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6 maneiras de usar o Circule para Pesquisar no novo Galaxy A17

O recurso Circule para Pesquisar no Google1 no novo Galaxy A17 transforma curiosidade em conhecimento com apenas um círculo na tela, conectando inteligência artificial e praticidade em único gesto.

Disponível também nos modelos Galaxy S25 FEGalaxy Z Fold7 e a linha Galaxy Tab S10 – incluindo o novo Tab S10 Lite –, o diferencial do Circule Para Pesquisar está em sua base tecnológica: ele funciona graças à integração com o Gemini2, a inteligência artificial do Google. Isso significa que, ao circular um objeto, palavra ou imagem, você recebe resultados instantâneos sem precisar alternar entre aplicativos. Assim, o Galaxy A17 conecta AI e praticidade em um só gesto, tornando o processo de busca muito mais natural e rápido.

Confira 6 situações em que o Circule Para Pesquisar pode mudar a sua experiência com o smartphone.

1. Descubra o que está na sua tela

Viu um acessório, tênis ou móvel em uma foto ou vídeo? Basta pressionar o botão Home e depois circular o objeto para acessar informações sobre ele, encontrar opções de compra ou conhecer modelos semelhantes.

2. Tire dúvidas em segundos

Precisa entender um termo técnico, uma palavra em outro idioma ou até uma expressão nova nas redes sociais? Circule o texto e receba resultados instantâneos sem sair do app em que você está.

3. Explore a natureza ao seu redor

Ao se deparar com uma fruta, planta ou animal desconhecido, circule a imagem para descobrir mais detalhes de forma imediata.

4. Saiba a música que estiver tocando ou cantarolando

Outra possibilidade é usar o Circule para Pesquisar para identificar uma música que você ouviu tocando durante um vídeo ou em um serviço de streaming. Para isso, pressione o botão central na alça de navegação e toque no botão de música para que a Inteligência Artificial reconheça a canção.

5. Receba dicas do que fazer enquanto joga

Com o Circule para Pesquisar no Google, as dicas de jogos aparecem exatamente quando e onde você precisa. Basta circular um item na tela e obter resultados instantâneos, dicas ou táticas em uma visualização flutuante que garante uma experiência fluida e ininterrupta.

6. Copie textos impressos em papel

Ao apontar a câmera para um flyer ou banner e ativar o Circule para Pesquisar no Google, e basta circular o texto para interagir com ele como se fosse digital. Assim, é possível copiar e colar informações impressas, ligar diretamente para um número de telefone ou até buscar a no mapa um endereço impresso em papel.

Mais do que buscas: uma experiência completa

Galaxy A17 reforça o compromisso da Samsung em democratizar tecnologias que transformam o dia a dia. Com processador potente, recursos de inteligência artificial, câmeras de 50 MP, tela ampla e imersiva, opções de até 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, além de até seis atualizações de Android e até seis anos de atualizações de segurança, o novo Galaxy A17 oferece uma experiência móvel completa e a tranquilidade de ter um dispositivo funcional e seguro por muito mais tempo respaldados pelo DNA Samsung Galaxy. É o smartphone ideal para quem quer dar o primeiro passo no universo de inteligência artificial da Samsung.

25% dos brasileiros das classes A e B que acumulam pontos no cartão de crédito não usam o benefício

Ter cartão de crédito que acumule pontos é uma realidade para pouco mais da metade dos brasileiros das classes A e B. Uma pesquisa encomendada pelo C6 Bank à Ipsos-Ipec para entender o comportamento dos consumidores mostrou que 54% dos entrevistados têm cartão de crédito/débito que acumula pontos ou milhas. Nem todos eles, no entanto, fazem uso desse benefício. Entre os respondentes desse grupo, um em cada quatro não gasta seus pontos – seja porque eles expiram ou nunca são suficientes para trocar por algum benefício, seja por não saber como usar o benefício ou não lembrar que ele existe.  

Entre os brasileiros que usam os pontos, 50% trocam por produtos, serviços e passagens aéreas e 32% optam pelo cashback (dinheiro na conta). Por outro lado, 17% transferem seus pontos para outros programas de fidelidade e 8% costumam vendê-los.  

A pesquisa também quis saber quais são os planos para viagem considerando os próximos meses ou o próximo ano. A maior parte (44%) respondeu que pretende viajar apenas dentro do Brasil, enquanto só 7% planejam viajar apenas para o exterior. A parcela dos que planejam viajar tanto dentro quanto fora do Brasil corresponde a 27%. O restante não planeja viajar (11%) ou ainda não sabe (12%).  

A pesquisa C6 Bank/Ipsos-Ipec ouviu, de forma online, 1.000 brasileiros a partir de 16 anos de idade das classes A e B de todas as regiões do Brasil, entre os dias 16 e 23 de julho de 2025. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Marketing to founder: Por que CMOs podem liderar a nova era de empresas digital-based

Se você acha que líderes de marketing só sabem criar campanhas bonitas, é hora de repensar. Na verdade, os Diretores de Marketing possuem um conjunto de habilidades que pode separar startups bem-sucedidas de fracassos. Enquanto muitos empreendedores falham por não entender seu mercado e seus públicos, os CMOs vivem e respiram essa compreensão diariamente. 

Pense no que um fundador realmente precisa fazer: identificar uma necessidade não atendida no mercado, criar uma proposta de valor convincente, construir uma marca que ressoe com o público-alvo e escalar de forma sustentável, sempre com foco na pertinência dos investimentos. Isso não é apenas a descrição de um empreendedor bem-sucedido. É, literalmente, o dia a dia de uma pessoa de marketing. 

Brian Niccol, antes de revolucionar a Starbucks como CEO, demonstrou essa mentalidade empreendedora ao transformar o Taco Bell e o Chipotle. Sua abordagem não foi apenas de executivo, mas de verdadeiro fundador, reimaginando completamente a experiência do cliente e criando novos modelos de negócio dentro de empresas estabelecidas. 

Mas aqui está onde os CMOs criativos se tornam um ativo ainda mais valioso: sua capacidade única de criar posicionamentos e conceitos que literalmente transformam um negócio. Enquanto outros executivos focam em otimização e eficiência, CMOs criativos têm o poder de reimaginar completamente como uma empresa se apresenta ao mundo e como os consumidores a percebem. 

Pense na transformação da Apple sob Steve Jobs – um visionário que pensava como um CMO criativo. Ele não apenas melhorou produtos; criou uma narrativa totalmente nova sobre o que significava ser “diferente” e “inovador”. Essa narrativa não apenas vendeu produtos, mas criou um movimento cultural que transformou a Apple de uma empresa quase falida em uma das mais valiosas do mundo. 

CMOs criativos possuem essa mesma capacidade de storytelling transformador. Eles sabem como pegar um produto ou serviço comum e envolvê-lo em uma narrativa que ressoa profundamente com as aspirações, medos e desejos dos consumidores. Essa habilidade de criar conexões emocionais autênticas é o que separa marcas icônicas de commodities. 

Quando um CMO criativo se torna fundador, ele não está apenas lançando um produto – está criando um universo de significados. Ele entende que as pessoas não compram apenas funcionalidades; compram identidade, pertencimento e transformação pessoal. Essa compreensão permite desenvolver propostas de valor que transcendem a competição baseada em preço ou características técnicas. 

O valor criado por meio da narrativa e da conexão emocional é mensurável e duradouro. Marcas com forte vínculo emocional têm clientes que pagam preços premium, demonstram maior lealdade e se tornam defensores ativos da marca. Para startups, isso significa menor custo de aquisição, maior lifetime value e crescimento orgânico via word-of-mouth e criação de comunidades reais, ou seja, vantagens competitivas que nenhuma tecnologia ou estratégia financeira pode replicar facilmente. 

Um CMO que entende de customer acquisition cost (CAC), lifetime value (LTV), entre outras métricas, possui fundamentos essenciais que fazem a diferença entre uma startup que queima dinheiro e uma que cresce de forma sustentável. Eles sabem como construir funis de conversão eficientes e escalar marketing de forma lucrativa, lidando com escassez e coragem, competências que muitos fundadores aprendem da forma mais difícil. 

Aqui está um ponto que empreendedores nem sempre compreendem: construir marcas de valor. Hoje, com a desmaterialização acelerada de todos os negócios, o brand equity representa entre 17% e 19% do valor de mercado das empresas. Para companhias como Apple e Google, esse número chega a 35%–49%. Um CMO-fundador não vê a marca como um “nice-to-have” para depois do product-market fit. Ele entende que a marca é o product-market fit. 

Essa perspectiva permite que CMOs-fundadores construam empresas com vantagens competitivas sustentáveis desde o início. Eles sabem como criar conexões emocionais com clientes, construir comunidades engajadas e transformar usuários em evangelistas da marca, elementos que frequentemente determinam quais startups se tornam unicórnios. 

Uma pesquisa da McKinsey mostra que empresas com líderes focados no cliente podem alcançar crescimento 2,3 vezes maior. CMOs-fundadores trazem essa mentalidade desde o primeiro dia, construindo organizações naturalmente centradas no cliente, em vez de tentar “adicionar” foco no cliente depois. 

Eles entendem que crescimento sustentável vem de resolver problemas reais para pessoas reais, não apenas de features tecnológicas que, no fim, serão copiadas rapidamente. Essa empatia profunda com o cliente, combinada a habilidades analíticas para medir e otimizar a experiência, cria uma base sólida para construir negócios duradouros. 

Em um mundo onde 79% dos ativos intangíveis globais (avaliados em US$ 79,4 trilhões) não aparecem nos balanços, o valor real das empresas está cada vez mais nas mentes e corações dos consumidores. CMOs-fundadores não apenas entendem isso, como sabem como construir e monetizar esses ativos intangíveis. Enquanto fundadores mais técnicos se preocupam somente com código e finanças, CMOs-fundadores se preocupam com pessoas. E, no fim das contas, são as pessoas que compram produtos, recomendam serviços e constroem o valor real das empresas. 

A próxima geração de unicórnios não será construída apenas por engenheiros brilhantes ou financistas astutos, mas por empreendedores que entendem profundamente o comportamento humano e sabem como criar valor por meio de conexões autênticas. Os CMOs já possuem essas habilidades e agora é hora de aplicá-las na construção de empresas desde o zero. 

*Rodrigo Cerveira é CMO da Vórtx e co-fundador do Strategy Studio. Com 30 anos de experiência em estratégia, liderança e desenvolvimento de negócios globais e locais, é especializado em construção de marca e estratégia criativa. É formado em Publicidade e Marketing pela Faculdade Cásper Líbero, com Extensão em Gestão pelo INSEAD (Instituto Europeu de Administração de Negócios).  

Braze redefine as regras do engajamento com o cliente com os novos produtos BrazeAI™

A Braze (Nasdaq: BRZE), plataforma de engajamento com o cliente que capacita marcas a serem Be Absolutely Engaging™, está redefinindo o engajamento com o cliente com o lançamento dos inovadores produtos BrazeAI™, anunciados hoje em sua conferência anual, Forge 2025. O BrazeAI™ equipa os profissionais de marketing com modelos, agentes e operadores inteligentes que os capacitam a oferecer engajamentos mais inteligentes, rápidos e relevantes em escala. Ao permitir que os clientes tragam seus próprios agentes de IA para seus dados e jornadas do cliente, e atribuam modelos de decisão de IA aos seus casos de uso mais valiosos, a Braze dá aos profissionais de marketing a flexibilidade de orquestrar experiências personalizadas e de alto impacto por meio de inteligência componível. O novo Braze AI — incluindo o BrazeAI Decisioning Studio™, BrazeAI Operator™ e BrazeAI Agent Console™ — coloca agentes inteligentes para trabalhar, permitindo que os profissionais de marketing personalizem cada interação com o cliente, gerem e construam de forma contínua e desbloqueiem novos níveis de criatividade para impulsionar resultados de negócios mensuráveis.

“Os anúncios do Forge 2025 reforçam como a Braze está à frente na transformação do engajamento com o cliente. Ao integrar IA generativa, agentes autônomos e dados em tempo real, oferecemos às marcas no Brasil uma capacidade inédita de personalizar jornadas, acelerar conversões e construir relacionamentos duradouros. Mais do que tecnologia, entregamos contexto e inteligência aplicada, permitindo que cada interação se traduza em crescimento de negócios e lealdade genuína dos clientes”, afirma o Vice-Presidente de Vendas da Braze LATAM.

Assim como o mobile e a nuvem transformaram as últimas duas décadas dos negócios, a ascensão da IA generativa e do aprendizado por reforço está agora remodelando a forma como os profissionais de marketing trabalham e como os clientes se engajam. A Braze vislumbra os profissionais de marketing evoluindo de táticos de campanhas para maestros estratégicos, dirigindo agentes autônomos e sistemas de decisão que antecipam, otimizam e entregam experiências atraentes em cada ponto de contato para máximo impacto nos negócios. Recentemente nomeada Líder no Gartner Magic Quadrant for Multichannel Marketing Hubs pelo terceiro ano consecutivo, a Braze está abraçando essa nova era do marketing com IA agentic, capacitando os profissionais de marketing a transformar dados em ação, imaginação em realidade e cada interação em lealdade mais profunda do cliente.

“Desde o início, nossa visão tem sido transformar o engajamento com o cliente em estreita parceria com os profissionais de marketing mais criativos e ambiciosos do mundo”, disse Bill Magnuson, CEO e cofundador da Braze. “Por mais de uma década, construímos uma base segura e escalável por meio da plataforma Braze, permitindo que marcas globais estabelecessem conexões significativas com seus clientes. Agora, estamos entrando na próxima era com um poderoso conjunto modular de agentes, operadores e modelos projetados para se conectar diretamente às estratégias de engajamento e otimizar cada interação entre marcas e seus clientes. Essa onda de inteligência componível não apenas automatiza tarefas; ela capacita os profissionais de marketing a orquestrar com maior criatividade e precisão, ampliando a conexão humana e redefinindo o que é possível para o engajamento com o cliente. Ao unir a imaginação humana com a inteligência da IA, estamos introduzindo uma nova fronteira de capacidade para moldar o futuro da lealdade, do design de experiências e da inovação.”

Agentes de IA Configuráveis para Impulsionar a Lealdade à Marca e Acelerar o Crescimento


Os profissionais de marketing não estão apenas implementando IA – eles a estão treinando para entender o que mais importa para seus clientes e para o negócio, fornecendo contexto para que ela tome decisões autônomas em escala. O BrazeAI Decisioning Studio™ oferece agentes de IA flexíveis e configuráveis que tomam decisões individualizadas alinhadas aos objetivos da empresa. Esses agentes podem personalizar todos os aspectos da comunicação com o cliente — canal, mensagem, criação, oferta, frequência e mais — usando todos os dados primários disponíveis para criar experiências relevantes e sob medida de maneiras que só podem ser alcançadas por meio do poder da IA.

Com o BrazeAI Decisioning Studio, os profissionais de marketing podem inovar com confiança, à medida que agentes autônomos aprendem continuamente com cada interação do cliente. Ao combinar o poder computacional e analítico da IA com a automação confiável e em escala da plataforma Braze, o AI Decisioning Studio oferece um nível de personalização e orquestração que simplesmente não pode ser alcançado por métodos tradicionais. O BrazeAI Decisioning Studio™ representa a integração do mecanismo de decisão por IA da OfferFit à plataforma Braze, após sua aquisição no início deste ano.

Agentes Autônomos. Impacto Humano.


A IA é tão poderosa quanto o sistema no qual está inserida. A plataforma de streaming em tempo real da Braze ingere continuamente contextos primários de diversos canais e sistemas, tornando-os disponíveis em tempo real para o BrazeAI™. Com a expansão anunciada hoje do BrazeAI™, os profissionais de marketing agora podem definir e gerenciar seus próprios agentes autônomos que executam, aprendem e otimizam em fluxos de trabalho de engajamento com o cliente.

O BrazeAI Agent Console™ permite que as marcas criem agentes personalizados que levam o poder da IA generativa e agentic diretamente para o Braze Canvas e os Catálogos. Os agentes do BrazeAI oferecem suporte a tudo, desde a geração de conteúdo, enriquecimento de dados e orquestração inteligente, até a entrega de uma experiência superior ao cliente. Por exemplo, uma marca de e-commerce pode conectar o Braze Surveys ao seu Canvas com Agentes, de modo que uma avaliação de produto seja interpretada de forma inteligente quanto ao sentimento e possa acionar instantaneamente um e-mail ou SMS personalizado e proativo, com cada cliente sendo posteriormente direcionado para a jornada adequada com base em sua experiência.

A Braze oferece aos profissionais de marketing maior flexibilidade na construção de agentes de IA personalizados, com LLMs fornecidos pela própria Braze e baseados nos modelos Gemini do Google, além da opção de trazer seu próprio LLM de empresas líderes do setor, como Anthropic, Amazon Bedrock, OpenAI ou os modelos Gemini do Google.

“Nossa parceria com a Braze levará o poder e o desempenho dos modelos Gemini a mais profissionais de marketing”, disse Jim Fairweather, Head of AI GTM do Google. “Os agentes de IA desempenham um papel vital e transformador na promoção da inovação nos negócios. Eles têm o potencial de aumentar a produtividade, possibilitar avanços criativos e revolucionar os fluxos de trabalho.”

Além dos agentes personalizados, a Braze está lançando o Content Optimizer Agent – desenvolvido a partir do já anunciado Project Catalyst – que oferece agentes de decisão fáceis de usar, integrados diretamente no Braze Canvas e configuráveis no Agent Console. O Content Optimizer Agent apresenta novas e poderosas oportunidades para gerar, testar e otimizar conteúdo em cada etapa da jornada do cliente, ajudando os profissionais de marketing a entregar mais valor aos seus clientes e, em última análise, às suas marcas.

Campanhas mais inteligentes. Conexões mais profundas. Mais espaço para criatividade.


Para muitos profissionais de marketing, o trabalho diário pode parecer menos sobre estratégia e criatividade e mais sobre lidar com barreiras técnicas. O BrazeAI Operator™ elimina obstáculos operacionais ao fornecer uma experiência simples e unificada para acessar a IA e realizar análises ou tomar ações na Braze imediatamente. Ao usar agentes inteligentes para criar campanhas e conteúdos, revelar insights em tempo real, automatizar fluxos de trabalho e responder a perguntas, o BrazeAI Operator simplifica radicalmente a execução. O resultado é mais do que eficiência: é alavancagem estratégica. Os profissionais de marketing ficam livres de tarefas operacionais que consomem tempo e passam a estar capacitados a focar em estabelecer metas ousadas, moldar a estratégia e amplificar a criatividade e a conexão humana que só eles podem oferecer. Essa liberação permite que as equipes se concentrem nos aspectos mais críticos de suas funções: orquestrar experiências de clientes que inspirem lealdade e impulsionem o crescimento significativo dos negócios.

Uma nova integração da Braze com o Snowflake Cortex AI permite que os profissionais de marketing interajam com seus dados e análises por meio de consultas em linguagem natural dentro do BrazeAI Operator™. Com essa integração, os profissionais de marketing podem aproveitar o poder e a segurança do Snowflake AI Data Cloud para compreender rapidamente a eficácia de suas campanhas, identificar tendências-chave e comparar benchmarks do setor, democratizando a análise de dados e possibilitando uma tomada de decisão mais rápida.

E, com a introdução do BrazeAI™ Model Context Protocol (MCP) Server, anunciada no mês passado, os profissionais de marketing podem conectar facilmente os dados da Braze aos seus clientes de IA preferidos, como Claude Desktop ou Cursor, e obter acesso conversacional a insights sobre suas campanhas, canvases, segmentos e atributos personalizados, enquanto as equipes técnicas podem integrar com mais facilidade os dados da Braze em suas ferramentas e fluxos de trabalho de IA preferidos.

A Braze também revelou melhorias para a ativação de dados em modo self-serve, novos recursos para mensagens interativas e poderosos novos recursos de entregabilidade que você pode ler mais detalhadamente aqui. Para os profissionais de marketing que desejam otimizar de forma inteligente as experiências dos clientes com IA, explore as soluções mais recentes da Braze aqui.

Conheça os recursos e atualizações mais recentes da Braze apresentados no Forge 2025:

  • Acompanhe o evento aqui.
    ● Saiba mais sobre os novos recursos do BrazeAI™ aqui.
    ● Ouça diretamente os clientes da Braze aqui.
    ● Explore os últimos anúncios de produtos do Forge aqui.

Disponibilidade: abaixo estão as datas planejadas para a disponibilidade dos recursos, conforme indicado
● BrazeAI Agent Console™: acesso Beta privado – Disponível
● BrazeAI Decisioning Studio™: disponibilidade geral – Disponível
 BrazeAI Operator™: acesso Beta com recursos limitados – Outubro de 2025; acesso Beta com recursos completos – Janeiro de 2026
● BrazeAI Content Optimizer Agent™: acesso Beta – Disponível
 BrazeAI MCP Server™: acesso Beta – Disponível
 Integração com Snowflake Cortex AI: acesso Beta – Dezembro de 2025

Brinquedos crescem 10% na América Latina e impulsionam retomada global, aponta Circana

A Circana, especializada em dados, tecnologia e análise do comportamento do consumidor, foi um dos destaques na 9ª edição do Mercado Livre Experience, realizado nos dias 24 e 25 de setembro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Durante o encontro, que reuniu milhares de empreendedores e especialistas do varejo digital, Ana Weber, diretora de contas de varejo da empresa, apresentou insights inéditos sobre os mercados de brinquedos e puericultura.

O setor de brinquedos, que havia registrado retração de 1% em 2024, voltou a crescer em 2025. Até julho, o faturamento global avançou 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, com aumento de 4% nas unidades vendidas e 3% no preço médio. A América Latina foi a região que mais se destacou, com alta de 10%, puxada especialmente por Brasil e México, ambos alinhados ao ritmo de expansão regional. Jogos e quebra-cabeças, blocos de montar, figuras de ação e colecionáveis foram as categorias de melhor desempenho, impulsionadas pela nostalgia, força dos produtos licenciados e pelo movimento dos chamados kidults, adultos que consomem brinquedos por bem-estar, coleção ou memória afetiva. Em contrapartida, bonecas, brinquedos pré-escolares e pelúcias mostraram queda, reflexo da baixa na taxa de natalidade e do amadurecimento precoce das crianças.

Se os brinquedos vivem um momento de retomada, o mercado de bebês atravessa uma fase de retração. Nos Estados Unidos, o faturamento caiu 5% em 2025, movimentando US$ 4 bilhões até julho, o que representa 214 milhões de dólares a menos do que no ano anterior. Apenas uma entre sete categorias conseguiu crescer: a de entretenimento e viagem. Os consumidores americanos têm priorizado itens de higiene, saúde e alimentação, considerados indispensáveis e que não podem ser adquiridos de segunda mão, enquanto móveis, utensílios de mesa e itens de cama e banho estão entre os segmentos mais afetados pela queda.

“O setor de brinquedos mostra sinais claros de recuperação e a América Latina lidera esse movimento. Já no mercado de bebês, vemos um consumidor mais seletivo, que prioriza segurança, higiene e conveniência. Essa transformação exige que as empresas estejam preparadas para atender perfis muito distintos de clientes, de pais de primeira viagem a colecionadores adultos”, afirmou Ana Weber.

A Circana apontou ainda os principais desafios e oportunidades para os próximos anos. A redução no número de nascimentos e a tendência entra as crianças de deixarem os brinquedos cada vez mais cedo, transformam a dinâmica da indústria. Ao mesmo tempo, a busca por produtos sem gênero, a valorização da nostalgia, as colaborações entre marcas e a influência asiática em estética e inovação tecnológica, oferecem novas avenidas de crescimento. Entender o cliente, e como ele toma a decisão de compra, se tornou indispensável para o sucesso no segmento, reforçando a importância de unir inteligência de mercado e inovação na criação de estratégias competitivas.

Inteligência Artificial e Economia Circular: oportunidades e riscos

Um estudo recente publicado na ScienceDirect mostra que a IA está se tornando um motor para os modelos de negócios circulares. Capacidades como análise preditiva, monitoramento em tempo real e automação inteligente ajudam a redesenhar cadeias produtivas para regenerar, reutilizar e reaproveitar, quase como se o algoritmo fosse o arquiteto circular. Mas há riscos: sem bons indicadores de circularidade, a promessa pode virar miragem.

Precisamos de métricas claras para monitorar o ciclo de vida de produtos e materiais, e garantir que a IA realmente esteja fechando ciclos, e não apenas otimizando o linear. Na vida real, isso significa ter indicadores certos sobre uso, devolução, reaproveitamento, atenção ao desperdício e ciclo de vida do produto, e confiar que os algoritmos estejam dando o diagnóstico certo. Nem tudo são flores tecnológicas. 

Outro recorte interessante vem de um estudo da Ellen MacArthur Foundation com apoio do McKinsey: eles mostram que a IA pode acelerar a circularidade em três frentes — design, novos modelos de negócio e otimização da infraestrutura. Traduzindo para o nosso dia a dia: a IA poderia ajudar a criar embalagens que se desmontam sozinhas no fim da vida útil, apoiar sistemas de leasing que prolongam a vida útil dos produtos e até sofisticar a logística reversa para recuperar e reciclar tudo que consumimos.

Os ganhos são concretos: até US$127 bilhões por ano em alimentos e US$90 bilhões por ano em eletrônicos até 2030. Estamos falando de dinheiro de verdade sendo economizado e reciclado, num sistema que aprende e se adapta. Ou seja, a circularidade digitalizada também é competitividade e rentabilidade – o que torna tudo isso ainda mais irresistível num mundo capitalista. 

E vamos de Harvard Business Review para endossar a discussão: segundo Shirley Lu e George Serafeim, o mundo segue preso num ciclo linear de extrair-produzir-descartar, apesar de a circularidade prometer trilhões em valor, só que ela tromba em barreiras como baixo valor de produtos usados, custo alto de separação e falta de rastreabilidade.

A saída? Acelerar com IA em três frentes bem práticas: estender a vida útil dos produtos, usar menos matéria-prima e elevar o uso de materiais reciclados: a IA pode ajudar a manter vida útil alta com updates (como nos iPhones) ou ações de produto como serviço, onde a empresa continua dona e o consumidor só “aluga”, prolongando o ciclo real de uso. Isso vira receita, fideliza, valoriza o produto usado e ainda empurra uma economia mais circular e lucrativa, desde que a tecnologia não vire só mais um luxo caro. 

É aqui que precisamos conectar os pontos. A Economia Circular nos ensina a repensar fluxos de materiais e energia, buscar eficiência, eliminar desperdícios e regenerar sistemas. Mas, quando falamos de IA, estamos diante de um paradoxo: ela pode acelerar soluções e oportunidades para a circularidade (como mapear fluxos, prever cadeias de reciclagem, otimizar logística reversa, identificar hotspots de desperdício ou até acelerar pesquisas em novos materiais), mas também pode ampliar impactos ambientais se não for usada de forma consciente.

Entre alguns dos riscos, podemos destacar a pegada ambiental da IA (com o consumo crescente de energia e água nos data centers), o E-waste (a corrida por chips, servidores e supermáquinas também gera montanhas de lixo eletrônico e pressiona a mineração de minerais críticos) e a desigualdade digital (países em desenvolvimento podem ficar dependentes de tecnologias caras, sem acesso justo aos benefícios).

O grande desafio está no equilíbrio. Precisamos de uma IA a serviço da circularidade, e não o contrário. Como garantir que a Inteligência Artificial, em vez de agravar a crise ambiental, seja parte efetiva da solução? Precisamos manter o espírito crítico. Não podemos nos deixar levar apenas pelo hype tecnológico. É hora de escolher: queremos uma IA que aprofunde desigualdades e pressões ambientais, ou uma IA que potencialize a transição para a economia circular?

Eu tento ser otimista. Acredito que os processos tendem a ficar cada vez mais eficientes, com menor consumo de energia e melhor aproveitamento de recursos.

O que hoje parece um dilema – mais IA significando mais demanda energética – pode se equilibrar no futuro, desde que a mesma criatividade usada para escrever algoritmos seja aplicada para reduzir impactos e regenerar sistemas. Podemos usar a IA como aliada estratégica da circularidade, com olhos bem atentos e critérios sólidos: cobrando eficiência, rastreabilidade e métricas transparentes. 

Inteligência de verdade não se mede apenas em linhas de código ou na velocidade de processamento. No campo ambiental, só a circularidade garantirá que essa inteligência seja real, e não apenas artificial. No final das contas, o desafio não será somente sobre criar e monitorar uma inteligência artificial… mas sim uma inteligência circular.

*Isabela Bonatto é embaixadora da Movimento Circular. Bióloga e doutora em Engenharia Ambiental, com mais de doze anos de experiência em gestão socioambiental. Desde 2021, vive no Quênia, onde atua como consultora em projetos socioambientais em parceria com agências da ONU, governos, setor privado e organizações da sociedade civil. Sua trajetória combina conhecimento técnico-científico com práticas sociais inclusivas, desenvolvendo iniciativas que integram gestão de recursos naturais, políticas públicas, inovação circular e capacitação de comunidades.

Inteligência artificial já responde por mais de 60% das decisões automatizadas em plataformas de apostas

Um levantamento da Fulltrader Sports mostra que a inteligência artificial passou a responder por mais de 60% das decisões automatizadas nas plataformas de apostas em 2025. O dado confirma a consolidação dos algoritmos preditivos, que hoje são utilizados para calcular probabilidades em tempo real, ajustar odds e recomendar apostas de acordo com o histórico de cada usuário. O avanço acompanha a regulamentação do setor, que deve movimentar mais de R$ 100 bilhões no Brasil até o fim do ano, segundo estimativas do Ministério da Fazenda.

Para Ricardo Santos, cientista de dados e fundador da Fulltrader Sports, o movimento representa uma virada tecnológica. “A plataforma aprende com o comportamento do usuário e oferece sugestões que fazem sentido para o seu perfil. É um salto de eficiência, mas que exige responsabilidade na forma como esses recursos são aplicados”.

Os algoritmos já levam em conta fatores externos como desempenho recente, desgaste físico, condições climáticas e até transferências de jogadores. Em competições como o Brasileirão e o Mundial de Clubes, a combinação de variáveis intensificou o uso da IA, com as chamadas microapostas — aquelas feitas em escanteios, faltas ou jogadas específicas — crescendo 41% em 2024.

Santos alerta, contudo, que o uso de inteligência artificial não elimina a imprevisibilidade do esporte. “É um erro pensar que a tecnologia garante resultados. O acaso continua sendo parte do jogo, e a análise humana segue indispensável”.

A personalização também tem impacto no perfil dos apostadores. Estudo do Instituto Locomotiva mostra que as mulheres já representam 47% do público no Brasil, influenciando inclusive os algoritmos de recomendação. Segundo Santos, esse grupo adota estratégias mais racionais e conectadas a dados de performance.

Transparência e educação digital

O setor de apostas enfrenta o desafio de conciliar inovação tecnológica e responsabilidade social. A arrecadação pode chegar a R$ 6 bilhões em 2025, segundo projeção do governo. A União alerta, porém, para a necessidade de campanhas educativas voltadas à prevenção de comportamentos compulsivos.

O fundador da Fulltrader Sports destaca que já existem recursos capazes de identificar padrões de risco e limitar o uso. Ainda assim, reforça a importância da transparência e educação digital. “Em mercados maduros, como o Reino Unido, a fiscalização dos algoritmos é rigorosa. O Brasil ainda consolida esse processo, e cabe às empresas usar a IA para informar e proteger, não para manipular o apostador”, conclui.

xFusion chega ao Brasil para impulsionar a IA e a Transformação Digital

A xFusion, fornecedora global de infraestrutura e serviços de computação, anuncia oficialmente o início de suas operações no Brasil. A empresa, com sede em Singapura, assume um compromisso significativo com a região.  

No País, a operação será conduzida por Patrícia Cocozza, gerente geral da xFusion no Brasil, ao lado de Robin Shi, presidente da xFusion América Latina, e Louis Zhao, presidente de Negócios Internacionais da xFusion. Com a inauguração da operação brasileira, a xFusion está estabelecendo a fabricação local (Palhoça – SC) e trazendo soluções de computação avançada para acelerar a crescente economia digital do Brasil. 

Brasil na vanguarda da inovação 

A xFusion considera o Brasil e a América Latina como mercados estratégicos para a próxima onda de inovação em Inteligência Artificial (IA), modernização de data centers e edge computing. 

“O País vive um momento de forte transformação digital em setores como finanças, varejo e saúde, o que amplia a demanda por processamento de dados em tempo real e de alto desempenho”, afirma Louis Zhao, presidente de Negócios Internacionais da xFusion. “Estamos preparados para atender essa demanda com soluções de computação eficientes, de alto desempenho, projetadas para uma economia altamente conectada e cada vez mais digitalizada.” 

Para Robin Shi, presidente da xFusion América Latina, o Brasil lidera a expansão de infraestrutura na região. “Com a chegada de novos data centers em hiperescala, maior conectividade e rápida adoção do edge computing, o País está na dianteira desse movimento”, diz. “Essa infraestrutura é fundamental para viabilizar aplicações de IA em tempo real em áreas críticas como segurança pública, cidades inteligentes e Indústria 4.0. Temos orgulho em poder colaborar com governos e empresas brasileiras nesse processo de desenvolvimento.” 

Compromisso local 

Liderando a nova operação, Patrícia Cocozza traz profundo conhecimento do mercado de TI para orientar o crescimento da xFusion: “Estou entusiasmada em liderar a xFusion no Brasil em um momento tão estratégico. Nosso foco é construir um ecossistema local robusto, entregar valor diferenciado aos clientes e tornar acessível tecnologia de classe mundial. Com investimento em manufatura e talentos locais, estamos estabelecendo uma parceria de longo prazo com o País”, comenta Patricia. 

Para assegurar uma cadeia de suprimentos ágil e competitiva, a xFusion, em parceria com a BRITI, inaugurou o Brazil Supply Center. O centro realiza produção local, testes de integração e armazenamento, garantindo entregas rápidas e preços competitivos em toda a América Latina. Essa estrutura é apoiada pelos seis Global Technical Assistance Centers (GTACs) da companhia, que oferecem suporte técnico especializado 24 horas por dia. 

Trazendo Tecnologia de classe mundial, pronta para IA, ao Brasil 

Com o avanço da Inteligência Artificial e da análise de big data, cresce também a necessidade de servidores que combinem alto desempenho com eficiência energética. A xFusion atende a essa demanda com seu portfólio de servidores com tecnologia de resfriamento líquido. 

Principais diferenciais das soluções da xFusion: 

  • Alto desempenho: servidores com CPUs e GPUs de última geração, preparados para executar modelos de IA, machine learning e simulações com velocidade superior. 
  • Eficiência energética: o resfriamento líquido reduz significativamente o consumo de energia e a pegada de carbono dos data centers, contribuindo com a sustentabilidade global. 
  • Confiabilidade: o resfriamento superior mantém as temperaturas estáveis dos componentes, aumentando a vida útil do equipamento e garantindo a disponibilidade do sistema para cargas de trabalho de missão crítica.  
  • Maior densidade: entrega mais poder computacional em menos espaço, aumentando a capacidade dos data centers sem comprometer segurança ou performance. 

Entre as soluções já disponíveis no Brasil estão: 

  • Servidores FusionPoD for AI: rack-scale totalmente refrigerado a líquido, projetado para cargas de IA de alta complexidade. 
  • FusionOne HCI, FusionOne AI e FusionOne HPC: modelos versáteis que atendem diferentes demandas do mercado. 

Datas sazonais de final de ano: como a segurança é determinante para garantir o sucesso das vendas

O fim do ano é marcado por grandes datas para o comércio, como Black Friday, Natal e Ano Novo, períodos que concentram parte relevante do faturamento de empresas de diferentes setores. Mas, ao mesmo tempo em que representam oportunidades de crescimento, esses momentos também chamam a atenção dos criminosos em busca de brechas para realizar fraudes, ataques cibernéticos e roubo de dados, que podem comprometer operações inteiras em questão de horas.

Por isso, cada vez mais, a cibersegurança vem sendo tratada como um pilar estratégico para o sucesso das datas sazonais. Fernando Dulinski, CEO do Cyber Economy Brasil, ressalta que a proteção de dados deixou de ser um tema exclusivo da área de tecnologia e passou a fazer parte das discussões de negócio. Afinal, a confiança do consumidor está diretamente ligada à percepção de segurança, um incidente pode não apenas gerar prejuízos financeiros, mas também abalar a reputação da marca e impactar a fidelização de clientes no longo prazo.

“Esses períodos de pico são momentos de alta visibilidade e alta pressão operacional, e é justamente quando os ataques costumam crescer. Investir em cibersegurança significa proteger não só os sistemas, mas também a reputação e o relacionamento com o cliente”, afirma Fernando.

De acordo com dados do relatório “Cybersecurity Readiness Index 2025”, da Cisco, somente 5% das empresas no país atingiram um nível considerado maduro de proteção digital, o mesmo valor registrado no ano anterior,  um sinal claro de estagnação. Ou seja, a maioria das empresas brasileiras ainda está vulnerável, com poucos processos claros de defesa e monitoramento contínuo, o que expõe os negócios a riscos que podem resultar em perdas financeiras e danos à reputação.

Para Paulo Lima, CEO daSkynova, evolução da marca Skymail, empresa referência em soluções de cloud computing, segurança digital, e-mail corporativo e colaboração, o investimento em cibersegurança se mostra cada vez mais uma estratégia essencial para garantir a continuidade das operações, proteger os dados dos clientes e fortalecer a imagem da marca no mercado. “Proteção eficaz significa mitigar riscos de fraudes e ataques com a maior antecedência possível, garantindo que a experiência de compra seja segura, fiel e positiva, o que impacta diretamente a fidelização e o sucesso sustentável das vendas em períodos críticos do ano”, analisa.

Além disso, a cibersegurança se configura hoje como um diferencial competitivo, e empresas que demonstram compromisso com a segurança digital conseguem conquistar maior confiança dos consumidores e parceiros, ampliando sua presença no mercado e sua capacidade de inovação. “Estamos vivendo um cenário de transformação digital acelerada, e o alinhamento entre segurança, tecnologia e negócios é decisivo para manter a vantagem competitiva e evitar interrupções que prejudiquem o faturamento e a reputação durante e depois das datas sazonais”, ressalta Gustavo Caetano, CEO e fundador da Samba, autoridade em soluções de IA para negócios.

Já de acordo com Ricardo Maravalhas, CEO e fundador da DPOnet, empresa que nasceu com o propósito de democratizar, automatizar e simplificar a jornada de conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), independente do porte, as empresas devem estar em conformidade com a LGPD para evitar multas, sanções legais e perda da credibilidade. “As empresas precisam olhar para além das datas sazonais. Estar em conformidade com a LGPD é fundamental para a segurança da informação, todos os dias. À medida em que temos os avanços tecnológicos, também existem criminosos com estratégias sofisticadas para aplicar golpes virtuais. Quanto antes prevenir, melhor”, afirma.

Para Aluísio Cirino, CEO da Alloyal, o desafio é conquistar a confiança do cliente. “Mais do que vender, o desafio do fim de ano é conquistar a confiança do cliente. Em um ambiente marcado por golpes e riscos digitais, cada compra segura é também uma mensagem de credibilidade. Marcas que tratam a segurança como prioridade não apenas evitam perdas, mas criam relações de confiança que sustentam a fidelidade do cliente muito além das festas. Segurança é, em última instância, o alicerce da fidelização.”

Onda inédita de ataques cibernéticos coloca PMEs brasileiras em guerra digital

As pequenas e médias empresas (PMEs) estão no epicentro de uma onda sem precedentes de ataques cibernéticos. De acordo com o Annual Threat Report 2025 da N-able (NYSE:NABL), o número de incidentes saltou de 48,7 mil em junho de 2024 para 13,3 milhões em junho de 2025, crescimento de 273 vezes em apenas um ano. O estudo mostra que 88% das violações confirmadas envolveram ransomware ou extorsão de dados, liderados por grupos como Play, Qilin e Tycoon 2FA, responsáveis por ataques contra empresas em mais de 40 países. “As PMEs se tornaram o elo mais frágil da cadeia digital. Para os criminosos, é onde encontram defesas mais vulneráveis, operações críticas e maior propensão a pagar resgates”, alerta Rodrigo Gazola, CEO e fundador da Addee, empresa especializada em soluções de segurança para prestadores de serviços de TI e representante exclusiva da N-able no Brasil.

No Brasil, onde as PMEs representam cerca de 96% das empresas, o impacto é potencialmente devastador. Muitas organizações ainda operam com infraestrutura de TI básica, sem autenticação multifator ou planos de continuidade de negócios. Segundo dados da Kaspersky, em 2024, 43% das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) da América Latina foram vítimas de ataques de phishing no ano passado, tipo de fraude digital que busca enganar os usuários para que forneçam informações confidenciais como senhas, dados bancários ou acessos a sistemas corporativos. No caso do Brasil, houve um aumento de 267% nos golpes de phishing, com mais de 309 milhões de bloqueios de mensagens falsas, equivalente a 588 tentativas de ataque por minuto. 

Gazola reforça que a questão não é mais “se” uma empresa será atacada, mas “quando”. “O dado mais alarmante do relatório não é apenas o crescimento de 273 vezes nos ataques, mas o fato de que mais de 80% deles poderiam ser evitados com medidas simples, como autenticação multifator, backups testados e gestão contínua de vulnerabilidades. Esse é o ponto cego das PMEs: o básico ainda não está resolvido”, afirma.

Ele destaca ainda que a sofisticação trazida pela inteligência artificial aumentou a urgência de rever processos. “Estamos diante de e-mails de phishing praticamente indistinguíveis dos reais, vídeos falsos que imitam gestores e até manipulação de voz para autorizar transações financeiras. Se antes a dúvida era investir em segurança, hoje a questão é sobreviver sem ela”, complementa.

Nesse cenário, cresce a importância dos SSPs (Security Service Providers), que oferecem serviços de segurança gerenciada adaptados à realidade das pequenas empresas. “Os SSPs atuam como força de defesa terceirizada, monitorando ambientes 24×7, aplicando inteligência de ameaças e garantindo atualização contínua das defesas, algo que muitas PMEs não conseguiriam manter sozinhas”, destaca Gazola. Além de prover tecnologia, os SSPs exercem papel educativo, ajudando gestores e funcionários a entenderem riscos e adotarem práticas básicas de cibersegurança.

“Os criminosos perceberam que não precisam mais mirar apenas grandes corporações. Uma PME com 20 funcionários pode ser tão lucrativa quanto um banco se a operação dela parar por alguns dias. É nesse ponto que entra a responsabilidade dos prestadores de serviços de TI e dos SSPs em educar, proteger e monitorar. A segurança deixou de ser um custo e se tornou fator de continuidade dos negócios”, conclui Gazola.