer, tênis, celular e videogame.

Segundo Cesar Hiraoka, diretor sênior de Marketing do Mercado Livre, o resultado é um indicativo do potencial do varejo digital neste final de ano: “O 11.11 reforça o engajamento e a confiança dos brasileiros na nossa plataforma. Batemos o recorde histórico de vendas em um único dia e isso nos mostra que o consumidor está cada vez mais atento às oportunidades e vantagens que o Mercado Livre oferece”.

Apesar do novo marco, o executivo destaca que a Black Friday segue sendo a principal data do calendário promocional da empresa e deve ter resultados inéditos em 2025. “Estamos investindo R$100 milhões em cupons nessa Black Friday, um crescimento de 150% em relação ao ano passado. Além disso, iremos oferecer 24x sem juros com cartão Mercado Pago e frete grátis a partir de R$19. Será uma Black Friday histórica, com ainda mais descontos, conveniência e entrega rápida em todo o país”.

O desempenho do 11.11 também reflete o comportamento do consumidor identificado na pesquisa “Panorama de Consumo”, que contou com mais de 42 mil respondentes e foi realizada pelo Mercado Livre e Mercado Pago. Segundo o estudo, 81% dos brasileiros planejam suas compras com antecedência, e 76% consideram o uso de cupons um fator decisivo na hora da compra – dados que reforçam o papel das ofertas e da conveniência na experiência de consumo durante a temporada promocional.

WhatsApp e RME se unem para impulsionar negócios liderados por mulheres em ativação na Avenida Paulista

O WhatsApp Business e a Rede Mulher Empreendedora (RME) se unem na “Digital Store”, instalação interativa que acontece nos dias 14, 15 e 16 de novembro, no Shopping Cidade São Paulo, na Avenida Paulista. A ação faz parte da campanha nacional “WhatsApp é Muito + Negócio”, que reforça o posicionamento do app como parceiro ideal de empresas de todos os tamanhos e tem como objetivo acelerar a preparação digital das empresas para a Temporada de Compras – que tem início na Black Friday e vai até o Natal-, mostrando, de forma prática, imersiva e didática, como o aplicativo se tornou uma das principais ferramentas de crescimento para empreendedores brasileiros.

A RME, primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, assina a curadoria nacional de negócios com propósito da iniciativa. Foram selecionadas 30 empreendedoras de diferentes regiões do país, integrantes da comunidade RME, que representam a diversidade e o impacto social do empreendedorismo feminino no Brasil.

Durante os três dias de evento, o público poderá vivenciar uma experiência sensorial e digital que mostra como o WhatsApp Business vai além das mensagens, funcionando como uma vitrine virtual, com catálogo de produtos, perfil profissional e integração com anúncios de clique para o WhatsApp. Em um ambiente cercado por telas imersivas, os visitantes poderão interagir com perfis reais de empresas e conhecer seus produtos e histórias empreendedoras.

A curadoria da RME dá destaque a negócios que geram transformação social, inclusão e representatividade. “O empreendedorismo feminino é uma força real de transformação no país. Estar ao lado do WhatsApp em uma ação que valoriza histórias e negócios de mulheres que geram impacto em suas comunidades é muito potente. É uma ferramenta que ajuda a democratizar o acesso a oportunidades e as empreendedoras a vender mais de forma simples e direta. Muitas dessas mulheres conseguem gerir seus negócios, atender clientes e expandir suas vendas pelo celular, o que mostra o quanto a tecnologia pode ser aliada da inclusão produtiva e do crescimento econômico”, afirma Ana Fontes, empreendedora social, CEO e fundadora da Rede Mulher Empreendedora.

Para Nathália Tercero, Diretora de Marketing de Negócios da Meta para a América Latina, o WhatsApp ocupa um papel como precursor e mediador na jornada de transformação digital das PMEs. “O WhatsApp Business mudou a maneira como as PMEs operam no Brasil, facilitando a comunicação, democratizando o acesso ao mercado e incentivando a inovação. Seu poder de escala fortalece as PMEs e contribui para a ampliação da economia digital no país. Queremos gerar uma nova jornada de educação e digitalização dessas empresas, levando as melhores práticas do WhatsApp como um canal de negócios. Também estamos focados em consolidar o WhatsApp Business App como porta de entrada para empreendedores no ambiente digital, para acelerar o crescimento dessas PMEs”.

Serviço

Local: Shopping Cidade São Paulo – Av. Paulista, 1230

Datas: 14, 15 e 16 de novembro

Horários: Sexta e sábado, das 11h às 22h | Domingo, das 10h às 18h

Pix acelera automação financeira no B2B com foco em recorrência e integração

O Pix movimentou R$ 26,4 trilhões ao longo de 2024, com crescimento de 54% em relação ao ano anterior, segundo dados do Banco Central. A nova funcionalidade de autorizações automáticas de débito, o Pix Automático, que entra em vigor em 16 de junho de 2025, torna-se peça central para empresas que buscam automatizar pagamentos recorrentes e melhorar a gestão do fluxo de caixa.

Luis Molla Veloso, especialista em Embedded Finance e integração de serviços financeiros em jornadas digitais, o Pix está se consolidando como um dos principais instrumentos de eficiência financeira no ambiente corporativo. “A solução elimina barreiras que afastavam empresas da cobrança recorrente com liquidação instantânea e autorizações múltiplas”, afirma.

No setor B2B, apesar do avanço, o boleto bancário ainda é o meio de pagamento mais utilizado, representando mais da metade das operações entre empresas. O Pix, porém, ganha espaço de forma consistente, impulsionado pela facilidade de integração a sistemas de gestão financeira e pela redução de custos operacionais. O Banco Central reconhece que o ambiente corporativo ainda precisa evoluir para adoção plena das funcionalidades do sistema instantâneo, mas avalia que a tendência é de crescimento acelerado nos próximos anos.

Para aproveitar o momento, especialistas indicam que as empresas adotem medidas como integrar o Pix aos sistemas de gestão (ERP) e conciliação automática, mapear os serviços com maior potencial de retorno e implantar fluxos de autorização e auditoria para garantir segurança e rastreabilidade. A liquidação imediata permite melhor previsibilidade de caixa e reduz o tempo de recebimento, o que se reflete diretamente na eficiência financeira.

Em 2024, o Pix registrou 63,8 bilhões de transações, um aumento de 52% em relação a 2023, segundo dados do Banco Central e da Febraban. Embora ainda não haja dados públicos consolidados sobre o volume específico de transações entre empresas, estimativas do mercado apontam que o segmento corporativo já representa cerca de um terço do total das operações realizadas no sistema.

A chegada do Pix Automático, somada às melhorias na infraestrutura do sistema de pagamentos instantâneos, promete acelerar a automação de processos no B2B. Ao reduzir a dependência de boletos e transferências manuais, o modelo abre espaço para que as companhias adotem soluções financeiras mais integradas e baseadas em dados.

Para Luis Molla Veloso, a transformação vai além da digitalização de pagamentos. “Automatizar é apenas o primeiro passo. O verdadeiro ganho está em usar os dados gerados pelas transações para entender o comportamento de clientes e fornecedores e tomar decisões financeiras mais inteligentes”, conclui o especialista.

Com o avanço da automação e o fortalecimento da infraestrutura digital, o Pix se consolida como um dos pilares da modernização das finanças corporativas, aproximando o setor empresarial de uma gestão mais ágil, eficiente e baseada em informação.

Compra Rápida ultrapassa R$ 1 bilhão em run rate de volume transacionado com mais de 150 marcas no portfólio

Compra Rápida, plataforma de automação de compras com um clique, ultrapassou a marca de R$1 bilhão em ‘run rate’ de volume transacionado, consolidando-se como uma das principais soluções de performance para o varejo digital. O avanço da Compra Rápida acompanha a demanda do varejo por tecnologia capaz de reduzir fricção no checkout e ampliar a conversão. Em 2025, a empresa que atende Sidewalk, Ikesaki e Guess, cresceu 8 vezes e alcançou mais de 150 marcas, entre elas Pandora e Santa Lolla, e mira quintuplicar o seu crescimento em 2026.

Segundo Mário Marcoccia, CEO da Compra Rápida, o marco representa um momento de maturidade e expansão consistente. “Ter parceiros que acreditam na nossa proposta e confiam na tecnologia que entregamos é essencial para um crescimento saudável e sustentável. Cada marca que entra para o nosso portfólio reforça o propósito de tornar a experiência de compra mais simples, rápida e eficiente, gerando valor real para o varejo e para o consumidor”, afirma. Esse fortalecimento do portfólio, aliado ao desempenho das marcas parceiras, ajuda a explicar a aceleração do negócio.

Esse movimento ocorre em um mercado que também vive um ciclo de expansão. Em meio ao aumento das vendas digitais, a busca por eficiência e por jornadas mais fluidas tornou-se prioridade para os varejistas. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o faturamento do e-commerce deve atingir R$224,7 bilhões em 2025, crescimento estimado de 10% em relação a 2024. Esse contexto reforça a necessidade de soluções especializadas em conversão, foco que acompanha a estratégia da Compra Rápida desde sua fundação.

A plataforma surgiu justamente para atacar esse gargalo, eliminando barreiras típicas do checkout tradicional e permitindo compras com um clique e integração com canais como WhatsApp e marketplaces. Com uma jornada mais curta e personalizável, os parceiros registram em média aumento de 14% na conversão e 8% mais aprovações de pagamento, além de um checkout até 50 segundos mais rápido do que os modelos convencionais — efeito direto da redução de atrito no momento decisivo da compra.

Na prática, o ganho aparece nos resultados das marcas. A Sidewalk, por exemplo, registrou aumento de 21,1% na taxa de conversão após a implementação do checkout, impulsionado pela redução no tempo de finalização e pela personalização do fluxo de pagamento. Na Ikesaki, os números foram ainda mais expressivos: 36,9% de aumento de conversão, 8,4% mais aprovações via PIX e ROI de 36,7 vezes com o uso do checkout headless.

A presença da plataforma em grandes operações também se estende ao cenário internacional. A Guess, marca global de moda, utiliza a solução para reforçar sua estratégia omnicanal e otimizar a experiência de compra digital, alinhada a um modelo que prioriza agilidade e experiência.

Esse ritmo de adoção continua com a entrada de Max Titanium que amplia a presença da Compra Rápida em diferentes verticais do varejo. A diversidade do portfólio reforça a adaptabilidade da tecnologia e mostra que a melhora na experiência de checkout impacta resultados independentemente do segmento.

“O varejo brasileiro está em transformação constante, assim como os consumidores, e cabe às empresas buscarem cada vez mais eficiência e personalização na experiência de compra. Otimizar a jornada do cliente se tornou indispensável, e é nesse contexto que nossa missão de ser o parceiro tecnológico que traduz essa mudança em resultados tangíveis se fortalece, mostrando que o checkout pode ser muito mais do que o fim da jornada: ele é o ponto de virada para o crescimento das vendas e para a fidelização de clientes”, afirma Mario Marcoccia, CEO e cofundador da Compra Rápida.