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Natura lança programa Criadores da Beleza e acelera a profissionalização das vendas por influência digital

A Natura acaba de anunciar o lançamento do programa Criadores da Beleza, um novo marco na estratégia de Vendas por Relações, principal canal de receitas da companhia. A iniciativa fortalece a comunidade formada por 1,6 milhão de Consultoras de Beleza Natura e Avon no País, e avança na transformação digital com as Vendas por Influência a partir da formação de verdadeiras criadoras de conteúdo. Elas utilizam linguagem autoral, autêntica e com potência criativa para compartilhar informações relevantes e engajar suas comunidades nas redes sociais, potencializando essa atividade econômica tão importante para a geração de renda e o empreendedorismo.

Somente no Brasil, a iniciativa já reúne 600 Consultoras Influenciadoras com perfis que refletem o compromisso de diversidade, equidade e inclusão da Natura. A formação do grupo valoriza diferentes vozes, sotaques, idades e origens raciais e regionais, refletindo a pluralidade do Brasil. Com a capacitação em novas linguagens digitais e habilidades, como edição de vídeo, produção de imagens e uso de ferramentas de IA — além de acesso a plataformas e recursos inéditos —, a companhia amplia o papel da Consultora de Beleza como agente de mobilidade social e inclusão produtiva dentro da economia criativa.

Este movimento representa o potencial da categoria, considerando os dados de performance já obtidos na jornada da rede no digital. Um exemplo disso é o pioneirismo da Natura, primeira marca global de beleza a estrear no TikTok Shop, com registro de incremento nas receitas pelo canal. Além disso, cerca de 42% dos pedidos realizados pelas CBs já são conquistados por meio da criação de conteúdos das marcas Natura e Avon. Além disso, as Consultoras que passam pelos treinamentos para se adaptarem ao digital vendem 2,3x mais.

Mais do que um programa de capacitação digital, o Criadores da Beleza fortalece a dimensão comunitária do negócio. “A percepção do papel da Consultora de Beleza vai muito além da vendedora, é uma verdadeira agente de transformação em seu bairro, cidade ou perfil nas redes sociais. Elas inspiram escolhas, promovem autoestima e geram impacto positivo”, revela Maria Eduarda Cavalcanti, Diretora de Venda Direta Natura e Avon Brasil. “Ao dar protagonismo a essas vozes, ampliamos a relevância das relações humanas em um contexto no qual a confiança e a autenticidade são diferenciais decisivos para a conversão da compra”.

Para o desenvolvimento do programa, a Natura se uniu a parceiros estratégicos como a YOUPIX, responsável pela identidade do programa, conectando presença digital e empreendedorismo. Já a FLINT, startup especialista em educação de linguagem creator, ajudou a desenvolver a trilha de capacitação. O envolvimento de parceiros externos especializados trouxe o suporte necessário para que a companhia ofereça uma experiência profissional de alto nível, alinhada às melhores práticas do mercado de influência digital.

Pioneirismo no TikTok One e TikTok Shop

A novidade soma-se ao pioneirismo da Natura nas plataformas digitais. Em 2024, a companhia se tornou a primeira empresa de beleza a adotar o Pool Privado de Criador no TikTok One, permitindo às Consultoras de Beleza se profissionalizarem como criadoras de conteúdo. No primeiro semestre de 2025, a entrada na vitrine do TikTok Shop consolidou a integração entre consumo e interação social, com milhares de pedidos realizados pelas mãos das Consultoras e 5% da receita total da plataforma provenientes da rede.

O programa oferece uma trilha gratuita de capacitação em influência digital, certificada pela Escola Natura e Avon, com módulos segmentados para diferentes níveis, entre iniciantes e avançados, além de lives quinzenais no recém lançado canal TV Consultoria, mantido pela Natura no YouTube. Além disso, as Consultoras também terão acesso a ferramentas inéditas, como assistente de IA no WhatsApp para planejamento de publicações, templates exclusivos em parceria com o Canva e funcionalidades para potencializar a venda online por meio do Espaço Digital Natura.

Uma nova potência do digital: Minha Loja

Totalmente conectado à capacitação e desenvolvimento da transformação digital vivida na Consultoria de Beleza, a “Minha Loja” é a nova plataforma digital da Natura e Avon. Criada para oferecer à cada Consultora de Beleza sua própria loja online, personalizada e sempre disponível aos clientes, a novidade permite que as Consultoras ofereçam o portfólio completo das duas marcas em um só link, sem a necessidade de estoque ou pedido mínimo, com opções variadas de pagamento e histórico de compras integrado.

Intuitiva, simples de usar e altamente compartilhável nas redes sociais ou WhatsApp, a ferramenta facilita a rotina das empreendedoras. Além disso, amplia as possibilidades de vendas e garante que cada interação com os clientes represente uma oportunidade de negócio, fortalecendo os vínculos da rede e gerando oportunidades para novas receitas.

“As Consultoras de Beleza já são influenciadoras por natureza. Elas sempre foram as primeiras a recomendar, orientar e inspirar suas comunidades”, conta Maria Eduarda Cavalcanti. “Novidades, como o programa Criadores da Beleza e a Minha Loja, representam um reconhecimento a esse protagonismo e oferece ferramentas, capacitação e visibilidade para que cada uma possa crescer ainda mais no digital, à sua maneira. Assim, terão novas oportunidades para a geração de renda e o estreitamento de seu vínculo com os clientes que confiam na recomendação personalizada dos produtos mais apropriados para cada um”, conclui a Diretora de Venda Direta Natura e Avon Brasil.

‘Datas duplas’ no comércio eletrônico viram nova corrida por vendas em grandes marketplaces

O calendário do varejo brasileiro não é mais o mesmo. Impulsionados por gigantes do e-commerce como Shopee, Amazon e Mercado Livre, as ‘datas duplas’ ou,  spike days, reconfiguram a forma como o consumidor compra e, principalmente, a maneira como nós, líderes de mercado, precisamos nos preparar para vender.

A corrida por novas frentes de vendas no e-commerce brasileiro está reconfigurando o calendário do varejo, e a estratégia por trás disso tem um nome: as “datas duplas”. Nascidas na China pela iniciativa da Alibaba, que transformou o 11/11 (Dia do Solteiro) em um evento global de vendas, essas datas se tornaram um fenômeno no Brasil.

O poder desse movimento é inegável: na última edição, o 11/11 movimentou globalmente 203,6 bilhões de dólares em um único dia, um valor quatro vezes superior ao faturamento anual do e-commerce brasileiro. Essa nova dinâmica exige uma nova postura estratégica, onde cada mês tem potencial para gerar picos de demanda.

Mas, por aqui, já temos resultados impressionantes também. No 07/07, data dupla que marca aniversário da Shopee, no nosso sistema Magis5 tivemos meio milhão de pedidos processados. O volume que superou o total de pedidos de todos os marketplaces na última Black Friday. Nas horas de pico, nossa plataforma ultrapassou a marca de 40 mil pedidos por hora, demonstrando a robustez necessária para suportar picos de demanda.

Todo esse movimento se deve à procura pela Shopee, mas por outros marketplaces também. Sabedores da ofensiva da Shopee, redes como Mercado Livre e Amazon também colocaram descontos e promoções ousadas em campo.

O Mercado Livre baixou, em julho, o valor mínimo para compras com frete grátis, de R$ 79 para R$ 19. Você deve ter visto na televisão, na internet e em outras mídias a campanha publicitária da empresa, estrelada por Neymar e Ronaldo Fenômeno.

Por sua vez, a Amazon tem instituído o Amazon Day – geralmente por volta do dia 15 de cada mês. Não é, portanto, necessariamente uma data dupla, mas o dia de ofertas especiais é definido como reação à estratégia de data dupla propriamente dita, da Shopee.

Diante dessa nova realidade, é crucial alertar os gestores de e-commerce e grandes sellers. Essa força empreendedora, composta por brasileiros e brasileiras que encontram no e-commerce uma fonte de renda significativa, precisa de preparo para aproveitar a crescente corrida dos marketplaces. A profissionalização não é mais uma opção, mas uma exigência para atender à demanda e manter a competitividade.

Chamo a atenção para a necessidade de os sellers estarem preparados para aproveitar essa corrida dos marketplaces. É preciso investir cada vez mais na profissionalização, para atender o que pedem os marketplaces e o que exige o consumidor. A gestão integrada, o controle minucioso de estoque e o cumprimento de prazos não são mais diferenciais, mas sim requisitos básicos para quem busca competitividade e escala. Em suma, uma gestão integrada que aguente o tranco dessas ondas de demanda.

Não se trata mais de aguardar e focar na Black Friday. Todo mês, agora, tem seu potencial.

Por Cláudio Dias, CEO da Magis5, hub de automação e integração de marketplaces

Eletrodomésticos são os usados mais vendidos no primeiro semestre segundo a OLX

Eletrodomésticos foram os itens mais vendidos no primeiro semestre por meio da OLX. A conclusão é do levantamento do maior marketplace de classificados de produtos usados do país. Os eletrônicos e celulares ocupam a vice-liderança, seguido por móveis, informática e autopeças.

“É notável o interesse dos consumidores por equipamentos eletrônicos, principalmente celulares, e também por eletrodomésticos e móveis de segunda mão. São produtos que todo mundo tem em casa e que rendem bons negócios tanto para quem vende, como desapego e renda extra, como para quem compra, com preços mais vantajosos. Não por acaso as três categorias juntas movimentaram 39% de todas as comercializações de bens de consumo por meio da plataforma em 2024”, diz Flávio Passos, VP de Autos e Bens de Consumo do Grupo OLX.

A pesquisa Perfil do Vendedor, realizada pela OLX em abril de 2025, com 800 respondentes, mostra que os brasileiros entrevistados estimam arrecadar, em média, R$ 2 mil com a venda de itens sem uso, o que já faz a diferença no orçamento.

Categorias mais procuradas

Os itens de autopeças foram os mais procurados no primeiro semestre de 2025. Em segundo lugar, foram os eletrodomésticos, seguidos pelos móveis, eletrônicos e celulares , e moda e beleza.

Subcategorias

Quando se observa as subcategorias da plataforma, é a de celulares e smartphones quem lidera nas vendas no primeiro semestre. Geladeiras e freezers ocupam o segundo lugar, Peças e acessórios (Carros, vans e utilitários) o terceiro, consoles de videogame, o quarto, e fogões e fornos, o quinto.

O segmento de peças e acessórios (para carros, vans e utilitários) lidera dentre as subcategorias mais procuradas por meio da plataforma. O segundo lugar ficou com celulares e smartphones, seguida pela de geladeiras e freezers. Completam as cinco primeiras colocadas as peças e acessórios para motos e os itens para ciclismo.

Como fazer uma compra online com mais segurança

  • Não divulgue seus dados pessoais nem seu número de celular;
  • Desconfie de preços ou ofertas muito abaixo do mercado;
  • Verifique na plataforma informações sobre o vendedor, como tempo de conta, registro da empresa, se for o caso, e licenças;
  • A OLX oferece a opção Garantia da OLX, serviço pelo qual é possível pagar a compra pela plataforma, sem precisar efetuar transferências para terceiros. Assim que o pagamento é confirmado pela OLX, o comprador recebe uma mensagem de confirmação diretamente no chat do anúncio;
  • Sempre peça a nota fiscal do item que está negociando. Desta forma, há certeza da legalidade da procedência do produto e, caso ainda esteja na garantia, é possível ter acesso à assistência técnica oficial;
  • No caso de uma compra ou entrega presencial, escolha lugares movimentados, como praças, shoppings ou estações de metrô. Se possível, sempre vá acompanhado de outro adulto;
  • A OLX não possui parcerias com aplicativos de mobilidade, como Uber, Rappi e 99. Para vendas e compras com a Garantia da OLX, as entregas funcionam para todo o Brasil via Correios, Jadlog, Clique e Retire, Loggi e R3 Transportes. Verifique sempre, na área logada do site ou app, seu histórico de venda e a forma como seu produto será enviado;
  • A OLX nunca solicita códigos de confirmação ou de segurança, seja por telefone, e-mail, chat ou aplicativos de mensagens. Se você receber algum contato em nome da OLX solicitando qualquer código ou senha, denuncie na plataforma;
  • A OLX não envia e-mails com anexos ou links que redirecionam para fora da plataforma. Caso você receba alguma comunicação do tipo, não baixe nenhum tipo de documento e não clique nos links.

6 sinais de que sua empresa pode estar na mira dos hackers: como as APIs ajudam a prevenir golpes

Uma pesquisa recente da Fortinet, empresa global de cibersegurança, aponta que o Brasil concentrou 315 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos no primeiro semestre de 2025. Esse número representa mais de 80% do total de ataques na América Latina. A vulnerabilidade das empresas não reside apenas em ataques externos, mas também em falhas internas de integração de sistemas, que servem como porta de entrada para criminosos.

A América Latina é a região com maior dificuldade em responder a incidentes cibernéticos, com cerca de 42% das organizações latino-americanas expressando preocupação com esse tipo de crime, segundo a pesquisa Global Cybersecurity Outlook de 2025 do Fórum Econômico Mundial (WEF). O fórum também aponta uma escassez de 4,8 milhões de profissionais qualificados em cibersegurança. 

Mas, como saber se a sua empresa está na mira dos hackers? Diante desse desafio, a abordagem API-first e a integração de plataformas emergem como estratégias essenciais para fortalecer a segurança das empresas.

“A integração de sistemas por meio de APIs é um pilar fundamental da segurança digital. Desconexões e falhas na comunicação entre plataformas podem criar brechas significativas que, se não gerenciadas, se tornam portas de entrada para ataques”, afirma Willy Sousa, diretor de Produtos da Engineering Brasil, parte do Grupo Engineering, companhia global de tecnologia da informação e consultoria especializada em transformação digital.

A seguir, o especialista apresenta seis sinais de que sua empresa pode estar sob a mira de hackers, e como as APIs atuam na prevenção:

  1. Relatórios inconsistentes ou duplicados

As falhas indicam falta de integração entre os sistemas. Além de comprometer a análise de dados, pode ocultar anomalias exploradas por hackers. “A ausência de uma fonte única de verdade nos dados dificulta a identificação de atividades suspeitas, tornando a empresa um alvo mais fácil e vulnerável”, explica.

  1. Decisões baseadas em informações desatualizadas

Quando as decisões são tomadas com base em dados não sincronizados ou desatualizados, a empresa opera sem uma visão precisa da realidade. Essa lacuna de informação pode levar a erros estratégicos e operacionais, criando oportunidades para fraudes. “A agilidade e a precisão das informações são barreiras essenciais contra a manipulação. Sistemas desconectados impedem essa agilidade”, comenta.

  1. Falhas no atendimento ao cliente

Problemas nesse setor, como a impossibilidade de acessar o histórico completo do cliente ou informações inconsistentes em diferentes canais, são um sinal de que os sistemas de CRM e outras plataformas não estão se comunicando adequadamente. Essas falhas geram insatisfação e podem ser exploradas por golpistas que se passam por representantes da empresa. “Um atendimento fragmentado oferece a golpistas a chance de explorar a confusão e a falta de informação, comprometendo a confiança do cliente”, aponta o diretor de Produtos.

  1. Dificuldade em identificar usuários ou acessos não autorizados

Sem rastreabilidade adequada, a empresa não consegue saber quem acessou os dados, quando e quais permissões. Essa fragilidade em identidade digital e autenticação abre brechas para invasões silenciosas. “Um controle de acesso ineficaz é praticamente um convite para acessos não autorizados. Com as APIs, é possível integrar sistemas de identidade e monitorar acessos de forma contínua e detalhada”, diz Sousa.

  1. Processos manuais excessivos

A dependência de processos manuais para transferir dados entre sistemas aumenta a probabilidade de erros e introduz pontos de vulnerabilidade. Cada etapa manual é uma oportunidade para a intercepção ou manipulação de informações. “A automação via API não só otimiza processos, mas reduz a exposição a erros humanos e intervenções maliciosas”, esclarece.

  1. Ausência de uma visão unificada dos dados

A falta de uma plataforma centralizada que reúna e harmonize dados de diferentes sistemas impede a empresa de ter uma compreensão completa de suas operações e riscos. Essa visão fragmentada dificulta a detecção de padrões de ataque. ”Uma visão holística dos dados, possível com a integração de APIs, é fundamental para detectar e responder a ameaças antes que elas causem danos significativos”, conclui Willy.

FinOps prova que economizar na nuvem não precisa sacrificar performance

Com orçamentos cada vez mais apertados, muitas empresas estão percebendo que reduzir custos não é suficiente. É preciso adotar uma abordagem estratégica que conecte diretamente investimentos em tecnologia aos resultados de negócio, e é aí que o FinOps se torna essencial. Essa prática vai além da simples contenção de despesas, integrando áreas de tecnologia, finanças e operações, criando processos que permitem maior transparência e controle sobre os gastos em nuvem.

Essa colaboração entre equipes garante que decisões sobre recursos e investimentos sejam fundamentadas em dados, aumentando a eficiência e evitando desperdícios. Uma das práticas centrais do FinOps é o monitoramento contínuo do consumo de recursos na nuvem. Com observabilidade em tempo real, as empresas podem identificar picos de demanda, ajustar a alocação de recursos e manter a performance de sistemas críticos sem surpresas na fatura. Isso é particularmente importante em operações de alto impacto, como e-commerce em períodos sazonais ou serviços financeiros em horários de grande tráfego.

Além do controle de custos, o FinOps promove previsibilidade financeira. Ao transformar dados de consumo em métricas acionáveis, permite que gestores planejem investimentos futuros com maior precisão. Essa visão clara sobre gastos e tendências de uso fortalece a tomada de decisão estratégica e reduz riscos de estouro de orçamento.

O relatório ISG Provider Lens Google Cloud Partner Ecosystem 2024 aponta que, com a expansão de ambientes híbridos e Multicloud, empresas brasileiras buscam soluções integradas, usando amplamente o Anthos do Google Cloud para orquestrar infraestrutura híbrida e Multinuvem. Os custos da nuvem pública seguem como preocupação central, estimulando a adoção de práticas e ferramentas que equilibram desempenho, confiabilidade, segurança e otimização de recursos. O estudo destaca ainda que soluções avançadas de FinOps com IA para prever consumo futuro ainda estão em estágio inicial, mas ganham relevância como tendência para aumentar a eficiência operacional.

A automação é outro pilar da abordagem, como no caso de ferramentas e processos automatizados que ajudam a identificar recursos subutilizados, eliminar desperdícios e otimizar a alocação de infraestrutura. Quando combinada com governança e monitoramento contínuo, a automação garante que a performance e a disponibilidade dos sistemas não sejam comprometidas, mesmo em cenários de pressão financeira.

Segundo o estudo IT Trends Snapshot 2023, da Logicalis, 45% das empresas brasileiras migraram ou estão migrando para a nuvem, mas apenas 34% têm processos de governança de custos na nuvem (FinOps). Esse dado evidencia que, embora a nuvem seja cada vez mais adotada, a disciplina financeira e de governança ainda não acompanha a expansão, tornando o FinOps um diferencial competitivo crucial.

A implementação bem-sucedida transforma o gasto com tecnologia em um investimento estratégico. Empresas deixam de encarar a nuvem apenas como custo operacional e passam a vê-la como um ativo que pode gerar valor, inovação e competitividade. Isso exige cultura organizacional alinhada, com equipes preparadas para agir rapidamente e colaborar de forma transversal.

Em mercados dinâmicos, a capacidade de ajustar rapidamente os recursos de nuvem sem comprometer a qualidade do serviço se torna um diferencial competitivo. O FinOps fornece as ferramentas e processos necessários para que empresas reajam com agilidade a mudanças de demanda, oportunidades de negócio e restrições orçamentárias.

Em resumo, o FinOps não é apenas uma ferramenta de controle financeiro, mas uma abordagem estratégica que conecta tecnologia e resultados de negócio. Empresas que compreendem e aplicam essa disciplina conseguem equilibrar eficiência, performance e inovação, garantindo que a nuvem contribua efetivamente para o crescimento sustentável em um cenário de custos sob pressão.

*Especialista em operações de TI, SRE, DevOps e QA para eventos de alta demanda e com vasta experiência em desenvolvimento e qualidade de software de sistemas para Mercado Financeiro e Outsourcing Bancário, Juliano Videira é Business Development Executive e sócio da Vericode.

realme anuncia o primeiro smartphone oficial de Game of Thrones

A realme, marca de smartphones que mais cresce no mundo, anuncia sua mais recente inovação em crossover: uma edição limitada em colaboração com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products (WBDGCP) – divisão da Warner Bros. responsável por expandir suas marcas para o mundo físico, para trazer aos fãs um smartphone inspirado na lendária série da HBO, Game of Thrones. Essa parceria marca um ousado marco no portfólio de colaborações da realme, unindo narrativa épica e design imersivo para inspirar uma nova geração de usuários. Com o tema “Liberte o seu real poder”, o lançamento é uma celebração da autenticidade, da coragem e da autodeterminação, valores que ressoam profundamente entre os jovens.

“Essa colaboração é a prova do compromisso da realme com a inovação voltada para a diversão e para o engajamento com os jovens”, afirmou Chase Xu, Vice-Presidente e CMO da realme. “Ao unir lendas inspiradoras com design imersivo, estamos capacitando a nova geração a abraçar sua identidade e impactar o mundo ao seu redor. A Edição Limitada Game of Thrones não é apenas um produto, é uma declaração de coragem e criatividade.”

Como mais uma adição ao brilhante portfólio de produtos da realme, este lançamento reforça a estratégia de branding e a proposta de valor da marca: a realme sabe brincar. A colaboração busca inspiração nos lendários personagens e temas de Game of Thrones, transmitindo ressonância emocional por meio de narrativas visuais e experiências criativas de uso. Da independência destemida de Arya Stark à liderança silenciosa de Jon Snow, o dispositivo incorpora o espírito de rebeldia, reinvenção e resiliência.

O design do realme 15 Pro Game of Thrones Limited Edition é uma homenagem à grandiosidade de Westeros, e ao poder de “O Fogo Não Pode Matar um Dragão”. Sua estética em preto e dourado remete ao luxo medieval, enquanto os dragões nano-gravados simbolizam força e legado. O destaque do design é a primeira aplicação mundial da tecnologia de mudança de cor com o “fogo de dragão” — um material termo sensível que se transforma do preto para o vermelho quando aquecido, inspirado no renascimento de Daenerys Targaryen através do fogo. Essa inovação tátil vai além da estética: é um símbolo do poder interior esperando para ser liberado.

A abordagem da realme para este crossover vai além do uso de nomes famosos, o dispositivo incorpora elementos de narrativa imersiva que permitem aos usuários escolher sua lealdade. Temas personalizados de interface inspirados nas Casas Stark e Targaryen reimaginam o sistema com um toque cinematográfico, transformando interações cotidianas em momentos de fantasia. A caixa de presente da edição limitada inclui uma micro-réplica de Westeros, um suporte de celular modelado no Trono de Ferro e cartas colecionáveis com os brasões das casas — cada detalhe pensado para aprofundar a conexão emocional entre o usuário e o universo de Game of Thrones.

Essa colaboração não se trata apenas de design, mas de impacto cultural. Ao se alinhar com uma das franquias de entretenimento mais reconhecidas globalmente, a realme se posiciona como a marca de smartphones mais divertida e criativa. A campanha “Liberte o seu real poder” fala diretamente às aspirações dos jovens que navegam em um mundo complexo. É um chamado para abraçar a individualidade, desafiar normas e construir o próprio caminho.

O crossover também reflete a estratégia mais ampla da marca realme. Nos últimos anos, a empresa vem constantemente ultrapassando limites em ciência de materiais, design e marketing voltado para os jovens. Para o futuro, a realme planeja expandir seu portfólio de colaborações globais, unindo tecnologia e narrativa criativa. O objetivo é criar produtos imersivos que vão além da funcionalidade, oferecendo aos usuários senso de identidade, pertencimento e impacto.

Em um mundo onde a tecnologia muitas vezes parece impessoal, a realme está redefinindo o que significa jogar o jogo. A Edição Limitada Game of Thrones é um lembrete de que o poder não está na conformidade, mas na coragem e na diversão. É uma celebração dos ousados, dos corajosos e do que é real.

Relatório inédito aponta razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina

O relatório “Dez razões para o Brasil liderar o uso de caminhões elétricos na América Latina”, elaborado pela campanha Gigantes Elétricos, que reúne organizações da sociedade civil na Europa, nos Estados Unidos e agora também no Brasil,  aponta como o gigante sul-americano está em posição estratégica para acelerar a eletrificação da frota de caminhões.

Com políticas públicas favoráveis, investimentos internacionais e iniciativas de grandes corporações, o Brasil combina oportunidades econômicas, ambientais e sociais, criando um ambiente propício para que a transição para veículos elétricos seja segura, eficiente e exemplar para a região. 

A vantagem energética do Brasil é um diferencial claro, apontado pelo relatório. Com mais de 80% da eletricidade gerada a partir de fontes renováveis, o país tem condições de produzir caminhões de baixo carbono, reduzindo custos operacionais em até 76,5%. Além disso, possui reservas significativas de terras raras para produção de baterias, o que permite agregar valor industrial e reduzir dependência tecnológica externa, consolidando a região como referência em energia limpa e produção sustentável de veículos pesados.

O relatório também destaca a oportunidade de liderança regional. Atualmente, o Brasil domina 78% das exportações de veículos pesados na América Latina, movimentando cerca de R$12 bilhões em 2024, e pode consolidar-se como hub estratégico de caminhões elétricos, tanto para o mercado interno quanto para exportação regional. A eletrificação da frota cria um diferencial competitivo, fortalecendo a indústria nacional e colocando o país em posição de destaque em inovação tecnológica e responsabilidade ambiental.

O mercado brasileiro de caminhões elétricos está projetado para crescer 25,6% ao ano entre 2025 e 2031, impulsionado pela demanda crescente por transporte sustentável, incentivos governamentais e investimentos privados. Essa expansão cria oportunidades bilionárias para fabricantes, investidores e cidades que buscam reduzir custos e poluição, enquanto se posicionam competitivamente na região. Grandes empresas, como Scania, BYD e Volkswagen, já anunciaram investimentos significativos em fábricas e produção local, sinalizando que o setor está pronto para crescer em escala.

Negócios e Emprego

O relatório enfatiza também a importância de investimentos em infraestrutura. Para que a eletrificação seja viável em larga escala, o Brasil precisará atingir cerca de 15 mil pontos de recarga nos próximos anos, criando oportunidades de retorno de longo prazo para investidores e fabricantes, além de estimular inovação em logística e serviços digitais. Experiências internacionais mostram que países que antecipam o desenvolvimento de infraestrutura de recarga conseguem acelerar a adoção de veículos elétricos e consolidar posições de liderança no setor.

Pesquisas do International Council on Clean Transportation (ICCT) indicam que a transição para caminhões elétricos pode mais que dobrar o número de empregos no setor automotivo até 2050. Hoje, a indústria emprega mais de 100 mil trabalhadores na montagem de veículos e cerca de 300 mil na produção de autopeças. Mantido esse ritmo, o total de empregos no setor pode ultrapassar 800 mil, abrangendo desde a produção de veículos e baterias até cadeias de suprimentos e serviços logísticos.

Segundo Thiago Rodrigues, do ICCT, essa expansão cria um ambiente favorável para requalificação profissional, atração de talentos e fortalecimento das cadeias produtivas locais. “Além dos benefícios ambientais, a eletrificação da frota de caminhões pesados representaria uma oportunidade para modernizar a indústria nacional de veículos e baterias, promovendo a incorporação de novas tecnologias, alinhamento com as tendências globais de descarbonização e geração de emprego e renda.”

Saúde

O relatório destaca que a transição não se limita ao campo econômico e industrial. Caminhões elétricos podem reduzir em até 46% as emissões de gases de efeito estufa até 2050 e diminuir drasticamente a poluição do ar associada a doenças respiratórias. Ao reduzir a exposição a emissões tóxicas do diesel — fator de risco para asma, doenças cardíacas, AVCs e até certos tipos de câncer —, a mudança pode trazer ganhos expressivos para a saúde pública. As economias nessa área podem chegar a R$25 bilhões, graças à queda de internações e tratamentos relacionados à poluição atmosférica. Para muitas comunidades, especialmente urbanas e vulneráveis, a eletrificação representa ar mais limpo e também justiça social.

No caminho da eletrificação

O relatório reforça que o momento de investir e atuar no setor é agora. A combinação de crescimento do mercado, benefícios econômicos, impactos positivos para a saúde pública, criação de empregos e vantagens energéticas posiciona o Brasil como referência internacional em transporte sustentável. A adoção de caminhões elétricos representa não apenas um avanço tecnológico, mas também uma oportunidade de construir cidades mais saudáveis, uma indústria mais competitiva e um futuro de transportes eficiente e sustentável.

O documento de tendências está disponível para download no site oficial da campanha: giganteseletricos.com.

Seis principais estratégias para destravar seu e-commerce

Apesar do ritmo acelerado, muitos empreendedores ainda encontram obstáculos para transformar suas lojas virtuais em operações lucrativas e escaláveis. Para ajudar nesse desafio, o Ecommerce na Prática, especializado em educação para e-commerce, reuniu um conjunto de estratégias práticas que podem destravar o crescimento e melhorar os resultados de quem vende online.

“Muitos lojistas acreditam que para crescer basta investir em anúncios, mas o desempenho real depende de um olhar estratégico para toda a operação. Existem quatro pilares essenciais para o crescimento sustentável de um e-commerce: diagnóstico inteligente, produto/posicionamento/persona, marketing estratégico e operação escalável, que garantem resultados sólidos e consistentes”, afirma Fabio Ludke, especialista do Ecommerce na Prática.

Junto com a escola, ele separou dicas para os empreendedores que estão com o crescimento estagnado retomarem o ritmo. Confira as dicas do especialista:

1. Realize um diagnóstico inteligente: utilize dados para identificar gargalos e entender a situação atual da sua operação. “O empreendedor precisa analisar números e métricas, como taxa de conversão, abandono de carrinho e ticket médio, para montar um plano de ação consistente”, explica Ludke.

2. Defina claramente produto, posicionamento e persona: conhecer o cliente ideal e destacar os diferenciais da marca são pontos decisivos. “Quando o lojista sabe exatamente para quem está vendendo e o que seu produto entrega, consegue criar narrativas e ofertas muito mais assertivas”, completa o especialista.

3. Aposte em marketing estratégico: campanhas de mídia paga precisam ter objetivos claros. O Google Ads, por exemplo, pode ser usado de forma institucional e, também, em campanhas de performance, enquanto o Facebook Ads é uma excelente opção para remarketing. “Cada canal precisa ter um papel definido dentro da estratégia, caso contrário o investimento se perde”, alerta Ludke.

4. Estruture uma operação escalável: processos bem definidos e uso de tecnologia permitem que a empresa cresça sem depender exclusivamente do dono. Plataformas modulares, integrações inteligentes (como ERPs, CRMs e gateways de pagamento) e o uso de inteligência artificial para tarefas de rotina são fundamentais nesse processo. “Um e-commerce precisa funcionar mesmo sem a presença direta do dono, e a tecnologia é a chave para isso”, reforça.

5. Explore estratégias que aumentam as vendas: automatizações como recuperação de carrinho abandonado, upsell e cross-sell, além de novidades como vídeo commerce e provador virtual, são tendências que vêm demonstrando resultados expressivos. “Essas ações não só aumentam as vendas como também melhoram a experiência de compra do cliente”, comenta Fabio.

6. Multiplique seus canais de venda: estar presente em diferentes ambientes digitais, como loja própria, marketplaces e redes sociais, amplia as chances de atingir novos clientes. “O consumidor atual busca conveniência, e quanto mais opções de contato a marca oferecer, maior será a conversão”, destaca o especialista.

Segundo Ludke, aplicar essas estratégias em conjunto possibilita ao empreendedor não apenas vender mais, mas também construir um negócio sólido e sustentável para o longo prazo. “Cabe a análise crítica de cada um sobre seu negócio para verificar se as estratégias se encaixam nesse momento. Cada empreendimento vive uma fase única e certos caminhos podem direcioná-lo a um crescimento saudável, ainda mais se pensada de maneira estratégica com os demais processos”.

O futuro do atendimento no setor de Telesserviços: tecnologia com propósito e pessoas no centro

Durante muitos anos, o setor de Telesserviços carregou a imagem de ser obsoleto. Era comum associá-lo a operações pesadas, foco apenas em volume e baixa inovação. Mas essa visão ficou para trás. O que vemos hoje é um setor em evolução acelerada, impulsionado por tecnologia de ponta, por novos modelos operacionais e, principalmente, por um novo olhar sobre a experiência do cliente.

O ponto é simples, direto e inequívoco: ou evoluímos, ou perdemos espaço. O consumidor atual, muito mais conectado e municiado de informações do que o de gerações anteriores, não tolera mais respostas demoradas, processos engessados ou falta de personalização. Ele busca fluidez, rapidez e empatia. E isso só é possível com o suporte de plataformas inteligentes, IA generativa, dados em tempo real e decisões embasadas.

Há um discurso recorrente de que a tecnologia substituirá os atendentes. E, de fato, figuras como Sam Altman, CEO da OpenAI, já alertaram que os profissionais de call centers estão entre os mais suscetíveis às mudanças trazidas pela inteligência artificial. Mas essa constatação não deve nos paralisar. Pelo contrário: ela deve servir como um alerta para nos anteciparmos com estratégia e responsabilidade.

A McKinsey publicou um estudo recente mostrando que o uso de IAem operações de atendimento pode aumentar a produtividade dos agentes em até 35%, principalmente nas interações repetitivas e de baixa complexidade. Mais do que isso, a mesma pesquisa destaca que os maiores ganhos são percebidos quando as pessoas são treinadas para usar essas ferramentas como extensões de sua inteligência, e não como substitutas.

Aqui chamo atenção para o papel essencial da capacitação dos nossos profissionais. É preciso que eles dominem o uso de ferramentas analíticas, compreendam dashboards em tempo real e atuem com autonomia e inteligência. Entregar esse nível de preparo não é apenas uma exigência operacional; é uma postura ética e estratégica, porque respeita o valor do trabalho humano e entrega mais ao cliente.

Um motor dessa guinada tem sido o Business Transformation Outsourcing (BTO), que se consolida como o novo eixo do nosso setor. Diferente do BPO tradicional, que tinha foco na execução e na redução de custo, o BTO atua na transformação real do negócio. Ele une tecnologia, análise de dados e visão consultiva para criar operações que são, ao mesmo tempo, eficientes, humanas e centradas no cliente.

O mercado brasileiro de transformação digital, que inclui soluções estratégicas como o BTO, movimentou cerca de US$ 17 bilhões em 2024 e deve crescer em ritmo acelerado nos próximos anos.Esses números reforçam o potencial de transformação que temos diante de nós.

Para muito além de somente reduzir custos, empresas que adotam esse modelo estão continuamente aprimorando a jornada do cliente, integrando canais, antecipando necessidades e criando vínculos mais fortes com seus públicos.

Com o BTO, conseguimos atuar com dados e insights em tempo real, empoderar o atendente com ferramentas inteligentes e redesenhar processos, ao mesmo tempo em que tornamos o trabalho dos agentes mais significativo.

Tecnologia com empatia

É tentador olhar para a tecnologia apenas como uma forma de cortar custos. Mas, se essa for a única lógica, perderemos a essência daquilo que construímos como setor: o compromisso com a escuta, com o vínculo humano, com a resolução de problemas reais.

A tecnologia precisa estar a serviço da experiência do cliente. E isso envolve empatia, inteligência emocional, e capacidade de adaptar a conversa ao momento e ao perfil de quem está do outro lado. Nenhum robô, por mais treinado que esteja, substituirá completamente esse tipo de conexão.

Portanto, é nosso papel como líderes garantir que a tecnologia seja implementada com ética, com responsabilidade e com foco no valor humano. Isso significa priorizar o encantamento do cliente, investir nas pessoas que o atendem e usar as ferramentas digitais como aceleradores de excelência.

O setor de atendimento está cada vez mais atento a essas necessidades dos consumidores, provando-se cada vez mais necessário na vida das pessoas. Com o apoio da tecnologia certa e de profissionais bem-preparados, podemos não apenas resolver demandas, mas criar experiências que fidelizam, encantam e agregam valor.

O futuro do nosso setor não é sobre substituir pessoas por máquinas. É sobre colocar a inteligência a serviço do humano.      

* Gustavo Faria é diretor executivo da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT).

Homedock alcança a Europa e comemora abertura de operação na Alemanha

A Homedock, e-commerce de móveis e decoração, dá um passo decisivo em sua trajetória de crescimento e anuncia a consolidação de sua operação internacional em Colônia, na Alemanha. A empresa, que se firma como referência em soluções digitais e de e-commerce no Brasil, amplia a atuação para o mercado europeu, marcando a entrada em um dos principais pólos de inovação e logística da Europa.

A agenda de expansão inclui a formalização da Homedock GmbH, estrutura alemã equivalente a uma sociedade limitada no Brasil, com a participação em eventos estratégicos e encontros de negócios, que reforçam o compromisso da marca em se posicionar como player global. A escolha da Alemanha, e especificamente da região da Renânia do Norte-Vestfália (NRW), destaca a busca por um ambiente econômico robusto, conectado a iniciativas de sustentabilidade e programas de incentivo à internacionalização.

A presença na primeira edição do NRW-Brazil Day, evento promovido pelo governo do estado da Renânia do Norte-Vestfália para fomentar parcerias entre empresas brasileiras e alemãs, em Colônia, coloca a Homedock no centro de um diálogo estratégico com autoridades locais, Câmaras de Comércio e instituições financeiras, fortalecendo a imagem da companhia como representante brasileira em expansão no cenário internacional. A empresa participa ainda da DMEXCO, (Digital Marketing Exposition & Conference), maior feira de marketing e publicidade digital da Europa, oportunidade de atualização sobre tendências globais e de aproximação com lideranças do setor digital.

Durante a segunda quinzena de setembro, a Homedock mantém uma série de reuniões de negócios com operadores logísticos e empresas especializadas em gestão de e-commerce. Essas agendas são fundamentais para estruturar a base operacional europeia da companhia, que busca acelerar conexões estratégicas e expandir sua rede de parceiros locais.

Ainda mais importante que a internacionalização, a expansão da Homedock reflete um modelo de liderança pautado em boas práticas, com foco no bem-estar e nas relações humanas. Daniela Costa, fundadora e CEO da empresa, ressalta a importância de unir negócios com propósito: “A Homedock acredita que um lar incrível é um direito de muitos e não um privilégio de poucos. Neste sentido, trabalhamos a cada dia para que a casa seja um veículo de cura para a sociedade, nossa missão é espalhar essa visão em cada mercado onde a gente atuar”, diz.

O movimento reforça a solidez da Homedock como uma empresa capaz de ultrapassar fronteiras e consolidar sua marca não apenas no Brasil, mas também em um dos mercados mais competitivos do mundo. “A internacionalização da nossa marca mostra maturidade empresarial, mas também traduz uma forma de pensar o negócio com impacto social, onde crescimento e cuidado caminham juntos”, finaliza a CEO.