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Primeira plataforma do Brasil a automatizar a venda de cloud é apresentada na Futurecom

Ativos Capital, ecossistema de inovação que integra Martech, Comunicação e Cloud, confirma presença na Futurecom 2025, evento conhecido como o maior relacionado a tecnologia e transformação digital da América Latina. O grande destaque da companhia é a ferramenta Solvefy.cloud, considerada a primeira plataforma do Brasil a automatizar a venda de cloud de forma prática e acessível. A proposta é transformar qualquer empresa em provedora de serviços de nuvem, eliminando barreiras técnicas e burocráticas.

Octávio Carradore, CEO da Ativos Capital, explica que na prática, a ferramenta Solvefy.cloud funciona como um “e-commerce da infraestrutura digital”. O cliente final acessa um portal personalizado, escolhe a quantidade de CPU, memória e armazenamento que deseja, realiza o pagamento online e, em poucos minutos, já pode começar a utilizar sua máquina virtual. Tudo em um modelo self-service, sem necessidade de depender de um time comercial. 

“Quando se fala em “cloud computing”, muita gente pensa em grandes empresas globais armazenando e gerenciando volumes imensos de dados. A nuvem faz parte do dia a dia das pessoas, seja na busca de um filme em streaming ou no salvamento de fotos no celular. No ambiente corporativo, ela exerce um papel estratégico, justamente por garantir escalabilidade, segurança e redução de custos para as empresas que se relacionam com a tecnologia. É nesse contexto que surge a Solvefy.cloud”, esclarece Carradore.

Segundo o executivo, o grande diferencial está na interface white label, que permite que a empresa parceira use sua própria identidade visual. Assim, o cliente interage sempre com a marca do provedor, fortalecendo o relacionamento e gerando fidelização. Além disso, a plataforma traz recursos como painel administrativo intuitivo, automação de tarefas, provisionamento de serviços e um sistema de faturamento integrado, reduzindo custos operacionais e otimizando processos internos.

“Assim como o e-commerce permitiu que lojas físicas vendessem pela internet, a Solvefy.cloud permite que qualquer empresa venda sua infraestrutura de tecnologia diretamente ao cliente. E isso é o que estamos levando para o público do Futurecom”, explica Karuline Tonetti, gerente de Marketing de Produto da Ativos Capital. Segundo ela, a solução atende a um mercado estimado em R$ 2 bilhões no Brasil, hoje dominado por ofertas caras e pouco flexíveis. 

De acordo sua funcionalidade, a Solvefy.cloud é apresentada como um importante passo rumo à democratização da nuvem no Brasil, tornando acessível a provedores e empresas a chance de competir em um mercado cada vez mais estratégico para a transformação digital. Os dados da pesquisa realizada pela Gartner comprovam a teoria: até 2027, 90% das empresas que usam serviços de memória e armazenamento de dados migrarão para nuvem pública. Os investimentos devem alcançar US$ 723,4 bilhões até 2025, impulsionados pela busca por soluções escaláveis e mais eficientes.

Ativos Capital na Futurecom

Marcada para acontecer entre os dias 30 de setembro e 02 de outubro, no São Paulo Expo, em São Paulo, a Futurecom é referência em conectividade e inovação para a América Latina tanto que, nos últimos anos, tornou-se também um importante hub em soluções para cibersegurança e facilitador da Transformação Digital. Ao todo, a expectativa é reunir cerca de 300 marcas expositoras e mais de 30 mil profissionais do setor, em mais de 25 mil m² de área de exposição. 

No evento, a Ativos Capital estará no estande da Abeprest – Associação Brasileira de Empresas de Soluções de Telecomunicações e Informática. “A participação da Ativos Capital na Futurecom reforça o nosso posicionamento como protagonista na inovação tecnológica no Brasil. O evento, reconhecido por impulsionar a transformação digital na região, será o palco ideal para a empresa apresentar ao público as vantagens de sua solução proprietária e fortalecer conexões estratégicas no ecossistema de tecnologia”, destaca Octávio Carradore, CEO da Ativos Capital.

Como parte da programação preparada especialmente para o evento, a Ativos Capital vai promover uma palestra no próprio estande da Abeprest. O tema será o mercado de cloud e como ele deve dominar o futuro dos negócios. Além de tirar dúvidas, o facilitador trará insights sobre a melhor forma de se preparar para implantar a tecnologia no negócio e como ela pode ser utilizada de forma a suprir todas as necessidades, desde a parte de comercialização até a contabilidade. “Será um momento de puro aprendizado e esclarecimento de dúvidas. Queremos que as pessoas conheçam mais sobre a plataforma e suas vantagens na prática e trazendo-a para o dia a dia”, finaliza Carradore.

Casal investe em frota 100% elétrica e já fatura R$ 500 mil com app de mobilidade em MG

O casal Danilo e Priscila, naturais de Janaúba (MG), transformou a paixão por carros elétricos em um negócio inovador de mobilidade urbana. Menos de dois anos após lançar a 100% Eletric, o aplicativo de transporte urbano já realiza cerca de 3 mil corridas por mês na cidade e alcança faturamento anual de R$ 500 mil, atendendo moradores e fortalecendo a cultura sustentável na região.

Como o nome entrega, a frota é 100% composta por carros elétricos. Para os passageiros, uma corrida econômica, confortável, rápida e sustentável; para os motoristas, uma chance de ter ganhos ainda maiores que os aplicativos tradicionais. Eles não têm custos com eletricidade, IPVA ou manutenção dos carros, que são integralmente cobertos pela empresa. 

“O foco da operação está na pontualidade, na qualidade e na experiência positiva oferecida aos passageiros. Queremos que cada corrida inspire confiança tanto para quem está no carro quanto para quem dirige. Nosso objetivo é que o transporte sustentável se torne a escolha natural na cidade”, afirma Danilo.

O projeto começou com um investimento de cerca de R$ 200 mil, destinado à compra do primeiro veículo elétrico, à instalação de placas solares e à estruturação inicial do aplicativo. Mas, antes disso, a ideia partiu de um incômodo pessoal: os deslocamentos diários entre Janaúba e a cidade vizinha, onde o casal administrava uma casa lotérica, eram custosos para o bolso deles e para o meio ambiente.

“Percebi que era possível unir economia, sustentabilidade e uma oportunidade de negócio inovadora na nossa cidade. Cada corrida que fazemos representa uma alternativa de mobilidade e um passo para reduzir a emissão de poluentes. Isso nos motivou a sonhar com um impacto ainda maior no futuro”, explica Danilo.

Inicialmente, o próprio Danilo operava o aplicativo, realizando corridas de teste e aprendendo a configurar a plataforma — ele utiliza a Machine, software white label da Gaudium voltado para mobilidade e entregas. Depois, amigos e motoristas selecionados entraram na operação, permitindo a expansão da frota.

Hoje, o aplicativo conta com oito motoristas, todos uniformizados e com treinamento para garantir segurança e excelência. A tarifa mínima é de R$ 9,99, que permite atender corridas longas na cidade. Outro atrativo é a remuneração dos condutores, que recebem de R$ 2.500 a R$ 3.000 líquidos por mês.

O casal planeja consolidar a operação em Janaúba e expandir para cidades vizinhas, mantendo a própria frota de veículos elétricos e abrindo espaço para novos motoristas, que já tenham carros elétricos e estejam interessados em implementar mobilidade sustentável nos seus municípios. A estratégia de crescimento ainda inclui parcerias com empresas locais.

“Nosso plano é crescer de forma sustentável, levando a mobilidade elétrica para cidades vizinhas e inspirando outros a adotarem soluções similares. Queremos que o 100% Eletric seja referência não só em conforto e pontualidade, mas também em inovação e consciência ambiental”, finaliza Danilo.

Inteligência artificial no campo impulsiona ganhos no agronegócio

O uso da tecnologia, da inteligência artificial e de novas estratégias de marketing vem beneficiando diretamente o produtor rural e o desenvolvimento do agronegócio, facilitando o dia a dia com soluções como leilões online, simplificação do financiamento agrícola e caminho mais curto para atendimento especializado. 

As inovações no agronegócio, na indústria e no setor de distribuição se conectam com o objetivo de aumentar a produtividade agrícola de forma sustentável, diante do desafio de produzir 60% mais alimentos até 2050 para alimentar uma população mundial de 9,3 bilhões de pessoas, conforme previsão da FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura). 

De acordo com a MarketsandMarkets, plataforma mundial dedicada a pesquisas de mercado, o mercado de IA voltado para a agricultura está projetado para atingir US$ 4,7 bilhões até 2028. E o recurso da IA aparece como um dos pontos centrais do aumento da produtividade no campo. 

A tecnologia encurta o caminho entre o produtor rural e as soluções para o dia a dia do agronegócio. Entre as frentes que a IA já atua, está o atendimento automatizado e personalizado ao produtor rural. 

Agentes de inteligência artificial são treinados para atender via WhatsApp, simulando financiamentos em tempo real e gerando propostas personalizadas para o produtor rural. A IA também orienta sobre insumos agrícolas, responde dúvidas e auxilia compradores, funcionando como extensão digital das equipes comerciais.  

O especialista em marketing, tecnologia e vendas e CEO da BW8, Willian Crizostimo, explica que o objetivo da inovação e do uso da IA no setor é criar inteligência de mercado para antecipar demandas.  

“Um dos objetivos é trazer previsibilidade de vendas em setores historicamente instáveis. Colocar o agricultor, o distribuidor e a indústria no mesmo fluxo de dados e comunicação”, diz o CEO. 

A IA é projetada para operar em um ambiente seguro e controlado, onde todos os dados técnicos e operacionais são protegidos, e as respostas fornecidas seguem as diretrizes específicas da empresa, minimizando o risco de interpretações errôneas. 

Desta forma, a ferramenta se torna adaptável para atender às necessidades de diferentes tipos de negócios, operando dentro das especificações determinadas por cada cenário de atendimento. No agronegócio, por exemplo, a IA foi treinada com uma vasta base de dados técnicos, incluindo manuais de equipamentos agrícolas, catálogos de insumos e defensivos, e guias de manutenção. Isso garante que as respostas sejam precisas, claras e alinhadas com as melhores práticas do setor.

Entre os resultados, o uso da IA automatizada reduziu em 40% o tempo de atendimento e aumentou em 25% a satisfação dos clientes, apontam os dados da BW8. 

“Com isso mostramos que não basta jogar água nas folhas. É preciso irrigar o solo para que toda a cadeia cresça”, disse o CEO da empresa de tecnologia.

Anunciantes ampliam investimentos e consolidam o digital como grande força da comunicação

No Dia do Anunciante, comemorado nesta segunda (29), o mercado brasileiro celebra um movimento de confiança e expansão. Segundo a Bússola de Marketing 2025, estudo conduzido pela Croma Consultoria, a maioria das empresas projetou aumento dos investimentos em marketing e comunicação em 2025. O levantamento, realizado com 151 companhias de diferentes portes e setores, revela que 52% dos anunciantes vão ampliar seus orçamentos, enquanto apenas 6% estimam cortes. Neste cenário, 74% da alocação de verbas são para internet e 26% para outros meios. 

O recorte por faturamento reforça a tendência: companhias com receita acima de R$ 300 milhões puxam a expansão da mídia, confirmando a publicidade como motor estratégico de crescimento. Já entre empresas de menor porte, a manutenção dos investimentos predomina como sinal de cautela em meio à instabilidade econômica. 

Embora a indústria continue direcionando a maior parte dos seus investimentos para o digital (39%), ela mantém uma estratégia diversificada, apostando também em TV Aberta (20%), OOH (9%), como canais relevantes para a sua comunicação. Outro dado relevante é a diversificação dos canais: 79 anunciantes afirmam que irão reforçar sua presença em múltiplos meios, combinando digital e offline, com destaque absoluto para o digital como principal força – seja em alcance, personalização ou mensuração de resultados.

Para Edmar Bulla, fundador da Croma Consultoria, os números confirmam que a comunicação deixou de ser um custo para se tornar um ativo estratégico: “O anunciante precisa, cada vez mais, tomar decisões com base em dados, equilibrando performance e construção de marca. O estudo Bússola mostra que os investimentos em comunicação não são apenas despesas, mas sim alavancas de valor para os negócios e para a sociedade.”

Ainda de acordo com o estudo, 3 em cada 4 anunciantes acreditam que a IA (Inteligência Artificial) influenciará as iniciativas de marketing e comunicação. Os anunciantes do setor de serviços são os que mais veem a IA como um fator transformador, enquanto a indústria demonstra ainda grande ceticismo em relação ao seu impacto. 

A mensagem é clara: comunicar é investir no futuro. Ao consolidar o digital como alicerce de suas estratégias, os anunciantes brasileiros reforçam a importância da publicidade como elo entre marcas e consumidores em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

Hostinger Horizons se torna a primeira ferramenta de vibe coding com e-commerce integrado nativamente

Mais de 2,7 bilhões de pessoas compram online, a maioria todos os meses¹. Para ajudar empreendedores a alcançar esse público crescente, a Hostinger Horizons, parceiro de IA tudo-em-um para criação de sites e aplicativos web, acaba de lançar uma integração de e-commerce, tornando-se a primeira ferramenta de vibe coding a oferecer funcionalidade completa de loja virtual já pronta para uso.

“Após analisar 200.000 prompts, descobrimos que as lojas virtuais são o uso mais popular entre os clientes da Hostinger Horizons, representando cerca de um terço de todos os projetos criados com a ferramenta de IA. Sabendo que nossos clientes querem vender online, 

entregamos um recurso de e-commerce fácil e intuitivo”, afirma Dainius Kavoliūnas, Head da Hostinger Horizons.

Simplificando a presença online com vibe coding

Diferente dos construtores de sites tradicionais, as ferramentas de vibe coding transformaram a criação de sites e aplicativos web em algo tão simples quanto conversar com uma IA. O usuário descreve o que deseja com suas próprias palavras e a IA constrói, instantaneamente e sem programação.

Até agora, porém, criar uma loja online era um processo muito mais complexo.

Empreendedores precisavam primeiro entender como o e-commerce funcionava e, em seguida, configurar manualmente cada função, desde bancos de dados de produtos e métodos de pagamento seguro até envio, carrinho de compras e análises. Até mesmo adicionar produtos podia exigir dezenas ou centenas de prompts pagos em outras plataformas.

“Estamos desenvolvendo o Horizons para pessoas que não querem se preocupar com configuração técnica ou aprender como o e-commerce funciona. Criar uma loja era tecnicamente possível antes, mas levava muito tempo e esforço. Felizmente, tínhamos uma solução testada na equipe do Hostinger Website Builder, um motor de e-commerce robusto. Só precisávamos integrá-lo”,  complementa Kavoliūnas.

Gestão de loja sem esforço e sem código

A nova integração de e-commerce aparece como um pop-up na interface da Hostinger Horizons. A partir dele, o usuário pode configurar e gerenciar sua loja sem programação ou ferramentas externas. É possível:

  • Adicionar e editar produtos digitais ou físicos
  • Configurar mais de 100 opções de pagamento
  • Definir métodos de envio
  • Aplicar impostos e descontos
  • Gerenciar estoque e pedidos

A solução suporta até 600 produtos sem taxas adicionais de transação. Diferente dos fluxos padrão de IA, o gerenciamento da loja é manual e ilimitado, o usuário não precisa gastar mensagens pagas de IA para atualizar preços ou listas de produtos.

Ainda assim, é possível usar IA para personalizar o layout da loja, reorganizar produtos, alterar cores de botões ou adicionar novas seções.

Selo do Mercado Livre fortalece segurança e confiança de consumidores em compras online

A Magis5, especializada em soluções de integração para e-commerces, acaba de conquistar o selo Integrador Platinum do Mercado Livre — o mais alto nível de reconhecimento concedido pela plataforma a seus parceiros de tecnologia. O título coloca a empresa paulista em um grupo seleto de integradores homologados, reconhecidos por sua alta performance, estabilidade técnica, suporte de excelência e capacidade de atender sellers de médio e grande porte.

Fundada em 2018, a Magis5 conecta lojas virtuais a mais de 30 marketplaces, incluindo gigantes como Mercado Livre, Amazon, Shopee e Americanas. O hub de integração atua como uma solução completa para a gestão de vendas, permitindo que os sellers centralizem pedidos, estoques e anúncios em uma única plataforma.

A tecnologia visa eliminar tarefas manuais, reduzir erros e impulsionar a escalabilidade dos negócios com agilidade e segurança. A Magis5 já processou mais de R$ 2 bilhões em vendas e atende a mais de 5 mil sellers ativos em todo o Brasil.

“Essa conquista demonstra o nosso compromisso diário com a excelência técnica e a eficiência operacional que os nossos clientes precisam para escalar vendas de forma sustentável no Mercado Livre e em outros marketplaces estratégicos”, afirma Claudio Dias, CEO da Magis5.

Para alcançar a certificação, a Magis5 passou por rigorosas avaliações técnicas e operacionais que comprovam a excelência da plataforma em diversos quesitos, como estabilidade de conexão com a API do Mercado Livre, processamento em tempo real de pedidos e estoques, tempos de resposta acima da média e suporte altamente qualificado. Na prática, a certificação se traduz em vantagens competitivas para os sellers. Ao contar com um integrador Platinum, eles obtêm uma operação mais ágil, segura e escalável, permitindo um melhor aproveitamento de campanhas, menor tempo de resposta ao consumidor e redução de rupturas de estoque.

“Nosso objetivo é ser o motor de crescimento para o seller brasileiro, com tecnologia de ponta, inovação constante e suporte que faz a diferença”, conclui Claudio Dias.

Topaz lança Topaz Open e leva robustez do core bancário para modelo SaaS

Topaz, uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais do mundo e parte do grupo Stefanini, anuncia o lançamento do Topaz Open, evolução estratégica de seu core bancário para o modelo SaaS (Software as a Service). A novidade marca um movimento decisivo da companhia para democratizar o acesso à tecnologia bancária de alta performance no Brasil, oferecendo uma alternativa mais acessível, ágil e operada pela própria Topaz às instituições financeiras, como cooperativas, fintechs e bancos digitais de pequeno e médio porte.

A nova oferta, baseada em uma instância single tenant – ou seja, separada para cada cliente, com gestão compartilhada -, traz como base a mesma robustez utilizada por grandes instituições que operam milhões de contas. Com isso, o Topaz Open garante escalabilidade, segurança e disponibilidade contínua, agora com implantação em poucos meses e menor custo.

“O Topaz Open surge como resposta a uma demanda crescente do mercado por soluções completas, mas mais enxutas em termos de operação e personalização. Muitos bancos e fintechs não querem apenas trocar de sistema, mas querem uma plataforma pronta para operar, com implantação rápida e gestão de infraestrutura integrada”, afirma Jorge Iglesias, CEO da Topaz.

Acesso à tecnologia bancária de ponta

Historicamente, o core bancário da Topaz foi adotado por instituições com grande complexidade e times robustos de tecnologia. Com o Topaz Open, a empresa passa a atender instituições com estruturas menores, que buscam eficiência operacional sem abrir mão da confiabilidade.

A proposta é clara: entregar a mesma base tecnológica de alta performance, mas em uma oferta estandardizada, escalável, com gestão da própria Topaz. Isso reduz a carga operacional do cliente e viabiliza a entrada de novos players no ecossistema financeiro com uma plataforma testada, segura e pronta para escalar.

“É a mesma engenharia de ponta do core bancário, com um modelo de entrada mais acessível, ideal para quem está começando ou quer crescer com solidez. E se esse cliente evoluir e quiser personalizar mais à frente, a migração é simples, pois ele já está na mesma plataforma”, complementa o executivo.

Diferenciais e nova etapa para o core bancário no Brasil

Topaz Open reúne uma série de diferenciais estratégicos que o posicionam como uma solução ideal para instituições financeiras que buscam agilidade, eficiência e segurança. A solução permite implantação acelerada, com projetos que podem ser concluídos em até três meses, graças a uma estrutura pré-configurada. Toda a gestão da infraestrutura é feita pela própria Topaz, em um modelo de subscrição com SLA por disponibilidade técnica, o que reduz a necessidade de grandes times internos de tecnologia. Mesmo com um custo de entrada mais acessível, o Topaz Open mantém a mesma capacidade de escalabilidade, oferecendo também flexibilidade para o futuro, com a possibilidade de migração para um modelo mais customizado sem a necessidade de trocar de plataforma ou tecnologia.

Embora a Topaz já ofereça modelos SaaS em outros países da América Latina, o lançamento do Topaz Open representa a primeira oferta nesse formato com ocore banking da Topaz no mercado brasileiro. A experiência com infraestrutura, gestão e escalabilidade agora é materializada em um produto que deve acelerar a transformação digital de diversas instituições.

“O futuro da tecnologia bancária está em permitir que cada instituição escolha como quer consumir inovação. A Topaz segue comprometida em entregar flexibilidade, robustez e tranquilidade operacional. O Topaz Open amplia esse leque e fortalece nosso papel como parceiro estratégico para todos os perfis de cliente”, conclui Jorge Iglesias.

Integração entre Wake e ANYMARKET amplia alcance de lojistas em marketplaces como Magalu, Americanas e Mercado Livre

Com o comércio eletrônico crescendo em ritmo acelerado, os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes. Um estudo da Opinion Box aponta que 85% já realizaram compras em marketplaces, atraídos pela variedade de produtos e preços competitivos. Esse comportamento evidencia a necessidade de soluções que simplifiquem a operação digital e ampliem o alcance das vendas.

Para responder a essa demanda, a Wake, empresa de tecnologia voltada para digitalização do varejo, firmou uma parceria estratégica com a ANYMARKET, uma das mais completas plataformas de integração para e-commerce da América Latina. A iniciativa permite que lojistas gerenciem produtos, estoques, preços e pedidos em marketplaces como Americanas, Magalu e Mercado Livre de forma eficiente e escalável, eliminando a necessidade de controles manuais e reduzindo as chances de erro.

Mais do que simplificar rotinas administrativas, a parceria fortalece a competitividade dos lojistas em um mercado em expansão. Segundo pesquisa da ABComm, os marketplaces já representam mais de 78% do faturamento total do e-commerce no Brasil, reforçando a importância de estar presente nesses canais de maneira estruturada e eficiente.

Para o consumidor final, os ganhos se traduzem em experiências de compra mais completas, com maior agilidade e variedade. Já para os clientes Wake, os principais benefícios incluem:

  • Expansão de canais de venda: acesso rápido e simplificado aos maiores marketplaces do Brasil e do mundo, alcançando milhões de potenciais clientes.
  • Gestão centralizada e inteligente: catálogo, estoque e pedidos reunidos em um único painel; qualquer alteração na plataforma ANYMARKET é automaticamente replicada para todos os canais integrados.
  • Operação automatizada: redução de controles manuais e erros, com sincronização de informações que permite aos lojistas focar em estratégias de crescimento e tomada de decisão.
  • Inteligência de mercado: dados e relatórios que ajudam a otimizar estratégia de preços e a identificar novas oportunidades de negócio.
  • Plano exclusivo e adaptado: acesso a um plano especial ANYMARKET completamente voltado às suas necessidades.

O impacto da parceria se alinha a tendências do setor: de acordo com dados do E-commerce Brasil, empresas que utilizam plataformas de integração podem reduzir em até 40% o tempo gasto com tarefas operacionais. O dado reforça como a combinação de tecnologia, dados e gestão eficiente atende às demandas de um mercado digital em constante crescimento.

“Estamos atentos às mudanças do mercado e focados em soluções estratégicas. Com a integração Wake e ANYMARKET, nossos clientes poderão transformar dados em ações concretas, entregando experiências mais ágeis e personalizadas para os lojistas”, afirma Diego Santos, head de Inovação e Parcerias da Wake.

“Unir a expertise da Wake em e-commerce à especialidade do ANYMARKET em marketplaces é proporcionar aos sellers uma jornada digital fluida e sem fricções. Essa parceria estratégica permite que cada empresa atue no que faz de melhor, ampliando o valor entregue aos clientes e fortalecendo todo o ecossistema de vendas online no Brasil e na América Latina. Estamos muito felizes com essa aproximação e confiantes de que o mercado colherá grandes resultados dessa união”, comenta André Pereira, Diretor Comercial e de parcerias BR do ANYMARKET

Com essa integração, a Wake e a ANYMARKET oferecem ferramentas que permitem gerenciar vendas em múltiplos canais com mais eficiência, acessar dados estratégicos e ampliar a atuação no mercado digital, gerando valor tanto para os lojistas quanto para os consumidores finais.

Líderes brasileiros priorizam tradição e regras, aponta pesquisa

Ao contrário do estereótipo global que associa os brasileiros à informalidade e à descontração, líderes no país aparecem como mais tradicionais, disciplinados e orientados a regras. É o que revela um levantamento da Hogan Assessments, em parceria com a Ateliê RH, baseado em dados de mais de 2.800 executivos comparados a benchmarks globais.

De maneira geral, os resultados do estudo pintam um retrato dos executivos brasileiros como líderes íntegros, motivados e socialmente sintonizados. Seu perfil motivacional reflete uma forte preferência por estrutura, tradição e profissionalismo, com ênfase em fazer as coisas da maneira “certa” e manter altos padrões de conduta. Do ponto de vista comportamental diário, eles se mostram ambiciosos e disciplinados — definindo metas ousadas, mas mantendo o foco no processo, na organização e na execução.  

Já sob pressão, os líderes brasileiros demonstram uma tendência a se tornarem excessivamente confiantes e resistentes a feedback, ao mesmo tempo, os dados sugerem que eles permanecem acessíveis, empáticos e atenciosos com os outros. No geral, esse perfil sugere um estilo de liderança focado em objetivos e orientado por valores, equilibrado por inteligência emocional e um profundo respeito pela estrutura e tradição.

Metodologia de estudo

Uma das maiores editoras de testes de personalidade do mundo, a Hogan Assessments, em quase quatro décadas, se especializou na criação de testes que mensuram especificamente o comportamento do indivíduo no trabalho. A empresa desenvolveu três inventários de personalidade que são base para diferentes relatórios: o HPI (Inventário Hogan de Personalidade) mede os traços de personalidade que o indivíduo apresenta no dia a dia que influencia sua reputação; o HDS (Inventário Hogan de Desafios), que mapeia como o profissional age em momentos de estresse e pressão; e o MVPI (Inventário de Motivos, Valores e Preferências), que identifica os motivadores e valores de um indivíduo. Os três inventários foram usados para realizar a comparação entre líderes brasileiros e globais.

Com base nas escalas dos três inventários, pesquisadores da Hogan fizeram o recorte de uma amostragem de 2.800 testes respondidos por executivos brasileiros, de diferentes áreas e setores, ao longo do ano de 2023. Esses resultados foram comparados com as médias de resultados globais.  

Um dos pontos que mais se destaca na avaliação da personalidade dos líderes brasileiros é a valorização da Tradição – uma das escalas presentes no MVPI. A diferença em relação aos líderes globais é de 13 pontos percentuais. “Líderes com alta pontuação em Tradição valorizam a história e as convenções, e esses indivíduos provavelmente possuem um alto padrão de conduta e princípios bem estabelecidos que orientam sua tomada de decisões e comportamento. Além disso, são percebidos como maduros e de bom senso, e se preocupam em manter a tradição, os costumes e os comportamentos socialmente aceitáveis. Normalmente acreditam que existe uma maneira certa e uma maneira errada de fazer as coisas e incentivam abordagens estruturadas para a conclusão de projetos e tarefas”, explica Roberto Santos, sócio-diretor da Ateliê RH, que introduziu e distribui os instrumentos Hogan no Brasil há 22 anos.

Em compensação, o motivador com menor pontuação dos líderes brasileiros é o Hedonismo, com oito pontos abaixo do benchmark global de executivos. Líderes com baixa pontuação em Hedonismo tendem a preferir ambientes de trabalho profissionais e formais. “Eles podem preferir levar o trabalho mais a sério e encontrar prazer apenas nos momentos de folga”, complementa Santos.  

Em conjunto, esses dois traços refletem um estilo de liderança baseado em princípios, disciplina e respeito à hierarquia, com menor ênfase na diversão ou espontaneidade no local de trabalho. Esses líderes provavelmente prosperam em ambientes onde as expectativas são claras, os comportamentos são guiados por padrões compartilhados e o trabalho é abordado com um senso de dever em vez de recreação.

“Esse perfil contraria o estereótipo global de brasileiros como amantes despreocupados de futebol, praia e carnaval, com pouca consideração por estrutura ou valores conservadores. Na prática, a perspectiva baseada na ciência é confirmada por novas empresas interessadas em investir no Brasil: espera-se que os líderes brasileiros sigam regras, mantenham padrões e se concentrem diretamente no negócio” diz Santos.

O “jeito” brasileiro

A partir das escalas do Inventário Hogan de Personalidade (HPI), que mede como  as pessoas se relacionam, trabalham, lideram e alcançam sucesso no dia a dia, o estudo revelou que os executivos brasileiros são ligeiramente mais ambiciosos que a média global, com a diferença de um ponto percentual. A escala em que eles têm maior pontuação é a Ambição, demonstrando autoconfiança, motivação e espírito de liderança. Líderes com alta pontuação em Ambição tendem a definir e alcançar metas audaciosas e, frequentemente, são altamente seguros de si e orientados para a realização. No entanto, podem parecer excessivamente competitivos e intimidadores para os outros.

A segunda escala de maior pontuação dos líderes brasileiros é a Prudência – com 12 pontos acima do benchmark global. Líderes com alta pontuação em Prudência tendem a ser orientados por regras, confiáveis, organizados e orientados por processos. Esses líderes provavelmente são bastante focados em implementação e conformidade; no entanto, podem parecer rígidos, inflexíveis e resistentes a mudanças.  

A combinação entre esses dois perfis dá origem a um estilo de liderança orientado a objetivos e altamente disciplinado. Esses líderes provavelmente serão vistos como confiantes, motivados e capazes de definir e alcançar objetivos desafiadores, ao mesmo tempo em que valorizam estrutura, confiabilidade e cumprimento de regras. Comparados aos seus pares executivos globais, eles se destacam por seu forte foco tanto em desempenho quanto em processos. Embora essa união possa apoiar a execução eficaz e a presença da liderança, também pode apresentar riscos de serem percebidos como excessivamente controladores, rígidos ou excessivamente competitivos em ambientes de alto risco.

“A liderança brasileira frequentemente reflete uma cultura de “Alta Tradição” — valorizando a hierarquia, a adesão a regras e a tomada de decisões centralizada e de cima para baixo. Muitas vezes, é uma mistura de autoritarismo e aversão ao risco, temperada pela flexibilidade e resiliência para navegar por fortes restrições regulatórias — personificando o jeitinho brasileiro, ou o jeito brasileiro de prosperar na complexidade”, avalia Santos.

Ainda segundo o especialista, essa tríade de Alta Tradição, Ambição e Prudência é comum entre os líderes de empresas do Brasil. “No entanto, as multinacionais tendem a favorecer uma combinação diferente, com menor Tradição e Segurança, demonstrando maior tolerância a riscos e níveis mais moderados de orientação por processos e regras,” completa.

Excesso de autoconfiança e informalidade podem ser um problema

Com doze pontos percentuais acima do benchmark global de executivos, o fator que mais atrapalha os líderes brasileiros é a Arrogância. Curiosamente, esta é a única escala do Inventário Hogan de Desafios em que os líderes brasileiros pontuam acima do benchmark global; todas as outras escalas variam de um a 12 pontos abaixo do benchmark de executivos. Aqueles com pontuação alta em Arrogante tendem a passar de confiantes e assertivos a arrogantes e presunçosos sob pressão e estresse. “Esses líderes podem até superestimar suas próprias habilidades, tornando-se excessivamente confiantes e deixando de receber feedback de seus chefes, colegas e subordinados. Pior ainda, sob estresse e pressão, essa arrogância pode se manifestar como abuso de poder e confiança”, pontua Santos.

Em contrapartida, a escala de menor pontuação no HDS é o traço Reservado, com 12 pontos percentuais abaixo do benchmark global de executivos. “Esses líderes tendem a ser percebidos como educados, gentis e atenciosos. Eles conseguem ler as pessoas rapidamente e tentam entender as perspectivas dos outros. Quando questionados, conseguem lidar e apoiar as tempestades emocionais dos outros”, avalia.  

“Considerando os outros traços de personalidade, a liderança brasileira pode ser paternalista e autoritária, resumida na citação: “faça o que eu digo e eu te trato bem”. Dito isso, essa liderança é temperada pelo calor, hospitalidade e informalidade, especialmente ao receber pessoas de fora. “Isso torna os líderes carismáticos e habilidosos na construção de consensos, mas pelo seu estilo informal e comunicativo, podem ser vistos como evasivos, pouco diretos ou até mesmo ‘sem filtro’, dependendo do público, complementa Santos.

Para o especialista, os resultados da pesquisa também trazem reflexões práticas para as organizações. “Embora o estilo ‘comando e controle’ predomine na maior parte das organizações, os líderes devem considerar o efeito que esse estilo tem no engajamento dos funcionários e no planejamento da sucessão. Muitas vezes, podem bloquear inadvertidamente o sucesso daqueles sob sua liderança que são mais questionadores. É fundamental entender que receber feedback e contribuições não significa perda de autoridade; pelo contrário, a inclusão pode ampliar o poder e a influência de quem lidera”, finaliza.

Desafios e aprendizados de liderar uma equipe da geração Z – sendo eu mesma da geração Z

Todas as gerações, desde os baby boomers até o millennials, sofrem com estereótipos no mercado de trabalho, e com a geração Z não seria diferente. Enquanto os boomers são vistos como excessivamente rígidos, a geração X é considerada pragmática, e os millennials são vistos como inseguros, a geração Z é percebida como desinteressada e superficial. E dentre tantos equívocos e preconceitos, o mercado de trabalho tem hoje o desafio de acolher a crescente leva de profissionais da geração Z, que até o final do ano deve representar 27% da força de trabalho no mundo, segundo o Fórum Econômico Mundial.

Como garantir que as companhias estejam aptas para atrair e reter talentos mais jovens, que têm demandas diferentes das gerações que fundaram as empresas e estruturaram a cultura corporativa? Sendo hoje uma profissional da geração Z que lidera uma equipe de pessoas que também são da geração Z, tenho compreendido a importância do diálogo intergeracional, no qual um se disponha a aprender com o outro. Além disso, percebo que o futuro está nas mãos de uma gestão que integre autonomia e flexibilidade, com o respeito à individualidade e à vulnerabilidade de cada um, inclusive dos próprios líderes.

No dia a dia, lidero uma equipe de jovens profissionais, mas respondo para lideranças de gerações anteriores, então cabe a mim traduzir um pouco dos anseios e das demandas de cada lado. E o sucesso desse trabalho se dá pela escuta ativa e humanizada, reconhecendo os contextos de cada geração para fazer com que as diferenças sejam respeitadas e gerem oportunidades de crescimento para todos. A geração Z chega ao trabalho com o desejo de se engajar em atividades que tenham propósito, que estejam alinhadas com seus valores pessoais, enquanto as gerações anteriores, mais experientes, dominam habilidades como disciplina e organização. A combinação entre tais características tem um potencial muito mais positivo quando o diálogo é feito de forma respeitosa.

Por outro lado, a geração Z, tem demandado cada vez mais flexibilidade no trabalho, para que possa conciliar melhor vida profissional e pessoal. Porém, isso não é uma novidade: todas as gerações sempre quiseram isso, mas hoje há um contexto social que possibilita os mais jovens a exigir isso no trabalho. Esse entendimento deve fazer com que líderes de gerações anteriores, sejam mais empáticos ao lidar com os mais jovens, dispondo-se também a guiá-los para que se desenvolvam profissionalmente com mais atenção às suas responsabilidades.

Confiança: flexibilidade e autonomia

Hoje em dia, a adoção de um modelo de trabalho híbrido ou de estratégias como o short day tem gerado bons resultados justamente porque os colaboradores se sentem mais à vontade para exercer suas funções sem sacrificar o contato com a família e os momentos individuais de lazer. Além disso, as lideranças devem delegar com autonomia, ou seja, estipular as tarefas que cada um deverá fazer, mas garantindo aos profissionais a liberdade de tomar decisões na execução. Isso alivia a rigidez do ambiente de trabalho fazendo com que o colaborador se sinta valorizado.

Tudo isso, contudo, só é possível quando os líderes demonstram confiança em suas equipes. A geração Z, mais do que qualquer outra geração, não se sente confortável com o microgerenciamento – o controle excessivo e detalhista sobre tudo o que é feito –, e por isso evita trabalhos que sejam muito rígidos e sem liberdade. A confiança, aqui, é pilar para uma boa relação no ambiente corporativo, propiciando melhores resultados e retenção de talentos.

Super herói x ser humano

Outro ponto importante é o convite à vulnerabilidade: em outras gerações, os líderes buscavam se apresentar como infalíveis, super-heróis que não estavam sujeitos a falhas, porque acreditavam que isso era uma forma de conquistar o respeito e a confiança dos liderados. Para a geração Z, porém, é muito mais valioso que os líderes sejam vistos como seres humanos reais, que cometem erros e aprendem a evoluir. Isso é o que inspira os jovens profissionais a se tornarem versões melhores de si mesmos.

Afinal, aquele estereótipo do chefe que sacrifica tudo – desde relações familiares até a própria saúde – em nome do sucesso profissional não é mais um modelo a ser seguido. Ao contrário, a geração Z quer que seus líderes sejam pessoas equilibradas, humanas, dispostas a encarar a rotina de trabalho com mais leveza. Isso gera conexão entre as equipes e fomenta a confiança necessária para que os colaboradores tenham a desejada autonomia para executar suas tarefas.

Valorização do indivíduo

A minha geração foi moldada na personalização: se eu chego numa organização eu sou tratada apenas como mais uma colaboradora, rapidamente me desmotivo. Então, pelo menos para o meu líder, eu preciso ser vista. As lideranças precisam conhecer suas equipes, estar atentos às especificidades de cada um, enxergar as habilidades e as limitações que possam ter e trabalhar ativamente para que o potencial individual seja melhor desenvolvido.

E esse reconhecimento não precisa necessariamente vir por meio de uma promoção, por exemplo, que não é a ambição de todos os colaboradores da geração Z. Conheço profissionais que foram convidados para serem mentores em um programa e ficaram muito mais felizes do que quando foram promovidos. Quando o reconhecimento é de fato pensado nos anseios e nas demandas do profissional, ele gera satisfação e estimula o engajamento de forma mais orgânica.

Feedback – ou simplesmente diálogo

A prática do feedback, com reuniões específicas entre líder e colaborador para apontar melhorias no trabalho, é um caminho importante para o sucesso na gestão da geração Z. Mas isso se dá porque o diálogo, no final das contas, é a base para a construção de uma cultura organizacional que sabe acolher os trabalhadores mais jovens e apresentar para eles caminhos de desenvolvimento pessoal e profissional. Se a intenção é gerar um ambiente corporativo pautado no respeito à individualidade, tanto para os colaboradores quanto para as lideranças, então é imprescindível que as partes estejam disponíveis para boas conversas e aprendizados mútuos. Esse, afinal, é o futuro das relações de trabalho.

*Natália Travagin é supervisora de Marketing na DM, grupo de serviços financeiros especializado em gestão de crédito, nascida no ano 2000.