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NossaBet anuncia parcerias com gigantes de tecnologia e ‘catálogo gigantesco’ de novos jogos

A NossaBet, operadora de iGaming com DNA totalmente brasileiro, deu um passo importante na semana passada ao firmar cooperações estratégicas com líderes globais do setor. As parcerias foram fechadas durante o SBC Summit Lisboa 2025, um dos maiores eventos mundiais do mercado de apostas, e prometem elevar o patamar de inovação e segurança para os jogadores no Brasil.

Durante a missão, a NossaBet formalizou uma parceria com a SoftSwiss, gigante da tecnologia em iGaming. Além disso, finalizou os detalhes para um contrato de fornecimento direto com a Pragmatic Play, um dos principais provedores de jogos do mercado. Este movimento vai transformar o cardápio de opções para os jogadores da NossaBet, como adianta o COO da empresa, Eduardo Luqueze.

“Passaremos a ter um catálogo gigantesco de novos jogos. A Pragmatic Play vai nos permitir oferecer mais promoções e recursos exclusivos para os nossos usuários, mantendo a vanguarda do que é oferecido no mercado mundial,” afirmou o executivo.

Experiência aprimorada

Luqueze, que representou a operadora no evento, destacou que o foco das negociações foi na inovação tecnológica e no jogo responsável. Uma das ferramentas cruciais em discussão foi a solução “Know Your Customer” (KYC), da Serasa.

“A solução de KYC da Serasa é rápida, segura e eficiente. Isso garante uma experiência aprimorada aos usuários e reforça nosso compromisso inegociável com a segurança,” enfatizou Luqueze.

Mercado em expansão

Além das parcerias, a participação no SBC Summit Lisboa 2025 permitiu à NossaBet acompanhar os debates cruciais sobre a dinâmica do mercado, incluindo as mudanças na relação entre afiliados e influenciadores após a regulamentação no Brasil. Luqueze ressaltou que o evento comprovou a crescente força do mercado brasileiro e latino-americano no cenário global de iGaming.

A próxima revolução da programação será com IA nativa de código

Nos últimos anos, a aplicação de modelos de linguagem à programação transformou o dia a dia dos desenvolvedores. Ferramentas como GitHub Copilot, ChatGPT e Replit Ghostwriter aumentaram a produtividade ao sugerir trechos de código, automatizar tarefas repetitivas e até gerar soluções completas a partir de descrições em linguagem natural. No entanto, os ganhos recentes já se mostram incrementais, indicando que os LLMs, por sua natureza textual, atingiram um limite estrutural.

Os LLMs foram concebidos para interpretar linguagem natural e, posteriormente, adaptados para lidar com código. Essa adaptação trouxe resultados expressivos, mas enfrenta limitações em que o código não é apenas texto, mas também lógica, dependência e comportamento. Interpretá-lo exige raciocínio algorítmico, coerência estrutural e compreensão de contextos amplos, habilidades que os LLMs generalistas não foram projetados para oferecer.

As micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) brasileiras têm uma perspectiva positiva quanto aos potenciais da Inteligência Artificial (IA), com 77% dos tomadores de decisão considerando que a IA agiliza os processos de suas empresas. É o que revela a pesquisa “IA em micro, pequenas e médias empresas: tendências, desafios e oportunidades“, encomendada pela Microsoft à Edelman Comunicação.

Segundo o estudo, 75% das empresas entrevistadas afirmam que estão otimistas em relação ao impacto da Inteligência Artificial (IA) em seu trabalho e isso se reflete nos planos de investimento das companhias, que afirmam que continuarão investindo ou investirão pela primeira vez em IA (73%), sendo que 61% delas já possuem plano de ação ou metas específicas relacionadas à essa tecnologia.

Porém, para superar essas restrições, surge a necessidade de uma IA nativa de código, um sistema projetado desde o início para tratar código como primeira linguagem. Essa abordagem demanda uma nova arquitetura de transformer, capaz de compreender profundamente semântica, lógica e estruturas complexas de software, indo além da simples autocompletação de trechos.

Entre as competências essenciais dessa nova geração de IA estão um entendimento semântico profundo do código, raciocínio lógico e algorítmico, manutenção de contexto estendido em bases complexas, compreensão de dependências e bibliotecas, capacidade de testar e validar código e interpretação de requisitos ambíguos. A conjunção dessas habilidades permitiria que a IA atuasse de forma autônoma, confiável e consistente.

O desenvolvimento dessa arquitetura exigirá novos datasets, algoritmos específicos e mudanças na forma como concebemos o ato de programar. É uma transformação de base, que transcende ajustes incrementais e redefine o que significa criar software com auxílio de IA. A expectativa é que, em um horizonte de cinco anos, possamos testemunhar sistemas capazes de atuar como engenheiros de software completos.

A atual fase dos LLMs generalistas demonstra que a produtividade aumentou, mas a autonomia ainda é limitada. A evolução futura dependerá da criação de modelos nativos de código, capazes de lidar com complexidade, dependências e raciocínio lógico de forma integrada, abrindo caminho para uma programação mais estratégica, escalável e confiável. Essa mudança não apenas redefine a tecnologia, mas também o papel do desenvolvedor.

Em vez de atuar apenas como executor de comandos, o profissional se tornará um arquiteto e supervisor de sistemas inteligentes, orientando a IA a transformar especificações abstratas em soluções completas e funcionais. A revolução da programação com IA está apenas começando. A próxima geração não se limitará a otimizar tarefas, ela promete redesenhar o próprio conceito de desenvolvimento de software, tornando os sistemas de IA parceiros técnicos plenos, capazes de compreender, criar e iterar sobre soluções complexas com autonomia e inteligência contextual.

Integração entre Bling e e-commerce B2B define o futuro de distribuidores

No setor atacadista e de distribuição, eficiência operacional não é mais apenas um diferencial competitivo, é uma condição de sobrevivência. Empresas que lidam com grandes volumes de pedidos precisam de processos confiáveis, rápidos e com baixo índice de falhas. Nesse meio, integrar o ERP Bling ao e-commerce B2B deixou de ser uma decisão técnica restrita ao time de TI e se tornou uma escolha estratégica capaz de determinar a competitividade do negócio.

Quando ERP e e-commerce operam de forma isolada, toda a engrenagem da empresa perde fluidez. O estoque desatualiza, pedidos podem ser duplicados, notas fiscais atrasam e a experiência do cliente se deteriora. O que parece apenas “um detalhe operacional” na prática compromete a margem, que já é naturalmente apertada no setor. Um levantamento da PwC mostra que falhas em processos de backoffice podem consumir até 25% da margem operacional de pequenas e médias empresas. Para negócios que dependem de escala e trabalham com preços competitivos, esse desperdício pode significar a diferença entre crescer e estagnar.

Um erro comum de muitos distribuidores é acreditar que podem “dar um jeito” em falhas sistêmicas com planilhas, e-mails ou lançamentos manuais. A curto prazo, essa solução improvisada pode parecer suficiente. Mas, à medida que o negócio cresce, esses atalhos se transformam em gargalos que aumentam os custos ocultos, reduzem a agilidade e travam a expansão. O que parecia controle, na verdade, se torna um obstáculo para competir em mercados cada vez mais digitais.

Vale destacar que tanto o Bling quanto um e-commerce B2B, separadamente, já são ferramentas poderosas. O primeiro organiza finanças, estoque e emissão de documentos fiscais. O segundo amplia o alcance de vendas, dá escala ao relacionamento com clientes e abre canais para novas receitas. No entanto, quando operam sem integração, entregam apenas parte de seu potencial.

Pedidos entram automaticamente no ERP, estoques são atualizados em tempo real, notas fiscais são emitidas sem intervenção manual e relatórios refletem a realidade da operação sem atrasos. O que antes era fonte de erros e retrabalho se transforma em fluidez e inteligência operacional. Para o distribuidor, isso significa ganhar velocidade de resposta, melhorar o nível de serviço e proteger margens em um setor onde cada ponto percentual conta.

De acordo com a ABAD/NielsenIQ 2025, o atacado distribuidor cresce acima de 10% ao ano, ritmo que exige eficiência absoluta. Empresas que não se digitalizam rapidamente perdem competitividade, abrindo espaço para concorrentes que já compreenderam que tecnologia não é suporte, mas motor de crescimento. Além disso, integrar Bling e e-commerce B2B fortalece a confiança dos clientes. Informações mais precisas sobre disponibilidade de produtos, prazos de entrega e faturamento reduzem ruídos e aumentam a previsibilidade.

Essa transparência gera fidelização, melhora o relacionamento e sustenta o crescimento de longo prazo. No fim das contas, a integração não é detalhe técnico, é uma decisão estratégica. Representa a ponte entre sobreviver no presente e se preparar para o futuro. Empresas que adiam essa escolha correm o risco de se perder em retrabalho, enquanto as que abraçam a integração colhem ganhos em escala, eficiência e competitividade. No setor atacadista e de distribuição, a pergunta já não é mais “se” integrar, mas “quando”. E, nesse jogo, cada mês de atraso significa espaço cedido ao concorrente.

*Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.

Talk convida seis mulheres com histórias inspiradoras de empreendedorismo

Seis histórias e trajetórias inspiradoras estarão no palco do evento Empreendedorismo Feminino, que será realizado dia 7 de outubro, a partir das 13h30 no Espaço Villa Rica (R. Piauí 211). Na programação, um talk com seis mulheres empreendedoras que compartilharão um pouco dos desafios que enfrentaram para alcançar o sucesso profissional. São elas Elieth Hodas, da Panetteria Palhano; Graziele Cardoso, psicanalista e hipnoterapeuta; Karynne Santos, advogada especialista em Direito Previdenciário; Rafaela Sandoval que trabalha com saúde e bem-estar fundadora do Serenity Spa Terapeutico; Mayhara Magley, contadora e CEO da Advance Garantidora; e Chris Magaldes, estrategista de branding, marketing e comunicação.

“Será um momento para podermos ver que nem sempre a vida de uma mulher empreendedora é repleta de flores. Há espinhos no caminho e vamos compartilhar a força que cada uma teve para vencer cada obstáculo”, afirma Léia Marcolina, da Santopano, uma das organizadoras ao lado de Alexsandra Oliveira, cerimonial e eventos. “É importante promover essa sororidade no palco para potencializar o encontro, o networking e as parcerias que podem surgir a partir do compartilhamento dessas histórias”, ressalta Alexsandra. Os ingressos já estão no segundo lote, custam R$ 125 (mais taxa) e estão disponíveis pela internet. E parte da renda obtida com a venda dos ingressos será revertida para a compra de alimentos em prol da Casa de Apoio Amigos do HU (Hospital Universitário).

Elieth

Há 30 anos, Eliete Hodas “caiu de paraquedas” no ramo da panificação e transformou esse desafio em uma trajetória de sucesso. Hoje é proprietária da Panetteria Palhano, referência em Londrina, que atende centenas de clientes diariamente e conta com uma equipe de mais de 70 colaboradores. Sua experiência em vendas, finanças e gestão foi essencial para transformar a padaria em um negócio sólido e inovador. No evento de Empreendedorismo Feminino, Eliete compartilhará sua jornada inspiradora de superação, liderança e conquistas no universo da panificação.

Graziele

Graziele Cardoso é psicanalista, hipnoterapeuta e programadora neurolinguista. Formada na área administrativa e pós-graduada em Compliance e Gestão de Riscos, decidiu superar o medo e a insegurança para recomeçar do zero na área da saúde mental. No talk, vai compartilhar sua trajetória de transformação, como encontrou forças para seguir em frente mesmo em meio a dúvidas e inseguranças. Irá mostrar que com coragem e determinação conseguiu se reconstruir e, independentemente das circunstâncias, é sempre possível dar a volta por cima. Entre os temas, falará sobre autoconhecimento na jornada de transição de carreira, abordando recomeços, resiliência e autoestima, elementos essenciais para quem deseja mudar de caminho com confiança.

Karynne

A advogada Karynne Pires Santos, especialista em Direito Previdenciário, nasceu em Paranaguá e veio para Londrina conhecendo apenas o marido e os sogros. Montou do zero o escritório K & Santos Advogados, abriu uma unidade no litoral do Paraná, hoje tem uma grande carteira de clientes e até ajuda colegas de trabalho. Em novembro, lança o livro “LOAS – Benefício Assitencial”. É pós-graduada em Direito por sete vezes e integra a Comissão de Direito Previdenciário da OAB-PR Subseção Londrina. Entre as mulheres empreendedoras, compartilhará um pouco da jornada que a levou ao sucesso.

Rafaela

Empresária e idealizadora do Serenity Spa Terapêutico, Rafaela Sandoval é formada em Jornalismo e especializada em Marketing, mas criou um espaço dedicado ao cuidado integral do corpo e da mente. Hoje, atua com o propósito de inspirar mulheres a acreditarem em sua própria capacidade, a romperem barreiras e a pensarem fora do óbvio. E é isso que levará ao talk, além de compartilhar o início de sua trajetória empreendedora. Falará sobre como cada dificuldade pode esconder uma oportunidade e o que parece uma barreira pode ser o começo de algo novo. Desde a reclamação de um cliente ou uma crise podem se transformar em inspiração para melhorar o serviço e reinventar processos.

Mayhara

Bacharel em Direito e contadora, Mayhara Magley Ferreira é CEO e fundadora da Advance Garantidora, empresa que há mais de 12 anos atua em diversos estados brasileiros garantindo receita mensal e segurança financeira para condomínios. No evento, ela dividirá com o público os desafios e as conquistas de ser mulher e empreendedora em um mercado competitivo e conservador, mostrando como a coragem de inovar pode abrir caminhos, além de mostrar ser possível equilibrar a maternidade com a gestão de um negócio em crescimento. Em pauta, como ela transformou em fonte de receita a inadimplência condominial com resiliência, inovação e liderança humanizada.

Chris

Formada em Marketing e especializada em gestão de vendas, branding e neuromarketing, Chris Magaldes é estrategista de branding, marketing e comunicação, CEO da Magaldes Comunicação & Marketing. Sua trajetória vai além de diplomas: é feita de vivências, superações e, acima de tudo, propósito. Apresenta o programa Mulheres, na Paiquerê 91,7, o único programa de rádio em Londrina totalmente feminino, com convidadas mulheres que compartilham assuntos relevantes a esse público. No talk, Chris falará sobre branding e o rebranding do evento Empreendedorismo Feminino, explicando o processe de uma marca se reinventar e ampliar seus negócios.

Ingressos: https://villarica.pagtickets.com.br/empreendedorismo-feminino-redescobrindo-limites-e-o-poder-da-transformacao__17483/

“Fracasso de startups não pode ser tratado como dado estatístico”, alerta o especialista Alan Oliveira

No mercado financeiro, uma máxima costuma ser repetida sem grandes questionamentos: em cada 10 startups investidas, no longo prazo, até 9 acabam encerrando suas atividades. Essa estatística, frequentemente citada como natural dentro da lógica de risco e retorno, é tratada como parte do jogo pelos investidores que apostam no potencial de uma única empresa para compensar as perdas das demais.

No entanto, para o empreendedor que vê sua startup falir, a realidade é bem diferente. “Por trás de cada número existe uma pessoa que investiu tempo, dinheiro e energia. Quando a falência acontece, o impacto não é apenas financeiro, mas também emocional e profissional. Não podemos aceitar que isso seja visto como normal”, afirma Alan Oliveira, especialista em inovação e empreendedorismo.

Oliveira alerta que a naturalização do fracasso no ecossistema pode ser prejudicial ao desenvolvimento de talentos. “É frustrante para o profissional que vê seu sonho desmoronar sem ter apoio. Esse ambiente de ‘vale-tudo’ desestimula novas ideias e pode afastar potenciais empreendedores”, completa.

Para ele, a discussão precisa evoluir: em vez de enxergar a falência apenas como dado estatístico, é necessário fortalecer políticas de apoio, educação empreendedora e redes de suporte que realmente ajudem fundadores a se reerguer e a empreender de forma mais sustentável.

Ajudando o ecossistema

Atuando como mentor e educador, Alan trabalha justamente para que empreendedores não sejam engolidos por essa lógica. Seu trabalho se estrutura em três frentes

Mentoria estratégica: auxilia fundadores a desenhar processos de vendas e crescimento, garantindo previsibilidade comercial e reduzindo riscos de falência por falta de estrutura.

Educação empreendedora: oferece treinamentos que unem conceitos de neurociência aplicada às vendas, comunicação e branding, preparando líderes para resistirem à pressão do mercado.

Rede de suporte: conecta empreendedores a contatos, investidores e parceiros estratégicos, transformando crises em pontos de virada em vez de fim de linha.

“A falência de startups não pode ser só estatística. O meu papel é justamente ajudar esse fundador que está no limite, oferecendo estratégia comercial, rede e educação. Muitos quebram não porque a ideia era ruim, mas porque não tinham processo, previsibilidade ou suporte. Se conseguimos estruturar isso, damos ao ecossistema menos falências desnecessárias e mais pessoas capazes de se reerguer e criar novamente”, conclui Oliveira.

Netflix pode comprar a Warner? Rumor agita Hollywood e Wall Street

O rumor de que a Netflix poderia estar interessada em adquirir a Warner Bros. Discovery (WBD) circulou com intensidade nos últimos dias, mexendo com investidores e provocando discussões sobre o futuro do entretenimento global. A informação, inicialmente publicada pelo jornalista Dylan Byers, do site Puck, ainda carece de confirmação oficial, mas expõe o momento delicado e de reestruturação pelo qual passa a indústria.

Para André Charone, mestre em negócios internacionais e especialista em mercado da cultura pop, a simples especulação já é significativa. “Estamos diante de um setor que se movimenta rápido, com fusões e aquisições moldando o mapa do entretenimento. A Netflix, que sempre cresceu de forma orgânica, estaria diante de uma virada histórica caso realmente entrasse no jogo para comprar parte ou a totalidade da Warner”, avalia o pesquisador que também é autor do livro “Negócios de Nerd”.

Paramount Skydance dá o primeiro passo

Embora a especulação com a Netflix tenha roubado a cena, o movimento mais concreto envolve a Paramount Skydance, de David Ellison. Reportagens do Wall Street Journal e da Reuters apontam que a companhia prepara uma oferta em dinheiro pela WBD. A notícia foi suficiente para impulsionar as ações da empresa, que subiram com a expectativa de um leilão.

A estratégia da Warner

A Warner já havia anunciado sua intenção de se dividir em duas companhias até 2026: uma voltada para estúdios e streaming (HBO, Warner Pictures, Max) e outra para canais de TV paga (CNN, TNT, Discovery). Essa reestruturação torna mais viável a entrada de players interessados apenas em ativos específicos.

“Essa divisão abre caminho para uma compra seletiva”, observa Charone. “No caso da Netflix, faz muito mais sentido focar apenas nos estúdios e no streaming, que dialogam diretamente com seu modelo de negócios, em vez de herdar redes de TV que não agregam tanto à sua estratégia.”

Vantagens e riscos para a Netflix

O atrativo é evidente: acesso imediato a um portfólio de peso, que inclui franquias como Game of ThronesHarry Potter e DC Comics, além do prestígio da marca HBO. “Seria um salto qualitativo para a Netflix, colocando-a em outro patamar de relevância cultural e competitiva”, avalia Charone.

Por outro lado, os desafios não são menores. A WBD tem cerca de US$ 30 bilhões de dívida líquida e a transação poderia custar mais de US$ 70 bilhões no total. “A Netflix sempre evitou grandes aquisições. Entrar em um negócio desse porte significaria não apenas absorver uma dívida pesada, mas também enfrentar barreiras regulatórias em várias jurisdições”, alerta Charone.

Impacto simbólico

Além dos números, há a dimensão cultural. A Netflix construiu sua identidade como a disruptora que desafiou os estúdios tradicionais. Tornar-se dona da Warner seria um gesto simbólico poderoso.

“É o outsider assumindo o controle do antigo império. Isso reforçaria a imagem da Netflix como líder absoluta, mas também aumentaria a pressão de concorrentes e reguladores que enxergam riscos na concentração de poder”, explica Charone.

Três cenários em disputa

Em sua análise, o especialista em mercado da cultura pop ainda prevê três cenários possíveis, em ordem de probabilidade:

  1. Paramount Skydance fecha o negócio e incorpora a Warner, criando um novo conglomerado de mídia.
  2. A Warner executa sua cisão e segue independente, tentando gerar valor de forma orgânica.
  3. A Netflix entra no tabuleiro, possivelmente mirando apenas a divisão de estúdios e streaming.

“O mercado já entendeu que a Warner sozinha não se sustenta no longo prazo. O que está em jogo agora é quem terá o apetite e a capacidade de transformar esse ativo em vantagem estratégica”, conclui Charone.

Mercado Livre impulsiona R$ 381 bilhões em negócios de empreendedores e PMEs

O Mercado Livre apresenta os resultados do Relatório de Impacto “O melhor do Brasil”, estudo realizado em parceria com a Euromonitor International, que avalia o impacto social e econômico gerado por empreendedores e pequenas e médias empresas (PMEs) por meio de seu ecossistema, confirmando a força transformadora da economia digital no país.

Com dados consolidados de 2024, o relatório revela que 5,8 milhões de negócios utilizaram o ecossistema da companhia no país, movimentando R$381 bilhões, valor equivalente a 3,2% do PIB brasileiro. Para 59% das PMEs que operam no marketplace, as vendas geradas no Mercado Livre representam sua principal fonte de receita. Foram mais de R$ 90 bilhões em vendas geradas pelas PMEs por meio do Mercado Livre no ano passado. 

E este impacto vai além do volume de vendas: mais de 111 mil postos de trabalho surgiram diretamente por PMEs que vendem no marketplace. Considerando também os empregos diretos do Mercado Livre e os indiretos vinculados à logística, foram gerados, em média, 20 novos postos de trabalho por hora. 

A força do ecossistema também está na integração das diferentes cadeias de negócios. Além do marketplace e da logística própria, o Mercado Pago vem se consolidando como motor de crescimento para pequenas empresas: 60,5% das PMEs que adotaram o banco digital em 2024 relataram aumento nas vendas. Hoje, 3 em cada 5 PMEs da plataforma usam o Mercado Pago como seu principal meio de pagamento. 

“O relatório evidencia como o Mercado Livre vem cumprindo sua missão de democratizar o acesso ao comércio e aos serviços financeiros, encurtar distâncias e ampliar oportunidades. Mais do que números, os dados refletem histórias reais de transformação vividas por milhões de brasileiros que empreendem e crescem junto com a plataforma. Esse Brasil empreendedor está no coração do nosso ecossistema, gerando desenvolvimento e crescimento. Afinal, o que nos move é isso: entregar todos os dias o melhor do Brasil, dentro e fora da nossa plataforma”, afirmou Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil

A pesquisa do Relatório de Impacto “O Melhor do Brasil” foi elaborada com base em mais de 7.700 entrevistas com PMEs e empreendedores ativos no Mercado Livre e no Mercado Pago, além de considerar a análise de dados internos da companhia e entrevistas qualitativas com agentes da cadeia logística, como operadores de última milha e de centros de distribuição da companhia. O documento completo está disponível neste link

*Tomando como referência o dado do PIB do Brasil em 2024 segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) considerando as vendas brutas no marketplace, a massa salarial mobilizada pelos envios decorrentes das vendas e as vendas brutas processadas via Mercado Pago.

Metodologia 

O Relatório de Impacto “O Melhor do Brasil” tem como objetivo aprofundar o entendimento do impacto social e econômico do ecossistema do Mercado Livre, com foco no papel dinamizador que exerce sobre as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) e empreendedores na Argentina, Brasil e México. Para desenvolver o relatório, a Euromonitor International, em colaboração com o Mercado Livre, adotou uma metodologia mista que integra múltiplas fontes: mais de 7.700 pesquisas com PMEs e empreendedores que utilizam o marketplace e as soluções de pagamento do Mercado Pago; análise de dados internos do Mercado Livre sobre vendas, atividade fintech e geração de empregos; entrevistas qualitativas com atores-chave da cadeia logística (operadores de última milha, centros de distribuição e transportadores); além de pesquisa secundária com fontes externas para mensurar os efeitos micro e macroeconômicos.

AI Mode do Google muda regras de SEO e desafia estratégias de marcas

Com a chegada do AI Mode, que leva a inteligência artificial generativa para dentro da busca do Google, o SEO segue em movimento e constante modificação. O recurso deve mudar não só a forma como consumidores acessam informações, mas também como empresas precisam se posicionar para não perder espaço nos buscadores. Para a liveSEO, maior agência de SEO da América Latina, o novo cenário traz riscos e oportunidades que exigem rápida adaptação. 

Pesquisas recentes já mostram os impactos dessa transição: segundo a Ahrefs, buscas em que o Google exibe respostas resumidas por IA registram queda média de 34,5% nos cliques orgânicos nos sites listados. Ao mesmo tempo, levantamento global da Ipsos com o Google indica que 54% dos brasileiros usaram IA generativa em 2024, acima da média mundial de 48%. Ou seja, o comportamento de busca já mudou e tende a acelerar ainda mais.

“As empresas que não ajustarem sua estratégia podem perder espaço nos próximos meses. Não se trata de abandonar o SEO tradicional, mas de evoluí-lo para o que chamamos de GEO (Generative Engine Optimization), com conteúdos e estruturas preparados para serem compreendidos e citados tanto por buscadores quanto por inteligências artificiais”, explica Lorena Martins, Diretora de Marketing da liveSEO.

Desafio ou oportunidade?

A liveSEO aponta que a mudança não deve ser vista apenas como um desafio. A aparição de empresas como fontes confiáveis nos resumos gerados por IA pode reforçar a autoridade de marca e ampliar o reconhecimento. Para isso, é essencial revisar conteúdos, implementar dados estruturados e otimizar aspectos técnicos que favoreçam a rastreabilidade, áreas em que a liveSEO já atua com metodologia própria.

Casos práticos de empresas acompanhadas pela agência já mostram ganhos: ao adaptar páginas críticas para formatos compatíveis com mecanismos de IA, negócios em segmentos de e-commerce e serviços registraram não só manutenção de tráfego, mas aumento na taxa de conversão pela qualificação dos acessos.

“Assim como em outros momentos da evolução do SEO, quem se move primeiro colhe resultados desproporcionais. Estamos oferecendo às empresas diagnósticos práticos sobre sua exposição ao AI Mode e estratégias para garantir presença em um ambiente cada vez mais competitivo”, reforça Lorena.

Segundo estimativas de mercado, as plataformas de IA já direcionam mais de 1 bilhão de acessos mensais a sites. Para a liveSEO, o recado é claro: quem adaptar sua estratégia primeiro terá vantagem competitiva.

Pesquisa da Honeywell aponta que varejistas brasileiros investem em IA para melhorar a experiência do cliente

A Honeywell está divulgando os resultados de sua Pesquisa Global de Tecnologia para Varejistas, que mostrou que os principais lojistas deste setor no Brasil estão comprometidos em investir no uso da inteligência artificial (IA) em todo seu potencial para otimizar processos.

O estudo constatou que oito em cada dez (84%) dos varejistas brasileiros já utilizam IA, em linha com os 85% em todo o mundo. Por aqui, 51% dos varejistas planejam expandir o uso de IA em breve, 33% planejam manter o uso atual e 15% ainda não possuem IA, mas planejam testá-la.

Do atendimento ao cliente à entrega final, a pesquisa destacou como os varejistas no Brasil estão pensando sobre a adoção da IA:

  • Os varejistas brasileiros afirmaram que a experiência do cliente (44%), o marketing (43%) e o atendimento ao cliente (39%) foram as áreas que mais se beneficiaram da IA e da digitalização.
  • Os entrevistados no Brasil atribuíram mais valor à IA para a experiência do cliente do que em outras regiões (+6% em relação à média global).
  • Em contraste, menos varejistas brasileiros do que em outras regiões afirmaram que a IA tinha o potencial de otimizar as atividades de compras (18% no Brasil vs. 28% globalmente).

“Os lojistas do setor estão buscando a IA para alcançar e atender melhor seus clientes em um mercado competitivo e em constante mudança”, afirma José Fernandes, CEO da Honeywell para a América Latina. “A IA tem um enorme potencial para criar experiências de compra hiperpersonalizadas e tornar as operações mais eficientes, seja na loja ou em toda a cadeia de suprimentos do varejo brasileiro”, completa.

Outras tecnologias avançadas também estão impactando o cenário do varejo no Brasil, com 40% dos varejistas investindo em tecnologias de visão mecânica e de câmera (VC), 39% adotando realidade aumentada (RA) e 31% usando reconhecimento óptico de caracteres (OCR). A VC pode ajudar a mitigar o crescente desafio da perda de estoque no varejo, enquanto a RA pode ajudar compradores ou funcionários a visualizar um produto em um espaço. O OCR pode acelerar significativamente os fluxos de trabalho do varejo ao reabastecer o estoque nas gôndolas ou identificar preços com etiquetas incorretas por meio da leitura rápida de rótulos e outras informações do produto.

Embora os resultados da pesquisa mostrem um impulso geral contínuo para a IA, os varejistas no Brasil expressaram alguns desafios sobre sua adoção:

  • Os principais desafios previstos para a implementação futura da IA no país incluíram riscos de segurança (51%), conformidade regulatória (44%) e adaptação da força de trabalho (43%) — sugerindo que há uma oportunidade para os varejistas demonstrarem aos seus associados os benefícios que a IA pode trazer.
  • Embora a aceitação do cliente tenha sido citada como um potencial obstáculo para a adoção da IA por 40% dos varejistas globais, apenas 31% no Brasil disseram que seria um desafio para a implementação futura da IA no setor varejista.

A Pesquisa Global de Tecnologia do Varejista da Honeywell se concentrou em grandes varejistas nos EUA, Europa, América Latina, Índia e Oriente Médio e como eles estão utilizando tecnologias avançadas em suas operações, incluindo IA, automação, realidade aumentada, visão computacional e sensores. Os varejistas brasileiros participantes da pesquisa tiveram uma receita anual mínima de US$ 25 milhões.

Para saber mais sobre os resultados da pesquisa e como as tecnologias da Honeywell estão ajudando a moldar a nova era do varejo, visite https://automation.honeywell.com/us/en/industries/retail.

Metodologia

A Honeywell contratou a Wakefield Research para conduzir a Pesquisa Global de Tecnologia do Varejista da Honeywell em maio de 2025. Esta pesquisa abrangente entrevistou 450 executivos de grandes varejistas sobre o uso de IA e outras tecnologias por meio de um convite por e-mail e uma pesquisa online. Os seguintes mercados estão representados nos dados da pesquisa: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Brasil, Índia, Emirados Árabes Unidos e Reino da Arábia Saudita. O limite para “grande” varejista variou de acordo com o país, desde uma receita anual mínima de US$ 100 milhões nos EUA até uma receita anual mínima de US$ 5 milhões nos Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.

GMZ.MOKE cresce 150% com RD Station e se torna referência como especialista em Sucesso de Marketing

A GMZ.MOKE, agência especializada em Sucesso de Marketing, registrou crescimento de 150% na operação no último ano, conquistou grandes contas e consolidou cases de destaque no mercado brasileiro. O desempenho é resultado direto da fusão entre as agências GMZ e MOKE e da parceria estratégica com a RD Station, unidade de negócios da TOTVS, que elevou a empresa à categoria parceira Diamond — o mais alto nível de relacionamento com a RD.

A união das duas agências, ambas com mais de uma década de atuação, nasceu da necessidade de oferecer soluções mais robustas, com foco em resultados tangíveis e mensuráveis. “Nossa pretensão sempre foi criar uma agência muito maior, muito mais robusta e muito mais preparada para poder levar a prosperidade para o ecossistema”, disse Rafael Costa, CEO da GMZ.MOKE.

Resultados impulsionados pela tecnologia

A parceria com a RD Station, iniciada há mais de sete anos, permitiu à GMZ.MOKE integrar tecnologia, inteligência artificial e metodologias avançadas para potencializar o retorno sobre investimento dos clientes. Entre os principais impactos estão o Crescimento de 150% na operação no último ano, Conquista de grandes contas e construção de cases de sucesso, Geração de Leads e Conversas otimizadas – integração do RD Station Marketing com o RD Station Conversas, acelerando interação e qualificação, e o uso de Inteligência Artificial para transformar vendas em conversas, com as ferramentas de IA da RD Station.

Com o reconhecimento como parceira Diamond e especialista em Sucesso de Marketing, a GMZ.MOKE planeja ampliar sua atuação e continuar investindo em inovação. “Estamos construindo cases que nos dão muito orgulho e que mostram que é possível unir criatividade, dados e tecnologia para gerar prosperidade real para os clientes”, reforça Cost

Prêmio Limitless

Esses resultados validam a visão da GMZ.MOKE de que “o marketing é uma ciência voltada para tecnologia, dados e informação” e posicionam a agência como um farol de sucesso no mercado. Por isso, é reconhecida com o mais alto nível de parceria com a RD Station: o Prêmio Limitless, que destaca as empresas parceiras que entregam em performance, inovação e crescimento. “Alcançar o nível Diamond chancela os nossos processos, a nossa forma de trabalho e a nossa metodologia”, enfatiza o CEO Rafael.

Para Luís Lourenço, Diretor de Novos Negócios da RD Station, parceiros como a GMZ.MOKE são essenciais para o dinamismo e evolução do segmento. “O ecossistema de parceiros da RD Station é um dos nossos maiores ativos, contando com mais de 2.000 empresas, sendo a GMZ.MOKE uma das referências. O Prêmio Limitless foi criado justamente para reconhecer e celebrar a excelência e o impacto real que essas agências geram para seus clientes”, completa.