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Comunidade geek no Brasil é consolidada e tem apoio de grandes companhias como Warner Bros. através de seu hub Warner Play 

A Warner Bros. é um dos maiores nomes do entretenimento no mundo e, no Brasil, acompanha de perto o consumo de filmes, séries, games e cultura geek por meio dos canais nas redes do Warner Play. Em um dos principais mercados globais – responsável por 36% da receita digital da América Latina e 11º no ranking mundial, segundo a PwC –, a companhia se conecta com diferentes gerações através de suas histórias e personagens icônicos, que também ganham vida nos videogames. 

Com franquias como Mortal Kombat, Hogwarts Legacy, Superman, Um Filme Minecraft e Pecadores, a Warner Bros. construiu um legado que ultrapassa as telas, explorando novas formas de interação no universo gamer e geek. Nesse contexto surgiu o Warner Play, criado há 5 anos para aproximar ainda mais o público desse ecossistema de narrativas e marcas icônicas. 

Este mês, o canal celebra seu 5º aniversário junto a mais de 2,5 milhões de seguidores no YouTubeTikTok e Instagram, consolidando-se como um hub de cultura geek e uma plataforma estratégica para a Warner Bros. no Brasil – além de um espaço que também conecta outras marcas a essa comunidade. 

Além dos games  

O Warner Play também amplia a experiência geek com entrevistas exclusivas, curiosidades de bastidores, conversas com especialistas e trailers dos principais lançamentos da Warner. Dessa forma, o canal vai além do público gamer e alcança os 40% de brasileiros que se declaram fãs da cultura pop, segundo o Relatório Cultura e Arte no Brasil – Hábitos e Comportamentos dos Brasileiros. 

“Desde o início, nosso objetivo foi criar um espaço de encontro, onde diferentes públicos pudessem compartilhar interesses e acompanhar as novidades do universo Warner. Esse marco reforça que estamos no caminho certo e renova nosso compromisso em inovar e valorizar nossa comunidade, que está no centro de tudo que fazemos”, afirma Andrea Buzzi, Gerente de Marketing da Warner Bros. Games no Brasil. 

Conteúdo para todos  

Hoje, o Warner Play se conecta a uma audiência em expansão: 82,8% dos brasileiros já se consideram gamers, segundo a Pesquisa Game Brasil. A maioria é da Geração Z (15 a 29 anos), seguida pelos Millennials (30 a 44). Nesse cenário, 86,9% acompanham conteúdo de games no YouTube e 40,5% no TikTok — onde vídeos curtos ganham força. Para atender a esse público diverso, o canal adapta sua linguagem a cada plataforma, sempre com foco em conteúdo dinâmico, interativo e centrado na comunidade. 

Os esports como um dos pilares  

Em 2025, Mortal Kombat segue como destaque entre os gamers brasileiros, especialmente no cenário de esports. Reconhecido como o título de console mais popular entre o público masculino, segundo a PGB, o jogo também projeta o Brasil na cena latino-americana, com atletas conquistando torneios como a Pro Kompetition, a Liga Latina e a EVO. 

A Warner reforça essa presença com investimentos em torneios de comunidade e transmissões oficiais — incluindo a cobertura em português da EVO 2025 pelo Warner Play. Para Andrea Buzzi “essa cobertura especializada ajuda a democratizar o acesso ao cenário competitivo, facilitando a entrada de novos jogadores e fortalecendo a base de fãs que já temos”. Essas iniciativas consolidam o canal como um dos principais hubs de jogos de luta e esports no país. 

Integração entre Olist e e-commerce B2B é o divisor entre eficiência e sobrevivência

O Brasil é um país que se orgulha de sua criatividade e resiliência, mas, quando o assunto é eficiência operacional, ainda há um longo caminho a percorrer. Empresas de todos os portes continuam gastando energia dobrada em tarefas que poderiam ser automáticas, especialmente no setor de distribuição, onde cada minuto perdido em processos manuais representa milhões desperdiçados. A integração entre plataformas como Olist e e-commerce B2B não é mais um luxo ou uma tendência passageira; é a linha que separa uma operação enxuta de uma operação pesada, e, em última análise, a sobrevivência da empresa no mercado.
 
Segundo a ABAD/NielsenIQ 2025, os distribuidores já operam em um mercado que ultrapassa R$ 400 bilhões anuais. Nesse contexto, a eficiência operacional não é apenas desejável; é absolutamente essencial. No entanto, muitas empresas ainda tratam seus canais de venda como ilhas isoladas, criando custos invisíveis que corroem suas margens e comprometem sua competitividade. Quando essas plataformas não estão integradas, o resultado é retrabalho, planilhas intermináveis e uma margem crescente para o erro humano. A ausência de comunicação entre Olist e o e-commerce B2B transforma o que deveria ser um processo simples e eficiente em um pesadelo operacional.

Um estudo da Deloitte mostra que empresas que adotam integração digital reduzem em até 30% os custos operacionais ligados à transcrição e conferência de pedidos. Isso significa que, ao integrar Olist e e-commerce B2B, as empresas podem centralizar dados, acelerar a reposição de estoque e reduzir falhas em faturamento e logística. É uma eficiência que se traduz em crescimento sustentável, permitindo que as empresas ganhem escala sem inflar o time.

Além disso, processos automatizados garantem maior precisão no atendimento, agilidade na reposição de estoque e menor risco de falhas em logística e faturamento. O resultado é uma operação que não apenas sobrevive, mas cresce de forma sustentável em um mercado cada vez mais competitivo. A escolha não é entre Olist ou e-commerce B2B, mas entre operar de forma fragmentada ou integrada.

A falta de conexão entre plataformas cria custos invisíveis que corroem margens e comprometem a velocidade de resposta ao mercado. Empresas que ignoram essa integração tendem a enfrentar gargalos operacionais que dificultam expansão e inovação. Em contrapartida, esse movimento permite escalar operações sem necessidade de inflar o time, manter consistência nos processos e acelerar decisões com base em dados precisos. É a linha que separa operações enxutas e eficientes de operações pesadas e vulneráveis a erros.

A integração entre Olist e e-commerce B2B é a linha tênue entre eficiência e sobrevivência, e as empresas que entenderem isso e incorporarem como parte fundamental de sua estratégia estarão preparadas para enfrentar os desafios do mercado de distribuição brasileiro e prosperar em um ambiente cada vez mais competitivo. As que não entenderem, infelizmente, estarão fadadas a ficar para trás.

*Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.

YouTube Shopping vai iniciar operação no Brasil com Mercado Livre e Shopee como primeiros parceiros para seu programa de afiliados

O YouTube anunciou hoje a expansão do seu ecossistema de comércio no Brasil com a integração oficial de dois dos maiores marketplaces do país: Mercado Livre e Shopee . A novidade permite que criadores de conteúdo marquem produtos dos catálogos de ambos os varejistas diretamente em seus vídeos, lives, posts e Shorts, facilitando a jornada de compra para milhões de espectadores.

A integração faz parte da chegada oficial do Programa de Afiliados do YouTube Shopping ao Brasil, anunciada recentemente durante o evento global “Made on YouTube”. Com o recurso, criadores elegíveis podem exibir produtos em suas transmissões e vídeos, ganhando comissões sobre as vendas que gerarem, fortalecendo a conexão entre descoberta e compra. O país é um mercado prioritário para as soluções de commerce da plataforma que, globalmente, já conta com mais de 500 mil criadores afiliados ao YouTube Shopping.

“A chegada do Programa de Afiliados do YouTube Shopping ao Brasil é um marco importante, já que o país tem um dos ecossistemas de criadores mais vibrantes do mundo”, afirma Clarissa Orberg, head de parcerias do YouTube.

“Estamos oferecendo aos YouTubers brasileiros novas maneiras de fortalecer suas comunidades e monetizar sua criatividade. Apenas em 2024, o YouTube contribuiu com R$4,94 bilhões para o PIB nacional. A integração do Mercado Livre e da Shopee como nossos primeiros parceiros amplifica ainda mais essa economia de criadores que estamos desenvolvendo”, comemora.

“A Shopee está comprometida em proporcionar experiências que gerem engajamento para vendedores e para consumidores. Com a expansão do YouTube Shopping para o Brasil, estamos entusiasmados em ajudar os lojistas brasileiros a se conectarem com mais criadores e, assim, potencializar suas vendas. Essa colaboração também abre oportunidades para os mais de 5 milhões de participantes do nosso Programa de Criadores e Afiliados monetizarem seus conteúdos enquanto promovem produtos que ressoam com seus públicos. Seguimos firmes em nossa missão de impulsionar vendedores e criadores a prosperarem à medida que a economia digital cresce”, diz Felipe Piringer, Head de Marketing da Shopee.

“A chegada do YouTube Shopping ao Brasil marca um novo capítulo para o comércio digital, e o Mercado Livre tem orgulho de ser um dos parceiros nessa estreia. Nossa força como marketplace, com sortimento amplo e qualificado, presença das grandes marcas, segurança e a entrega mais rápida do país, garante que afiliados e criadores tenham as melhores condições para gerar renda com confiança. O crescimento de 310% no nosso programa no último trimestre e as recompensas mais competitivas do mercado, reforçam nosso compromisso com a Creator Economy, em apoiar novos talentos e impulsionar modelos sustentáveis de empreendedorismo online”, afirma Renata Gerez, Head de Social Commerce do Mercado Livre.

Com a funcionalidade, os espectadores podem navegar pelos produtos destacados pelos seus criadores favoritos diretamente na tela do vídeo e clicar para serem direcionados ao site do Mercado Livre ou Shopee para finalizar a compra.

Criteo traz dicas estratégicas para a Black Friday e vendas de fim de ano 

Com o fortalecimento da economia do Brasil e o mercado de trabalho aquecido com mais de 102 milhões de brasileiros empregados, segundo dados do IBGE, os consumidores entram na reta final do ano com mais segurança para comprar. O cenário favorece o varejo, mas também exige que os profissionais de marketing e vendas estejam preparados para lidar com um comportamento de compra cada vez mais fluído: os clientes não seguem mais um funil, mas se movem entre plataformas de conteúdo, aplicativos, reels de redes sociais e sites de marcas, o que torna mais difícil prever quando e onde interagir com eles.

Em um ambiente de alta concorrência, é essencial que os profissionais de marketing estejam alinhados desde o planejamento até a execução. Para ajudá-los, Tiago Cardoso, diretor geral da Criteo no Brasil, plataforma global que conecta o ecossistema de comércio, preparou junto com a equipe de especialistas da Criteo, dicas estratégicas para as empresas considerarem antes e durante a alta temporada de vendas.

Performance

Priorize as metas já estabelecidas e tenha flexibilidade estratégica durante toda a temporada:

  • Defina metas e KPIs específicos para cada canal (ex: receita, ROAS, conversão).
  • Avalie se existe margem de flexibilidade nas metas estabelecidas.
  • Planeje se o investimento será aumentado em alguma fase da temporada.
  • Distribua o investimento com base nas datas mais estratégicas para o seu negócio.

Campanhas

Garanta que suas campanhas estejam alinhadas com o calendário e preparadas para mudanças rápidas:

  • Mapeie o lançamento de novos produtos e tenha suporte planejado.
  • Elabore uma lista de prioridades para possíveis mudanças no mercado.
  • Analise os resultados das campanhas dos anos anteriores para entender a eficiência de cada estratégia.
  • Liste quais campanhas serão ativadas nesta temporada e considera que elas são diferentes das demais campanhas do mercado e dos concorrentes.
  • Avalie se haverá variações de campanha em diferentes fases da temporada.
  • Considere promoções e estratégias de varejistas parceiros.

Orçamento

Planeje com base em dados históricos, mas seja ágil para agir em momentos críticos:

  • Use o histórico do ano anterior como base para projeções e definição de metas.
  • Reserve uma verba emergencial para datas cruciais como Black Friday, Cyber Week e Natal.
  • Distribua o orçamento entre as fases da temporada de acordo com o impacto esperado.
  • Avalie a possibilidade de garantir investimento adicional conforme a performance.

Relatórios

Monitore com frequência e prepare-se para agir com base nos dados coletados:

  • Crie relatórios específicos para as datas mais quentes.
  • Revise os relatórios dos anos anteriores para entender o que funcionou e o que precisa de atenção.
  • Determine quais perguntas os relatórios precisam responder no final do trimestre.
  • Estabeleça um processo claro para ajustes urgentes.

À medida que a confiança do consumidor cresce e a concorrência se intensifica, os profissionais de marketing que adotarem agilidade, decisões orientadas em dados e colaboração fluida com parceiros estarão mais bem posicionados para vencer nesta temporada de festas. Ao colocar as estratégias em prática e estar preparadas para se adaptar, as marcas podem maximizar o desempenho nos principais momentos de compra e construir relacionamentos mais fortes e duradouros com seus clientes no próximo ano.

Mais da metade dos profissionais brasileiros (54%) percebem viés relacionado à diversidade no mercado de trabalho, aponta pesquisa global

Apesar dos avanços nas discussões sobre inclusão nas empresas, o Brasil ainda enfrenta importantes desafios para tornar o mercado de trabalho verdadeiramente equitativo. É o que mostra a Global Candidate Survey 2025, pesquisa realizada pela Gi Group Holding com trabalhadores de 20 países. Segundo o levantamento, 54% dos profissionais brasileiros acreditam que fatores ligados à diversidade, origem ou identidade influenciam negativamente os processos de contratação e crescimento profissional.

Com esse percentual, o Brasil figura entre os três países com maior percepção de viés relacionado à diversidade, ao lado da Índia (74%) e da China (56%). A média global é de 43%.

Globalmente, entre os profissionais que já vivenciaram ou presenciaram discriminação no ambiente de trabalho, os tipos mais frequentemente apontados são idade (29%), gênero (23%), condições de saúde física ou mental (22%), etnia (21%), status socioeconômico (20%) e orientação sexual ou identidade de gênero (18%).

“A percepção de viés expressa por mais da metade dos profissionais brasileiros evidencia um descompasso entre a intenção das empresas e os resultados percebidos por seus públicos internos. Embora muitas organizações venham adotando políticas de diversidade e inclusão, o impacto real dessas iniciativas ainda não é equitativamente distribuído ou claramente percebido pelos colaboradores. Em um ambiente competitivo e em constante transformação, é essencial que a inclusão esteja integrada aos sistemas de gestão de pessoas, desde os processos seletivos até a progressão de carreira, com indicadores claros, ações mensuráveis e compromisso de longo prazo por parte da liderança”, analisa Felipe Iotti, diretor de Gente & Gestão da Gi Group Holding.

Ainda assim, o Brasil está entre os países com melhor avaliação sobre os esforços das empresas em diversidade, equidade e inclusão (DEI): 59% dos profissionais brasileiros reconhecem algum nível de comprometimento organizacional com essas pautas, atrás apenas da Índia (74%) e empatado com a China continental.

Entre as mudanças mais desejadas pelos trabalhadores, globalmente, em relação às estratégias corporativas de DEI estão: mais programas de educação e conscientização para todos os colaboradores (27%), criação de espaços seguros para diálogo aberto sobre diversidade (24%) e expansão dos esforços de inclusão para além do recrutamento, contemplando também planos de carreira e desenvolvimento (22%).

“O desafio atual não é apenas ampliar a diversidade nos processos seletivos, mas assegurar a inclusão contínua no ciclo de vida do colaborador. Isso passa por políticas estruturadas, metas integradas aos indicadores de desempenho, capacitação contínua e cultura organizacional que valorize a pluralidade como ativo estratégico. Inclusão eficaz é aquela percebida no dia a dia, sustentada por coerência entre discurso e prática corporativa”, reforça Iotti.

Samsung Ads e Publica by IAS ampliam parceria global para entrega de anúncios em TVs conectadas (CTV)

A Publica by IAS, o principal servidor de anúncios de CTV (TVs conectadas) para publishers e fabricantes de smart TVs, anuncia a próxima fase de sua parceria global de vários anos com a Samsung Ads, a divisão avançada de publicidade da Samsung Electronics. Por meio dessa colaboração, a Publica permite que a Samsung Ads fortaleça sua oferta de serviços com suporte a anúncios, proporcionando uma experiência ao espectador contínua e semelhante à da TV tradicional, ao mesmo tempo em que monetiza de forma mais eficaz a programação de vídeo em inventário de CTV.

A Samsung Ads está aproveitando o premiado servidor de anúncios da Publica e sua tecnologia de leilão unificado para aumentar o rendimento, maximizar a receita de publicidade em CTV e oferecer uma experiência superior ao consumidor. A Publica possibilita que a Samsung ofereça aos anunciantes acesso ao inventário de CTV no Samsung TV Plus, o serviço gratuito de TV com suporte a anúncios (FAST) da Samsung, que conta com 700 canais nos EUA e 3.500 em todo o mundo — mais do que qualquer outra grande plataforma FAST. É o serviço de streaming nº 1 da marca de TVs nº 1 do mundo, alcançando mais de 88 milhões de usuários ativos mensais.

“A plataforma da Publica permitiu que a Samsung Ads crescesse e se tornasse o principal serviço FAST da indústria, graças à sua facilidade de uso, flexibilidade e funcionalidades aprimoradas”, disse Joe Melaragno, Head of Channel Sales da Samsung Ads. “Aprofundamos nosso compromisso de oferecer ainda mais conteúdo de alta qualidade para o público, e nossa parceria com a Publica permite que a Samsung maximize o valor do inventário ao mesmo tempo em que gera resultados para os anunciantes.”

A Publica proporciona à Samsung Ads:

Serviço avançado de anúncios: a tecnologia de ad serving da Publica permite que a Samsung Ads ofereça aos anunciantes controles granulares para segmentar, otimizar e entregar uma experiência semelhante à da TV, com a precisão e a transparência do digital.

Decisão avançada de pods de anúncios: segmentação detalhada em nível de slot para garantir a um anunciante a primeira posição em um pod ou a propriedade de um pod por categoria de marca, com exclusividade de categoria para maximizar o impacto e gerenciar a frequência.

Leilões unificados: desenvolvidos com base no framework OpenRTB 2.6, a Publica centraliza as fontes de demanda, permitindo que a Samsung Ads apresente o inventário de forma mais precisa e realize um leilão unificado e controlado que maximize a receita e otimize os intervalos comerciais para os compradores.

Experiência de anúncio contínua: a construção inteligente de pods de anúncios e intervalos publicitários contínuos, semelhantes à TV linear, proporciona uma experiência aprimorada de visualização em CTV, ao mesmo tempo em que aumenta o engajamento e a retenção por meio de deduplicação, separação competitiva e maior controle de adequação de marca.

“Como parceiros de longa data da Samsung Ads, temos nos concentrado em capacitá-los com tecnologia líder de mercado, desenvolvida especificamente para maximizar a receita ao mesmo tempo em que oferece uma experiência de anúncios contínua e de alta qualidade”, disse Cameron Miille, CRO da Publica by IAS. “À medida que a Samsung Ads continua expandindo sua audiência, nossas soluções continuarão garantindo a curadoria de intervalos publicitários excepcionais em CTV em todo o seu inventário.”

A Samsung Ads passou a contar com a Publica em 2020 para CTV Ad Serving independente de demanda e acesso imparcial a mais de 50 plataformas de demanda.

Mídia espontânea supera publicidade e se consolida como ativo estratégico para marcas, afirma especialista

Segundo uma pesquisa da Nielsen, 92% dos consumidores confiam mais em recomendações de amigos, familiares e influenciadores independentes do que em anúncios pagos. O dado evidencia uma mudança no comportamento de compra, em que menções espontâneas se tornam mais eficazes que a publicidade tradicional para gerar credibilidade e impactar decisões de consumo.

Para Beatriz Ambrosio, CEO e fundadora da Mention, primeira startup de relações públicas da América Latina, essa tendência reforça a importância da chamada mídia espontânea, ou earned media. O termo se refere a todo tipo de visibilidade conquistada sem investimento direto em anúncios, como reportagens na imprensa, avaliações de consumidores, menções de influenciadores independentes e posts orgânicos de usuários.

Segundo a especialista, “Estamos vivendo a era da autenticidade. A influência vai além das redes sociais. Quando um veículo de comunicação ou um cliente satisfeito fala sobre uma marca sem patrocínio, essa validação tem um impacto muito maior do que qualquer publicidade. É credibilidade que se converte em reputação e, depois, em vendas”, afirma. 

Outras pesquisas confirmam esse movimento. Segundo a HubSpot, 75% dos consumidores desconfiam de anúncios publicitários. A McKinsey aponta que o marketing boca a boca influencia entre 20% e 50% das decisões de compra, sendo mais efetivo do que a publicidade paga. Já entre os jovens, 63% consideram influenciadores digitais como fonte de recomendação confiável.

Na prática, isso significa que empresas que investem em estratégias de relações públicas e na conquista de mídia espontânea ampliam não apenas sua reputação, mas também suas vendas. “O earned media cria um ciclo virtuoso: visibilidade gera confiança, confiança fortalece reputação e reputação atrai novos clientes. É uma espiral positiva que reduz custos de aquisição e sustenta o crescimento”, completa Ambrosio.

É nesse contexto que surge a Mention, que atende clientes como Insider, ONG Visão Mundial e Altside, oferecendo uma plataforma tecnológica para desenvolver estratégias de reputação, relacionamento com a imprensa e produção de conteúdos. Com atuação ágil e orientada por dados, a startup democratiza o acesso à mídia espontânea, antes restrito a grandes corporações, ajudando marcas a ganharem visibilidade em veículos relevantes, consolidarem autoridade no mercado e gerarem negócios por meio da influência orgânica.

39% dos varejistas realizam pedidos por canais como o WhatsApp, aponta pesquisa da Yalo  

O WhatsApp se consolidou como principal canal de compras por parte dos varejistas com seus fornecedores. A ferramenta de compra, além de ligação ou e-mail, alcançou 39% dos lojistas e 26% utilizam nos pedidos via WhatsApp sugestões automáticas de reposição. Isso é o que revela uma pesquisa realizada pela Yalo (plataforma inteligente de vendas), aplicada durante o APAS Show, com mais de 170 supermercadistas e varejistas de diferentes regiões do Brasil. Segundo o levantamento, cerca de 18% dos varejistas utilizam sites ou aplicativos para realização dos pedidos e outros 18% seguem no presencial. 

A presença digital dos supermercados e varejistas aparece em estágios distintos: 44% mantêm website atualizado e redes sociais ativas; 34% reportam estratégia robusta em múltiplos canais; 14% têm website básico; e 8% não possuem presença online.  

Na relação com os clientes, 48% vendem por apps de mensagem, 39% usam redes sociais e e-mail marketing para comunicação regular e 5% interagem apenas pessoalmente ou por ligação.  

As promoções também migram para o celular, chegando a 47% os varejistas que recebem ofertas personalizadas diretamente pelo WhatsApp; já 26% ficam sabendo por e-mail ou grupos; 19% perguntam ao representante quando precisam comprar; e 8% esperam o aviso do próprio representante — dinâmica que limita a cadência comercial.  

O maior gargalo está na retaguarda, onde 41% gastam mais de duas horas por semana só com pedidos de reposição; 30% entre uma e duas horas; 20% menos de uma hora; e apenas 9% afirmam ter processos altamente automatizados, com pouca intervenção manual.  

“A pesquisa confirma o que vemos no dia a dia. O celular virou a gôndola digital do varejista brasileiro. Quando atendimento, pedido e promoção acontecem no mesmo fluxo de conversa, a venda anda mais rápido e com menos atrito”, explica Danilo Rocha, diretor de Vendas no Brasil da Yalo. Para ele, o próximo passo é atacar o tempo perdido na reposição: “Se 41% ainda dedicam mais de duas horas semanais a essa rotina, há ganho imediato ao automatizar recomendações, previsões de estoque e aprovação de pedidos dentro do próprio WhatsApp. O diferencial está em transformar a ferramenta no principal ponto de encontro entre indústria e varejo, como uma plataforma completa de compras, vendas, suporte e análise de dados”.  

O executivo da Yalo ressalta que a expansão do uso de aplicativos de mensagem no varejo aponta para uma grande oportunidade de otimização na relação entre varejistas e fornecedores. “Ao invés de depender de métodos tradicionais, a indústria pode usar a digitalização para implementar soluções que automatizam a reposição de estoque com base em dados, personalizam promoções diretamente nos canais mais usados e integram todos os processos, desde a comunicação até o pedido. A automação, especialmente com o uso de IA, pode resolver o gargalo do tempo gasto em tarefas manuais, aumentando a eficiência e permitindo uma operação mais colaborativa e ágil, essencial para a transformação digital do setor”, finaliza. 

Drone usado para entregas de supermercado na Europa e ações humanitárias em diversos países é apresentado ao mercado brasileiro

A Synerjet e a Wingcopter receberam clientes ao longo de toda a semana passada (15 a 19/09), na cidade de São Roque (SP) para apresentar o potencial do Wingcopter 198, um drones de entrega eVTOL (aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical) e de asa fixa, capaz de percorrer distâncias de até 94 km. Fabricado na Alemanha, o modelo é perfeito para operações logísticas, incluindo entrega de medicamentos, soros e vacinas, inspeções de ativos, como grandes obras, ferrovias e rodovias, podendo ser usado também em levantamentos topográficos. 

O Wingcopter 198 tem peso máximo de decolagem de  25 quilos, sendo aproximadamente 10 kg do equipamento, outros 10 kg de bateria e pode levar quase 5 kg de carga. Entre os diferenciais está a velocidade de cruzeiro de 90 km/h, e a capacidade de transporte de cargas perecíveis ou de alto valor agregado. A bateria dura 60 minutos com tempo de recarga igual ao de utilização. Para operar o drone, é preciso apenas passar por um treinamento de duas semanas. 

O drone está em avançado processo de certificação na ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), e também está paralelamente em processo de certificação nos Estados Unidos, na Europa e no Japão. No Brasil, já foi aprovado pela Anatel, que certifica a comunicação entre o drone e o solo. 

A Wingcopter é uma startup que recebeu 100 milhões de euros de investimentos e agora vai passar para a fase de produção efetiva dos equipamentos em série. No mundo inteiro, a Wingcopter tem cases de sucesso na logística médica, já tendo sido responsável pelo transporte de medicamentos e sangue no Japão, vacinas, amostras de sangue e material genético em diferentes países africanos e também nos Estados Unidos. 

“A Synerjet é, ao mesmo tempo, cliente e investidor da Wingcopter, e encomendou 10 unidades inicialmente, duas já estão no Brasil e outras 3 chegam até o fim do ano”, disse Fabio Rebello, CEO da Synerjet. Na visão de Rebello, o potencial do Wingcopter é fantástico e pode trazer grandes benefícios para regiões distantes, especialmente na área de saúde. 

Para Armando Gessinger, Chief Revenue Officer da Wingcopter GmbH, o Brasil é um dos mercados mais importantes do mundo para a empresa, pois tem localidades remotas e infraestrutura precária de transporte. Apenas em um segundo momento a empresa imagina conseguir autorização para voar sobre áreas densamente populosas. 

Informações complementares: 

Sobre a Wingcopter GmbH – Com o objetivo primordial de melhorar e salvar vidas em todo o mundo por meio de aplicações comerciais e humanitárias significativas, a equipe da Wingcopter desenvolveu uma tecnologia de ponta, robusta e autônoma. Esta permite fornecer suprimentos essenciais de forma rápida e segura a áreas remotas ou com infraestrutura limitada. Os drones Wingcopter já foram implantados com sucesso em diversas missões em cinco continentes, demonstrando sua capacidade global e adaptabilidade a diferentes cenários e necessidades.

Com o sucesso comprovado das aplicações de logística de longo alcance, a Wingcopter vem expandindo suas capacidades, equipando os drones para aplicações diversas, como mapeamento preciso por sensores Lidar e utilizando câmeras de alta resolução para coleta de dados detalhados. Essas inovações abrem novas possibilidades, tornando a plataforma Wingcopter ainda mais versátil e ampliando significativamente suas aplicações para o monitoramento de ativos (como inspeção de infraestruturas críticas), segurança pública (em operações de busca e salvamento ou vigilância) e resposta a emergências (avaliação de desastres e entrega rápida de auxílio em situações de crise).

A excelência e o potencial disruptivo da Wingcopter foram reconhecidos globalmente, sendo a empresa designada como um “Technology Pioneer” e “Global Innovator” pelo prestigioso Fórum Econômico Mundial, destacando seu papel de liderança na transformação tecnológica e seu impacto positivo em escala global.

81% das empresas brasileiras relatam escassez de profissionais em 2025

A escassez de talentos se tornou um desafio global no mercado de trabalho. Em um cenário marcado pela digitalização acelerada e outras transformações estruturais, muitos profissionais ainda enfrentam dificuldades para atender às exigências de qualificação.

Esse foi o foco de um estudo divulgado pelo ManPowerGroup em 2025, que revelou que 74% das empresas no mundo têm dificuldades para encontrar funcionários qualificados. No Brasil, esse índice é ainda mais alto: 81% das companhias relatam o mesmo problema.

A pesquisa também analisou os setores mais impactados e os fatores que contribuem para essa realidade, indicando que a solução está longe de ser imediata.

Pesquisa aponta causas da escassez de talentos

Segundo os responsáveis pelo levantamento, transformações digitais e mudanças demográficas estão tornando os cargos mais complexos. Isso dificulta a adaptação dos candidatos, que muitas vezes não conseguem acompanhar o ritmo das novas exigências do mercado.

Embora o Brasil esteja entre os países mais afetados, nações como Alemanha, Israel e Portugal apresentam índices ainda mais elevados, com escassez próxima de 90%. O avanço do problema em território brasileiro é notável: em 2018, apenas 34% das empresas relatavam essa dificuldade.

Entre os setores mais prejudicados, transporte e logística lideram, com 91% das empresas enfrentando falta de mão de obra qualificada. Finanças, mercado imobiliário, energia e tecnologia da informação (TI) também estão entre os mais afetados.

Geograficamente, São Paulo concentra o maior índice, com 84% das empresas relatando escassez de talentos, seguido por Rio de Janeiro e Minas Gerais. Além disso, a área de TI e Dados é considerada a mais difícil para contratação, acompanhando a média global.

Apesar do cenário, o estudo apontou estratégias adotadas por algumas empresas para minimizar o problema. Cerca de 40% dos empregadores afirmam investir na capacitação dos próprios colaboradores, enquanto 26% buscam contratar em novos polos.

Trabalho temporário ganha força como solução

Em resposta à escassez de talentos e à instabilidade econômica, o modelo de trabalho temporário tem se consolidado no Brasil como uma alternativa. Esse modelo permite que empresas mantenham suas operações e que trabalhadores encontrem uma porta de entrada para o mercado formal.

Entre abril e junho de 2025, mais de 630 mil vagas temporárias foram abertas no país, crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, datas comemorativas e setores como indústria, agronegócio e e-commerce aumentam a demanda.

Regulamentado pela Lei 6.019/74, o trabalho temporário garante direitos como salário proporcional, férias e 13º salário, além de oferecer segurança jurídica e redução de custos operacionais para as empresas contratantes.

O modelo também contribui para a inclusão no mercado de trabalho, sobretudo entre jovens e pessoas com pouca experiência. Hoje, metade das vagas temporárias é ocupada por mulheres, demonstrando avanços em termos de equidade de gênero.

Com boas perspectivas para o segundo semestre, o trabalho temporário tende a se consolidar como um motor da economia nacional. No cenário atual, essa modalidade pode oferecer às empresas maior flexibilidade e agilidade nos processos de contratação.