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Social Digital Commerce lança Click-to-Growth e apresenta meio de pagamento próprio para escalar vendas com margem

Social Digital Commerce, empresa especialista em Digital Commerce, anuncia ao mercado seu novo posicionamento de marca com a metodologia proprietária Click-to-Growth, que integra Digital, Varejo e Expansão em um único ecossistema para acelerar o crescimento de clientes com previsibilidade e margem. Registrando crescimento sete vezes maior do que o registrado nos últimos dois anos, a empresa soma mais de sete milhões de pedidos entregues, sete centros de distribuição no Brasil, EUA e Europa e mais de 70 mil m² de armazenagem, operando com um índice de pontualidade de entregas (OTD – On-Time Delivery, em inglês) de 95% e entregas realizadas no mesmo dia da compra (D+0) em 90% dos casos. A operação é monitorada por business intelligence (BI) com mais de 180 indicadores em tempo real, garantindo decisões orientadas a dados e foco em performance.

Recentemente, a companhia recebeu investimento da Ventoá, gestora que estreia no mercado com R$ 300 milhões em ativos sob gestão, segundo a própria companhia, o que reforça a estrutura de crescimento da Social e acelera a expansão internacional.

“A Social Digital Commerce está há oito anos no mercado e, neste período, somamos mais de 100 clientes e mais de 7 milhões de pedidos entregues desde a nossa fundação. Com estes números, identificamos que era o momento de nos posicionarmos não apenas como uma empresa de full digital commerce, mas como uma operadora de crescimento, gerando mais agilidade no retorno para nossos clientes”, destaca Ricardo Onofre, Co-fundador e CEO da companhia.

Integração no Digital, Varejo e operações internacionais

O novo posicionamento da Social adota o termo proprietário Click-to-Growth que utiliza como metodologia de referência a integração entre o Digital, que conecta e opera e-commerce e marketplaces, integrando meios de pagamentos, logística, mídia, gestão de relacionamento com o cliente (CRM) e experiência do cliente (CX), com inteligência de negócios (BI) em tempo real e otimização da taxa de conversão (CRO), garantindo mais conversão, menor custo de aquisição de clientes (CAC) e menor custo por pedido, garantindo todo suporte ao cliente do pré e pós-clique; o Varejo, responsável por estruturar e gerenciar pop-ups, lojas-conceito e eventos conectados ao e-commerce/CRM e estoque, com mais presença de marca, geração de leads qualificados e novos canais de receita omnicanal; e a Expansão, um dos diferenciais da Social, que desenvolve produtos na China com equipe local, fábricas auditadas e qualidade assegurada, cuidando de documentação técnica e regulatória, processos aduaneiros e compliance para importação ao Brasil, com hubs neste país, além de EUA e Europa para distribuição e presença internacional. Resultado: entrada rápida, previsibilidade e cobertura global.

“O mercado busca não apenas um fornecedor, mas um parceiro de negócios, e o trabalho da Social exemplifica bem este modelo, com início antes do clique e vai além do pós. Acreditamos que, neste estágio, o clique sem estratégia não tem valor, uma vez que ele é quem gera a recompra e fideliza o consumidor. Portanto, oferecemos uma equipe para atuar na experiência do cliente (CX), que esclarece todas as dúvidas do cliente, estará focada em ações eficientes de marketing e realizará todo o trabalho de retenção e fidelização do cliente”, explica Diogo Olher, Co-fundador e VP da empresa.

Novo posicionamento oferece atendimento para cada cliente

Junto com o novo posicionamento, a Social trará um Squad Growth, time de especialistas com olhar estratégico para o negócio de cada cliente, com foco em oferecer suporte para bater as vendas em GMV, margem e conversão. O atendimento será dedicado, e o cliente poderá optar qual composição se adequa ao perfil da sua marca.

“O Squad Growth da Social chega ao mercado para assumir o papel de voz do cliente dentro da companhia. Nosso time irá atuar como um atendimento ao cliente (CS – Customer Success, em inglês), auxiliando no retorno de algumas demandas com mais agilidade. Outra vantagem é que o cliente poderá optar pelo serviço de acordo com sua necessidade. Dessa maneira, ele consegue seguir apenas com a operação, ou com a operação com estratégia”, destaca Diogo.

A composição do Squad Growth contará com um gerente Key Account, que irá liderar a execução dos planos, metas e ritos, garantindo SLAs e priorização, unindo estratégia e execução; uma equipe dedicada de Marketplace, responsável pelo cadastro, pricing, campanhas, reputação do seller e expansão de canais; uma equipe dedicada de e-commerce, que ficará à frente da organização da vitrine, do catálogo, da mensuração da experiência do usuário, das promoções, do SEO e da conversão; e um assistente para atender chamados, responsável pela esteira de tickets e resoluções rápidas do pós-venda, SAC e questões operacionais.

Empresa apresenta para o mercado o Social Vault, seu novo meio de pagamento

Para complementar o novo posicionamento, a Social lança uma solução de pagamento com sistema antifraude e split automático, desenvolvida para oferecer mais transparência e segurança aos clientes. O Social Vault chega ao mercado como o motor financeiro do método Click-to-Growth, garantindo maior controle sobre os recebíveis. O novo produto assegura confiança nos repasses dentro do prazo, possibilidade de antecipação com taxas de mercado, visibilidade total dos valores a receber e fechamento automatizado, mais rápido e seguro, eliminando erros manuais.

“O Social Vault nasce dentro da metodologia Click-to-Growth, não sendo apenas um gateway, mas como uma forma de pagamento a serviço do crescimento, que garante, segurança, flexibilidade e garantia dos recebíveis, sem surpresas. Atualmente, a loja online consegue ter visibilidade do recebível apenas após o faturamento do mês. Mas, com o nosso meio de pagamento, é possível acompanhar toda a movimentação e melhor: poderá fazer uma antecipação do recebível, tendo assim uma previsibilidade dos valores”, explica Nicolas Fernandes Nascimento, CSO da Social Digital Commerce.

Checklist de fotos de produto para o Natal: o que revisar para não perder vendas no período mais competitivo do e-commerce

Com a proximidade do Natal, marcas de e-commerce aceleram a finalização de campanhas, mas um fator segue sendo decisivo, e frequentemente subestimado: a qualidade das imagens de produto. Em um ambiente em que o consumidor não pode tocar, experimentar ou testar o item, a fotografia se tornou o principal gatilho de confiança. 

Segundo dados de grandes marketplaces, mais de 85% dos consumidores afirmam que as fotos são o fator mais importante na decisão de compra online, à frente de descrições, avaliações e até do preço. Para responder a esse cenário, a equipe da Photoroom desenvolveu um checklist prático com os principais pontos que marcas devem revisar nas imagens dos seus produtos antes do pico de vendas de dezembro. 

Nesse contexto, alguns pontos se tornaram críticos para marcas que desejam disputar atenção e conversão no período mais competitivo do ano. 

“O consumidor decide em poucos segundos. Se a imagem não for clara, honesta e tecnicamente bem executada, ela deixa de ajudar e passa a atrapalhar a venda”, afirma Larissa Morimoto, Growth Manager da Photoroom. 

Os 7 pontos que marcas precisam revisar antes do pico de vendas 

  1. Padronização visual entre todos os produtos

Manter o padrão de enquadramento, fundo e temperatura de cor em todo o catálogo transmite organização, profissionalismo e fortalece a identidade visual da marca. Quando cada foto parece pertencer a um “universo” diferente, a confiança do consumidor é impactada negativamente. 

  1. Iluminação equilibrada e realista

A luz precisa revelar o produto com fidelidade. Sombras duras, áreas estouradas ou reflexos mal controlados prejudicam a leitura de textura, acabamento e detalhes. Imagens bem iluminadas reduzem dúvidas e aumentam a percepção de qualidade. 

  1. Quantidade mínima de ângulos por produto

Consumidores esperam ver o produto de diferentes perspectivas antes de comprar. O padrão mais eficiente inclui, no mínimo: 

  • Foto frontal 
  • Vista lateral 
  • Close em detalhes 
  • Imagem de uso ou contexto 

Em média, compradores buscam três a quatro imagens antes de tomar a decisão. 

  1. Uso estratégico de elementos natalinos

A ambientação sazonal contribui para o apelo emocional, especialmente para compras com foco em presente. Elementos natalinos funcionam melhor quando reforçam o contexto sem esconder o produto ou distorcer seu tamanho, cor ou funcionalidade. 

  1. Fidelidade de cores em todas as imagens

Diferenças de tonalidade entre fotos do mesmo produto aumentam a frustração do consumidor e elevam a taxa de devoluções. A cor exibida precisa ser consistente e o mais próxima possível do produto real. 

  1. Preparação das imagens para múltiplos canais

As fotos devem estar prontas para diferentes aplicações, como marketplaces, loja própria, anúncios pagos e redes sociais. Isso inclui proporção correta, recortes adequados e resolução compatível com cada plataforma. 

  1. Capacidade de escalar a produção sem perder qualidade

Com o volume de lançamentos e atualizações típico de dezembro, marcas que dependem apenas de processos manuais enfrentam gargalos. A automação via inteligência artificial já permite ajustes rápidos de iluminação, fundo e padronização visual em escala. 

“A imagem deixou de ser um simples complemento do texto e virou um ativo direto de receita. Quando ela é bem trabalhada, o consumidor sente que já entendeu o produto antes mesmo de ler qualquer informação”, complementa a executivo. 

Ferramentas de fotografia com inteligência artificial vêm substituindo processos tradicionais de estúdio ao automatizar correções de iluminação, criação de fundos e reconstrução de imagens em escala. Esse movimento tem reposicionado a fotografia de produto como uma etapa central da estratégia de conversão, e não mais apenas um item de produção de conteúdo. 

Plataformas como a Photoroom permitem que imagens feitas com smartphones sejam tratadas e transformadas em fotos de padrão estúdio em minutos.  

“O Natal é o momento em que a eficiência visual faz diferença direta no faturamento. Quando a marca entra em dezembro com imagens inconsistentes, ela já começa em desvantagem. Hoje, com IA, a marca não precisa mais escolher entre qualidade e velocidade. O checklist mostra exatamente onde estão os gargalos e como resolver isso de forma prática, sem travar a operação em pleno pico de vendas.”, finaliza Larissa. 

Vendas de fim de ano: 7 estratégias certeiras para turbinar sua loja virtual

Com a chegada das vendas de fim de ano focadas nas festas, como Natal e confraternizações, lojistas de e-commerce encaram a alta temporada do varejo online. Mas o segredo do sucesso não está apenas em promoções sazonais, e sim, em estratégias contínuas de otimização e relacionamento com o cliente ao longo de todo o ano.

Segundo o levantamento “Black Friday 2025 – A Black além do preço”, realizado pela MindMiners, 9 em cada 10 consumidores pesquisam antes de comprar. Além disso, 71% dos brasileiros pretendem gastar até R$ 1 mil, o que reforça um comportamento mais racional e planejado.

“As datas de final de ano, como Black Friday, Natal e as confraternizações de final de ano, são oportunidades únicas de conversão, mas os lojistas que limitam suas estratégias apenas a essas datas estão deixando dinheiro para trás nos outros 10 meses do ano”, alerta o especialista em vendas, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e CEO da Receita Previsível, Thiago Muniz.

Cenário do e-commerce no Brasil 

O comércio eletrônico brasileiro segue em expansão e se consolidou como um dos mais promissores do mundo. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a projeção do faturamento no e-commerce brasileiro até 2029 é de 350 bilhões de reais.

Outro ponto relevante é a crescente influência dos criadores de conteúdo no comportamento de compra. Dados da Rakuten Advertising revelam que 61% dos consumidores (no Brasil e globalmente) realizaram compras motivadas por recomendações de influenciadores nos últimos seis meses. No Brasil, 83% já compraram produtos acima de R$ 100 indicados por influenciadores, sendo que 38% chegaram a gastar mais de R$ 500.

Esses números mostram que o consumidor digital está mais atento, informado e exigente, e que competir nesse ambiente requer planejamento contínuo, experiências personalizadas e excelência operacional.

Além disso, o mercado digital brasileiro apresenta um cenário cada vez mais competitivo. No que diz respeito às marcas mais lembradas pelos consumidores durante o período de promoções, a Magalu lidera com 22%, seguida por Casas Bahia (16%), Americanas (13%), Shopee e Amazon (12%), Mercado Livre (9%), Samsung (7%), Electrolux, Nike e Shein (3%), segundo a pesquisa da MindMiners.

Outro dado que chama a atenção no levantamento é a ascensão meteórica da Shopee, que surgiu no Brasil em meados de 2019 e em apenas 6 anos já alcançou marcas tradicionais brasileiras e internacionais. Com número de menções próximo às Americanas, é evidente a força da construção da marca nos últimos anos.

“O caso da Shopee demonstra que não são apenas os gigantes estabelecidos que conseguem se destacar. Lojas menores e médias podem sim competir, desde que implementem as estratégias certas de forma consistente”, analisa Muniz.

Dicas práticas para maximizar resultados no e-commerce

Para ajudar empreendedores a maximizarem seus resultados nas vendas de final de ano, Thiago Muniz, reuniu sete dicas práticas que podem ser implementadas imediatamente em qualquer loja virtual:

1. Otimize a velocidade do site:  a velocidade de carregamento é um dos principais fatores que impactam a taxa de conversão. Conforme o Think with Google, 53% dos usuários abandonam um site mobile se ele demorar mais de 3 segundos para carregar.

“Investir em hospedagem de qualidade e compressão de imagens é fundamental para manter os visitantes engajados. Um site rápido transmite confiança e reduz o abandono de carrinho”, orienta Muniz.

2. Simplifique o processo de checkout: cada campo adicional no formulário de compra reduz a taxa de conversão. Segundo o Baymard Institute, a taxa média de abandono de carrinho no e-commerce é de 69,8%. Oferecer checkout simplificado, pagamento via PIX, autopreenchimento de dados e opção de compra como convidado pode elevar as conversões rapidamente.

O PIX, por exemplo, já é o meio de pagamento mais utilizado no país por 73% dos brasileiros, segundo levantamento da MindMiners. 

3. Invista em descrições de produto completas: no ambiente online, o cliente não pode tocar ou testar o produto, por isso, informações detalhadas são essenciais. “Descrições completas, com dimensões, especificações técnicas, fotos em alta resolução e vídeos, reduzem dúvidas e devoluções, além de fortalecer o SEO do site”, completa Thiago.

4. Implemente urgência e escassez de forma ética: informar estoque limitado, prazo de entrega diferenciado ou oferta por tempo determinado estimula a decisão de compra,  desde que de forma transparente e verdadeira. Estratégias enganosas, além de ilegais, comprometem a reputação da marca. 

5. Crie um programa de relacionamento pós-venda: reter clientes é muito mais rentável do que conquistar novos. Um estudo da Harvard Business Review indica que adquirir um novo cliente pode custar de 5 a 25 vezes mais do que manter um atual.  Ademais, dados da Bain & Company mostram que um aumento de 5% na taxa de retenção pode elevar os lucros entre 25% e 95%. 

“Investir em e-mails de acompanhamento, pesquisas de satisfação, ofertas exclusivas e programas de fidelidade para transformar compradores ocasionais em clientes recorrentes”, destaca Muniz.

6. Use provas sociais estrategicamente: avaliações de clientes, número de vendas realizadas e selos de segurança aumentam a confiança do consumidor. Conforme a Spiegel Research Center, a probabilidade de compra de um produto com cinco avaliações é 270% maior do que a probabilidade de compra de um produto sem comentários. 

“Mostre comentários reais, responda avaliações e incentive clientes satisfeitos a compartilharem suas experiências”, acrescenta.

7. Personalize a experiência de navegação: a personalização é uma das principais tendências do e-commerce. Dados da Epsilon mostram que 80% dos consumidores têm maior probabilidade de fazer negócios com uma empresa que oferece experiências personalizadas. Além disso, 44% dos consumidores afirmam que provavelmente se tornarão compradores recorrentes após uma experiência personalizada positiva.

Use dados de comportamento e histórico de compras para criar recomendações personalizadas, vitrines dinâmicas e comunicação segmentada.

Visão de longo prazo

Segundo Thiago Muniz, o erro mais comum entre lojistas é focar exclusivamente em vendas pontuais sem construir um sistema sustentável. “A diferença entre lojas virtuais que sobrevivem e as que prosperam está na previsibilidade. Quando você implementa processos consistentes de otimização, análise de dados e relacionamento com o cliente, as vendas deixam de ser uma loteria e se tornam um resultado esperado”, explica o CEO da Receita Previsível.

A recomendação do especialista é que lojistas dediquem pelo menos 20% do seu tempo para análise de métricas e otimização contínua, tratando a loja virtual como um sistema que pode e deve ser constantemente aprimorado.

“Vendas de fim de ano e o período do Natal são excelentes oportunidades para testar estratégias em escala. O que funciona nessas épocas deve ser adaptado e mantido ao longo do ano. O sucesso no e-commerce não é sobre ter um mês bom, é sobre construir doze meses consistentes”, finaliza Muniz.

Franquias digitais ampliam a entrada de novos empreendedores no food service

O delivery já representa mais de 30% do faturamento total do food service no Brasil, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). O avanço acelerado do consumo digital transformou não apenas o comportamento dos clientes, mas também o modelo de quem deseja empreender em alimentação.

Nesse novo cenário, as franquias digitais têm se consolidado como uma das principais portas de entrada para quem busca iniciar um negócio com investimento menor e maior previsibilidade operacional.

A mudança é significativa porque reduz barreiras históricas do setor. Abrir um restaurante tradicional costuma exigir capital elevado, estrutura física, equipe ampla e alto custo fixo. As franquias digitais e as operações 100% delivery surgem como alternativa mais leve. Sem salão, sem grandes reformas e com processos padronizados, o investimento inicial costuma ser consideravelmente menor. Enquanto operações presenciais podem ultrapassar facilmente milhares de reais, modelos digitais trabalham com faixas muito mais acessíveis e com capital de giro reduzido.

Essa diferença impacta diretamente o tempo de retorno. Em modelos físicos, o payback costuma levar anos. Em operações digitais, o prazo pode ser encurtado quando há gestão eficiente, demanda local e suporte estruturado da franqueadora. O formato permite testar o negócio com menor exposição financeira, algo especialmente relevante em momentos de juros altos, inflação instável e perda de confiança do consumidor.

A experiência recente de novos franqueados confirma a tendência. Luiz Paulo Cypriano, 35 anos, engenheiro químico de formação, decidiu mudar de carreira após identificar o potencial de crescimento do delivery no Brasil. A possibilidade de entrar no setor sem os altos custos de um restaurante físico o levou ao sistema de franquias operado pela Tastefy. Com foco em produção enxuta e vendas via aplicativos, Luiz estruturou sua operação em ritmo acelerado e, com o suporte da franqueadora, conseguiu otimizar processos, operar com equipe reduzida e alcançar resultados acima do previsto,  incluindo faturamento de R$ 110 mil em apenas quatro dias durante um evento local. Hoje, ele avalia expandir para novas unidades.

Casos como o dele mostra como modelos digitais têm democratizado o acesso ao empreendedorismo gastronômico. A combinação de menor risco, estrutura simplificada e suporte contínuo torna possível que pessoas com diferentes perfis, desde profissionais em transição de carreira até jovens que buscam independência financeira, encontrem nesse formato um caminho viável para começar.

A tendência para os próximos anos indica que o setor continuará crescendo, impulsionado pela digitalização do consumo e pela busca por modelos mais econômicos e escaláveis. Para quem acompanha o universo de negócios e franquias, vale observar como esse movimento vem redesenhando o mapa do food service brasileiro e ampliando as oportunidades para novos empreendedores, especialmente em um país onde a capacidade de adaptação tem sido uma das principais forças do mercado.

Cartão de crédito cresce na Black Friday e aumenta expectativa do uso nas festas de final de ano, aponta iugu

A Black Friday deste ano mostrou que o cartão de crédito ainda tem muita força em operações durante datas especiais, segundo o levantamento das transações realizadas pelos clientes da iugu, empresa de tecnologia especializada em infraestrutura financeira. Essa movimentação aponta para uma perspectiva de crescimento para o uso também nas festas de final de ano.
 

Segundo levantamento da empresa, o valor movimentado em cartão de crédito cresceu 16% na comparação com o mês anterior, enquanto o ticket médio cresceu 13% e a quantidade de pagamentos avançou 2% no mesmo período. Ao longo de novembro, o cartão já mostrava uma tendência consistente de alta: na última sexta-feira do mês, o TPV foi 95% maior que o registrado na última sexta-feira de outubro, acompanhado por um avanço de 87% na quantidade de transações.
 

“Os resultados mostram que, mesmo com a expansão de outros meios de pagamento ao longo de 2025, o cartão de crédito continua sendo uma escolha central para transações que exigem flexibilidade, parcelamento e previsibilidade. A Black Friday reforça essa preferência e demonstra a maturidade do mercado no uso do crédito como ferramenta estratégica”, comenta Renato Fairbanks, CEO da iugu. 
 

Na comparação da sexta-feira promocional com a última sexta-feira de outubro, o recorte geral de meios de pagamento da empresa, que incluem cartões de crédito, Pix e boleto, também registrou desempenho positivo, com crescimento de 57% no valor movimentado e de 21% no número de pagamentos, enquanto o ticket médio apresentou aumento de 30%.

“Observar esse movimento nos mostra como o brasileiro ainda tem o cartão de crédito como uma das opções, acredito pela oportunidade de poder organizar as contas e adquirir ofertas de valor maior, comum nessa época. Por isso acreditamos que também terá destaque como meio de pagamento para as compras dos presentes de Natal”, analisa Fairbanks.

O levantamento considera dados de clientes da iugu que sinalizaram campanhas promocionais ao longo de novembro de 2025.

Gastos com anúncios em apps de GenAI chegam a US$824 milhões e AppsFlyer revela primeiros dados sobre uso de agentes de IA

A AppsFlyer divulgou sua análise anual de tendências de aplicativos mobile, revelando como a inteligência artificial influenciou o comportamento dos consumidores e as estratégias de marketing em 2025. A adoção de apps de GenAI acelerou em todo o ecossistema, com crescimento de 16% em instalações e gastos totais de US$824 milhões entre iOS e Android. A categoria ficou entre as que mais cresceram no ano, liderando no Android e ocupando a quarta posição no iOS.

A AppsFlyer também avaliou pela primeira vez o uso de agentes de IA, identificando como profissionais de marketing estão incorporando automação em seus fluxos de performance. Os dados mostram que 57% das ativações de agentes foram direcionadas a automações técnicas, como configurações e verificações de integridade de dados. Outros 32% apoiaram otimizações de negócios. O estudo identificou padrões distintos entre verticais: equipes de gaming utilizaram agentes para melhorar eficiência e proteger margens, enquanto varejo e fintech priorizaram escala de tráfego e volume. Esses movimentos indicam uma mudança inicial, porém relevante, em direção à automação supervisionada, na qual a IA apoia decisões sem substituir o controle estratégico dos profissionais.

Destaques gerais do Brasil

  •  Os gastos de aquisição de usuários cresceram 85% em comparação ao ano anterior, apesar da queda de 43% na participação global devido à migração de investimentos para regiões mais fortes em iOS.
  •  As conversões de remarketing no iOS aumentaram 157%, reforçando o sólido desempenho do país em reengajamento.

“O Brasil apresentou avanços significativos em remarketing e engajamento de usuários em 2025. À medida que a dinâmica das plataformas evolui, os profissionais de marketing estão adaptando estratégias para manter eficiência e entregar mais valor”, afirma Renata Altemari, general manager da América Latina na Appsflyer

Tendências globais de marketing em 2025

  • Os gastos globais de aquisição de usuários (UA) aumentaram 13%, chegando a US$ 78 bilhões, impulsionados inteiramente pelo iOS e majoritariamente por investimentos de apps não relacionados a games. Os gastos de aquisição no iOS cresceram 35%, enquanto no Android permaneceram estáveis. O segmento não gaming aumentou 18%, alcançando US$ 53 bilhões, e gaming cresceu apenas 3%, totalizando US$ 25 bilhões.
  • O remarketing se expandiu à medida que a retenção se tornou mais importante: Os gastos com remarketing cresceram 37% e atingiram US$ 31,3 bilhões, representando agora 29% de todo o investimento em marketing de apps (acima dos 25% registrados em 2024). O remarketing no iOS aumentou 71%, com crescimentos expressivos em Transporte (+362%), Viagem (+145%) e Finanças (+135%).
  • A categoria Shopping redefiniu a distribuição global dos gastos de UA: O investimento para adquirir novos usuários cresceu 70% no geral e 123% no iOS, impulsionado por orçamentos de ecommerce sediados na China, que mudaram significativamente a participação regional e por categoria. A Europa surgiu como uma região de destaque: Espanha, Itália e Reino Unido registraram alguns dos maiores crescimentos anuais do mundo, enquanto os Estados Unidos permaneceram como a maior economia de marketing de apps, concentrando 42% dos gastos globais de UA.
  •  O desempenho das plataformas divergiu fortemente entre mercados: As instalações pagas no iOS aumentaram entre 40% e 85% nos mercados ocidentais, enquanto o Android registrou quedas em regiões-chave (EUA –30%, Reino Unido –13%), compensadas por forte crescimento em mercados emergentes.

MetodologiaAs Tendências de Aplicativos Mobile 2025 da AppsFlyer analisam um conjunto agregado e anônimo de dados globais proprietários, abrangendo 32 bilhões de instalações pagas de 45 mil apps nos segmentos de gaming, ecommerce, finanças, lifestyle e outros. A análise cobre aquisição de usuários, remarketing, instalações pagas, atividade por categoria e uso de agentes de IA nas plataformas iOS e Android.

O Instagram vai mudar em 2026: 8 tendências que devem redefinir conteúdo, anúncios e vendas

O ano de 2026 no Instagram será um ponto de virada, caracterizado por uma dualidade estratégica sem precedentes. De um lado, a ascensão da inteligência artificial, que redefinirá a publicidade, transformando o profissional de marketing de um executor de tarefas manuais a um supervisor estratégico. De outro, uma resposta contínua dos consumidores e do próprio algoritmo da plataforma, que passa a valorizar a autenticidade, o conteúdo original e as conexões humanas como diferenciais competitivos. 

A análise realizada pela mLabs, plataforma de gestão inteligente de mídias sociais, detalha as oito principais tendências para 2026 que devem moldar conteúdo, comportamento, vendas e influência na plataforma.

1. Automação total no tráfego pago

O Instagram viverá uma ruptura no tráfego pago com o plano da Meta de automatizar completamente a criação e veiculação de anúncios até o final de 2026. A lógica é democratizar o acesso à publicidade, especialmente para pequenas e médias empresas que não têm equipes especializadas. “Nesse novo contexto, o profissional de marketing deixa de ser executor e passa a atuar como supervisor estratégico. Seu valor estará em fornecer briefings claros, garantir coerência de marca e ajustar a criatividade gerada pela IA”, comenta Rafael Kiso, CMO e fundador da mLabs.

2. O fim dos cookies e a ascensão do first-party data

Com a descontinuação dos cookies de terceiros e o aumento das restrições de privacidade, o first-party data se torna a “moeda de ouro” do marketing digital. Por ser coletado diretamente da audiência e com consentimento, garante conformidade com a LGPD e passa a ser fundamental para alimentar as campanhas automatizadas da Meta, cuja performance dependerá da qualidade desses dados. O movimento abre espaço para hiperpersonalização em escala, permitindo públicos mais precisos para remarketing e prospecção.

3. “Unshittification”: o retorno à autenticidade

A saturação de conteúdos gerados por IA aumenta a demanda por histórias reais, imperfeitas e emocionais. A busca por simplicidade e humanidade fortalece formatos lo-fi e reposiciona a autenticidade como diferencial competitivo. É o equilíbrio entre automação e emoção que sustenta a construção de comunidade. Esse retorno à simplicidade, apelidado de “unshittification”, recoloca a humanidade como diferencial competitivo. Marcas passam a testar novas vozes e estilos, apostando em histórias genuínas para conquistar relevância no orgânico. 

4. O domínio do vídeo e do conteúdo longo-curto

Reels continuam como prioridade do algoritmo, agora com duração estendida para até 90 segundos, valorizando retenção. O desafio para marcas e criadores será dominar o micro-storytelling, capturar o usuário em segundos e aprofundar a mensagem na sequência. Um ponto crítico é que o Instagram passará a penalizar conteúdos republicados, privilegiando produções originais. Com isso, marcas que dependem de reposts ou memes verão queda no alcance. 

5. Carrossel vira ferramenta de storytelling

A ampliação do carrossel para 20 fotos ou vídeos aprofunda o engajamento e permite desde tutoriais longos até vitrines completas de produtos. O carrossel já era um formato de alto engajamento, pois incentiva o tempo de permanência e a interação. O aumento do limite de imagens é uma resposta direta à competição com o TikTok, que permite mais fotos e tem crescido entre o público jovem.

“Essa funcionalidade oferece a oportunidade de criar uma sinergia de conteúdo: um Reels viral pode servir como a “isca”, direcionando o público para um carrossel no feed que aprofunda o tema e, por fim, a uma venda”, diz o executivo.

6. SEO social: ser encontrado importa mais do que viralizar

O Instagram se consolida como motor de busca. Diante desse cenário, aplicar SEO social torna-se indispensável. Para ganhar alcance orgânico em 2026, marcas devem otimizar nome, bio, legendas e hashtags com palavras-chave relevantes, estruturando o conteúdo para ser descoberto. “A lógica da viralização dá lugar à lógica da descoberta qualificada, e quem dominar essas práticas tende a se consolidar como autoridade no próprio nicho”, pontua Kiso.

7. Social commerce evolui além das lives

O social commerce segue em forte expansão global, mesmo diante da decisão do Instagram de encerrar o Live Shopping. A Meta agora concentra esforços em anúncios shoppable e no checkout direto na plataforma, um modelo mais escalável e alinhado ao avanço da automação por IA. Segundo o especialista, para marcas e creators, a recomendação é clara: “não depender de um único formato e focar em conteúdos que levem ao checkout, combinados a campanhas de tráfego pago otimizadas para conversão”.

8. Marketing de influência 2.0 e afiliados integrados

O marketing de influência segue em expansão global e evolui para um modelo mais orientado a resultados. O foco migra dos mega-influenciadores para micro e nano-creators, que oferecem maior engajamento e autenticidade, fator decisivo para o consumidor de 2026, que confia mais em recomendações “de proximidade” do que em celebridades.

“A fusão dos modelos permite que as marcas conduzam a jornada completa, da descoberta à compra, usando criadores como vetores de confiança e links rastreáveis ​​como motor de desempenho”, conclui Kiso. 

Webmotors avança para ser SuperApp com novo serviço para pagamento parcelado em até 12x de débitos veiculares

A Webmotors acaba de dar mais um passo em sua estratégia para ser um SuperApp de soluções automotivas. Em parceria com a Zignet, especialista em meios de pagamento para o setor automotivo, a empresa passa a disponibilizar, a partir desta segunda-feira (8/12), um novo serviço de acompanhamento e pagamento de débitos veiculares. Com a ferramenta, eventuais pendências como multas, IPVA e licenciamento de veículos podem ser acompanhadas e pagas diretamente pelo aplicativo da Webmotors, com a possibilidade de parcelamento em até 12 vezes. A funcionalidade é mais um avanço da marca em seu objetivo de oferecer um ecossistema completo para quem quer comprar, vender ou usar um veículo. 

O serviço está disponível para usuários de todo o Brasil na seção de Serviços Automotivos da Webmotors. Para utilizá-lo, basta atualizar o aplicativo, logar, acessar a página de Serviços na barra de menu e realizar o cadastro do veículo. Caso haja algum débito pendente, a ferramenta irá mostrar detalhadamente, dando a possibilidade de efetuar o pagamento pelo próprio aplicativo por meio do cartão de crédito em operação processada pela parceira Zignet, com a possibilidade de parcelar em até 12 vezes. Em breve, será disponibilizada também a opção de pagamento via PIX, além do acesso ao Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) digital.

Para Mariana Perez, CPO da Webmotors, o novo serviço amplia a posição da Webmotors como aliada do motorista em toda a sua jornada automotiva. “Estamos aumentando nosso ponto de contato com o consumidor brasileiro inserindo funcionalidades em nossa plataforma que sejam úteis para o seu dia a dia. Muito além do momento da compra e venda, nosso cliente passa a buscar a Webmotors durante toda a jornada de uso do veículo, garantindo que tudo relacionado ao seu carro ou moto possa ser resolvido em um só lugar, com o melhor custo-benefício e a segurança do maior marketplace automotivo do Brasil”, explica a executiva.

Felipe Kleinübing, diretor de Parcerias Estratégicas da Webmotors, complementa: “A parceria com a Zignet potencializa o aplicativo Webmotors ao oferecer uma solução de grande utilidade para o dia a dia do brasileiro, principalmente considerando a vantagem do parcelamento dos débitos, funcionalidade de grande utilidade naqueles momentos de imprevistos”

Na visão de Lucas Loffreda, membro do conselho da Zignet, o novo recurso consolida a expansão do ecossistema automotivo da Webmotors. “A Webmotors dá um passo importante ao ampliar seu ecossistema com o parcelamento de débitos veiculares. Para a Zignet, é uma grande satisfação fornecer a tecnologia que viabiliza essa jornada e contribui para tornar a vida do motorista brasileiro mais simples e acessível”, diz o executivo.

A ferramenta integra a Webmotors Serviços Automotivos, vertical da plataforma voltada à oferta de jornadas mais práticas, seguras e convenientes para a manutenção veicular, conectando usuários a mais de 11 mil oficinas parceiras qualificadas para a realização de diferentes serviços especializados. 

Em maio deste ano, vale lembrar, a plataforma iniciou uma parceria com a fabricante de baterias automotivas Moura para oferecer também no aplicativo o serviço de entrega e instalação de baterias automotivas em até 50 minutos, o Moura Fácil. Já em setembro, a vertical ampliou seu portfólio ao iniciar uma parceria com a Campneus para oferecer os serviços de 117 centros automotivos da empresa em seu aplicativo.

Black Friday 2025: Afiliados impulsionam vendas no varejo e turismo

A Awin, uma das maiores plataformas globais de marketing de afiliados, analisou os resultados da plataforma na Black Friday 2025 e identificou uma mudança no comportamento de consumo. Em vez de se concentrar apenas no dia 29 de novembro, os consumidores passaram a aproveitar ofertas ao longo de todo o mês. Além disso, campanhas com foco em performance seguem ganhando força, sobretudo em setores como joias, turismo, moda esportiva e eletrônicos, impulsionadas pelo aumento da confiança dos compradores em influenciadores, que fazem recomendações autênticas, aliadas ao engajamento real.

Entre os destaques do período, o canal de afiliados da Awin se destacou no varejo de luxo – categoria que registrou ticket médio superior a R$ 20 mil –, com alta penetração na venda de itens de prata, ouro e relógios sofisticados. A moda esportiva também se destacou, a busca por tênis casuais e esportivos impulsionou as vendas, já antecipando uma movimentação relacionada à Copa do Mundo de 2026. Já o setor de turismo surpreendeu com um salto de quase 100% nas vendas. No varejo eletrônico, os campeões foram TVs acima de 50″, smartphones premium, video games, processadores e placas de vídeo.

O formato de divulgação também seguiu tendências. Segundo a Awin, o cashback segue como estratégia dominante, mas o avanço dos programas de fidelidade (+41,8%) e o protagonismo dos influenciadores – com ROI médio de 16 nas ações – indicam um novo cenário. As marcas priorizaram formatos que unem praticidade, credibilidade e incentivo financeiro — como os próprios cashback, os populares achadinhos nas redes sociais e os conteúdos de criadores de nicho, que tiveram papel relevante nas campanhas ao longo de novembro.

Dados da EY-Parthenon mostram que 61% dos brasileiros têm suas escolhas moldadas pelo que os influenciadores falam, a porcentagem é acima da média global (45%). Já uma pesquisa da MField com a Opinion Box revelou que 56% dos consumidores já compraram após campanhas com criadores em Black Friday anteriores. Conectar-se genuinamente com o consumidor é o que transforma uma campanha em resultado. “Quando o público confia no influenciador e vê valor real na oferta, a conversão acontece com muito mais eficiência”, afirma Rodrigo Genoveze, diretor regional da Awin para a América Latina.

Em termos de dispositivos, mais de 60% das vendas foram realizadas via smartphone. O dado reforça a necessidade das marcas em priorizarem experiências otimizadas para o mobile, que hoje concentra quase metade das conversões. Com uma jornada de compra cada vez mais multicanal e fragmentada, o modelo de afiliados se destaca por sua flexibilidade em capturar essas oportunidades em diferentes pontos de contato — do clique ao carrinho, seja no celular ou no computador. Segundo o relatório “Affiliate Marketing 2025”, publicado pelo eMarketer em parceria com a Awin, 74% das empresas líderes já consideram o marketing de afiliados uma parte crucial da estratégia de mídia. “A grande vantagem do modelo de afiliados é que ele oferece escalabilidade com eficiência. E com a força do mobile, isso se torna ainda mais estratégico. É preciso criar novas formas de chegar até o consumidor certo, no momento certo, com uma oferta relevante e rastreável. As marcas que apostaram em parcerias estratégicas conseguiram manter alta performance com controle total de custos”, finaliza Genoveze.

Setor de serviços digitais representa uma das maiores contribuições fiscais do Brasil, aponta estudo

A Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) afirma que o setor de serviços digitais já está entre os maiores contribuintes do país e exerce papel decisivo no desenvolvimento econômico nacional — tanto pelo volume de tributos federais arrecadados quanto pela geração de empregos qualificados, investimentos em tecnologia e competitividade para empresas brasileiras.

A informação consta em um estudo técnico independente divulgado nesta quarta-feira (10), elaborado pela consultoria LCA com base em dados oficiais da Receita Federal. Segundo o levantamento, as empresas digitais recolhem, em média, 16,4% da receita bruta em tributos federais, percentual que representa mais que o dobro da média dos demais setores da economia brasileira (6,1%).

Entre as maiores empresas do setor, enquadradas no regime de lucro real, essa carga chega a 18,3% da receita bruta, superando inclusive a tributação aplicada a empresas de lucro presumido (12,8%). Esses números, aponta a camara-e.net, rechaçam a falsa ideia de que o setor digital não paga impostos ou que seria privilegiado no sistema tributário brasileiro.
 

Contribuição local e dinâmica global

As empresas estabelecidas no Brasil são tributadas como quaisquer prestadoras de serviços, pagando PIS/Cofins, ISS ou ICMS; e, no caso de importações, CIDE-Remessas, IRRF e IOF-Câmbio. Com a reforma da tributação do consumo, o setor será enquadrado na alíquota padrão de CBS/IBS, que pode chegar a patamares próximos de 28%.

camara-e.net reforça que todo valor remetido ao exterior já foi previamente tributado no Brasil, e que as remessas são características naturais de modelos de negócios globais que dependem de tecnologia, propriedade intelectual e infraestrutura internacional, elementos fundamentais para o acesso de empresas e consumidores brasileiros às soluções digitais mais avançadas.

Ambiente tributário competitivo e segurança jurídica

Para a entidade, é essencial que o país avance em direção a uma política tributária justa, previsível e alinhada às melhores práticas internacionais, de modo a garantir condições adequadas para que empresas de todos os portes possam investir, crescer e seguir gerando inovação e oportunidades no Brasil.

“A economia cada vez mais digitalizada é hoje um dos motores da produtividade, da inclusão e do crescimento econômico do país. O Brasil só tem a ganhar com um ambiente de negócios que incentive a inovação, atraia investimentos e fortaleça a competitividade nacional”, afirma Leonardo Elias, presidente da camara.net.

estudo completo está disponível aqui.