Início Site Página 147

Bemobi lança Orquestrador de Pix e inaugura nova era nos pagamentos de serviços recorrentes

Depois de mais de um ano de desenvolvimento, a Bemobi (BMOB3), líder em soluções de pagamentos para serviços essenciais recorrentes, anuncia o lançamento do Orquestrador de Pix. A nova funcionalidade da plataforma Bemobi Pay, que integra e automatiza todas as modalidades do Pix, oferece mais resiliência, eficiência e controle para empresas de serviços recorrentes como utilities, telecomunicações, provedores de internet e instituições de ensino.

Desde o seu lançamento em 2020, o Pix teve uma adoção meteórica e se consolidou como um meio de pagamento essencial para empresas e consumidores. Mas, à medida que novas modalidades surgiram – como Pix Automático, Pix por biometria, por aproximação, integração com carteiras digitais e, em breve, o Pix parcelado – a operação se tornou mais sofisticada, porém também mais complexa.

A integração com múltiplos bancos, checkouts e sistemas legados tornou o ambiente de pagamentos mais difícil de gerenciar e menos previsível. O Orquestrador de Pix surge para resolver esse cenário, unificando fluxos e automatizando processos – sem a necessidade de projetos longos ou integrações complexas.

“O Pix transformou a forma de pagar, mas ainda faltava transformar a forma de gerir esses pagamentos. O Orquestrador nasce para simplificar esse processo e garantir que o Pix atue de forma estratégica, estável e inteligente dentro das empresas”, afirma Pedro Ripper, CEO da Bemobi. “Muitas empresas ainda operam em um ecossistema fragmentado, dependendo de um único provedor e sem conseguir explorar todo o potencial do sistema. O resultado é uma baixa adesão a modalidades mais eficientes, como o Pix Automático, e uma falta de preparo para lidar com instabilidades, impactando diretamente o faturamento. Para nós, não basta oferecer pagamento via Pix, é preciso orquestrá-lo, eliminando todas essas barreiras”.

A nova solução da Bemobi atua como um motor de decisão inteligente, capaz de identificar a rota mais eficiente e segura para cada transação, adaptando-se ao contexto de cada cliente e canal (web, app, WhatsApp, POS). Caso uma instituição esteja fora do ar, o sistema redireciona automaticamente o pagamento para outro banco parceiro, sem impacto para o consumidor final.

A funcionalidade Smart Retry reprocessa automaticamente pagamentos com falha e aciona métodos alternativos – como cartão de crédito ou link de pagamento – garantindo a continuidade do faturamento e reduzindo perdas. Além disso, o Bemobi Pay adota o modelo BYOP (“Bring Your Own Pix”), permitindo que cada empresa conecte o Pix dos seus próprios bancos dentro da plataforma, ganhando autonomia e reduzindo a dependência de um único provedor.

Para tornar a implantação de novas funcionalidades do Pix mais ágil e simples para os clientes finais, o Bemobi Pay abstrai uma camada de complexidade para as empresas. Por exemplo, no Pix Automático, a plataforma foi desenvolvida para operar em ambientes híbridos, conectando-se a sistemas modernos via APIs e a legados via arquivos CNAB. Essa flexibilidade permite que grandes empresas do setor de serviços recorrentes modernizem suas operações de pagamento sem a necessidade de projetos complexos e demorados.

“A verdadeira evolução do Pix para as empresas está na inteligência que o cerca — na capacidade de garantir receita, prever falhas e se adaptar rapidamente às novas modalidades. Em pouco tempo, será impensável para uma grande corporação operar sem uma orquestração de Pix”, conclui Ripper.

Na Black Friday, cada segundo vale milhões: como a IA transforma tráfego em vendas

A Black Friday deve movimentar mais de R$13 bilhões no e-commerce brasileiro este ano, segundo a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (Abiacom). Mas, para além dos números, uma pergunta paira no ar: sua empresa está preparada para lidar com milhões de cliques, pedidos e principalmente, tentativas de fraude em poucas horas?

Na visão de Carlos Eduardo Maia, diretor de Cloud Solutions da TIVIT, a preparação deixou de ser apenas sobre infraestrutura robusta. “A Black Friday é um teste de fogo para o e-commerce. Não basta escalar servidores, é preciso orquestrar uma operação inteligente, apoiada em IA para garantir experiência impecável e máxima rentabilidade. Quem não fizer isso vai perder vendas ou pior, perder clientes.”

A empresa reuniu as principais estratégias de nuvem para ajudar as empresas a se prepararem para a Black Friday:

Prever demanda com alta precisão: usar algoritmos de Machine Learning que cruzam dados históricos e tendências em tempo real, evitando desperdício ou falhas de capacidade.

Personalizar o carrinho de compras: ajustar recomendações de produtos em tempo real para aumentar a conversão e reduzir o abandono.

Combater fraudes com inteligência: usar análise comportamental e biometria digital para identificar transações suspeitas em segundos, sem interromper a jornada de compra.

Atender com chatbots generativos: atuar como vendedores digitais, que recomendam e finalizam pedidos sem fila ou perda de oportunidade.

Além da inteligência, a infraestrutura precisa estar preparada para o imprevisível. Soluções em multi-cloud e redundância geográfica garantem a continuidade do negócio em caso de falhas. O edge computing reduz a latência em regiões de maior consumo, acelerando o processo de checkout, enquanto a observabilidade em tempo real permite detectar gargalos antes que eles se tornem manchetes negativas.

“Na Black Friday, segundos equivalem a milhões. O cliente não espera: se o site cai, ele compra do concorrente. A TIVIT combina nuvem e Inteligência Artificial para garantir que cada clique se transforme em uma venda segura e rentável”, conclui Maia.

Magalu lança sua tecnologia de AI commerce: o WhatsApp da Lu

O Magalu acaba de se tornar a primeira grande empresa de varejo do mundo a oferecer uma funcionalidade que permite que os clientes realizem todo o processo de compra por WhatsApp – da recomendação de produtos, baseada nos desejos e necessidades individuais, ao pagamento e pós-venda. A utilização do WhatsApp da Lu – funcionalidade baseada em inteligência artificial – foi liberada, em uma primeira fase, para 1 milhão de clientes recorrentes do Magalu, com um histórico de compra mínimo de 10 produtos por ano. Até o final de 2025, toda a base de mais de 30 milhões de consumidores ativos da empresa poderá buscar, se informar, escolher, pagar e acompanhar o processo de entrega de produtos sem sair do WhatsApp da Lu, do Magalu. 

“Após uma combinação de muita pesquisa e um intenso ciclo de desenvolvimento ao longo do último ano, conseguimos oferecer uma solução inédita, de ponta a ponta, diz André Fatala, vice-presidente de plataformas digitais do Magalu. “Na prática, graças ao avanço da inteligência artificial, cada cliente será atendido como se fosse único. A Lu entende suas necessidades, seus gostos pessoais, o quanto e como ele quer pagar e oferece o produto mais adequado, de forma rápida e intuitiva.”

Para isso, a Lu, em sua versão AI commerce, acessará todo o catálogo de produtos do Magalu (1P) e dos 300 000 sellers do marketplace (3P). São mais de 37 milhões de anúncios publicados. A interação do cliente poderá ser feita por texto, voz ou mesmo com o envio de imagens – exatamente como acontece na comunicação por WhatsApp feita por seres humanos. O pagamento, por Pix ou cartão de crédito, é feito dentro da conversa, sem que o cliente seja transferido para um site ou app, o que acelera o processo de compra e reduz a fricção. 

“Nosso time, juntamente com nossos parceiros, trabalhou para chegar a uma funcionalidade de AI commerce que fosse além de um apoio para a compra num canal convencional”, afirma Caio Gomes, diretor de dados e inteligência artificial do Magalu. “Desde o início, queríamos criar uma vendedora excepcional, que conhece profundamente cada cliente e cada produto e que consegue fazer a ligação perfeita entre eles, com o calor humano que caracteriza a nossa cultura corporativa.”

O desenvolvimento do WhatsApp da Lu foi feito pelo time do Luizalabs, vertical de tecnologia do Magalu, em parceria com a Meta, dona do WhatsApp, e o Google. O sistema foi construído totalmente de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados: nenhuma informação sensível é guardada e os dados armazenados seguem o padrão de segurança de privacidade já estabelecido pelo Magalu.

Um dia de compras animadas e cheias de conversa.

O WhatsApp foi escolhido como plataforma conversacional da primeira experiência de IA Commerce do Magalu por sua gigantesca aceitação e utilização entre os brasileiros. O app da Meta, atualmente, está instalado em 98% dos celulares em funcionamento e é o mais usado no país, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, divulgada em março de 2024. 

“O lançamento do WhatsApp da Lu representa um avanço significativo na aplicação de inteligência artificial ao varejo digital brasileiro. A parceria entre Magalu e Meta demonstra como a colaboração tecnológica pode criar soluções inovadoras, capazes de transformar a jornada de compra e aproximar ainda mais empresas e consumidores”, afirma Conrado Leister, vice-presidente e diretor-geral da Meta no Brasil. “Estamos orgulhosos de contribuir para esse projeto pioneiro, que reforça o potencial do WhatsApp como plataforma estratégica para negócios.” 

A conta da Lu no WhatsApp, lançada em 2018, já é usada recorrentemente por uma base de 15 milhões de clientes, que – até agora – podiam acompanhar suas compras feitas em outros canais do Magalu. 

Para iniciar o processo de compra conversacional, nesta primeira fase do lançamento, o cliente precisa receber um convite diretamente na conta da Lu no WhatsApp. Apenas usuários com conta já criada no site ou app do Magalu conseguem interagir com a inteligência artificial. No início da conversa no WhatsApp, a Lu solicita o e-mail ou CPF do cliente para identificação. Na sequência, ele recebe um código para validação. A partir daí, basta solicitar a ajuda da Lu para fazer a compra.

Em interações por áudio, a Lu é capaz de compreender gírias, regionalismos, pausas e explicações casuais das necessidades do cliente. Independentemente do tipo de contato e de acordo com a intenção e especificidade do produto solicitado, ela devolve perguntas ao usuário para entregar a melhor recomendação.  

Também é possível interagir com a Lu em relação a outros assuntos, como perguntar sobre o clima ou até mesmo bater um papo sobre temas do dia a dia, mas sua função principal é de assistente de vendas e, por isso, ela irá direcionar os temas para essa atribuição. Como forma de segurança, a Lu interrompe a conversa em caso de conteúdos ofensivos e de cunho sexual, e que envolvam xingamentos, assédio ou violência.

Multiagente de IA

O projeto do WhatsApp da Lu – que levou pouco mais de um ano de desenvolvimento –  usa modelos LLMs, de inteligência artificial, proprietários do Google, e um mix de outros modelos open-source (que têm o código-fonte público), hospedados na Magalu Cloud. Isso garante acesso a recursos como capacidade avançada de raciocínio, planejamento e pensamento multimodal, além de flexibilidade, customização e baixa latência dos modelos hospedados na nuvem da empresa – requisitos fundamentais para o funcionamento de um projeto desse porte. 

A arquitetura de construção usa centenas de multiagentes, o que dá a liberdade de interagir com os diversos sistemas, como busca, recomendação, transcrição de áudio, entre outros, permitindo que os usuários possam se comunicar da maneira como preferirem, por meio de voz, texto ou imagens.

Negócios digitais seguem como aposta certeira para empreender ainda em 2025

Com o avanço das plataformas de automação e a consolidação do consumo digital no Brasil, empreender online segue como uma das opções para quem deseja iniciar um negócio ainda em 2025. De acordo com a  projeção da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor deve movimentar R$ 224,7 bilhões em 2025. O crescimento das vendas por meio de canais  como WhatsApp e marketplaces vem ampliando o acesso de novos empreendedores ao mercado, oferecendo modelos mais enxutos, de rápida implantação e retorno. Nesse sentido, soluções digitais se destacam por permitirem operação quase que imediata, sem necessidade de ponto físico ou grandes estruturas, o que gera redução de custos e acelera o início das atividades operacionais. 

De acordo com Marcos Schütz, CEO da VendaComChat, licenciadora especializada em automação de vendas via WhatsApp,  o mercado digital vive uma nova fase. “As pessoas entenderam que a tecnologia não é mais uma alternativa, e sim o próprio centro da operação. A automação se tornou uma ponte direta entre marcas e clientes, com resultados visíveis e custos muito menores do que os canais tradicionais”, afirma.

Com o crescimento de investidores nesse segmento e das novas demandas por conveniência e personalização, o executivo afirma que a  expectativa é que o mercado de automação de vendas e atendimento digital siga acelerando em 2026, impulsionado também pelo comportamento do consumidor que hoje prioriza praticidade, rapidez e experiências simplificadas. “Esse movimento deve continuar gerando oportunidades para empreendedores de diferentes perfis e regiões, especialmente em modelos de operação digital, escaláveis e de baixo custo. Isso cria um ecossistema favorável para quem deseja empreender com soluções digitais acessíveis, rentáveis e de impacto direto na rotina das empresas”, ressalta Schütz.

Para o especialista, esse investimento deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica para quem busca eficiência e escalabilidade. “Investir em automação é  recompensar  tempo, produtividade e previsibilidade. Quando processos repetitivos são automatizados, o empreendedor ganha liberdade para focar em estratégia e crescimento, enquanto a tecnologia trabalha 24 horas por ele”, complementa o especialista.

Black Friday acelera decisão de compra de veículos para maioria dos consumidores, revela pesquisa da Webmotors

A Black Friday tem potencial de impulsionar as vendas do setor automotivo em 2025 no Brasil. Segundo levantamento realizado pelo Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, a data tende a influenciar diretamente a decisão de compra de veículos para a maioria dos consumidores. 

A pesquisa, realizada nos dias 22 e 24 de outubro com mais de 4 mil participantes usuários da plataforma, revelou que 38,27% dos respondentes consideram a Black Friday “muito importante” para antecipar ou adiar a aquisição de um carro ou moto. Outros 16% classificam a data como “importante”, enquanto 13,39% consideram “pouco importante” e 32,35% como “nada importante”.

O estudo também identificou quais são os perfis de consumidores que tendem a considerar o período promocional mais relevante para adiar ou antecipar a compra do seu veículo. Entre os que consideram a data como “muito importante”, destacam-se os jovens de 18 a 24 anos (54,10%), seguidos por solteiros (51,40%), mulheres (50,90%) e homens (42,10%). Já os casados (39,60%) e o público maduro, com 55 anos ou mais (33,50%), aparecem em menor proporção. 

Por outro lado, entre os que consideram a data como “nada importante” na decisão de antecipar ou adiar a compra de um veículo, o destaque vai para o público maduro, com 55 anos ou mais (34,80%), seguido por casados (30,80%), homens (28,70%), solteiros (18,80%), jovens de 18 a 24 anos (17,70%) e mulheres (12,20%).

“Muitos consumidores, especialmente os mais conectados e atentos às oportunidades especiais, têm organizado suas finanças para aproveitar a Black Friday para concretizar o desejo de adquirir um bem de maior valor, impulsionados também pela proximidade do 13º salário. Essa propensão, somada às ações promocionais que a indústria oferece, tem grande potencial de acelerar as vendas do setor automotivo no período”, afirma Natalia Spigai, CMO da Webmotors.

7 tendências de marketing para 2026

O marketing vive em constante transformação — e o que funcionava ontem pode não gerar resultados amanhã. Com a aceleração da inteligência artificial, a valorização da autenticidade e a busca por experiências mais humanas, 2026 promete consolidar um novo jeito de se comunicar.

Segundo a especialista em marketing Kelfany Budel, CEO da Agência Majesto, as empresas que se adaptarem mais rápido às mudanças tecnológicas e comportamentais terão vantagem competitiva. “O consumidor de 2026 será mais exigente, mais informado e mais sensível a causas reais. Ele quer marcas que se posicionem com propósito e entreguem valor de forma inteligente”, destaca.

Pensando nisso, ela destacou as 7 principais tendências que vão dominar o marketing nos próximos anos. Confira:

1. Inteligência artificial com propósito humano

A inteligência artificial continuará sendo uma grande aliada do marketing, mas seu papel será mais estratégico e emocional. As marcas devem usar a IA para compreender melhor o comportamento do público, otimizar campanhas e oferecer experiências personalizadas — sem perder a empatia e o toque humano na comunicação.

2. Conteúdos hipersegmentados

Em vez de falar para todos, as marcas precisarão falar com grupos específicos. O marketing será cada vez mais direcionado, com campanhas pensadas para microaudiências. Essa segmentação permite que o conteúdo tenha mais relevância e gere conexões autênticas, aumentando o engajamento e a fidelidade dos consumidores.

3. Crescimento do marketing de comunidade

O engajamento deixará de ser apenas uma métrica e passará a ser uma estratégia de pertencimento. Em 2026, as empresas que conseguirem criar comunidades em torno de causas, valores e estilos de vida terão maior poder de influência. A construção de uma base de seguidores fiéis será mais valiosa do que grandes números de alcance.

4. Voz e vídeo curto como protagonistas

Os conteúdos em vídeo curto e os formatos de áudio seguirão como protagonistas nas estratégias digitais. Plataformas como TikTok, YouTube Shorts e podcasts continuarão em alta, exigindo das marcas uma comunicação mais dinâmica, objetiva e adaptada ao consumo rápido de informação.

5. Sustentabilidade e propósito como eixo central

Empresas que não integrarem práticas sustentáveis e coerentes às suas rotinas perderão espaço. A transparência, a ética e o compromisso social serão exigências básicas dos consumidores, que tendem a valorizar marcas genuínas e responsáveis em todas as etapas da cadeia produtiva.

6. Dados e privacidade no centro das estratégias

Com leis de proteção de dados mais rígidas e um público mais atento à segurança digital, a coleta e o uso de informações precisarão ser transparentes e éticos. As empresas que souberem equilibrar personalização com respeito à privacidade ganharão credibilidade e preferência.

7. Marcas como criadoras de experiências

O marketing do futuro será guiado por experiências. As marcas precisarão criar momentos memoráveis — seja em eventos físicos, ações híbridas ou campanhas digitais — que despertem emoções e deixem uma lembrança duradoura. A personalização será essencial para gerar envolvimento real com o público.

Conclusão

Para Kelfany, o futuro do marketing será definido pela combinação entre tecnologia e humanidade. “As marcas que souberem equilibrar eficiência digital e conexão emocional vão liderar o mercado. O consumidor quer ser ouvido, não apenas impactado.”

Consultoria lança guia prático de segurança para blindar empresas antes da Black Friday

Com o avanço do e-commerce e o aumento das campanhas promocionais, a Black Friday se consolidou como um dos períodos mais visados por cibercriminosos. A LC SEC, consultoria especializada em cibersegurança corporativa com atuação no Brasil e na Europa, identificou um crescimento expressivo nas tentativas de phishing, fraudes em anúncios e invasões a sistemas de pagamento nas semanas que antecedem o evento. Para apoiar empresas na prevenção de incidentes, a companhia lança o Guia de Segurança Corporativa para a Black Friday, material gratuito que reúne orientações práticas para reduzir vulnerabilidades e proteger dados sensíveis.

O guia, disponível em formato PDF no site da LC SEC, apresenta 10 práticas fundamentais de segurança corporativa, com linguagem acessível e aplicável a empresas de qualquer porte. O conteúdo aborda temas como conscientização e treinamento de funcionários, autenticação multifator, políticas de senha seguras, backups, monitoramento e resposta a incidentes, além de recomendações alinhadas a normas internacionais como ISO 27001, SOC 2 e LGPD.

Segundo Luiz Cláudio, CEO e fundador da LC SEC, a pressa por aproveitar oportunidades comerciais também impacta as equipes internas. “Durante a Black Friday, é comum que colaboradores e gestores relaxem controles básicos de segurança em nome da agilidade. Nosso objetivo com o guia é ajudar empresas a manterem a performance operacional sem abrir brechas para ataques”, explica o executivo, especialista em compliance e normas internacionais de cibersegurança como ISO 27001, PCI DSS e NIST.

O alerta é justificado. Segundo dados da Visa, o número de transações suspeitas de fraude bloqueadas no Brasil durante a Black Friday de 2024 aumentou 270% em relação ao ano anterior, evidenciando a escalada dos ataques digitais. No mesmo período, a consultoria Redbelt Security detectou 1.296 sites falsos com ofertas da Black Friday criados em apenas três semanas antes do evento, sendo 533 surgidos nos últimos cinco dias da pesquisa. Já o Mapa da Fraude da ClearSale registrou, apenas no primeiro semestre de 2024, mais de 1 milhão de tentativas de golpes em operações online, totalizando R$ 1,2 bilhão em valores potencialmente perdidos.

Além das perdas financeiras, o impacto reputacional é outro risco para as marcas. Um estudo da PwC revelou que 47% dos consumidores deixariam de comprar de uma empresa após uma experiência negativa, e pesquisas de mercado indicam que o percentual pode subir para 48% após um incidente de segurança. “A confiança é um ativo valioso. Um único ataque pode comprometer anos de construção de marca e relacionamento com o cliente”, destaca Luiz Cláudio.

Com mais de uma década de atuação em cibersegurança, a LC SEC vem ampliando seus programas de educação digital, que incluem guias temáticos e treinamentos corporativos voltados à criação de uma cultura sólida de proteção de dados. O Guia de Segurança Corporativa para a Black Friday já foi adotado por fintechs e varejistas parceiros, e integra um plano contínuo de conscientização que também contempla novas edições para o Natal e o início do ano fiscal.

Pesquisa revela nova jornada de compra no Brasil: como cada geração se relaciona com múltiplas mídias no digital

A mLabs, plataforma líder em gestão inteligente de mídias sociais na América Latina, em parceria com a Conversion, agência número um em performance digital e SEO no Brasil, lançam a pesquisa “A Nova Jornada de Compra”. O estudo revela como diferentes faixas etárias se comportam nos diversos canais digitais — incluindo IAs, redes sociais e mecanismos de busca — e como se relacionam com marcas, conteúdo e produtos. A pesquisa, realizada com 800 entrevistados de todo o Brasil, traça um retrato detalhado das gerações Baby Boomer, X, Millennial e Z, e aponta as tendências que devem guiar o consumo em 2026.

“Criamos este estudo para mapear como as quatro gerações coexistem no mercado brasileiro, cada uma dominando ferramentas diferentes para consumir. Os dados revelam não apenas uma mudança comportamental, mas a necessidade de repensar estratégias de marketing”, explica Diego Ivo, fundador e CEO da Conversion.

“Mais do que acompanhar tendências, é preciso entender a nova lógica da influência — construída por meio de dados, relevância e credibilidade. O comportamento online de cada geração revela que a relação entre marcas e pessoas está cada vez mais guiada por propósito e contexto, e não apenas por visibilidade online”, completa. 

Diferenças entre gerações: o que move cada público

O estudo revela um Brasil digitalmente diverso e gerações que, embora convivam nas mesmas plataformas, têm motivações e critérios distintos.

  • Geração Z (18 a 26 anos): é a mais conectada e socialmente ativa. 87% descobrem produtos, serviços ou marcas no Instagram e 80% no TikTok, plataformas usadas não só para lazer, mas também como fonte de informação, aprendizado e consumo. É o grupo que mais valoriza autenticidade e posicionamento de marca, e 67,2% deles já afirmam utilizar IA (como ChatGPT) para perguntar sobre vantagens e desvantagens de produtos. É a geração que usa a inteligência artificial como uma espécie de “consultor digital” para validar e tomar decisões.
  • Millennials (27 a 42 anos): são a geração mais híbrida e estratégica. 83,5% descobrem produtos no Instagram, 73,5% no YouTube e 72% no Google. Também estão entre os que mais utilizam IA (56%) como ferramenta de pesquisa e decisão. Preferem marcas que ensinam, inspiram e entregam utilidade: 58% dizem confiar mais nas IAs do que em pessoas próximas para obter informações atualizadas.
  • Geração X (43 a 58 anos): busca equilíbrio entre canais. O Google lidera com 84,5% das pesquisas, seguido por YouTube (60%) e Instagram (45,5%). Essa geração valoriza credibilidade, experiência e comparação, com 47,5% já utilizando IA em suas buscas. Embora demonstrem abertura à tecnologia, mantêm cautela e priorizam a validação em fontes oficiais e lojas físicas.
  • Baby Boomers (59+): têm presença digital crescente. 77,5% utilizam o Google e 58,5% o YouTube como principais canais de descoberta de produtos, serviços ou marcas. O Instagram (50,5%) e o Facebook (37,5%) aparecem como redes de uso mais frequente. Ainda que o uso de IA seja menor (31%) para pesquisar marcas ou produtos, quase 48% dessa geração afirmam usá-la para encontrar o menor preço ou melhor oferta, demonstrando um perfil prático e orientado à eficiência.

As plataformas que dominam o país

O estudo aborda o tema sob duas perspectivas complementares. Quando o assunto é descobrir novos produtos ou marcas, destacam-se como principais fontes o Google (76%), seguido por Instagram (73,3%), YouTube (69%), TikTok (55,4%) e televisão (49,9%).

Já quando o foco é buscar informações sobre produtos, serviços ou marcas já conhecidas, os canais mais utilizados são o Google (78,8%), YouTube (59,5%), Instagram (51,13%), inteligências artificiais (48,5%) e TikTok (38,75%).

Fatores que mais influenciam na decisão de compra final 

  • Preço (80,6%)
  • Qualidade do produto (77,4%)
  • Frete grátis (77,3%)
  • Reputação/confiabilidade da marca (45,8%)
  • Avaliações de outros compradores (45,4%)

A IA como divisor geracional e o futuro do consumo no Brasil

O destaque da pesquisa, além da presença das redes sociais em toda a jornada de compra, para todas as gerações, é a presença relevante da inteligência artificial nas jornadas, ainda que em diferentes medidas.

A IA surge como um dos principais divisores geracionais do consumo brasileiro. A Geração Z (59,5%) e os Millennials (56%) já transformaram os algoritmos em verdadeiros consultores digitais de compra, estabelecendo uma relação de confiança que supera muitas fontes tradicionais. Para eles, consultar a IA é tão natural quanto usar o Google.

Por outro lado, a Geração X (47,5%) demonstra uma adoção mais cautelosa, porém crescente, enquanto os Baby Boomers (31%) seguem um ritmo mais gradual e ainda enfrentam barreiras de entrada. Essa diferença de quase 30 pontos percentuais entre os extremos evidencia como a IA se tornou um marco entre as gerações nativas digitais e aquelas em processo de adaptação ao ambiente online.

“O crescimento da IA e das redes sociais entre os mais jovens não representa uma substituição do Google, mas a expansão das buscas. Os usuários jovens descobrem produtos e serviços através das redes sociais de forma fluida, utilizam o Google para buscar informações factuais de forma ativa e vão para a IA fazer análises contextuais, comparativas. Isso cria uma experiência de pesquisa híbrida mais rica e personalizada do que qualquer geração anterior teve acesso”, afirma Rafael Kiso.

Os dados reforçam que essa transformação já antecipa o futuro do consumo no Brasil. 41,5% da Geração Z e 37% dos Millennials acreditam que a IA vai revolucionar completamente a forma como compramos, percepção que reflete o quanto essas gerações já a incorporaram ao dia a dia. Entre os mais maduros, 35% da Geração X e 35,5% dos Baby Boomers veem a IA como muito importante, mas não acreditam que ela substituirá totalmente as formas tradicionais de consumo.

“Cada geração se relaciona com as IAs do seu jeito, mas nenhuma delas deixa de se relacionar. Não é mais possível pensar no futuro do consumo sem pensar nas IAs”, conclui Kiso.

Correios democratiza o e-commerce com o marketplace Mais Correios

O Mais Correios, marketplace oficial dos Correios em parceria com a Infracommerce, está ampliando a presença da estatal no comércio eletrônico brasileiro e reforçando sua missão de democratizar o acesso de lojistas ao ambiente digital. 

Com um modelo de operação estruturado em três frentes – hunting (prospecção ativa de novos sellers), onboarding (integração eficiente) e farming (gestão de relacionamento e suporte contínuo) — o Mais Correios combina escala e inovação para criar um espaço competitivo e acessível a pequenos, médios e grandes varejistas.

Diferenciais do marketplace 

O Mais Correios tem se destacado por oferecer condições que promovem a inclusão e o crescimento sustentável dos lojistas. Entre os diferenciais, estão o Correios Mais Entregas, que garante frete até 30% mais barato aproveitando a capilaridade logística da estatal; o atendimento 100% humanizado, com suporte próximo e resolutivo em todas as etapas da jornada; além de condições financeiras simplificadas, com parcelamento em até 10 vezes sem juros e cobrança apenas de comissão sobre vendas, sem taxas adicionais. 

O programa também presta apoio contínuo aos empreendedores, disponibilizando materiais de capacitação, guias e treinamentos em vídeo, elaborados com a expertise da Infracommerce. 

As vendas já demonstram força em segmentos estratégicos, como eletrônicos (45%) e eletrodomésticos (34%), mas o marketplace também vem registrando crescimento relevante em uma ampla variedade de outras categorias e produtos. A ampliação do portfólio reflete o compromisso da plataforma com a inclusão e o fortalecimento de diferentes perfis de negócios — de pequenos empreendedores locais a grandes varejistas —, impulsionados por uma estrutura de suporte contínuo. 

Esse apoio é garantido pela parceria com a Infracommerce, que disponibiliza materiais de capacitação, guias e treinamentos em vídeo para auxiliar os sellers em todas as etapas da jornada digital, estimulando o crescimento sustentável dentro do ecossistema do marketplace. 

“O Mais Correios nasceu para ser um espaço democrático, que une a confiança e a capilaridade logística dos Correios com a inovação digital da Infracommerce. Nosso objetivo é oferecer condições justas para que pequenos, médios e grandes vendedores cresçam lado a lado”, afirma Carol Sampaio, Diretora Executiva Mais Correios. “Mais do que uma plataforma, o que oferecemos é parceria e confiança, apoiando os sellers em sua jornada digital e construindo relações duradouras.”, acrescenta Sampaio. 

Integração entre o físico e o digital amplia o alcance do marketplace 

As agências físicas dos Correios também estão sendo integradas à estratégia do Mais Correios, reforçando o conceito de omnicanalidade e proximidade com o público. A estatal iniciou a divulgação do marketplace nas unidades de atendimento em todo o país, com comunicações em vídeo nas TVs internas, adesivos nas vitrines e bottons identificando os atendentes. A iniciativa aproxima ainda mais a experiência física da digital, apresentando o marketplace aos consumidores que frequentam as agências e fortalecendo a presença da marca no dia a dia dos brasileiros.

Com essas iniciativas, os Correios e a Infracommerce reforçam seu papel como protagonistas no fortalecimento do comércio eletrônico no Brasil. A proposta é oferecer soluções acessíveis, inovadoras e competitivas, ampliando as oportunidades para lojistas e acelerando a digitalização do varejo brasileiro.

Em parceria com a AWS, Allp Fit apoia programa que vai capacitar 1 milhão de brasileiros em tecnologia até 2028

Com o objetivo de preparar talentos para acelerar a transformação digital em empresas, organizações do setor público e do terceiro setor, a Allp Fit, rede de academias comandada pelo empreendedor Anderson Franco, se uniu à Amazon Web Series (AWS), através da criação do AWS Treina Brasil, um programa de treinamento massivo em habilidades de inteligência artificial (IA) e tecnologia de nuvem, voltado para estudantes, pequenas e médias empresas (PMEs) e empreendedores. O programa prevê a capacitação de forma gratuita de aproximadamente 1 milhão de pessoas em todo o país até o final de 2028.

De acordo com a IDC, cerca de 65% das empresas latino-americanas lutam para recrutar, reter talentos e desenvolver as habilidades digitais necessárias para adotar uma cultura digital e atender às demandas de negócios presentes e futuras. O mercado de trabalho está sendo remodelado pelo avanço tecnológico, pela transição verde e pelas mudanças econômicas e demográficas, de acordo com o Relatório sobre o Futuro dos Empregos de 2025, do Fórum Econômico Mundial, exigindo esforços para a qualificação e requalificação dos trabalhadores. Espera-se que as competências tecnológicas ganhem importância mais rapidamente do que outras nos próximos cinco anos, com IA e big data no topo da lista, e que novas profissões sejam criadas.

Os interessados em participar do programa poderão se inscrever no portal https://awstreinabrasil.ontidwit.com/#/landingpage/allp-fit e acessar, sobre demanda, conteúdos digitais básicos e avançados sobre inteligência artificial generativa, aprendizado de máquina, conceitos fundamentais de nuvem, inovação e transformação digital, casos de sucesso, entre outros. Além disso, os alunos receberão um certificado de participação ao completarem as sessões de treinamento e são direcionados tanto para quem deseja iniciar a carreira em tecnologia, quanto para profissionais já estabelecidos que buscam atualização de conhecimentos ou uma transição de carreira.

Para celebrar a parceria, no dia 10 de novembro, às 19h, será realizada uma live de abertura com participação de Anderson Franco, CEO da Allp Fit, e Dan Sabbagh, CTO do Cartão de Todos. O evento online contará ainda com a palestra “Introdução à IA Generativa – A Arte do Possível”, sobre os benefícios, riscos e exemplos práticos do uso da tecnologia, um breve debate sobre os benefícios da capacitação e por fim, a apresentação do curso “Conheça as novas possibilidades de carreira, o poder dos Micro credenciamentos”.

Nosso intuito é formar uma ecossistema completo, não só pensado para a saúde e o bem-estar por meio da Allp Fit, mas querendo que nossos alunos e parceiros também possam ter acesso à inovação e a educação de forma justa e acessível. Estar neste projeto com a AWS vai de encontro com essa premissa e estamos muito felizes em levar isso adiante”, comenta Anderson Franco, CEO da Allp Fit.

Além disso, integram ainda a iniciativa outras empresas, como o Senai SC, Refuturiza, Cartão de Todos, IBMEC, Alterdata, ETICE CE, Rede Federal de Educação Profissional, Cientifíca e Tecnológica, Santander e Santander X.