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TransUnion lança solução com IA que reconhece dispositivos e bloqueia fraudes digitais

Atenta ao cenário digital em rápida evolução e fraudes cada vez mais sofisticadas que podem representar danos financeiros e reputacionais para as organizações, a TransUnion, empresa global de informações e insights que atua como DataTech, amplia seu portfólio de soluções B2B e apresenta o TruValidate Device Risk – uma solução que ajuda na prevenção a fraudes e na proteção de clientes reais, para que haja confiança nas transações. Desenvolvida para abordar esses desafios de forma proativa, a solução realiza análises de ponta e machine learning combinados com detecção avançada para identificar padrões ocultos e anomalias em dispositivos, capacitando companhias de diversos segmentos a se manterem à frente dos fraudadores sem impactar a experiência de clientes.

O TruValidate Device Risk rastreia relações entre dispositivos e contas com base em dados históricos e reputação digital, aproveitando insights do maior consórcio global de risco de dispositivos. A solução analisa milhares de atributos para identificar dispositivos com precisão, auxilia na detecção padrões ocultos de fraude, ambientes virtuais, bots e atividades de evasão. Por meio desta solução, a TransUnion reforça o seu papel em ser um parceiro estratégico de negócios ajudando na promoção da confiança entre empresas e consumidores.

“A TransUnion possui a maior e mais completa base de conhecimento de comportamentos de fraude do mercado, com mais de 10 bilhões de dispositivos únicos reconhecidos globalmente — incluindo mais de 100 milhões no Brasil. Neste cenário, o TruValidate Device Risk é a primeira solução do segmento com mais de duas décadas de dados históricos. Essa profundidade nos permite ser uma resposta estratégica diante do novo cenário de risco digital, antecipar riscos com precisão, colaborar na proteção dos clientes reais e contribuir com uma jornada digital segura, fluida e sem fricção”, afirma Wallace Massola, Head de Soluções de Prevenção a Fraudes da TransUnion Brasil.

Esta nova versão da solução atua com regras de negócio configuráveis e modelos preditivos de machine learning – para prever e identificar atividades fraudulentas. O sistema é adaptável, pode ser ajustado conforme o perfil de cada cliente e nível de risco, com ajuda de especialistas e revisões para melhoria contínua. Ele pode ser integrado facilmente em aplicativos nativos ou web e aplicado em diversos pontos de contato com clientes finais, como criação de conta, login, pagamento e checkout. ​

A solução foi desenvolvida para empresas de diversos segmentos, como e-commerce, bancos, fintechs, seguradoras, provedores de saúde, agências de viagens e hospitalidade, telecomunicações, plataformas de jogos e serviços on-line. Além disso, a novidade reconhece dispositivos conectados à internet sem exigir informações pessoais identificáveis, adicionando uma camada independente de identidade digital.

A solução atende segmentos como:

  • Serviços financeiros: prevenção de ATO, onboarding seguro e redução de falsos positivos.
  • Varejo e pagamentos: aumento de taxas de aprovação e mitigação de estornos.
  • Seguros: detecção de sinistros fraudulentos e corretores fantasmas.
  • Setor público: proteção contra roubo de identidade e integridade de transações.
  • Jogos e apostas: bloqueio de abusos promocionais e evasão de autoexclusão.

Os casos de uso comuns para o TruValidate Device Risk incluem:

  1. Prevenção de ATO: análise de comportamento e histórico de dispositivos.
  2. Detecção de identidade sintética: inconsistências em padrões digitais.
  3. Mitigação de fraudes em pagamentos: sinalização de transações de alto risco.
  4. Prevenção de abuso de promoções: identificação de dispositivos reincidentes.
  5. Detecção de bots e ambientes virtuais: sinais de evasão como VPNs, proxies e spoofing.
  6. Reconhecimento persistente de dispositivos: sem dependência de cookies.

A experiência digital impacta no comportamento do consumidor

Segundo o Relatório Global da TransUnion, 77% dos consumidores priorizam segurança de dados ao escolher onde comprar on-line. No Brasil, 40% abandonam compras por desconfiança — um alerta claro para empresas que ainda subestimam o impacto da fraude na experiência digital. O TruValidate Device Risk atua nos bastidores, reduzindo atritos e contribuindo com a proteção da confiança do consumidor.

Em um mundo digital cada vez mais complexo, o TruValidate Device Risk se posiciona como uma solução robusta e adaptável, capaz de proteger toda a jornada do cliente com inteligência granular, integração simples e suporte especializado — tudo isso com o poder da IA e da maior rede global de evidências de fraude.

OLX estimula brasileiros a fazerem renda extra na Black Friday

A OLX, marketplace de classificados de produtos usados, lança nesta segunda, 3 de novembro, a campanha “A Black que vai além”, como um convite aos consumidores para desapegarem de objetos parados em casa e transformarem em oportunidade de renda. Durante a ação, que vai até 9 de novembro, os vendedores vão ganhar benefícios extras com a criação de anúncios, como destaques e visibilidade ampliada na plataforma, incentivando a movimentação antes e durante a data.

A ação também terá benefícios para compradores, com cupons de desconto, ofertas relâmpago e parcelamento em até 10 vezes sem juros.

“De acordo com pesquisa da OLX, feita no primeiro semestre, brasileiros estimam que podem arrecadar cerca de R$ 2 mil com a venda de itens de segunda mão que têm parados em casa. A ação reforça o posicionamento da marca como uma aliada da economia circular e do consumo consciente, por meio de uma plataforma democrática. Acreditamos que ir além do preço é também oferecer possibilidades reais para que as pessoas complementem o seu orçamento de forma simples e rápida, além de também encontrar na plataforma as melhores opções de compra”, explica Sanny Manhães, Gerente de Marca e Comunicação do Grupo OLX.

A campanha “A Black que vai além” será veiculada no Instagram (olxbr), no app (Android | iOS ) e site da OLX (Link).

Confira 3 erros que continuam derrubando as vendas durante a Black Friday

A Black Friday continua sendo um dos momentos mais aguardados pelo varejo, mas também o mais desafiador. A cada ano, milhares de empresas investem pesado em mídia e promoções, porém boa parte delas repete os mesmos erros que prejudicam a performance e frustram os resultados. Para Melissa Pio, CEO e fundadora da TEC4U, agência especialista em performance digital, o sucesso nas vendas não depende apenas de anúncios chamativos, mas de uma operação sólida e preparada.

‘Não adianta aumentar o investimento em mídia se o site não está pronto para receber o público. Se o cliente clica e a página demora para carregar, a venda se perde em segundos. Performance é estratégia, não detalhe”, explica Melissa.

Pensando nisso, Melissa listou três erros básicos que continuam derrubando as vendas das empresas durante a Black Friday.

1. Focar só em mídia e esquecer o site

Um dos erros mais comuns é concentrar todo o orçamento em anúncios, ignorando o desempenho do site. Relatórios do Think with Google mostram que uma melhora de apenas 0,1 segundo no tempo de carregamento pode elevar as taxas de conversão em até 8%. Já um atraso de 1 segundo pode reduzir as vendas em até 7%. “Durante a Black Friday, o consumidor está com pressa. Se o site trava, ele vai para o concorrente”, alerta Melissa.

2. Acreditar que o cliente está só no Google ou no Instagram

Outro equívoco é restringir a presença digital a poucos canais. O consumidor de hoje é multicanal: recebe ofertas por e-mail, consulta o WhatsApp, pesquisa em marketplaces e visita o site da marca antes de decidir. Segundo a ConnectPOS, empresas que adotam estratégias omnichannel têm engajamento até 90% maior do que aquelas que mantêm comunicação limitada. “Quem aparece em mais de um canal vende mais e cria conexões duradouras. O cliente não quer barreiras, quer facilidade”, reforça Melissa.

3. Ignorar o pós-venda

O terceiro erro é tratar o pós-venda como algo secundário. Muitas empresas encerram a atenção ao cliente logo após o pagamento, quando, na verdade, o relacionamento está apenas começando. “A venda termina no clique, mas a fidelização nasce depois. Um bom atendimento, suporte rápido e comunicação clara fazem o cliente voltar e recomendar a marca”, afirma a CEO. 

Com o aumento do tráfego durante a Black Friday, o desempenho e a experiência do usuário são fatores decisivos. De acordo com a plataforma Queue-it, sites que carregam entre 1 e 2 segundos convertem até 2,5 vezes mais do que os que levam mais de 6 segundos. Além da velocidade, a clareza das informações, o design responsivo e a fluidez no checkout fazem toda a diferença.

Melissa destaca que a Black Friday bem-sucedida não nasce em novembro, mas meses antes. “As marcas que se preparam com antecedência, testam seus sites, integram canais e treinam equipes saem na frente. Vender mais é consequência de uma operação eficiente”, explica.

Para a CEO da TEC4U, o segredo está em fazer bem o simples. “Você quer vender mais? Comece arrumando o básico. Site estável, canais integrados e atendimento pronto. Depois disso, as vendas acontecem naturalmente. A melhor estratégia é não errar o óbvio”, conclui.

Privalia anuncia chegada de Nike, MAC Cosmetics e Clinique ao portfólio fixo e reforça estratégia de expansão de seu marketplace

A Privalia anunciou um marco significativo em sua estratégia de negócios com a chegada das marcas Nike, operada pela FISIA, e Grupo Estée Lauder, com lojas oficiais da Clinique e MAC Cosmetics, ao seu marketplace, o BrandsPlace. Este movimento faz parte do objetivo da plataforma de expansão desse modelo de negócio, que com apenas dois anos desde o seu lançamento já representa 15% do faturamento da empresa.

Como um complemento do modelo tradicional de outlet da Privalia, o BrandsPlace permite que as marcas operem sua própria vitrine digital dentro da plataforma, com total autonomia para disponibilizar itens de linha e condições exclusivas.

“O lançamento de novas marcas no BrandsPlace é um pilar essencial da nossa estratégia de expansão e crescimento. Marcas icônicas como Nike, MAC e Clinique, do Grupo Estée Lauder, que estão sendo lançadas pela primeira vez em nosso marketplace, onde a marca entra como seller, tem demonstrado ser um grande sucesso, especialmente para as marcas que equilibram a venda de coleções anteriores no outlet com coleções atuais no BrandsPlace. Para nós, esses são os maiores lançamentos do ano, com um impacto significativo tanto para o nosso negócio quanto para o de nossos parceiros”, comenta Mayra Dietzold Palacios, CMO da Privalia.

O lançamento dessas marcas de prestígio no portfólio fixo da plataforma eleva a proposta de valor oferecida aos clientes Privalia. Com uma expectativa de gerar R$ 27,6 milhões em faturamento anual e 20 milhões de impressões, o movimento é impulsionado por condições atrativas. A MAC Cosmetics e a Clinique, do Grupo Estée Lauder, oferecem 10% de desconto no PIX. Já a Nike, operada pela FISIA, complementa o diferencial com 10% de desconto no PIX e frete grátis para as regiões Sul e Sudeste em compras acima de R$ 399, além de porcentagens exclusivas em itens selecionados.

Portfólio

O portfólio da Privalia ganha reforço significativo com a entrada das novas marcas. A estreia da Nike, operada pela FISIA, na plataforma conta com um sortimento robusto, que inclui cerca de 800 SKUs e ultrapassa 7 mil variações de produtos, abrangendo vestuário, calçados e acessórios esportivos. Já o Grupo Estée Lauder, com lojas oficiais da Clinique e MAC Cosmetics, passa a disponibilizar dentro da Privalia um mix de mais de 800 produtos.

Do Brasil para o mundo: Amazon impulsiona artistas nacionais e consolida indústria criativa brasileira como potência global

Reforçando seu compromisso com o desenvolvimento econômico e cultural do Brasil, a Amazon divulga o Relatório Internacional sobre Indústrias Culturais e Criativas, que destaca o papel da empresa na transformação do cenário criativo brasileiro. O estudo mostra como a Amazon vem auxiliando autores, músicos, cineastas e produtores em todo o país, promovendo acesso, diversidade e novas oportunidades no setor.

Com plataformas como Prime Video, Kindle, Audible e Amazon Music, a Amazon democratiza o acesso à cultura e estimula o consumo de conteúdo em regiões onde o acesso físico a livrarias, cinemas ou teatros é limitado. Essa transformação digital amplia o alcance de artistas e criadores, conectando comunidades e promovendo inclusão cultural para além do próprio país.

Nossa missão é conectar o talento brasileiro ao mundo. Investimos em cultura porque acreditamos no poder transformador da criatividade nacional – não apenas para gerar oportunidades econômicas, mas para projetar nossa identidade globalmente. O Brasil é uma potência criativa e a Amazon está comprometida em ser a plataforma que amplifica essas vozes“, afirma Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon.com.br.

Por meio do Kindle Direct Publishing (KDP), milhares de autores independentes vêm conquistando leitores em diferentes países. O sucesso da escritora Jéssica Macedo, nomeada para a lista Under 30 da Forbes Brasil, simboliza esse movimento: com mais de 200 livros publicados e traduzidos para seis idiomas, ela começou na autopublicação digital e teve obras adaptadas para o cinema.

A Amazon também investe no fortalecimento da literatura nacional com iniciativas como o Prêmio Kindle de Literatura, em parceria com o Grupo Editorial Record, TAG Experiências Literárias e Audible; o Prêmio Kindle Vozes Negras, voltado ao reconhecimento de autores negros brasileiros; e o Prêmio Kindle de Literatura Jovem, dedicado ao público Young Adult. Além disso, o Pitching: Audible Original, primeira iniciativa voltada à narrativa em áudio no Brasil, recebeu mais de 200 inscrições e oferece um workshop gratuito com 30 episódios sobre criação de conteúdo em áudio, fortalecendo o mercado de storytelling no país.

No audiovisual, o Prime Video é um dos principais vetores do impacto cultural da Amazon. Desde 2019, foram mais de 35 títulos originais produzidos no Brasil, em parceria com produtoras como O2 Filmes, Conspiração Filmes, Paranoid, Santa Rita Filmes, Floresta Produções e Formata. Entre os destaques está Cangaço Novo, filmado no Nordeste e vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Série Brasileira de Ficção, exemplo de como narrativas regionais podem conquistar o público global.

A iniciativa se soma ao impacto mais amplo da empresa no país. Nos últimos dez anos, a Amazon já investiu mais de R$ 55 bilhões no Brasil, gerando 36 mil empregos diretos e indiretos. Os números reforçam a visão de longo prazo da empresa, voltada à inovação, à digitalização e à criação de oportunidades em diferentes áreas, da tecnologia ao entretenimento.

Relatório Internacional sobre Indústrias Culturais e Criativas pode ser acessado aqui.

Mercado mobile brasileiro é o nono que mais cresce no mundo, segundo dados da Adjust

Adjust, empresa de mensuração e analytics, lançou o Mobile App Growth Report: 2025 Edition, que ajuda a determinar o desempenho e o potencial de aplicativos em diversos mercados. Segundo a pesquisa, o mercado mobile brasileiro é um entre os dez que mais se expandem no mundo, com um score de crescimento de 30,2.

O Mobile App Growth Report formata o Growth Score (Pontuação de Crescimento) baseando-se na análise do desempenho de mais de 5 mil aplicativos durante o primeiro semestre de 2025. A pontuação vai de 0 a 100 e incorpora quatro métricas: instalações, eficiência de custos, sessões por usuário por dia e retenção.

“O desafio para os profissionais de marketing hoje não é a falta de dados, é saber quais são os sinais importantes e que deveriam chamar sua atenção”, explica Tiahn Wetzler, diretora de conteúdo e insights da Adjust. “O Growth Score é uma referência que fornece a clareza necessária para priorizar investimentos, captar oportunidades e sustentar o crescimento em um cenário cada vez mais competitivo”.

Brasil no Top 10

No topo do ranking de países, a Índia lidera com um Índice de Crescimento de 49, destacando-se tanto pelo tamanho do seu mercado quanto pelo enorme potencial de engajamento. Três países latinos figuram no top 10: a Argentina em 3º (34,9), Colômbia em 4º (34,5) e o Brasil em 9º lugar com 30,2 pontos.

“A América Latina é um dos mercados mais importantes do mundo, impulsionado por mais de 413 milhões de usuários de internet móvel, o que representa 64% de penetração digital, de acordo com o Americas Market Intelligence. Apesar do crescimento geral da região, há um potencial inexplorado, principalmente na criação de campanhas personalizadas e regionalizadas”, pontua Fernando Cabral, diretor de Growth para a América Latina da Adjust.

Apps de jogos são os mais populares na América Latina
 

O mercado de aplicativos móveis na América Latina está projetado para alcançar US$ 35,9 bilhões em receita até 2030. E esse crescimento expressivo é um resultado direto da rápida popularização dos smartphones na região.

Dentro desse cenário, o segmento de Jogos continua sendo a vertical mais popular, registrando um índice de crescimento de 32,4. Logo atrás, vêm os aplicativos de Publicações (29), Entretenimento (25,5) e Utilities (21,9). Em particular, no Brasil, a categoria que merece destaque especial é a de apps de Viagem.

“O sucesso dos apps na América Latina se consolida, principalmente, pela expansão da conectividade. Para garantir sustentabilidade, é preciso utilizar estratégias que aproveitem oportunidades de alto valor, como as datas comemorativas, por exemplo”, finaliza o executivo.

Mapa do crescimento global

No mercado global, a APAC (Ásia-Pacífico), que abrange o Leste Asiático, Sudeste Asiático e Oceania, lidera o ranking de crescimento. Em uma faixa de desempenho intermediário, surgem a MENAT (Oriente Médio, Norte da África e Turquia), com 33,3, Europa com 32,4, e LATAM (América Latina e Caribe), com 30,5.

Por fim, a América do Norte registra 27,3. Esta pontuação, mais baixa em relação às demais, reflete sua maior maturidade econômica e consequente expansão mais lenta, em contraste com o crescimento acelerado dos mercados emergentes.

Para explorar mais regiões, países e verticais com maior potencial de crescimento, baixe o Mobile App Growth Report: 2025 Edition.

Jeep Compass 2020 registra a maior redução de preço mediano na OLX

Jeep Compass 2020, versão câmbio automático e motor 2.0 turbo, é o modelo com a maior diminuição no preço mediano dentre os automóveis avaliados pela última edição do Relatório de Preços do Data OLX Autos. O SUV registrou redução de 12,65% em doze meses por meio da plataforma. O estudo da fonte de inteligência automotiva da OLX monitorou o comportamento dos valores das versões de 15 veículos na faixa dos 4 a 8 anos de fabricação, anunciados entre agosto de 2024 e agosto de 2025. No período, o SUV, que custava R$ 137.900, passou a valer R$ 120.450.

“Todas as versões disponíveis do Compass na amostra têm câmbio automático, variando apenas pela motorização e ano. Enquanto a configuração 2.0 turbo, de 2020, que é a mais cara, foi a que registrou a maior queda de preço, de 12,65%, as versões com motor aspirado, entre 2017 e 2020, tiveram depreciação mais moderada, abaixo de 10%. No contexto atual, com juros para aquisição de veículos mais altos, as versões mais em conta ganham atratividade. Apesar disso, o Compass permanece como uma escolha sólida no segmento, sendo o primeiro colocado no IVU em sua categoria, o que indica liquidez consistente e demanda estável”, comenta Flávio Passos, VP de Autos do Grupo OLX.

De acordo com o executivo, ao monitorar continuamente a variação dos preços de veículos anunciados na plataforma, o Relatório de Preços consegue identificar movimentos relevantes do mercado de automóveis usados no país. “A OLX traduz esse comportamento em inteligência de mercado, por meio do Data OLX Autos, permitindo que compradores, lojistas e parceiros acompanhem de perto as flutuações de valor e tomem decisões mais estratégicas”, explica.

Preço mediano do Jeep Compass – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

Na outra ponta, o Nissan Kicks 2018, com câmbio manual e motor 1.6, foi o carro que registrou o maior aumento de preço no mesmo período de comparação, dentre todos os avaliados. O SUV, que em agosto de 2024 era cotado no valor mediano de R$ 70.000, passou a valer R$ 74.450 doze meses depois, com alta de 6,36%.

O modelo ano 2019, com câmbio manual e motor 1.6, teve depreciação de 1,21%.

Preço mediano do Nissan Kicks anunciado – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

Confira a seguir outros modelos de destaque avaliados:

Chevrolet Onix

Os modelos Chevrolet Onix de 2020 tiveram a maior redução dentre as suas versões avaliadas, com percentuais acima de 6%. A versão com câmbio automático e motor 1.0 turbo se destaca entre as que mais diminuíram o valor nesse período, com 7,77%, sendo este o hatch com maior desvalorização, de acordo com o relatório.

Por outro lado, o Onix 2018 automático e motor 1.4 registrou a maior valorização da lista, de 2,98%.

Preço mediano do Onix anunciado – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

Toyota Corolla

O Corolla 2020, com câmbio automático e motor 2.0, registrou a maior redução de preço dentre as versões deste sedã, de 0,77%. Já o melhor desempenho é do modelo do ano anterior, versão automática e motorização 2.0, com 1,93% de valorização.

Preço mediano do Corolla anunciado – Brasil (ago/2024 x ago/2025)

O relatório completo pode ser consultado na landing page do Data OLX Autos: Link

Metodologia

Foram analisados os preços medianos dos automóveis dos tipos hatch, sedã e SUV anunciados na OLX, bem como suas variações ao longo de 12 meses. Para compor o estudo, foram selecionados cinco modelos seminovos com a melhor colocação no Índice de Veículos Usados (IVU) Grupo OLX — Fenauto de agosto, classificados por tipo de carroceria. A análise considerou dados nacionais e ano do modelo (2017 a 2020), tipo de câmbio (manual, automático ou automatizado) e motorização.

Outros fatores que podem impactar o preço — como quilometragem, estado de conservação, presença de acessórios e localização geográfica — não foram padronizados na análise, mas podem influenciar os resultados.

Pesquisa Global de Consciência do Consumidor 2025 (FSC/Ipsos) mostra forte divisão quanto à preocupação com o clima em 2025 na América Latina

Divulgada hoje durante a Assembleia Geral do FSC, a Pesquisa Global de Consciência do Consumidor 2025 – realizada com o instituto IPSOS em 50 países e mais de 40 mil entrevistados — informa que a preocupação pública com as mudanças climáticas está diminuindo em grande parte da América Latina, mesmo após a WMO ter registrado furacões, enchentes, secas e incêndios florestais recordes na região em 2024. Os resultados revelam que a guerra e os conflitos (52%) agora dominam as principais preocupações do público, enquanto as mudanças climáticas aparecem em segundo plano, com 31%.

Forte divisão na preocupação com as mudanças climáticas na América Latina

Entre os dez países analisados na região, a preocupação pública com as mudanças climáticas apresenta uma grande divergência: o México lidera com 42%, enquanto a Bolívia aparece em último lugar, com apenas 17% – uma diferença de 25 pontos percentuais, demonstrando uma lacuna significativa dentro da região. Apesar da alta vulnerabilidade da América Latina aos impactos climáticos, apenas Brasil e México registraram aumento na preocupação com as mudanças climáticas desde a pesquisa de 2022. O Brasil se destaca globalmente como o único país onde a preocupação quase dobrou, passando de 18% para 33% nos últimos dois anos.

Por outro lado, a preocupação pública caiu em vários outros países:

  • Argentina: 26% → 21% (-5)
  • Colômbia: 29% → 25% (-4)
  • Chile: 30% → 26% (-4)
  • Peru: 27% → 26% (-1)

Essas mudanças evidenciam uma desconexão crescente entre a urgência da crise climática e a percepção pública em muitas partes da região.

“A ampla dispersão da América Latina nos mostra que a atenção e o risco são desiguais. Mas isso não é apatia — é um sinal de que precisamos ser práticos. Quando as pessoas percebem riscos florestais concretos — fogo, escassez de água, perda de biodiversidade — elas reagem.

Nosso trabalho é tornar a ação climática tangível: cadeias de suprimento comprovadamente livres de desmatamento, salvaguardas florestais mais robustas e resultados que as empresas possam apresentar aos clientes”, disse Subhra Bhattacharjee, Diretora Geral do FSC.

Florestas: onde os latino-americanos sentem as mudanças climáticas de forma mais direta

Em termos de preocupações relacionadas às florestas, a exploração madeireira ilegal ocupa, em média, a posição mais alta na América Latina do que em qualquer outra região, com 25%. A América Latina também é a única região na pesquisa global onde tanto os incêndios florestais quanto o desmatamento estão entre as maiores preocupações relacionadas às florestas.

Em conjunto, os resultados mostram por que proteger as florestas — e as pessoas que dependem delas — é tanto uma necessidade climática, quanto uma prioridade para a cadeia de suprimentos.

“As comunidades ficam mais seguras quando as cadeias de suprimento recompensam as boas práticas. Ao comprar de operações verificadas de forma independente, livres de desmatamento, que cumprem o Consentimento Livre, Prévio e Informado (CLPI), mantêm áreas de proteção e compensação, e compartilham benefícios por meio de acordos claros, as empresas reduzem riscos e ajudam a manter pessoas e florestas seguras”, acrescentou Subhra.

Consumidores ainda agem em favor do clima na hora da compra

Apesar da queda nos níveis de preocupação, o estudo mostra que o comportamento do consumidor ainda revela fortes valores climáticos: 72% dos consumidores globais, em 29 mercados, afirmam preferir produtos que não causem danos a plantas ou animais.

É importante ressaltar que o reconhecimento do selo FSC está associado a maiores níveis de confiança nas marcas, demonstrando que escolhas conscientes em relação ao clima são um poderoso motor de lealdade e reputação

Nos 29 mercados analisados, México (89%), Brasil (86%) e Chile (83%) se destacam globalmente, mostrando níveis de confiança acima da média mundial (72%) em marcas associadas a produtos certificados pelo FSC.

Panorama global: o clima perde espaço na agenda

  • Europa: a preocupação pública com as mudanças climáticas caiu acentuadamente desde 2022 — entre 6 a 10 pontos percentuais — em países como França, Dinamarca, Espanha, Reino Unido e Alemanha, revelando um crescente descompasso entre as ambiciosas políticas climáticas da UE e o engajamento público.
  • Quênia: A preocupação caiu 12 pontos percentuais desde 2022 (42% → 30%)
  • Canadá: a preocupação com as mudanças climáticas diminuiu, mesmo com os incêndios florestais (46%) sendo o principal temor relacionado às florestas.
  • Japão: um dos poucos países que contraria a tendência — a preocupação do consumidor aumentou em 9 pontos (29% → 38%).

Por que isso importa

Com guerras, pandemias e inflação dominando o debate público, as mudanças climáticas correm o risco de sair do centro da atenção política e do consumidor. Ao mesmo tempo, porém, as pessoas demonstram desejo por produtos sustentáveis e consideram a perda de espécies de plantas e animais como a maior preocupação florestal, com a maioria esperando que as empresas assegurem que seus produtos não contribuam para o desmatamento.

O FSC faz um chamado por estratégias integradas, que combinem ação ambiental com segurança social e econômica , garantindo que as soluções climáticas não sejam deixadas de lado diante das crises.

Esses resultados estão sendo debatidos nesta semana durante a Assembleia Geral do FSC, que reúne atores globais para definir o futuro do manejo florestal responsável e seu papel no enfrentamento da emergência climática.

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A Pesquisa Global de Consciência do Consumidor FSC x IPSOS 2025 entrevistou mais de 40 mil pessoas em 50 mercados. As comparações históricas são baseadas nos 32 mercados pesquisados tanto em 2022 quanto em 2025.

Alphacode lança plataforma Petzoo para conectar tutores e cuidadores e mira expansão no mercado pet

A Alphacode anunciou o lançamento da Petzoo, uma plataforma que conecta tutores de animais a cuidadores de forma prática e segura. O projeto, que combina marketplace, agendamento e pagamento integrado, marca a entrada da desenvolvedora de soluções digitais no setor pet, um dos mais promissores da economia brasileira.

O mercado pet movimentou R$ 75,4 bilhões em 2024, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). O crescimento foi de 9,6% em relação ao ano anterior, com destaque para o segmento de alimentação, que representou 54,1% do total. O Brasil ocupa atualmente a terceira posição no ranking mundial do setor, atrás apenas dos Estados Unidos e da China.

Para Rafael Franco, CEO da Alphacode, o projeto reflete o potencial de digitalização e profissionalização desse mercado. “O Petzoo nasce para transformar a maneira como se presta serviço aos pets, unindo tecnologia, confiabilidade e conveniência para tutores e profissionais. Nosso foco é criar uma ferramenta que facilite a vida dos usuários e, ao mesmo tempo, ofereça aos cuidadores um ambiente estruturado e sustentável”, explica.

A plataforma oferece recursos como perfis verificados, sistema de avaliações, agendamento online e pagamentos automatizados. Tutores podem contratar cuidadores para passeios, hospedagem ou acompanhamento, enquanto os profissionais têm acesso a um painel de controle para gerenciar horários, histórico de atendimentos e remuneração.

Segundo Franco, a proposta é oferecer uma experiência completa e integrada. “Queremos que o tutor consiga fazer tudo em um só lugar: encontrar, agendar, pagar e avaliar o serviço. E que o cuidador tenha o mesmo nível de suporte, com gestão financeira automatizada e segurança nas transações.”

O lançamento da Petzoo também reforça o posicionamento da Alphacode como parceira tecnológica de diferentes setores da economia. Reconhecida por desenvolver soluções para empresas como Habib’s, Madero e China In Box, a companhia amplia agora sua atuação para um mercado em expansão e de alta demanda por inovação.

“Entrar no setor pet é um movimento natural dentro da nossa estratégia de diversificação. A tecnologia tem o poder de conectar pessoas, gerar confiança e profissionalizar mercados que ainda são pouco estruturados digitalmente. É isso que queremos entregar com a Petzoo”, conclui o CEO.

De acordo com estimativas da Euromonitor International, o mercado global de produtos e serviços pet deve ultrapassar US$ 270 bilhões até 2030. No Brasil, o avanço contínuo da urbanização e o aumento do número de lares com animais de estimação mantêm o setor entre os que mais crescem, impulsionando a busca por soluções tecnológicas que unam praticidade e segurança tanto para tutores quanto para profissionais.

Empresas que investem em diversidade crescem mais e correm menos riscos

A diversidade deixou de ser uma pauta de marketing para se tornar fator de crescimento e proteção legal nas empresas brasileiras. Em um cenário em que leis e normas de governança estão exigindo transparência e inclusão, empresários atentos já entenderam que investir em diversidade é mais barato, e muito mais inteligente, do que correr atrás do prejuízo depois.

Estudos internacionais comprovam que equipes diversas tomam decisões mais eficazes, inovam mais rápido e entregam resultados financeiros até 25% superiores às de estruturas homogêneas. No Brasil, o movimento ganhou força com novas exigências legais, que agora obrigam empresas a agir e não apenas falar sobre o tema.

Diversidade agora é compliance

Leis recentes mudaram o tabuleiro.


Lei nº 14.611/2023 determinou transparência total nas políticas salariais e igualdade entre homens e mulheres.
Lei nº 15.177/2025 estabeleceu mínimo de 30% de mulheres nos Conselhos de Administração de empresas públicas e de capital misto.
E a Lei nº 8.213/1991 segue impondo cotas de contratação de pessoas com deficiência (PCDs).

Essas regras não são opcionais: fazem parte de uma nova era em que diversidade e governança se tornaram sinônimos de responsabilidade empresarial. “Cumprir a lei é o primeiro passo, mas o empresário que entende o valor estratégico da diversidade sai na frente. Hoje, o mercado e os investidores olham para quem pratica o que prega”, explica Cintia Deffontaines, especialista em ESG e Diversidade e integrante da Sustentalli. 

Mais valor, menos risco

Além do cumprimento da lei, a diversidade representa proteção jurídica, acesso a crédito, melhor reputação e retenção de talentos. Empresas que valorizam pessoas diversas têm menos processos trabalhistas, mais engajamento interno e maior atração de clientes e parceiros, inclusive internacionais.

“Não é um favor à sociedade, é um investimento no próprio negócio. A diversidade é uma ferramenta de eficiência e competitividade”, reforça Cintia.

Como começar

A Sustentalli orienta que o primeiro passo é fazer um diagnóstico de diversidade interna: entender o perfil de gênero, raça, faixa etária e acessibilidade da equipe.
Depois, criar metas e políticas formais de inclusão, integradas ao código de ética e aos relatórios de sustentabilidade. E, por fim, capacitar lideranças para transformar o tema em prática contínua, não em modismo.

Resumo legal e regulatório da diversidade corporativa

Tema / GrupoBase Legal / NormaTipo de ObrigaçãoAplicação
Gênero (igualdade salarial)Lei nº 14.611/2023ObrigatóriaTodas as empresas com empregados CLT devem publicar relatórios semestrais de igualdade salarial e critérios remuneratórios.
Mulheres em ConselhosLei nº 15.177/2025ObrigatóriaEmpresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias devem ter ao menos 30% de mulheres nos Conselhos de Administração.
Pessoas com deficiência (PCDs)Lei nº 8.213/1991 (art. 93)ObrigatóriaEmpresas com 100 ou mais empregados devem reservar de 2% a 5% das vagas para PCDs.
Raça / EtniaLei nº 12.990/2014 (setor público) e Decreto nº 11.430/2023 (equidade em licitações)Indutiva / Critério de pontuaçãoObriga cotas de 20% para negros em concursos públicos e incentiva empresas privadas com políticas de equidade racial em contratos com o governo.
Diversidade e ESGResolução CVM 193/2023IFRS S1/S2GRICSRD (UE)Indireta / Governança obrigatóriaExige divulgação de indicadores sociais, incluindo diversidade de gênero e raça, nos relatórios de sustentabilidade e governança.
Projetos em tramitaçãoPL 1.832/2021 e PL 6.988/2017Proposta / Incentivo fiscalPrevê cotas raciais no setor privado e benefícios tributários a empresas com programas de equidade racial.

Outro ponto essencial é implementar políticas de retenção de colaboradores, já que muitas empresas conseguem contratar profissionais diversos, mas não conseguem mantê-los por falta de ambiente inclusivo e oportunidades reais de crescimento. Reter é tão importante quanto contratar, pois é no cotidiano que a cultura de diversidade se consolida e gera resultados sustentáveis.