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SHEIN registra recorde de vendas na loja temporária de Porto Alegre 

Na última semana, a SHEIN, varejista global de moda, beleza e lifestyle, abriu sua primeira loja temporária no Rio Grande do Sul, na capital do estado, Porto Alegre, de 17 a 21 de setembro. A pop-up store registrou maior resultado financeiro em vendas desde a primeira loja temporária no Brasil e o segundo maior público da história, com 12.340 visitantes em cinco dias de funcionamento. Essa foi a 11ª edição de pop-up da marca já realizada no país e a terceira edição de 2025.

Sucesso entre o público gaúcho, a loja temporária da SHEIN, no Shopping Bourbon Wallig, teve mais de 9 mil itens vendidos e 72% do estoque comercializado. Dos diferentes modelos levados à pop-up, 81% deles se esgotaram. “Mais uma vez, tivemos êxito absoluto e uma recepção calorosa do público local, em uma nova cidade para onde levamos nossa pop-up store”, afirma Felipe Feistler, Country Manager da SHEIN no Brasil.

“Os gaúchos manifestaram sua paixão pela SHEIN esgotando o primeiro lote de ingressos em apenas 10 minutos e lotando a loja todos os dias durante a passagem da pop-up pela cidade. Estamos muito satisfeitos com a repercussão positiva e os resultados de vendas da loja, o que comprova o gosto dos porto-alegrenses pela moda e a robustez econômica da cidade para grandes eventos”.

A instalação da loja durante a Semana Farroupilha (celebração anual do Rio Grande do Sul que homenageia a Revolução Farroupilha) inspirou uma cenografia que homenageou a cultura e o orgulho regionais, conectando a tradição gaúcha ao DNA fashionista da SHEIN. A iniciativa reforçou a estratégia da marca de se aproximar dos seus consumidores em diversas regiões do Brasil, transportando a experiência digital para o mundo físico.

A seleção de peças da pop-up store foi pensada para traduzir a diversidade que faz parte do universo da SHEIN. O objetivo foi oferecer opções que acompanham os diferentes momentos e estilos de vida do consumidor: desde o look para o escritório até produções para sair, moda praia, pijamas e peças casuais. A seleção reflete o DNA democrático da SHEIN, unindo tendências globais com a versatilidade que o consumidor busca no dia a dia.

Na loja, os clientes tiveram a oportunidade de tocar, provar e comprar algumas das principais marcas da SHEIN: Dazy, Musera, Missguided, MOTF, Ontre, SHEIN Bae Sumwon e Daynim. O grande destaque foi a marca Cajuni, que teve um espaço exclusivo, com ativações e inspirações com a temática da primavera.

Durante a pop-up store gaúcha, também foi lançada a parceria entre SHEIN e Salon Line, com o lançamento exclusivo do Óleo de Tratamento Capilar Praliné Glow. O produto combina a expertise da Salon Line em desenvolver produtos pensados para o público brasileiro com o DNA fashion e digital da SHEIN. O óleo traz uma tendência global da perfumaria, inspirada no praliné francês, com notas adocicadas de amêndoas e nozes, além de oferecer hidratação intensiva, nutrição profunda, brilho instantâneo e toque sedoso. A venda do produto é realizada com exclusiva pela SHEIN e quem passou pela loja temporária pode conhecer o óleo, testá-lo e participar de ativações especiais da marca.

E para quem não conseguiu visitar a pop-up store de Porto Alegre, ainda é possível conferir os looks na página online da loja (link) e aproveitar os mesmos descontos de 10% off em todos os produtos e 20% off em compras acima de R$399 utilizando o cupom SHEINPOA.

Prepare sua empresa para a Black Friday: anúncios para WhatsApp podem impulsionar faturamento em uma das melhores datas comerciais do ano

A cena clássica do relógio marcando meia-noite, telas de celulares iluminando os rostos de milhões de brasileiros e um clique simples no WhatsApp abrindo a porta para promoções que desaparecem em minutos. Esse é o retrato da Black Friday, que deixou de ser um dia de liquidação importado dos Estados Unidos para se transformar em um dos maiores movimentos de consumo do país.

Em 2024, o Brasil registrou números recordes: R$ 9,38 bilhões movimentados no e-commerce entre 28 de novembro e 1º de dezembro, crescimento de 10,7% sobre o ano anterior, segundo dados da Neotrust.

Foram 18,2 milhões de pedidos, alta de 14%. Mas, por trás dessa avalanche de compras, uma ferramenta em especial vem ganhando mercado. O WhatsApp hoje deixou de ser apenas um aplicativo de mensagens e virou um canal direto de vendas.

Com 148 milhões de usuários ativos no Brasil, o app já é usado por 82% dos consumidores para falar com empresas e por 60% para concluir compras. O que antes era uma conversa rápida para tirar dúvidas, agora virou um funil de vendas inteiro na palma da mão.

“Anúncios de clique para WhatsApp, os chamados Click to WhatsApp, são um divisor de águas. Eles permitem que o cliente, ao ver uma campanha no Instagram, Facebook ou até mesmo no Threads, vá direto para uma conversa com a empresa, sem precisar salvar contatos ou preencher formulários. Isso elimina barreiras e acelera a conversão”, explica Alberto Filho, CEO da Poli Digital, empresa especializada em automação e centralização de canais de atendimento.

“Ter uma plataforma que oferece uma solução completa e integrada para atendimento omnichannel, estratégia que integra todos os canais de vendas e comunicação de uma empresa, também é um diferencial. Ela unifica o contato com clientes de diversos canais, como WhatsApp, Instagram, Facebook e chats, em um único ambiente, priorizando a distribuição das demandas e a personalização do contato, garantindo respostas rápidas com uso de chatbots inteligentes e evitando clientes desassistidos”, complementa o executivo. 

Mas, se para o consumidor a experiência parece simples, para os lojistas o desafio é enorme: é preciso atender a milhares de pessoas ao mesmo tempo, sem comprometer a qualidade, sem acumular filas e claro, sem instabilidades de conexão. É nesse contexto que entram tecnologias como chatbots com respostas automáticas, catálogos digitais com fotos e links de pagamento integrados, além de soluções que monitoram em tempo real o status de cada transação.

“A boa notícia é que hoje existem diversas ferramentas para auxiliar o empresário nessa tarefa. O Poli Pay, por exemplo, foi desenvolvido para gerenciar pagamentos de forma ágil e segura por todos os canais digitais, integrar diferentes meios de recebimento e monitorar o comportamento do cliente para reduzir abandonos de carrinho. Em dias de pico, como a Black Friday, essa inteligência pode fazer a diferença entre atingir a meta ou perder vendas”, detalha Filho.

Desde o seu lançamento, o Poli Pay já movimentou mais de R$ 7 milhões em transações, reforçando o papel da plataforma em auxiliar pequenas e médias empresas no processo de amadurecimento e vendas pelo universo digital.

Segundo o executivo, outro ponto crucial nesse processo é garantir o treinamento da equipe de vendas. Não basta a tecnologia estar pronta; os atendentes também precisam saber utilizá-la para agilizar a jornada de compra e transformar dúvidas em fechamento rápido.

“Garantir que o WhatsApp e a equipe estejam preparados para o pico de vendas da Black Friday e das festas de fim de ano é determinante. Quem investir em atendimento ágil, integrado e de qualidade se destacará e fidelizará clientes em um dos momentos mais competitivos do varejo”, finaliza o CEO da Poli Digital.

ERP AI-Centric: Entenda como a Inteligência Artificial está otimizando a gestão corporativa

A Inteligência Artificial (IA), especialmente em sua vertente generativa, deixou de ser  tendência e tornou-se diferencial competitivo nas empresas. Muito além da automação de tarefas, a IA redefine modelos de gestão, influencia decisões estratégicas, orienta a alocação  de recursos e otimiza operações em tempo real.

Nesse cenário de transformação digital acelerada, destaca-se o conceito de ERP AI-Centric: um modelo em que a inteligência artificial não é acessório, mas o núcleo das plataformas de gestão empresarial. Diferente das soluções tradicionais, esses sistemas são concebidos desde a base para operar com IA, incorporando interações inteligentes, análises preditivas e automação de decisões.

No Brasil, a Senior Sistemas, uma das três maiores desenvolvedoras nacionais de software de gestão, foi pioneira na adoção do conceito. A empresa incorpora recursos de IA em seus produtos desde 2015 e deu um passo além ao aplicar a IA generativa em seus ERPs, tornando-se a primeira do país a integrar essa tecnologia.

Em 2025, a Senior lançou mais de 50 agentes inteligentes voltados para setores como Indústria, construção, agronegócio, logística e serviços. Integrados ao ERP como assistentes conversacionais, eles interpretam a linguagem natural, acessam dados em tempo real, produzem análises e executam ações automatizadas, ampliando a capacidade de resposta das empresas.

Segundo o diretor-executivo de Marketing e Produto da Senior, Jean Paul Vieira, o modelo AI-Centric representa uma mudança estrutural nos sistemas de gestão. “A inteligência artificial assume tarefas repetitivas e libera profissionais para atividades criativas e analíticas. O software deixa de ser apenas  ferramenta de controle e passa a atuar como conselheiro digital dos negócios”, afirma.

Com esse avanço, empresas que adotam o modelo AI-Centric elevam a produtividade, reduzem custos operacionais e fortalecem a tomada de decisões estratégicas, posicionando o ERP como  agente ativo na evolução dos negócios.

Evento destaca o protagonismo da inteligência artificial na gestão empresarial

São Paulo recebe em 7 de outubro o Senior Experience 2025, um dos principais encontros de inovação corporativa do país. O evento reunirá cerca de 2 mil líderes  e executivos no Transamerica Expo Center para discutir os rumos da gestão no Brasil, com foco na inteligência artificial.

Promovido pela Senior, o encontro terá como destaque o conceito de ERP AI-Centric, modelo em que a IA deixa de ser recurso adicional e passa a ocupar o centro das decisões empresariais.

Durante o evento, os participantes terão acesso a casos práticos de aplicação da IA na gestão de negócios, com demonstrações ao vivo dos agentes inteligentes desenvolvidos pela Senior. Entre os destaques está o case da Rohden, maior fabricante de portas do Brasil, que implantou um agente de IA para gestão de pessoas. A solução apoia líderes de RH em feedbacks, planos de desenvolvimento e avaliações. Com mais de 70 gestores utilizando a ferramenta e cerca de 380 interações mensais, a empresa já registra ganhos de até duas horas semanais por gestor,  agora dedicadas a atividades estratégicas.

Além das demonstrações da Senior, o evento contará com especialistas de  empresas globais de tecnologia, como Oracle, IBM e AWS, que compartilharão suas visões sobre o impacto da IA nos negócios. 

Segundo Jean Paul Vieira, a proposta do evento é provocar reflexão  sobre o papel da liderança no novo cenário digital. “Estamos construindo um novo paradigma, no qual a IA assume protagonismo na tomada de decisão. Isso exige mais do que tecnologia; requer mudança de cultura, estratégia e mentalidade das lideranças. Nosso papel como desenvolvedores é preparar esses líderes e suas organizações para essa transição”, afirma.

O Senior Experience 2025 se consolida como oportunidade para executivos que buscam executivos que buscam compreender as transformações em curso e se preparar para o futuro da gestão. As inscrições estão abertas em www.seniorexperience.com.br.

A revolução da IA no CRM: Além da tecnologia, uma questão cultural

Imagine-se entrando em uma concessionária de supercarros e sendo abordado pelo vendedor, expondo seus desejos e sendo apresentado para máquinas capazes de atingir 500 km/h. É fácil se encantar com tantas funcionalidades, potência e recursos. O problema é que uma vez comprado o carro, descobrimos rapidamente que não há pistas adequadas para explorar todo esse potencial. O test drive foi feito em condições muito especiais e para muitos, pode ficar a sensação de ter sido enganado no momento da venda ou que aquela experiência não pode ser reproduzida na vida real.

Algo muito parecido acontece hoje nas empresas com as ferramentas de CRM e de automação de marketing: apenas ter a tecnologia de última geração não garante o sucesso, ou seja, não adianta ter o supercarro e dirigi-lo na hora do rush. Quando se trata de CRM e, principalmente, de Inteligência Artificial (IA) ligada ao CRM, a questão tecnológica está longe de ser o principal problema. O grande desafio que se coloca é criar um ecossistema humano e organizacional capaz de extrair o máximo valor dessas tecnologias.

A revolução da IA no relacionamento com clientes já está em curso, mas grande parte das organizações ainda não conseguiu sair do modo “spam”. Enviamos mensagens genéricas para bases inteiras porque não sabemos quem realmente precisa receber aquela informação específica. Nossos retornos de campanha ficam estagnados e baixos porque atiramos para todos os lados, esperando acertar alguém. Temos todas as ferramentas para fazer diferente, mas faltam elementos críticos: a mudança cultural que permite às pessoas alimentarem adequadamente os sistemas com informações valiosas e a ausência de interconexão dos canais de contato com os clientes – estes canais estão se multiplicando com o avanço da tecnologia. É fundamental tornar a estratégia de dados algo relevante para a empresa.

Imagine quando os investidores começarem a analisar a estratégia de dados das empresas para precificar uma ação? Isso vai mudar o ponteiro da balança. Isso vai se tornar tão relevante quando revenue e EBT. Todas as empresas ainda enfrentam problemas técnicos com seus legados antigos e, mais difícil de resolver, a barreira cultural.

Tecnicamente estamos prontos. Já temos os supercarros! Ferramentas como Salesforce e ServiceNow já oferecem recursos avançados de análise de dados, automação e personalização em tempo real. Entretanto, para que essas soluções funcionem, é preciso que as informações estejam disponíveis, organizadas e institucionalizadas, não apenas guardadas na memória dos times comerciais ou dispersas em caixas de e-mail e mensagens instantâneas. Sem isso, se perde todo o potencial de revolucionar a forma como organizações vendem, atendem e se conectam com seus consumidores.

Essa realidade escancara a importância de uma mudança cultural profunda. Adotar a IA em processos de relacionamento com o cliente vai além de uma transformação tecnológica: exige que todos os envolvidos compreendam a relevância de registrar dados, compartilhar conhecimento e colaborar entre áreas. Por exemplo, de nada adianta cobrar resultados de vendas sem integrar metas que valorizem o uso estratégico da informação. A cultura organizacional precisa estar alinhada com a visão de colocar o cliente no centro.

Empresas que já alcançaram maturidade nesse campo entendem que a IA só gera valor quando está inserida em um ecossistema com governança de dados robusta. Esse trabalho passa por padronizar processos, eliminar silos de informação e estabelecer políticas claras de incentivo. Somente assim é possível nutrir sistemas com dados confiáveis e permitir que a IA transforme essas informações em insights acionáveis, impulsionando campanhas direcionadas, melhorando taxas de conversão e prevendo comportamentos de clientes antes mesmo que problemas escalem.

O impacto humano é, portanto, incontornável. A tecnologia existe, porém o fator crítico de sucesso está na capacidade das pessoas de utilizá-la. A evolução de plataformas com assistentes de voz, automações inteligentes e análise preditiva só faz sentido se os colaboradores estiverem preparados e dispostas a usar essas ferramentas como apoio estratégico. A IA pode indicar o próximo lead mais promissor, prever uma insatisfação iminente ou sugerir uma campanha hiperpersonalizada, mas cabe ao ser humano interpretar e transformar essas informações em ação.

Aqui me permito dar um exemplo. As ferramentas de IA conversacional já permitem que um vendedor grave um áudio no caminho entre reuniões, descrevendo o que foi discutido, e o sistema automaticamente cria oportunidades, identifica contatos, sugere valores e até propõe horários para próximas reuniões. Não se trata mais de preencher formulários extensos, mas de conversar naturalmente com um assistente inteligente que entende contexto e toma ações práticas.

Essa jornada também envolve rever estruturas de remuneração, metas e indicadores. Companhias que segmentam departamentos sem promover colaboração interna acabam desperdiçando oportunidades valiosas. Para ser realmente centrado no consumidor (“customer-centric”), é preciso alinhar incentivos entre vendas, marketing, atendimento e operações, criando uma visão única do cliente. Dessa forma, a tecnologia deixa de ser apenas um investimento caro e se transforma em um diferencial competitivo.

Organizações que já começaram a trilhar esse caminho mostram que a verdadeira transformação não está na ferramenta em si, mas no processo de adoção. A IA não substitui o relacionamento humano: ela o potencializa. Para isso, é preciso coragem para mudar mentalidades, disciplina para registrar cada interação e perspicácia para extrair valor desses dados. O resultado é uma empresa capaz de entregar experiências personalizadas, resolver problemas antes que o cliente reclame e, principalmente, construir relacionamentos de confiança.

No fim das contas, ter o supercarro é só o começo. Para atingir todo o potencial das ferramentas modernas de relacionamento com o cliente, é necessário construir a “autobahn” (estrada alemã conhecida pela alta qualidade e ausência de limite de velocidade) organizacional: processos bem definidos, governança rigorosa, cultura orientada a dados e profissionais preparados para dirigir em alta velocidade. Assim, a IA deixa de ser uma promessa distante e passa a ser uma aliada estratégica no crescimento sustentável dos negócios.

*Marco Silva e Silva é diretor-executivo da GFT Tecnologies no Brasil

Itaú Empresas e TikTok se unem para impulsionar pequenos negócios 

O Itaú Empresas e o TikTok anunciam parceria inédita com a criação da plataforma Academia de Negócios by Itaú Emps e TikTok, como parte da estratégia de lançamento do Itaú Emps, solução inteligente e segura voltada para pequenos negócios e profissionais autônomos que buscam autosserviço e apoio na sua gestão financeira. O movimento estratégico tem como objetivo empoderar pequenos empreendedores, com conteúdos educativos sobre como usar o TikTok para impulsionar seus negócios, vender seus produtos e serviços e fortalecer sua marca.

A nova plataforma ficará disponível em uma página exclusiva dentro do TikTok e reunirá conteúdos da Academia de Negócios voltados para empreendedores. Para acessar o hub de conteúdo, os interessados podem acessar, preferencialmente pelo telefone, este link, que estará disponível na bio do perfil oficial do Itaú Emps ( itauemps). Basta preencher um cadastro para ter acesso a dezenas de conteúdos de maneira gratuita para apoiar sua profissionalização. Os vídeos são leves, educativos e práticos para ajudar os empreendedores no seu dia a dia: em um primeiro momento, abordarão temas mais amplos sobre como usar o TikTok para impulsionar negócios. Porém, haverá também vídeos originais e proprietários com abordagens mais específicas e aprofundadas sobre diferentes aspectos do empreendedorismo.

“O Itaú Emps nasceu para ser o sócio do empreendedor – alguém que está ao seu lado na gestão do dia a dia – que cada vez mais passa pelas redes sociais. O TikTok já é usado por milhares de pequenos negócios para vender, atrair clientes e fortalecer suas marcas, mas sabemos que muitos ainda não se sentem prontos para usar essa vitrine com estratégia e consistência”, afirma Aline Bozzi, superintendente de marketing do Itaú Unibanco. “Por isso, o canal do Itaú Emps terá conteúdos práticos, acessíveis e educativos, feitos para ajudar quem empreende a transformar presença digital em resultado. Mais do que um banco, queremos ser também uma fonte de capacitação – oferecendo ferramentas, inspiração e apoio para o empreendedor crescer de forma segura e sustentável”, complementa.

Com uma plataforma simples e prática, o Itaú Emps foi criado para ser o parceiro de quem empreende e precisa de eficiência e agilidade para resolver tudo no dia a dia, passando por gestão do fluxo de caixa, recebimentos via Pix, crédito e controle das finanças, além de assessoria personalizada para apoiar no crescimento do negócio, oferecida por meio de uma inteligência artificial generativa contextualizada, disponível 24/7.

“No TikTok, vemos frequentemente como pequenas e médias empresas conseguem transformar criatividade em resultados reais. Hoje, 82% dos nossos usuários afirmam ter descoberto uma PME primeiro na plataforma, e 3 em cada 4 já compraram um produto depois de vê-lo aqui. Isso mostra o poder da descoberta e da conexão genuína que o TikTok oferece”, afirma Marcello Lopez Vieira, diretor de Vendas do TikTok. “É por isso que iniciativas como a parceria com o Itaú Empresas são tão importantes: elas ajudam a ampliar o acesso a conhecimento e ferramentas para que mais empreendedores possam aproveitar esse potencial”, complementa.  

A colaboração com o Itaú Emps fortalece o programa TikTok Academy, que oferece conteúdos práticos e acessíveis para empreendedores. Segundo estudo da Nielsen, o TikTok pode ser até 73% mais eficiente que outras mídias digitais e 80% mais eficiente que mídias offline em retorno sobre investimento publicitário, reforçando seu papel como aliado estratégico para negócios de todos os portes.

“Desde o início, nosso objetivo com Itaú Emps foi posicionar a marca como um verdadeiro parceiro do pequeno empreendedor e dos profissionais autônomos. A parceria com o TikTok, umas das maiores vitrines digitais da atualidade, coloca esse movimento em prática e é uma extensão desse propósito. A Academia de Negócios By Itaú Emps e TikTok nasce como um ponto de fomento e apoio concreto para transformar conteúdo em oportunidade para alavancar negócios”, comenta Ana Coutinho, Head de Negócios e sócia da GALERIA.ag. Além de contribuir para o desenvolvimento da estratégia de comunicação para lançamento do Itaú Emps e criar a campanha publicitária, a GALERIA.ag idealizou e viabilizou essa parceria entre o banco e o TikTok. 

Estudo da Zebra com a Oxford Economics: Automação de fluxos de trabalho impulsiona aumento de 20% na produtividade

Zebra Technologies Corporation, empresa global na digitalização e automação de fluxos de trabalho para oferecer operações inteligentes, anuncia uma nova pesquisa em colaboração com a Oxford Economics. O estudo mostra como a modernização dos fluxos de trabalho da linha de frente com tecnologias como inteligência artificial (IA), automação e dados aumenta a lucratividade e eleva a experiência do cliente.

A pesquisa também destaca o impacto transformador que os fluxos de trabalho aprimorados podem ter nos setores de varejo, manufatura, transporte e logística. Por exemplo, os varejistas relataram uma melhora de 21% na satisfação dos clientes, os fabricantes observaram um aumento de 20% na produtividade dos funcionários, e os líderes de transporte e logística reportaram um crescimento de 21% na produtividade com fluxos de trabalho mais eficientes. Além disso, o estudo indica que investimentos em IA ajudam as organizações a obter visibilidade em tempo real, gerar insights acionáveis e aumentar a eficiência.

Otimização de fluxos de trabalho na linha de frente impulsiona crescimento financeiro

Se as 20 maiores organizações da lista Forbes Global 2000 em cada um desses setores – varejo, manufatura, transporte e logística – alcançassem melhorias significativas em seus fluxos de trabalho da linha de frente, a Oxford Economics estima que cada empresa poderia obter, em média, US$ 3 bilhões em receita adicional e cerca de US$ 120 milhões em lucro extra.

As organizações que adotam operações inteligentes – integrando tecnologias avançadas como IA, automação e dados com a experiência humana para otimizar processos de negócios – registram ganhos relevantes. O estudo aponta que:

  • Varejistas alcançaram até 1,8 ponto percentual de crescimento em receita e lucratividade ao melhorar o fluxo de trabalho prioritário de gestão de inventário.
  • Fabricantes que otimizaram seu principal fluxo de controle e garantia de qualidade tiveram aumento de 2,4 pontos percentuais em crescimento de receita e melhora de 1,4 ponto percentual na lucratividade.
  • Empresas de transporte e logística que otimizaram fluxos-chave de entrega e inventário registraram crescimento de até 3,4 pontos percentuais em receita, com aumento semelhante na lucratividade.

“Varejo, manufatura e logística estão sendo redefinidos no nível do fluxo de trabalho – onde velocidade, visibilidade e precisão impulsionam o crescimento, aumentam a produtividade da linha de frente e melhoram a experiência dos clientes”, diz Joe White, Chief Product & Solutions Officer da Zebra Technologies. “As operações inteligentes simplificam a complexidade ao combinar o melhor das tecnologias avançadas com as pessoas na linha de frente, permitindo que as organizações se adaptem rapidamente e prosperem em mercados competitivos.”

Investimentos em tecnologia, incluindo IA, geram benefícios tangíveis

O estudo intitulado “Impacto das Operações Inteligentes” indica:

  • Varejistas estão testando IA para enfrentar áreas críticas como prevenção de perdas, detecção de riscos e otimização de inventários.
  • Mais de dois terços das organizações de transporte e logística e quase metade dos fabricantes já implementaram IA na gestão de inventários, previsão de demanda e análises preditivas.
  • Ferramentas avançadas como RFID e visão computacional são essenciais para ampliar a visibilidade operacional e a eficiência em diferentes indústrias.

Do armazém, da linha de produção, dos corredores do varejo até o leito hospitalar, a Zebra oferece soluções que ajudam as organizações a enfrentar desafios persistentes, como escassez de mão de obra e mudanças nas expectativas dos consumidores. A nova plataforma de marca da Zebra, “Better Every Day” (Melhor a Cada Dia), reforça o compromisso da companhia em entregar soluções e serviços inteligentes e conectados, que melhorem continuamente o desempenho, a agilidade e a capacidade de resposta da linha de frente em fluxos de trabalho críticos.

“A Zebra Technologies capacita organizações de todos os portes ao redor do mundo a impulsionar continuamente processos mais eficientes e a se adaptar às mudanças”, afirma Bill Burns, CEO (Chief Executive Officer) da Zebra Technologies. “Nosso poderoso portfólio de soluções de ponta conectadas, visibilidade de ativos e automação inteligente foi projetado especificamente para dar suporte a fluxos de trabalho modernos e otimizar a maneira como você trabalha todos os dias”.

Por meio de um profundo conhecimento do setor e de um ecossistema global de parceiros, a Zebra aproveita o poder dessas tecnologias avançadas em um portfólio de produtos e soluções que permitem às organizações:

  • Capturar e agir com base em dados em tempo real, tomando decisões mais rápidas e inteligentes.
  • Padronizar tarefas repetitivas, reduzir erros manuais e aumentar a consistência.
  • Redesenhar fluxos de trabalho para maior simplicidade, velocidade e produtividade.
  • Usar IA na linha de frente para impulsionar inovação contínua no ponto de execução.

PRINCIPAIS CONCLUSÕES

  • De acordo com a pesquisa da Zebra Technologies e da Oxford Economics, varejistas, fabricantes, além de empresas de transporte e logística registraram aumentos significativos em receita e lucratividade ao otimizar fluxos de trabalho da linha de frente.
  • Os setores estão adotando cada vez mais a IA para análises preditivas, gestão de inventários e detecção de riscos, enquanto ferramentas como RFID e visão computacional ampliam a eficiência operacional.
  • A nova narrativa de marca da Zebra, “Better Every Day”, reafirma o compromisso da empresa em capacitar organizações por meio da automação e da IA, criando novas formas de trabalho que tornam o dia a dia melhor.
  • Para mais informações, visite esta página em Zebra.com.

METODOLOGIA

A Zebra Technologies encomendou uma pesquisa global à Oxford Economics, realizada por meio de uma combinação de entrevistas e análises econométricas. Participaram 1.000 executivos seniores dos setores de varejo (400), manufatura (400), transporte e tecnologia (200) nos EUA, México, Reino Unido, Alemanha, Índia, Japão, Austrália e Nova Zelândia. As áreas de foco incluíram gestão de estoques, controle de qualidade, operações de entrega, manuseio de materiais e fluxos de trabalho de prevenção de perdas. Uma análise de regressão foi aplicada para correlacionar melhorias nos fluxos de trabalho com métricas de desempenho financeiro.

Pix movimentou mais de US$ 35 bilhões no último ano – segurança agora é prioridade estratégica, aponta Worldpay

O Brasil vive um momento singular no cenário global de pagamentos. Segundo o Global Payments Report 2025, elaborado pela Worldpay, líder do setor em tecnologia e soluções de pagamentos, o país está entre os líderes em inovação, impulsionado pelo sucesso do Pix e pela rápida adoção de carteiras digitais. Agora, o próximo desafio será combinar a velocidade e a conveniência conquistadas nos últimos anos com novas camadas de segurança e confiança.

O estudo mostra que o Pix já é utilizado por três em cada quatro brasileiros e movimentou mais de US$ 35 bilhões no último ano, devendo ultrapassar o volume dos cartões em pontos de venda ainda em 2025. Desde o seu lançamento, em 2020, o Pix contribuiu para reduzir pela metade a participação do dinheiro em espécie no Brasil, que caiu de 35% em 2020 para apenas 17% em 2024.

Apesar do avanço do sistema bem-sucedido desenvolvido pelo Brasil, o relatório da Worldpay aponta que o próximo capítulo da transformação digital no Brasil será a confiança.

“O Pix transformou a forma como os brasileiros pagam e já é estudado como um modelo de sucesso em diversos países. Mas a prioridade das empresas de tecnologia financeira em geral busca ampliar seus sistemas e soluções de inovação com foco na proteção contra fraudes e golpes digitais”, afirma Juliana Campos, vice-presidente de operações da Worldpay América Latina.

O estudo também destaca que, até 2030, os pagamentos digitais devem representar mais de 80% do valor gasto no e-commerce brasileiro, acompanhando a tendência global. Isso coloca o país em posição estratégica para ditar tendências não apenas na América Latina, mas em todo o mundo.

Sistemas de pagamento instantâneo já existiam no mundo antes do desenvolvimento do Pix. É o caso do indiano UPI (Unified Payments Interface), lançado em 2016 e que atingiu 58% dos pagamentos em lojas em 2024. No Brasil, o Pix trouxe inovações que atendem as peculiaridades e necessidades dos brasileiros, caso da inclusão financeira de milhares de pessoas e, nos últimos cinco anos, já alcançou quase 40% de participação em pontos de venda (PDVs), deixando para trás meios como débito e boleto.

Outro dado relevante é a forma como os brasileiros utilizam múltiplos meios de pagamento em paralelo. O estudo mostra que 53% dos consumidores no país financiam suas carteiras digitais com cartões, número próximo da média global (56%), mas bem abaixo dos 70% registrados nos EUA e no Reino Unido. Para a Worldpay, isso indica que o consumidor brasileiro é multicanal por natureza, alternando com facilidade entre Pix, cartões e carteiras digitais.

“O equilíbrio entre agilidade e confiança será decisivo para o futuro do varejo. O consumidor brasileiro valoriza a conveniência, mas não abre mão da segurança. O grande diferencial das empresas será oferecer experiências digitais fluidas, protegidas e confiáveis”, complementa Juliana.

Novo estudo da ADP Research mostra que brasileiros veem impacto positivo da IA no trabalho

Um novo estudo global do ADP Research, centro de pesquisa da ADP, revela que o Brasil lidera o otimismo na América Latina em relação ao impacto da Inteligência Artificial (IA) no ambiente de trabalho. A pesquisa, que ouviu 38 mil trabalhadores em seis continentes, aponta que 26% dos brasileiros acreditam que a IA terá um efeito positivo em suas tarefas e responsabilidades no próximo ano, percentual acima da média regional, de 19%. A pesquisa faz parte da série People at Work 2025, que busca entender, sob a ótica dos próprios colaboradores, como a tecnologia está moldando o futuro do trabalho. 

Apesar da visão majoritariamente positiva, o estudo também revela que a IA gera sentimentos ambíguos entre os profissionais. No Brasil, 10% dos trabalhadores temem ser substituídos pela tecnologia, enquanto 12% ainda não sabem como podem afetar suas funções. Esses índices de preocupação e incerteza estão alinhados com a média da América Latina e reforçam a necessidade de ações claras por parte das empresas para mitigar inseguranças e preparar os times para as transformações tecnológicas.

Em todo o mundo, a presença da IA no ambiente corporativo representa mais do que uma mudança operacional. Para os trabalhadores, trata-se de uma transformação emocional. Empresas que reconhecem esse impacto, que se comprometem a treinar os profissionais para o uso da tecnologia e que comunicam com clareza como ela será integrada ao dia a dia, mostram-se mais preparadas para construir equipes resilientes e prontas para o futuro.

Um dos destaques do levantamento é a relação entre a percepção da IA e a retenção de talentos: entre os brasileiros que temem ser substituídos por máquinas, 30% estão ativamente em busca de novas oportunidades de emprego. Já entre aqueles que não têm essa preocupação, apenas 16% demonstram o mesmo comportamento, indicando que a insegurança pode ser um fator determinante para o aumento da rotatividade nas empresas.

O estudo também observou diferenças importantes entre gerações. Os trabalhadores  jovens mostram-se mais otimistas com o potencial da tecnologia: 30% dos profissionais de 18 a 26 anos acreditam que ela terá impacto positivo em seu trabalho. Entre os de 27 a 39 anos, esse número é de 28%; na faixa de 40 a 54 anos, 23%; e entre os com mais de 55 anos, 20%. Por outro lado, o receio da substituição também é mais presente entre os mais jovens, com 13% na faixa de 18 a 26 anos e 11% na faixa de 27 a 39 anos. Isso sugere que, mesmo otimistas, os jovens sentem mais a pressão da mudança.

A qualificação profissional também influencia a forma como a IA é percebida. Entre os chamados “trabalhadores do conhecimento”, 23% enxergam um impacto positivo. Entre os profissionais de tarefas qualificadas, o índice é de 19%, e entre os que exercem funções cíclicas ou repetitivas, 16%.

Na análise por setor, que abrange toda a América Latina, as áreas de tecnologia e finanças se destacam como as mais otimistas. Cerca de 26% dos entrevistados do setor de tecnologia acreditam que a IA terá um efeito positivo em seus trabalhos, seguidos por 23% no setor financeiro e de seguros.

Em contrapartida, o levantamento mostra que os setores mais temerosos são os de Serviços de Tecnologia e Mineração, extração de petróleo e gás, onde 13% e 24% dos trabalhadores, respectivamente, temem ser substituídos pela IA na região. Na área de saúde e assistência social, o número de otimistas cai para 15%.

O levantamento reforça que, embora a Inteligência Artificial seja amplamente vista como uma aliada no ambiente corporativo, o caminho da transformação exige preparo, escuta ativa e estratégias claras por parte das empresas. Com um cenário em rápida evolução, liderar com empatia e planejamento será essencial para construir uma força de trabalho pronta para os desafios e oportunidades do futuro.

Metodologia da Série de Relatórios “People at Work 2025”

A série de relatórios ‘People at Work 2025’ baseia-se na Pesquisa Global da Força de Trabalho do ADP Research, um estudo robusto conduzido regularmente desde 2015. A pesquisa, desenhada pela equipe de analistas do ADP Research, coleta informações sobre o mercado de trabalho da perspectiva dos próprios trabalhadores, fornecendo insights que podem melhorar o mundo do trabalho por meio de uma melhor compreensão do sentimento e das expectativas dos trabalhadores.

Baseado em dados de pesquisa de quase 38.000 trabalhadores em 34 mercados em seis continentes, “People at Work 2025” apresenta uma amostra representativa da força de trabalho global para fornecer comparações regionais e de mercado a mercado do sentimento dos trabalhadores na região da Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio e África, e América do Norte.

Os entrevistados vêm de uma ampla variedade de indústrias, formações educacionais, ambientes de trabalho presenciais e remotos, e conjuntos de habilidades. Eles representam uma gama de cargos de gestão e de contribuição individual, trabalhando para empregadores de todos os tamanhos.

Um atributo único da série de relatórios “People at Work 2025” é a sua medição do sentimento do trabalhador em detalhes granulares entre os tipos de trabalhadores, usando uma metodologia proprietária desenvolvida pela ADP Research. Além das características demográficas do empregador, os entrevistados da pesquisa são classificados pelo tipo de trabalho que realizam – do conhecimento, de tarefas qualificadas ou cíclicas – independentemente da indústria.

A capacidade do “People at Work” de coletar sentimentos ao longo dessas diferentes dimensões de trabalhadores e geográficas fornece aos empregadores uma visão refinada e granular da força de trabalho global que eles podem aproveitar para entender melhor suas equipes e impulsionar o crescimento por meio de decisões de talento baseadas em dados.

Cada relatório combinará tendências globais com insights de mercado a mercado sobre tópicos do local de trabalho, que vão desde inteligência artificial e trabalhadores com múltiplos empregos para sobreviver, até tendências salariais e desenvolvimento de carreira.

O que o CX precisa para acompanhar o verdadeiro consumidor moderno?

Desde que a internet consolidou-se como o principal canal de comunicação e vendas, tornou-se quase um mantra no mercado a frase: “o consumidor atual é conectado”. Embora ainda verdadeira, a sentença hoje é bastante simplista. O consumidor não é somente conectado, ele é mais informado, exigente e menos tolerante a falhas.

Dados da Forbes revelam que quase 60% dos clientes pagariam mais por um atendimento melhor. Ainda assim, menos da metade (45%) está satisfeita com as interações atuais, e 39% aceitam falhas apenas para evitar experiências burocráticas ou ineficazes. Os números evidenciam uma contradição: enquanto as expectativas crescem, marcas parecem ainda não acompanhar o ritmo das mudanças.

Com isso, a IA desponta como peça chave para reduzir essa distância. Projeções da Statista indicam que o mercado de IA deve movimentar US$ 827 bilhões até o fim da década, impulsionado, principalmente, pela capacidade de processar dados em larga escala e personalizar interações. No entanto, o retorno não será imediato. Novamente baseado nos números,  levantamento da Forrester mostra que apenas 49% das empresas esperam ROI em até três anos; para 44%, o prazo chega a cinco anos. É um jogo de paciência e visão de longo prazo.

O avanço de soluções generativas e autônomas amplia esse potencial

Com sistemas multiagentes, a IA pode responder a demandas, antecipar necessidades, tomar decisões em tempo real e interagir de forma personalizada com cada cliente. Isso muda o papel do atendimento, de função reativa para um centro ativo de geração de valor.

Apenas tecnologia, porém, não será suficiente. A McKinsey aponta que, ainda hoje, 86% das empresas mantêm dados fragmentados entre plataformas, o que impede jornadas integradas. Esse modelo vai diretamente na contramão com o sentido do mercado contemporâneo, onde experiência é fator imprescindível para retenção e crescimento. 

A liderança em CX, portanto, precisa evoluir para além da gestão de processos. É necessário adotar um mindset analítico, capaz de interpretar dados em tempo real e tomar decisões fundamentadas. Isso inclui entender as implicações éticas do uso de IA, estabelecer governança de dados e promover interoperabilidade entre sistemas. 

Há também uma dimensão estratégica na mudança. O atendimento, historicamente visto como um centro de custo, está reposicionado como motor de valor. O movimento exige métricas que vão muito além do tempo de resposta ou do custo por interação, englobando o impacto na fidelização, no ticket médio e no valor vitalício do cliente, aspectos estes que a IA, se bem implementada, pode potencializar de forma consistente.

O ponto central da discussão precisa se concentrar no equilíbrio. Enquanto os agentes autônomos oferecem agilidade, escala e uma nova possibilidade a partir de dados; pessoas garantem empatia e julgamento contextual. Marcas que conseguirem equilibrar tudo isso a partir de uma liderança bem orquestrada e adaptativa vão ser as poucas a conseguir satisfazer o verdadeiro consumidor moderno. 

*Executiva com experiência global, atuando em mercados na América Latina e Estados Unidos, Simone Bervig possui mais de 20 anos de experiência em marketing, branding e tecnologia, e coleciona passagens por multinacionais de tecnologia como SAP, Citrix e SAS. É colunista da MIT Tech Review, membro da Angel Investor Club e mentora na AngelUs Network. Atualmente é Diretora de Marketing do Grupo MakeOne.

Congress Brazil Mobile & Expo 2026 consolida São Paulo como hub latino-americano do mercado mobile

A revolução do smartphone no varejo brasileiro encontra no CBM – Congress Brazil Mobile & Expo 2026 o palco estratégico para acelerar as vendas, inovação e transformação digital, além de um ponto de encontro para negócios e novas parcerias. O evento acontece de 20 a 22 de março de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), reunindo os principais players do setor para três dias de negócios, conteúdo estratégico, aprendizado e muito networking.

Diferente dos modelos convencionais de feira, o CBM se posiciona como um hub estratégico para ampliar vendas, gerar leads e firmar parcerias comerciais com tomadores de decisão de todo o setor mobile. A programação contempla área de exposição com marcas nacionais e internacionais, arenas de conteúdo segmentadas e formatos exclusivos de visibilidade para empresas que atuam em um ambiente cada vez mais competitivo.

“Mais do que um evento, o CBM é o ponto de convergência do mercado mobile, onde estratégias se encontram, oportunidades se concretizam e o futuro do varejo se constrói”, destaca Carlos Clur, CEO do Grupo Eletrolar All Connected.

Uma vitrine de soluções

Entre os expositores confirmados estão fabricantes nacionais e internacionais, distribuidores, startups mobile-first, plataformas de pagamento, segurança digital, logística e IoT voltada ao varejo mobile, como Hrebos, Mobsystem, Legend Tech.

O evento contará com a presença de grandes nomes do mercado, como: Alfredo Soares – cofundador e mentor do G4 Educação e presidente da Loja Integrada, e Tallis Gomes – presidente da G4 Educação, Thiago Nigro – fundador do Grupo Primo, entre outros.

A programação inclui trilhas sobre varejo, marketing, meios de pagamento, logística, tecnologia e dados, além de painéis sobre vendas, ESG, inovação e pós-venda. A área de exposição reunirá fabricantes, distribuidores, startups, fintechs e empresas de tecnologia apresentando soluções para toda a cadeia mobile.

Cenário atual

De acordo com a Abinee, o setor eletroeletrônico brasileiro faturou R$ 249,7 bilhões em 2024, o que representa 8,6% do PIB industrial e gera 284 mil empregos diretos. Dentro desse cenário, o segmento mobile é um dos principais motores de crescimento, refletindo mudanças profundas no comportamento de consumo e acelerando a digitalização do varejo. É nesse contexto que o CBM 2026 se consolida como plataforma estratégica para conectar marcas, antecipar tendências e impulsionar novos negócios.

✔️ 79% dos usuários de smartphones compraram online nos últimos seis meses.
✔️ 70% dos acessos ao varejo online vieram de dispositivos móveis (Kobe Apps).
✔️ 94% buscam informações no celular durante as compras e 80% pesquisam produtos antes de comprar (Google).

Mercado de acessórios em alta

O número de celulares conectados no Brasil, em junho de 2025, é de 272 milhões de smartphones em uso, o que representa 1,3 aparelho por habitante, segundo um estudo da FGV.

Cada um desses aparelhos representa a possibilidade de vender não um, mas vários acessórios. Embora faltem dados específicos de faturamento para o mercado de acessórios no Brasil, os números globais e do e-commerce já dão uma boa ideia do tamanho dessa oportunidade. Em 2024, o mercado global de acessórios para celulares foi avaliado em US$ 112 bilhões, com previsão de crescer, em média, 6,8% ao ano até 2030.

O CBM 2026 será o ambiente para transformar esses números em oportunidades.

Com o mercado mobile em rápida expansão e influenciando diretamente o consumo no Brasil, o CBM 2026 oferece o ambiente ideal para líderes do varejo, indústria e serviços ampliarem resultado

  • Antecipar tendências: acesso a insights sobre comportamento do consumidor, tecnologias mobile-first e novos canais de venda.
  • Gerar negócios: estrutura que conecta fabricantes, distribuidores, varejistas, fintechs e startups, criando oportunidades reais de vendas, parcerias e expansão de mercado.
  • Integração de tecnologias: trilhas de conteúdo, painéis especializados e demonstrações de soluções que apoiam a adoção de modelos multicanal, melhoram eficiência em vendas, logística e atendimento.

Link de imagens: Link
Serviço
Data: 20 a 22 de março de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo/SP
Horário: 09h às 20h