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99 lança “Mais Segura”, que ativa recursos de segurança em poucos cliques

A 99 anuncia o lançamento da Mais Segura, uma funcionalidade de segurança criada exclusivamente para passageiras da plataforma. O recurso permite que, com poucos cliques, as usuárias ativem ferramentas extras de proteção, como compartilhamento de rota com contatos de confiança, monitoramento em tempo real durante todo o trajeto e gravação de áudio da viagem. 

A iniciativa faz parte do programa 99 Mais Mulheres, que visa fortalecer a segurança, a inclusão e o empoderamento feminino no transporte por aplicativo. A funcionalidade é mais uma camada de segurança para as mulheres, especialmente em situações de maior vulnerabilidade, como corridas noturnas ou de longa distância.

Na 99, a busca para contribuir com a segurança e conforto é contínua e inegociável. Mais do que uma ferramenta, a Mais Segura é um passo importante na jornada da empresa para tornar o transporte por aplicativo mais confiável, inclusivo e respeitoso para todas as pessoas, especialmente para nós, mulheres”, afirma Maria Luiza Marcolan, gerente Sênior e líder para a frente de prevenção e percepção de Segurança na 99.

SEGURANÇA É PRIORIDADE

A Mais Segura chega para compor um portfólio de ferramentas e iniciativas da 99 voltadas à segurança das mulheres e que atendem às demandas de passageiras e motoristas parceiras da plataforma. 

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em novembro de 2024 em parceria com a 99 revelou que 97% das mulheres de baixa renda se preocupam com importunação sexual durante seus deslocamentos. Além disso, 69% apontam a caminhada como o meio mais arriscado, mesmo sendo parte obrigatória da rotina de mobilidade “Esse índice comprova a necessidade de pensar em iniciativas que tornem as viagens de nossas passageiras mais confortáveis e seguras. A ativação rápida e discreta de diversas funções em poucos cliques ajuda a combater vulnerabilidades enfrentadas por mulheres no transporte urbano”, explica Maria Luiza.

As várias ações implementadas pela 99 com foco em segurança contribuem para que a empresa mantenha um índice de 99,9997% de viagens concluídas sem ocorrências e uma redução de 32,5% nos incidentes de assédio contra passageiras no primeiro semestre de 2024.

Além da Mais Segura, outras iniciativas do 99 Mais Mulheres incluem: o Botão 99Mulher, que permite motoristas parceiras receberem apenas chamadas de passageiras mulheres e uma Central de Segurança 24h, com equipes especializadas no atendimento a passageiras em casos de denúncia.

Com a nova funcionalidade, a 99 reforça seu compromisso em investir em tecnologia, atendimento humanizado e iniciativas que ampliem a proteção e a autonomia das mulheres em seus deslocamentos. Para mais informações sobre a Mais Segura, acesse: https://passageiros.99app.com/recurso-mais-segura/.

Camisetas de times podem se tornar meios de interação, pagamento e engajamento digital com o torcedor

A camiseta de um clube já é símbolo de pertencimento e paixão. Mais do que um uniforme, essa vestimenta está prestes a se transformar também em um meio de interação, pagamento e engajamento digital com o torcedor. É o que explica Alexsandro Franco, gerente de desenvolvimento de novos negócios Solutions da Avery Dennison para América Latina.

A companhia, que já oferece soluções de personalização e performance usadas por grandes clubes e marcas esportivas ao redor do mundo, por meio de sua linha Embelex – líder global no fornecimento de nomes, números, emblemas e acabamentos especiais – agora avança para um novo patamar: integrar tecnologias digitais como RFID e NFC às peças, criando as chamadas “camisetas inteligentes”.

“O torcedor da geração digital quer participar, criar, compartilhar, fazer parte da história do time. E as camisetas inteligentes são o canal perfeito para isso. Elas permitem que o fã viva essa experiência dentro e fora do estádio, e que os clubes ampliem sua presença e suas oportunidades de receita. Hoje já conseguimos personalizar, automatizar e tornar o processo de produção mais sustentável. O próximo passo é conectar as peças digitalmente, transformando cada camiseta em um ponto de interação direta com o torcedor”, explica o executivo.

Pagamento sem atrito e acesso facilitado

Atualmente, Alexsandro explica que as tecnologias de RFID já são utilizadas por clubes e marcas para controle de estoque e rastreabilidade. Mas o potencial vai além. Nos próximos anos, a empresa aposta que os mesmos recursos permitirão pagamentos e acessos sem cartão em estádios e lojas.

“Em breve, será possível acessar o estádio, entrar em áreas exclusivas ou realizar compras apenas aproximando a camiseta de um leitor. Estamos falando de conveniência e agilidade em um nível inédito. O objetivo é que a peça se torne uma chave única de acesso, mais prática, segura e integrada à jornada do fã”, detalha.

Personalização em tempo real: o que já acontece e o que vem por aí

De acordo com o executivo, soluções como as da Embelex já permitem que torcedores personalizem camisetas e uniformes em tempo real; um serviço presente em lojas oficiais de clubes e arenas esportivas. Entretanto, a tendência é que essa experiência evolua, com processos mais automatizados, integração a plataformas digitais e experiências híbridas.

“Hoje o torcedor já pode criar sua camiseta no ponto de venda, com nome, número e acabamento em minutos. No futuro, essa personalização estará conectada a um perfil digital, permitindo incluir conteúdos exclusivos, benefícios e até itens colecionáveis vinculados à peça. Cada camiseta contará uma história única”, comenta Alexsandro.

Conexão digital além do estádio

Os gatilhos digitais já estão sendo testados em diferentes mercados. Códigos QR e etiquetas NFC aplicados às camisetas permitem que torcedores acessem vídeos, ativações e experiências interativas diretamente pelo smartphone. Nos próximos anos, essa tecnologia deve se consolidar e ganhar novas funções, como programas de fidelidade integrados, acesso a benefícios e produtos colecionáveis digitais.

“O jogo não termina no apito final. Com as camisetas conectadas, o torcedor pode viver a marca em casa, no celular ou nas redes sociais. É um novo tipo de relacionamento, mais emocional e contínuo, que amplia o valor do produto e o vínculo com o clube. São experiências exclusivas e imersivas, construídas em torno de propósito, personalização, comunidade e colaborações empolgantes. Para o torcedor que é fã e apaixonado por essa atmosfera, não há nada mais satisfatório”, afirma o executivo.

Dados e inteligência: o novo campo de jogo

Por trás das camisetas inteligentes, Franco explica que há um ecossistema de dados que transforma cada peça em uma fonte de informação e relacionamento. As etiquetas digitais da Embelex, por exemplo, funcionam como gatilhos físicos (via NFC, QR code ou marca d’água digital), conectados à plataforma de dados atma.io, da Avery Dennison. Essa integração permite rastrear produtos, compreender hábitos de consumo e criar experiências personalizadas.

“Os dados são o coração desse novo modelo. Cada interação gera insights sobre preferências, comportamento e engajamento. Com isso, os clubes e marcas conseguem oferecer conteúdos e serviços sob medida, desde programas de fidelidade até recomendações de compra. A tecnologia deixa de ser apenas estética e passa a ser estratégica”, explica.

Além de inteligência de dados, a plataforma viabiliza aplicações personalizadas para marcas e times — como aplicativos próprios, ativações em tempo real no estádio, experiências imersivas em lojas e campanhas de comunicação com base no momento de decisão do consumidor. “Quando integramos o físico e o digital, criamos um ecossistema vivo, em que cada torcedor é único e cada interação é uma oportunidade de valor. É a união perfeita entre tecnologia, emoção e propósito”, completa o executivo.

Sustentabilidade integrada à inovação

A sustentabilidade já é uma realidade em boa parte das soluções desenvolvidas pela companhia, sobretudo na linha esportiva, que utiliza materiais reciclados, processos de sublimação e corte a laser que reduzem o consumo de recursos naturais e o desperdício em toda a cadeia. O avanço agora está em expandir o uso de materiais de baixo impacto e integrar rastreabilidade via RFID a essas iniciativas, permitindo que marcas e consumidores saibam exatamente a origem, o ciclo e o impacto ambiental de cada peça.

“A inovação não pode caminhar sem responsabilidade. Já conseguimos oferecer soluções de alto desempenho com menor impacto ambiental, e o próximo passo é usar a digitalização para dar transparência a todo esse processo. Queremos que cada camiseta tenha uma identidade única e também um propósito claro”, ressalta Franco.

Conectividade ilimitada, possibilidades infinitas

Com escala global, produção flexível e um ecossistema de inovação em constante expansão, a Avery Dennison já pavimenta o caminho para um novo capítulo da moda esportiva, onde camisetas, clubes e torcedores estarão permanentemente conectados.

“O futuro das camisetas esportivas está em unir tecnologia, propósito e emoção. Elas serão mais do que peças de vestuário; serão plataformas vivas de interação. É nesse horizonte que estamos investindo, com a confiança de que o esporte pode ser o ponto de partida para novas formas de conexão humana”, conclui Alexsandro.

IA da Neogrid, NIA corrige 98% dos erros de fracionamento e fortalece a eficiência na cadeia de consumo

O fracionamento de produtos é um velho inimigo da eficiência no varejo brasileiro. A divergência entre unidades vendidas pela indústria, distribuidores e lojas costuma distorcer dados, gerar retrabalho e comprometer decisões estratégicas. Para evoluir ainda mais, a Neogrid, ecossistema de tecnologia e inteligência de dados focado na gestão da cadeia de consumo, investiu em inteligência artificial (IA) como uma alavanca para ganhar produtividade e agregar mais valor para o cliente, em solução que já corrige até 98% desses erros e se consolida como aliada de milhares de profissionais no setor.

A NIA, IA da Neogrid, está prestes a completar um ano no apoio ao varejo e à indústria na jornada de vender mais e com mais margem. A solução já atende a cerca de 6 mil profissionais por mês, engajando em conversas e aprendizados diários com o que é mais indicado para empresas melhorarem os resultados, além de solucionar um problema recorrente na cadeia de suprimentos: a distorção de dados causada pelo fracionamento de produtos.

Esse cenário é comum em itens vendidos por unidade de medida variável, como queijos e outros alimentos cortados para comercialização, o que acaba impactando análises de performance e reposição. Para minimizar esses efeitos, a NIA realiza uma conferência de dados no fim de cada mês e envia os fechamentos aos usuários, sinalizando automaticamente relatórios pendentes e promovendo uma rotina mais previsível e confiável, falando diretamentepara os times dedistribuição.

Por trás desse processo, a NIA conta com algoritmos avançados baseados em deep learning capazes de identificar e corrigir distorções com alta precisão. Com foco em análise preditiva, a solução analisa múltiplos sinais e padrões de consumo para validar as informações antes que eventuais desvios impactem os indicadores de negócio, garantindo previsões mais assertivas e uma gestão de estoques mais eficiente.

O impacto, contudo, transcende a correção de erros operacionais. Segundo um estudo da Bain & Company, soluções de IA têm potencial para aumentar a receita dos varejistas entre 5% e 10%, bem como elevar em até 25% a produtividade do setor. Já a pesquisa da Neogrid, em parceria com o Opinion Box, aponta que 84% dos brasileiros veem com bons olhos o acompanhamento do histórico de compras por parte das marcas, especialmente quando isso resulta em descontos e ofertas personalizadas.

“Na Neogrid, já temos aplicações práticas do uso da IA para agregar valor dentro da companhia. Antes, muitas empresas mantinham times inteiros dedicados à análise manual de dados para detectar inconsistências. Hoje, nossa IA faz esse trabalho de forma automatizada: recebe os dados dos distribuidores, filtra, corrige e sinaliza possíveis erros ou atrasos com agilidade e precisão – o que libera pessoas para papéis mais estratégicos na companhia”, explica Bruno Maia, líder de Dados e Inteligência Artificial da Neogrid.

Com foco em performance comercial, a NIA também atua como IA generativa

Focada em performance comercial, a NIA é uma IA generativa que funciona como parceira estratégica para potencializar o desempenho das equipes e analisar grandes volumes de informações. Ao entender a importância dos dados para o sucesso de qualquer negócio, a NIA atua como um agente de ação para definir estratégias e apoiar a execução de planos utilizando dados do ecossistema Neogrid e de fontes externas.

A solução oferece aos usuários a capacidade de conversar com seus dados de vendas e estoque explorando informações e insights em diferentes dimensões e níveis de granularidade. A NIA ainda é capaz de elaborar análises personalizadas a partir do histórico do cliente, criar gráficos e dashboards que facilitam a interpretação e disponibilizar o acesso por múltiplos canais de forma integrada, incluindo WhatsApp, nos quais pode ser acionada e enviar alertas de mercado, eventos e relatórios.

“Em cada avanço da NIA e do nosso completo portfólio de soluções, reafirmamos nossa responsabilidade de oferecer inteligência que se traduz em impacto direto nos negócios. Esse compromisso faz parte da estratégia central da Neogrid de apoiar decisões, gerar valor e eficiência e entregar inovação que faça diferença para toda a cadeia de consumo. Reforçamos ainda nosso compromisso em seguir investindo em IA para acelerar essa agenda de inovação, que enxergamos como um caminho sem volta, e preparar toda a cadeia de consumo para o futuro. Ao adotar uma abordagem ‘IA first’ tanto internamente quanto externamente, estamos alcançando ganhos significativos de eficiência em toda a operação “, acrescenta Maia.

Microsoft anuncia novos recursos do Copilot

Hoje, a Microsoft anunciou 12 novas funcionalidades que tornam o Copilot mais pessoal, mais útil e mais conectado às pessoas e ao mundo à sua volta. No vídeo do YouTube (em inglês) publicado hoje no YouTube, Mustafa Suleyman, CEO da Microsoft AI, e Jacob Andreou, diretor de Produto da Microsoft AI, apresentam as novidades e falam sobre a importância de desenvolver uma inteligência artificial a serviço das pessoas.

Para conhecer os lançamentos Copilot, você assistir ao vídeo no YouTube, ler o blog que acompanha o anúncio aqui, e visitar esta página principal, na qual encontrará links para o vídeo e o blog originais.

A seguir um resumo das notícias e funcionalidades anunciadas hoje:

  • A IA deve ser social, não isoladora. Com o Groups, o Copilot passa a ser uma experiência compartilhada – permitindo colaborar em tempo real para fazer brainstorming, escrever e estudar em conjunto com até 32 pessoas.
  • Com Memory & Personalization, pode pedir ao Copilot para memorizar informações importantes – como o treino para uma maratona ou um aniversário – e recuperar esses dados em futuras interações.
  • Com os conectores, o Copilot aproxima ainda mais o seu conteúdo, tornando fácil pesquisar e encontrar o que precisa em várias contas, usando linguagem natural.
  • Copilot for Health responde a uma das necessidades mais comuns dos utilizadores: questões relacionadas com saúde.
  • Com o Learn Live, o Copilot pode ajudar na educação, tornando-se um tutor com comando por voz que guia o utilizador através de conceitos, em vez de apenas fornecer respostas.
  • modo Copilot no Edge está evoluindo para um navegador com IA tornando-se um companheiro dinâmico e inteligente.
  • Copilot no Windows transforma qualquer PC Windows 11 num PC com IA. Com o comando de ativação “Hey Copilot”, pode iniciar uma conversa a qualquer momento, desde que a funcionalidade esteja ativada e o PC desbloqueado.

Todas as funcionalidades mencionadas estão já disponíveis no Copilot, embora a disponibilidade específica varie de acordo com o mercado, dispositivo e plataforma.

Mês da Cibersegurança: especialistas orientam sobre proteção contra ataques

Outubro marca o Mês da Conscientização sobre Cibersegurança, uma efeméride internacional que destaca a importância da segurança digital em um cenário de desafios crescentes. No Brasil, a urgência do tema se intensifica diante de um retrocesso em conhecimento e práticas, conforme revelado pelo estudo National Privacy Test (NPT) 2025, conduzido pela NordVPN. A pesquisa aponta uma queda na consciência sobre privacidade e na gestão de riscos digitais, com um aumento na parcela de usuários com preparo limitado, os chamados Cyber Tourists e Cyber Wanderers.

Diante desse panorama, especialistas ressaltam que a cibersegurança vai além de ferramentas tecnológicas, exigindo uma cultura de conscientização. “Nesse mês, é importante reforçar que a segurança digital não é apenas um tema técnico, mas um hábito diário”, afirma o especialista em cibersegurança e Diretor Executivo da HexaDigital, Daniel Tieppo.

Para usuários e empresas, a criação de uma cultura de cibersegurança envolve a adoção de medidas práticas. O COO da BugHunt, empresa brasileira pioneira em Bug Bounty na América Latina, Bruno Telles e o co-founder & COO da ViperXstartup de segurança ofensiva pertencente ao Grupo Dfense, Rodolfo Almeida, sugerem o uso de senhas robustas e exclusivas, a ativação da autenticação de dois fatores e a manutenção de sistemas atualizados. “Evitar clicar em links e e-mails suspeitos e utilizar redes seguras, como VPNs corporativas, também são recomendações”, analisa Telles.

Para empresas, a gestão de acessos e a conscientização contínua dos colaboradores por meio de treinamentos são estratégicas. Relatar incidentes e evitar o uso de dispositivos pessoais para dados corporativos complementam essas práticas”, comenta Almeida.

Cultura ciber

A cultura organizacional deve colocar a cibersegurança no centro das prioridades, orientando o comportamento de todos os colaboradores para a proteção dos dados e sistemas. Essa mudança é fundamental, já que grande parte dos ataques tem origem em falhas humanas durante atividades rotineiras de trabalho, como aponta um estudo recente da consultoria Gartner.

O futuro da segurança digital no Brasil, segundo os especialistas, será moldado pela velocidade na adoção de tecnologias avançadas e pela educação da sociedade. Tieppo projeta a consolidação da inteligência artificial como pilar estratégico, desde que acompanhada de conscientização. 

Precisamos de um esforço conjunto entre setor privado, governo e educação para criar um ecossistema resiliente. Nos próximos anos, veremos a IA consolidada como pilar estratégico, mas seu impacto só será pleno se vier acompanhado de conscientização e formação contínua”, explica Tieppo.

Rodolfo Almeida prevê defesas mais automatizadas e inteligentes, além de maior regulamentação e métricas de reporte de incidentes, tornando a segurança parte da rotina de negócios. A disciplina em reduzir exposição e proteger identidades será um diferencial competitivo.

A inteligência artificial já permite ataques mais rápidos e convincentes, desde mensagens que imitam vozes até fraudes envolvendo cadeias de fornecedores. Em resposta, veremos defesas cada vez mais automatizadas e inteligentes, capazes de antecipar padrões e sinais de fraude”, afirma Almeida.

Como reforça o especialista da BugHunt, a construção de um futuro digital mais seguro passa por disciplina, colaboração e visão estratégica. “Segurança não é um destino, mas um processo contínuo. Precisamos cultivar hábitos diários de proteção, alinhar esforços entre empresas, governo e sociedade, e entender que cada ação individual contribui para um ecossistema mais resiliente”, conclui Telles.

Black Friday: 5 estratégias para fidelizar antes da data mais competitiva do varejo

Em meio à expectativa pela Black Friday, que acontece no dia 28 de novembro, marcas se preparam para um cenário de alta concorrência e consumidores cada vez mais exigentes. Segundo o Google, 89% das pessoas reconhecem a data, e seis em cada dez pretendem comprar algum produto. 

Os setores que devem registrar alta nas vendas são eletrônicos, moda, beleza, brinquedos e eletrodomésticos, de acordo com a Abiacon (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce). Para a associação, os varejistas devem investir em campanhas antecipadas, promoções segmentadas e experiências de compra fluidas, especialmente no ambiente mobile e com atenção ao pós-venda. 

Outro estudo, da Kantar, reforça que o atacarejo já está presente em 80% dos lares brasileiros e que 17% das compras são realizadas em promoção, um aumento de 4,8 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Mais revelador ainda é o dado de que os consumidores estão 4,2 vezes mais propensos a trocar de marca do que de canal, o que torna relacionamento e experiência fatores decisivos para a fidelização nesta época do ano. 

Para Leopoldo Jereissati, fundador e CEO da All Set Comunicação – agência especializada em operações in-house e retail media que atende empresas como Mercado Ads, Iguatemi e Nestlé — o período pré-Black Friday é estratégico justamente por isso. 

“Antes de competir por preço, é o momento de mostrar valor. Quando a comunicação transmite atenção, escuta e personalização, a marca fortalece o relacionamento e gera impacto real”, afirma o executivo.  

Pensando nesse cenário, confira cinco estratégias para fidelizar clientes e potencializar resultados na Black Friday em qualquer setor: 

  1. Valorize a comunidade de clientes

Antes de lançar descontos agressivos, reconheça quem já é cliente fiel. Programas de pontos, conteúdos exclusivos e experiências VIP criam conexão emocional e diferenciam a marca. 

Segundo Jereissati, personalização, engajamento e responsabilidade socioambiental são os novos pilares da fidelização. “Empresas que souberem alinhar tecnologia, estratégia e empatia estarão mais bem posicionadas para conquistar e manter clientes em um mercado cada vez mais competitivo”, reforça. 

  1. Personalize a experiência

Utilize dados de CRM e histórico de compras para criar ofertas e mensagens sob medida. O consumidor quer sentir que a marca o conhece e se importa. 

Um bom exemplo é a Nike, que integrou inteligência artificial ao programa NikePlus e aumentou em 30% o valor vitalício dos clientes (CLV), oferecendo recomendações e produtos personalizados, até tênis com ajustes biomecânicos baseados na pisada. 

  1. Use o período para ouvir o cliente

Antes da Black Friday, é essencial saber o que o público espera. Pesquisas rápidas e canais de feedback ativo demonstram atenção e ajudam a ajustar a comunicação e as ofertas. 

“No mercado, há diversas formas de mensurar satisfação, como NPS (Net Promoter Score), CSAT (Customer Satisfaction Score) e CES (Customer Effort Score)”, explica Leopoldo. “Ouvir o cliente é o primeiro passo para encantá-lo.” 

  1. Aposte no relacionamento omnichannel

Integrar canais digitais e físicos garante jornadas de compra mais fluidas e aumenta as chances de conversão. 

Dados do Instituto Locomotiva e da QuestionPro mostram que 70% dos consumidores brasileiros preferem descontos diretos, enquanto o cashback tem maior aceitação no público digital. Já promoções do tipo “leve 2, pague 1” funcionam melhor em supermercados e fast fashion, o que reforça a importância de adequar a estratégia por canal. 

  1. Reforce o propósito da marca

O consumidor da Black Friday 2025 quer mais do que preço. Mostrar valores, propósito e impacto positivo, social, ambiental ou cultural, é essencial para conquistar lealdade. 

Pesquisa da Nexus revela que 6 em cada 10 consumidores brasileiros deixaram de comprar produtos nos últimos dois anos por questões éticas ou de conduta das marcas. Os principais motivos são: desrespeito ou discriminação (47%), corrupção (42%), impacto ambiental negativo (32%) e politização (26%). 

Com o consumidor mais atento e exigente, a Black Friday deixou de ser apenas uma corrida por descontos e passou a ser um teste de relacionamento. Marcas que começarem a construir vínculos agora estarão melhor posicionadas não só para vender mais, mas também para fidelizar por mais tempo.

Tecnologia impulsiona eficiência no varejo e atacado e prepara o setor para a Black Friday e o Natal

Com a aproximação das datas mais movimentadas do comércio, a Black Friday e o Natal, empresas de varejo e atacado intensificam seus esforços para atender a uma demanda cada vez mais exigente e imediatista. Nesse contexto, a tecnologia tem se tornado peça-chave para garantir eficiência, agilidade e competitividade.

Segundo Rodolfo Cassorillo, especialista em tecnologia para o varejo e gestão de operações, a transformação digital deixou de ser tendência e passou a ser um fator de sobrevivência no setor. “Hoje, o diferencial não está apenas em vender mais, mas em vender melhor. A tecnologia permite antecipar demandas, otimizar estoques e oferecer experiências personalizadas que fidelizam o cliente mesmo após o período promocional, com o é o caso da Black Friday”, explica.

Soluções como sistemas integrados de gestão (ERP), análises de dados em tempo real, inteligência artificial e automação de processos logísticos estão entre as ferramentas mais adotadas por empresas que buscam eficiência. Esses recursos ajudam desde a previsão de estoque até o atendimento ao cliente, etapas críticas durante o aumento do volume de vendas.

Em épocas como a Black Friday, uma falha de comunicação entre estoque e ponto de venda, por exemplo, pode significar perdas financeiras e de credibilidade. Por isso, a integração entre os canais físicos e digitais é essencial para garantir uma operação fluida e sem rupturas.

Além da performance operacional, a tecnologia também tem papel estratégico na experiência do consumidor, especialmente nas vendas online. Plataformas omnichannel, sistemas de recomendação e atendimento automatizado são soluções que ajudam o cliente a encontrar o produto ideal e ter uma jornada de compra mais prática e intuitiva.

“O consumidor quer conveniência e segurança. As marcas que usam dados para entender o comportamento do público conseguem oferecer ofertas mais assertivas e evitar frustrações, como falta de estoque ou atrasos nas entregas”, complementa Cassorillo.

Com o varejo e o atacado cada vez mais integrados, o especialista ressalta que a análise de dados será o grande diferencial competitivo neste fim de ano. “O futuro do setor está em transformar informação em ação. Quem conseguir usar a tecnologia para prever demandas e ajustar estratégias em tempo real vai se destacar não só na Black Friday, mas também nas vendas de Natal e ao longo de todo o ano”, conclui Rodolfo Cassorillo.

Otimismo com a IA estimula brasileiros a renovar dispositivos e investir em uma vida mais conectada, aponta pesquisa

A maioria dos brasileiros tem uma percepção positiva sobre o uso da inteligência artificial (IA) no trabalho e do impacto da inovação em seu dia a dia nos próximos 10 anos. De acordo com a pesquisa “A Década Conectada” da Assurant, 65% dos indivíduos no Brasil acreditam que a IA terá uma influência positiva nos próximos anos. Essa perspectiva favorável é mais acentuada entre os jovens das Gerações Z, Millennials e X, que já estão mais familiarizados e expressam otimismo em relação à IA no futuro.

Os benefícios da IA, ao transformar os dispositivos em produtos mais eficientes, personalizados e integrados, impulsiona também o desejo das pessoas por mais tecnologias conectadas: 93% dos brasileiros planejam trocar seus dispositivos atuais por modelos mais modernos nos próximos 12 meses, especialmente para fins de entretenimento, lazer e segurança residencial.

Entre os principais itens estão smartphones com 74% dos consumidores pretendendo comprá-los, 40% fones de ouvido e mais de 30% têm preferências por notebook, smartwatches, vídeo games, aspirador de pó, fechaduras e sistemas de iluminação inteligentes residenciais. Smart TVs, caixas de som com Wi-Fi e Bluetooth e aparelhos de streaming também estão na lista.

Enquanto as gerações mais jovens priorizam o entretenimento ao adquirir novos dispositivos conectados, os consumidores mais maduros focam na segurança doméstica, de acordo com a pesquisa que foi realizada com 9 mil consumidores de 18 a 76 anos de nove países (Brasil, Austrália, Canadá, Alemanha, Índia, Japão, México, Coreia do Sul e Reino Unido). No Brasil, o levantamento ouviu 1.000 consumidores – 59% são Millennials, 16% Geração Z, 19% Geração X e 6% Baby Boomers.

“O levantamento revela que os brasileiros estão em busca de um ecossistema tecnológico mais integrado e eficiente, capaz de conectar múltiplos dispositivos para facilitar o dia a dia. Há um interesse crescente por soluções que funcionem de forma coordenada, oferecendo uma experiência mais fluida e inteligente”, explica Mariana Roth, Superintendente de Marketing da Assurant no Brasil.

‘Observamos também que, na percepção dos participantes da pesquisa, a inteligência artificial está se incorporando ao cotidiano. Cada vez mais consumidores já utilizam dispositivos com IA para gerenciar rotinas, aplicativos de bem-estar e iniciativas voltadas à qualidade de vida”, afirma.

Popularidade dos dispositivos conectados

Ao analisar a amostra por país no Brasil e Índia, se destacam com o maior número de dispositivos conectados nas residências, com médias de 10.7 e 12.9, respectivamente. O Brasil supera países como Alemanha, Reino Unido e Japão em índice de conectividade.

No Brasil, os smartphones são os dispositivos mais presentes na vida dos participantes da pesquisa, com 84% de uso em todas as gerações. Outros aparelhos conectados relevantes incluem:

  • 69% TV conectada à internet (Smart TV) – todas as gerações usufruem.
  • 58% notebooks – Geração X e Millennials são os maiores usuários.
  • 52% fones de ouvido – mais presentes entre Geração Z e Millennials.
  • 46% computador (desktop) – Millennials e Baby Boomers são os que têm mais.

Canais de compra e pagamentos

Quando se trata de adquirir um novo dispositivo ou item eletrônico, a modalidade online é a preferida por 56% dos entrevistados. Os Millennials são os que mais pesquisam e compram online. Os Baby Boomers, por sua vez, pesquisam na internet, mas preferem finalizar a compra na loja física.

Em relação aos meios de pagamento, há uma tendência geral de uso do PIX, principalmente entre a Geração Z (38%), os Millennials (33%) e a Geração X (28%). No entanto, para a Geração X (49%) e os Baby Boomers (59%), o cartão de crédito continua sendo o método de pagamento preferido.

Proteções e assistências

A pesquisa também revela um crescente interesse dos brasileiros por serviços de proteção e assistência ao adquirir novos dispositivos conectados, sejam eles de uso pessoal, entretenimento ou para a casa. Os dados mostram que 5 em cada 10 planejam comprar uma garantia estendida no futuro.

“À medida que a adoção de dispositivos inteligentes acelera, também aumenta a necessidade de proteção. Os consumidores reconhecem o valor de garantir que sua tecnologia permaneça funcional, segura e com suporte, em qualquer situação de imprevisto”, reforça.

A coleta e as análises das respostas online da pesquisa “Década Conectada” da Assurant foram realizadas em janeiro deste ano, em parceria com a Mega Research.

Saiba mais sobre a pesquisa “Década Conectada” em: Link

O que está por trás da Black Friday das grandes marcas: dados, IA e decisões em tempo real

A Black Friday não é mais apenas uma data para vender. Se tornou um grande campo de prova para a tecnologia que sustenta o varejo digital. Quando o tráfego dispara, os sistemas são pressionados ao limite e cada segundo de navegação pode definir o sucesso, ou o prejuízo, de qualquer operação de vendas. Por trás das campanhas, ofertas e vitrines virtuais, existe um ecossistema invisível composto por estratégia, dados, automação e inteligência que garante que tudo funcione com sucesso e em tempo real. É nesse bastidor que empresas especializadas, como a Quality Digital, vêm se consolidando como um “braço” estratégico das principais marcas e marketplaces do país, ajudando a transformar cada interação em aprendizado e cada venda em inteligência contínua.

Roberto Pereira Ave Faria, vice-presidente da Quality Digital, diz que é preciso estar atento a possíveis gargalos que, muitas vezes, passam despercebidos no dia a dia, mas que fazem enorme diferença quando a pressão de vendas aumenta. “E a Black Friday, sem dúvidas, é um grande teste de maturidade digital de uma operação”, afirma.

Em um e-commerce, pequenas mudanças podem gerar grandes resultados. Foi o que aconteceu com a Pandora, por exemplo, que enfrentava uma queda na taxa de conversão por um motivo simples: em páginas longas de produtos, o botão de compra desaparecia durante a rolagem. A solução foi fixar o botão durante toda a navegação, mantendo a ação de compra visível o tempo todo. O impacto foi imediato, com mais 2,5% em adições ao carrinho e mais 1% em visualizações de produto, gerando 95% de significância estatística. 

O mesmo princípio orientou o trabalho com a Levi’s, que possuía um bom tráfego, mas uma taxa de conversão abaixo do esperado. A análise comportamental revelou que faltavam estímulos no momento da decisão. A inclusão de mensagens de escassez e exclusividade, como “últimas unidades disponíveis na sua região”, ajudou a acelerar a decisão do consumidor, gerando aumento de 14% nas adições ao carrinho e de 4% em pedidos concluídos.

“É no detalhe da jornada que a diferença acontece. Às vezes, o problema não está na tecnologia, mas na comunicação, no tempo da mensagem ou na disposição de um botão”, explica Roberto.

Na Kipling, a barreira estava no cálculo automático de frete, exibido cedo demais na jornada, o que gerava desistências antes mesmo do checkout. Ao redesenhar o fluxo para exibir o frete sob demanda, a Quality reduziu a fricção cognitiva e aumentou a taxa de conclusão de compras. Já em uma das grandes varejistas do país, a companhia antecipou informações críticas de entrega e disponibilidade de produtos para o início da navegação, garantindo previsibilidade e consolidando o Delivery Promise como um diferencial estratégico permanente. “Antecipar a informação certa, no momento certo, é um dos pilares da boa experiência. Quando o cliente sente transparência e fluidez, a conversão vem naturalmente”, explica o executivo.

Um dos maiores desafios do e-commerce é o abandono de carrinho, que chega a 80% no Brasil, segundo o E-commerce Radar. Para reduzir essa perda, a Quality Digital, em parceria com a Tá no Bolso, lançou o Chat-Commerce, solução que leva a jornada de compra para o WhatsApp, canal usado por mais de 90% dos brasileiros.

O cliente pode retomar o carrinho, revisar o pedido e concluir o pagamento diretamente no aplicativo, sem redirecionamentos. “Com o Chat-Commerce, o varejo começa a estar onde o cliente realmente está. A fronteira entre site e conversa desaparece, e a jornada se torna contínua e natural”, destaca Roberto. Na Black Friday de 2024, a ferramenta de recuperação de carrinhos alcançou 5% de taxa de conversão e gerou mais de R$ 160 mil em receita líquida adicional em poucas semanas para um dos clientes, chegando a um ROI de 742%. Esses resultados foram obtidos sem a nova versão com IA. Para 2025, a expectativa é que a versão evoluída com venda ativa e recomendação inteligente, chegue a 15% ou mais de conversão.

Além disso, uma das novas apostas da Quality Digital para apoiar as marcas em 2025 tem sido a Sinatra, um copiloto de inteligência artificial para e-commerce capaz de monitorar toda a jornada digital e corrigir automaticamente falhas que afetam conversão, estoque e campanhas. A solução já demonstrou impacto real em operações de grande escala: evitou mais de US$ 11 milhões em fraudes internas, corrigiu erros de precificação em mais de 500 SKUs e identificou, em apenas 90 segundos, um vazamento de cupom com 100% de desconto. “A Sinatra representa o próximo estágio da transformação digital no varejo. Estamos saindo do modelo de análise pós-evento para uma gestão em tempo real, onde a IA age de forma preventiva e autônoma”, afirma o VP.

Carlos Henrique é o novo CEO da Sttart Pay

Sttart Pay é um Provedor de Serviços de Pagamento (Payment Service Provider – PSP) brasileiro com atuação consolidada em diversos países da América do Sul, incluindo Paraguai, Argentina, Uruguai e Costa Rica, anuncia a chegada de Carlos Henrique como novo CEO. Com ampla experiência nas áreas de compliance, jurídico e operações, o executivo chega com a missão de impulsionar o crescimento da empresa e consolidar sua presença no mercado internacional de meios de pagamento digitais.

“Assumir a Sttart Pay é um passo importante na minha trajetória e uma grande oportunidade de liderar uma empresa que une inovação, tecnologia e propósito . Nosso foco será expandir operações e fortalecer parcerias estratégicas”, afirma o novo CEO.

Advogado focado no mercado financeiro, com especialização em Planejamento e Gestão Corporativa pela FAAP e certificado ABT2 pela Associação Brasileira de Câmbio, Carlos acumula passagens por gigantes do setor financeiro como ABN Amro Bank, Citi, Crefisa, Advice Compliance Solutions e Frente Corretora, onde atuou como Chief Compliance & Legal Officer (CCLO) e, posteriormente, como Chief Operating Officer (COO).