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Do clique à reputação: anúncios digitais ganham confiança e impulsionam marcas emergentes

A publicidade digital no Brasil segue em expansão, com destaque para os formatos mobile, que conquistam cada vez mais a confiança dos consumidores. Segundo a pesquisa Digital AdSpend 2025 (IAB Brasil e Kantar Ibope Media), o investimento em mídia online cresceu 8% em 2024, movimentando R$ 37,9 bilhões, alta de 60% em relação a 2020. Nove setores já destinam mais da metade de seu orçamento de mídia a canais digitais, confirmando a força da transformação no mercado.

A confiança acompanha esse crescimento: um terço dos consumidores globais confia em anúncios móveis, índice que cresceu 61% desde 2007, enquanto 60% confiam em mensagens nos sites das próprias empresas, 50% em e-mails opt-in e 36% em anúncios em vídeos online e redes sociais. Além disso, 61% prestam mais atenção a anúncios em sites confiáveis e 56% preferem publicidade relacionada ao conteúdo que estão consumindo, reforçando a importância da relevância e do contexto.

Para Beatriz Ambrosio, CEO e fundadora da Mention, primeira startup de Relações Públicas da América Latina, o amadurecimento do mobile marketing abre oportunidades para startups conquistarem visibilidade rapidamente. “O aumento da confiança em anúncios móveis permite acelerar o alcance de marcas emergentes, mas é preciso ir além da visibilidade, integrando estratégias de mídia própria, paga e espontânea para transformar atenção em credibilidade e resultados concretos”, afirma.

Na prática, startups que desejam aproveitar o momento devem investir em conteúdos relevantes, cultivar relacionamento com jornalistas e adaptar seus anúncios para dispositivos móveis. “O futuro do mobile marketing passa pela personalização baseada em contexto e comportamento, apoiada por inteligência artificial. O essencial é se destacar de forma relevante, construindo reputação e resultados consistentes”, finaliza Beatriz.

Setor de moda masculina projeta receita de R$ 5,1 trilhões até 2031

Nos últimos anos, a moda masculina deixou de ocupar um papel secundário na indústria do vestuário. O comportamento do consumidor mudou: homens passaram a buscar peças com design atual, qualidade elevada e funcionalidade real. O resultado é um setor que cresce de forma consistente e projeta um futuro promissor. Estimativas da Kings Research indicam que o mercado global de moda masculina deve atingir US$ 924,52 bilhões até 2031 — um salto significativo frente aos US$ 546,36 bilhões registrados em 2023. A taxa composta de crescimento anual (CAGR) prevista para o período entre 2024 e 2031 é de 6,89%.

Essa expansão é alimentada por um investimento crescente em roupas duráveis e versáteis, que acompanham o ritmo acelerado do dia a dia, mas não abrem mão do estilo. O guarda-roupa masculino está mais inteligente, adaptável e consciente, valorizando materiais premium e propostas que equilibrem custo e sofisticação. É nesse cenário que empresas com propósito claro ganham destaque — como é o caso da Skyler, referência nacional no segmento.

Fundada em 1997, em Fortaleza, a marca surgiu com o compromisso de oferecer moda masculina acessível, moderna e de qualidade. “Nosso objetivo sempre foi estar ao lado de nossos clientes, oferecendo não apenas produtos atualizados no segmento de moda, mas também uma experiência de compra que agregasse valor. Queríamos transformar a maneira como as pessoas se relacionam com a moda masculina”, afirma Emilio Guerra, CEO da empresa. A aposta deu certo. Hoje, a Skyler supera os R$ 70 milhões em faturamento anual e mantém sua relevância por meio de um portfólio que se reinventa a cada temporada.

A franquia encontrou na juventude universitária seu público inicial e, com mais de 400 lançamentos por estação, expandiu sua proposta para atender um perfil masculino cada vez mais exigente e plural. O reconhecimento veio também pelo setor de franchising: o Selo de Excelência concedido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) foi conquistado por três anos consecutivos, atestando não apenas a força comercial, mas também a consistência da operação.

Matérias-primas que fazem a diferença

Parte do sucesso da Skyler está na escolha criteriosa dos tecidos. A marca trabalha com materiais de alta performance, como o algodão Pima e o algodão peruano, que garantem maciez, resistência e durabilidade. Em polos e camisetas, o piquet confere estrutura e um visual refinado. Para peças leves e com toque sofisticado, a viscose e o linho oferecem frescor e fluidez — ideais para o clima brasileiro. A malha, por sua vez, sustenta o dia a dia com conforto e elasticidade, enquanto a sarja reforça a versatilidade de calças, jaquetas e camisas com excelente caimento.

“A malha bem escolhida faz diferença não só no toque, mas também na durabilidade da peça. Por isso, selecionamos tramas com resistência e suavidade em equilíbrio”, explica Emilio. Já sobre o piquet, ele destaca: “O piquet traz estrutura ao visual, sem perder conforto. É um tecido que comunica elegância de forma sutil”.

Guarda-roupa funcional

O novo perfil do consumidor valoriza a praticidade sem deixar o estilo de lado. Peças versáteis e bem construídas se tornaram protagonistas de um guarda-roupa funcional, pensado para acompanhar a rotina em diferentes cenários — do ambiente corporativo ao encontro casual. Camisas com corte ajustado, polos estruturadas, calças de sarja e camisetas com bom acabamento são exemplos de itens-chave que equilibram elegância e conforto.

“Acreditamos que um bom guarda-roupa começa com escolhas inteligentes. Peças que funcionam em mais de uma ocasião, que têm boa durabilidade e combinam entre si, facilitam a vida do cliente e reforçam o nosso compromisso com praticidade e estilo”, destaca Emilio. Ao apostar em modelagens atemporais, cores neutras e tecidos de alta qualidade, a rede entrega um portfólio que não apenas segue tendências, mas sustenta um visual alinhado e coerente em qualquer momento do dia.

Marketing digital redefine a comunicação no setor logístico

urante muito tempo, a logística foi percebida apenas como uma engrenagem operacional, distante do ambiente digital e da linguagem mais dinâmica do marketing. Essa visão, porém, começa a se transformar. Atualmente, a presença digital não é apenas um complemento, mas um elemento central na forma como empresas do setor se apresentam, educam seus clientes e constroem autoridade. Essa mudança revela uma verdade incômoda: ignorar o marketing digital já não é uma opção.

A transição de um modelo baseado exclusivamente em contatos pessoais para estratégias digitais estruturadas tem provocado uma verdadeira revolução no setor de logística. Tradicionalmente marcado por feiras, catálogos impressos e negociações presenciais, o segmento agora descobre novas formas de ampliar sua influência. Ferramentas como SEO (Search Engine Optimization), conteúdos educativos e vídeos demonstrativos permitem que as empresas se aproximem dos clientes de maneira mais estratégica e assertiva.

Além disso, esse movimento abre espaço para uma comunicação mais transparente, na qual os clientes chegam às conversas já munidos de informações relevantes. Isso torna as negociações mais objetivas e qualificadas, beneficiando tanto fornecedores quanto compradores. Dados recentes reforçam a tendência: segundo estudo da Deloitte, 60% dos executivos de logística no mundo afirmam que investir em presença digital fortalece a relação com clientes e parceiros comerciais.

Entretanto, a adoção dessas práticas não é isenta de obstáculos. A cultura conservadora do setor cria barreiras: ainda prevalece a percepção de que negócios só se consolidam “olho no olho” e de que ações digitais são caras ou difíceis de mensurar. Há também o risco de erros estratégicos, como simplesmente replicar catálogos impressos em formato digital ou restringir a comunicação a anúncios de venda. Esses equívocos reduzem o potencial de engajamento e afastam clientes que buscam conhecimento aprofundado antes de decidir uma compra.

Os críticos do marketing digital na logística podem argumentar que a essência do setor está em relacionamentos de confiança construídos ao longo de anos e que a digitalização jamais substituirá esse modelo. A objeção é válida, mas ignora um ponto crucial: o digital não elimina o contato humano, ele o fortalece. Quando clientes acessam conteúdos técnicos, assistem a demonstrações virtuais ou acompanham cases de sucesso, chegam mais preparados para as interações presenciais. O resultado é uma conversa de maior qualidade, que acelera a decisão de compra e reduz custos de aquisição.

O futuro aponta para uma convergência inevitável. O marketing digital não substituirá as feiras, visitas técnicas e negociações presenciais, mas funcionará como catalisador dessas práticas, ampliando seu alcance e eficácia. O desafio das empresas de logística está em abandonar a visão do digital como gasto e enxergá-lo como investimento estratégico de longo prazo, capaz de gerar engajamento, reconhecimento e diferenciação competitiva.

Em poucos anos, a presença digital deixará de ser diferencial para se tornar pré-requisito básico. Quem entender essa virada de chave agora terá a vantagem de se posicionar como referência em um mercado que ainda engatinha na transformação. A lição é clara: resistir ao digital é abrir mão da chance de educar, atrair e fidelizar clientes em escala. O marketing deixou de ser coadjuvante na logística e tornou-se protagonista de sua modernização.

*Silene Medeiros é fundadora e CEO da Netmak Empilhadeiras, empresa especializada em soluções para movimentação de cargas.

Empreender no e-commerce não é fácil, mas a IA está mudando o jogo

Nos últimos anos, tenho visto de perto a crescente onda de brasileiros que decidem empreender no comércio eletrônico. É um movimento que nasce de um desejo legítimo: conquistar autonomia financeira, abrir um negócio próprio e transformar a vida por meio da internet. O digital, afinal, oferece uma vitrine democrática, onde qualquer pessoa pode começar do zero e, em teoria, atingir consumidores em qualquer lugar do país. Mas a realidade costuma ser mais dura do que o sonho.

A taxa de mortalidade entre novos varejistas é muito alta, e não é incomum que muitos desistam antes mesmo de registrar suas primeiras vendas. Esse fenômeno não acontece por falta de vontade ou criatividade, mas porque o início dessa jornada ainda é repleto de incertezas, custos mal direcionados e escolhas que podem comprometer a continuidade do negócio.

A raiz do problema

Recentemente, durante minha participação no Expo Magalu 2025, falei muito sobre isso. A grande barreira não está em criar um produto ou colocar uma loja no ar. O verdadeiro desafio é gerar demanda de forma consistente.

O que observo com frequência é que empreendedores chegam cheios de energia, mas sem clareza sobre como divulgar seus produtos, sem entender como precificar de forma correta e sem conseguir estruturar uma vitrine que realmente converta. Muitos até dominam seus produtos, mas não têm conhecimento ou confiança em estratégias de marketing para atrair clientes, por exemplo. Segundo um relatório global da Constant Contact, a maioria dos pequenos negócios admite dificuldade em se divulgar de forma eficaz devido à falta de conhecimento, pouco tempo e baixa clareza. De fato, 73% dos proprietários de PMEs dizem não ter confiança em suas estratégias de marketing atuais.

De longe parece simples, mas na prática é como abrir uma loja física em uma rua deserta: sem clientes passando pela porta, todo o esforço com estoque e estrutura não encontra retorno. Esse descompasso entre expectativa e realidade é um dos principais motivos que explica por que tantos negócios não conseguem decolar.

O efeito colateral

Quando não se tem clareza sobre como gerar demanda, a tendência é buscar soluções rápidas e é aí que surge um efeito colateral perigoso. Muitos empreendedores acabam investindo alto logo no início: pagam por plataformas mais complexas do que precisam, gastam com customização de loja, contratam serviços de terceiros ou compram cursos de marketing digital na esperança de encontrar uma fórmula pronta para vender.

O problema é que tudo isso acontece antes de qualquer retorno financeiro. O resultado é que o capital inicial, que deveria dar fôlego para os primeiros meses, se esgota rapidamente.

Ao mesmo tempo, a sensação de frustração cresce, porque o esforço e o investimento parecem não gerar resultado. Esse ciclo de gasto sem retorno acaba empurrando muitos para a desistência precoce.

Minha aposta: validar antes de escalar

Foi acompanhando histórias assim que desenvolvi uma convicção: o caminho mais sustentável é validar primeiro e escalar depois. Antes de investir pesado para criar a própria demanda, é mais inteligente vender onde ela já existe.

Marketplaces são um exemplo claro disso. Segundo o Relatório Estado do Comércio 2024, 95% dos executivos globais consideram o comércio em canais de terceiros, como marketplaces, essencial para o crescimento e 70% afirmam que até metade de toda a sua receita já vem desses canais, enquanto quase um terço diz que os marketplaces respondem por mais de 50% do faturamento total.

Além disso, três em cada cinco executivos planejam ampliar sua presença em marketplaces nos próximos 12 meses. Esses ambientes concentram um público pronto para comprar e permitem que o lojista teste, na prática, quais produtos despertam interesse, quais geram maior margem e quais realmente valem o esforço. O mais importante: permitem que entre dinheiro em caixa rapidamente. Essa receita inicial dá fôlego e reduz a ansiedade de quem está começando.

Com o aprendizado em mãos e algum capital circulando, aí sim faz sentido dar o próximo passo: abrir a própria loja, investir em redes sociais, criar comunidades de clientes e apostar em estratégias de tráfego e retenção. Dessa forma, a construção de um ecossistema de canais próprios acontece de maneira mais sólida, porque já existe base para sustentá-la.

Por que isso é possível agora

Durante muito tempo, essa estratégia era inviável para pequenos empreendedores. A venda em múltiplos canais exigia esforço manual, conhecimento técnico e ferramentas caras. Era preciso cadastrar produto por produto em cada plataforma, manter estoques sincronizados, integrar sistemas de gestão e acompanhar diferentes fluxos operacionais. Poucos tinham recursos ou tempo para isso. Mas hoje o cenário está mudando.

A inteligência artificial está derrubando essas barreiras ao automatizar justamente as tarefas mais burocráticas e técnicas do e-commerce. Agora é possível adaptar catálogos automaticamente para cada canal, ajustar preços em tempo real conforme a concorrência e até receber recomendações estratégicas a partir da análise de dados de performance.

Na prática, o empreendedor passa a focar no que ninguém mais pode fazer por ele: criar, vender e atender clientes, enquanto a tecnologia cuida do resto.

Conclusão: o futuro do empreendedorismo digital

Acredito que vivemos um momento decisivo para o empreendedorismo digital. Cada vez mais pessoas vão apostar em abrir negócios próprios, e o papel da tecnologia é garantir que essas jornadas não sejam interrompidas antes de começarem. A minha missão é ajudar a construir esse futuro. Ao longo de mais de 15 anos no e-commerce, venho traduzindo essa experiência em soluções acessíveis, fáceis e autônomas, que tornam possível superar os obstáculos mais críticos do início.

Para mim, a inteligência artificial não é apenas uma novidade, mas sim a nova infraestrutura do comércio eletrônico. É ela que vai nivelar o campo de jogo, reduzir barreiras históricas e devolver ao empreendedor aquilo que ele tem de mais valioso: tempo, clareza e foco no cliente. E é isso que pode transformar o sonho de empreender online em uma oportunidade concreta e sustentável.

Braze lança novos recursos para potencializar a criatividade e ajudar profissionais de marketing a criar experiências personalizadas

A Braze (Nasdaq: BRZE), principal plataforma de engajamento com o cliente que capacita marcas a serem Absolutely Engaging™, apresentou no Forge 2025, sua conferência anual de clientes, uma série de novos e poderosos aprimoramentos de plataforma para ajudar profissionais de marketing a criar experiências personalizadas e interativas de forma rápida, autônoma e em escala. De Zero-copy Canvas Triggers a WhatsApp Commerce, Flows e Carrosséis, além de melhorias no RCS for Business, esses novos recursos permitem que os profissionais lancem campanhas dinâmicas e multicanais com menos fricção, maior escala e mais impacto.

Para René Lima, Vice-Presidente de Vendas da Braze LATAM, os anúncios da Forge 2025 refletem o compromisso da Braze em antecipar as necessidades dos clientes e entregar soluções que fortalecem suas estratégias de engajamento. “Ao combinar escala, personalização e simplicidade operacional, ajudamos as marcas a construir relações mais duradouras e a consolidar a fidelização em um mercado cada vez mais competitivo,” finaliza Lima.

O setor vive um momento decisivo. Embora os consumidores esperem cada vez mais experiências personalizadas e em tempo real, muitos profissionais de marketing ainda enfrentam limitações por causa de ferramentas fragmentadas e dados isolados. Como Líder no Gartner Magic Quadrant for Multichannel Marketing Hubs pelo terceiro ano consecutivo, a Braze está focada em ajudar as marcas a superar esse desafio. Os aprimoramentos mais recentes foram desenvolvidos justamente para preencher essa lacuna, oferecendo às marcas a capacidade de ativar dados zero-copy, personalizar mensagens com atributos avançados de eCommerce e criar experiências interativas mais ricas em canais como a WhatsApp Business Platform — tudo a partir de uma solução única. Esses aprimoramentos são componentes centrais da visão mais ampla da Braze de capacitar profissionais de marketing com uma plataforma única, impulsionada por IA, que se torna uma poderosa aliada nas jornadas dos clientes.

“Os profissionais de marketing não deveriam precisar de um diploma em ciência da computação para criar grandes campanhas ou relacionamentos duradouros com os clientes”, disse Kevin Wang, Chief Product Officer da Braze. “O marketing na era da IA evoluiu de uma disciplina criativa para um desafio técnico sofisticado, que exige precisão em escala. Com este novo conjunto de recursos, cuidamos da complexidade, removendo barreiras que há anos limitavam os profissionais de marketing e recolocando a criatividade e a conexão no centro.”

A Braze também anunciou um lançamento inovador do BrazeAI™, que inclui capacidades generativas e de agentes, permitindo que os profissionais de marketing apliquem inteligência de forma eficaz, entreguem experiências mais relevantes e significativas em escala e automatizem tarefas que consomem tempo.

De Silos de Dados a Jornadas Dinâmicas

A Braze está tornando mais fácil do que nunca para os profissionais de marketing agirem sobre os dados que já possuem, sem a complexidade técnica. Com a Braze Data Platform já simplificando a forma como as marcas coletam e unificam seus dados primários, esses novos recursos combinam segmentação de clientes em tempo real com atributos calculados — como frequência de compra — para desbloquear uma personalização mais dinâmica, sem necessidade de código ou solicitação à equipe de dados.

  • Zero-copy Canvas Triggers: os profissionais de marketing podem ativar seus dados proprietários de forma contínua para segmentação e personalização, diretamente do data warehouse em nuvem, como, por exemplo, iniciar uma série de boas-vindas personalizada no momento em que um cliente realiza sua primeira compra.
  • eCommerce Attributes: gere facilmente métricas essenciais de clientes em tempo real, como valor médio de pedido e frequência de compra, para criar segmentos mais inteligentes e personalização avançada em escala.

Engaje com experiências multicanais mais ricas, interativas e intuitivasEm um mercado saturado, alcançar os clientes com conteúdo relevante no momento certo nunca foi tão essencial. A plataforma multicanal nativa da Braze já oferece suporte a mensagens em canais como e-mail, in-product e web, mas os consumidores agora exigem experiências mais dinâmicas em seus canais preferidos. Com isso em mente, os novos aprimoramentos permitem que as marcas se destaquem e criem interações mais dinâmicas com clientes em todo o mundo e em uma variedade de canais de mensagens.

  • RCS Rich Cards: entregue mensagens visualmente envolventes com rich media, texto e ações clicáveis, todas reunidas em um formato de cartão limpo, ajudando os clientes a explorar sem sair da conversa.
  • WhatsApp Commerce: apresente produtos e serviços do Catálogo da Meta diretamente no WhatsApp, facilitando para os clientes a descoberta e exploração das ofertas no momento.
  • WhatsApp Flows: crie formulários interativos, como cadastros ou reservas, que funcionam dentro das conversas no WhatsApp.
  • Carrosséis no WhatsApp: otimize o conteúdo em uma única mensagem com um carrossel deslizável que suporta múltiplas imagens e chamadas para ação.
  • Drag & Drop Form Blocks: colete insights valiosos de clientes por meio de pesquisas sem código diretamente em aplicativos, sites ou landing pages.
  • Drag & Drop Email Product Blocks: adicione produtos relevantes a e-mails em segundos usando blocos sem código vinculados ao Catálogo da Braze.

“Nosso relacionamento com a Braze é baseado em um compromisso conjunto de expandir os limites da mensageria móvel. Estamos entusiasmados em ver a Braze continuar inovando e capacitando as marcas a criarem experiências de cliente mais envolventes e responsivas com o RCS for Business”, disse Alex Allemand, RCS for Business Partnerships Lead NA do Google. “Ao aprofundarmos nossa colaboração, estamos tornando ainda mais fácil para os profissionais de marketing aproveitarem o poder da mensageria de marca de próxima geração e construírem relacionamentos duradouros com seus clientes.”

Criado para o mundo real: confiança em escala empresarial

Construir uma lista de audiência qualificada é apenas o começo para os profissionais de marketing. Eles também precisam ter a garantia de que as mensagens chegarão ao destino e de que os programas podem escalar sem comprometer a entregabilidade. Este lançamento apresenta uma automação mais inteligente para a expansão de programas de e-mail, permitindo que os profissionais enviem com confiança e mantenham a qualidade.

  • Aquecimento automatizado de IP: construa uma forte reputação de remetente sem o trabalho manual ou o risco de problemas de entregabilidade, aumentando gradualmente o envio de e-mails de forma automática com controles inteligentes de volume e audiência.

Seja criando WhatsApp Flows interativos ou personalizando com métricas essenciais para o negócio, os profissionais de marketing podem lançar campanhas mais relevantes e oportunas com muito mais facilidade. Com a parte complexa resolvida, eles podem se concentrar na criatividade, na estratégia e no que vem a seguir.

Para os profissionais que desejam ganhar velocidade e entregar uma personalização mais profunda, confira as soluções mais recentes da Braze aqui.

Conheça os novos recursos e atualizações da Braze apresentados na Forge 2025:

  • Acompanhe o evento aqui.
  • Saiba mais sobre os novos recursos do BrazeAI™ aqui.
  • Ouça diretamente os clientes da Braze aqui.
  • Explore os anúncios mais recentes de produtos da Forge aqui.

Disponibilidade: abaixo estão as datas previstas de disponibilidade dos recursos, conforme indicado

  • RCS Rich Cards: acesso antecipado – já disponível
  • WhatsApp Flows: acesso antecipado – já disponível
  • Drag & Drop Email Product Blocks: acesso antecipado – já disponível
  • WhatsApp Commerce: disponibilidade geral – já disponível
  • Drag & Drop Form Blocks: disponibilidade geral – já disponível
  • Zero-copy Canvas Triggers: acesso antecipado – outubro de 2025
  • Calculated attributes: acesso beta – outubro de 2025
  • Aquecimento automatizado de IP: acesso antecipado – outubro de 2025
  • Carrosséis do WhatsApp: acesso antecipado – novembro de 2025

Spotify apresenta novidades em seus canais de compra programática

Como compartilhamos no Spotify Advance no início deste ano, estamos automatizando nossa plataforma de anúncios para que os anunciantes possam comprar, criar e mensurar facilmente no Spotify. Desde o lançamento do Spotify Ad Exchange (SAX) em abril, vimos um aumento de 142% no número de anunciantes que já estão usando o SAX.¹ 

Hoje estamos apresentando ainda mais flexibilidade e controle no Spotify Ad Exchange para os anunciantes e, pela primeira vez, oferecendo aos publishers hospedados no Megaphone a opção de vender suas próprias campanhas de podcast dentro do Spotify Ad Exchange.

Novidades:

Spotify Ad Exchange: A partir de hoje, ampliamos o acesso a inventário e melhoramos a segmentação para compradores programáticos por meio de novas parcerias, além de introduzir avanços para que publishers de podcasts desbloqueiem mais oportunidades de receita.

  • Amazon: Pela primeira vez, anunciantes que usam o Amazon DSP poderão acessar o inventário de áudio e vídeo do Spotify.
  • Spotify Ad Exchange para Publishers: No próximo ano, ampliaremos o acesso ao Spotify Ad Exchange para publishers hospedados no Megaphone, permitindo que fechem negócios em private marketplace (PMPs). Isso permitirá configurar acordos não garantidos com um ou vários anunciantes, abrindo novas oportunidades de receita.

“Ao combinar as diversas audiências da Amazon e seus sinais proprietários (first-party signals) com o conteúdo de alta qualidade do Spotify e sua base de fãs engajada, estamos criando novas e relevantes formas para os anunciantes ampliarem suas estratégias omnichannel, aproveitando um nível mais profundo de insights disponível apenas por meio do Amazon DSP”, disse Meredith Goldman, Diretora de Amazon DSP na Amazon Ads. “O Amazon DSP agora tem uma escala inédita em todo o inventário de áudio próprio da Amazon (O&O) e também na open internet, permitindo que estabeleçamos novos padrões para o planejamento e a ativação holística de campanhas – tudo em um só lugar.”

Spotify Ads Manager: Também seguimos inovando no Ads Manager, com novas ferramentas e parcerias que ajudam anunciantes de todos os tamanhos a criar, otimizar e mensurar suas campanhas no Spotify.

  • Parceria com Smartly: Estamos integrando o Spotify Ads Manager ao Smartly, o que permitirá que mais anunciantes acessem nosso inventário de áudio, display e vídeo, apoiados pela criatividade, automação e medição impulsionadas por IA do Smartly.
  • Lançamento de Split Testing: Em breve lançaremos uma nova ferramenta de testes A/B que permitirá experimentar diferentes elementos criativos e descobrir o que mais ressoa com o público. Os anunciantes poderão medir KPIs Completion Rate, CTR, CPC e custo por conversão.
  • Tudo isso se soma ao nosso conjunto de otimizações que já está entregando resultados poderosos para os anunciantes, incluindo uma taxa de visualização 103% maior em campanhas com o objetivo de Tráfego Web (vs. campanhas de brand awareness) e uma taxa de instalação 4,3x maior em campanhas com objetivo de Instalação de App (vs. campanhas não otimizadas)².

“Temos trabalhado intensamente para aprimorar nossos canais de compra automatizada e tornar fácil para os anunciantes comprar, criar e mensurar no Spotify. Com essas últimas atualizações, estamos oferecendo ainda mais flexibilidade e controle, permitindo que alcancem nossa audiência global altamente engajada e gerem impacto com suas campanhas.” – Brian Berner, Global Head of Advertising Sales & Partnerships

Com 90% das pessoas usando o Spotify como parte de sua rotina diária e passando em média mais de duas horas por dia na plataforma,³ nos tornamos um companheiro essencial para milhões de fãs. Em um mundo de distrações constantes, o Spotify oferece algo diferente — por isso somos o app nº1 na tela inicial.⁴ Seja para aprender algo novo ou relaxar com uma playlist, os usuários vêm ao Spotify em busca de conexão real e valor genuíno.

Para os anunciantes, isso significa engajar audiências em um ambiente positivo, premium e seguro para as marcas. De fato, 65% afirmam que o tempo passado no Spotify é mais positivo do que o tempo gasto em redes sociais.⁵ É por isso que os anúncios no Spotify têm um impacto diferente e ressoam mais com o público. Como o melhor lugar para ser fã, seguimos comprometidos em construir uma plataforma de anúncios que ajude anunciantes de todos os tamanhos a alcançar suas audiências e gerar resultados, independentemente do objetivo.

Gostaria de cobrir a notícia ou conversar com um porta-voz do Spotify? Ele pode compartilhar insights mais aprofundados sobre:

  • Por que o Spotify está apostando forte em seus canais de compra automatizada
  • O que diferencia o Spotify de outras plataformas
  • Os primeiros resultados e o que as marcas estão vendo

Ficamos à disposição para coordenar uma conversa, caso tenha interesse. Me avise! Aqui você pode encontrar imagens para a imprensa.

Fontes

  1. Dados internos do Spotify, 2025
  2. Estudo global GWI, jun 2024
  3. Hub Entertainment Research, global, 2024
  4. GWI Time Spent / Nourishing Survey – 1º trimestre 2025

IA criada no Paraná torna vendedores da grife Reserva em influenciadores

Em um movimento que sinaliza a maturidade do varejo brasileiro diante da Inteligência Artificial (IA), a grife Reserva e o Grupo Ar&Co, gigante do varejo no Brasil, firmaram uma parceria com o Irrah Tech para desenvolver agentes de IA sob medida para o setor. A iniciativa utiliza o RêGPT, solução que emprega o GPT Maker, plataforma brasileira que permite criar e treinar múltiplos agentes IA personalizadas para atuarem no atendimento ao cliente, em capacitações internas e estratégias de marketing de influência.

“A IA não vem para substituir pessoas, mas para potencializar o que cada time faz de melhor. Com a Reserva, criamos uma IA que entende o tom da marca, seus produtos e valores, e que pode atuar de forma estratégica em diferentes pontos da jornada”, afirma Jenifer Ferraz, Head de Produto e Negócios do Grupo Irrah Tech, grupo com sede no Paraná que desenvolve ecossistemas de inovações tecnológicas voltadas ao varejo.

Na prática, a tecnologia dará “vida” a diferentes etapas e funções dentro do ecossistema da marca — com foco especial no suporte à equipe comercial. Além de responder dúvidas de clientes com agilidade e empatia, a nova IA apoiará o treinamento da equipe ao transmitir o estilo e os valores da marca, e ainda servirá como base para que o time crie publicações criativas e relevantes, capazes de chamar a atenção do cliente.

“Em 2019 desenvolvemos o projeto “Somos Todos Vendedores”, que transforma vendedores em criadores de conteúdo e protagonistas da experiência de marca. Foi um grande passo e para apoiar ele criamos um portal próprio de vídeos de capacitação (apelidado de “Netflix dos vendedores”) e um canal de atendimento via Instagram. Agora nos perguntamos, por que não trazer IA para esse processo? Ela pode, por exemplo, ajudar o vendedor a acessar os diferenciais dos produtos de uma coleção, participar de treinamentos com uma simples pergunta e, assim, estar mais preparado para as vendas”, diz Ian Coutinho, gerente Reserva Praia & Retail Education.

A ferramenta também vai ajudar o vendedor a acessar conteúdos que o inspirem e sirvam de base para criar publicações criativas e relevantes. Por exemplo: ao querer divulgar uma camisa polo no Instagram ou TikTok, o vendedor pode solicitar um roteiro de vendas. A IA consulta os diferenciais do produto e entrega um roteiro pronto, direto na palma da mão. “É assim que formamos um verdadeiro exército de criadores de conteúdo”, acrescenta Coutinho.

E o melhor, segundo ele, é que o desenvolvimento de uma IA com essa complexidade não exigiu uma equipe técnica dedicada nem investimento alto em tecnologia. “Com o GPT Maker, conseguimos criar nosso próprio agente, treinar ele com a identidade da marca, com todos os diferenciais dos nossos produtos. Buscamos a forma mais fácil e segura de dar ao vendedor acesso a esse tipo de informação e tecnologia. É IA em potencial, sempre ao lado, dando suporte e segurança na hora de vender, o dia todo”, explica o gerente da Reserva.

“Criamos essa plataforma com base nos dados e necessidades reais da Reserva. Ele é treinado com o jeito da marca, com as palavras que ela usa e com o tom que o cliente reconhece”, sublinha Jenifer. A especialista destaca ainda: “Com isso, conseguimos escalar um tipo de atendimento que é único, com personalidade, sem perder velocidade ou controle”. 

Soluções com IA generativa estão ganhando força na automação de atendimento, pós-venda e educação corporativa. Segundo a The Business Research Company, o mercado global de IA generativa para serviços ao cliente deve crescer de cerca de US$0,51 bilhão em 2024 para US$1,76 bilhão em 2029. Esses números refletem a adoção acelerada no uso de chatbots, assistentes virtuais e automação inteligente para melhorar a eficiência e personalização no atendimento.

Como funciona o GPT Maker

Na Reserva, por exemplo, o agente de IA foi treinado com base em conteúdos institucionais, catálogos de produtos, políticas de troca e materiais de onboarding.

Segundo a profissional do Irrah Tech, a IA é operada 100% no Brasil, com servidores e gestão de dados locais, o que garante conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e permite ajustes em tempo real com base em métricas e feedback.

A proposta da empresa é que cada marca crie seus próprios agentes inteligentes, com o DNA da marca. O modelo se distancia dos atendimentos genéricos e propõe uma IA “com sotaque”, treinada para responder como se fosse uma pessoa da equipe. 

Se o cliente quiser programar falando “uai”, como um mineiro, é possível. Carioca? Também!

“Não estamos vendendo um robô, e sim uma tecnologia que permite às empresas criarem seus próprios agentes, com estilo, vocabulário e conhecimento específico. O GPT Maker funciona como um ‘laboratório de IAs’ para o varejo e outros setores”, reforça Jenifer.

Brasil é escolhido pela fintech americana LiberPay para estreia global em pagamentos cripto

O Brasil, classificado entre os cinco países com maior adoção de cripto no mundo, tornou-se um polo estratégico para soluções de pagamento baseadas em stablecoins: criptomoedas lastreadas em ativos reais, como o dólar. Com isso em mente, a fintech norte-americana LiberPay está entrando no mercado com uma plataforma de pagamentos descentralizada.

A solução oferece taxas fixas de 0,3% ou US$ 0,50 por transação, prevalecendo o menor valor (além das taxas de rede blockchain), e garante que a custódia dos ativos digitais permaneça totalmente nas mãos dos usuários, ao licenciar de forma open source um gateway de pagamento (smart contract) para cada usuário que venda bens e serviços usando a LiberPay.

Esse gateway descentralizado funciona como um caixa digital da própria empresada tecnologia da empresa. A LiberPay não tem acesso nem controle sobre a moeda que transita entre o comprador e o gateway privado do vendedor.

Uso cotidiano simplificado

A proposta da LiberPay é simplificar o uso diário das criptomoedas por meio de pagamentos diretos via carteiras digitais descentralizadas como Metamask, Coinbase Wallet, Trust Wallet e qualquer outra compatível com WalletConnect.

As transações são realizadas via QR Code (ou link de pagamento), em um formato semelhante ao Pix, com recibos digitais armazenados diretamente na carteira de cada usuário.

A plataforma fará será lançada em setembro em São Paulo e no Rio de Janeiro, com foco em consumidores já familiarizados com o ecossistema cripto e em pequenos e médios comerciantes. A LiberPay também lançará sua solução Peer to Peer (P2P): sem taxa para pagamentos em stablecoin entre duas pessoas. O único custo para os usuários dessa modalidade serão as taxas de rede (gas fees) da blockchain, que geralmente são muito baixas.

Os smart contracts da LiberPay foram validados e serão implementados inicialmente na blockchain Polygon, com outras blockchains baseadas em Ethereum previstas para em breve.

Vantagens para empresas

Para negócios, a LiberPay oferece taxas altamente competitivas, muito abaixo das médias de mercado para sistemas de pagamento. A fintech estabeleceu como prioridade a transparência total dos custos associados ao uso da tecnologia.

As empresas também podem utilizar gratuitamente a tecnologia integrada via API da LiberPay para integrar o sistema aos meios de pagamento já existentes. A plataforma ainda disponibiliza registros imutáveis das transações em blockchain, no formato de recibos digitais tokenizados, que funcionam como comprovante de compra e venda para ambas as partes. Esses recibos tokenizados adicionam uma solução que promove legitimidade e rastreabilidade a cada transação.

“Escolhemos o Brasil para o lançamento porque acreditamos que poderíamos melhorar o ambiente para consumidores e empresas que enfrentam altas taxas ao pagar por bens e serviços. O Brasil é o maior mercado de cripto da América Latina e um dos maiores do mundo. Além disso, o país conta com maturidade regulatória que vem criando um ambiente seguro para inovações como a da LiberPay”, afirma Tobias Kleitman, cofundador da LiberPay.

“Com a LiberPay, os comerciantes recebem stablecoins lastreadas em dólar com a conveniência do Pix, mas com a vantagem de manter a custódia e o controle sobre seus ativos. Os brasileiros estão claramente adotando tecnologias de pagamento digital como o Pix em larga escala, e nossa pesquisa mostrou que eles querem transacionar facilmente em stablecoins atreladas ao dólar, mas carecem de ferramentas fáceis de integrar e usar. Também temos outros interesses comerciais no Brasil e adoramos as pessoas e a cultura de inovação do país. Isso nos pareceu muito convidativo para apresentar a tecnologia da LiberPay.”, explica Kleitman.

Os fundadores já investiram mais de US$ 1 milhão no desenvolvimento da plataforma e pretendem alcançar 5 milhões de usuários no primeiro ano de operação.

Todos os aportes são privados: a fintech adota o modelo bootstrapping, em que o crescimento vem do investimento de recursos próprios, sem depender de capital externo. Isso garante independência, agilidade estratégica e foco de longo prazo.

O lançamento acontece em meio à expansão acelerada das stablecoins no Brasil. Dados da Receita Federal mostram que esses ativos movimentaram R$ 233 bilhões em 2024, ou 53% de todas as transações cripto. Entre janeiro e julho de 2025, a conversão de reais em USDT (a stablecoin mais popular, atrelada ao dólar) somou US$ 7,72 bilhões (R$ 43 bilhões), alta de 84% sobre o mesmo período do ano anterior, segundo o Biscoint Monitor.

Em fevereiro, o próprio Banco Central já havia sinalizado essa tendência: em discurso no Fórum de Inovação Financeira, o presidente Gabriel Galípolo destacou que stablecoins já concentram a maior parte dos fluxos de cripto no país e que o marco regulatório deve ser finalizado ainda em 2025.

Disputa pelo modelo de custódia

Enquanto a maioria das plataformas de pagamento cripto opera sob custódia centralizada – em que os ativos ficam retidos pela empresa que fornece a solução, a LiberPay adota um modelo descentralizado.

A diferença é significativa: as transações ocorrem diretamente entre a carteira digital do cliente e o gateway de pagamento da LiberPay controlado por cada comerciante. Os comerciantes recebem imediatamente e podem sacar seus fundos a qualquer momento para suas próprias carteiras descentralizadas, como a MetaMask. A solução da LiberPay garante aos usuários liberdade que outras plataformas não oferecem.

“Esse modelo reflete uma divisão no mercado: de um lado, soluções convencionais que replicam sistemas centralizados; de outro, a plataforma da LiberPay, que preserva os princípios originais das criptomoedas – descentralização e controle direto do usuário”, explica Kleitman.

Na prática, a experiência lembra uma versão global do Pix: em um restaurante que utilize o sistema, o cliente finaliza sua refeição e escaneia um QR Code com sua carteira digital, enviando stablecoins (como USDC e USDT) diretamente para o gateway de pagamento da LiberPay do estabelecimento. A transação é concluída em segundos, sem intermediários financeiros como bancos e corretoras cripto, e ambas as partes recebem recibos digitais armazenados na blockchain. O comerciante visualiza o valor creditado instantaneamente em seu gateway.

Integração híbrida com Stripe
A tecnologia da plataforma combina infraestrutura própria de blockchain com integração ao Stripe – o segundo maior processador de pagamentos digitais do mundo, ativo no Brasil e em outros 46 mercados, com volume anual superior a US$ 1 trilhão.

“Durante o desenvolvimento da tecnologia, recebemos feedback de que era necessário incluir também a opção de pagamento com cartão de crédito, para que os comerciantes oferecessem essa alternativa lado a lado com stablecoins, atendendo a todos os tipos de clientes, seja via criptomoedas ou cartões”, disse Kleitman.

ADSPLAY firma parceria com a Ubisoft

A ADSPLAY, hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil, anuncia a conquista da conta da Ubisoft, líder no segmento de games com portfólio diversificado. As ações visam ampliar a presença da empresa em campanhas de awareness para lançamentos e títulos já consolidados. 

A escolha pela empresa se deu pela amplitude de formatos e soluções oferecidas, que vão de display e vídeo até estratégias inovadoras como native, rich media, rewarded video, alto impacto e in-games. E para essa primeira campanha, os números demonstram que o projeto, em formato de vídeo, superou as expectativas com aumento de 303% em Impressões, 550% de Views e VTR de 181%.

Para Edu Sani, CEO da ADSPLAY, “com essa conquista, a empresa reforça sua posição como parceira estratégica no segmento de games, unindo inovação, escala e resultados eficientes aos nossos clientes”, finaliza.

iFood retoma e expande operações com drones em Sergipe após autorização inédita da ANAC

O iFood anuncia a retomada e a expansão da operação de entregas por drones em Sergipe, em parceria com a Speedbird Aero, marcando uma nova fase do projeto e consolidando o avanço do seu modelo de entregas multimodal. A rota, pioneira no Brasil e na América Latina para delivery, será ampliada após a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) conceder a primeira autorização permanente do país para voos seguros sobre áreas com circulação de pessoas. Além disso, entra em operação uma nova aeronave capaz de transportar até 5 quilos – antes, o limite era de 3 quilos.

A rota parte do Shopping Center RioMar, em Aracaju, sobrevoa um trecho de menos de um minuto em área com circulação de pedestres e cruza o rio Sergipe para chegar a Barra dos Coqueiros, conectando restaurantes de um município a condomínios residenciais da cidade vizinha. Pelo ar, o percurso tem menos de quatro quilômetros, e a entrega chega ao consumidor em até 30 minutos. O entregador é o responsável pela última milha, ou seja, o trecho que vai do pouso do drone até o consumidor.

Por terra, o trajeto demoraria cerca de uma hora, já que ida e volta somam 36 quilômetros e atravessam áreas de trânsito intenso. Esse percurso inviabilizaria a operação apenas com entregadores, que ficariam restritos a poucas entregas nos horários de almoço e jantar, que são os picos de demanda.

“O iFood é multimodal: combina bicicletas, motos, carros, barcos, robôs e agora também drones para conectar um ecossistema complexo de entregas com precisão. O drone entra para resolver trechos que não fariam sentido para o entregador, que continua sendo alocado em rotas mais produtivas”, Rodolfo Klautau, diretor de Logística do iFood.

O serviço funcionará sete dias por semana, durante 10 horas por dia. A rota, iniciada em 2021 como projeto-piloto, foi a primeira a obter autorização permanente para transporte de alimentos por drones na América do Sul. Agora, em nova fase, a operação retorna com capacidade para até 280 pedidos por dia.
 

A retomada da operação em Aracaju reforça a estratégia do iFood de investir em um modelo de entregas multimodal, que combina diferentes meios de transporte para superar os desafios geográficos e urbanos do Brasil. Os drones são especialmente relevantes em trajetos que envolvem barreiras naturais, como rios ou áreas de difícil acesso, além de regiões distantes. Nesses casos, a tecnologia aérea encurta caminhos, reduz o tempo de entrega e amplia o alcance dos restaurantes.

“A retomada e expansão do projeto em Aracaju é um marco não apenas para o iFood e a Speedbird, mas para todo o setor de mobilidade aérea no Brasil. Trata-se da primeira autorização permanente da ANAC para voos sobre áreas com circulação de pessoas, um passo fundamental para a consolidação das entregas por drone no país. Estamos muito orgulhosos de liderar esse avanço com uma aeronave nacional de maior capacidade, que torna a operação mais eficiente e robusta. Essa conquista demonstra que a inovação feita no Brasil tem maturidade para transformar realidades urbanas, encurtando distâncias e criando soluções logísticas sustentáveis”, afirma Manoel Coelho, CEO da Speedbird Aero.

A Speedbird Aero é, até hoje, a única empresa com dois modelos de drones aprovados pela ANAC para operações BVLOS (‘além da linha de visada do operador’, em português) voltadas à entrega de cargas no Brasil. Essas certificações representam marcos inéditos e trazem diferenciais importantes, como a permissão para voar à noite. Cada processo de autorização levou, em média, de 12 a 24 meses e seguiu rigorosamente todas as normas de segurança, com aprovação da ANAC e do DECEA.

“O iFood acredita que inovar é também construir junto com quem já está fazendo. A Speedbird é uma empresa brasileira que, assim como nós, aposta em tecnologia nacional de ponta para resolver desafios reais. Esse projeto mostra como a inovação feita no país pode aproximar o próprio Brasil de si mesmo, conectando cidades e encurtando distâncias que antes pareciam impossíveis”, afirma Klautau.

Como funciona o drone do iFood?

  • Capacidade: até 5 kg (nesta retomada, apenas pedidos de comida).
  • Velocidade: 50 km/h.
  • Altitude: até 60 metros (equivalente a um prédio de 20 andares).
  • Segurança: equipado com GPS para navegação e paraquedas em caso de emergência.
  • Operação: comandado por um centro de controle da Speedbird Aero em Franca (SP).
  • Frota: dois drones disponíveis para o trajeto, que podem ser acionados ao mesmo tempo, conforme a demanda.
  • Resistência: suporta ventos de até 55 km/h e chuva leve (5 mm por hora).