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Black Friday impulsiona antecipação do consumo e reforça busca por valor no varejo, aponta Grupo Carrefour Brasil

O Grupo Carrefour Brasil, um dos maiores varejistas do país, deu início à sua estratégia para a Black Friday com foco no atendimento ao aumento da demanda para o período. Responsável pela operação das bandeiras Carrefour e Sam’s Club, a companhia destaca duas tendências claras para a data em 2025: a antecipação das compras de fim de ano e a busca mais racional por qualidade, conveniência e economia real.

Segundo Marco Alcolezi, Diretor Executivo de Operações Hiper, Super e Proximidade do Carrefour, o período tem se consolidado como uma oportunidade para os consumidores adquirirem itens tradicionais das festas. “Percebemos que os segmentos que tradicionalmente apresentam maior procura continuam firmes, como acontece todos os anos. A Black Friday vem cada vez mais se consolidando como uma antecipação natural das compras de Natal”, afirma. 

Produtos sazonais ligados às férias também ganham destaque no período, como protetores solares e bronzeadores, impulsionados pela proximidade do verão e do recesso escolar. Já na categoria de automóveis, os pneus seguem entre os itens mais buscados para manutenção e revisão dos veículos antes das viagens de fim de ano. 

Os setores tradicionais da data também mantêm forte desempenho, especialmente o de eletrônicos, com destaque para os televisores, um dos itens mais procurados pelos consumidores. A rede também observa o aumento de clientes que realizam a compra mensal durante o evento, atraídos por ofertas nas categorias de higiene e limpeza, mercearia e bebidas. 

Consumidor se prepara cada vez mais para a Black Friday

O mercado como um todo enfrenta um ano complexo, com o consumidor mais cauteloso e racional em suas decisões de compra. Nesse contexto, o brasileiro vem se planejando com antecedência para aproveitar o período, o que representa um ponto positivo para setores que têm se destacado na data.

De acordo com pesquisa realizada pelo Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, 72% dos consumidores afirmam estar se preparando financeiramente para o período e 42% pretendem realizar compras durante a Black Friday. Diante desse cenário, a rede reforça que está estrategicamente preparada para atender à demanda, mesmo em um contexto de maior cautela por parte do consumidor.

Para atender o público de forma eficiente, o Carrefour reforça seu esquema operacional, incluindo ampliação dos horários de funcionamento e extensão do calendário comercial. “Estamos ampliando a Black Friday para quatro dias, operando com ofertas especiais de quinta a domingo e, diferente dos anos anteriores, as lojas abrirão em horários estendidos”, ressalta Alcolezi.

Entre as ações estratégicas que antecedem o evento, destacam-se o “Sinal Black”, realizado no primeiro fim de semana de novembro, e o “Feriadão Black”, que aproveita o feriado prolongado de 20 de novembro, único do segundo semestre. Durante esses períodos, algumas lojas operam em horário especial, ampliando o alcance das ofertas e garantindo maior conveniência aos consumidores em todas as regiões do país.

Integração omnicanal como diferencial competitivo

A empresa também aposta na integração entre os canais físicos e digitais como um dos principais diferenciais competitivos, com isso vem adotando a omnicanalidade como um pilar estratégico da operação, com as lojas físicas atuando como hubs de distribuição.

“O e-commerce é uma ferramenta fundamental de relacionamento e fidelização, pois proporciona conveniência, agilidade e integração. Investir em digitalização é essencial para o varejo moderno, já que a tecnologia torna a jornada do cliente mais fluida, eficiente e personalizada, fortalecendo o vínculo entre marca e consumidor. Por outro lado, os clientes têm nas lojas a possibilidade de experimentação e a agilidade de levar o seu produto para casa na hora”, afirma Alcolezi.

O executivo reforça ainda que, as lojas concentram ações promocionais mais amplas, enquanto o aplicativo e o site têm papel estratégico na oferta de benefícios e descontos exclusivos. Além disso, as vendas digitais também contam com a participação de parceiros comerciais, uma vez que o Carrefour opera como marketplace, ampliando o portfólio disponível e diversificando condições especiais.

“A Black Friday não é apenas uma data para impulsionar vendas. É uma oportunidade de oferecer uma experiência de compra facilitada, personalizada e integrada entre canal físico e digital, respeitando o momento do consumidor e suas preferências”, finaliza o executivo.

Ainda mais exclusividade

Já no Sam’s Club, o clube de compras do Grupo Carrefour Brasil, a proposta para a Black Friday é reforçar categorias que traduzem o diferencial do formato oferecido. Com um mix variado e uma curadoria de portfólio especializada, a rede oferece aos sócios condições especiais em produtos para casa, itens importados e produtos exclusivos Member’s Mark. 

Para este ano, a rede focará em três pilares estratégicos: não alimentar: destaque para Casa e eletrodomésticos como áreas-chave de curadoria e economia; alimentos diferenciados: com produtos exclusivos e premium acessíveis com preços disruptivos e básico: categorias essenciais com benefícios exclusivos para diferentes perfis de sócios.

“Nosso objetivo é entregar, ao mesmo tempo, exclusividade e excelentes oportunidades. Estamos convidando os sócios a conhecerem as ofertas antecipadamente, acompanhando a estratégia do Grupo de ampliar o calendário promocional. Ao oferecer benefícios e condições diferenciadas de acordo com cada perfil, reforçamos a percepção de valor da experiência do clube”, destacou Júlio Alves, CMO de Carrefour Varejo e Sam´s Club.

A campanha do Sam’s Club começou antecipadamente, com pré-venda online e inclusão de novos produtos a cada semana até 28 de novembro, totalizando mais de 200 ofertas.

Inteligência Artificial em vendas e atendimento: o novo motor da personalização e eficiência em 2025

A transformação promovida pela inteligência artificial em vendas e atendimento ao cliente é menos uma promessa futurista e mais uma realidade operacional que está reposicionando funções, métricas e expectativas dentro das empresas. A adoção acelerada de modelos generativos e de soluções conversacionais têm permitido automatizar tarefas rotineiras, liberar tempo para que equipes humanas resolvam casos complexos e, ao mesmo tempo, elevar a personalização das interações em escala, fenômeno que já se traduz em uso massivo de IA por áreas de vendas e service desks. 

Na prática, as tendências convergem em torno de alguns vetores claros: assistentes virtuais de nova geração, workflows de agente aumentados por IA, personalização preditiva e modelos de conhecimento que combinam busca com geração de respostas. Chatbots tradicionais vêm sendo substituídos por agentes baseados em modelos generativos integrados a bases de conhecimento corporativas via técnicas de Retrieval-Augmented Generation (RAG), que recuperam documentos relevantes e usam esses trechos para gerar respostas mais precisas e menos propensas a alucinações. 

Do ponto de vista comercial, a IA está remodelando o funil de vendas ao apoiar prospecção automatizada, priorização de leads, geração de propostas e preparação de argumentos sob medida para cada cliente. Ferramentas que analisam sinais em tempo real o comportamento de navegação, histórico de compras, interações em canais digitais, passam a sugerir abordagens e até roteiros de negociação para vendedores, aumentando a eficiência do ciclo comercial. 

A influência direta da IA no comportamento de compra também é perceptível: durante períodos promocionais e sazonalidades, ferramentas e assistentes digitais impulsionaram vendas online e mudaram padrões de conversão e devolução. Dados da Salesforce apontaram aumentos nas taxas de uso de chatbots pelos consumidores e uma parcela crescente de decisões de compra influenciadas por recomendações geradas por IA, o que reforça a necessidade de integrar modelos de atendimento e vendas com as camadas de e-commerce e CRM para fechar a cadeia de valor. Ao mesmo tempo, esses ganhos trazem desafios operacionais, como aumento de devoluções em alguns segmentos e a necessidade de ajustar políticas de logística e pós-venda diante de volumes maiores e de comportamentos de compra facilitados pela IA. 

Entretanto, muitas organizações gastaram fortemente com pilotos de GenAI e ainda relatam dificuldades para transformar projetos em valor sustentável, seja por problemas de qualidade dos dados, por falta de integração com legados de TI, ou por lacunas de governança e competências internas. 

Olhando adiante, as empresas que prosperarem serão aquelas que souberem delegar à IA o trabalho repetitivo e de escala, sem abrir mão do atendimento humano nos momentos de maior sensibilidade. Estratégias vencedoras combinarão modelos RAG para precisão de respostas, pipelines de dados robustos para alimentar personalização e programas de upskilling para vendedores e agentes, de forma que pessoas e máquinas atuem como um time coeso. Em 2025, vender e atender deixou de ser apenas um debate sobre tecnologia para tornar-se um exercício estratégico de arquitetura organizacional, onde a IA funciona como alavanca de eficiência, inovação e, quando bem governada, vantagem competitiva sustentável.

*Thiago Hortolan é CEO da Tech Rocket, uma spin-off da Sales Rocket dedicada à criação de soluções em Revenue Tech, unindo Inteligência Artificial, automação e inteligência de dados para escalar toda a jornada de vendas da prospecção à fidelização. Seus agentes de IA, modelos preditivos e integrações automatizadas transformam a operação comercial em um motor de crescimento contínuo, inteligente e mensurável.

Tecnologia leva estúdio de fotos profissional para a palma da mão e ajuda lojistas a vender mais na Black Friday

À medida que os lojistas se preparam para a Black Friday, um dos maiores desafios é produzir fotos de produtos que realmente se destaquem entre milhares de ofertas online. O problema é conhecido, pois estúdios profissionais têm custo elevado, os fluxos de edição manuais são lentos e, muitas vezes, os catálogos crescem mais rápido do que as equipes conseguem atualizar.

A Photoroom, plataforma de fotografia de produtos com inteligência artificial para imagens rápidas, consistentes e profissionais, vem mudando esse cenário ao oferecer uma experiência de “estúdio na palma da mão” para marcas e varejistas. Com recursos baseados em inteligência artificial, como flat lay automatizado, manequim fantasma, modelo virtual e encenação de produtos, a solução permite transformar fotos comuns em imagens profissionais em segundos e em escala.

“Nosso foco é democratizar a qualidade visual no e-commerce”, explica Matt Rouif, CEO da Photoroom. “Nem todo lojista tem acesso a um estúdio ou fotógrafo profissional, mas todos podem ter imagens que pareçam saídas de um. A tecnologia faz o trabalho pesado e o resultado é uma loja mais atrativa, com fotos que vendem.”

Segundo pesquisas de mercado, imagens de alta qualidade podem elevar em até 23% as taxas de conversão em e-commerce. Porém, muitos varejistas ainda dependem de fluxos manuais de edição, o que cria gargalos operacionais, especialmente em períodos de pico como a Black Friday.

A Photoroom abraça esse desafio com um conjunto de ferramentas que combinam automação em lote, criação de modelos, embelezamento de produtos e encenação fotográfica com IA. Isso permite que equipes de marketing e conteúdo gerem milhares de imagens consistentes, sem abrir mão da qualidade ou da identidade visual da marca.

Entre os recursos mais indicados estão:

  • Flat Lay: a ferramenta transforma fotos simples de roupas em imagens planas e padronizadas, ideais para marketplaces e redes sociais. O recurso utiliza IA para ajustar enquadramento, iluminação e proporções, entregando resultados consistentes e de aparência profissional. O resultado é um catálogo mais uniforme e atrativo, com economia de tempo e custos operacionais.
  • Manequim fantasma e Modelo virtual: permite que lojistas apresentem suas peças de forma mais natural, mostrando caimento, textura e forma de uso, sem depender de sessões fotográficas completas. A tecnologia cria representações realistas baseadas nas próprias fotos do produto, preservando a fidelidade visual e o controle da marca. É uma forma de dar “vida” às imagens, mantendo transparência e autenticidade.
  • Encenação de produto: cria cenários contextualizados que ajudam o cliente a imaginar o produto em uso, como um cosmético sobre uma bancada, um utensílio na cozinha ou um acessório em ambiente de lifestyle. Essa ambientação realista aumenta o apelo visual e a percepção de valor, além de gerar material para campanhas e vitrines digitais com aparência profissional.
  • Embelezador de produtos: otimiza automaticamente luz, cor e contraste para que cada item do catálogo mantenha um padrão estético consistente. O recurso melhora o brilho e a textura sem alterar o produto original, garantindo que a imagem final traduza o melhor aspecto visual possível. É uma forma de oferecer fotos com qualidade de estúdio, mas em escala corporativa, reforçando a confiança do consumidor e a identidade da marca.

A plataforma também se diferencia por sua API corporativa, que permite integrar a edição de imagens diretamente aos sistemas de e-commerce e gestão de catálogo das empresas. Assim, é possível automatizar fluxos de edição para milhares de SKUs, padronizando fundos, dimensões e iluminação, tudo com governança de marca e segurança de dados corporativos.

“A Black Friday é o grande teste de eficiência para o e-commerce. Com o volume de produtos e campanhas, quem consegue manter consistência visual em escala sai na frente. É aí que a automação e a IA fazem diferença real”, afima Rouif.

iFood anuncia até R$300 milhões para expandir entregas com e-bikes

 Durante a COP30, o iFood anuncia a ampliação do iFood Pedal, que se torna o maior programa de descarbonização de delivery com bicicletas elétricas da América Latina. Nesta nova fase, em parceria com a Tembici, o contrato prevê a possibilidade de expansão do programa de entregas elétricas com até 45 mil e-bikes, sendo 20 mil incorporadas até 2027, o que elevará a frota total para mais de 25 mil bicicletas elétricas em operação no país nos próximos meses.

Por meio da iniciativa, o iFood vai investir até R$300 milhões para ampliar o acesso a um modal mais limpo, econômico, eficiente e com potencial de ampliar os ganhos dos entregadores. Além disso, a ampliação do programa reforça o compromisso da empresa com a mobilidade sustentável. A expansão das bicicletas elétricas representa uma redução estimada de 7,5 mil toneladas de CO₂ por ano, volume de carbono que cerca de 300 mil árvores levariam um ano para absorver.

“Fazer esse anúncio durante a COP30 reforça o compromisso do iFood com um crescimento sustentável e com a liderança na transição energética no Brasil. Mostramos que é possível conciliar propósito, tecnologia e impacto positivo em escala. Como empresa brasileira, seguimos impulsionando a economia e fortalecendo comunidades – porque crescer juntos é o que move o iFood”, afirma Luana Ozemela, CSO e vice-presidente de Impacto e Sustentabilidade do iFood.

A Tembici, parceira do iFood desde o início do programa, é a maior operadora de micromobilidade na América Latina, com mais de 25 mil bicicletas e presença em quatro países. A empresa, referência em mobilidade urbana sustentável, atua na operação e expansão das e-bikes utilizadas pelos entregadores em diversas capitais do país. Para Tomás Martins, CEO e co-fundador da Tembici, a expansão do projeto reforça o compromisso da empresa em garantir modelos de micromobilidade cada vez mais escaláveis, inclusivos e sustentáveis.


“Estamos muito felizes em anunciar a expansão de um projeto que une geração de renda sustentável e uma operação de zero emissões de carbono, que já evitou potencialmente mais de 13 mil toneladas de CO₂. Desde 2020, essa parceria vem evoluindo com aprendizados valiosos e agora dá um passo histórico, tornando-se o maior projeto de descarbonização por meio de bicicletas elétricas da América Latina e uma oportunidade real de trabalho e estabilidade para os cicloentregadores em um modelo realmente escalável e transformador para as cidades”, comenta o executivo.


Empresa brasileira que é referência global

O avanço do iFood Pedal faz parte de uma estratégia mais ampla da empresa para reduzir emissões e promover soluções de mobilidade urbana sustentáveis. Além dos investimentos em modais elétricos, o iFood atua em frentes nacionais e internacionais que consolidam seu protagonismo em inovação climática e inclusão nas cidades. Confira:

Fórum Econômico Mundial – O iFood Pedal figurou no relatório Last Mile Delivery, como uma das principais referências globais em mobilidade sustentável e inovação logística. O programa combina eficiência operacional, inclusão social e impacto ambiental positivo, mostrando como soluções criadas no Brasil podem inspirar políticas públicas e práticas empresariais em outros países.

Representação brasileira em coalizões internacionais: A empresa é a única representante do Brasil na coalizão global Deliver-E, apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA/UNEP). O grupo reúne companhias como Uber, DoorDash, Delivery Hero e Zomato para acelerar a eletrificação das entregas no mundo.

Liderança empresarial na SB COP: O iFood integra a Sustainable Business COP (SB COP), frente empresarial da conferência que reúne companhias brasileiras para construir soluções conjuntas em uma economia de baixo carbono. Na iniciativa, a empresa lidera grupos de trabalho sobre mobilidade sustentável e inovação verde, fortalecendo o papel do setor privado na transição climática.

Estrutura e bem-estar dos entregadores: Como parte dessa visão de sustentabilidade urbana, o iFood mantém um programa contínuo de criação de Pontos de Apoio para entregadores, espaços gratuitos com estrutura de descanso, hidratação e recarga de celulares e bicicletas. Atualmente, 30 unidades estão em operação em diversas regiões do país. A mais recente foi inaugurada em Belém. Este novo espaço é o primeiro da cidade e reúne práticas sustentáveis em todo o projeto, tornando-se referência nacional em infraestrutura para entregadores. A ambientação valoriza a cultura local, com obras de artesãos da região, e adota soluções como iluminação e ventilação naturais, móveis de madeira de reflorestamento, coleta seletiva e arquitetura biofílica.

Protagonismo brasileiro

Empresa de tecnologia 100% brasileira, o iFood é referência em inovação, sustentabilidade e desenvolvimento econômico. Seu ecossistema movimenta R$140 bilhões por ano, o equivalente a 0,64% do PIB nacional, e gera mais de 1 milhão de postos de trabalho diretos e indiretos.

A plataforma realiza mais de 160 milhões de pedidos por mês, conectando 60 milhões de clientes mensalmente, 450 mil estabelecimentos parceiros – entre restaurantes, mercados, farmácias e pet shops – e 450 mil entregadores ativos em mais de 1.500 cidades. Hoje,o iFood subsidia parte do aluguel.

Com base em tecnologia de ponta, o iFood aprimora diariamente a eficiência das entregas e a experiência dos parceiros, utilizando inteligência artificial e modelos preditivos para otimizar rotas, reduzir o tempo de espera nos restaurantes e garantir maior eficiência nas rotas dos entregadores. Recentemente, o iFood anunciou um investimento de R$17 bilhões até março de 2026, destinado à expansão tecnológica, ao fortalecimento logístico e ao crescimento de todo o ecossistema. Desse total, a empresa estima que os ganhos dos profissionais de entrega que atuam na plataforma alcançarão R$ 5,2 bilhões no período, um aumento de 27% em relação ao ano anterior.

“A nova fase do iFood Pedal, em parceria com a Tembici, reforça o nosso comprometimento em inovação logística para reduzir a emissão de gases poluentes e ampliar o leque de soluções para os entregadores. Essa expansão é um passo importante para acessibilidade de veículos eficientes, gerando valor para todo ecossistema de entregadores, clientes e parceiros”, finaliza Mariana Werneck, Diretora Sênior de Logística do iFood.

IABcast discute o impacto da inteligência artificial na publicidade digital

A inteligência artificial já faz parte do dia a dia dos profissionais de publicidade digital. Para falar sobre como essa tecnologia está redesenhando a forma de criar, produzir e pensar comunicação, o IABcast, o podcast do IAB Brasil, entrevista Rafael Nasser, diretor-geral da Hogart no Brasil. 

Conduzido por Marcondes Farias, presidente do Comitê de Inteligência Artificial do IAB Brasil e executivo da Microsoft, e por Adriano Henriques, vice-presidente do Comitê e cofundador da Artificial Gains, o IABcast discute como a IA amplia o alcance das ideias e desafia profissionais e empresas a repensarem seus papéis em um cenário que avança “além da escala humana”. 

O novo episódio também explora os desafios da supervisão de conteúdos gerados por inteligência artificial, os efeitos da tecnologia sobre a empregabilidade e o papel do repertório humano e da experiência cultural na criação.

O IABcast aborda ainda como as empresas podem adotar agentes de IA de forma estratégica e ética.

O novo episódio do IABcast 2025 está disponível no canal do youtube da associação. 

Pagamentos recorrentes e parcelados redefinem o fluxo de receita com as novas modalidades de pix

O sistema de pagamentos instantâneos mais utilizado do país entra em uma nova fase, com funções que vão além da transferência em tempo real. O Banco Central lançou recentemente o Pix Automático (junho de 2025), já havia tornado obrigatório o Pix Agendado Recorrente (outubro de 2024) e trabalha para liberar o Pix Parcelado até o fim deste ano. O conjunto dessas novidades cria um cenário que pode mudar a forma como negócios organizam o fluxo de caixa e se relacionam com seus clientes.

Para os consumidores, trata-se de conveniência: pagar assinaturas sem esquecimento, programar transferências ou parcelar compras sem depender exclusivamente do cartão de crédito. Mas, para quem empreende, a mudança é ainda mais profunda: maior regularidade no fluxo de receita, mais poder de negociação e possibilidade de atrair novos públicos. Especialistas apontam que, em médio prazo, o Pix recorrente pode substituir parte dos boletos e até reduzir a necessidade de débito automático em contas bancárias tradicionais (Banco Central; Agência Brasil).

Nesse contexto, empresas de meios de pagamento já se movimentam para acompanhar a transição. A FrogPay, fintech especializada em soluções que simplificam a vida de quem empreende, enxerga no avanço do Pix um reforço ao seu propósito de tornar o dia a dia mais ágil e eficiente. Todas as maquininhas da rede já integram o Pix às vendas presenciais e ao Portal de Vendas, garantindo transparência e controle dos recebíveis em tempo real.

Além dessa integração, a marca também oferece recursos próprios que ampliam a eficiência financeira. Entre eles estão o FrogRecorrência, voltado para a gestão de mensalidades e assinaturas em diferentes setores, e o Froggiro, capital de giro disponibilizado após três meses de movimentação, baseado no histórico real de vendas. Essas ferramentas complementam as novidades do Pix, oferecendo ao empreendedor uma visão completa do seu caixa e mais autonomia para tomar decisões.

“Quem está empreendendo precisa de clareza sobre o fluxo de caixa e ferramentas que se adaptem à sua realidade. As novas modalidades do Pix chegam para oferecer justamente isso. Nosso papel é traduzir essa tecnologia em soluções simples, que dão autonomia e consistência financeira para o empreendedor”, explica Marcelo Ramos, diretor comercial da FrogPay.

No contexto do franchising, a proposta também ganha relevância. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor faturou R$ 273 bilhões em 2024, crescendo 13,5% em relação ao ano anterior. Modelos de franquia mais acessíveis, como o da FrogPay (investimento inicial a partir de R$ 5.000), democratizam esse acesso e reforçam a importância de soluções financeiras que acompanhem a realidade de diferentes perfis de empreendedores.

Combinando tecnologia intuitiva, atendimento humanizado e uma estrutura pensada para apoiar negócios de todos os portes, a FrogPay se posiciona como parceira de quem deseja transformar as novidades do Pix em oportunidade real de crescimento.

O futuro do varejo é inteligente: IA, análise em tempo real e experiência personalizada

Por Mariana Ramírez, líder de marketing para a América Latina na Axis Communications

O varejo está passando por uma nova era impulsionada pela inteligência artificial (IA) e visão computacional. O que antes eram simples câmeras de segurança, hoje se tornam poderosos geradores de dados capazes de antecipar a demanda, otimizar as operações e melhorar a experiência de compra. Em um mercado onde cada interação conta, a tecnologia se posiciona como a melhor aliada para entender e atender os consumidores.

À medida que as compras online continuam a crescer, com projeções de ultrapassar US$ 11 trilhões até 2028 – as lojas físicas enfrentam o desafio de oferecer experiências igualmente personalizadas e eficientes. Graças à análise baseada em IA, os varejistas agora podem obter informações valiosas sobre o comportamento do cliente no ponto de venda, desde como eles se movem pela loja até quais produtos despertam seu interesse. Isso permite decisões mais rápidas e baseadas em dados.

A inovação começa desde a chegada do cliente. Em estacionamentos, por exemplo, câmeras inteligentes podem detectar veículos, notificar funcionários e acionar mensagens automáticas para melhorar os tempos de atendimento. Dentro da loja, os sistemas de análise registram o tráfego em tempo real, ajudam a planejar os turnos dos funcionários e possibilitam avaliar o impacto de campanhas publicitárias ou mudanças no layout do produto. Cada canto da loja torna-se uma fonte de conhecimento útil para otimizar a operação.

O gerenciamento de estoque também se beneficia dessa tecnologia. Os algoritmos de aprendizado de máquina analisam imagens de prateleira e alertam instantaneamente quando um produto está prestes a acabar. Isso evita a perda de vendas e melhora a satisfação do cliente. Além disso, os mapas de calor e a detecção de objetos permitem entender quais áreas ou produtos geram mais interesse, ajudando a projetar estratégias de exibição e preços mais eficazes. Em outras palavras, a IA não apenas observa: ela aprende e age.

O futuro do varejo será mais preditivo, automatizado e sustentável. Grandes marcas, como a Lowe’s nos Estados Unidos, já utilizam sistemas inteligentes de videomonitoramento para analisar o fluxo de pessoas, medir o desempenho dos espaços e detectar oportunidades de melhoria. No entanto, o sucesso dessa transformação também depende da transparência e da confiança. Garantir a privacidade dos dados e comunicar claramente como eles são usados é essencial para fortalecer o relacionamento com os consumidores.

A inteligência artificial não é mais uma promessa, mas uma ferramenta fundamental para o sucesso no varejo. Transformar câmeras em assistentes inteligentes não apenas melhora a segurança, mas também impulsiona as vendas, otimiza recursos e redefine a experiência do cliente. Em um ambiente competitivo, a questão não é mais se os varejistas devem adotar a IA, mas quando o farão. O futuro do varejo está aqui e tem um olhar mais aguçado do que nunca.

IA se consolida como motor da nova economia do varejo

Nos últimos anos, o uso de inteligência artificial (IA) no varejo brasileiro avançou de forma expressiva, refletindo uma transformação cada vez mais presente nas operações do setor. Segundo a pesquisa Inteligência Artificial no Varejo, realizada pela Central do Varejo em 2024, 47% dos varejistas já adotam soluções baseadas em IA. Entre aqueles que ainda não utilizam a tecnologia, 46% planejam implementá-la em breve. Este cenário indica que a transformação digital é hoje uma realidade praticamente inevitável no varejo.

O movimento, antes restrito a grandes redes, começa a se consolidar também entre pequenos e médios lojistas, impulsionado pela democratização de ferramentas de análise de dados, automação e atendimento digital.

Em um cenário de margens apertadas e consumidores cada vez mais exigentes, a tecnologia deixou de ser um luxo para se tornar estratégia de sobrevivência e crescimento.

Para Renato Rodrigues, CEO da Softcom, empresa referência em soluções de gestão e inteligência artificial voltadas ao varejo, o segredo está em entender que a aplicação da IA pode e deve acontecer de forma prática e gradual. “O pequeno lojista não precisa começar com grandes investimentos. Há soluções acessíveis que já trazem resultados em semanas”, afirma.

A adoção da IA no varejo passa por diferentes etapas. No início, ela ajuda a automatizar tarefas repetitivas, como o controle de estoque, reposição de produtos e atualização de preços, liberando o empreendedor para se concentrar em decisões estratégicas. Depois, torna-se uma aliada no relacionamento com o cliente, por meio de chatbots inteligentes e sistemas de recomendação capazes de personalizar ofertas e aumentar as chances de recompra.

Outro avanço importante está na análise de dados. Com apoio da IA, os lojistas podem prever demandas, entender padrões de consumo e ajustar campanhas de marketing em tempo real, algo que antes exigia equipes especializadas. A tecnologia também permite integrar canais físicos e digitais, unificando informações de lojas, e-commerces e marketplaces para construir uma visão completa do comportamento do consumidor.

Segundo Renato, a principal barreira ainda é o desconhecimento sobre por onde começar. “A IA deixou de ser tendência e se tornou parte do dia a dia do negócio. O desafio agora é capacitar o empresário para usar essas ferramentas de forma inteligente e sustentável. Pequenos avanços, quando bem planejados, podem gerar ganhos significativos de competitividade”, reforça.

No Brasil, onde o varejo responde por cerca de 20% do PIB, segundo o IBGE, a incorporação de tecnologias como IA e automação pode representar um salto de produtividade sem precedentes. E, na ponta, o consumidor também sai ganhando, com preços mais competitivos, melhor atendimento e experiências de compra personalizadas.

A revolução já começou. O futuro do varejo brasileiro será híbrido, conectado e, acima de tudo, inteligente.

Privalia projeta nova alta para a Black Friday após crescer 35% em 2024

Após um crescimento de 35% na principal data do varejo em 2024, a Privalia deu início a mais uma Pri Friday com expectativa de novos recordes. A plataforma, referência em curadoria de lifestyle, aposta em descontos de até 90% e cupons exclusivos em uma estratégia que une oportunidade de entretenimento, conveniência, propósito e personalização — pilares que vêm sustentando o engajamento e a taxa de conversão acima da média na plataforma.

As categorias de moda e calçados seguem como carro-chefe do negócio, representando 45% da receita total durante a Pri Friday 2024. Aindano mesmo período do último ano, a Privalia registrou um aumento de 20% no tráfego do site e um tempo médio de 80 minutos de navegação no aplicativo, por mês e por usuário, impulsionado por uma experiência digital aprimorada e campanhas que impulsionam o conceito shoppertainment, estratégia de marketing e vendas que combina a experiência de compra com conteúdo envolvente e interativo. 

Campanha Pri Friday 2025

A jornada da Black Friday na plataforma começou antes mesmo de novembro, com a ação “Desapega”, em parceria com o Instituto Dona de Si. A iniciativa convidou os clientes a doarem peças em bom estado, destinadas a projetos sociais voltados à capacitação e geração de renda de mulheres que fazem parte da organização, em troca de um voucher no valor de R$ 100 para compras na Privalia. A campanha reflete o compromisso da marca com um consumo circular, conectando propósito e comportamento de compra. Na sequência, a Privalia começou novembro com um período de descontos e cupons exclusivos, com curadoria das marcas mais desejadas do portfólio por até 90% off em moda, beleza, casa e lifestyle. 

A Black Friday é um momento importantíssimo para o nosso negócio mas, acima disso, uma oportunidade de reforçar o que nos diferencia: propósito e entretenimento na jornada de compra. Apostamos em uma experiência de shoppertainment para conectar o nosso consumidor à de forma leve, intencional, interativa e relevante, gerando valor real a cada interação“, afirma Fernando Boscolo, CEO da Privalia Brasil. “Para garantir uma experiência de compra personalizada e multicanal, todo o nosso ecossistema é guiado por tecnologia de recomendação e segmentação inteligente, garantindo que cada usuário tenha acesso a uma jornada de descoberta altamente relevante ao seu perfil“, finaliza. 

Mais do que um pico de vendas, o período consolida o papel da Privalia como um destino de lifestyle digital que compreende e antecipa o desejo de cada consumidor, transformando o momento de vendas em uma experiência de marca duradoura.

Mecânica

Para garantir os cupons exclusivos, os consumidores devem acompanhar as redes sociais da Privalia. Diariamente, nos stories do Instagram, a marca anunciará um novo cupom, liberado exclusivamente para os seguidores que interagirem por mensagem direta (direct). Além disso, as compras realizadas via PIX terão um desconto adicional de 10%, além de até 40% off no PIX nas marcas do Brandsplace, modelo marketplace da Privalia, ampliando as oportunidades durante o período promocional.

Além disso, dia 11 de novembro, das 11h11 às 12h12, todo o app da Privalia contará com frete grátis para todo o Brasil. E, às 11h11 da noite, a plataforma preparou uma surpresa especial: uma viagem para Salvador (para duas pessoas) durante o Carnaval de 2026, escondida no app com 90% de desconto — um achado imperdível para os mais atentos.

Resiliência e segurança digital como pilares diferenciais na Black Friday

A Black Friday 2025, que acontece em 28 de novembro, já está provocando uma verdadeira corrida tecnológica no setor varejista nacional. O evento, que deixou de ser uma data promocional para se consolidar como toda uma temporada estratégica, exige que o mercado antecipe estudos, planos de ação e melhorias visando garantir não apenas o sucesso do período de compras, mas também uma significativa injeção de recursos na economia brasileira. Para este ano, por exemplo, a expectativa é de que o faturamento supere a marca de R$ 13 bilhões somente no ambiente online – uma alta de cerca de 15% em relação ao último período, conforme previsão da ABComm Forecast. 

Para alcançar essa meta, no entanto, é importante posicionar no centro das estratégias o consumidor final, que está cada vez mais exigente e com baixa tolerância ao atrito. Hoje, qualquer milissegundo de atraso pode resultar no esgotamento de um produto ou no cancelamento da transação em decorrência de uma dessincronização entre estoque e vitrine – ambas experiências que geram frustração e colocam um ponto final na experiência da compra, tendo ainda o efeito colateral de manchar a imagem da marca. 

É nesse contexto que a resiliência digital se faz indispensável. Mais do que velocidade, é ela quem capacita a infraestrutura a absorver picos extremos de tráfego, adaptar-se a demandas voláteis e assegurar 100% de disponibilidade. O custo do downtime na Black Friday não se restringe à venda perdida naquele minuto: se estende até a não captação de um cliente que perde a confiança. O debate não é mais sobre manter o site no ar, e sim a respeito da capacidade de entregar uma experiência instantânea e consistente para milhões de usuários simultaneamente.

Em paralelo ao desafio de suportar o estresse das redes, a Black Friday levanta outra preocupação para os times de TI: a segurança. O volume massivo de transações e o senso de urgência dos consumidores criam um ambiente suscetível às ações de cibercriminosos. As ameaças vão desde tentativas de fraude no pagamento até ataques volumétricos de Negação de Serviço (DDoS), projetados especificamente para derrubar a operação e causar prejuízo. A proteção de dados é, portanto, crucial e deve ser vista como uma garantia fundamental para que os processos ocorram de forma segura e a confiança do cliente seja preservada.

Nesse cenário de alta pressão, a infraestrutura digital precisa ser inteligente. Tecnologias como a edge computing funcionam como aliadas estratégicas nessa blindagem. Ao processar dados mais perto do usuário, a arquitetura acelera o carregamento de páginas e a validação de estoque, além de adicionar uma camada vital de resiliência. Ela distribui a carga de acesso, evitando que o data center central seja sobrecarregado, e permite que barreiras de segurança atuem na borda, filtrando o tráfego malicioso antes que ele chegue à aplicação principal.

O sucesso da Black Friday não se mede só pelo faturamento, mas pela proteção ao cliente e a manutenção das operações sob pressão. O rendimento, por sua vez, é resultado de uma boa estratégia. Organizações que priorizam resiliência digital e segurança se preparam para picos de vendas, ao mesmo tempo em que constroem uma vantagem competitiva duradoura.

*Rodrigo Rangel Lobo é COO da Edge UOL