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Honda lidera vendas de carros automáticos usados de até R$ 80 mil na OLX

Levantamento do Data OLX Autos, fonte de inteligência automotiva do Grupo OLX, mostra que dois modelos da Honda são os carros automáticos de até R$ 80 mil mais vendidos por meio da plataforma entre janeiro e agosto deste ano. No caso dos hatches, lidera o Honda Fit 2015, com 3% de share dentre os automóveis da categoria e com preço mediano de R$ 62.841 no período avaliado. O Honda Civic 2014 é o mais comercializado dentre os sedãs, com 2,7% de participação e custando em torno de R$ 69.351.

“Os dados do Data OLX Autos revelam uma clara preferência do consumidor brasileiro pelos veículos Honda no mercado de carros automáticos usados até R$80 mil. Essa liderança reflete não apenas a confiabilidade da marca japonesa, mas também o excelente custo-benefício oferecido por esses modelos no mercado secundário,” afirma Flávio Passos, VP de Autos do Grupo OLX. “Hoje, contamos com um inventário de mais de 800 mil veículos anunciados mensalmente na OLX, entre os quais há diversas opções de automáticos, além de ferramentas como o Referencial de Preços e o Histórico Veicular, para que compradores e vendedores fechem o melhor negócio”, complementa Passos.

Hatches

Após o Honda Fit 2015, o Volkswagen Polo 2019 é o segundo hatch automático mais vendido, com 2,4% de participação e valor mediano de R$79.867. O modelo 2020 vem na terceira posição, com 2,1%, com preço de R$77.586.

O Honda Fit 2015 também lidera dentre os hatches automáticos mais procurados, com 2,6% de share, seguido pelo Volkswagen Golf 2015, com 2,2%, e Volkswagen Golf 2014, com 2,1%.

O Peugeot 208 2023 é o hatch automático mais anunciado no período, com 5,3% de participação, seguido pelo Chevrolet Onix 2020, com 3,2%, e pelo Honda Fit 2015, com 3,1%.

Preços

O Chevrolet Onix 2021 foi o hatch automático que apresentou a maior depreciação no preço mediano dentre os mais vendidos, com redução de 8%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Já o Honda Fit 2014 registrou a maior valorização, de 5,7%.

Sedãs

Após o Civic 2014, o Honda City 2015 é o segundo sedã automático mais vendido entre janeiro e agosto, com 1,5% de participação, e preço mediano de R$ 64.396 no período. Dois modelos dividem a terceira colocação com 1,3% de participação cada: o Chevrolet Onix 2020 (por R$ 70.744) e Honda Civic 2016 (R$ 77.856).

O Honda Civic 2014 é o mais procurado dentre os sedãs automáticos, com 2,5% de share. O Honda Civic 2016 e o Toyota Corolla 2014 dividem a segunda colocação, com 1,3% cada. O Corolla 2012 ocupa a terceira posição, com 1,2%.

O Civic 2014 também lidera dentre os sedãs automáticos mais anunciados no período, com 4,7% de participação, seguido pelo Chevrolet Onix 2020, com 3,6%. O Honda Civic 2016 e o Chevrolet Onix 2021 ficam em terceiro, com 2,1% cada.

Preços

A versão sedã do Chevrolet Onix 2020 registrou a maior depreciação no preço mediano dentre os mais vendidos, com redução de 6,8%, em comparação com o mesmo período do ano passado. O Honda Civic 2012 apresentou a maior valorização dentre os modelos do ranking, de 6,2%.

SUVS

O Jeep Renegade 2016 foi o carro automático mais comercializado dentre os SUVs, com 1,5% de share e preço mediano de R$ 68.107. O Nissan Kicks 2018 vem em segundo lugar, com 1,1%, e custando cerca de R$ 78.794 no período. Renegade 2020 ocupa o terceiro lugar, com 1%, e por R$ 77.812.

O Renegade 2016 foi o mais procurado, com 1,3% de share. O Nissan Kicks 2018 vem na segunda colocação, com 0,8%. O Renegade ocupa a terceira, com 0,7%.

O Renegade ocupa as duas primeiras posições dentre os SUVs mais anunciados no período. O modelo ano 2016 lidera, com 6,2% de share, seguido pelo ano 2020, em segundo lugar, com 4,1%. O Citroën C4 Cactus 2022 vem em terceiro, com 3,4%.

Preços

A Pajero 2013 foi o SUV automático que mais depreciou dentre os mais vendidos, com redução de 9,8% no preço em relação ao mesmo período de 2024. O Nissan Kicks 2017 registrou a maior valorização, de 1%.

Como comprar e vender um veículo online com segurança

  • Se for comprar, negocie diretamente com o proprietário do veículo ou vendedor autorizado; se for vender, faça a negociação com o próprio comprador. Evite negociar com terceiros, como parentes, amigos ou conhecidos, e desconfie de intermediários;
  • Sempre marque uma visita para ver o veículo presencialmente antes de fechar o negócio e prefira locais movimentados, como estacionamentos de shoppings e supermercados. Vá, de preferência, acompanhado e durante o dia;
  • Antes de concluir o negócio, peça uma Vistoria Cautelar em uma empresa credenciada pelo Detran e vá junto com o dono do automóvel realizar a vistoria;
  • Se a proposta vier de lojas de seminovos, não se esqueça de checar o CNPJ e a legalidade do funcionamento do estabelecimento;
  • Faça o pagamento apenas em uma conta em nome do proprietário do veículo e, antes de depositar, verifique os dados direto com o proprietário;
  • Confirme os dados bancários da conta em que o valor do veículo deve ser depositado;
  • Vendedor e comprador devem ir juntos ao cartório fazer a transferência, e o pagamento só deve ser feito quando a transação for concluída no cartório;
  • Só entregue o veículo depois que os documentos forem transferidos e o pagamento for confirmado.

Consumo consciente: Privalia e Instituto Dona de Si lançam iniciativa pioneira de moda circular na Black Friday

Em uma iniciativa que redefine o conceito de uma das principais datas do varejo nacional, a Privalia, em parceria inédita com o Instituto Dona de Si, da atriz e escritora Suzana Pires, e a Clique e Retire, transforma a Black Friday em um poderoso movimento de consumo consciente e impacto social. Com a proposta de desapegar do que já cumpriu o seu papel e abrir espaço para novas histórias, dos dias 20 a 31 de outubro, o público geral poderá doar suas roupas em bom estado nos lockers da Clique Retire em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O cliente que doar receberá, por e-mail, um voucher de R$100 para compras acima de R$349 na Privalia durante o período da Black Friday.

As peças arrecadadas não serão apenas redistribuídas. Elas serão a matéria-prima do LAB de Moda Privalia dentro do Instituto Dona de Si, um espaço de criação e upcycling. Ali, as roupas ganharão novo valor e significado, sendo customizadas e repaginadas pelas mãos de mulheres atendidas pela Instituição.

Para Suzana Pires, fundadora do Instituto Dona de Si, a parceria simboliza mais do que uma ação pontual, é um gesto de validação e continuidade para uma rede de mulheres que vem transformando suas próprias histórias por meio da moda e do empreendedorismo.

Quando uma marca do tamanho da Privalia se une ao Instituto Dona de Si, ela não está apenas apoiando um projeto, está fortalecendo uma revolução silenciosa de mulheres que estão mudando suas próprias histórias”, afirma Suzana.

A Black Friday é, sem dúvida, um dos momentos mais intensos do varejo. Mas para nós, na Privalia, ela também é um momento de reflexão sobre consumo e propósito,” reforça Mayra Dietzold Palacios, que completa: “Queríamos mostrar que renovar o guarda-roupa não precisa ser sinônimo de excesso, mas sim de transformação e consciência. Ao falar de desapego, convidamos as pessoas a dar um novo destino às peças que já cumpriram seu papel, ao mesmo tempo em que descobrem novas oportunidades dentro do nosso app. É uma forma de conectar propósito e consumo inteligente”.

Para participar, basta se cadastrar e levar as roupas em bom estado até um ponto de coleta da Clique Retire. É importante utilizar o mesmo e-mail de cadastro na Privalia e na Clique Retire para disponibilização do voucher. Peças íntimas não são aceitas para as doações.

A campanha será amplamente divulgada por e-mail marketing, WhatsApp, push do app, redes sociais, influenciadores e imprensa.
 

Materializando o compromisso da Privalia com a transformação social, a marca anuncia o próximo passo desta jornada com o lançamento, em dezembro, de uma coleção cápsula de camisetas exclusivas, ilustradas pela artista Julia Neumann e desenvolvidas para o Instituto Dona de Si. Toda a verba das vendas será integralmente revertida para o Instituto Dona de Si, estabelecendo o upcycling como um pilar fundamental da marca.

A iniciativa marca a primeira vez que a Privalia une sua Black Friday a um gesto coletivo de desapego e impacto social — ampliando o propósito da marca que nasceu com a missão de dar novos destinos às peças de moda.

Iniciativa impulsiona o upcycling

De acordo com a McKinsey, no relatório de 2021 da Ellen MacArthur Foundation, a projeção é que até 2030, o setor de moda circular (incluindo upcycling e second hand) representará 13% do consumo total de roupas. Essa mudança é um reflexo direto da demanda por consciência e coloca o upcycling como um símbolo de transformação.
 

Diferente da reciclagem tradicional, o upcycling reinventa o que já existe, dando novo valor e significado a peças que poderiam ser descartadas. Trata-se de um movimento que une criatividade e consciência, mostrando que estilo e sustentabilidade podem caminhar juntos. Na prática, o upcycling amplia o ciclo de vida das roupas, reduz o impacto ambiental e incentiva um olhar mais afetivo sobre o consumo.

O upcycling representa uma mudança de mentalidade: ele transforma o consumo em um ato criativo e consciente, e isso está muito alinhado com o que acreditamos na Privalia”, complementa a executiva Mayra Dietzold Palacios.

Suzana Pires destaca o sentido simbólico do gesto: “Desapegar é um ato de liberdade. É olhar para o que já cumpriu seu papel e abrir espaço para o novo — em todos os sentidos. As mulheres que doam aprendem que solidariedade também é forma de poder; e as mulheres do IDDS recebem não apenas roupas, mas oportunidades, autoestima e pertencimento. Cada peça doada carrega uma história que continua em outra mulher. Isso é sororidade viva”, conclui.

SERVIÇO

Período: 20 a 31 de outubro de 2025

Locais de coleta: Lockers Clique Retire – SP, RJ e MG

Instituição beneficiada: Instituto Dona de Si

Voucher: R$100 OFF para compras acima de R$349 (via e-mail cadastrado)

Regras: é importante utilizar o mesmo e-mail de cadastro na Privalia e na Clique Retire. Peças íntimas não são aceitas para as doações.

Mais informações: Site Privalia Site Instituto Dona de Si Site Clique e Retire 

Do balcão ao e-commerce, a corrida das lojas para se manter vivas em 2026

A fronteira entre o varejo físico e o digital praticamente desapareceu. Para Jovana Menezes, especialista em marketing digital e branding e fundadora da Joya Woman, agência voltada exclusivamente a mulheres empreendedoras, a transição para o ambiente online deixou de ser um diferencial competitivo e se tornou uma condição de sobrevivência para empresas que desejam continuar relevantes a partir de 2026. “O consumidor não separa mais loja física e loja virtual. Ele quer experiência integrada, conveniência e marcas com propósito. Quem ainda não entendeu isso está ficando invisível”, afirma a especialista.

Os números confirmam o alerta. Segundo o relatório Retail Digital Transformation Global Market Report 2025, o mercado global de transformação digital no varejo deve crescer de US$ 285,1 bilhões em 2024 para US$ 336,9 bilhões em 2025, com taxa anual de 18,2%. Em projeções mais amplas, o setor tende a atingir US$ 665,6 bilhões até 2029, consolidando a digitalização como principal motor de crescimento mundial. No Brasil, o comércio eletrônico teve um salto de 18,7% no primeiro semestre de 2024, somando cerca de R$ 160 bilhões em vendas, segundo dados da Adtail. A expectativa é que o faturamento total do e-commerce ultrapasse R$ 234 bilhões em 2025, de acordo com levantamento da Edrone.

Mesmo com o varejo físico mostrando sinais de recuperação — o IBGE registrou alta de 0,5% em fevereiro de 2025, atingindo o maior nível da série histórica —, o comportamento do consumidor deixa claro que o crescimento futuro está no digital. “As lojas que continuam apostando apenas no ponto físico vivem de picos ocasionais. Aquelas que entendem o digital como canal estratégico e não apenas como vitrine têm ganhos de escala, dados e relacionamento”, observa Jovana.

Estudos reforçam o papel central da comunicação e do posicionamento na jornada digital. O relatório da Conversion (2025) aponta que 87,6% das empresas reconhecem a importância de alinhar branding e performance, mas 30,4% ainda têm dificuldade em criar uma comunidade engajada online. Esse dado evidencia o principal desafio do varejo: não basta migrar para o digital, é preciso construir presença de marca sólida e coerente. “A internet é o ambiente da autenticidade. Se sua marca não tem clareza de propósito e narrativa, ela é só mais uma loja com anúncios. E isso, no digital, significa desaparecer em meio ao ruído”, explica a fundadora da Joya Woman.

O comportamento do consumidor também muda em ritmo acelerado. A estimativa é que 2,27 bilhões de pessoas comprem online em 2025, quase um terço da população mundial, segundo dados do Whatfix. O marketing de influência acompanha esse movimento: 61% dos brasileiros já compraram por recomendação de influenciadores, e 78% afirmam confiar nas indicações de pessoas que seguem, segundo pesquisa do portal Empreender. Globalmente, o investimento em marketing de influência deve ultrapassar US$ 7,1 bilhões em 2025, de acordo com a Shopify.

A especialista afirma que as marcas que desejam permanecer relevantes precisam enxergar o digital como parte do ecossistema de valor e não apenas como um canal de vendas. “Entrar no online é mais do que ter um site. É sobre dados, relacionamento, experiência e posicionamento. O cliente digital não compra apenas produto, ele compra identidade. Por isso, branding e tecnologia caminham juntos”, destaca Jovana.

Ela explica que o sucesso da transição exige planejamento. O primeiro passo é fortalecer o branding, garantindo que a marca comunique valores e tenha uma identidade visual coerente em todos os canais. Em seguida, integrar o físico e o digital,  estratégia conhecida como omnichannel, é essencial para garantir que o cliente tenha a mesma experiência em loja, redes sociais e marketplace. Outro ponto é a coleta e o uso de dados para personalizar a comunicação, criar campanhas segmentadas e antecipar comportamentos de consumo.

No cenário macroeconômico, a transformação digital também é uma oportunidade de ganho de eficiência. O mercado global de transformação digital corporativa deve saltar de US$ 1,42 trilhão em 2025 para US$ 13,26 trilhões até 2035, com taxa média anual de crescimento de 22,5%, segundo o relatório da GlobeNewswire. Esse avanço reflete o impacto direto de tecnologias como inteligência artificial, automação e integração de dados sobre a competitividade das empresas.

Para empreendedoras e pequenas empresárias, a mudança é tanto tecnológica quanto comportamental. “Não é preciso competir com gigantes, mas entender o novo jogo. Quem domina o digital fala direto com o público, constrói autoridade e reduz custo de aquisição. O segredo é constância, conteúdo e coerência”, explica Jovana. Ela destaca ainda que o digital democratizou o acesso à comunicação e reduziu as barreiras de entrada, permitindo que pequenas marcas alcancem públicos nacionais e internacionais com investimento controlado.

O futuro do consumo será híbrido, mas a liderança estará nas mãos de quem souber unir experiência e dados. As lojas que tratarem o digital como prioridade estratégica até 2026 não apenas sobreviverão, mas poderão escalar com eficiência, previsibilidade e propósito. Como resume Jovana Menezes: “O consumidor de 2026 não vai procurar o que está mais perto, e sim o que mais se conecta. E essa conexão acontece no digital”.

IA na moda: Dafiti usa Inteligência Híbrida para reduzir até 80% dos custos de criação e agilizar processos logísticos

A Dafiti já integra inteligência artificial à sua rotina, mas seu diferencial está em como ela combina IA com talento humano, formando a Dafiti Hybrid Intelligence (HI). Essa abordagem vem transformando processos em toda a operação: reduzindo em até 80% os custos de produção de campanhas, encurtando em 60% o tempo de execução de projetos criativos e acelerando a logística reversa. O modelo aplica tecnologia em criação, curadoria de moda, atendimento e logística, mantendo o time humano no centro das decisões e garantindo impacto real na experiência do cliente.

Um exemplo emblemático é a campanha de Dia dos Namorados 2025, a primeira da companhia totalmente criada com IA e responsável por alcançar os números acima. Com cenários digitais, narração automatizada e planejamento visual gerado por algoritmos, a economia veio com a eliminação de gastos com locações e cenários, deslocamento de equipes e transporte de produtos. Mesmo com automação em quase toda a cadeia criativa, o time de marketing permaneceu no comando, garantindo coerência de marca e conexão emocional com o público. “A IA virou um motor de agilidade, experimentação e redução de custos, mas nosso time segue no centro, garantindo a essência da marca. É isso que chamamos de inteligência híbrida”, afirma Leandro Medeiros, CEO da Dafiti.

A estratégia de IA da Dafiti também avança em áreas críticas do negócio. Na jornada de compra, algoritmos personalizam recomendações em tempo real a partir de comportamento de navegação e histórico de compras.

Na operação de logística reversa, a IA atua como uma “segunda tela” inteligente que consolida, em um único ambiente, todas as informações necessárias para a conferência de qualidade e validação de pedidos como dados de remessa, acompanhamento, datas-chave, registros de troca, reclamações e evidências fotográficas. O colaborador deixa de alternar entre múltiplos processos internos e passa a resolver a análise em uma só interface, reduzindo a navegação de quatro para uma etapa (−75%) e o tempo médio de consulta de cerca de dois minutos para aproximadamente 10 segundos (−92%). Em escala, isso acelera tratativas como casos de avaria, diminui filas e libera a equipe para decisões de maior valor.

Já no atendimento, estamos conduzindo pilotos controlados com chatbots e assistentes virtuais para automatizar respostas a dúvidas simples e encaminhar casos complexos à equipe humana. Essas iniciativas estão em fase de teste e monitoramento, com o objetivo de reduzir tempos de resposta e liberar os profissionais para interações de maior valor, sem comprometer a experiência do cliente.

Por que essa abordagem é um novo capítulo no e-commerce de moda

Ao integrar tecnologia e criatividade em um mesmo fluxo, a Dafiti inaugura uma nova fase para o varejo de moda online. Em vez de substituir processos, o modelo de Inteligência Híbrida potencializa a criatividade e garante consistência de marca. Ao equilibrar dados e intuição, algoritmos e curadoria, a Dafiti demonstra que a inovação não é apenas sobre eficiência: é sobre criar conexões mais significativas em cada clique.

Black Friday 2025: IA e chats devem impulsionar interações após recorde de 2024

Seis em cada dez brasileiros pretendem comprar na Black Friday deste ano, número próximo aos 62% de 2024, segundo o Google. No ano passado, houve recorde de 3,4 bilhões de interações entre consumidores e empresas, alta de 26% sobre 2023, aponta a Infobip. Destas, 1,8 bilhão foram mensagens via SMS, WhatsApp e RCS, com pico de 1,6 bilhão em um único dia. Para aproveitar melhor a data, empresas devem iniciar as comunicações cedo, e consumidores podem recorrer a chatbots e IA para comparar preços.

Com 53% das pessoas guardando dinheiro para comprar na Black Friday, dado levantado pelo Google, é fundamental que as empresas coloquem canais digitais e assistentes virtuais para dar conta de uma demanda alta, alerta Giovanna Dominiquini, Diretora de Vendas da Infobip, empresa responsável pela integração dessas plataformas de conversação em inúmeros e-commerces, como Mercado Livre, por exemplo. 

“Os aprendizados do ano passado mostram que o consumidor busca conveniência, personalização e segurança. As marcas que usaram múltiplos canais de forma estratégica conseguiram reduzir falhas e oferecer uma experiência mais consistente. Para 2025, a recomendação é integrar canais digitais, automatizar comunicações e explorar tecnologias como RCS e agentes de IA para dar escala sem perder proximidade”, comenta.

O WhatsApp segue como canal dominante, sendo usado pelas marcas tanto para ofertas quanto para atendimento, de acordo com o estudo da Infobip, que traz dados da última Black Friday. O SMS manteve papel estratégico para mensagens críticas, como confirmações de pagamento e status de pedidos, graças à sua alta taxa de entrega. Já o RCS, tratado como uma evolução do SMS, ganhou força como alternativa interativa, registrando um crescimento de 388% em relação a 2023 e permitindo experiências mais imersivas com imagens, botões de ação e informações detalhadas.

Além do crescimento no Brasil, o RCS também avança globalmente. A Infobip já ultrapassou 10 bilhões de mensagens entregues em sua plataforma, com um aumento de 500% em apenas um ano. “Esse avanço reforça o papel do canal em datas de alto consumo como a Black Friday, quando empresas buscam mensagens mais interativas, com botões, imagens e personalização para engajar clientes e impulsionar vendas”, detalha Giovanna.

Porém, apesar desse avanço, os números de mercado revelam que ainda existem gargalos. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o e-commerce movimentou R$5,22 bilhões na Black Friday de 2024, mas o Procon-SP recebeu mais de 2.000 reclamações, principalmente relacionadas a atrasos e falhas de entrega. Esses dados reforçam a necessidade das marcas estarem preparadas não apenas para vender, mas para atender de forma rápida e eficiente em períodos de alta demanda. 

Outro ponto destacado no relatório da Infobip é que as campanhas bem-sucedidas compartilham três elementos: segmentação inteligente, para entregar a oferta certa ao público certo; mensagens automatizadas, que aumentam a eficiência sem abrir mão da personalização; e estratégia multicanal, aproveitando os pontos fortes de cada plataforma em diferentes etapas da jornada.

varejo e o e-commerce cresceram 42% em interações, ainda de acordo com o mesmo estudo, enquanto o de finanças avançou 36%, reforçando a centralidade dessas categorias na Black Friday. Além disso, o volume de interações se estendeu por todo o mês de novembro, indicando que o evento já não se limita apenas ao dia da Black Friday, mas se consolidou como uma temporada de compras prolongada.

A expectativa para este ano é de crescimento ainda maior. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce deve faturar entre R$11,6 bilhões e R$13,3 bilhões na Black Friday de 2025, um aumento de quase 15% em relação a 2024. Para o Google, 68% das pessoas podem mudar a compra por um bom preço, o que sugere às empresas um maior uso da IA para pesquisas entre consumidores e que os assistentes virtuais devem ser usados em maior escala para convencer e comunicar os clientes.

“Essa deve ser a Black Friday da IA, onde o número de interações de clientes com chatbots pode bater recorde. É o momento mais oportuno para transformar dados em ações práticas. Com as ferramentas certas, a data deixa de ser um desafio e se torna uma oportunidade para construir relacionamentos duradouros com os clientes”, finaliza Giovanna.

Especialista da Twilio aponta preparos para Black November 2025

Estamos nos aproximando do mês de novembro e com ele uma das épocas mais movimentadas para o comércio, nacional e mundial. Para algumas marcas, o mês todo possui ações promocionais focadas em intensificar vendas, sobretudo no Brasil, o famoso Black November. Há também aquelas marcas que se focam apenas na Black Friday e na Cyber Monday. De toda forma, a época demanda preparos agora em outubro para garantir experiências de compra inesquecíveis e fluidas em novembro, conforme aponta Tamaris Parreira, Country Director da Twilio Brasil.

Contextualizando as expectativas de consumo, recentemente foram publicados os dados da Pesquisa de Intenção de Compra – Black Friday 2025, realizada pela Tray, Bling, Octadesk e Vindi, que apontou que 70% das pessoas já estão com compras planejadas para a Black Friday 2025 e que 60% delas devem gastar mais de R$ 500,00 no período, que é um dos mais movimentados do comércio no Brasil e no mundo.

Os dados apontam, também, que os eletrônicos são os produtos mais desejados (53%), com eletrodomésticos logo atrás (44%). Além disso, há indicativos de que a jornada de consumo está cada vez mais digital, sobretudo, focada nas compras feitas por celular (sendo o dispositivo mais usado para compras – 75%). O Brasil parece tender a comprar mais online, diferente de mercados como os EUA, onde ainda há muita agitação em lojas físicas, durante o período.

Outro fator interessante é que para o Brasil, o PIX já tem grande representatividade como meio de pagamento. Neste ano, ele deve ser utilizado por 38% dos consumidores, sendo que, no ano passado esse valor só chegava a 23%.

“Baseando-se nesses dados, é possível concluir que é preciso atender a diversos pontos de planejamento para garantir que as experiências de compra sejam relevantes. Por exemplo, com as diretrizes de preferências que falam sobre jornada de consumo digital, promoções pensadas com foco em frete grátis podem ser interessantes, assim como investimentos em anúncios que se foquem em compras online. Se o celular é por onde os consumidores pretendem comprar, mensagens diretas podem garantir maior foco e atenção do que aquelas que venham por outros meios”, explica Tamaris.

Além disso, ela aponta que se o PIX vem crescendo, as empresas precisam estar prontas a oferecer esse canal de compra a seus clientes, pois é preciso acompanhar os movimentos do mercado. “É quase impossível não ter aderido ao PIX atualmente, mas não é só uma questão de ter a opção, mas de observar a possibilidade de trabalhar com ela na estratégia de compra oferecendo desconto, por exemplo, ou mesmo garantindo cashback, entre outras estratégias”, comenta a executiva. “Na Twilio, adotamos em nossa solução de WhatsApp Business, em parceria com a Meta, o pagamento por PIX via WhatsApp de forma nativa, no modelo Twilio/Pay. A proposta é ofertar a conclusão de uma transação já durante o diálogo com o consumidor, agilizando processos e tornando a experiência de compra mais fluida para o cliente.”

Outro ponto relevante é que os varejistas, normalmente, possuem contratos com empresas que realizam suas comunicações, fornecendo infraestrutura para o envio de mensagens por canais de atendimento, como SMS, RCS e WhatsApp, por exemplo. Nesse caso, é preciso se atentar a se essas empresas estão preparadas para o aumento de tráfego desse período, pos caso contrário as mensagens promocionais e de relacionamento podem não chegar a tempo de garantir vendas.

Para se entender o volume de tráfego, em 2024, a plataforma Twilio SendGrid, responsável por envios de comunicações por e-mail, processou mais de 65,5 bilhões de e-mails durante a semana de Black Friday e Cyber Monday, começando na manhã de 26 de novembro e terminando na noite de 2 de dezembro. Isso representa um crescimento de 15,6% no volume geral da semana de feriados em relação ao ano anterior. 

Na Black Friday, especificamente, foram mais de 12 bilhões de e-mails em um único dia, um crescimento de 13,5% em relação ao ano anterior. Na Cyber Monday, a Twilio SendGrid processou 11,7 bilhões de e-mails, o que representa um crescimento de 14,2% em relação ao ano anterior. Esse volume demanda atenção e preparação.

“Aqui na empresa adotamos o HAP (Heightened Awareness Period, ou período de consciência ampliada, em tradução livre). Com o foco em compras online, isso é crucial, sobretudo quando se é responsável por bilhões de mensagens como nós. A partir do final de novembro até o começo de janeiro passamos a monitorar e ajustar de perto a taxa de transferência de mensagens (velocidade de envio) para destinatários, a fim de ajustar temporariamente a taxa de transferência para evitar congestionamentos e atrasos na rede. Isso se aplica a qualquer comunicação e é importante que as marcas estejam cientes dessa possibilidade em suas fornecedoras de serviço de mensageria e comunicação”, explica a executiva.

Além disso, os dados do Segment, coletados ao longo dos anos, apontam que mensagens mais curtas são melhores para o engajamento, assim como o WhatsApp é o canal de comunicação preferido dos brasileiros. “Munido dessas informações, é possível pensar em estratégias eficientes para estar preparado para um diálogo fluido com os clientes. Se unirmos essa questão a uma personalização bem-feita, com dados assertivos de uma plataforma de dados de primeira linha, é possível ser engajador e criar experiências inesquecíveis para um público que já espera muito dessa data”, comenta Tamaris.

Para a executiva, o mês de outubro é o período para pensar em todos esses detalhes e se adaptar. “Essa é uma questão que impacta diretamente o retorno desse período de vendas tão importante. Se as marcas se prepararem bem, é possível abraçar o desejo dos clientes e ter grandes resultados!”, finaliza Tamaris.

Fintech mineira de pagamentos para apostas reguladas registra faturamento de R$ 500 milhões no 1º trimestre com alta de 277%

Grupo 3X, fintech mineira fundada em 2022, alcançou um faturamento de R$ 500 milhões no primeiro trimestre de 2025, alta de 277% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Com projeção de superar R$ 2 bilhões em receita até o fim do ano, a 3X vem ampliando sua capacidade operacional, atualmente estruturada para processar até 100 mil transações por minuto e liquidar operações em menos de um segundo, conforme exigências do Banco Central. No trimestre, a plataforma registrou mais de 118 milhões de transações.

Reconhecido oficialmente como instituição financeira, o Grupo 3X fortalece sua posição no sistema financeiro nacional e avança na oferta de novos produtos e serviços, apoiado por uma estrutura de governança sólida e estrito cumprimento das normas regulatórias. “O reconhecimento como instituição financeira e os resultados que temos alcançado validam nosso modelo de negócio e reforçam a importância de investir continuamente em performance e entrega de valor para os clientes”, afirma Eduardo Basques, sócio e COO do Grupo 3X.

Com uma infraestrutura tecnológica de ponta, o Grupo 3X assegura a transação de operações com segurança e agilidade. A plataforma utiliza chaves criptografadas e conta com um processo de compliance rigoroso, garantindo total conformidade regulatória. Desenvolvido para alta performance, o sistema suporta até 100 mil transações por minuto, operando de forma contínua e sem interrupções, o que reforça a confiabilidade e a eficiência na gestão de grandes volumes de operações financeiras.“Nossa infraestrutura suporta grandes volumes de transações com estabilidade e conformidade, sem comprometer a velocidade e a confiabilidade das operações”, completa Basques.

O mercado de apostas no Brasil vem ganhando relevância econômica significativa. Em 2023, estima-se que os brasileiros tenham movimentado entre R$ 100 bilhões e R$ 150 bilhões em apostas online, volume equivalente a cerca de 1% do PIB nacional, segundo dados divulgados pelo Financial Times (2024). Esse crescimento acelerado reflete não apenas o interesse do público por apostas esportivas e jogos online, mas também a consolidação de um ecossistema digital que favorece a expansão dessas plataformas. Nesse contexto, empresas como o Grupo 3X encontram um ambiente propício para escalar suas operações, especialmente ao oferecer soluções de pagamento que atendem às demandas de agilidade, segurança e conformidade exigidas pelo setor.

Lojas online conquistam clientes com flexibilidade nas formas de pagamento

A forma como o brasileiro paga suas compras mudou radicalmente nos últimos anos. Com o avanço do Pix, que já soma mais de 170 milhões de usuários, segundo dados do Banco Central, e a consolidação dos meios digitais, as empresas que ampliam as opções de pagamento conseguem se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.

Oferecer diferentes meios de pagamento como Pix, boleto e cartão de crédito, pode aumentar as taxas de conversão no e-commerce. Isso acontece porque o consumidor atual busca liberdade em como e quando pagar sem burocracia, é o que reforça a Push-In Pay, especialista em soluções completas de pagamento para negócios físicos e digitais.

Segundo Lorival Guerreiro Filho, cofundador e diretor da Push-In Pay: “O consumidor quer autonomia. Ele quer pagar com o método que melhor se encaixa no momento, seja no cartão, no Pix ou no boleto. Nosso objetivo é simplificar a jornada de pagamento, integrando todas as opções em uma plataforma segura, rápida e inteligente.”

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM), em 2024, o e-commerce brasileiro teve um crescimento de 10,5% se comparado com o ano anterior, esse crescimento indica que as compras online têm sido cada vez mais buscadas, assim, maximizar as possibilidades durante o fechamento de uma compra pode auxiliar ainda mais na melhor experiência do cliente.

Além de impactar diretamente as vendas, a diversificação de pagamentos também contribui para a inclusão financeira, permitindo que consumidores sem cartão de crédito possam finalizar suas compras com Pix ou boleto bancário. Para os lojistas, contar com uma solução integrada significa centralizar toda a gestão financeira em um único painel, com relatórios e suporte especializado.

Com um mercado cada vez mais digitalizado, a tendência é que as fronteiras entre os meios de pagamento se tornem cada vez mais fluidas. A Push-In Pay aposta na inovação constante e em soluções personalizadas para cada tipo de negócio, do pequeno empreendedor ao grande varejista. “Mais do que tecnologia, oferecemos flexibilidade e confiança. Acreditamos que o pagamento deve ser uma ponte, e não uma barreira entre empresa e cliente”, completa o Guerreiro.

Shop2gether e C6 Bank firmam parceria inédita com foco em moda, cultura e benefícios únicos

O Shop2gether, e-commerce de moda premium, e o C6 Bank anunciam parceria inédita. Com início durante a semana de moda mais importante do ano, o projeto é composto por webseries que transportam o público diretamente para o coração da Paris Fashion Week e combina o olhar apurado das duas marcas para revelar, em tempo real, as principais tendências e experiências da capital francesa. Durante toda a parceria, clientes C6 terão descontos exclusivos no site do Shop2gether.

A narrativa é conduzida por Ana Isabel de Carvalho Pinto, cofundadora e chair de moda do conselho do Shop2gether, e por Luana Maitelli, gerente de Conteúdo e Comunicação do Icomm Group, responsáveis por garantir uma visão inovadora e uma experiência de marca autêntica. “Em uma verdadeira missão de coolhunting, nossa proposta é unir moda e lifestyle, compartilhando com a comunidade os destaques de cada momento por meio de uma série de conteúdos especiais”, afirma Ana Isabel.

Nesta temporada, a websérie está divida em três editorias: para acompanhar as fashion experts por experiências imersivas dos principais momentos da semana da moda, o Follow Us’2 mostra os bastidores de desfiles, presentations e showrooms de marcas parceiras; em Paris Beyond Croissant, a cidade francesa é explorada com um roteiro de hotspots gastronômicos, culturais e artísticos, revelando uma Paris além do óbvio e fora do circuito turístico tradicional, onde o cartão C6 é essencial para conduzir estas experiências; em Coolhunting ‘2gether, a editoria explora uma curadoria de tendências através do olhar apurado do time, interpretando os destaques que cruzam as passarelas e antecipando o que o street style mostra como próximo desejo fashion.

A produção também conta com o team2gether, com convidados especiais para uma agenda intensa de desfiles, apresentações e showrooms de grifes consagradas, como Coperni, Ganni e Staud. Além disso, o time adota a missão de revelar novas marcas que despontam no cenário internacional. Junto a isso, o projeto inclui uma newsletter com os principais highlights de tendências da temporada, publicações no feed e stories envelopados visualmente pela parceria das duas marcas.

Entre as vantagens exclusivas da colaboração, os clientes C6 têm acesso a descontos especiais em uma curadoria selecionada pelas duas marcas do Grupo Icomm, Shop2gether e OQVestir.

“A parceria surge de uma afinidade natural entre as duas marcas, unidas por valores de exclusividade, inovação e um estilo de vida aspiracional. Nosso propósito é ampliar visibilidade e relevância: para o Shop2gether, significa conectar-se a um banco de atuação global e consolidar sua presença junto ao público de alta renda; para o C6 Bank, representa reforçar sua presença no universo da moda e enriquecer seu programa de benefícios com experiências únicas”, afirma Vivian Wertheimer, CMO do Grupo Icomm.

Os próximos passos da colaboração caminham rumo a um destino de verão, durante o Summer Spot, evento prioritário promovido pelo Shop2gether. A iniciativa posiciona o Shop2gether como um verdadeiro hub de lifestyle, que vai além do e-commerce, e o C6 Bank reforça seu compromisso em oferecer experiências que combinam conveniência e sofisticação. Além disso, a parceria representa um movimento de mercado no Brasil, inspirado em colaborações internacionais de sucesso entre instituições financeiras e marcas de moda premium.

Agilize lança solução de pagamento para pequenos e médios empreendedores

Agilize, primeira contabilidade online do Brasil, apresenta o Agilize Pay, solução criada para apoiar pequenos e médios empreendedores na organização de suas cobranças. O produto busca simplificar processos, reduzir barreiras no recebimento de pagamentos e oferecer mais segurança e previsibilidade para quem precisa manter o fluxo de caixa saudável no dia a dia.

Com a ferramenta, o empreendedor pode gerar um link de pagamento, que funciona como uma “maquininha virtual”. Assim, é possível receber por Pix ou cartão de crédito, à vista ou parcelado, sem a necessidade de investir em equipamentos físicos. O recurso traz praticidade, segurança e, sobretudo, profissionalismo, transmitindo mais credibilidade aos clientes.

“O Agilize Pay chega para resolver um dos maiores desafios dos empreendedores: cobrar de forma simples, rápida e organizada, sem burocracia. Nosso objetivo é ajudar o empreendedor a focar no que importa: fazer seu negócio crescer. Mais do que uma forma de pagamento, a solução é um facilitador de fluxo de caixa, já que integra a gestão financeira e contábil em um único ambiente”, explica Rafael Caribé, co-fundador e CEO da Agilize.

Com a nova funcionalidade, o empreendedor pode:

  • Cobrar de qualquer lugar e a qualquer hora, apenas compartilhando um link;
  • Gerenciar todas as cobranças em um só painel, acompanhando a evolução dos pagamentos;
  • Receber vendas parceladas de uma só vez, por meio da antecipação, garantindo capital de giro;
  • Oferecer diferentes formas de pagamento ao cliente, como Pix, crédito à vista ou parcelado em até 12 vezes;
  • Transmitir mais profissionalismo nas cobranças, fortalecendo a relação com clientes e reduzindo inadimplência

Além disso, as taxas são transparentes e competitivas: a partir de R$ 1,89 por transação via Pix e 3,91% no cartão de crédito (com recebimento em até 30 dias). Para o cartão parcelado, o usuário também pode optar pela antecipação, recebendo todas as parcelas de uma só vez.

Um dos diferenciais do Agilize Pay é sua integração ao ecossistema da Agilize. Isso significa que a gestão de cobranças e recebimentos pode ser feita no mesmo ambiente em que já estão centralizadas as informações contábeis e financeiras do negócio. Para os empreendedores, essa união traz mais clareza sobre o fluxo de caixa e facilita o planejamento financeiro.

Com isso, o Agilize Pay se torna uma solução completa para empreendedores que vendem à distância, prestadores de serviços e consultorias que buscam reduzir inadimplência, além de negócios que trabalham com parcelamentos e precisam acelerar o fluxo de caixa.

Todos os planos contábeis da Agilize dão acesso ao Agilize Pay. Assim, a partir de R$149/mês, além de uma contabilidade completa, também será possível receber pagamentos de forma mais profissional. Para começar a usar, os clientes da Agilize acessam o portal com suas credenciais, cadastrando a conta bancária da empresa para receber os valores diretamente. A partir desse momento, já podem gerar links de pagamento em poucos cliques, sem burocracia.