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China lidera buscas por LLMs no mundo, diz Google

Dados extraídos da plataforma Google Trends mostram que a China é o país que mais tem pesquisado sobre as Large Language Models, as LLMs, nos últimos 90 dias. A informação é de um levantamento feito pela Rank Certo, agência de comunicação especializada em Link Building, que aponta que o país atingiu o índice 100 na série relativa ao período. 

Foto: Google

De acordo com o estudo, após a nação da grande muralha aparecem Coreia do Sul, Singapura, Hong Kong e Índia. Os Estados Unidos aparecem apenas em último lugar, demonstrando um predomínio asiático nas buscas recentemente. 

Foto: Google

O que são LLMs e por que o mercado cresce tão rápido? 

Large Language Models, ou LLMs, são modelos de inteligência artificial treinados em enormes conjuntos de texto capazes de gerar, completar e classificar linguagem naturais. Na prática, essas arquiteturas alimentam assistentes de texto conversacional, ferramentas de resumo automático, classificadores e sistemas de geração de conteúdo que já impactam redação, atendimento ao cliente, busca e automação de processos. 

O mercado desses modelos tem recebido investimentos robustos em infraestrutura, pesquisa e aplicação comercial. A For Insights Consultancy projeta que o mercado de LLMs saltará de US$ 12,8 bilhões em 2025 para US$ 59,4 bilhões em 2034, o que implica um crescimento anual composto (CAGR) de 34,8% ao longo do período de projeção. 

Esses números sinalizam uma transformação rápida do ecossistema digital, com demanda por computação, dados e serviços de integração. Em entrevista, Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo e especialista em Relações Públicas , aponta que os LLMs se tornaram uma peça-chave na estratégia de visibilidade. 

“LLMs potencializam respostas imediatas e resumos que frequentemente são redistribuídos em canais digitais; empresas que otimizam conteúdo pensando em leitura rápida e intent signals tendem a ganhar mais referências em ambientes controlados por modelos de linguagem”, diz.

Como o Google Trends mede interesse e o que isso significa no mapa global? 

Fontes ouvidas pela redação atestam que o Google Trends não entrega contagens absolutas de consultas. A ferramenta normaliza o interesse em uma escala de 0 a 100, onde 100 representa o ponto de maior popularidade do termo na região e no intervalo de tempo selecionados; valores menores representam frações desse pico. 

Por isso, quando a China aparece com índice 100 para “LLM”, significa que, proporcionalmente à sua própria série de buscas naquele período, houve o maior pico de interesse. Outros países são mostrados em relação a esse referencial. Essa lógica explica por que países com populações menores podem aparecer em posições elevadas se o volume de buscas local, em termos relativos, for alto.

Foto: Google

Em complementação à explicação estatística, o CEO da Rank Certo comenta um fenômeno internacional: apesar da liderança proporcional de países asiáticos, o inglês continua sendo o idioma predominante nas consultas globais de tecnologia. “Basta ver termos em ascensão como ‘technology news today’, ‘apple news today’ e ‘ai news today’ mostram que grande parte das consultas de alto tráfego continua ocorrendo em inglês”.

Os dados do Google Trends configuram um retrato de interesse relativo que coloca a China no topo das buscas por LLMs nos últimos 90 dias, cenário que converge com projeções de mercado muito agressivas sobre o crescimento do setor. Interpretar esses sinais com precisão exige cruzamento de fontes e atenção às limitações da própria ferramenta. 

Para quem comunica e para quem produz conteúdo digital, a mensagem é clara: adaptar linguagem, formatos e métricas para um ecossistema cada vez mais impactado por modelos de linguagem é uma prioridade estratégica.

Mercado de agências de comunicação atinge R$ 5,36 bilhões no Brasil

Dados extraídos da plataforma Google Trends mostram que a China é o país que mais tem pesquisado sobre as Large Language Models, as LLMs, nos últimos 90 dias. A informação é de um levantamento feito pela Rank Certo, agência de comunicação especializada em Link Building, feito em parceria com a agência Publiup, que aponta que o país atingiu o índice 100 na série relativa ao período. 

Foto: Google

De acordo com o estudo, após a nação da grande muralha aparecem Coreia do Sul, Singapura, Hong Kong e Índia. Os Estados Unidos aparecem apenas em último lugar, demonstrando um predomínio asiático nas buscas recentemente. 

Foto: Google:

O que são LLMs e por que o mercado cresce tão rápido? 

Large Language Models, ou LLMs, são modelos de inteligência artificial treinados em enormes conjuntos de texto capazes de gerar, completar e classificar linguagem naturais. Na prática, essas arquiteturas alimentam assistentes de texto conversacional, ferramentas de resumo automático, classificadores e sistemas de geração de conteúdo que já impactam redação, atendimento ao cliente, busca e automação de processos. 

O mercado desses modelos tem recebido investimentos robustos em infraestrutura, pesquisa e aplicação comercial. A For Insights Consultancy projeta que o mercado de LLMs saltará de US$ 12,8 bilhões em 2025 para US$ 59,4 bilhões em 2034, o que implica um crescimento anual composto (CAGR) de 34,8% ao longo do período de projeção. 

Esses números sinalizam uma transformação rápida do ecossistema digital, com demanda por computação, dados e serviços de integração. Em entrevista, Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo e especialista em Relações Públicas , aponta que os LLMs se tornaram uma peça-chave na estratégia de visibilidade. 

“LLMs potencializam respostas imediatas e resumos que frequentemente são redistribuídos em canais digitais; empresas que otimizam conteúdo pensando em leitura rápida e intent signals tendem a ganhar mais referências em ambientes controlados por modelos de linguagem”, diz.

Como o Google Trends mede interesse e o que isso significa no mapa global? 

Fontes ouvidas pela redação atestam que o Google Trends não entrega contagens absolutas de consultas. A ferramenta normaliza o interesse em uma escala de 0 a 100, onde 100 representa o ponto de maior popularidade do termo na região e no intervalo de tempo selecionados; valores menores representam frações desse pico. 

Por isso, quando a China aparece com índice 100 para “LLM”, significa que, proporcionalmente à sua própria série de buscas naquele período, houve o maior pico de interesse. Outros países são mostrados em relação a esse referencial. Essa lógica explica por que países com populações menores podem aparecer em posições elevadas se o volume de buscas local, em termos relativos, for alto.

Foto: Google

Em complementação à explicação estatística, o CEO da Rank Certo comenta um fenômeno internacional: apesar da liderança proporcional de países asiáticos, o inglês continua sendo o idioma predominante nas consultas globais de tecnologia. “Basta ver termos em ascensão como ‘technology news today’, ‘apple news today’ e ‘ai news today’ mostram que grande parte das consultas de alto tráfego continua ocorrendo em inglês”.

Os dados do Google Trends configuram um retrato de interesse relativo que coloca a China no topo das buscas por LLMs nos últimos 90 dias, cenário que converge com projeções de mercado muito agressivas sobre o crescimento do setor. Interpretar esses sinais com precisão exige cruzamento de fontes e atenção às limitações da própria ferramenta. 

Para quem comunica e para quem produz conteúdo digital, a mensagem é clara: adaptar linguagem, formatos e métricas para um ecossistema cada vez mais impactado por modelos de linguagem é uma prioridade estratégica.

IA como ferramenta de marketing pode trazer resultados positivos às empresas

Oito em cada dez profissionais de marketing já incorporaram alguma ferramenta de Inteligência Artificial (IA) em sua rotina de trabalho. O dado é da pesquisa “Decodificando os desafios da IA no mercado de publicidade digital”, realizada pelo IAB Brasil com a Nielsen entre novembro e dezembro de 2024.

Dados da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) em parceria com a Cortex confirmam a tendência: 76% das empresas brasileiras já incorporaram IA em suas operações. Só nos departamentos de comunicação, o índice chega a 58%.

A criação de conteúdo lidera as aplicações, sendo citada por 71% dos profissionais na pesquisa do IAB Brasil com a Nielsen. Isso inclui desde textos e imagens até o desenvolvimento de páginas web, a partir do uso de ferramentas que facilitam como fazer um site sem conhecimento técnico avançado. Em seguida, vem a análise de dados, com 68%; e a otimização de campanhas, com 53%. 

E este parece ser só o início da popularização da tecnologia no ambiente corporativo: 44% das empresas pretendem aumentar investimentos em IA. Entre os profissionais que já usam IA há mais de um ano, 68% notaram melhora na velocidade dos processos. 

Economia de tempo e recursos motivam o uso de IA

A B3 conseguiu reduzir de oito horas para apenas 40 minutos o tempo de produção de seus boletins diários em vídeo, uma otimização de 91%. O superintendente de comunicação Alexandre Nobeschi relatou, em entrevista à imprensa, que a economia financeira chegou a 70%. 

Resultados semelhantes aparecem em empresas internacionais. A Zalando relata que transformou seu processo de produção de imagens editoriais: o que levava seis semanas agora fica pronto em até quatro dias. Os custos caíram 90%.

“A IA pode ser uma grande aliada na comunicação e no marketing das empresas. Ela ajuda a otimizar processos – como criação de sites, produção de conteúdos e análise de métricas em redes sociais –, trazendo mais agilidade e precisão nas estratégias”, explica o especialista em SEO da Hostgator, Fernando Carvalho.  “Quando usada de forma estratégica, a IA permite que os negócios entendam melhor seu público e entreguem mensagens mais relevantes, aumentando as chances de engajamento e conversão.”

Setores observam aumento da produtividade

A pesquisa da Aberje identificou que 87% das empresas consideram o aumento de produtividade como principal benefício da IA. A redução de custos foi mencionada por 55% dos respondentes, e 51% destacaram a agilidade no reaproveitamento de conteúdos. 

Na comunicação digital, as organizações já aplicam ferramentas de IA em mídias sociais, com 40% delas afirmando que o principal uso é gerar relatórios e sugestões.  Outras ferramentas em crescimento incluem criador de sites com IA para atualização rápida de páginas institucionais e chatbots para atendimento.

Segundo os participantes da pesquisa, a tecnologia processa volumes de dados impossíveis de analisar manualmente, identifica padrões de consumo e detecta tendências. Essas informações orientam decisões sobre investimentos em mídia, segmentação de público e desenvolvimento de campanhas.

Mensuração ainda é desafio para empresas

A supervisão humana continua indispensável para garantir qualidade e precisão do conteúdo. A falta de precisão e o risco de desinformação preocupam 56% das empresas, aponta a Aberje. Os especialistas do campo da IA alertam que a dependência excessiva da tecnologia pode gerar material genérico ou com erros factuais.

O IAB Brasil descobriu que 37% das empresas não têm processos definidos para medir a eficiência da IA. Outros 33% dos profissionais não sabem se suas organizações possuem algum sistema de mensuração. 

Já dados da Gartner projetam que 30% dos projetos com IA generativa serão abandonados ainda este ano porque executivos esperam retornos financeiros imediatos que a tecnologia não entrega no curto prazo. 

A vice-presidente da Gartner, Nicole Greene, alerta que muitos líderes de marketing depositam expectativas irrealistas na tecnologia. “A IA generativa pode fazer muitas coisas, mas vai exigir mais recursos e orçamento para ser bem-sucedida”, disse a executiva em relatório da própria consultoria.

ESPM lança Hub de Empreendedorismo e busca ampliar discussões sobre os ecossistemas e a cultura empreendedora

A ESPM, referência em marketing e inovação para negócios, acaba de lançar o Hub de Empreendedorismo. Os hubs da ESPM são laboratórios vivos criados para potencializar ideias, carreiras e negócios de ecossistemas setoriais brasileiros.

O grupo voltado para debater empreendedorismo surge como uma comunidade dedicada à troca de experiências, inovação e novos negócios, conectando estudantes, ex-alunos, professores, pesquisadores e empresários. Com uma abordagem contemporânea, o Hub busca incentivar a inovação com responsabilidade e relevância por meio de três pilares: Força da Criatividade, Ecossistemas Globais e Digitally Native Vertical Brands (DNVBs).

“A criação do hub é mais uma etapa no amadurecimento e estruturação da discussão de empreendedorismo na ESPM. Com ele, conseguimos um posicionamento uníssono para o mercado. O objetivo é conectar todas as iniciativas que já estavam em andamento na ESPM a partir de uma visão única para o mercado”, comenta Caio Bianchi, diretor de Extensão, Ecossistemas e Educação Continuada da ESPM. 

Com um portfólio vivo de cursos e agendas, é um catalisador das iniciativas da ESPM que trabalham o empreendedorismo em todos os níveis: graduação, pós, extensão e mestrado e doutorado. Por meio do grupo, a ESPM acompanha o empreendedor em todas as fases da sua trajetória, facilitando a transformação de ideias em negócios e impulsionando o crescimento de novos ao conectar empreendedores a oportunidades, mercados e investidores. Além de valorizar a longevidade de famílias empresárias ao promover a continuidade sustentável, a governança e a inovação nos negócios familiares que atravessam gerações.

O Hub conta com parceiros estratégicos como ADE Sampa, ABStartups, Founder Institute, Cristal IA e Innovati, além de professores inspiradores que atuam diretamente nas iniciativas e cursos.

Fernanda Cahen, professora de pós-graduação em Administração (PPGA) da ESPM, passa a responder também como curadora do Hub de Empreendedorismo, que possui também uma comunidade ativa no WhatsApp com profissionais do setor compartilhando as principais notícias e oportunidades de vagas, além de networking. 

Com este lançamento, a ESPM passa a contar com sete Hubs para o mercado: Moda e Beleza, Luxo, ESG, Canais Digitais, Trade Marketing, Employer Branding e Empreendedorismo. Todos com eventos para o mercado e discussões atuais sobre cada setor. 

Mais informações sobre o Hub podem ser encontradas em https://www.espm.br/hubs-espm/empreendedorismo/

Plataforma brasileira usa IA para detectar fraudes e dar diagnósticos financeiros instantâneos

Desenvolvida inicialmente para processos de Fusões e Aquisições (M&A), a plataforma em nuvem da Accordia passou por pequenos ajustes para atender áreas de planejamento e análise financeira (FP&A) e consultorias de gestão, após forte demanda do mercado. A empresa, investiu 500 mil para expandir suas soluções baseadas em Inteligência Artificial (IA) e Business Intelligence (BI).

Accordia integra análise financeira, diagnóstico de desempenho empresarial detecção de manipulações e fraudes contábeis, previsão de falência e avaliação de empresas – tudo em tempo real. A solução se diferencia por reunir em uma única plataforma todos os dados contábeis brutos e transformá-los em análises financeiras instantâneas, cobrindo desde a análise de desempenho até diagnósticos de saúde financeira e avaliação automatizada de empresas.

Tradicionalmente, a análise de balanços e demonstrações financeiras depende de planilhas complexas, retrabalho e esforço humano elevado. A Accordia busca mudar esse cenário ao automatizar processos e oferecer informações consistentes e em tempo real.

“Nossa missão é simplificar a análise financeira. Substituímos o uso intensivo de planilhas e relatórios estáticos por uma plataforma online, que gera informações em tempo real. Esse movimento despertou o interesse de consultorias, Big Four, e gestores de FP&A que precisam de eficiência tanto em operações complexas quanto na rotina de gestão”, afirma Franklin Tomich, fundador da Accordia.

O mercado de consultoria de gestão na América do Sul foi estimado em US$ 15,32 bilhões em 2025, com projeção de alcançar US$ 19,77 bilhões até 2030, segundo projeções de mercado. O Brasil lidera o setor, respondendo por aproximadamente 48,6% desse total, reforçando a oportunidade de expansão para soluções que unem tecnologia e finanças.

Ao reunir recursos de análise de desempenho, diagnóstico de saúde financeira, detecção de fraudes e análise de desempenho empresarial, a Accordia amplia o alcance de tecnologias antes restritas ao ecossistema de M&A. “A automação não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para reduzir riscos, garantir transparência e aumentar a confiabilidade das informações financeiras. Esse é um passo fundamental para que empresas de diferentes portes adotem práticas mais sustentáveis em suas decisões estratégicas”, conclui Tomich.

6G: a revolução que vai transformar a TI e a Telecom

Enquanto o 5G ainda se consolida no mundo, a próxima geração de redes móveis — o 6G — já começa a se desenhar como uma transformação profunda na forma como nos conectamos, gerimos dados e operamos tecnologias. Previsto para estrear comercialmente na década de 2030, o 6G promete velocidades nunca vistas, latência quase zero e integração total com a Inteligência Artificial (IA) e com tecnologias imersivas como realidade aumentada e virtual.

Em termos técnicos, os avanços são impressionantes: as taxas de pico devem alcançar até 1 terabit por segundo (Tbps) em condições ideais de laboratório — um salto gigantesco em relação ao 5G. A latência, que mede o tempo de resposta da rede, deve cair para a faixa dos microsegundos (10–100 µs), permitindo operações em tempo real como cirurgias remotas, veículos autônomos e linhas de produção de alta precisão.

Além da velocidade, o 6G trará uma conectividade massiva. A expectativa é que bilhões de dispositivos — sensores IoT, wearables, máquinas e sistemas inteligentes — se comuniquem simultaneamente, sem comprometer o desempenho da rede.

Essa revolução tecnológica será viabilizada por frequências em ondas milimétricas e terahertz, além de recursos como Massive MIMO e beamforming, que ampliam a cobertura e a estabilidade do sinal. A IA desempenhará um papel central, tornando as redes mais “inteligentes”: capazes de monitorar tráfego em tempo real, prever falhas, otimizar o uso do espectro e até priorizar serviços de forma autônoma.

O impacto também será sentido na experiência do usuário. O 6G abrirá caminho para novas formas de interação digital, com realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR) de alta fidelidade, comunicação háptica (sensações táteis à distância) e ambientes imersivos aplicados a treinamentos corporativos, manutenção remota e atendimento ao cliente.

Apesar dos desafios — como o alto custo de infraestrutura, questões de segurança e a falta de padronização global —, o potencial é imenso. O 6G promete maior eficiência operacional, redução de custos e criação de novos modelos de negócio. Para gestores de TI e Telecom, isso significa repensar contratos, métricas de desempenho e estratégias de operação, colocando a experiência do usuário e a confiabilidade da rede no centro das decisões.

Mais do que uma simples evolução do 5G, o 6G representa uma revolução completa na forma de gerir redes, dados e serviços corporativos. Ele marca o início de uma era em que velocidade, inteligência e inovação se tornam indissociáveis — e quem se antecipar a essa mudança estará preparado para liderar o futuro da conectividade.

*Paulo Amorim é CEO e fundador da K2A Technology Solutions, empresa focada em transformação digital na área de Gestão, Controle e Otimização dos Contratos de TI e Telecom.

Luft Logistics lança AcademIA Luft para desenvolver soluções e impulsionar talentos

Luft Logistics acaba de lançar a AcademIA Luft, voltada para o desenvolvimento de soluções e impulsionamento de talentos da companhia. Criada pela área de IA, a plataforma educacional também visa apoiar as próximas fases do concurso cultural InovAdores da Luft, lançado no início do ano e direcionado aos mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados.  

“O lançamento desta plataforma online é um passo importante na promoção da cultura de inovação e de protagonismo tecnológico entre os profissionais da organização. São diferentes módulos disponibilizando todo o conteúdo necessário para que os colaboradores se desenvolvam no uso da Inteligência Artificial. Esta plataforma deve crescer muito ainda, e este é só o começo de uma jornada de aprendizado e desenvolvimento de projetos que atendam problemas reais da companhia”, avalia Gustavo Saraiva, CIO da Luft Logistics.   

A iniciativa reforça o compromisso da Luft com a formação contínua e a aplicação prática da IA no dia a dia operacional, integrando visão estratégica e execução técnica. 

“A AcademIA Luft nasce com o propósito de democratizar o acesso à inteligência artificial dentro da empresa, transformando cada colaborador em um agente de transformação. Queremos que a IA não seja apenas uma ferramenta, mas uma competência coletiva que gere impacto real nos negócios e na vida das pessoas”, afirma Alynne Oya, Head de IA da Luft Logistics.

Site da Pompéia se transforma em marketplace e aposta na expansão digital

A Pompéia, uma das maiores redes de varejo do Sul do país e integrante do Grupo Lins Ferrão, dá um importante passo na consolidação de sua presença no mercado digital e transforma seu site em um marketplace. A partir de agora, o e-commerce da Pompéia passa a reunir marcas parceiras, ampliando o mix de produtos disponíveis para os clientes e atuando como uma “prateleira infinita”.

Além disso, a marca também investe no marketplace out, ou seja, passa a oferecer seus próprios produtos em grandes players do varejo online, como Mercado Livre e Amazon. O objetivo é aumentar as vendas e alcançar novos mercados, especialmente em regiões fora do Sul.

“Estamos fortalecendo nosso ecossistema digital, entregando mais variedade e conveniência para o nosso consumidor. Nosso foco é estar, cada vez mais, inseridos no dia a dia das pessoas, proporcionando uma jornada de compra incrível, adaptada conforme o perfil e o hábito de cada cliente”, afirma Ana Paula Ferrão Cardoso, diretora de Marketing, E-commerce e CRM da Pompéia.

Outro destaque nessa transformação digital da Pompéia é o projeto de omnicanalidade. A integração entre canais permite, por exemplo, que vendedores da loja física realizem vendas pelo e-commerce quando o produto desejado não está disponível no estoque local.

Entre 2024 e 2025, as vendas online da Pompéia cresceram 60%. No Rio Grande do Sul, o crescimento foi de 56%, e em Santa Catarina foi registrado um incremento de 161%. “Estamos conectando o físico e o digital com inteligência e proximidade, mantendo sempre a essência da marca”, complementa Ana Paula.

Entrega 24h
Recentemente, a marca também lançou um novo serviço de entrega rápida para compras no e-commerce, com o objetivo de aprimorar ainda mais a experiência no meio digital. A iniciativa garante que os pedidos sejam entregues em até 24h após o faturamento para compras realizadas de segunda a quinta-feira, na cidade de Porto Alegre e região metropolitana.

Pesquisa da Sinch revela: brasileiros confiam mais nas recomendações de IA do que a média global

A confiança na Inteligência Artificial (IA) já é um fator determinante para o engajamento do consumidor nas interações com marcas. Segundo a nova pesquisa global da Sinch, líder em comunicação omnichannel, 56,6% dos brasileiros afirmam confiar igualmente nas recomendações de produtos feitas por chatbots de IA e por pessoas reais – índice superior à média global de 46%.

O dado revela que o consumidor brasileiro está mais aberto a integrar a IA ao seu processo de compra, especialmente em jornadas de mensageria que combinem conveniência, personalização e agilidade.

Tendência global: RCS cresce e experiências ricas ganham espaço

A pesquisa, realizada com 3.180 pessoas em países como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Índia, México, Espanha, Reino Unido, EUA e Brasil, mostra que o RCS (Rich Communication Services) avança por oferecer experiências mais visuais e interativas.

Recursos como imagens, botões de ação e carrosséis de produtos tornam as mensagens mais atrativas e funcionais. Globalmente, 47% dos consumidores preferem mensagens ricas (com imagem, botão ou link) em vez de textos simples – indicando um novo padrão de comunicação mais imersivo e orientado à ação.

Brasil: consumo mais aquecido e preferência clara pelo WhatsApp

O Brasil apresenta um cenário particular: 45,4% dos consumidores planejam gastar mais nas compras de fim de ano em comparação a 2024 – contra 31,5% no mundo.

Quanto à preparação para promoções, 43,7% dos brasileiros e 37,3% dos consumidores globais já estão atentos às ofertas um mês antes da Black Friday.

No país, o WhatsApp é disparado o canal favorito para receber promoções durante o BFCM, citado por 60% dos respondentes. Já o RCS ainda está em fase inicial de adoção. A confiança, a rapidez de resposta e a sensação de proximidade fazem do WhatsApp o canal mais eficaz para engajar consumidores brasileiros.

Experiência do cliente: rastreamento e automação são prioridade

Durante a temporada de compras, 83,8% dos brasileiros e 61,6% dos consumidores globais valorizam mensagens com atualizações de envio e rastreamento.

Os chatbots têm papel central:

Status de pedidos (envio, entrega, localização): 60,8% no Brasil e 52,9% globalmente.

Informações sobre produtos antes da compra: 51,5% no Brasil e 43,5% no mundo.

Impacto visual e personalização no processo de compra

No Brasil, 71% dos consumidores afirmam que imagens aumentam o interesse por uma oferta – ante 47% globalmente. Isso reforça que o aspecto visual tem peso maior na conversão local.

O desafio das marcas

A pesquisa reforça que as empresas precisam alinhar canal, momento e formato para maximizar resultados. Enquanto no cenário global o RCS se consolida como aposta para experiências mais ricas, no Brasil o grande potencial está no uso avançado do WhatsApp, combinando imagem, personalização, CTA direto e automação inteligente.

“O futuro da comunicação no varejo passa pela mensageria rica e interativa, onde cada mensagem é uma experiência de compra em si. Marcas que souberem explorar esse território com inteligência e empatia sairão na frente durante o BFCM – e além dele”, destaca Mário Marchetti, Managing Director Latin America, da Sinch no Brasil.

WhatsApp deve ser usado por 60% dos consumidores durante a Black Friday

A cena clássica do relógio marcando meia-noite, telas de celulares iluminando os rostos de milhões de brasileiros e um clique simples no WhatsApp abrindo a porta para promoções que desaparecem em minutos. Esse é o retrato da Black Friday, que deixou de ser um dia de liquidação importado dos Estados Unidos para se transformar em um dos maiores movimentos de consumo do país.

Em 2024, o Brasil registrou números recordes: R$ 9,38 bilhões movimentados no e-commerce entre 28 de novembro e 1º de dezembro, crescimento de 10,7% sobre o ano anterior, segundo dados da Neotrust.

Foram 18,2 milhões de pedidos, alta de 14%. Mas, por trás dessa avalanche de compras, uma ferramenta em especial vem ganhando mercado. O WhatsApp hoje deixou de ser apenas um aplicativo de mensagens e virou um canal direto de vendas.

Com 148 milhões de usuários ativos no Brasil, o app já é usado por 82% dos consumidores para falar com empresas e por 60% para concluir compras. O que antes era uma conversa rápida para tirar dúvidas, agora virou um funil de vendas inteiro na palma da mão.

“Anúncios de clique para WhatsApp, os chamados Click to WhatsApp, são um divisor de águas. Eles permitem que o cliente, ao ver uma campanha no Instagram, Facebook ou até mesmo no Threads, vá direto para uma conversa com a empresa, sem precisar salvar contatos ou preencher formulários. Isso elimina barreiras e acelera a conversão”, explica Alberto Filho, CEO da Poli Digital, empresa especializada em automação e centralização de canais de atendimento.

“Ter uma plataforma que oferece uma solução completa e integrada para atendimento omnichannel, estratégia que integra todos os canais de vendas e comunicação de uma empresa, também é um diferencial. Ela unifica o contato com clientes de diversos canais, como WhatsApp, Instagram, Facebook e chats, em um único ambiente, priorizando a distribuição das demandas e a personalização do contato, garantindo respostas rápidas com uso de chatbots inteligentes e evitando clientes desassistidos”, complementa o executivo. 

Mas, se para o consumidor a experiência parece simples, para os lojistas o desafio é enorme: é preciso atender a milhares de pessoas ao mesmo tempo, sem comprometer a qualidade, sem acumular filas e claro, sem instabilidades de conexão. É nesse contexto que entram tecnologias como chatbots com respostas automáticas, catálogos digitais com fotos e links de pagamento integrados, além de soluções que monitoram em tempo real o status de cada transação.

“A boa notícia é que hoje existem diversas ferramentas para auxiliar o empresário nessa tarefa. O Poli Pay, por exemplo, foi desenvolvido para gerenciar pagamentos de forma ágil e segura por todos os canais digitais, integrar diferentes meios de recebimento e monitorar o comportamento do cliente para reduzir abandonos de carrinho. Em dias de pico, como a Black Friday, essa inteligência pode fazer a diferença entre atingir a meta ou perder vendas”, detalha Filho.

Desde o seu lançamento, o Poli Pay já movimentou mais de R$ 7 milhões em transações, reforçando o papel da plataforma em auxiliar pequenas e médias empresas no processo de amadurecimento e vendas pelo universo digital.

Segundo o executivo, outro ponto crucial nesse processo é garantir o treinamento da equipe de vendas. Não basta a tecnologia estar pronta; os atendentes também precisam saber utilizá-la para agilizar a jornada de compra e transformar dúvidas em fechamento rápido.

“Garantir que o WhatsApp e a equipe estejam preparados para o pico de vendas da Black Friday e das festas de fim de ano é determinante. Quem investir em atendimento ágil, integrado e de qualidade se destacará e fidelizará clientes em um dos momentos mais competitivos do varejo”, finaliza o CEO da Poli Digital.