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WhatsApp na Black Friday: como conversas em massa geram vendas de impacto

Com o calendário da Black Friday 2025 se aproximando, o desafio para varejistas e marcas digitais é claro: ser rápido, relevante e direto e nisso, o WhatsApp surge como linha de frente dessa corrida por atenção dos consumidores.

Uma pesquisa da Sinch revela que em mercados mobile‑first como o Brasil, o WhatsApp lidera nos canais de mensagem preferidos em grandes campanhas sazonais e que 40,9% dos consumidores priorizam canais de mensagem em eventos de vendas como esse.  Pesquisas com esse tipo de dado, confirmam que a comunicação precisa mudar de volume para relevância, e o WhatsApp aparece como o canal que reúne abertura, intimidade e ação imediata.

Quem observa de perto essa transformação é Luiz Santos, fundador da plataforma de CRM e automações via API oficial do WhatsApp, Unnichat. Ele afirma que “em ocasiões como a Black Friday, cada segundo conta, e quem responde rápido no canal certo ganha a venda” e que “o WhatsApp deixou de ser apêndice da campanha para virar canal de decisão”.

O que as marcas precisam entender é que o ciclo de compras nessa data não é mais linear. Enquanto e-mails e anúncios disputam atenção, o WhatsApp entra com vantagem por sua natureza conversacional e reativa. Em artigos recentes, especialistas estimam taxas de abertura de até 98 % e conversão entre 45 % e 60 % quando bem automatizadas em eventos de grande proporção. Na prática isso significa que a mensagem que chega no momento certo, no formato certo e com ação imediata, como botão ou link de compra, pode fazer total diferença entre fechar ou perder o cliente.

Para explorar esse canal com eficácia, a preparação começa bem antes da data‑pico. O primeiro passo é construir uma base de opt‑ins ativa, segmentar o público por intenção de compra ou categoria e testar fluxos de automação. Em seguida entra a automação que deve lidar com múltiplos cenários: ofertas de tempo limitado, recuperação de carrinhos abandonados, notificações de estoque e ativações de recompra. Luiz destaca que “planejar campanhas só na semana da Black Friday é de alto risco, o WhatsApp exige aquecimento, teste e maturação de fluxo”.

Durante a Black Friday, a automação deve ser aliada à IA para responder em massa com personalização: identificar quem clicou no link, quem abandonou o carrinho, quem abriu a mensagem e adaptar a próxima interação de acordo com esse comportamento. O WhatsApp permite uso de catálogos, links de pagamento, botões interativos e mensagens ricas, recursos que reduzem fricção e aceleram a compra. Um estudo da CM Group mostra que campanhas via WhatsApp com botões interativos atingem taxas de engajamento 15 a 35 % maiores que SMS ou e‑mail. 

Contudo, o volume de mensagens em Black Friday exige mais do que automação: exige monitoramento em tempo real, contingência para erros e fluidez entre humano e máquina. A infraestrutura deve suportar picos, o time de dados deve acompanhar a performance, e a experiência do cliente deve permanecer conversacional, sem parecer uma enxurrada promocional. O especialista conclui dizendo que “se o usuário enxerga a marca como invasiva ou repetitiva no WhatsApp, o efeito é pior que não ter canal algum”.

Privacidade e personalização: o novo dilema da automação no marketing

A automação nunca foi tão eficiente, nem tão desafiadora. Em meio à corrida por personalização, as marcas enfrentam uma questão delicada: como criar experiências únicas e relevantes sem ultrapassar o limite da privacidade? Com consumidores mais atentos ao uso de seus dados e regulações cada vez mais rigorosas, o marketing digital vive hoje um dos seus maiores dilemas.

Uma pesquisa da McKinsey & Company mostrou que 71% dos consumidores esperam interações personalizadas com as marcas, mas, ao mesmo tempo, 76% se frustram quando esse padrão não é atingido. E mais: empresas que investem em personalização de forma estratégica chegam a gerar 40% mais receita do que seus concorrentes diretos. O problema é que, para entregar esse tipo de experiência, é preciso lidar com dados sensíveis, o que exige cuidado técnico, transparência e bom senso.

Luiz Santos acompanha essa discussão de perto. Fundador da Unnichat, plataforma de CRM e automações via API oficial do WhatsApp,  é especialista em estratégias digitais com foco em automação, inteligência artificial e comunicação em escala. Após anos atuando com marketing digital e estruturação de negócios, Luiz defende que “automatizar bem hoje é tão importante quanto saber até onde automatizar”. Para ele, o risco não está só no mau uso da tecnologia, mas na falta de estratégia ao tratar dados como meras métricas.

O avanço da IA e das ferramentas de automação tornou possível personalizar mensagens com base em comportamento, localização, histórico de compra e até no momento do dia. Mas isso só é eficaz quando o cliente sente que tem controle. “Se o usuário não entende por que está recebendo determinada mensagem, ou se acha que foi invadido, a marca perde valor na hora”, alerta o empresário.

A busca por equilíbrio passa por um conceito em ascensão no marketing: a personalização com consentimento. Isso inclui deixar claro como os dados são usados, permitir que o cliente escolha que tipo de comunicação deseja receber e oferecer valor real em troca. “Quando a automação respeita o tempo, o perfil e o contexto do cliente, ela deixa de ser uma máquina de envio e passa a ser uma ferramenta de relacionamento”, explica Luiz.

Além disso, cresce o uso de estratégias como privacy-first personalization, abordagem que prioriza o respeito à privacidade mesmo em fluxos automatizados. De acordo com uma análise publicada pelo CMSWire, essa prática vem ganhando força entre empresas que querem se diferenciar não apenas pela eficácia das suas mensagens, mas também pela ética no uso dos dados.

No Brasil, esse tema também se torna mais relevante à medida que a LGPD avança na regulamentação e fiscalização das empresas. Isso significa que automações mal configuradas, sem consentimento explícito ou com coleta exagerada de dados, podem não só comprometer a imagem da marca, como gerar sanções legais.

O caminho, segundo Luiz Santos, está em usar a tecnologia como meio, não como fim. “O que fideliza o cliente não é o volume de mensagens, e sim o quanto elas fazem sentido para ele. A personalização não pode parecer vigilância. Tem que aparentar cuidado.”

No fim das contas, personalizar com inteligência e respeito deixou de ser diferencial. Agora é condição básica para que qualquer automação funcione e gere resultados. O desafio das empresas não é apenas se tornarem mais eficientes com IA e dados, mas também mais humanas e transparentes no processo.

Black Friday: pesquisa revela principais reclamações dos consumidores

Anualmente, a tradicional Black Friday movimenta o consumo com a proposta de preços mais baixos que os convencionais, mas este período de promoções também levanta dúvidas e receios. Uma pesquisa realizada entre os dias 1º de outubro e 3 de novembro, para medir a expectativa dos consumidores antes da data oficial, mostrou que os problemas na finalização da compra lideram as queixas, representando 38,5% do volume total de reclamações de pessoas que já compraram durante a Black Friday em anos anteriores. O levantamento feito pela coordenadora do Centro de Estudos em Marketing Digital da FGV/EAESP, Lilian Carvalho, em parceria com a Polis Consulting, reuniu 124 mil menções ao tema e 182 milhões de impressões, revelando padrões importantes para estratégias de marketing digital e gestão de experiência do cliente no varejo brasileiro. 

Lilian explica que esta categoria de reclamações engloba dificuldades técnicas no checkout, falhas em sistemas de pagamento, indisponibilidade de plataformas e problemas no processamento de pedidos. “Trata-se de uma concentração considerável e que sugere ineficiências significativas na infraestrutura tecnológica dos varejistas durante períodos de alta demanda”, avalia.

estorno do valor pago aparece como segunda maior reclamação, correspondendo a 23,8% do total, evidenciando problemas críticos na gestão de devoluções e reembolsos, processos fundamentais para a confiança do consumidor. “Esse é um ponto de demanda que exige um cuidado ainda maior por afetar diretamente o bolso dos consumidores. A demora na devolução de valores tem impacto na satisfação e aumenta o risco reputacional das marcas”, alerta a doutora em marketing. 

Na sequência, o atraso na entrega representa 22,1% das reclamações, indicando deficiências significativas na logística e no cumprimento de prazos prometidos. Durante a Black Friday, o pico de volume de pedidos frequentemente sobrecarrega sistemas de distribuição, resultando em falhas operacionais.

Já a propaganda enganosa, um aspecto bastante abordado durante o período de promoções,  corresponde a 15,6% das reclamações registradas. “Não é incomum, durante a Black Friday, observarmos relatos que indicam fraude nas promoções, como o famoso ‘tudo pela metade do dobro’. Pode parecer um problema menor para muitos, afinal, existe a máxima do ‘compra quem quer’, mas é importante que as marcas e empresas entendam que esse tipo de divergência entre as expectativas criadas pelas campanhas de marketing e a realidade das ofertas disponibilizadas podem não apenas comprometer a credibilidade dos varejistas, como também gerar consequências legais relacionadas ao Código de Defesa do Consumidor”, reforça Lilian Carvalho. 

IA vira aliada estratégica do varejo frente à nova agenda nacional contra o desperdício de alimentos

O lançamento da II Estratégia Intersetorial para Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos, conduzida pelo Governo Federal em parceria com a Embrapa e outros órgãos, inaugura um novo capítulo para o varejo alimentar no Brasil. A iniciativa posiciona o combate ao desperdício como um eixo central da política pública e o conecta diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial os ODS 2 (Fome Zero), 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e 13 (Ação Climática). Nesse cenário, tecnologias de inteligência artificial deixam de ser apenas mecanismos de eficiência e passam a representar instrumentos estratégicos de aderência a metas internacionais de sustentabilidade, competitividade e responsabilidade social.

Enquanto o governo estabelece diretrizes para transformar os sistemas alimentares, o mercado já encontra respostas concretas no uso da inteligência artificial. A Aravita se destaca como uma das soluções mais avançadas ao aplicar IA para prever, planejar e automatizar o abastecimento de frutas, legumes e verduras em redes supermercadistas. A plataforma cruza histórico de vendas, clima, sazonalidade, comportamento do consumidor e condições logísticas para definir o pedido ideal de cada loja, garantindo que o produto esteja disponível na quantidade certa, no ponto de maturação adequado e no momento exato da demanda.

Os resultados são expressivos: em uma grande rede de São Paulo, a Aravita reduziu em 30% as rupturas nas gôndolas e cortou em 25% o desperdício de FLV, demonstrando que tecnologia de dados é hoje uma das ferramentas mais eficazes para enfrentar um problema que impacta margens de lucro, reputação de marca e indicadores globais de sustentabilidade. Em um setor no qual boa parte dos alimentos podem ser desperdiçados antes de chegar ao consumidor final, a inteligência artificial muda a lógica de abastecimento – sai o modelo reativo baseado em achismo, entra a gestão preditiva e orientada por dados.

Essa transformação tem efeito direto no posicionamento estratégico do varejo. Ao reduzir perdas e rupturas, os supermercados não só aumentam a rentabilidade como também atendem a uma demanda crescente do consumidor, que está mais atento à origem, qualidade e ao impacto ambiental dos alimentos que consome. Além disso, varejistas que adotam tecnologias alinhadas aos ODS passam a integrar um movimento global de boas práticas, fortalecendo sua atuação ESG e ampliando sua atratividade perante investidores, parceiros e programas governamentais.

O hortifrúti, tradicionalmente visto como um centro de perdas e risco operacional, passa agora a ser um diferencial competitivo e de reputação. A IA aplicada ao FLV fortalece a experiência de compra, aumenta a recorrência dos clientes e consolida o varejo como protagonista na agenda nacional de combate ao desperdício. No momento em que o Brasil assume compromisso internacional para tornar seus sistemas alimentares mais resilientes, a tecnologia desenvolvida pela Aravita se apresenta como um dos caminhos mais eficazes para transformar metas em resultados reais, unindo eficiência econômica, impacto social e sustentabilidade ambiental.

Buy Now, Pay Later: os benefícios para o e-commerce

Agora, além de contar com o modelo tradicional, consolidado e amplamente aceito de parcelamento no cartão de crédito, o lojista por contar com o modelo Buy Now, Pay Later (BNPL), ou “Compre agora, pague depois”, que está transformando o varejo digital e se consolidando como uma das tendências do comércio eletrônico. O sistema permite que o consumidor adquira produtos e serviços parcelando o pagamento mesmo sem ter cartão de crédito ou limite bancário, através de pagamentos parcelados via Pix. Essa simplicidade tem atraído cada vez mais usuários, mas seus benefícios vão além da experiência de compra, pois o BNPL se tornou um acelerador de conversão e fidelização para empresas que vendem online.

De acordo com dados do Instituto DataFolha, o volume global de transações via BNPL atingiu US$ 316 bilhões em 2023, com crescimento anual de 18%. A expectativa é que esse número chegue a US$ 452 bilhões até 2027, crescendo a uma taxa média de 9% ao ano. Essa evolução mostra que o modelo não é apenas uma moda passageira, mas uma revolução permanente nos hábitos de consumo.

Países como Alemanha e Suécia já são referência, com 21% do total de transações de e-commerce realizadas via BNPL. Essa penetração mostra o potencial do modelo, que ainda tem amplo espaço para crescer em mercados emergentes como o brasileiro, onde o acesso ao crédito é mais restrito e os consumidores valorizam alternativas simples e transparentes.

Para os lojistas, isso significa maior conversão de vendas, ticket médio mais alto e fidelização de clientes. Em um ambiente competitivo e saturado, oferecer facilidades de pagamento pode ser o diferencial que transforma uma visita em compra e um comprador ocasional em cliente recorrente.

Integração com Open Finance e Inteligência Artificial

Os próximos anos trarão uma nova onda de evolução para o BNPL. A integração com o Open Finance permitirá análises de crédito mais precisas e inclusivas, ampliando o público elegível e reduzindo riscos de inadimplência. Ao acessar dados financeiros abertos, as fintechs poderão avaliar a capacidade de pagamento do consumidor de forma dinâmica e em tempo real.

Além disso, a inteligência artificial já começa a atuar na personalização das ofertas de crédito. Algoritmos podem ajustar automaticamente limites, prazos e condições conforme o comportamento de cada usuário, criando experiências únicas e mais seguras. Essa personalização é um dos maiores trunfos do BNPL moderno, capaz de equilibrar conveniência para o cliente e rentabilidade para o lojista.

Benefícios diretos para o e-commerce

Implementar uma solução BNPL traz uma série de vantagens concretas para o comércio eletrônico. A principal é o aumento da taxa de conversão, pois consumidores que antes desistiram da compra por falta de crédito ou falta de limite no cartão passam a ter uma alternativa imediata. Desse modo, as lojas que adotam BNPL registram crescimento no volume de vendas, especialmente em categorias de maior valor agregado, como eletrônicos, moda e turismo.

Outro benefício é o aumento do ticket médio. Como o consumidor não precisa pagar o valor total de uma vez, ele se sente mais confortável para adquirir produtos de maior valor ou adicionar itens extras ao carrinho. Essa elasticidade de compra é extremamente valiosa em períodos de promoções e datas sazonais, como Black Friday e Natal.

O BNPL também melhora a fidelização. Clientes satisfeitos com a experiência de compra e pagamento tendem a retornar, especialmente quando percebem transparência, segurança e flexibilidade nas condições oferecidas. Isso reduz custos de aquisição de novos clientes e fortalece a base de consumidores recorrentes.

Além disso, com o apoio de instituições financeiras e fintechs, o lojista não assume o risco de crédito, já que a operação é intermediada por empresas especializadas. Isso garante o pagamento e liquidação para o e-commerce no prazo contratado, enquanto o provedor de BNPL administra o parcelamento junto ao cliente final.

Desse modo, com a combinação de tecnologia, dados e regulação responsável, o BNPL redefine o crédito e consolida o futuro do consumo digital; um futuro em que pagar depois é sinônimo de comprar com mais liberdade, confiança e inteligência.

Samsung Ads lança solução exclusiva Click to Linear e inova interação entre TV digital e linear

Samsung Ads, braço de publicidade em Smart TVs da Samsung Electronics, anuncia o lançamento do Click to Linear, solução inédita no mercado brasileiro que traz mais uma possibilidade de direcionamento de clique para as campanhas das TVs conectadas da marca.

Com o novo Call to Action (CTA), anunciantes podem direcionar a audiência de suas campanhas, que são veiculadas nos formatos de primeira tela, diretamente para canais de TV linear abertos.

Antes os redirecionamentos já incluíam aplicativos de streaming, de música, canais do Samsung TV Plus e microsites, e agora o Click to Linear cria uma ponte inédita entre o digital e o linear, em que o anúncio ganha uma nova camada de interatividade, unindo tecnologia, audiência e alcance em uma mesma solução. Isso reforça o papel da Samsung Ads como parceira estratégica de marcas e players de mídia que buscam potencializar suas campanhas em CTV.

A nova funcionalidade deve ganhar destaque especialmente entre marcas que patrocinam grandes eventos ao vivo, como reality shows ou transmissões esportivas, e desejam expandir a audiência para suas ativações em canais de TV aberta. Também é uma solução valiosa para emissoras que buscam promover seus conteúdos de forma nativa e com alto engajamento dentro do ecossistema Samsung.

Com mais de 23,4 milhões de Smart TVs ativas e conectadas no Brasil, que somam mais de 2 bilhões de horas mensais de consumo de conteúdo, a Samsung Ads fortalece seu papel de liderança na convergência entre tecnologia, mídia e comportamento. Hoje 65% dos dispositivos consomem TV linear, reforçando o potencial da nova funcionalidade para impactar grandes audiências de forma integrada e mensurável.

Seven Summit 2025 reúne empreendedores do mercado digital que irão compartilhar as principais tendências do setor

A Eduzz, uma empresa evolutiva, humana, regenerativa e disruptiva, considerada uma das maiores plataformas e vendas de infoprodutos do Brasil, realiza a 6ª edição do Seven Summit, que acontecerá nos dias 03 e 04 de dezembro, na Uzna (Sorocaba), e que reunirá empreendedores do mercado digital que compartilharão as tendências e as principais estratégias de crescimento para 2026.

O Seven Summit é o evento institucional da Eduzz e objetiva reconhecer a comunidade de produtores, parceiros e clientes do mercado digital e nessa edição traz como temática central: “Quando é de verdade, a gente sente”. Trata-se de uma verdadeira imersão focada em impulsionar o crescimento de negócios que estão alavancando a Creator Economy. Durante os dois dias de evento, estão previstas mais de 40 palestras com conteúdos aplicáveis, técnicas consagradas e conexões estratégias para empreendedores em diferentes ciclos de desenvolvimento.

“Estruturamos o Seven Summit 2025 como um grande palco de reconhecimento da comunidade da Eduzz evidenciando com um selo de excelência negócios digitais rentáveis, prósperos e com maior impacto no mercado”, afirma Regis Bortolin, diretor de Negócios e Mercado da empresa. “Vamos reunir grandes empreendedores que irão compartilhar estratégias validadas e práticas com foco em escalabilidade, marca e resultados sustentáveis”, complementa o executivo.

Entre os nomes já confirmados estão: Filippe Holzer (Estratégia e Vendas High Ticket), Leandro Aguiari (Storytelling e Posicionamento), Guto Galamba (Performance e Crescimento de Negócios), Natanael Oliveira (Funis Perpétuos e Automações), Ângela Sirino (Mentalidade e Inteligência Emocional), Fabiana Bertotti (Comunicação Autêntica e Branding Pessoal), dentre outros.

O Seven Summit 2025 foi idealizado sob a premissa de que o crescimento real tem que fazer sentido e está baseado em sete pilares: visão (ressignificada como previsibilidade), audição (como presença), olfato (faro, como oportunidade), paladar (sabor, como conexão), tato (como intuição), honra (propósito) e verdade (essência). “Cada pilar provoca um sentido que ativa uma reflexão real que sustenta a jornada dos negócios digitais que querem prosperar com a razão, mas, principalmente, com o coração”, detalha Marcelo Mattos, Líder de Marketing, Estratégias de Marca e Comunicação Externa da Eduzz.

Serviço:

Evento: Seven Summit 2025

Data: 03 e 04 de dezembro

Local: Uzna (Sorocaba/SP)

Inscrições: Link 

VTEX e Lofty Style anunciam parceria estratégica durante o WebSummit Lisboa

Durante o Web Summit Lisboa, um dos maiores eventos globais de tecnologia, marketing e negócios, a VTEX, multinacional brasileira líder em digital commerce, e a Lofty Style, marca de moda feminina reconhecida por seu design minimalista e sofisticado, anunciaram uma parceria estratégica que simboliza a união entre moda, tecnologia e inovação.

Sob a liderança de Camila Ortiz, fundadora e CEO, a Lofty Style dá um passo decisivo em sua expansão internacional, com operações em Portugal, Espanha e Estados Unidos. A partir da plataforma VTEX, a marca adota um modelo cross-border que permite operar com estrutura logística, moeda e idioma locais, mantendo sua essência artesanal e o DNA brasileiro que inspira cada criação.

Mais do que uma estratégia de crescimento, a parceria representa o novo momento do empreendedorismo brasileiro, que une criatividade, tecnologia e propósito para conquistar novos mercados e fortalecer a presença nacional no cenário global.

“Ver a Lofty Style expandir suas fronteiras com o nosso apoio é testemunhar como a tecnologia pode impulsionar marcas ousadas a conquistarem o mundo”, diz Rafaela Rezende, Presidente da VTEX no Brasil. “Na VTEX, oferecemos os recursos necessários para viabilizar tanto a jornada omnichannel quanto a expansão global”. 

Com mais de 60 lojas físicas no Brasil, a Lofty Style segue fiel ao compromisso com a qualidade, o design atemporal e o estilo leve e versátil que traduzem o lifestyle contemporâneo. O anúncio em Lisboa reforça a força e relevância das marcas brasileiras na interseção entre moda e inovação.

Navegadores com inteligência artificial começam a mudar a forma de usar a internet

Os navegadores estão deixando de ser simples janelas para a internet e passando a agir como assistentes pessoais digitais. A chegada do Comet, da Perplexity AI, e do ChatGPT Atlas, da OpenAI, marca o início de uma nova fase da web, em que a inteligência artificial passa a executar tarefas, interpretar contextos e interagir com sites em nome do usuário. Esses lançamentos, feitos ao longo de 2025, reacenderam o debate sobre o futuro da busca, a privacidade de dados e o papel da IA na produtividade pessoal.

Para Renato Asse, fundador da Comunidade Sem Codar e referência em No Code e automação na América Latina, a transformação é comparável à revolução provocada pelos primeiros buscadores. “Os navegadores inteligentes estão deixando de ser ferramentas passivas para se tornarem plataformas de execução. Eles entendem o contexto e agem com base nele, integrando tarefas que antes dependiam de vários aplicativos diferentes. Isso abre uma nova fronteira para quem trabalha com automações e quer aplicar IA de forma acessível e prática”, afirma.

O Comet, lançado pela Perplexity AI em julho, foi o primeiro a colocar essa ideia em prática. Baseado no motor Chromium, ele mantém compatibilidade com extensões conhecidas, mas vai além da simples navegação. O assistente integrado lê páginas, resume conteúdos, organiza e-mails e calendários e é capaz até de realizar ações automáticas dentro do navegador. Nos primeiros meses, a empresa anunciou parcerias para pré-instalar o Comet em smartphones, reforçando a aposta de que o navegador será o novo ponto central da automação pessoal.

Em outubro, foi a vez da OpenAI apresentar o ChatGPT Atlas, inicialmente disponível para macOS. O navegador integra o ChatGPT diretamente à navegação, com uma barra lateral conversacional que interage com qualquer página da web. O diferencial é o “modo agente”, que permite que o sistema execute tarefas completas (como compras, pesquisas e preenchimento de formulários) sem intervenção humana. Para quem desenvolve produtos ou trabalha com automação, o Atlas transforma o navegador em uma extensão viva dos agentes de IA, aproximando a experiência de uso do conceito de automações visuais de plataformas como n8n, Make e OpenAI API.

Essas mudanças não impactam apenas a navegação. Elas abrem espaço para um novo ecossistema digital, no qual extensões, fluxos e agentes inteligentes passam a coexistir no mesmo ambiente. Especialistas apontam que o mercado deve assistir à criação de marketplaces de extensões com IA, assinaturas com recursos avançados de automação e integrações diretas entre navegadores e ferramentas No Code. Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com privacidade, já que os novos navegadores operam com acesso a dados sensíveis e interações em tempo real.

Para Asse, o avanço é inevitável e traz desafios e oportunidades. “O navegador está se tornando o coração da automação digital. Ele vai integrar ações, dados e contexto em um só ambiente, permitindo que o usuário tenha controle total sobre o que executa. Para quem cria produtos e sistemas No Code, o desafio é pensar a automação não como algo que roda por trás da interface, mas como parte viva da própria navegação”, conclui.

Alerta para empresas Split Payment na Reforma Tributária exige ação imediata

Previsto na Emenda Constitucional 132 de 2023 e regulamentado pela Lei Complementar 214 de 2025, o modelo automatiza o recolhimento de tributos sobre o consumo no momento da venda, antes que o fornecedor receba o valor líquido. Na prática, o imposto deixa de passar pelo caixa da empresa, o que exige revisão do capital de giro, ajustes em contratos e investimentos em tecnologia.

De acordo com estudos técnicos da Receita Federal, a implantação do Split Payment será gradual entre 2026 e 2032, acompanhando a transição para o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Essa mudança deve reduzir a sonegação e aumentar a eficiência da arrecadação, mas pode pressionar o caixa de empresas que operam com margens reduzidas ou dependem de prazos longos para pagamentos.

Segundo Jhonny Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções em contabilidade, educação e gestão corporativa, o modelo exige que os empresários reorganizem seus fluxos financeiros. “Quando o imposto deixa de passar pelo caixa da empresa, o empreendedor precisa redesenhar seu capital de giro, ou corre o risco de ver a operação travar.”

Um levantamento do Portal Contábeis mostra que companhias do setor de serviços podem sofrer redução média de até 19,2% no faturamento líquido se não houver adaptação. A retenção automática de tributos deve atingir com mais intensidade áreas que operam com baixa margem de lucro e alta dependência de fluxo de caixa, como varejo, e-commerce e serviços profissionais.

Para o vice-presidente do SERAC, o primeiro passo é antecipar o impacto. “As empresas precisam simular cenários considerando a redução de liquidez e projetar se o caixa líquido cobre as despesas operacionais. Sem esse controle, o risco é comprometer a entrega e o crescimento”, aponta.

O modelo também exigirá que sistemas de gestão, notas fiscais e meios de pagamento sejam integrados aos bancos e às plataformas de arrecadação, o que demandará investimento tecnológico. Martins destaca que a adequação não deve ser deixada para a última hora. “Adaptar a operação agora evita que o imposto se torne o gargalo do crescimento amanhã.”

A partir de 2026, o governo deve iniciar a fase de testes do sistema com adesão progressiva, e a obrigatoriedade plena está prevista para 2027. Especialistas apontam que empresas com operações nacionais, principalmente no comércio eletrônico, devem priorizar o mapeamento de processos fiscais e o treinamento das equipes.

Jhonny Martins alerta ainda para os impactos contratuais e operacionais. “Empresas que vendem parcelado ou trabalham com antecipação de recebíveis precisam revisar contratos e margens. O repasse imediato do imposto muda o ritmo do caixa e, consequentemente, as condições de negociação com fornecedores.”

Entre as medidas preventivas recomendadas estão a revisão de contratos, o fortalecimento de reservas de capital de giro, a integração de sistemas e o treinamento das equipes fiscal e financeira. “O Split Payment traz mais previsibilidade para o fisco, mas também exige maturidade financeira das empresas. Quem se preparar agora vai atravessar essa transição com vantagem competitiva”, conclui Jhonny Martins.

A reforma tributária cria um ambiente de maior transparência e simplificação fiscal, mas impõe ao setor privado o desafio de adaptação operacional. O alerta dos especialistas é claro, entender o impacto e agir preventivamente será essencial para manter a estabilidade financeira e a eficiência empresarial no novo modelo tributário.

A seguir, um check list objetivo com as principais ações para mitigar riscos e garantir conformidade no novo cenário tributário:

  1. Diagnóstico do fluxo de caixaMapear todas as entradas e saídas, simulando o impacto da retenção automática de tributos. Avaliar quanto o caixa líquido suportaria sem os valores que hoje ficam temporariamente disponíveis até o pagamento dos impostos.
  2. Revisão de contratos e margens de lucroReavaliar contratos com clientes e fornecedores, prevendo cláusulas de repasse de tributos e ajustes nos prazos de pagamento. Rever margens para compensar a redução da liquidez e evitar desequilíbrios financeiros.
  3. Adequação tecnológicaIntegrar sistemas de gestão (ERP), emissão de notas fiscais eletrônicas e plataformas de pagamento com bancos e entes fiscais. O Split Payment exigirá comunicação direta e automática entre sistemas financeiros e contábeis.
  4. Planejamento de capital de giroReforçar o caixa e revisar a política de crédito. Empresas que dependem de adiantamentos ou trabalham com prazos longos de recebimento devem buscar novas fontes de financiamento para cobrir a diferença gerada pela retenção imediata.
  5. Capacitação da equipe fiscal e financeiraTreinar profissionais para compreender o funcionamento do Split Payment, a contabilização do imposto separado e as mudanças no fluxo de apuração. A atualização constante será essencial para evitar erros e penalidades.
  6. Revisão dos preços e estratégias comerciaisAvaliar se será necessário reajustar preços ou alterar a estratégia de vendas para compensar o impacto do novo regime tributário. Empresas de serviços e varejo devem realizar simulações por produto ou segmento.
  7. Testes de integração e compliance tributárioRealizar testes com as novas plataformas e sistemas de pagamento para garantir que os valores dos tributos sejam repassados corretamente. Validar o cruzamento de informações com o fisco e corrigir falhas antes da obrigatoriedade.
  8. Monitoramento das regulamentações complementaresAcompanhar as normas que ainda serão publicadas pelo Comitê Gestor do IBS e pela Receita Federal, que definirão detalhes operacionais, alíquotas e cronograma de adesão progressiva.
  9. Comunicação com parceiros e clientesExplicar as mudanças operacionais que poderão afetar prazos, valores e formas de pagamento. A transparência na transição é fundamental para manter relações comerciais estáveis.
  10. Consultoria contábil e estratégicaBuscar apoio de especialistas em contabilidade e gestão tributária para alinhar processos, atualizar sistemas e planejar o impacto no orçamento de médio e longo prazo.

Segundo Jhonny Martins, o Split Payment representa um divisor de águas na gestão financeira das empresas. “Quem se antecipar à mudança estará um passo à frente. O empresário que entender o novo modelo como oportunidade, e não apenas como obrigação, vai fortalecer a operação e garantir sustentabilidade no pós-reforma.”

O modelo deve começar a operar em fase piloto em 2026, com expansão gradual até 2032. As empresas que iniciarem a adaptação desde já estarão mais preparadas para enfrentar os desafios de liquidez e competitividade do novo sistema tributário.