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Varejo tradicional e e-commerce: Mercado Livre e Casas Bahia se unem

O Mercado Livre e o Grupo Casas Bahia anunciaram uma parceria que permitirá a venda de produtos da varejista, como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis, diretamente na plataforma de e-commerce a partir de novembro. A iniciativa transforma o marketplace latino-americano no principal canal para esses itens, enquanto a varejista continuará responsável pela logística dos produtos de grande porte.

O movimento une dois modelos de negócio distintos, pois a Big Tech do varejo online atua majoritariamente como hub de comércio eletrônico, conectando vendedores a consumidores, enquanto a empresa fundada por Samuel Klein é, tradicionalmentem uma varejista direta, com controle sobre estoques e logística. A colaboração amplia a experiência digital com produtos de forte apelo de consumo, oferecendo conveniência e confiabilidade, especialmente na entrega de itens volumosos.

Para a Casas Bahia, a aliança representa uma oportunidade de expandir seus canais de venda em um momento de ajustes internos e reestruturação financeira iniciada em 2023. Já para o Mercado Livre, a parceria supre uma lacuna importante: a empresa ainda tem participação limitada no segmento de eletrodomésticos de grande porte, onde busca replicar o domínio conquistado em categorias menores.

O acordo reflete uma tendência mais ampla no varejo brasileiro: a integração entre canais digitais e operações tradicionais. Plataformas de marketplace oferecem escala e alcance, enquanto varejistas consolidadas mantêm expertise logística e relacionamento direto com o consumidor. Essa combinação pode redefinir o comércio de eletrodomésticos e eletrônicos, ao mesmo tempo em que aumenta a competitividade e fortalece a presença digital de marcas já estabelecidas.

Para Rebecca Fischerco-fundadora e Chief Strategy Officer (CSO) da Divibank, a verdadeira transformação do varejo brasileiro vai além da tecnologia e exige um salto cultural, educacional e logístico. “A inovação precisa deixar de ser um projeto de PowerPoint e se tornar uma realidade operacional, inclusiva e escalável”, afirma.

Embora os termos financeiros e projeções de vendas não tenham sido divulgados, a parceria reforça a importância de alianças estratégicas que conciliem eficiência operacional, experiência do cliente e expansão digital, em linha com movimentos semelhantes observados no setor, como a colaboração entre Magazine Luiza e AliExpress no ano anterior.

O Impacto da Inteligência Artificial na Governança Corporativa

A Inteligência Artificial (IA) está redefinindo de forma bastante rápida as práticas de governança corporativa, possibilitando maior precisão, agilidade e segurança na gestão de empresas de todos os segmentos e tamanhos. Ela não substitui a liderança, mas vem se mostrando uma ferramenta com grande capacidade de aprimoramento das decisões de conselhos e executivos, tornando-as mais eficientes, transparentes e informadas.

As diferentes ferramentas disponíveis são capazes de fornecer melhores análises preditiva e de cenários. Com a finalidade de antecipar riscos e identificar oportunidades, algoritmos analisam tendências de mercado, comportamento do consumidor e dados internos. Indicadores corporativos, que servem como forma de monitorar desempenho, podem ser acompanhados em tempo real, alertando conselhos e lideranças de forma ágil sobre possíveis desvios ou necessidades de ajustes.

A IA tem grande velocidade no processamento de dados, sendo capaz de detectar anomalias, inconformidades, fraudes e condutas antiéticas.  Algoritmos de Machine Learning (Aprendizado de Máquina) monitoram transações financeiras, contratos e interações empresariais em tempo real. Documentos e atualizações legislativas são alinhados às normas legais vigentes através de sistemas especializados que aumentam a segurança jurídica.

Tarefas repetitivas e burocráticas podem ser automatizadas, fazendo com que o tempo dos profissionais e integrantes dos conselhos de administração seja melhor aproveitado. Um exemplo disto é a possibilidade de automação documental, com geração e adaptação precisas e consistentes de contratos, atas e outros documentos jurídicos com base em modelos e padrões internos.

Quando utilizada a partir de um olhar ético e responsável, os benefícios da IA são imensos. Porém, é importante que os conselhos e lideranças sejam capazes de criar um framework robusto de governança na área com a intenção de mitigar riscos. É fundamental garantir, através de auditorias regulares, que os algoritmos sejam justos e não perpetuem preconceitos históricos. Todas as decisões devem ser facilmente compreensíveis e auditáveis.

É essencial que ocorra a adoção de protocolos rigorosos de segurança cibernética e que a confidencialidade no uso de dados internos seja garantida, estando em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). E talvez o mais importante: as diretrizes de implementação da IA devem ser sempre claramente alinhadas com a estratégia, os valores e o apetite de risco da empresa. Se isto for conquistado, os resultados são garantidos e a confiabilidade mantida e ampliada. Vale o investimento!

Integração tecnológica impulsiona a próxima geração dos meios de pagamento

A transformação digital pode ter sido o ponto de partida da revolução que vivemos nas últimas décadas, mas é a tecnologia, em especial a que impulsiona os meios de pagamento, que vem moldando a próxima fase dessa evolução. O modo como compramos, vendemos e movimentamos dinheiro mudou radicalmente com o avanço da conectividade, mobilidade e das soluções financeiras integradas ao cotidiano digital.

Hoje, os pagamentos deixaram de ser uma etapa final das transações para se tornarem parte essencial da experiência do usuário. Plataformas, aplicativos e ecossistemas digitais já nascem com infraestrutura de pagamento embarcada, o que exige que a tecnologia vá além da automação e se torne o elo entre negócios, consumidores e instituições financeiras.

Segundo um relatório da IDC, empresa de consultoria e inteligência de mercado, os investimentos em tecnologia no Brasil devem ultrapassar US$ 65 bilhões até o final de 2025, impulsionados por soluções de inteligência artificial (IA), análise de dados e automação. Esses recursos não se limitam à eficiência operacional, eles estão transformando a arquitetura dos meios de pagamento, que evoluem para atender demandas de velocidade, segurança e personalização em tempo real.

A evolução acelerada dos meios de pagamento

A jornada dos meios de pagamento é um retrato do avanço tecnológico. Em 2014, dinheiro e cartões representavam 97% das compras em pontos de venda físicos, segundo a WorldPay, plataforma global de processamento e tecnologia de pagamentos. Em 2024, esse número caiu para 62%, enquanto os pagamentos digitais subiram para 38%, um crescimento exponencial. No e-commerce, a virada foi ainda mais evidente, 66% das transações já ocorrem em ambientes digitais, e a previsão é que esse número chegue a 79% até 2030.

Esse salto reflete não apenas a adoção de novos hábitos, mas a maturidade tecnológica necessária para sustentar essa operação. Infraestruturas robustas, APIs abertas, sistemas de autenticação biométrica, blockchain e redes instantâneas como o PIX criaram um ecossistema onde segurança, conectividade e conveniência caminham juntas.

A tecnologia como pilar da inovação financeira

Mais do que ferramentas, as tecnologias de pagamento representam produtos tecnológicos de alta complexidade. Links de pagamento, carteiras digitais, QR Codes, pagamentos por aproximação e soluções baseadas em embedded finance são exemplos de como o setor de tecnologia assumiu protagonismo na forma como as transações são concebidas, processadas e analisadas.

O desafio está em integrar esses recursos à operação central de cada negócio. A combinação de software convencional com infraestrutura de pagamento moderna gera ganhos de agilidade, inteligência e escalabilidade. A análise de dados transacionais, por exemplo, se torna um ativo estratégico, já que permite compreender o comportamento do usuário, detectar fraudes e personalizar serviços financeiros sob medida.

No Brasil, esse avanço é ainda mais evidente. O país é reconhecido como um dos líderes mundiais em inovação em meios de pagamento, com soluções amplamente adotadas e reguladas. Apesar dos desafios de segurança e compliance, as empresas de tecnologia nacionais têm mostrado uma capacidade excepcional de adaptação e resposta.

O futuro da integração entre software e finanças

O próximo passo está na integração profunda entre tecnologia e sistemas financeiros, em que cada produto digital já nasce preparado para realizar e processar pagamentos com segurança, escalabilidade e eficiência. Nesse cenário, parcerias estratégicas entre desenvolvedores, provedores de infraestrutura e instituições financeiras se tornam essenciais para garantir conformidade regulatória, proteção contra fraudes e tomada de decisão baseada em dados.

Ao elevar o nível de integração entre sistemas de TI e soluções financeiras, empresas ampliam não apenas o desempenho de suas operações, mas também a confiabilidade de todo o ecossistema. O resultado são transações mais seguras, experiências mais fluidas e negócios mais preparados para crescer em um ambiente cada vez mais digital, onde tecnologia e pagamento se tornam partes inseparáveis do mesmo processo.

Douglas Lopes da Silva é cofundador e CTO da Heronpay, com experiência em ciência de dados, aprendizado de máquina e integração de sistemas financeiros. Doutor pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), atuou em empresas como PicPay e Will Bank, unindo pesquisa avançada e visão prática para desenvolver soluções tecnológicas que impulsionam a inovação em meios de pagamento.

IA movimenta US$ 190 bilhões e muda a forma de calcular o Valuation das empresas

O avanço da inteligência artificial no ambiente corporativo deixou de ser tendência e se tornou diferencial competitivo. Em 2025, o mercado global de IA deve ultrapassar US$ 190 bilhões, impulsionado pela corrida por produtividade e automação em todos os setores. No Brasil, o impacto é direto: empresas que adotam IA reportam ganhos médios de produtividade superiores a 25%, enquanto o investimento em tecnologias de automação cresceu 37% no último ano. No segmento financeiro, a integração da IA à análise de dados já começa a transformar a forma como as companhias avaliam seus ativos. Estimativas de mercado indicam que mais de 60% das análises empresariais realizadas por empresas de consultoria no país em 2025 envolvem algum nível de automação analítica. Isso inclui o uso de algoritmos que cruzam informações contábeis com dados de mercado, permitindo projeções mais realistas de valor. Em um cenário de juros elevados e competição por capital, entender quanto uma empresa realmente vale tornou-se essencial para investidores, empreendedores e gestores financeiros.

É nesse contexto que o João Kepler da Equity Group lança a nova geração da sua ferramenta gratuita de valuation com IA, voltada tanto a empresas tradicionais quanto a startups. A plataforma, que já realizou mais de 50 mil cálculos em sua versão anterior, chega agora mais precisa. Com base de dados ampliada e aprendizado incorporado, o grau de assertividade é aumentado e as estimativas estão mais eficientes. “Com essa ferramenta, queremos democratizar o acesso à avaliação de empresas e mostrar que valor não é apenas o que está no balanço, mas o que o mercado está disposto a pagar”, afirma João. A nova plataforma também reflete uma mudança estrutural na forma como se constrói percepção de valor no Brasil. Ao incorporar IA, a ferramenta consegue cruzar múltiplas fontes de dados, como histórico de crescimento, geração de caixa, setor de atuação e métricas de mercado, com parâmetros qualitativos que medem a força da marca, capacidade de inovação e perfil de liderança. Essa combinação permite que o resultado vá além dos números frios, oferecendo uma leitura estratégica sobre o potencial da empresa

A chegada da ferramenta gratuita https://valuation.joaokepler.com.br/ marca um novo capítulo dessa trajetória, reforçando o papel do grupo em disseminar conhecimento prático e ferramentas que empoderam empreendedores. O lançamento ocorre em um momento em que o interesse por valuation nunca foi tão alto: o número de empresas em busca de avaliação cresceu 28% em 2025, impulsionado por rodadas de investimento, fusões, aquisições e estratégias de sucessão empresarial. A nova ferramenta da Equity Group preenche uma lacuna relevante: oferece um diagnóstico de valor em minutos, com base em dados reais e inteligência artificial treinada por milhares de casos práticos.“Essa nova geração é o reflexo de tudo o que aprendemos com mais de 50 mil cálculos. Agora, a teuridade financeira e à democratização do conhecimento empresarial”. 

Um em cada cinco brasileiros desiste de compra online de viagem se cartão for recusado, diz Nuvei

No Brasil, 19% dos viajantes brasileiros abandonam a compra online de viagens imediatamente se o seu cartão for recusado – na média global, o índice de abandono é de 5%. Se não encontrar seu método de pagamento preferido, 65% dos brasileiros também têm alta propensão a abandonar as compras, refletindo as altas expectativas moldadas pela experiência de pagamento instantâneo e integrada do Pix. O comportamento de pagamentos do brasileiro no setor de viagens foi identificado no levantamento “O momento decisivo da conversão: De que forma pagamentos simples e ágeis transformam a receita de viajantes globais.”, realizado pela fintech global de pagamentos Nuvei em parceria com a consultoria internacional Edgar, Dunn & Company (EDC), especializada em pagamentos e serviços financeiros.

O estudo oferece um painel comparativo entre países com perfis radicalmente diferentes de maturidade, comportamento do consumidor e infraestrutura de pagamentos para apoiar decisões estratégicas de empresas globais sobre como operar em cada tipo de mercado. Além do Brasil, que criou um dos maiores ecossistemas de pagamento instantâneo do mundo com o Pix, foram considerados: Estados Unidos, por ser o maior mercado global de turismo e benchmark em volume de transações, diversidade de métodos de pagamento e predominância de cartões; Reino Unido, hub financeiro britânico e mercado maduro em open banking e carteiras digitais; Hong Kong, modelo asiático de alta penetração dos aplicativos para dispositivos móveis e superapps; e Espanha, relevante na União Europeia com forte adesão a soluções domésticas de pagamento e alto volume turístico.

O objetivo do estudo é orientar empresas globais a projetar padrões de comportamento do consumidor digital em escala global e ajustar suas plataformas de e-commerce às expectativas locais. Essa diversidade de mercados permite analisar como variáveis como recusa de cartão, abandono de carrinho ou uso de métodos alternativos se comportam em diferentes contextos regulatórios, culturais e tecnológicos.

Obstáculos na jornada de compra

A etapa de pagamentos deixou de ser uma questão apenas operacional e passou a ser um grande diferencial competitivo e motor de geração de receita no setor de viagens. Na prática, pequenos obstáculos na jornada de compra levam viajantes a abandonar a compra ou migrar para concorrentes.

Nesse contexto, o Brasil é o mercado mais promissor dentre os países da amostra, mas também desponta como um dos mais desafiadores. 20% dos brasileiros enfrentam recusas de cartão, enquanto no Reino Unido, a taxa de recusa representa 13%. Na média global, 17% dos viajantes já tiveram o cartão recusado ao comprar passagens – o que representa até US$ 117 bilhões de transações em risco.

Entre os cinco mercados pesquisados, os brasileiros são os mais propensos a abandonar o carrinho ao enfrentar uma recusa de pagamento: 19% não compram e 2% recorrem à concorrência. Esse comportamento, avalia o estudo, é amplamente influenciado pela ampla adoção do Pix, uma vez que o sistema elevou as expectativas do consumidor ao oferecer uma experiência sem atritos, sem etapas de autenticação e com confirmação instantânea. “Como resultado, os consumidores brasileiros têm pouca tolerância a atrasos ou processos de checkout complexos. No Brasil, onde o consumidor é cada vez mais exigente e digitalizado, a capacidade das empresas de oferecer pagamentos rápidos, flexíveis e adaptados à realidade local pode determinar quem lidera e quem fica para trás no setor de viagens online”.

Método preferido

No caso de ter o seu cartão recusado durante uma reserva de viagem online, a maioria dos brasileiros (79%) tenta continuar a transação com o mesmo método de pagamento em um momento diferente, 14% comprariam de outro website e 2% não comprariam. Na média dos países participantes da pesquisa da Nuvei, 82% dos viajantes tentariam novamente com outra opção de pagamento, enquanto 13% comprariam em outro site e 5% não concluiriam a compra. Cada recusa, método ausente ou ponto de atrito desnecessário é um convite aberto para um concorrente conquistar aquela reserva. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, os clientes são mais tolerantes: apenas 23% e 24%, respectivamente, disseram ser muito provável ou provável a decisão de abandonar a compra na ausência de seu método favorito de pagamento.

“Uma má experiência de pagamento não significa apenas perda de receita; pode também impulsionar diretamente o crescimento dos concorrentes. Quando 13% dos clientes migram para a concorrência, isso representa uma redistribuição significativa de participação de mercado.”, diz Peny Rizou, Diretora de Fintech do Grupo Etraveli.

Parcelamento, paixão nacional

“Você prefere pagar parte do valor total com o seu cartão de crédito e o restante com milhas de passageiro frequente ou outros métodos de pagamento?”. Nada menos do que 93% dos brasileiros responderam “sim” a essa pergunta, o que demonstra como o parcelamento é essencial no setor de viagens para a cultura nacional. O percentual é significativamente maior em relação à média dos países pesquisados, em que 75% dos entrevistados também disseram preferir o parcelamento. Em Hong Kong, por exemplo, 55% dos viajantes preferem dividir o pagamento, parte em cartão e parte em milhas ou outro método. Apesar desses indicadores, apenas 22% das plataformas oferecem a possibilidade de parcelamento para o cliente.

Ainda segundo a pesquisa, o método campeão de preferência para pagamento de viagens é o cartão de crédito, que varia de 72% (Reino Unido e Hong Kong) a 77% (Brasil e Espanha) e 79% nos Estados Unidos. Brasil é o único mercado dentre os cinco pesquisados em que um sistema instantâneo local (Pix) aparece como o segundo método mais popular de pagamento, indicado por 71% dos consumidores. Na Espanha, por exemplo, o sistema instantâneo de pagamento local (Bizum) é o segundo método de preferência, com apenas 23%. Viagens são globais, emocionais e, muitas vezes, adquiridas apenas uma ou duas vezes por ano. Ao contrário do varejo, onde uma falha no pagamento pode levar o cliente a tentar novamente no dia seguinte, no setor de viagens uma transação malsucedida muitas vezes encerra o relacionamento por completo.

Diante de todos os números, o executivo afirma que os pagamentos estão entre as principais fronteiras competitivas do setor de viagens. Dessa forma, diz ele, reduzir entraves na jornada de compra durante no processo de pagamento, com uma experiência integrada, flexível e localizada, pode elevar a taxa de conversão e garantir a conquista de mais clientes para as empresas. “Para atender às expectativas dos clientes, as companhias aéreas devem oferecer uma experiência de pagamento rápida, simples e intuitiva”.

Embora marcas de viagens frequentemente compitam em preços ou vantagens de fidelidade, a pesquisa demonstra que o maior campo de batalha agora está nos pagamentos. A fricção no momento da compra não apenas frustra os consumidores, mas também alimenta diretamente a concorrência. “Cada pagamento recusado, cada método ausente ou cada ponto de fricção desnecessário é um convite aberto para que um concorrente conquiste aquela reserva. Companhias aéreas e OTAs que tratam pagamentos como uma estratégia comercial, e não apenas como função técnica, são as que mantêm a lealdade dos viajantes de alta intenção.” Damien Cramer, SVP Global Travel at Nuvei

ChatGPT inicia vendas diretas em conversas e transformá IA em canal de comércio global

O ChatGPT, sistema de inteligência artificial da OpenAI, iniciou em setembro de 2025 uma nova fase que promete alterar a relação entre consumidores e tecnologia. 

A empresa anunciou o recurso Instant Checkout, que permite realizar compras diretamente dentro do chat, sem redirecionar o usuário a sites externos. A ferramenta está disponível inicialmente para os Estados Unidos e integra lojas da Etsy e, em breve, da Shopify.

De acordo com o comunicado oficial, o Instant Checkout utiliza o Agentic Commerce Protocol (ACP), desenvolvido em parceria com a Stripe, responsável por processar os pagamentos de forma segura e instantânea. A funcionalidade transforma o ChatGPT em um ambiente de transação completo: o usuário descobre, decide e paga em um único fluxo de conversa.

O lançamento gerou impacto imediato no mercado financeiro. No dia do anúncio, as ações da Etsy registraram alta de 16% e as da Shopify, de 6%, refletindo a expectativa sobre o potencial de monetização do novo modelo. 

Analistas apontam que a OpenAI se posiciona agora como protagonista em uma categoria emergente: o comércio conversacional, em que agentes de IA assumem papel ativo em recomendações e vendas.

Segundo levantamento da Bain & Company, o mercado global de embedded finance, modelo que integra serviços financeiros em plataformas digitais, deve ultrapassar US$ 7,2 trilhões até 2030, impulsionado por sistemas que conectam pagamentos e consumo de forma invisível.

Para Luis Molla Veloso, especialista em Embedded Finance e integração de serviços financeiros a plataformas digitais, o movimento da OpenAI é um marco no cruzamento entre tecnologia e finanças.

“O ChatGPT passa a ser mais do que um assistente. Ele se torna um agente econômico, capaz de intermediar consumo, pagamento e dados dentro de uma experiência única. Isso representa o amadurecimento do conceito de embedded finance, em que o serviço financeiro deixa de ser percebido e passa a fazer parte natural da jornada digital do usuário”, afirma.

Embora a funcionalidade ainda não tenha previsão de chegada ao Brasil, Veloso acredita que o país reúne as condições ideais para receber o modelo, especialmente pela maturidade do sistema de pagamentos instantâneos e pelo avanço do Open Finance.

“O ecossistema brasileiro é um dos mais abertos do mundo. O Pix, as fintechs e as APIs de integração criam um terreno fértil para que o comércio conversacional se consolide com segurança e inovação regulatória”, avalia o especialista.

A OpenAI informou que a expansão internacional do Instant Checkout ocorrerá de forma gradual, à medida que novos parceiros de pagamento e varejo forem integrados ao protocolo. Até lá, o Brasil observa de perto uma transformação que combina inteligência artificial, finanças embutidas e o futuro das relações de consumo.

No último ano, foram trocadas quase 7 bilhões de mensagens entre consumidores e chatbots no país

Em um mercado que já movimenta quase 7 bilhões de mensagens entre consumidores e robôs, uma empresa goiana propõe dar um passo além da automação tradicional aplicada aos atendimentos corporativos.

A Poli Digital acaba de lançar o PoliGPT: uma solução baseada em inteligência artificial generativa voltada para pequenos e médios empreendedores que buscam escalar o atendimento sem perder a humanização.

A funcionalidade é um lançamento da empresa e está integrada em sua plataforma de atendimento, Essa ferramenta ajuda o empresário, especialmente aqueles com empresas pequenas, a sair de situações embaraçosas, respondendo perguntas mais difíceis dos clientes, como tempo de entrega, estoque e política de troca. A IA (Inteligência Artificial) gera respostas prontas, boas para uso, auxiliando o atendente a oferecer a melhor qualidade e padrão no atendimento.

A proposta da nova ferramenta é reduzir a sobrecarga operacional e aumentar a eficiência, principalmente em negócios com equipes enxutas. Desenvolvido para atuar dentro da plataforma própria da Poli, o PoliGPT responde a dúvidas frequentes de clientes, desde prazos de entrega e disponibilidade de produtos até políticas de troca, sugerindo linguagem natural, fluida e contextualizada. Em resumo, é uma ferramenta que serve de suporte para o atendente coletar sugestões de respostas baseadas no contexto da conversa e negociação.

“Ele acessa a base de dados, onde coleta as informações sobre o cliente, e assim sugere respostas para perguntas complexas, como prazo de entrega, política de trocas, disponibilidade de produtos e até mesmo sugestões de contorno de objeção. Tudo de forma precisa e com naturalidade, mesmo nos momentos de maior demanda, garantindo uma experiência positiva para o cliente. O cliente não sente a transição entre o humano e a máquina, e o empreendedor ganha tempo e profissionalismo”, explica Alberto Filho, CEO da Poli Digital.

De acordo com a empresa, o objetivo é que qualquer micro ou pequeno empreendedor consiga utilizar a IA com poucos cliques — sem necessidade de equipe técnica dedicada ou treinamento complexo.

O sistema, já disponível a todos os clientes, pode ser ativado diretamente pela plataforma Poli Digital, isenta de integração externa. “É só acessar a plataforma Poli, iniciar os atendimentos e clicar na aba do assistente. Em segundos, ele já começa a funcionar, ajudando desde quem vende pelo WhatsApp até lojistas com dezenas de atendimentos diários”, explica o CEO. “Além disso, o cliente poderá usar essa ferramenta para criar campanhas de marketing e estruturar processos comerciais, pois ela fornece acesso a ferramentas “premium” de IA, como o ChatGPT pago, tudo dentro da plataforma da POLI”.

O PoliGPT também libera o empreendedor de tarefas repetitivas, permitindo que ele dedique mais tempo à gestão estratégica do negócio. “Estamos falando de uma funcionalidade que entrega escala e eficiência mesmo para operações onde o dono é também o atendente, o vendedor e o responsável pelo marketing”, completa.

Com o crescimento exponencial do uso de chatbots e o avanço da inteligência artificial generativa, soluções como o PoliGPT chegam em um momento de transformação para o setor. De acordo com dados da TI Inside, o Brasil deve ultrapassar a marca de 1 milhão de chatbots em operação até 2025, com destaque para áreas como varejo, saúde e serviços.

Além de acompanhar esse movimento, o PoliGPT também simboliza uma nova fase da chamada IA inclusiva — um conceito que busca ampliar o acesso à inteligência artificial para além das grandes corporações. Por muito tempo, tecnologias desse tipo exigiam investimentos robustos, infraestrutura avançada e equipes especializadas. Hoje, no entanto, ferramentas mais acessíveis e intuitivas permitem que pequenos negócios também integrem soluções baseadas em IA ao seu dia a dia.

Essa democratização acontece porque a IA generativa já está mais madura: treinada com volumes massivos de dados e integrada a plataformas de uso simples, ela consegue oferecer respostas inteligentes com base em linguagem natural. É esse cenário que o PoliGPT ajuda a consolidar — o de uma inteligência artificial que se adapta ao usuário, e não o contrário.

“O PoliGPT é um braço digital inteligente para pequenos negócios que não têm tempo a perder. E, no mercado competitivo de hoje, tempo e atenção viraram moedas valiosas”, finaliza Alberto.

Do marketing à conversão o novo papel do LinkedIn para empresas B2B

O LinkedIn consolidou-se como a maior rede social profissional do mundo, reunindo mais de 900 milhões de usuários em mais de 200 países, segundo dados do Sales Navigator. No Brasil, são mais de 60 milhões de perfis ativos, o que representa cerca de 30% da população economicamente ativa. Esse alcance qualificado transforma a plataforma em um canal estratégico para empresas B2B que buscam se conectar diretamente com decisores e influenciadores de compra em seus respectivos mercados.

Nos últimos anos, o uso do LinkedIn evoluiu de forma significativa. Antes percebido no Brasil principalmente como uma plataforma voltada ao recrutamento e seleção, o LinkedIn passou a ser reconhecido também como uma ferramenta estratégica de marketing e geração de negócios. Essa mudança se deve à sua capacidade única de segmentação, incomparável entre as plataformas voltadas ao mercado corporativo. É possível direcionar campanhas a profissionais específicos dentro de empresas-alvo, com filtros por cargo, setor, localização, nível hierárquico, tempo de experiência e até interesses profissionais. Como resultado, os anúncios chegam diretamente a quem tem poder de decisão, reduzindo desperdícios com públicos não qualificados e encurtando o ciclo de vendas.

Outro diferencial relevante é a mensuração detalhada dos resultados. A plataforma oferece dados completos em tempo real, como impressões, cliques, conversões e custo por lead, permitindo ajustes rápidos, melhor alocação de recursos e maior retorno sobre o investimento. Dessa forma, o foco das campanhas vai além do reconhecimento de marca e passa a incluir a geração consistente de leads qualificados para o time de vendas.

Os formatos de anúncio disponíveis também contribuem para essa evolução. Posts patrocinados funcionam bem nas etapas iniciais do funil, ajudando na educação do mercado e geração de demanda. Formulários nativos facilitam a captação de leads com agilidade, enquanto mensagens inbox personalizadas favorecem abordagens mais diretas e eficazes em negociações de alto valor. Integradas a ferramentas de CRM e automação, essas campanhas constroem uma jornada fluida, com leads mais bem informados e preparados para conversas estratégicas com o time comercial.

De acordo com o Sales Navigator, o número de empresas que utilizam anúncios pagos no LinkedIn para geração de leads cresceu 30% no último ano, enquanto o volume de leads gerados subiu 20% no mesmo período. Isso evidencia uma mudança de comportamento: empresas que antes viam a rede como um canal secundário de branding agora a tratam como uma verdadeira máquina de geração de negócios.

Essa tendência tende a se intensificar nos próximos anos. Organizações B2B que adotam o LinkedIn Ads como ferramenta estratégica de vendas conseguem desenvolver campanhas mais inteligentes, alinhadas ao funil comercial, com maior capacidade de impactar o caixa , objetivo final de toda estratégia comercial bem estruturada. Os anúncios deixam de ser apenas uma ação complementar de marketing para se tornarem protagonistas na geração de resultados concretos: vendas, contratos fechados e negócios transformados.

Modelo tradicional de empresas de marketing está com os dias contados, diz especialista

O modelo tradicional de empresa está com os dias contados. A afirmação é de Filipe Bento, fundador e CEO do Atomic Group, mas reflete uma tendência observada em centros de inovação do Vale do Silício, China e Europa, em que o futuro dos negócios não é crescer inflando estruturas, mas sim se conectar de forma estratégica em redes inteligentes de criação de valor. Essa rede tem nome: chama-se microecossistema.

Um microecossistema é uma rede de conexões vivas, formada por empreendedores, especialistas, canais, startups, plataformas e comunidades, unidos por um propósito claro e capazes de compartilhar valor, aprendizado e resultados de forma contínua.

Enquanto ecossistemas tradicionais ainda mantêm uma estrutura central de comando (com startups e parceiros orbitando uma grande corporação), os microecossistemas eliminam a centralização e operam de forma distribuída, colaborativa e ágil.

“O microecossistema cresce com ou sem o fundador, porque se apoia na inteligência coletiva e no propósito compartilhado, não em hierarquias rígidas”, explica Filipe Bento, CEO do Atomic Group.

Bento explica por que o microecossistema é mais adequado ao mercado atual: “O mercado global vive uma era de descentralização e inteligência artificial, em que as empresas precisam escalar com rapidez e flexibilidade para atender consumidores mais exigentes e dinâmicos”.

Empresas tradicionais enfrentam gargalos, como estruturas hierárquicas rígidas, lentidão para inovar e dificuldade de escalar sem inflar custos.

Já os microecossistemas permitem: escala sem peso estrutural, utilizando parcerias inteligentes em vez de contratações massivas; inovação contínua, pois cada integrante contribui com insights e soluções; resiliência, já que os riscos são compartilhados em rede; e velocidade de execução, pois decisões fluem sem burocracia.

Na prática, um microecossistema é estruturado por meio de conexões estratégicas. As startups trazem inovação e agilidade; especialistas oferecem conhecimento técnico e mentoring; os canais e plataformas viabilizam distribuição e escala; e as comunidades ajudam a construir a cultura e validar soluções no mercado.

O fundador atua como orquestrador, conectando os pontos, sustentando a visão e cuidando da cultura, mas não precisa ser o centro de todas as operações nem comandar microgerenciamentos. “O empreendedor não quer mais ser dono de estrutura. Quer ser dono de resultados”, resume Filipe Bento.

Tendência de mercado em 2025

Modelos colaborativos em rede, como microecossistemas e plataformas de cocriação, estão ganhando força no Brasil, impulsionando inovação e eficiência em diferentes setores. Embora não haja um valor consolidado apenas para esses modelos, eles integram um mercado que movimentou R$ 98 bilhões em 2024, considerando startups, hubs de inovação e corporate venture, segundo dados da Endeavor e da ABStartups.

No primeiro trimestre de 2024, apenas as startups brasileiras receberam US$ 1,24 bilhão em aportes, conforme dados do Distrito.

“Isso mostra que cada vez mais empresas migram de aquisições tradicionais para modelos de parcerias e cocriação, característicos dos microecossistemas, pela flexibilidade e velocidade que oferecem”, destaca o executivo. 

Globalmente, relatórios de mercado mostram que modelos de ecossistemas em rede crescem muito mais rápido que empresas isoladas, com destaque para os setores de inteligência artificial, saúde, varejo e fintechs.

Relatório da CB Insights (2024) confirma a tendência, registrando um crescimento de 27% no venture capital global, consolidando o papel dos microecossistemas como alicerce para a nova economia de inovação no Brasil e no mundo.

O Atomic Group, por exemplo, opera sob esse modelo: uma rede que conecta sete empresas, atuando em aceleração, educação, venture building e tecnologia, com presença em cinco continentes e meta de faturar R$ 35 milhões em 2025.

O grupo mantém times enxutos, prioriza conexões e cocriação, reduzindo riscos e acelerando resultados. Além disso, os fluxos são ágeis, adaptando as iniciativas do grupo a mudanças no mercado sem engessar operações.

“Os líderes precisam entender que o conceito de microecossistema é uma mudança de paradigma para empresas que querem prosperar na economia pós-industrial”, destaca.

Existem inúmeras vantagens do microecossistema para negócios, como a escalabilidade sem peso estrutural; a capacidade de inovação constante; a redução de riscos e custos fixos; o fortalecimento de marca por meio de parcerias estratégicas; a captação e retenção de talentos por propósito, não apenas por salário; e a velocidade e flexibilidade para pivotar frente a crises e oportunidades.

Próximos passos

Filipe Bento prepara o lançamento do livro Microecossistemas, com um compilado das práticas e frameworks necessários para adotar o modelo. “Não estamos falando apenas de mais uma moda de gestão. Estamos falando de um caminho inevitável para quem deseja crescer em um mercado conectado, inteligente e colaborativo. O futuro dos negócios será dos microecossistemas”.

Black Friday: Marketplaces anunciam datas de “Freezing” e alerta de preparação para sellers é disparado

Black Friday, marcada para o dia 28 de novembro, promete ser um dos maiores eventos de vendas do comércio brasileiro neste ano. Segundo estimativas da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM), o evento deve gerar mais de R$ 13 bilhões em vendas. Estima-se para este ano R$ 16,5 milhões de pedidos e um valor médio de compra de R$ 808,50, frente aos R$ 15,75 milhões e R$ 738,00 registrados no ano anterior.

“O ‘freezing’ não é uma sugestão, é uma regra do jogo. Quem deixar para a última hora vai encontrar o sistema travado e ficará assistindo à concorrência vender”, afirma Cláudio Dias, CEO da Magis5, hub de tecnologia para automação e integração de e-commerces. “A complexidade aumenta porque cada marketplace tem seu próprio cronograma. O que é permitido em uma plataforma pode já estar bloqueado em outra”. 

De acordo com Dias, ainda, o freezing impede a inclusão de novos produtos e o cadastro de novos vendedores. “Contudo, uma das restrições mais importantes é a impossibilidade de alterar os preços dos produtos durante o período, o que pode ser decisivo para muitos lojistas nesse período de grande movimento”, destaca.

H2: Principais prazos de freezing para marketplaces em 2025:

  • Amazon: O envio de estoque para o FBA é recomendado até 1º de novembro, e a submissão de ofertas encerra em 28 de outubro. O congelamento geral, com restrições a alterações de catálogo, ocorrerá entre 22 e 30 de novembro.
  • Americanas: Vendedores têm até 22 de novembro, às 23h59, para integrar novas lojas, cadastrar produtos, atualizar preços e anúncios, e aderir a campanhas. O envio de produtos para o Fulfillment vai até 25 de novembro, às 23h59.
  • Carrefour: Prazos importantes incluem: integração de novas lojas e reativações até 31 de outubro; cadastro de novos produtos até 5 de novembro; e atualização de anúncios até 11 de novembro. As atualizações de preços são permitidas até as 14h de 27 de novembro, com aumentos bloqueados até as 10h de 30 de novembro.
  • Casas Bahia: O cadastro de novos produtos e ajustes de preços são permitidos até 22 de novembro, às 19h59. O “freezing” geral do sistema começa às 20h de 21 de novembro, travando a maior parte das edições no catálogo.

O especialista explica que as chamadas “travas” ocorrem em datas diferentes para cada plataforma: algumas começam em outubro, enquanto outras só em novembro. “É fundamental que os sellers fiquem atentos às datas específicas de cada marketplace para garantir que suas ofertas estejam disponíveis durante a Black Friday. Uma vez que o freezing começa, não é mais possível incluir produtos ou alterar preços —  por isso, todo o catálogo deve estar totalmente preparado e atualizado antes dessas restrições entrarem em vigor”, orienta o CEO da Magis5.

H2: Tecnologia como aliada estratégica

Com janelas de tempo tão apertadas e regras distintas, a gestão manual se torna um risco operacional. “Imagine ter que controlar manualmente o estoque, os preços e as especificações de centenas de produtos em três ou quatro marketplaces diferentes, cada um com uma data de corte distinta. O risco de erro é imenso”, explica Dias.

O especialista orienta, ainda, que os sellers garantam diferenciais além dos preços, como, por exemplo, relacionados à logística. Garantir entregas rápidas e eficientes pode ser um diferencial competitivo durante a Black Friday, assim como preparar o atendimento ao cliente para lidar com o aumento no volume de interações e oferecer um serviço de excelência, com foco na fidelização.

“Um hub de integração permite que o seller faça esses ajustes de forma integrada e os distribua para todos os canais de uma só vez, respeitando as regras de cada um. A tecnologia de automação cuida da operação para que o gestor possa focar na estratégia”, conclui o especialista. Com a projeção de faturamento da Black Friday ultrapassando os R$ 13 bilhões, segundo a ABIACOM, o planejamento prévio e o uso de ferramentas inteligentes serão os grandes diferenciais entre o lucro e a frustração.