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Kiwee anuncia Cris Lima como CCO e Sócio em meio ao crescimento recorde de R$ 37,9 bilhões do mercado de publicidade digital

A agência Kiwee anuncia a contratação de Cris Lima como novo Chief Creative Officer (CCO) e sócio. A chegada do executivo representa uma guinada estratégica para a agência de marketing, que tem apresentado crescimento e aproveita o momento de expansão do setor, que movimentou R$ 37,9 bilhões em publicidade digital no Brasil apenas em 2024, segundo o estudo Digital AdSpend Brasil (IAB Brasil e Kantar Ibope Media).

A decisão acompanha um novo posicionamento nos negócios, em que o foco não é apenas criar campanhas, mas sim transformar ideias em impacto real para o mercado e para o público dos clientes. “A Kiwee está assumindo um novo posicionamento, o de ser parceira estratégica dos negócios de nossos clientes. Depois de 18 anos, não buscamos apenas comunicar, buscamos gerar crescimento”, afirma Fabiano Quirino, CEO da agência.

A agência já atendeu mais de 480 empresas em setores diversos, do agronegócio à construção civil, e atua como full service, com frentes que vão de brand design a estratégias de tráfego pago. Agora, com a chegada de Lima, a meta é ampliar a oferta de soluções criativas que tenham ainda mais impacto no faturamento e na performance dos clientes.

E o setor vem ganhando espaço. O marketing digital no Brasil cresce de 8% a 14% ao ano, e existem cerca de 180 mil empresas disputando esse mercado, de acordo com dados do estudo Marketing em Foco, feito pela Córtex. Diferenciar-se, portanto, depende de entregar valor comprovado, algo que a Kiwee busca colocar no centro de sua proposta.

O mercado brasileiro de publicidade digital deve crescer aproximadamente 15,7% ao ano até 2030, segundo previsão da Grand View Research. Para este ano, projeções estimam que 74% dos orçamentos de marketing das empresas sejam destinados ao digital, segundo estudo Bússola de Marketing.

Capital humano como ativo estratégico

Cris Lima tem mais de três décadas de experiência e liderou equipes em grandes agências de São Paulo e Campinas. Ao assumir a liderança criativa da Kiwee, sua missão é elevar a consistência das entregas, acelerar processos de inovação e alinhar cada projeto a objetivos de negócio.

“O mercado exige criatividade conectada a métricas. O desafio é transformar boas ideias em resultados financeiros reais para os clientes”, diz Lima.

Segundo o executivo, o setor de comunicação enfrenta desafios como pressão por ROI (Retorno sobre o Investimento), mudanças rápidas no comportamento do consumidor e a necessidade de adaptação a novas plataformas digitais. Mas também é um mercado com potencial de crescimento, que atrai investimentos robustos.

Um exemplo é o projeto realizado pela Kiwee para a Mars Brasil, no qual a agência assinou o design de ambientes da nova fábrica da Mars Pet Nutrition em Ponta Grossa (PR). O investimento de R$ 400 milhões incluiu a geração de 200 empregos diretos, práticas de sustentabilidade e a criação de espaços alinhados ao propósito da marca, um case que reforça a capacidade da agência de conectar comunicação, experiência e negócios.

“Com a chegada de Lima, a Kiwee pretende ampliar parcerias estratégicas, consolidar atuação em segmentos de maior valor agregado e manter foco em resultados. O objetivo é fortalecer sua participação em um setor bilionário que se tornou essencial para a competitividade das empresas brasileiras”, conclui.

Microsoft lança a plataforma Sentinel pronta para IA e novo construtor de agentes do Security Copilot

Hoje, (30/09), a Microsoft anunciou uma nova onda de inovações em segurança projetadas para ajudar os defensores a agir mais rápido e se manterem à frente de ameaças que evoluem com agilidade.

A rápida adoção de IA traz novas oportunidades, mas também novos riscos. Enquanto atacantes exploram vulnerabilidades mais rápido do que nunca, as organizações continuam limitadas por ferramentas fragmentadas e fluxos de trabalho desconectados. Uma pesquisa da Gartner revelou que empresas utilizam, em média, 45 ferramentas de segurança diferentes de dezenas de fornecedores. A Microsoft está simplificando essas ferramentas desconectadas em um sistema coeso e inteligente, semelhante a um aplicativo financeiro pessoal que organiza e facilita o gerenciamento dos seus gastos.

Principais novidades:

  • Microsoft Sentinel evoluiu para uma plataforma unificada, pronta para IA, conectando usuários, agentes, dispositivos, ações e riscos em todo o ambiente de segurança. Isso permite que os defensores rastreiem caminhos de ataque, avaliem o raio de impacto e priorizem respostas com mais clareza e visão holística.
  • Security Copilot potencializa essa base, permitindo que as equipes criem agentes de IA personalizados, sem necessidade de codificação, que se integram perfeitamente ao fluxo de trabalho diário. Com proteções integradas, as empresas podem escalar agentes com confiança, sabendo que sua força de trabalho digital é sustentada por segurança em nível corporativo.
  • O lançamento da nova Microsoft Security Store simplifica a descoberta e implantação de agentes e soluções, permitindo que clientes aproveitem o ecossistema de parceiros de segurança da Microsoft para implementar novos agentes.

Com uma cobertura e profundidade incomparáveis de sinais de segurança (a Microsoft analisa mais de 84 trilhões de sinais por dia!) e uma base construída para o futuro da IA, a Microsoft possibilita que as organizações adotem a IA com confiança, mantendo-se sempre à frente das ameaças do amanhã.

Confira esta publicação no Microsoft Source Brasil de hoje para mais detalhes sobre o anúncio.

Criando uma blindagem superior para o Pix

O Pix e o Open Finance levaram à rápida bancarização dos brasileiros e à diversificação do sistema financeiro, sendo um dos maiores casos de sucesso de pagamentos diretos do mundo. Este campo inovador que atraiu atores locais e estrangeiros deve chegar a um novo patamar de segurança e governança, para o qual os setores regulados são cruciais.

O sucesso do Pix é inegável: em junho foram R$ 2,87 trilhões movimentados em 6,9 bilhões de transações, mostra o Banco Central. Em 2024, foram 63,8 bilhões de operações, 13 bilhões a mais que as de cartões de crédito, débito e pré-pagos, transferências, boletos e cheques juntas, segundo a Febraban, margem que deve aumentar neste ano com ferramentas como o Pix automático e o Pix parcelado.

Este volume não seria possível sem novas instituições de pagamento, que absorveram um contingente sem espaço nos bancos tradicionais. Assim, diversas empresas inovaram com soluções que removiam barreiras para tanta gente e multiplicaram as suas operações, tornando o Brasil um mercado inescapável. Por outro lado, o sistema bancário teve brechas que permitiram crimes como estelionato, fraude, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A ação do crime organizado, em especial do tráfico de drogas, é uma das preocupações que levaram o Basel Institute of Governance a colocar o Brasil na posição 75 de 164 do seu índice anti-lavagem de dinheiro em 2024. A descoberta recente de fintechs criadas para lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital) é prova dessa permeabilidade.

A violação da segurança é outra porta aberta para o crime. O ataque que levou ao desvio de R$ 800 milhões do arranjo Pix e as circunstâncias em que ocorreu –por meio de um funcionário júnior, com acesso amplo– torna imperativo blindar ainda mais o Open Finance. Para isso, deveríamos dispor da experiência de empresas habituadas com esses desafios.

Assim como em outras áreas da TI, são nos setores regulados que nascem as soluções de segurança mais robustas do sistema financeiro. Um deles é o de apostas esportivas, sujeito a crimes como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e evasão de divisas e obrigações como a restrição para menores de 18 anos, dependência e atores não autorizados.

De cada 5 pessoas que fizeram apostas on-line no Brasil em 2024, 4 pagaram via Pix, mostra uma pesquisa do Ipespe para Febraban. Com essa ampla maioria dos pagamentos diretos em seu volume de transações e sendo obrigadas a incorporar impostos e restrições, é natural que as instituições de pagamento que atuam no setor estejam na vanguarda da segurança.

Muitas delas também criam soluções avançadas de governança e compliance conforme normativas mais estritas, como a Lei de Resiliência Operacional Digital da União Europeia (DORA). Trata-se de uma forma mais de dar ao Pix e ao Open Finance novos mecanismos para evitar crimes, antecipando-se e oferecendo opções para aperfeiçoamentos no Brasil.

O Pix é o maior caso de sucesso na promessa de remover barreiras à inclusão financeira e trazer isonomia para pagamentos em todo o mundo. A aliança do Banco Central com as instituições locais e estrangeiras criará um ambiente forte, eficiente e blindado contra o uso indevido. Ter todas as ferramentas disponíveis só nos ajudará a alcançar este objetivo.

por Johan Strand, CEO da Zimpler

IA com crowdsourcing acelera criação de valor em serviços digitais, aponta estudo internacional

Um estudo publicado em maio de 2025 na International Journal of Production Economics (Elsevier) conclui que ferramentas de inteligência artificial (IA) habilitadas por crowdsourcing, quando dados são coletados de muitos participantes, geram valor mensurável em serviços digitais. O trabalho mostra ganhos em relacionamento com clientes, operações e desenvolvimento de produtos e serviços. Em ambientes de alta “turbulência tecnológica”, a participação de especialistas torna-se crítica para maximizar esse valor. 

O estudo analisou empresas de múltiplos setores por meio de survey intersetorial e concluiu que integrar dados em volume com dados qualificados aumenta a precisão das decisões e reduz ruído. Segundo os autores, não há trade-off obrigatório entre dados coletivos e especializados: ambos se complementam para gerar insights mais confiáveis e ações estratégicas mais rápidas

O conceito também se aplica no setor educacional, onde interações de alunos e tutores, dúvidas, aulas, redações e feedbacks, podem ser transformadas em dados acionáveis para aprimorar atendimento, conteúdo e decisões pedagógicas. Plataformas digitais consolidam essas interações em relatórios claros para gestores e educadores, traduzindo inteligência coletiva em ação.

Nesse contexto, o TutorMundi, plataforma de monitoria online e plantão de dúvidas, registrou entre janeiro e agosto de 2025 21.936 horas de aulas particulares e mais de 325 mil atendimentos, usando IA nos bastidores para organizar fluxos, priorizar demandas e apoiar a correção de redações. Os relatórios entregues às escolas mostram engajamento de alunos, dúvidas mais frequentes por disciplina e temas que exigem reforço curricular. As três matérias mais buscadas pelos alunos foram Matemática (69.534 atendimentos), Física (64.586) e Biologia (60.766), destacando áreas que demandam maior atenção pedagógica.

“Dados em volume, somados a dados qualificados, geram mais valor. Em educação, isso significa usar o que os alunos perguntam e o que os tutores observam para melhorar o serviço em tempo real”, afirma Rapha Coe, CEO do TutorMundi.

O estudo evidencia que combinar dados coletivos e especializados acelera a criação de valor em serviços digitais. Empresas e plataformas que adotam essa abordagem podem transformar grandes volumes de dados em decisões mais precisas, rápidas e com maior impacto nos clientes, independentemente do setor

Zenvia amplia estratégia de experiência do cliente com nova camada de integração de dados

Zenvia Inc., empresa que habilita empresas a criarem experiências pessoais, envolventes e fluidas ao longo da jornada dos consumidores, acaba de evoluir sua solução core Zenvia Customer Cloud com uma integração de dados que combina CDP (Customer Data Platform) nativa, inteligência artificial e gestão e operação de toda a experiência dos consumidores, trazendo aos clientes o acesso a funcionalidades que contribuem para aumentar vendas, ampliar a eficiência e melhorar a qualidade do atendimento. 

De acordo com Gilsinei Hansen, VP de Negócios e Marketing da Zenvia, a evolução da Zenvia Customer Cloud redefine o foco da área comercial. “Nossa base de clientes é sólida e fiel, com empresas que estão conosco há anos. Nosso objetivo agora é expandir a oferta de valor, oferecendo essa integração de dados com CDP nativa, que será fundamental para aumentar a receita de nossos clientes, ao mesmo tempo em que a qualidade dos atendimentos melhora”,  afirma.

A Zenvia Customer Cloud, lançada no ano passado, já possui mais de 5,7 mil clientes ativos e registrou receita entre R$ 180 e R$ 200 milhões em 2024, o que representou quase 21% da receita total da empresa no período, de R$ 959,7 milhões.

A integração

Combinando dados via Customer Data Platform (CDP) nativa e integrando-se a ERPs, CRMs e outras fontes relevantes, a Zenvia Customer Cloud possibilita atendimento, vendas e suporte unificados, visão 360° do consumidor, inteligência acionável e jornadas otimizadas com IA e automações.

“A Zenvia Customer Cloud nasce conectada, mas essa evolução reforça nosso compromisso com o futuro da experiência do cliente. Com dados integrados, contribuímos ainda mais para o sucesso das operações de Customer Experience, unindo múltiplas soluções em uma jornada fluida, inteligente e personalizável” , conta Lilian Lima, CTO da Zenvia .

O diferencial da solução está na combinação de uma CDP nativa com uma camada robusta de inteligência artificial. No mercado, essas soluções costumam ser oferecidas separadamente — empresas especializadas em CDP e outras focadas apenas em canais ou atendimento.

Com a nova camada de integração, clientes da Zenvia poderão:

Marketing

  • Correlacionar objetivos de negócio com geração de campanhas com segmentação automática e personalizável.
  • Gerar insights e automações baseadas na compreensão do comportamento do cliente com relação à preferência de canal e formato;
  • Ativar ações no timing certo e com retroalimentação das estratégias de comunicação.

Vendas

  • Ter clareza sobre os itens mais lucrativos para o negócio e aumentar receita ao focar nos produtos certos.
  • Maior alinhamento entre time comercial, marketing e gestão de estoque.
  • Fornecer ao time de vendas resumos inteligentes e gestão 360 do cliente com um clique;
  • Apoiar os times comerciais com dados em tempo real para conversas mais assertivas, oferecendo inteligência sobre produtos e perfil do cliente;
  • Otimizar conversão por gestão simplificada e unificada de catálogos de produtos.

Atendimento / Relacionamento

  • Usar chatbots e agentes de IA para um atendimento mais próximo e eficiente;
  • Habilitar nutrição automatizada de clientes por meio de agentes autônomos e, do onboarding ao pós-venda;
  • Otimizar o relacionamento com parceiros de revenda ou distribuidores;
  • Automatizar réguas de cobrança com dados integrados do ERP.

Casos de uso

Na prática, integrar os sistemas de gestão à Zenvia Customer Cloud pode beneficiar diversos segmentos. 

No Varejo, contribui para a recuperação de carrinhos abandonados com a identificação automática do status ‘aberto’ do pedido. A partir daí, é possível configurar um agente inteligente para disparar mensagens personalizadas – no melhor horário – via WhatsApp, SMS ou e-mail, com descontos exclusivos ou frete grátis. Ganha o cliente, que fica satisfeito com vantagens únicas chegando no melhor momento, e ganham as empresas, com aumento da taxa de conversão e maior engajamento dos consumidores.

No setor hoteleiro, torna possível que agentes inteligentes segmentem automaticamente hóspedes que não realizaram uma nova reserva em um período determinado (seis meses, por exemplo), para que recebam campanha automatizada, via WhatsApp ou e-mail, com benefícios exclusivos na próxima estadia, como voucher de translado, upgrade de quarto ou desconto exclusivo. A ação gera aumento das reservas diretas, redução da dependência e dos custos de agências online, otimização da taxa de ocupação – principalmente na baixa temporada, fortalecimento do relacionamento com o cliente – que se sente valorizado e lembrado, e crescimento do LTV (Lifetime Value), uma vez que hóspedes que retornam tendem a gastar mais e se tornarem promotores da marca.

Para as instituições de ensino é aliada no reengajamento de alunos inativos e na redução da evasão escolar. Isso é possível porque a integração com a Zenvia Customer Cloud permite que os dados da contratação e da frequência do aluno estejam disponíveis e acionáveis, com o envio automatizado de lembretes de aulas, materiais complementares e convites para tutoriais personalizados, além do direcionamento para um atendente humano, se necessário. 

No universo das seguradoras, funciona como aliada no acompanhamento proativo do cliente, aumentando as taxas de renovação de apólices com o envio de mensagens automáticas com lembretes de renovação, simulação personalizada da nova vigência com base na apólice anterior e possibilidade de concluir o processo via chatbot no WhatsApp ou com apoio de um agente humano. Os resultados imediatos são: aumento no índice de renovações e redução no custo de aquisição de novos clientes.

E se o objetivo é fidelizar para a compra e investimento em imóveis, a nova camada de integração da Zenvia Customer Cloud oferece segmentação inteligente às construtoras para que consigam manter relacionamento de médio e longo prazo com os clientes, aumentando o índice de recompra e upgrade, reduzindo o número de imóveis sem oferta fomentando a fidelização de consumidores estratégicos. Isso é possível porque agentes inteligentes classificam automaticamente os potenciais compradores com base em frequência, valor de compra e recência para definição de jornadas personalizadas por segmento (ex.: investidores recebem lançamentos VIP; famílias recebem ofertas de upgrade; imobiliárias recebem materiais exclusivos). E os agentes ainda servem ao time de Marketing para adaptação das campanhas, com envio personalizado e automatizado via WhatsApp, e-mail e SMS.

Já no segmento Financeiro, beneficia especialmente as cobranças de parcelas atrasadas sem comprometer a experiência do cliente. Integrada à Zenvia Customer Cloud, as instituições financeiras podem disparar lembretes inteligentes antes do vencimento e automatizar cobranças ativas, com personalização por data, valor ou perfil, oferecendo opções de pagamento, renegociação ou parcelamento, com o uso de chatbot para negociação imediata. Em um País onde quase 80% das famílias estão endividadas, é um ganho tanto para as empresas do setor quanto para os clientes, que podem ter alternativas mais interessantes para sair do vermelho.

“Estamos ajudando nossos clientes a transformar dados desconectados em decisões inteligentes e resultados concretos. Essa camada de integração inaugura uma nova fase da Zenvia Customer Cloud: a solução passa a potencializar negócios desde a base, usando dados como ponto de partida para inovação”destaca Hansen“Ao conectar o ERP à Zenvia Customer Cloud, o cliente poderá automatizar jornadas com base no comportamento real do consumidor, ganhando agilidade, eliminando tarefas manuais e tomando decisões com dados confiáveis e atualizados. Essa integração tem potencial para se tornar o núcleo da operação de todos os nossos clientes”conclui o executivo.

Black Friday: Celcoin orienta como preparar a infraestrutura de pagamentos para os picos de vendas a pouco mais de 50 dias para a data

A pouco mais de 50 dias para a Black Friday, empresas intensificam suas estratégias para maximizar vendas. No Brasil, essa é uma das datas mais importantes para o varejo, mas também um teste de resistência para as infraestruturas tecnológicas de pagamento, que podem enfrentar dificuldades para absorver o alto volume de transações e o fluxo intenso de usuários. O resultado pode ser falhas no processamento, lentidão e instabilidade, gerando perdas de receita e prejuízos à experiência do cliente — além de danos à reputação das marcas.

Para apoiar e-commerces e marketplaces na preparação para a data, Luis Moraes, Head de Banking da Celcoin — infratech financeira que oferece um ecossistema financeiro completo para empresas do varejo — compartilha dicas e estratégias para garantir a robustez dos sistemas de pagamento. O objetivo é transformar o desafio da Black Friday em uma oportunidade de fortalecer o relacionamento com o cliente e conquistar resultados financeiros expressivos.

1. Estratégias de Contingência

O maior erro é subestimar o volume e a complexidade da Black Friday. Muitas empresas investem apenas em marketing, mas não na infraestrutura necessária para suportar o sucesso das vendas. Para isso, o ideal é desenvolver com antecedência um plano de contingência robusto, que contemple não só a comunicação, mas a infraestrutura e os sistemas tecnológicos também. Alguns pontos são indispensáveis para estruturar um plano eficaz como um monitoramento proativo da infraestrutura, ter uma equipe ou sistema que monitore todas as soluções 24/7, mesmo antes do pico de vendas, e durante os momentos mais delicados.

Além disso, criar rotas de backup, no caso de uma falha em um sistema de pagamento é crucial para ter uma alternativa na qual o cliente consiga finalizar a compra. Pode ser oferecer outro método de pagamento ou direcionar o tráfego para um parceiro “emergencial”. Outro ponto essencial é ter comunicação transparente com o cliente e entre a equipe.

Nesse casose ocorrer um problema, a interação com o cliente deve ser clara e objetiva. Informar sobre a falha, o que está sendo feito para resolver e oferecer alternativas, evita a frustração, a perda da venda, e até aumenta as chances de uma nova compra pela confiança no atendimento e solução de problemas que a empresa oferece.

2. Tecnologia especializada

A arquitetura de microsserviços e APIs são fundamentais para garantir escalabilidade. Em vez de ter um sistema com uma única grande estrutura, uma estratégia pode ser utilizar diversos serviços pequenos e independentes, cada um responsável por uma função específica, como processar o Pix, o cartão de crédito ou a conciliação. Isso permite que, em momentos de pico, a empresa escale apenas o serviço que precisa de mais capacidade (por exemplo, o do Pix), sem sobrecarregar o sistema inteiro.

Nessa linha, a Celcoin opera como um “motor” por trás da operação nos serviços mais demandados na data. Assim, o varejista pode focar em suas vendas, sabendo que a tecnologia de pagamentos está sendo gerenciada por uma plataforma preparada para lidar com qualquer volume, garantindo velocidade e estabilidade.

3. Segurança e fraudes

Outro ponto de atenção é com o número de tentativas de fraude que podem crescer exponencialmente junto com o volume de vendas. Com os avanços tecnológicos e da IA no Brasil, uma alternativa é o investimento em ferramentas de segurança que utilizem esse recurso e machine learning para monitorar as transações em tempo real. Essas ferramentas conseguem identificar padrões suspeitos de compra (como a mudança abrupta do valor médio de uma transação ou a repetição de pagamentos com dados de cartão diferentes) e bloquear uma operação suspeita antes que ela se conclua. Além disso, soluções de Autenticação de Dois Fatores (2FA) e a validação de dados em tempo real são essenciais para proteger o consumidor e a própria empresa. A infraestrutura de pagamentos deve ser construída com camadas de segurança desde o início, e não como um complemento posterior.

4. Atenção ao Pix

O Pix já é o principal método de pagamento do Brasil e, na Black Friday, a expectativa é que ele represente uma fatia ainda maior das transações. O grande desafio técnico não é apenas o volume de transações, mas a simultaneidade de operações. Em poucos segundos, milhões de pessoas podem estar tentando pagar por suas compras, o que exige um sistema que não apenas processe rapidamente, mas que também consiga se comunicar com a infraestrutura do Banco Central e das instituições financeiras dos clientes, sem gargalos.

Um pico não previsto de transações, instabilidade da conexão com o Banco Central ou até mesmo um erro na conciliação dos pagamentos, podem fazer com que uma compra seja aprovada, mas o pagamento não seja processado corretamente. Para evitar isso, é importante que as empresas se atentem ao tamanho e capacidade da infraestrutura tecnológica que utilizam. Investir em uma infraestrutura que use APIs robustas e um sistema de retentativas inteligentes pode garantir que, mesmo com um volume anormal, a transação seja concluída, e não haja problemas com a finalização das compras.

5. Tudo funcionando na Black Friday

Além das precauções e estratégias para se preparar para a Black Friday, algumas ações práticas podem fazer a diferença no dia. Um teste de estresse ajuda a simular um volume de transações muito acima do esperado para identificar e corrigir possíveis gargalos na infraestrutura de pagamentos. Trabalhar com uma plataforma de pagamentos que tenha experiência comprovada em lidar com grande número de vendas e que ofereça suporte dedicado durante o evento, ajuda a focar em outras frentes como o relacionamento com o cliente e o marketing. Além disso, oferecer múltiplos métodos de pagamento (cartão de crédito, Pix, boleto) ajuda o cliente a ter mais opções, caso um dos sistemas esteja passando por instabilidade ou algum erro.

O uso de soluções como “compra com 1 clique” também podem otimizar o checkout do cliente. Por meio do Open Finance, é possível oferecer ferramentas como pagamento por Pix direto no checkout, sem redirecionamento, o que diminui a burocracia das transações e pagamentos com Face ID, combinando conversão, fluidez e segurança. Por fim, investir em uma boa estrutura de dados pode ajudar as empresas a preverem volume de vendas, comportamento dos consumidores e dedicar esforços para pontos de melhoria desde a última experiência da data.

6. Oferta de crédito

Além dos sistemas de pagamentos, o varejo pode aproveitar a oportunidade para trabalhar a oferta de crédito no período. Com os produtos a valores mais baixos e oportunidades de negócios, os clientes podem precisar de crédito e segurança para executar as transações. Ter uma plataforma que te ajude não só na manutenção da infraestrutura tecnológica, mas que também ofereça um ecossistema financeiro com um pool de soluções para a empresa e consumidores pode ser uma boa estratégia.

Antecipação de fornecedores via crédito estruturado, plataforma de gestão de ativos, cobrança e recuperação de crédito, e opções de compras atrativas para os consumidores (“Buy Now Pay Later”) são algumas das soluções que podem ser aplicadas na data e também ao longo do ano no varejo, otimizando o relacionamento com o cliente e a criação de uma base de serviços mais ampla para as empresas.

ServiceNow apresenta AI Experience, nova interface para IA empresarial

ServiceNow, plataforma de IA para transformação empresarial, anunciou a AI Experience, uma nova porta de entrada inteligente e unificada para a IA corporativa. Com foco em experiências contextuais e multimodais, a solução conecta pessoas e agentes de IA por meio de uma interface intuitiva, com governança e segurança integradas, criando o ambiente ideal para adoção de IA em escala.

Amparada no Now Assist, a AI Experience se estende por qualquer fluxo de trabalho – incluindo o CRM da ServiceNow – e permite que funcionários acessem informações, atribuam tarefas e colaborem com IA de forma fluida.

A AI Experience resolve um dos maiores desafios que as empresas enfrentam hoje: experiências fragmentadas que atrasam o trabalho”, afirma Amy Lokey, vice-presidente executiva e chief experience officer da ServiceNow. “Com uma interface intuitiva e contextual, estamos colocando a IA no fluxo de trabalho, conectando pessoas, dados e agentes em um só lugar.”

Principais recursos da AI Experience incluem:

  • AI Voice Agents: interação por voz para acessar informações, atualizar registros e resolver tarefas com fluência humana.
  • AI Web Agents: agentes que aprendem com humanos para executar tarefas em sistemas externos, sem APIs ou integrações personalizadas.
  • AI Data Explorer: conecta dados internos e externos para investigar tendências, causas raiz e documentar insights sem sair do fluxo.
  • AI Lens: transforma telas e dashboards em ações automatizadas, eliminando esforço manual e acelerando decisões.

CRM autônomo com IA integrada

A AI Experience transforma o CRM da ServiceNow de um sistema estático de registro em uma plataforma de ação com IA nativa, onde agentes autônomos realizam tarefas repetitivas, como análise de tickets e recomendação de respostas. O objetivo é liberar as equipes humanas para decisões mais complexas e estratégicas, ao mesmo tempo em que clientes são atendidos com mais agilidade e fluidez, no canal de sua escolha.

Governança e flexibilidade para IA corporativa

A experiência é reforçada pelo AI Control Tower, centro de comando que permite governar, monitorar e gerenciar qualquer ativo de IA – nativo ou de terceiros. Além disso, os clientes têm liberdade para escolher os modelos de IA mais adequados a seus fluxos de trabalho, com suporte a modelos da ServiceNow e parceiros como Azure OpenAI, Anthropic Claude e Google Gemini.

Depoimentos de clientes:

  • “ A nova experiência de IA nos permite entregar interações mais simples, contínuas e eficazes para nossos clientes ”, diz Paolo Juvara , chief digital transformation officer da Pure Storage.
  • Com a IA da ServiceNow, transformamos nosso call center com fluxos mais inteligentes. Agora queremos explorar o uso de agentes de voz e web para elevar ainda mais nossa experiência de atendimento”, afirma Scott Steele, COO da Thrive.
  • Acreditamos que a IA responsável começa com as pessoas. A AI Experience traz uma forma nova, fluida e proativa de interagir com a tecnologia”, complementa Brian Eble, líder de tecnologia empresarial da EY.

Disponibilidade

  • AI Lens já disponível.
  • AI Voice Agents, AI Web Agents e AI Data Explorer tem o lançamento previsto para o final de 2025.

Engetron leva racks e UPSs modulares com integração IoT para ambientes industriais ao ENA 25

Engetron, empresa brasileira líder em fabricação de UPS IoT, apresenta seu portfólio de racks e UPSs modulares com integração IoT durante o Encontro Nacional de Automação – ENA 25, que acontece nos dias 1 e 2 de outubro, em Belo Horizonte (MG). A companhia exibirá em seu estande (74) no evento o Rack DWTT-A5, o Rack DWTT-A5 IP42 e o UPS Trifásico DWTT 20kVA-220, equipamentos prontos para atender às necessidades de ambientes industriais que exigem disponibilidade, eficiência energética e flexibilidade de expansão.

“Com a transformação digital e o avanço da automação, as operações industriais se tornaram cada vez mais dependentes de sistemas de energia confiáveis e inteligentes”, afirma Aluízio Ábdom, Diretor Comercial e de Marketing da Engetron. Segundo o executivo, a continuidade operacional é um fator crítico em segmentos estratégicos da indústria. “Por isso, nossas soluções foram projetadas para entregar desempenho, monitoramento remoto e escalabilidade, permitindo que cada cliente adapte sua infraestrutura de energia ao crescimento de suas operações”, diz.

O DWTT-A5, rack modular trifásico plug-in com UPS IoT, será mostrado em sua versão original e em versão com o grau de proteção IP42, que impede a entrada de objetos sólidos com diâmetro maior que 1 mm e resiste a gotejamento de água com inclinação de até 15°. A integração com o IP42 garante maior durabilidade dos componentes internos e maior resiliência. O DWTT-A5 traz tecnologia hot-swap, permitindo substituições ou atualizações de módulos sem interrupção do sistema, garantindo escalabilidade e redundância. Com fator de potência 1.0, o equipamento ainda oferece potência ativa completa, disponível em configurações de 20kW ou 160kW.

Outro destaque é o UPS Trifásico DWTT 20kVA-220 que é compatível com diferentes tecnologias de baterias (VRLA, Lítio e Alcalinas) e possui autoteste automático de baterias, para verificação do funcionamento do equipamento, proporcionando maior confiabilidade e redução de riscos em operações críticas. Com fator de potência de entrada 0,99 e saída de 0,9, o DWTT 10kVA-220 entrega alto rendimento, reduzindo desperdício de energia e custos operacionais. O UPS ainda é equipado com retificador IGBT, bypass estático e manual, e display LCD interativo.

Além disso, tanto o rack DWTT-A5 quanto o UPS Trifásico DWTT 20kVA-220 contam com alta eficiência energética devido à dupla conversão e modo ECO, que reduzem custos de operação e refrigeração, além de permitirem paralelismo ativo de até oito unidades de UPSs para ampliar capacidade ou criar redundância. Ainda, são integrados ao Engetron IoT, tecnologia exclusiva da companhia para monitoramento remoto que, por meio de aplicativo ou web, possibilita acompanhar em tempo real parâmetros como potência, autonomia, alarmes e eventos registrados, além de gerar relatórios e configurar ações automáticas. Assim, os dispositivos combinam robustez, eficiência e segurança operacional, características ideais para indústrias que exigem continuidade energética confiável, flexibilidade e resiliência.

A participação da Engetron no ENA 25 reforça o compromisso da empresa em apoiar a modernização da indústria brasileira com soluções robustas e inovadoras.

O futuro da precificação em tecnologia com o crescimento da Inteligência Artificial: do licenciamento por usuário (seat-based) ao valor mensurável

A forma como softwares e serviços de tecnologia são precificados está passando por uma transformação significativa. O modelo tradicional de licenciamento por usuário, conhecido como seat-based, vem perdendo espaço diante da automação e da adoção de agentes de Inteligência Artificial (IA).

Estudos recentes apontam que 40% dos compradores de TI já consideram a redução de licenças por usuário como principal estratégia de corte de custos. Essa mudança evidencia que o simples cálculo de “quantos usuários” deixou de refletir o valor real que uma solução entrega.

Ao mesmo tempo, cresce o interesse por modelos de “pay-per-result”, em que o pagamento está atrelado a resultados concretos. A lógica é atraente, mas ainda enfrenta barreiras práticas:

  • 47% das empresas relatam dificuldade em definir resultados mensuráveis;
  • 36% destacam a imprevisibilidade de custos;
  • 25% apontam problemas em atribuir valor de forma justa entre fornecedor e cliente;
  • 24% lembram que resultados muitas vezes dependem de fatores externos ao prestador.

Novos caminhos no suporte corporativo

No campo de suporte a sistemas corporativos, como o SAP, surgem iniciativas para superar essa tensão entre previsibilidade e valor. Em vez de cobrar por hora ou chamado, alguns fornecedores utilizam assinaturas mensais baseadas em métricas operacionais.

Um exemplo é a utilização do fator de incidentes por usuário, que relaciona o número de chamados abertos ao total de usuários ativos. Essa métrica permite precificar de forma proporcional ao esforço real de sustentação, ao mesmo tempo em que incentiva a redução de incidentes e a estabilidade do ambiente.

Com esse formato, o custo não cresce automaticamente com o aumento de usuários, desde que o ambiente permaneça estável. Para o cliente, há previsibilidade de orçamento; para o fornecedor, existe espaço para capturar valor adicional por meio de melhorias e evoluções do sistema.

A transição para os modelos orientados a valor exige não apenas boa vontade, mas principalmente governança, métricas claras e relacionamento de confiança entre cliente e fornecedor.  

O ponto de convergência

A discussão sobre precificação em tecnologia não se limita a modelos contratuais: trata-se de alinhar incentivos, governança financeira e resultados percebidos. 

É uma conexão que só faz sentido quando olhamos para uma jornada completa de gestão de tecnologia. Também é um elemento estratégico de diferenciação e narrativa de valor, que resulta em estabilidade financeira, redução de riscos e ROI mensurável.

A tendência é clara: o futuro não estará na contagem de licenças, mas na capacidade de atrelar preço a valor mensurável, sem abrir mão da previsibilidade que empresas precisam para planejar seus investimentos de forma estratégica e sustentável.

Observabilidade que impulsiona resultados: a estratégia da Delfia para transformar dados em decisões de negócio

Prever erros e corrigi-los é uma inovação que faz toda a diferença hoje para as empresas e a Delfiacuradoria de jornadas digitais, realiza esse trabalho pioneiro, mas que ultrapassa essa função: a empresa vem fortalecendo sua atuação em observabilidade orientada ao negócio, um serviço cada vez mais essencial para empresas que desejam aliar performance técnica à geração de valor real.

Com sólida experiência em dados, infraestrutura e experiência do cliente, a Delfia defende que observabilidade deixou de ser uma ferramenta técnica para se tornar um acelerador de resultados. “Hoje, é possível acompanhar toda a experiência digital, desde a infraestrutura até o impacto financeiro, com dados em tempo quase real, e com métricas diretamente alinhadas aos indicadores estratégicos de negócio, como receita, churn e tempo de checkout”, explica Rodrigo Bocchi, fundador e presidente da Delfia. “Observabilidade é a bússola que transforma cada byte de telemetria em vantagem competitiva”, adiciona.

A Delfia já aplica automação com mais de 95% de confiança em tarefas como auto-scaling e remediação automatizada de incidentes. A empresa está agora em fase de testes com IA generativa, capaz de sugerir planos de ação completos, baseados em grandes volumes de dados e contextos técnicos e comerciais com validação final feita por humanos. O objetivo é evoluir para um modelo ainda mais inteligente e proativo, no qual a observabilidade não apenas detecta falhas, mas recomenda as melhores respostas para garantir a continuidade dos negócios.

De dados técnicos a decisões estratégicas

A proposta da Delfia vai além do tradicional monitoramento de “sinais vitais” como CPU, memória e logs. A empresa conecta múltiplas fontes de dados, incluindo métricas (Metrics), eventos (Events), logs (Logs), rastreamentos (Traces) e dados de produto, como conversões e pagamentos, para oferecer uma visão unificada de toda a operação digital. Essa abordagem possibilita detectar anomalias com agilidade e antecipar impactos sobre KPIs críticos, transformando problemas técnicos em insights de negócio acionáveis.

Esse processo começa com o mapeamento detalhado das jornadas do cliente e a associação entre cada transação e os componentes técnicos envolvidos. A telemetria é enriquecida com uma camada de informação comercial, incluindo variáveis como valor de pedido e perfil do usuário. Com isso, a Delfia aplica modelos de correlação com inteligência artificial, que permitem análises preditivas do impacto financeiro de falhas, lentidão ou picos de uso.

A empresa também estrutura Service Catalogs e SLOscom visibilidade clara de métricas e responsabilidades, alinhando áreas técnicas e de negócio em torno de metas compartilhadas. Dessa forma, decisões técnicas passam a ser tomadas com base em impactos mensuráveis no negócio.

Resultados em múltiplos setores

A observabilidade orientada ao negócio já mostra impacto direto em áreas como e-commerce, serviços financeiros, logística e experiência do cliente. No varejo, por exemplo, essa abordagem reduz o tempo de checkout e aumenta a conversão. No setor financeiro, melhora a eficiência em pagamentos instantâneos e garante aderência a regulamentações como o Open Finance. Já na logística, permite a otimização de rotas e previne penalidades contratuais, enquanto nas áreas de produto e CX, ajuda a correlacionar desempenho técnico com NPS e satisfação do cliente.

Companhias de diferentes segmentos já experimentam os benefícios da observabilidade orientada ao negócio com a Delfia. A Acerto, uma fintech de negociação digital de dívidas, por exemplo, conseguiu reduzir em 40% o tempo de diagnóstico de falhas, com resolução acelerada de dias para cerca de duas horas. A rede varejista Havan expandiu sua cobertura de monitoramento para 100% antes da Black Friday, reduzindo drasticamente o tempo médio de resposta a incidentes. Já a empresa de mobilidade Localiza&Co, com foco principal em aluguel de carros, antecipou 130 erros potenciais, alcançando um avanço de maturidade em dois anos. E um dos maiores grupos educacionais de ensino superior do país, a Ânima Educação, obteve uma economia de 20% em infraestrutura, com melhoria de 60% no desempenho e uma redução contratual de 42%. Segundo a Delfia, o que ainda impede muitas organizações de adotarem essa abordagem é a ausência de um patrocínio executivo forte e a falta de alinhamento entre objetivos técnicos e metas comerciais. A empresa defende ações como a inclusão de KPIs de negócio no dia a dia das equipes de tecnologia, a implementação de SLOs transversais e investimentos em educação contínua sobre o impacto financeiro de incidentes e ineficiências operacionais.

O futuro da observabilidade

A Delfia acredita que a observabilidade será um diferencial competitivo nos próximos anos, especialmente em setores regulados e altamente digitais. “Empresas maduras em observabilidade têm até quatro vezes mais chances de superar suas metas financeiras e operacionais”, destaca Rodrigo Bocchi.

A empresa também observa tendências importantes como FinOps, SecOps, GreenOps e monitoramento em tempo real como pilares para a evolução da observabilidade. No caso da fintech Zoop, por exemplo, a Delfia ajudou a consolidar dez ferramentas em uma única solução baseada em Datadog, reduzindo custos e aumentando a governança. Em outro exemplo, a integração entre observabilidade e segurança na Acerto reduziu o tempo médio de resposta para menos de duas horas.

Com o avanço da IA generativa, do Open Finance e da necessidade de decisões em tempo real, a Delfia prepara seus clientes com streaming de dados contínuo, rastreamento preciso da performance dos modelos de IA e conformidade permanente com marcos regulatórios, como a LGPD.